Mais uma vez o plenário do Tribunal de Contas da União se reuniu para analisar os problemas com a Vila Olímpica de Parnaíba, obra que acabou entrando na lista de irregularidades por “inadequação” ou ausência de projeto de viabilidade. A Fundespi prometeu que a obra seria usada na preparação de atletas para as olimpíadas de 2016. Já tentaram convencer também que seria usada como preparação de alguma seleção que iria disputar a Copa do Mundo. Estima-se que o valor total a ser gasto seria de R$ 200 milhões.
A grande questão é que a Fundação de Esportes do Piauí (Fundespi), dirigida por Marcos Sampaio, até agora não conseguiu convencer o TCU o porquê da viabilidade do estádio para 50 mil pessoas em Parnaíba (população de 150 mil habitantes). Mal a obra começou R$ 3,5 milhões foram bloqueados pela Caixa Econômica Federal. Esse dinheiro deveria ser usado na primeira etapa da obra.
Depois de punida pelo TCU, a Fundespi e a construtora Getel já tinha conseguido uma prorrogação de 90 dias para apresentar o estudo de viabilidade. Mas esse prazo se esgotou em janeiro, sem que esse estudo fosse apresentado. No último dia 19/02, os ministros do TCU se reuniram para decidir sobre o pedido da Fundespi e da Getel para que tivessem mais 90 dias para apresentar esse estudo.
A grande questão é que a Fundação de Esportes do Piauí (Fundespi), dirigida por Marcos Sampaio, até agora não conseguiu convencer o TCU o porquê da viabilidade do estádio para 50 mil pessoas em Parnaíba (população de 150 mil habitantes). Mal a obra começou R$ 3,5 milhões foram bloqueados pela Caixa Econômica Federal. Esse dinheiro deveria ser usado na primeira etapa da obra.
Depois de punida pelo TCU, a Fundespi e a construtora Getel já tinha conseguido uma prorrogação de 90 dias para apresentar o estudo de viabilidade. Mas esse prazo se esgotou em janeiro, sem que esse estudo fosse apresentado. No último dia 19/02, os ministros do TCU se reuniram para decidir sobre o pedido da Fundespi e da Getel para que tivessem mais 90 dias para apresentar esse estudo.
