
O país todo envolve-se em uma discussão sobre a vinda de médicos estrangeiros para o país – uma ideia atacada ferozmente pelas entidades corporativas dos doutores brasileiros. Passa ao largo da discussão, no entanto, o Programa Saúde da Família, que no governo é encarado sob o pomposo nome de “estratégia saúde da família”, criado em 1994, no governo do presidente Itamar Franco. A proposta é simples: ter equipes multiprofissionais, com agente comunitário de saúde, enfermeiro, médico e dentista, para atendimento de toda a população, sobretudo, os mais pobres. Era para tirar o caráter hospitalar da saúde pública brasileira, reduzir gastos, melhorar qualidade de vida. Implicaria ainda em estabelecer pelo menos um médico morando em cada cidade.
Ocorre é que o programa foi desvirtuado. Primeiro porque não se faz a decência de concurso para que os profissionais tenham segurança jurídica, segundo porque se cometem irregularidades – sendo a mais comum dela um médico prestar serviços em dois ou mais municípios. Por fim, o programa está sujeito a uma gestão local que, malfeita ou mal conduzida, termina por jogar na lata do lixo uma proposta muito correta de agir preventivamente com ações básicas de saúde. Com efeito, importar médicos estrangeiros é apenas mais uma tolice de um governo que se perdeu por fiscalizar menos do que deveria.Por:Arimatéria Azevedo
Castro fez questão de frisar que certas palavras não cabem no vocabulário político. “Isso não existe na dinâmica da política, palavras como, irreversível, impossível, inadmissível não nos cabe. Por que a candidatura do Wellington é irreversível? Isso não existe. Ainda há muito o que conversar, as coisas não se resolvem assim. O que podia ser impossível era a união entre Alberto Silva e Lucidio Portela e aconteceu. Na política tudo é possível, não existe nada de irreversível”, reforçou.
Sem explicações convincentes, o Banco Central pediu e a presidente Dilma Rousseff autorizou o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, a comprar 49% do capital do Banco Renner, com sede no Rio Grande do Sul. Seria uma operação corriqueira não fossem dois pontos: Macedo foi classificado pelo BC como investidor estrangeiro, mesmo tendo nascido no Brasil, e o bispo não reúne os atributos necessários exigidos pela autoridade monetária para operar no mercado financeiro, entre eles, habilitação técnica. Nunca se soube que Macedo tenha atuado em um banco, corretora ou distribuidora de valores.
A dificuldade do BC em justificar a operação é enorme. Tanto que se limitou a responder o questionamento do Correio por meio de uma nota lacônica. “A participação no capital de instituição financeira nacional de pessoas físicas (brasileiras ou não) ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior depende de reconhecimento de interesse do governo brasileiro, se ausentes acordos internacionais ou de reciprocidade”, assinalou. Para o BC, essas palavras, carregadas de tecnicismo, são suficientes para esclarecer quaisquer dúvidas. (Informações do Correio Braziliense)
Diz o jornalista Pedro Alcântara em sua coluna que, se depender da 1ª dama Lilian Martins, seu marido, governador Wilson Martins pendura as chuteiras no final do atual mandato. É o que informa pessoa ligada a 1ª dama, contestando nota aqui veiculada, segundo a qual, ela teria estimulado o marido de entrar na disputa pelo Senado durante viagem a Europa.A informação põe um balde de água fria nas pretensões do PMDB de voltar ao Poder, a partir de abril do próximo ano.

O deputado federal Hugo Napoleão (PSD) apresentou projeto de lei para que o Código Brasileiro de Trânsito seja alterado e permita que pessoas com mais de 16 anos possam tirar carteira de motorista.
O deputado lembra na justificativa que nos EUA e na França a idade para dirigir é a partir de 14 a 16 anos, respectivamente. Porém, as leis penais nesses países são mais rígidas com menores de 18 anos.
‘O condutor maior de 16 anos terá apenas uma permissão para dirigir, não podendo transitar em estradas e rodovias fora do perímetro urbano, e tampouco dirigir sozinho (sem a presença de um responsável legal) após as 22:00 horas e ou ‘acelerar’ veículos potentes (motores acima de 1000 cilindradas’.180graus
”Não pensem que eu estou acuada. Vou para cima e vou disputar o nosso legado”. O recado foi transmitido pela presidente Dilma Rousseff, em reunião ontem no Palácio do Planalto, durante duas horas, com 22 deputados do PT, integrantes da coordenação do partido na Câmara, aos quais ela pediu apoio para garantir a governabilidade.