Por:Cláudio Barros
2014 é um ano para ser esquecido pelos ex-governadores do Piauí, à exceção de Wellington Dias, que vai ocupar o Palácio de Karnak pela terceira vez. É quase um Visconde da Parnaíba do século 21.
Fora Dias, todos os demais ex-ocupantes do Palácio de Karnak ainda ocupados na política tiveram um “annus horribilis”, a expressão em latim que Elisabeth II usou para definir 1992.
Mão Santa do Piauí foi do fenômeno ao completo fracasso. Ao obter menos de 25 mil votos na disputa pelo carga de governador, tornou-se um colecionador de fracassos eleitorais. Direta ou indiretamente, coleciona seis eleições perdidas em dez anos.
Hugo Napoleão do Rego Neto, que foi deputado, senador, governador duas vezes e ministro de Estado outras duas, amarga uma quarta suplência de deputado federal. Perdeu quatro das seis eleições que disputou desde 1998.
Freitas Neto, que foi um governador eficiente no saneamento das finanças públicas, virou porta-voz de um governo que coleciona reveses nas contas públicas. Periga deixar de ser auxiliar de um governo que legará ao sucessor atraso de salários. Triste fim para uma carreira de sucesso como gestor.
Wilson Martins teve possivelmente um ano mais que horrível, porque se converteu no primeiro ex-governador recém-saído do mandato a perder a disputa pelo Senado em meio século. Antes deles, só o doutor Chagas Rodrigues, em 1962.
Bem, Zé Filho – Piauí, que está a caminho de ser ex-governador, nem precisaria ser mencionado, mas este é um ano para ele esquecer.(Fonte:Facebook)
