equipe técnica da Prefeitura, estudo no sentido de realizarem a padronização,
por bairros, de calçadas e outros logradouros, como forma de melhorar a
acessibilidade, beneficiando portadores
de necessidade especiais e também uma maneira de dar outro aspecto à
visão geral da cidade, suscitou uma discussão e vários questionamentos sobre as
exigências que são feitas pelo IPHAN, quando se trata modificar alguma construção
na área que tombada pelo Patrimônio Histórico.
dificuldades existentes para se andar nas calçadas.
centro da cidade alguma eventual obra pode ser prejudicada por conta do IPHAN”,
frisou o vereador Carlson Pessoa.
procurado por empresários que tiveram suas atividades prejudicadas em virtude de
empecilhos colocados pelo IPHAN, enumerando exigência várias para que alguma obra
possa ser feita ou reformada no centro.
pedindo uma Audiência Pública em agosto,
com representantes do IPHAN, empresários do setor de construção civil e
outros interessados, a fim de que sejam dadas explicações sobre os critérios de
exigências do órgão, que é rigoroso em algumas situações e nem tanto em
outras.”Fizeram uma reforma no Colégio Diocesano, descaracterizando o prédio e
nada aconteceu.Porém, em outras situações, empresários têm que elaborar vários
projetos para o Iphan poder aceitar
que reforma ou construções sejam feitas”, citaram os vereadores.
A vereadora Fátima Carmino ponderou, chamando a atenção para
a importância do trabalho do órgão que
cuida do Patrimônio Histórico, lembrando
que em Parnaíba foi feito um tombamento como cidade histórica em nível
nacional. “Talvez alguns empresários não respeitem as regras. Mas tenhamos o
cuidado de não olharmos o Iphan como um órgão irresponsável”, avaliou


















