Wellington Dias vai “mexer” nas aposentadorias dos piauienses

Reviravolta nas aposentadorias: Governo do Piauí quer levar 36 mil servidores para o INSS

Por:Zózimo Tavares

Aproximadamente 36 mil servidores públicos sairão do regime próprio do Estado para a previdência geral (INSS), se o Supremo Tribunal Federal acatar a ADPF 573, proposta pelo Governo do Piauí.

Trata-se de uma Aguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, com pedido de liminar, assinada dia 14 de março passado e protocolado no STF no dia 23. Dois dias depois, foi distribuída para o ministro José Roberto Barroso.

A peça tem 15 páginas e questiona artigos e outros dispositivos da Lei 4.546, sancionada pelo governador Freitas Neto em 29 de dezembro de 1992. Essa lei institui o Regime Jurídico Único para Servidores Civis da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas do Piauí.

Dos 36 mil servidores que poderão ser alcançados pela mudança, 26 mil já estão aposentados e os demais, no total de 10 mil, ainda estão na ativa. Conforme a ação, são servidores que ingressaram no serviço público sem concurso.

Prejuízos

Se a mudança for efetivada, milhares de servidores públicos sofrerão prejuízos financeiros, pois irão receber suas aposentadorias pelo INSS, cujo teto é de R$ 5.800.

Muitos desses servidores recebem mais, até porque chegaram a incorporar gratificações às suas aposentadorias, todas elas homologadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Ontem, o secretário de Administração e Previdência, Ricardo Pontes, afirmou que existe um clima de insegurança jurídica. Por isso, o Governo do Piauí ingressou com a ação no STF, a fim de que a Suprema Corte defina o caminho a seguir – se esses 36 mil servidores devem ser aposentados pelo INSS ou pelo regime próprio do Estado.  

É a primeira vez que essa tese da insegurança jurídica sobre essas aposentadorias é invocada no Piauí. 

Compensação

O secretário disse que o governador Wellington Dias poderia já levar todo mundo para a previdência geral, mas preferiu bater à porta do Supremo para saber que caminho seguir.

Ricardo Pontes garantiu que, a depender da decisão do Supremo, o governador encaminhará projeto de lei à Assembleia Legislativa para pagar a diferença dos servidores que vierem a sofrer prejuízos com a mudança de regime.

A medida não parece razoável nem factível, pois o governador recorreu ao Supremo justamente porque o Estado não está mais podendo pagar a folha dos aposentados e pensionistas.

O custo dela já ultrapassa a despesa com a folha dos servidores ativos. O déficit da Previdência estadual já consome 12% da Receita Corrente Líquida. Por ano, totaliza mais de R$ 1 bilhão.

O ministro Roberto Barroso já despachou o processo, no dia 15 de abril, para a Assembleia Legislativa do Piauí, a Advocacia Geral da União e o Ministério Público, para que se pronunciem sobre o caso.

Imagem: Reprodução

O despacho do ministro  Barroso, do Supremo, sobre a ADPF 573

Da bancada do Piauí, apenas Margarete Coelho peitou o ministro da Educação

Deputada Margarete Coelho (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados) 

Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores

Dos 10 integrantes da bancada federal do Piauí na Câmara, apenas Margarete Coelho fez questão de deixar seu DNA na Comissão-Geral instalada na Casa para tratar dos cortes na pasta da Educação, anunciados pelo ministro Abraham Weintraub.

Dizendo fazer um apelo em nome do seu partido, o PP, a parlamentar disse lembrar que durante a campanha “o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro assinalava a elevação dos investimentos em ciência, tecnologia e informação”.

E que “neste sentido, nós passaríamos do atual 1,5% do PIB para 3%, conforme já se dá na Comunidade Europeia”.

Porém, “hoje nós vemos que este aceno não se confirma na realidade do Governo, tendo em vista que o que vemos anunciado é um corte drástico, mais sensível nas instituições de pesquisa e de ensino deste País, que é exatamente no custeio”.

E segundo o posicionamento da parlamentar, “o custeio é a vida que garante o funcionamento das universidades. Mais: não é só o funcionamento do dia a dia, também estão ali incluídas as verbas destinadas às aposentadorias”.

UNIVERSIDADE FEDERAL

Ao tratar sobre a Universidade Federal do Piauí, ao longo dos 50 anos, ressaltou que a instituição possui 84 cursos, e quase 40 mil alunos, que fez 101 registros de patentes e 51 de software. Ainda, que possui 45 programas de mestrado, 23 residências médicas e 4.238 bolsas. 

“Nós não podemos aceitar, Sr. Ministro, que este corte comprometa todo o investimento que o Brasil fez até aqui nas nossas universidades federais”, falou.

“Portanto, nosso apelo é que V.Exa. reconsidere esse corte e vise a outros setores em que tais cortes poderão ser feitos sem tanto prejuízo para nosso País, em termos de soberania nacional”, pontuou.

CULPA DO PASSADO

Ao responder aos questionamentos dos deputados, o ministro da Educação Abraham Weintraub jogou a culpa dos cortes nas gestões anteriores, incluindo as do PT.

Dr. Hélio pede agilidade na recuperação da Avenida da Orla de Atalaia em Luís Correia

O deputado estadual Dr. Hélio (PR) apresentou diversos requerimentos à Assembleia Legislativa, solicitando melhorias estruturais para a região do litoral. Dentre eles, a recuperação da Avenida Teresina, em todo o trecho da Orla de Atalaia, na cidade de Luís Correia, em virtude dos estragos ocasionados pelas chuvas.

“A grande intensidade das chuvas ocasionaram diversos problemas na região do litoral, especialmente nas áreas turísticas, resultando no afastamento de muitos visitantes e em muitas reclamações por parte dos comerciantes. Por isso, estamos pedindo agilidade aos órgãos estaduais responsáveis pela estruturação das vias para uma intervenção urgente nessas áreas”, afirma Dr. Hélio.

Um dos requerimentos apresentados pelo parlamentar estava direcionado para o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), solicitando uma intervenção urgente na PI-116, no sentido de recuperar o trecho que liga Luís Correia ao bairro Coqueiro, em virtude da deterioração das vias, também ocasionada pela intensidade das chuvas.

A recuperação e asfaltamento das ruas e avenidas de Parnaíba, bem como a realização de um estudo na região para diagnosticar e apresentar soluções para resolver o problema dos alagamentos de forma permanente também foi lembrada pelo deputado estadual nas últimas semanas junto aos órgãos responsáveis

Na TV, Ciro Gomes chama Lula de “enganador profissional” e “defunto eleitoral”

Na reestreia do programa Provocações, na TV Cultura – agora sob o comando de Marcelo Tas – o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, comentou sobre a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos jornais El País e Folha de S.Paulo, reclamando da falta de autocrítica do líder petista.

“Ele é um encantador de serpentes, um enganador profissional. Não tem um companheiro com quem ele não tenha sido desleal ao longo da vida inteira, ele cultiva isso”, disse. 

Reclamou que o PT ainda não entendeu que as acusações – e condenações – contra Lula fizeram dele um “defunto eleitoral”.

“Todo mundo sabe que do ponto de vista eleitoral o Lula é carta fora do baralho. Como manejar este defunto eleitoral é muito delicado para todos eles”, comentou Ciro.

EM TEMPO: IMAGINEM COM QUEM WELLINGTON DIAS APRENDEU A MENTIR TANTO?!!!

Vereadora Neta propõe à Câmara concessão Medalha do Mérito Legislativo à equipe da SEDESC

Na sessão ordinária desta terça-feira , a vereadora Neta Castelo Branco de Sousa defendeu em plenário e foi aprovado por unanimidade Projeto de Decreto Legislativo nº 378/2019, de sua autoria,  que concede a MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO MUNICIPAL à SEDESC- Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, na pessoa da titular da pasta, Secretária Adalgisa Moraes Souza e toda a sua equipe de trabalho.

De acordo com a vereadora, esta iniciativa visa reconhecer o honroso trabalho realizado pelos servidores e colaboradores da SEDESC, no acompanhamento às vítimas atingidas pelas fortes chuvas que se abateram sobre Parnaíba no início de 2019. ‘Pude acompanhar bem de perto toda preocupação, cuidado, zelo, competência, carinho e dedicação com que a equipe da SEDESC, sob o comando da Secretária Adalgisa, mobilizou-se de forma imediata para garantir que as famílias atingidas pelas chuvas fossem atendidas e abrigadas”, justificou Neta Castelo Branco.

Ela lembrou que durante o período das chuvas intensas a equipe da SEDESC não tinha horário para trabalhar. Até mesmo durante a noite e nos finais de semana, a equipe estava em campo buscando amenizar a dor e as perdas vividas pelas vítimas. Verdadeiro regime de plantão 24h. A SEDESC organizou o cadastro social das vítimas, a triagem de todo o material recebido e por fim a entrega a cada família que necessitava de amparo naquele momento.

“Foram entregues alimentos, água potável, lanches, refeições, colchões, kits de higiene, roupas, fraldas e todo material recebido em doação, bem como foram providenciados abrigos provisórios às famílias desabrigadas. Toda a ação foi pautada em um planejamento estratégico buscando atender o maior número de pessoas possíveis”, pontuou Neta.

Ela lembrou que durante todo este período de trabalho intenso, “presenciei uma equipe de guerreiros, unida e com muita força de vontade em ajudar o próximo. Por isso, a concessão da MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO MUNICIPAL À SEDESC foi a forma que eu encontrei para homenagear todos os servidores e colaboradores que se dedicaram ao atendimento social às vítimas das chuvas em Parnaíba”. 

“Não estamos falando aqui apenas em cumprir com as obrigações que se tem. Estamos falando aqui de trabalhar com AMOR, com alma e coração. E é por esta razão que entendo que os servidores da SEDESC são merecedores desta justa homenagem. Parnaíba só tem a agradecer a dedicação total de cada um de vocês.  E em especial, no dia de hoje, 15 de maio, dia do Assistente Social, deixo meu abraço a todos estes profissionais que se destacam na garantia dos direitos dos usuários das políticas públicas”, finalizou..

No STF, maioria de “ministros garantistas” assegura impunidade dos corruptos

José Roberto Guzzo
Veja

Você sabe o que é um “garantista”? É muito provável que já tenha ouvido falar, pois a Justiça, as leis e o Código Penal passaram a ser conversa de botequim no Brasil desde que a Operação Lava-Jato começou a incomodar a sério um tipo de gente que jamais tinha sido incomodado na vida. Cinco minutos depois de ficar claro que o camburão da polícia podia, sim senhor, levar para o xadrez empreiteiros de obras públicas, gigantes da alta ou baixa política e milionários viciados em construir fortunas com o uso do Tesouro Nacional, já estava formada uma esquadra completa de cidadãos subitamente preocupados com a aplicação da lei nos seus detalhes mais extremos — ou melhor, a aplicação daquelas partes da lei que tratam dos direitos dos acusados da prática de crimes.

É essa turma, justamente, que passou a se apresentar como “garantista”. Sua missão, segundo dizem, é trabalhar para que seja garantido o direito de defesa dos réus até os últimos milímetros. Seu princípio essencial é o seguinte: todo réu é inocente enquanto negar que é culpado.

COISA DE ELITE – Essa paixão pela soberania da lei, que chegou ao seu esplendor máximo com os processos e as condenações do ex-presidente Lula, provavelmente nunca teria aparecido se o direito de defesa a ser garantido fosse o dos residentes no presídio de Pedrinhas, ou em outros resorts do nosso sistema penitenciário. Esses aí podem ir, como sempre foram, para o diabo que os carregue. Mas a criminalidade no Brasil subiu dramaticamente de classe social quando a Justiça Federal, a partir da 13ª Vara Criminal do Paraná, resolveu que corrupto também estava sujeito às punições do Código Penal.

O código dizia que corrupção era crime, claro, mas só dizia — o importante, mesmo, era o que não estava dito. Você sabe muito bem o que não estava dito: que corrupção é crime privativo da classe “A” para cima, e, como gente que vive nessas alturas nunca pode ir para a cadeia, ficavam liberadas na vida real as mil e uma modalidades de roubar o Erário que a imaginação criadora dos nossos magnatas vem desenvolvendo desde que Tomé de Souza entrou em seu gabinete de trabalho, em 1549.

ACIMA DE TUDO – Outra classe, outra lei. Descobriu-se, desde que o Japonês da Federal apareceu para levar o primeiro ladrão top de linha da Petrobras, que no Brasil o direito de defesa deveria estar acima de qualquer outra consideração. Quem defende um corrupto, na visão do “garantismo”, deve ter mais direitos do que quem o acusa.

Não se trata, é óbvio, de ficar dizendo que a acusação é obrigada a provar que o réu cometeu o crime. Ou que todo mundo é inocente “até prova em contrário”. Ou que ninguém é culpado enquanto estiver recorrendo da sentença. Ou que é proibido linchar o réu, ou dar à opinião pública o direito de condenar pessoas — e outras coisas que vêm sendo repetidas há mais de 200 anos.

Nada disso está em dúvida. O que se discute, no atual combate à corrupção, é outra coisa: é a ideia automática, em nome do direito de defesa, de usar a lei para desrespeitar a lei.

IMPUNIDADE – É compreensível que os criminosos se sirvam das leis para adquirir o direito de praticar crimes sem punição? Quando fica assim, não se pode conseguir nada melhor, realmente, em matéria de tornar a lei uma ficção inútil.

Existe, naturalmente, muita gente que tem uma argumentação honesta, inteligente e sensata em favor do direito de defesa — uma garantia essencial para proteger o cidadão da injustiça e das violências da autoridade pública. Mas é claro que o problema não está aí. O problema começa quando essas garantias da lei passam a ser usadas como incentivo ao crime.

O mandamento supremo dos “garantistas” determina que é indispensável fazer a “defesa absoluta da lei”. Não importa quais venham a ser as consequências de sua aplicação; o que está escrito tem de ser obedecido. Mas quem realmente ameaça a lei, em primeiro lugar, é o crime, e não quem quer punir o criminoso.

PROTEÇÃO AO CRIME – Quando a lei, na realidade prática, existe para proteger o crime, pois foi escrita com esse objetivo, defender a lei passa a ser defender o criminoso. Vêm daí, e de nenhum outro lugar, a quantidade abusiva de recursos em favor do acusado, a litigância de má-fé e a elevação da chicana, ou seja, da sacanagem aberta, ao nível de “advocacia”.

“Garantista” em guerra contra a Lava-Jato, em português claro, é quem joga esse jogo. Seu foco mais ativo são os escritórios de advocacia milionários que se especializam na defesa de corruptos. Seus anjos preferidos são os tribunais superiores. O mais valioso deles é a banda podre do STF.

Operação ‘Grande Família’: PF cumpre 21 mandados de prisão após fraudes

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta- feira (15/05) a operação ‘Grande Família’, visando desarticular quadrilha especializada no recebimento de benefícios previdenciários de segurados falecidos no Piauí.

21 mandados
Cerca de 125 policiais federais dos estados do Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco deram cumprimento a 31 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara da Seção Judiciária Federal em Teresina. Os mandados estão sendo cumpridos nos estados do Piauí e Maranhão.

Investigações iniciaram em 2018
As investigações tiveram início em 2018, a partir de Relatórios produzidos pela Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia – órgão integrante da Força tarefa Previdenciária – que apontaram irregularidades em transferências de benefícios previdenciários do Maranhão para o Piauí.

Servidores envolvidos
A quadrilha, formada por estelionatários e servidores públicos, falsificava documentos em nome dos beneficiários falecidos, abria contas bancárias e, posteriormente, servidores do INSS integrantes da quadrilha transferiam os benefícios do Estado do Maranhão para Teresina.

Prejuízo de R$ 80 milhões
Cerca de 640 benefícios previdenciários fraudados foram identificados no curso da investigação. A Justiça Federal determinou a imediata suspensão destes benefícios, medida que evitará um prejuízo futuro estimado em R$ 80 milhões. Também determinou a apreensão de veículos, o bloqueio das contas bancárias dos presos e a suspensão do exercício da função pública para os servidores do INSS.

Crimes praticados
Os investigados deverão responder pelos crimes de associação criminosa (artigo 288 do CPB), estelionato qualificado (artigo 171, § 3º, do CPB), falsidade ideológica (artigo 299 do CPB), uso de documento falso (artigo 304 do CPB), corrupção passiva (artigo 317, §1º, do CPB) e corrupção ativa (artigo 333, p. u., do CPB).

vereadores de Parnaíba encerram sessões ordinárias de maio hoje(15) ao meio dia

Os vereadores de Parnaíba decidiram ontem em plenário realizar hoje(15) ao meio dia a última sessão ordinária relativa ao mês de maio. Na pauta do dia, dentre outras matérias, está o projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, autorizando a doação de terreno do município a uma empresa que pretende se instalar no distrito industrial de Parnaíba.

Na justifica do projeto o chefe do Poder Executivo informa que a empresa vem tentando há anos se instalar no distrito industrial de Parnaíba e precisa desta lei para viabilizar o financiamento necessário para a construção das instalações e iniciar suas atividades.

“É de conhecimento público e notório que nossa cidade é carente de indústrias e que o espaço existente no distrito industrial está ocioso, de forma que precisamos ir em busca de quem se instale e inicie suas atividades, de forma a gerar renda e emprego no município”, defende o prefeito.

Prefeitura divulga edital para concursos do XIX São João da Parnaíba

A Prefeitura Municipal de Parnaíba, por meio da Superintendência de Cultura e Conselho Municipal de Cultura, abre inscrições para os concursos de Quadrilha Junina e Bumba-meu-boi nas categorias adulto e infanto-juvenil, do XIX São João da Parnaíba, que será realizado de 26 a 30 de junho de 2019, na Praça Mandu Ladino.

Os grupos culturais que desejarem participar devem providenciar a documentação necessária e efetuar sua inscrição na sede da Superintendência de Cultura, na Avenida Presidente Vargas, 308, Centro, Casa Grande de Simplício Dias da Silva, entre os dias 20 e 24 de maio.

Acesse o edital e os anexos AQUI.

Campanha contra poluição sonora começará no São João da Parnaíba

O mês de junho com tradicional São João da Parnaíba está chegando e já preocupado com a poluição sonora durante o evento na Praça Mandu Ladino (Quadrilhódromo), o promotor de justiça titular da 2° Promotoria de Justiça de Parnaíba, Dr. Cristiano Peixoto, reuniu-se n manhã desta terça-feira (14) com os órgãos da Prefeitura de Parnaíba responsáveis pelas festas juninas.

Estiveram presentes representantes das secretarias de Cultura e Turismo, além de representantes da Procuradoria Geral do Município. Ficou acertado que será elaborado e apresentado ao Ministério Público um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para as festas juninas, onde haverá redução do número de dias, diminuição do horário para o término dos shows visando respeitar a Lei Municipal sobre a poluição sonora. Haverá também apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semar).

“Na próxima segunda-feira os representantes das secretarias envolvidas no evento me passarão todo calendário com os horários das quadrilhas e shows para assinarmos o TAC. Todas estas medidas visam respeitar o cidadão que mora no entorno do Quadrilhódromo. Foi um avanço e todos os presentes demonstraram boa vontade no sentido de fazer a festa, respeitando também o cidadão que mora na área. O exemplo vem de casa. Então na medida do possível, faremos de tudo, com a cooperação de todos os órgãos envolvidos na festa para a realização de um grande evento cultural, mas adaptando dentro do possível, dado a grandiosidade do evento, ao respeito à Lei Municipal do Silêncio”, ponderou o promotor.(Informações do blogdopessoa)

Médico Valdir Aragão destaca etapas superadas para a implantação do novo Centro de Especialidades em Saúde

Dr. Valdir Aragão

O médico Valdir Aragão, Assessor Imediato do prefeito Mão Santa e Coordenador do Serviço de Implantação de clínicas no Centro de Especialidades em Saúde (CES), localizado no Bairro Piauí, comentou, em entrevista, que é do conhecimento de todos a carência de serviços médicos bem como o mau funcionamento desses serviços o que vem maltratando não só a população parnaibana mas também de outras regiões do nosso Estado. “isso ocorre em razão de administrações desastrosas que aconteceram em anos anteriores e por conta disso, o prédio onde funcionaria a Unidade de Pronto Atendimento(UPA), ficou  abandonado com dívidas junto à construtora”.

Valdir Aragão informou que no período em que exerceu o cargo de Secretário Municipal de Saúde foi a Brasília, juntamente com o Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa, para que a atual administração municipal se responsabilizasse pelo prédio a fim de implantar no local serviços diversificados na área da saúde. Até porque – segundo ele – o município mantinha várias residências alugadas sem as mínimas condições de funcionamento para os serviços de saúde.

Prédio da UPA hoje é um Centro de Especialidades em Saúde

Ele disse que o prédio depois de sofrer as adequações necessárias já abriga a farmácia, várias especialidades médicas e o serviço de odontologia  nos seus mais variados setores e, com isso,  os parnaibanos não precisam mais procurar outros centros porque no CES o povo recebe o bom atendimento dos profissionais dentro de um ambiente saudável, melhorando a sua produtividade e fazendo com que os pacientes saiam satisfeitos.

Quanto às reclamações que ainda acontecem disse ele que isso é natural porque existem profissionais que se negam a trabalhar no serviço público, alegando baixa remuneração mas – segundo ele – o prefeito está estudando como implantar uma gratificação para médicos e odontólogos, para melhorar os salários desses profissionais.

Dr. Valdir finalizou dizendo que o setor de medicina e de odontologia em nosso município avançou muito mas ainda recebe críticas. Ele afirma que “criticar é fácil mas o ideal seria que esses que criticam apresentassem as soluções.  Como não apresentam configura-se como  politicagem e geralmente parte de pessoas que integram uma facção política derrotada nas últimas eleições municipais em Parnaíba” – concluiu.

Entrevista/Fotos:Bernardo Silva

Colaboração: João Câncio

Prefeitura de Parnaíba põe a AGESPISA na justiça:audiência nesta quarta-feira(15)

Nesta quarta-feira (15) vai ocorrer uma audiência na 4ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública, no Fórum de Parnaíba, onde, por determinação do prefeito Mão Santa, a Prefeitura e a ASERPA (Agência de Regulação de Serviços Públicos) exigem que a Agespisa reponha a massa asfáltica em todos os pavimentos públicos que a referida empresa quebrou, para realização de algum serviço como, por exemplo, ligação de água e esgoto.

Nesse processo são citados vários lugares quebrados pela Agespisa e que não foi reposta devidamente a massa asfáltica, deixando a pavimentação   com buracos, com perigo de ocorrência de acidentes a qualquer momento.

Na ação a prefeitura cobra que a empresa de águas e esgotos do governo do Estado realize a reposição da massa asfáltica em toda extensão da avenida Presidente Getúlio Vargas; do buraco que fica na esquina do antigo colégio Miranda Osório; rua Ceará; rua Argentina, em frente ao Espero do Louro; avenida 03 de maio; rua professor Darcy Araújo; rua Itaúna; avenida José de Moraes Correia; rua Luiz Correia, ao lado da Top Móveis; rua Franklin Verás; na avenida São Sebastião; iniciando na Álvaro Mendes até o balão do mirante.

Importante frisar que a Agespisa tem a obrigação legal imposta pela lei municipal 2810 de 04 de outubro de 2013, de repor a massa asfáltica na via pública toda vez que realizar a quebra dos locais, o que não vem acontecendo, sendo necessário o ingresso em juízo, por parte da Prefeitura,  para que a Agespisa cumpra a lei.

À sombra do martelo de Moro

Por José Nêumanne Pinto*

Venho falando há tempo, mas não fico rouco.

Os ataques à Operação Lava Jato continuam. Desta vez tiraram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da alçada de Sergio Moro, o que é considerado inconstitucional pelos juízes. Em comentário, feito na sexta-feira 10 de maio, cantei a pedra e não deu outra: seu pacote anticrime e anticorrupção foi sabotado e o presidente Jair Bolsonaro viu, impotente, assustados, suspeitos, denunciados, processados, condenados e seus representantes e representados no Congresso tirarem o Coaf do Ministério da Justiça e voltar para o da Economia.

Mudando de assunto, mas sobre o mesmo tema, o ataque à Lava Jato: no meu artigo do dia 25 de março, Maia atira na reforma, mas mira na Lava Jato, alertei para mais um golpe contra a Lava Jato: a restrição de dez anos para três do prazo para a cobrança de indenizações. Esse julgamento está sendo realizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde 20 de março e voltará na semana que vem. O relator, ministro Benedito Gonçalves, concluiu que o prazo para indenizações deve ser limitado a menos de um terço, três meros aninhos. Isso causa muita estranheza, para não usar palavras mais fortes, pois a redução de prescrição é contra entendimento já consolidado pelo STJ. E mais: os bastidores desse julgamento revelam manobras nada republicanas. Só que com a Lava Jato tentando avançar no Judiciário, é melhor esses ministros porem suas barbas de molho. E nós, ó, lupa neles!

Moro só tem um jeito melhor do que ir ao Congresso, ou frequentar comissões parlamentares de inquérito, que é tratar direto com o patrão: o cidadão. Não se sabe se o ex-comandante da Lava Jato sabe disso, mas tudo indica que o chefe dele sabe. Tanto sabe que correu depressinha para avisar ao distinto público que manterá sua palavra e nomeará o ainda subordinado para um cargo em outro Poder, o Judiciário – no caso, o Supremo Tribunal Federal (STF). Essas histórias – do destino do Coaf e das votações do STJ – têm implicações que devem ser descritas aqui, tintim por tintim. Vamos a elas.

Quando Bolsonaro ganhou a eleição presidencial, entregou dois superministérios a profissionais que nada tinham que ver com sua atuação em 30 anos de política, quais sejam, o economista Paulo Guedes e o magistrado Sergio Moro. Desde que começou na política publicando um texto na revista Veja que poderia comprometer seu futuro como oficial no Exército, o capitão foi para a reserva e partiu para a política com um discurso que mais tinha que ver com sua carreira militar do que propriamente com as teses clássicas comungadas pelo integralismo de Plínio Salgado ou o desenvolvimentismo do regime autoritário tecnocrático-militar proclamado em 1964 e endurecido em 1968.

Isso permitia que, como parlamentar, apoiasse algumas ideias dos partidos de extrema esquerda, alinhados com o PT de Lula. Chegou a elogiar, em entrevista ao Estado, o compadre do ex-petista Hugo Chávez. O alinhamento não era automático, é claro. Quando Lula propôs uma reforma da Previdência, ele ficou contra, mais sintonizado com ideias como a de negar o rombo provocado pela má gestão das aposentadorias e pensões e exigir do governo a cobrança das imensas dívidas de grandes empresas para salvar o sistema do caos financeiro. O então deputado do baixo clero não foi contaminado pela corrupção, adotada como método gerencial e forma de enriquecimento pessoal pelo PT, por seus aliados (incluindo o então PMDB de Temer) e até seus pretensos adversários (como o PSDB). Por isso, foi escolhido para a Presidência da República pela maioria dos cidadãos aptos a votar, superando os chefões das máquinas partidárias que achavam que tinham garantido a sucessão presidencial.

Na campanha ele fez sua primeira grande autocrítica ao fazer do economista Paulo Guedes, que chamou de “posto Ipiranga”, referindo-se à campanha publicitária de sucesso da marca de derivados de petróleo. O conservador em costumes passou, então, a empunhar a bandeira da economia liberal. Juntamente com o discípulo dos economistas da Escola de Chicago, ele, ainda no palanque, aderiu à pregação da necessidade da reforma da Previdência como fórmula para resolver o imbróglio das contas públicas e, assim, poder destravar a economia, afundada no lamaçal da corrupção e da ineficiência nas quatro gestões reduzidas a três e meia pelo impeachment de Dilma. Mesmo nunca tendo manifestado grande entusiasmo pela plataforma, ao menos em teoria mudou da água para o vinho em matéria de estabilidade econômica e austeridade fiscal.

Outro ministro que ele tirou do bolso do colete para fortalecer a sua popularidade até o decisivo segundo turno e, depois do resultado final, para compor o primeiro escalão foi o ex-juiz Sergio Moro, sagrado herói nacional por haver comandado a Operação Lava Jato. Pode-se dizer que Moro competia com ele em matéria de popularidade e poderia até ter sido um concorrente à Presidência da República com possibilidade de vitória. O capitão reformado do Exército e ex-deputado federal, porém, o convidou para assumir um superministério, o da Justiça, com a inclusão da Segurança Pública e da inteligência financeira, para servirem de base ao pacote anticrime e anticorrupção, plano capital do ex-titular da 13.ª Vara Federal de Criminal, em Curitiba. Afinal, Moro assinou as condenações mais simbólicas da Lava Jato: a do empreiteiro Marcelo Odebrecht, da fina-flor da burguesia nacional, e a do ex-presidente da República mais popular do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Com esses trunfos em seu currículo, o superministro passou a figurar como um reforço político de peso para evitar que o barco do novo governo soçobrasse. Só que um entrave que poderia ter sido previsto verteu água no chope da vitória da dupla que parecia inflexível.

Era preciso combinar com os russos, como Garrincha advertiu a seu Vicente Feola antes do jogo do Brasil contra a União Soviética no Mundial de 1958. No fim, a seleção canarinha venceu os soviéticos e terminou campeã do mundo. No torneio cotidiano da Praça dos Três Poderes o buraco é mais embaixo, como reza o ditado popular.

Assim que tomou posse, Bolsonaro mandou para o Congresso a Medida Provisória n.º 870/19, reduzindo o total de pastas ministeriais e remanejando os órgãos de maneira a satisfazer aos dois mais importantes ministros: o da recuperação da economia e o do combate à corrupção e ao crime organizado. Mas a matemática institucional do Legislativo e a prática partidária não refletiram a mesma maioria da eleição presidencial. Os assustados, suspeitos, denunciados, processados e condenados das duas cumbucas do Congresso Nacional se reuniram para salgar o doce de Moro e Bolsonaro. E contaram com a ajuda de palacianos, como o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com seus aliados do DEM Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado. Também não lhes tem faltado o líder do Senado no governo, Fernando Bezerra Coelho, autor do “jabuti” que Moro tem mais dificuldade de engolir do que a saída do Coaf de seu alcance: a proibição da colaboração de auditores da Receita com procuradores em investigações de crimes de colarinho-branco.

Da mesma forma que o Congresso massacrou rapidamente as 10 Medidas Contra a Corrupção, da Lava Jato, na legislatura anterior, desta vez, sob a regência do Centrão velho de guerra, os inimigos (todos secretos e discretos) de Moro massacraram o herói popular sem dó nem medo de serem felizes. A Bolsonaro restou, em entrevista à Rádio Bandeirantes, dizer que cumpriria o compromisso de levar seu ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF). Quis afagar o subordinado para evitar uma súbita defecção? Quis mostrar aos temerosos do martelo de seu parceiro que ainda dispõe de tinta no tinteiro e chumbo nas impressoras do Diário Oficial? A um ano e meio da aposentadoria de Celso de Mello, por completar, então, a idade-limite de 75 anos, o anúncio precoce levou o anunciado favorito a refugar. “Foi uma honra, mas não havia compromisso nenhum”, disse Moro, em resumo. A resposta às perguntas deve ser as duas numa só. A única lei que nunca muda na política, velha, nova ou real, é esta: quem pode mais chora menos. E, como dizia o síndico Tim Maia, quem não dança balança a criança.

*Jornalista, poeta e escritor

Se não pode dar aumento salarial como pode continuar nomeando para cargos comissionados?

TCE, o calo

Técnicos do TCE estão com lupa na mão para verificar as nomeações feitas pelo governador Wellington Dias. 
A missão é saber se, uma vez que diz não ter condições de dar aumento salarial, o governo pode nomear comissionados.

Fatiamento de cargos

Os critérios adotados para a formação desse novo governo saltam aos olhos de tão esquisitos. Dos 224 municípios somente de 60 deles os políticos vão fazer suas indicações.
Antigamente, se fazia na base do mais votado que, como o sistema de voto não é distrital, o deputado termina sendo votado de Luís Correia, no litoral a Cristalândia, no extremo sul.

Sobra pra ele

E, lógico, antigamente, faziam a partilha dos cargos que lhes cabiam com os seus mais importantes cabos eleitorais. De norte a sul. Avaliar as indicações apenas pelas lideranças de 60 municípios, pode apostar que muita gente vai xingar o governador.
Ou seja, só vai sobrar para Wellington.(Portalaz)

Em vez de usar Moro como garoto-propaganda, Bolsonaro devia consultá-lo sobre leis

Carlos Newton

A criação das leis trabalhistas e dos sindicatos por Getúlio Vargas foi uma forma de minorar o capitalismo selvagem dos barões do café com leite e rapadura, que eram donos dos latifúndios e dos engenhos, mandavam na política e no país. O trabalhismo de Vargas foi a melhor coisa que já aconteceu ao país, porque ele plantou as bases da industrialização e mudou a realidade brasileira. Deu dignidade e força política aos trabalhadores, que ele enaltecia ao abrir seus discursos.

Acontece que o esforço de Vargas acabou sendo desvirtuado pelo populismo de Lula da Silva, o importante líder sindical que foi cooptado pelos militares para impedir que o trabalhismo verdadeiro ressurgisse sob comando de Leonel Brizola, e essa estratégia foi o maior erro cometido pela ditadura de 64/85.

REPÚBLICA SINDICAL – O surgimento do PT (Partido dos Trabalhadores) acabou levando Lula ao poder, com um projeto de implantação de uma República Sindical, financiada pela legislação que garantia a contribuição obrigatória, equivalente ao valor de um dia de trabalho de cada brasileiro.

Com esses recursos, o país criou 17 mil entidades sindicais, incluindo federações e centrais, algo inimaginável, pois no mundo inteiro existem apenas 19 mil sindicatos.

Esse império sindical precisava ser desmontado, e curiosamente a democrática tarefa coube ao governo Michel Temer, que comprou por 30 dinheiros a aprovação da reforma que eliminou direitos trabalhistas, mas, sabiamente, aproveitou para proibir a cobrança do imposto sindical obrigatório.

BRECHA NA LEI – Acontece que logo o PT deu um jeito de abrir uma brecha na lei, ao introduzir a prática de “assembleias sindicais” aprovarem a cobrança obrigatória do imposto aos trabalhadores de suas respectivas atividades.

Para evitar a ressurreição da “República Sindical”, o governo Bolsonaro decidiu pôr fim à cobrança, mas errou na legislação. Ao invés de indagar ao ministro Sérgio Moro qual seria o procedimento adequado, a Casa Civil produziu uma Medida Provisória e mandou ao Congresso. Foi um erro. A medida correta seria um simples decreto, de um artigo só, regulamentando a lei do governo Temer e impedindo a cobrança do imposto via assembleia sindical. Apenas isso, e o assunto estaria encerrado.

Mas a Assessoria Jurídica da Casa Civil atuou via Medida Provisória, que agora o Centrão, o PT & Cia. querem modificar, para mostrar a Bolsonaro quem realmente manda na preparação de leis.

HÁ SOLUÇÃO – Felizmente, o Congresso pode muito, mas não pode tudo. Mesmo que a Câmara modifique e aprove a Medida Provisória, o Senado tem condições de modificá-la e o presidente pode vetar essa forma de cobrança ilegal e antidemocrática da contribuição sindical.

Aliás, além de vetar, o chefe do governo pode fazer a coisa certa e baixar o decreto de um artigo só, mandando para o espaço a pretendida reconstrução da “República Sindical”.

Em tradução simultânea, deve-se dizer que não adianta o presidente Bolsonaro ficar elogiando Sérgio Moro. É preciso que passe a usar o conhecimento jurídico do ministro da Justiça, consultando-o sobre suas mensagens jurídico-legislativas.

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P.S. –
 Se consultasse Moro, o presidente não estaria agora pagando esse mico do decreto inconstitucional sobre porte de armas. Ao invés de usar Moro como garoto-propaganda no Brasil e no mundo, melhor faria Bolsonaro se o transformasse em um de seus principais interlocutores. O país agradeceria bastante. (C.N.)

Prefeitura entrega Furgão adaptado para a clínica de reabilitação da APAE

Em solenidade realizada na manhã desta terça-feira (14), na Praça da Graça, o Prefeito de Parnaíba, Francisco de Assis Moraes Sousa, fez a entrega para a APAE de Parnaíba de um veículo furgão adaptado, adquirido pela Prefeitura, através do programa “Viver sem limites”, do Ministério da Saúde. Este veículo vai facilitar algumas ações da APAE, inclusive, o deslocamento de pacientes para a clínica de reabilitação.

A presidente da APAE de Parnaíba, Keila Castro, disse na oportunidade que a Prefeitura de Parnaíba tem sido uma parceira importante e se não fosse o apoio do Prefeito Mão Santa, essa solenidade de hoje não estaria acontecendo. Por isso – segundo ela – a direção da entidade é eternamente grata ao atual prefeito e sua equipe pela ajuda que têm dado para que a APAE continue com seu importante trabalho em prol das famílias parnaibanas. Vale ressaltar que somente três municípios piauienses possuem este tipo de veículo: Picos, Teresina e Parnaíba.

O Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa, falando na ocasião, disse que quando foi governador contribuiu para que a APAE chegasse em vários municípios do Piauí porque – segundo Mão Santa – é uma instituição que merece respeito e muito amor. Ele destacou o trabalho da presidente, Keila Castro, que tem feito todo o esforço possível para que os programas desenvolvidos pela instituição atinjam os objetivos.

Petistas do Piauí sem prestígio em Brasília: só dá Mão Santa

Deu no Portalaz desta terça-feira(14):

Mão Santa em Brasília sempre bem recebido nos Ministérios

Voo direto

Olha só como está o prestigio dos petistas no Governo Federal: Ministro quando pende pras bandas daqui, esquece que o Piauí tem governador, vai direto para Parnaíba.

Mão Santa encanta

Mão Santa está sendo disputadíssimo. Já entrou na briga o Solidariedade, que o quer com uma ficha de filiação. O primeiro a se manifestar pelo concurso do prefeito em suas fileiras foi o Democratas, o partido do ex-deputado federal Heráclito Fortes.

Governo planeja inaugurar a ‘Trilha das Emoções’ no litoral, no mês de agosto:Embromação?

O litoral do Piauí tem praias de água cristalina, dunas de areia clara, paisagens deslumbrantes do Delta e praticamente intocáveis. Agora, toda essa beleza estará mais próxima dos turistas do Brasil e do mundo com a inauguração da Trilha das Emoções, que foi tratada em reunião realizada nesta segunda-feira (13) com o governador Wellington Dias, Fernando Alves Bombadirer (representa da BRP Brasil), o construtor Luiz Filho, o engenheiro e projetista Roberto Raulino e gestores estaduais.

O governador Wellington Dias propõe fazer a entrega dessa trilha, que inicia na divisa com o estado do Ceará, no município de Cajueiro da Praia, à divisa com o Maranhão, na semana entre 22 a 25 de agosto.

A Trilha das Emoções vai atrair mais turistas para conhecer um destino rico de belezas naturais, mas que ainda é pouco conhecido. “A trilha ficou maravilhosa e vai, com certeza, destacar ainda mais a nossa natureza exuberante e belíssima. Ela passa pelos principais pontos turísticos da região e vai garantir uma atividade que soma a outras ações e competições realizadas no litoral”, disse o governador.

Wellington explica que assim como o litoral recebe turistas que vêm motivado pelas praias, pelo evento de kitesurf, agora chegou a vez do amante de trilhas”, diz o governador, declarando que estão sendo feitos alguns ajustes e para a inauguração, a meta é convidar pessoas do Brasil e do mundo para conhecer essa trilha internacional, que está na Rota das Emoções.

Segundo a secretária de Turismo, Carina Thomaz Câmara, a Trilha das Emoções vai movimentar o litoral piauiense, principalmente durante a baixa estação. “No segundo semestre temos a competição de kitesurf, enquanto que no primeiro, temos um baixo movimento. Então, a trilha vai proporcionar a realização de eventos que não dependem de ventos e com isso vamos movimentar o litoral o ano todo e, consequentemente, gerar renda, ocupar hospedagens e restaurantes”, diz.

Para a secretária, o Piauí está no caminho certo, pois o ecoturismo, o off road, o turismo de aventura estão em alta tanto no âmbito nacional quanto internacional. “Vamos dialogar com as operadoras que operam no litoral a vinda desses turistas para conhecer as praias e fazer essa trilha e que elas saiam encantadas e contentes com o nosso lindo litoral. O Piauí é incrível, as pessoas só precisam conhecer”, comenta, explicando que a inauguração deve compreender várias etapas, como convites à parte de governança, imprensa, empresários.

O representante da BRP Brasil, Fernando Alves Bombardier, afirma que sempre houve interesse da empresa em desenvolver projetos sustentáveis com os devidos cuidados com a comunidade local, com o meio ambiente, proporcionando desenvolvimento econômico.

A BRP atuará no litoral com expedições, produtos e apoio. “Estamos confiantes que esse projeto vai ser um sucesso e vai estimular tanto o turismo doméstico quanto internacional”, declara.

Fonte: Com informações da Ccom

A nova secretária de turismo foi indicação de Flavio Nogueira

Nova secretária de turismo  Carina Câmara

O deputado federal Flávio Nogueira(PDT), presidente da Sigla no Piauí, afirmou em entrevista à TV Cidade Verde nesta segunda-feira(13), que o partido permanece com a indicação para a Secretaria de Turismo do Piauí.

“Nós já temos um indicado, a secretária já assumiu e agora é promover o desenvolvimento do turismo. Eu sou deputado Federal, vamos ajudar com emendas, os projetos que deverão ser elaborados para a secretaria serão desenvolvidos nessas regiões [do estado] que merecem mais destaques como destinos turísticos” declarou.

O Brasil sem rumo

Por: Arimatéia Azevedo

A falta de compromisso do Congresso Nacional com seus eleitores e com o Brasil impressiona até os mais desatentos. Se fosse descrito por um homem do campo, ele diria que esses senhores vivem em outro país, e que acreditam que continuarão a “tirar o leite” de uma vaca que está morta. A vaca chamada Brasil. Ouvindo-se da área econômica, se sabe, claramente, que o Brasil quebrou e a Previdência faliu; o Centrão chantageia o presidente da república, o PT e as siglas agregadas ficam contra a nova previdência, depois de ter dado de presente 13 milhões de desempregados para o novo governo e de não ter feito nenhuma reforma, mesmo conhecendo o problemão que ajudou a construir. E mais, qual o plano alternativo da oposição? Mas parece que o Congresso não tem compromisso com soluções, e sim com seus umbigos, gordos da burocracia infernal.

Deputados e senadores trabalham mal e porcamente de terça a quinta-feira como se o Brasil  não estivesse na maior crise das últimas décadas. Muito comodamente, os congressistas programam suas reuniões para após o carnaval; depois do feriadão; depois da quaresma; após o dia do trabalhador. E não trabalham, conspiram enquanto o país se derrete economicamente e os desempregados acordam na madrugada para disputar com fome, um salário medíocre nas filas dos desempregados. Esse é o país sem rumo.