O processo contra o
ex-governador Francisco de Assis de Morais Souza, o Mão Santa , seu
secretário de adminstração Magno Pires teve decretada a sua prescrição
pelo desembargador Erivan Lopes por terem atualmente mais de 70 anos de idade.
ex-governador Francisco de Assis de Morais Souza, o Mão Santa , seu
secretário de adminstração Magno Pires teve decretada a sua prescrição
pelo desembargador Erivan Lopes por terem atualmente mais de 70 anos de idade.
A denuncia foi feita em 1998 pela
Procuradoria Geral da Republica, tendo como réus o ex-governador Mão
Santa, o ex-secretário de Administração Magno Pires e o ex-secretário de governo João Madson, que continua respondendo ao processo.
Procuradoria Geral da Republica, tendo como réus o ex-governador Mão
Santa, o ex-secretário de Administração Magno Pires e o ex-secretário de governo João Madson, que continua respondendo ao processo.

Segundo a PGR os três cometeram o
crime de peculato pela contratação de “assessores fantasmas” para a
Secretaria de Administração do Estado com o propósito de obter apoio
à reeleição do ex-governador; 913 servidores integravam uma ”folha
secreta” com um custo total de R$ 758.317,00 no período de julho a
outubro de 98. A despesa com pessoal do Estado cresceu 357,34%
comparando-se com os gastos de janeiro e setembro do mesmo ano. Muitos
servidores estavam sem registro dos assentos funcionais e, na maioria
das vezes, não havia sequer decretos de nomeação destes servidores. O
procurador registrou ainda em sua denuncia que 314 eram ocupantes ou
ex-ocupantes de cargos políticos no Estado.(Acessepiaui)
crime de peculato pela contratação de “assessores fantasmas” para a
Secretaria de Administração do Estado com o propósito de obter apoio
à reeleição do ex-governador; 913 servidores integravam uma ”folha
secreta” com um custo total de R$ 758.317,00 no período de julho a
outubro de 98. A despesa com pessoal do Estado cresceu 357,34%
comparando-se com os gastos de janeiro e setembro do mesmo ano. Muitos
servidores estavam sem registro dos assentos funcionais e, na maioria
das vezes, não havia sequer decretos de nomeação destes servidores. O
procurador registrou ainda em sua denuncia que 314 eram ocupantes ou
ex-ocupantes de cargos políticos no Estado.(Acessepiaui)