O deputado estadual João de Deus disse ainda acreditar na possibilidade do Partido dos Trabalhadores contar com o apoio do governador Wilson Martins (PSB) nas Eleições de 2014. Para ele, ainda é cedo para descartar o apoio do PSB já que o governador ainda não definiu se sai ou fica no governo até o final de 2014. Segundo ele, não existe ainda nem a certeza se o PMDB terá ou não candidato próprio.
PTC reforça alianças para 2014 e busca maior participação do partido na ALEPI
OBSERVATÓRIO
Palco Giratório apresenta “Divinas”
Mulheres de políticos recebem Bolsa Família no MA

Atendimento precário nos Postos de Saúde do Município
Zé Filho critica W. Dias: ‘Faltaram as grandes obras no governo petista’
Setor de frios do Comercial Carvalho de Esperantina faz urubu passar mal
Outro lado
Corda no pescoço: governadores temem cassação



Mão Santa de novo na contramão dos fatos
Piada pronta
O competente jornalista político Arimatéia Azevedo comenta em sua coluna (Portalaz) que Mão Santa quer voltar ao PMDB, de onde foi praticamente enxotado. Impôs uma condição para o retorno, que é ter seu nome ungido pelos cardeais do PMDB como candidato a senador no ano que vem.
PARNAÍBA, A CIDADE DA DELICADEZA PERDIDA!!!
experimenta um momento ímpar na sua economia, graças ao empenho e desempenho da
administração municipal imposta nos últimos 9 (nove) anos”.Pelo menos é o que
divulgam os que compartilham e participam da gestão desse “período histórico”.
na revista “Veja” que Parnaíba foi a
cidade do nordeste que mais cresceu, um feito atribuído ao modelo
administrativo local, nada a ver com a criatividade e teimosia desse povo
aguerrido e pacato.
comparando, é o mesmo efeito da apropriação que faz hoje o governo federal ao
comemorar a redução de 72% do índice de mortalidade infantil no Brasil. E o Ministro
da Saúde foi à televisão dizer que é resultado da política do SUS. Ora, é muito
cinismo e falta de decência deixar de reconhecer que esses números que hoje se
apresentam resultam, principalmente, graças ao trabalho de dezenas de milhares
de líderes voluntárias da Pastoral da Criança espalhadas país à fora, até mesmo
onde não chega o serviço público de saúde. Um legado da saudosa Dra. Zilda Arns
e de sua equipe maravilhosa e abnegada. Sequer mencionam isso. Não falam da
porção mágica chamada “multi-mistura”
com um ingrediente chamado AMOR ao que faz, traço marcante das líderes da
Pastoral.
voltando a essa cidade que em todo o seu
ardor não liba, lembremos do cajueiro de Humberto de Campos, do Porto das
Barcas, da Pedra do Sal, da Casa Inglesa, da Casa Marc Jacob, bar do Augusto na
“Munguba”, dos ilustres Evandro Lins
e Silva, Reis Veloso, Chagas Rodrigues, Alberto Silva, Simplício Dias, Mandu
Ladino, Dr. Raul Bacelar, Dr. Cândido Athayde; dos valiosos artistas que
superam dificuldades e falta de apoio como Paulo Gaspar e F. Pedro, nas artes
plásticas; Teófilo, Pituca e Marlom Dreher, na música; Assis Brasil e Diego
Mendes, na literatura; aos artesãos do Barro Vermelho; mãos habilidosas do Mestre
Ageu, na arte santeira e do Guilherme, na escultura em madeira; o exemplo de
solidariedade e cidadania de Dona Zulmira Aguiar; os mestres Gilberto Escórcio,
Dr. Lauro Correia e Maria da Penha na arte de educar, dentre tantos merecedores
de reconhecimento e que peco não citar.
cidade festejada nas rodas de poucos é a mesma que detém índices alarmantes do
crescimento da prostituição infantil (que foge às estatísticas oficiais, mas
estão nos becos, bares e ruas), inocência perdida. Se fosse uma cidade mais
justa não teríamos crianças cada vez mais cedo com o seu futuro comprometido, além
do aumento do consumo e tráfico de drogas, onde as principais vítimas são os jovens
jogados à própria sorte, sem nenhuma política pública que os valorize,
incentive e os inclua sem a “natural”,
perversa e desleal competição imposta pelo poder econômico.
espanto também o crescimento de homicídios, furtos e roubos. Cada vez mais perdemos
jovens para a criminalidade; o desemprego ofuscado apenas pela explosão da
construção civil que absorve um grande contingente, mas na sua maioria de
mão-de-obra braçal, crescente é a população economicamente ativa que está fora
do mercado.
quadro desigual gera violência, já percebida no nosso cotidiano. O ruim é que
esse aumento da violência não é enfrentado com estratégias que ajudem a reduzir
a pobreza e a miséria, produto das desigualdades sociais, raiz de tantos males.
É o efeito “camaleão daltônico”: o
animal se adapta à cor do ambiente para se proteger, mas desconhecendo as cores
ele não sabe ao certo por qual fazer a opção, confunde-se.
à baila estas questões não é fazer o papel de ave do mau agouro, mas trata-se
de chamar a atenção para o fato de que Parnaíba desponta com possibilidades
para sair de vez da dependência que sempre teve dos investimentos públicos. A
exemplo, temos um fenômeno que a cidade precisa aproveitar melhor: o despertar
enquanto pólo universitário, uma vez que a municipalidade só se apropria do
discurso momentâneo que traz a positividade do fato. Esse momento novo traz um
impacto significativo para a economia, com reflexos diretos no cotidiano de
toda a cidade: construção civil acelerada, melhoria no comércio e prestação de
serviços, expansão do setor imobiliário, etc. Porém, a cidade ainda não se
estruturou para que as oportunidades sejam horizontalizadas, ou seja, que um
maior número possível de pessoas se apropriem desse ganho econômico.
acaba a ficção e começa a realidade?!
falta de planejamento se irradia em todos os setores da vida cotidiana. O
trânsito tomado como exemplo, revela que a cidade há muito carece de estudos e
ações concretas fundadas na engenharia de tráfego. O quadro atual é desolador, sem
a intervenção anterior, antevê-se o caos. Para ilustrar, motoristas e
motoqueiros, em boa medida, ajudam no aumento das estatísticas de acidentes que
têm como causa principal, a imprudência e a imperícia, aliado à irresponsável
conduta de dirigir alcoolizado. Sem um programa educativo e de caráter
permanente, as ações municipais limitam-se a multar alguns casos de infrações.
Falta educação, falta humanização!
que poderia também melhorar a economia local e consequentemente a vida das
pessoas seria a correta aplicação dos recursos públicos. Parnaíba vem sido
marcada, nos últimos anos, por receber um grande montante de recursos federais
ainda não aplicados, senão vejamos: obra do matadouro público, 900 banheiros
para residências carentes do bairro São Vicente de Paula; serviço de drenagem
do bairro Piauí (ruas Oeste, Carpina e Anhanguera – Piscinão); o lento e mal executado
esgotamento sanitário; a requalificação da Av. Nações Unidas (Beira Rio); a
segunda etapa da expansão do Distrito de Irrigação dos Tabuleiros Litorâneos.
Registre-se que todas essas obras têm recursos em caixa, mas ainda não foram
executadas/concluídas por conta de um misto de incompetência com falta de
compromisso.
também decisão política intervenções na Lagoa do Portinho e do Bebedouro, o
pleno funcionamento do nosso aeroporto e, como pano de fundo para justificar os
discursos lembrados só no período eleitoral: o Porto de Amarração, o turismo
como mola propulsora da economia, a estrada de ferro ligando Teresina ao
litoral e a Zona de Processamento de Exportação, a ZPE.
tudo isso, quem fala ou deveria falar, quase sempre não fala nada. Ou quando
fala, esconde a verdade. E, quem faz ou deveria fazer, quase sempre não faz
nada. Ou quando deveria fazer, faz mal feito! Salve ó Parnaíba!!!
Fernando Gomes, sociólogo, eleitor, cidadão e contribuinte parnaibano.
Saúde quase perfeita


ISEPRO
Eu sei o que o Barack Obama quer de nós
motivou toda essa confusão entre o Brasil e os Estados Unidos. Confusão que
gerou inúmeros protestos pelo meio da rua, desde Brasília até a avenida
Pinheiro Machado, o centro financeiro de Parnaíba, mais conhecida por Quinta
Avenida e fez com que a presidente Dilma saísse daqui mal tendo trocado o pijama de bola e tomado o
café da manhã pra tomar satisfações com o presidente Barack Obama naquele salão
cheio de espelhos em Moscou e no meio de todo mundo. Dilma soltou os cachorros
no gringo.
mesmo pelo Bar Carnaúba, o americano tremeu nas bases quando viu a brasileira
se aproximando com as mãos nas cadeiras naquela clássica posição de açucareiro.
Deve ter ficado branco e com as mãos geladas quando ela foi chegando e exigindo
satisfações. A coisa só não ficou pior porque ninguém entende esse tal de
português que se fala no Brasil. Era só o que faltava, os americanos
bisbilhotando a correspondência da presidente e dos principais executivos brasileiros
sem ao menos terem idéia do que poderiam encontrar. E tudo isso com a ajuda de
um sujeitinho sem a menor graça, um tal de Edward Snowder.
cara de mau e eram muito machos. Agora as coisas são outras. Esse tal de Snowder,
um analista de inteligência com aquela cara de seminarista, mais branco que uma
folha de papel e ao que parece, magrinho, o tipo desses rapazinhos que passam a
vida toda aos beijos e abraços com um computador maquinando o que não presta,
achou de revelar um grande esquema de espionagem incluindo o Brasil. Ah, mas
não prestou não! O magrelo, depois de dar com a língua nos dentes, fugiu pra
China.
cofre da prefeitura e lá passou a criar problemas. Enquanto isso aqui embaixo o
Brasil estava era sendo difamado, mais difamado do que filha de pobre quando
fica mãe solteira. Mas não foi por falta de aviso não. Eu sempre achei que esse
negócio de internet era coisa de americano pra espionar o que nós brasileiros
estávamos fazendo, de certo ou de errado. Onde já se viu americano ficar
sabendo tudo, assim sem a menor cerimônia, se o sujeito saía de casa na sexta feira
a pretexto de ir à casa da mãe no Nova Parnaíba e quando voltava pra casa, todo
bairro de Fátima estava sabendo era de que estava na casa daquela?
ao vivo e a cores? Claro, os americanos. Era mais que motivo pra presidente Dilma
chamar o Barack Obama nas conversas. Chegou assim no meio dos franceses, japoneses
e russos e soltou o verbo. Não chamou ele de americano. A coisa fedeu a chifre queimado,
como se dizia no meu tempo. Foi o que contaram na praça da Graça os altos
analistas da ANVA, a temida Agência Nacional de Analistas da Vida Alheia, representação
de Parnaíba. Contaram com riqueza de detalhes. Dizem que o presidente americano
meteu o rabo entre as pernas e saiu com a cara calçada de vergonha.
encontradas em lojas de artigos chineses ali no Calçadão da Marechal Deodoro,
dessas que custam até dois reais e saí fazendo uma investigação por minha conta
sobre o que poderia interessar tanto aos americanos no Brasil e por extensão e
na Parnaíba. Não tive muito trabalho. A tarefa foi mais fácil do que enganar
eleitor de quatro em quatro anos. Os americanos querem é saber como é que um
país como o Brasil agüenta ter tanto roubo, enganação, corrupção, pouca
vergonha, compra de voto, mulher pelada, enriquecimento ilícito, tudo junto e
misturado.
com tamanha desenvoltura dos brasileiros, principalmente de alguns políticos
pra ações ditas desabonadoras. É uma Câmara dos Deputados que livra da cassação
um de seus membros condenado pela Justiça e cumprindo pena em presídio. Mais
adiante é um grupo de deputados do partido da presidente Dilma, um ex-ministro
do Lula, mancomunados com empresários em roubo e desvio de verbas, escândalos
envolvendo empreiteiras, multinacionais, ex-governadores, prefeitos e por aí
vai. A lista é longa e tentar nomear é pura perda de tempo porque não tem diabo
que dê jeito.
Escândalos e mais escândalos envolvendo políticos, empresários, funcionários públicos,
licitações, obras sem conclusão, um mar sem fim de desmandos e torra de
dinheiro pra dar em coisa nenhuma. E aí ficam esses americanos procurando saber
onde é a raiz de tanta pouca vergonha. Como é que um país desse tamanho chega a
ser tão importante lá fora ao ponto de exportar jogador de futebol, construir
estádios pra uma Copa do Mundo, que não deve durar mais que vinte dias e
esquecer milhões de brasileiros que não tem neste momento uma gota de água no
fundo do pote?
curiosidade causa lá fora, que não cuida de ter hospitais, boas escolas, boas
estradas, incentivos à iniciativa privada pra abertura de postos de trabalho?
Um país onde o governo massacra a classe empresarial com uma carga excessiva de
tributos, exigências e mais exigências, onde falta moradia popular em algumas
cidades e noutras o governo faz vistas grossas pra gastar em uma quantidade
incompatível utilizando o critério político partidário e onde é mínima a presença
da autoridade que garante a segurança?
“decadente e encantadora”, onde tudo falta, onde tudo é de péssima qualidade,
atendimento, comércio, serviços, rede hospitalar e onde, só pra citar um
exemplo, o terminal urbano fica embaixo de um pé de oiti na praça de Santo
Antonio e perto de uma caixa de picolé, realmente é um país muito interessante
pros americanos. Agora eu entendo porque a presidente Dilma ficou enfezada com
essa história de espionagem. Se os americanos conseguem o acesso a esta fórmula
mais secreta que a da Coca-Cola, a gente vai ficar pobre. Mas eu tenho uma sugestão
pra nossa vingança: a gente bem que pode colar um chiclete no cabelo deles!
EXPOSIÇÃO NO CASARÃO SIMPLICIO DIAS
Toda a carne bovina consumida em Parnaiba tem origem clandestina
Toda a carne bovina consumida atualmente no município de Parnaíba, o segundo maior do Estado, com 150 mil habitantes e às vésperas de completar 170 anos, tem origem clandestina e é resultado de abates em matagais da periferia sem qualquer tipo de inspeção, segundo denuncia feita a este repórter por pessoas que estão revoltadas porque a Prefeitura dispõe de recursos alocados e não conclui a obra de construção do primeiro abatedouro público da cidade. A situação não tem precedentes no Brasil.
Câmara Municipal homenageia escoteiros de Parnaíba
O cabo da Polícia Militar, José Eudes Batista Rocha, falou de sua vontade para que o poder legislativo conhecesse o trabalho escotista, assim como a sociedade. O movimento escotista realiza ações preventivas e quando a sociedade não consegue colaborar na formação do caráter esta fica em dívida.Jornal da Parnaiba
Prefeito Florentino Neto participa de encontro dos jornalistas na semana da imprensa e destaca o trabalho dos comunicadores
A inutilidade da Secretaria do Meio Ambiente de Parnaíba

A bióloga Roseane Galeno, que representou a
Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semar), na Audiência Pública da terça
feita última (10), que discutiu a situação de assoreamento e degradação de rios
e lagos do município, fez algumas colocações que deixaram a impressão que a
Secretaria Municipal do Meio Ambiente não existe. Com o agravante de que o
secretário da pasta, não compareceu e nem mandou representante à Audiência, num
flagrante desrespeito ao convite formulado pela Câmara Municipal de Parnaíba.
para acomodar aliados políticos, embora ele dissesse que era para expedir
licenças ambientais, apesar de existir já há algum tempo não faz funcionar o
Conselho Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. “Sugiro a reativação
do Conselho”, comentou Roseane, afirmando estar à disposição da Prefeitura para
elaborar projetos e poder captar recursos (que existem, muitos). “Precisamos
reativar os instrumentos ambientais do município, criar o Fundo Municipal do
Meio Ambiente”, provocou, passando a impressão que no item “meio ambiente” Parnaíba
vive alheia. Não fosse a Secretaria de Educação desenvolver um trabalho sobre
educação ambiental, inclusive em parceria com o Instituto Chico Mendes (ICMBio),
as questão ambientais na esfera do município seriam aquele zero, sem a unidade
que forma a quantidade, ou seja, nada.
Disse mais, Roseane: ”Se Parnaíba não capacitar seus
gestores, o Estado não poderá delegar condições para o município fazer
licenciamentos ambientais”. Segundo ela, Picos e Floriano já capacitaram e
fazem licenciamentos, gerando renda para o Município. E por que Parnaíba, “a
cidade que mais cresce”, anda sempre atrás?!!!´
















