Vereadores voltam a se reunir nesta segunda em novo horário

                                                                                      Vereador Geraldo  Alencar Filho

POR:BERNARDO SILVA

Os vereadores de Parnaíba voltam a realizar sessões ordinárias a partir desta segunda-feira (5), em novo horário regimental. Ao invés de 19:30, eles anteciparam em uma hora, para 18:30 o início dos trabalhos, medida aprovada em plenário por todos. A mudança inclui ainda a realização das sessões das sextas-feiras para o meio dia. Durante os meses de setembro e outubro, por conta da campanha eleitoral, eles realizaram sessões ao meio dia, ficando a parte da noite para eles trabalharem em favor dos candidatos que apoiavam.

A mudança de horário não chega a ser novidade, visto que já ocorreu outras vezes, sem atingir o objetivo esperado, que é fazer com que o público comparece e participe das sessões. “O povo não vem porque as discussões são muito chatas, sempre a mesma coisa”, avalia o popular João Cardoso, que vez por outra disse que passa por lá para tomar um café.

Reforma

De acordo com o presidente da Câmara, Geraldo Alencar, as sessões não foram iniciadas dia 1º, como deveriam, porque ele está mandando fazer uma pintura na Casa, “ajeitando as coisas, porque apensar do prefeito haver ofertado um terreno para construirmos nova sede ninguém tem segurança de que haverá recursos para tal. E ninguém pode deixar o prédio se deteriorar. Estou vendo alguns espaços na sede atual para construir mais 2 gabinetes, uma sala para assessoria jurídica e outra para a imprensa; vamos melhorar o som, enfim, vamos manter a qualidade das instalações atuais”, disse.

Educação: só cinco estados têm eficiência

                                         Eleitos encontrarão estados empobrecidos e com mais demandas de serviços pela população

Folha de S.Paulo

Ferramenta lançada pela Folha e o Datafolha neste ano possibilita acompanhar quais estados do país entregam mais educação, saúde, infraestrutura e segurança à população utilizando o menor volume de recursos financeiros.

O REE-F (Ranking de Eficiência dos Estados – Folha) considera 17 variáveis agrupadas em 6 componentes para calcular a eficiência na gestão dos estados e detalha a situação das finanças de cada um.

Numa escala de 0 a 1, cinco estados ultrapassam 0,50 e, por isso, podem ser considerados “eficientes” —Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo. 

Outros seis mostram “alguma eficiência” no uso de seus recursos e os demais 15 podem ser considerados “pouco eficientes” ou “ineficientes”.

O objetivo do REE-F é quantificar o cumprimento, pelos governos, de funções básicas e previstas em lei segundo seus recursos financeiros.

O trabalho traz ainda um amplo panorama das dificuldades dos estados, com a queda na receita e investimentos e a explosão das despesas. será atualizado periodicamente para aferir a evolução na gestão estadual.  O REE-F será atualizado periodicamente para aferir a evolução na gestão estadual

MDB convoca primeira reunião após eleições

Quem a eleição aposentou

Causou surpresa mas a derrota de alguns líderes políticos de expressão no estado e no país como o deputado Heráclito Fortes (DEM), Wilson Martins (PSB), Dr. Pessoa, Robert Rios (DEM) e Luciano Nunes (PSDB), apressará suas aposentadorias da atividade política. É possível que algum possa retornar, como é o caso de Martins, mas ficou provado que a meta de conquistar um cargo majoritário fica fora de questão, já que nas duas tentativas que fez o fracasso o forçará a fazer opção por cargo menor.

Há o caso de deputado eleito mas com uma votação tão inexpressiva (Átila Lira, do PSB), que ele próprio se antecipou e anunciou que abandona o exercício da atividade parlamentar sendo este seu último mandato para passar o bastão para o filho. Quem também mergulhará na aposentadoria é o apresentador de TV Silas Freire, que obteve menos votos que no pleito passado, quantidade inferior à da médica Marina que ficou com a vaga entre as coligações que conquistaram a maior sobra de votos.

Quando 2020 e 2022 chegarem, o deputado Dr. Pessoa (SD) já alcançará os 74 e 76 anos de idade quando suas condições físicas não lhe permitirão mais pleitear um cargo majoritário como fez nesta eleição. Em 2020, por exemplo, outros nomes surgirão como alternativas para a disputa da sucessão do prefeito de Teresina Firmino Filho e com grande respaldo, um deles o do deputado Fábio Abreu (PR) e um nome apoiado pelo próprio prefeito, fazendo com que a disputa caminhe para a polarização.

O mais emblemático de todos, sem dúvida, é o caso do deputado Heráclito Fortes (DEM) que teve uma votação pífia (46 mil votos) para quem já foi eleito com votações expressivas para a câmara e até exerceu um mandato de senador. O número de votos recebidos por Fortes por si só já é uma motivação para ele esquecer a política e pensar na aposentadoria. Um dos mais ativos parlamentares que se engajaram no golpe de estado de 2016, o deputado não poderia mesmo esperar recompensa por seu gesto.

Poucos dias atrás o deputado Robert Rios ocupou espaço na mídia para anunciar que é candidato a governador do Piauí em 2022. Esse talvez tenha sido o melhor argumento para o deputado justificar seu insucesso eleitoral, mesmo achando que se opor ao governo com um discurso veemente pudesse se colocar como opção. É inquestionável o direito de Rios só voltar a disputar um cargo executivo ou um mandato político daqui a 4 anos, porém, trocar a disputa do senado pelo governo, é só mais um impulso seu.

Candidato ao governo do estado posto como alternativa a Wellington Dias, quem afirmou que Luciano era páreo para uma disputa com o governador falhou na previsão. Sua volta à política é uma incógnita mas a derrota pode tê-lo empurrado para uma aposentadoria precoce. Há quem arrisque que Wilson Martins pode voltar em 2022 em busca de uma cadeira na Câmara dos Deputados. Precisará de estrutura para chegar lá. Voltar à Assembléia é, talvez a melhor chance. Melhor que a aposentaria. Com relação a Elmano Ferrer não há muito o que dizer – fora a aventura maluca de disputar o governo, ele já exerce o mandato como aposentado político.

Bolsonaro fará do Planalto puxadinho das ‘redes’

Por: Josias de Souza

Jair Bolsonaro não dispõe de porta-voz ou de assessor de imprensa. Sondaram-se alguns profissionais do ramo. Mas ainda não houve acerto. Quando for contratado, o assessor terá dificuldade para demonstrar relevância, pois o novo presidente está enfeitiçado pela ideia de manter, durante o mandato, a mesma “comunicação direta” que o conectou com seus eleitores. Na expressão de um membro do seu staff, Bolsonaro presidirá o país “em tempo real” pelas redes sociais.

Já se sabia que qualquer um com um computador e dois neurônios podia editar seus próprios livros ou gravar seus próprios CDs sem sair de casa. Bolsonaro demonstrou que, assim como qualquer um pode dispensar a indústria editorial para publicar sua obra ou a indústria fonográfica para gravar sua banda, qualquer um também pode virar presidente da República sem precisar de uma superestrutura partidária ou de um aparato de comunicação.

Os partidos e a mídia tradicional são as grandes estruturas que Bolsonaro acredita ter tornado desnecessárias. “Eu cheguei aqui graças às mídias sociais”, disse o presidente eleito aos repórteres na semana passada. Antes, como que decidido a realçar a condição de porta-voz de si mesmo, ele avisara pelo Twitter: “Anunciarei os nomes (dos ministros) em minhas redes. Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade.”

Neste sábado, mantendo o ritmo regular de postagens, Bolsonaro voltou ao Twitter para realçar que sua Presidência será diferente das anteriores: “Minutos após a vitória nas eleições iniciamos uma intensa agenda com propostas para fazermos diferente de tudo que governos anteriores fizeram, desde planos para fomentar a economia, mas principalmente, resgatar a confiança do brasileiro e do estrangeiro em nosso Brasil.”

Num instante em que deputados e senadores começam a pôr em dúvida a disposição do tuiteiro de acabar com o toma-lá-dá-cá, foi como se Bolsonaro avisasse: “Não vem que não tem, tá Ok? Comigo será diferente.” Numa hora em que investidores hesitam em migrar do papelório para o investimento de risco, foi como se o capitão anunciasse: “Podem acreditar na plataforma ultraliberal do meu Posto Ipiranga porque eu vou manter isso daí. Comigo é capitalismo, não comunismo.”

Bolsonaro segue nas redes sociais e nos grupos de WhatsUp as pegadas de Donald Trump. A exemplo do seu ídolo norte-americano, o novo presidente brasileiro já sinalizou o desejo de tratar a mídia como algo irrelevante. Gruda na imprensa que o imprensa o selo de fake news  Aproveita-se da fragilidade da indústria da informação, sobretudo a impressa, com a circulação estagnada —ou em declínio.

Suprema ironia: na época em que o país estava submetido a três poderes efetivos –Exército, Marinha e Aeronáutica— costumava-se atribuir à imprensa importância capital na cruzada da resistência que levou à redemocratização. Ao ecoar as ruas na campanha das Diretas-já, jornais ajudaram a empurrar a farda de volta para os quartéis. Hoje, um capitão sente-se à vontade para pregar o fechamento de um jornal como a Folha, que puxou o coro. O último a adotar comportamento semelhante foi Fernando Collor. Sofreu impeachment.

A internet revelou-se uma extraordinária ferramenta. Bolsonaro, com o auxilio de Carlos, o filho que ele chama de “Zero Dois”, encontrou na web o seu caminho das pedras. Seria um desperdício fechar a vitrine eletrônica na fase pós-eleitoral. Mas a vitamina pode virar veneno se Bolsonaro não perceber que chegará o momento em que a plateia desejará ver em exposição algo além do lero-lero.

Tornou-se imperioso fechar o balcão que transformou o Congresso numa instituição meio entreposto, meio bordel. Entretanto, Bolsonaro precisa demonstrar que seus 28 anos de Câmara serviram para alguma coisa. Ou percebe que não se constrói uma base congressual distribuindo bordoadas nas redes sociais ou se arrisca a ser engolido pelo pedaço da oligarquia que sobreviveu ao tufão das urnas.

Em entrevista veiculada na edição mais recente de Veja, a repórter Ana Clara Costa perguntou a Renan Calheiros: As redes sociais mudaram o eixo da velha política? E a veneranda raposa do MDB, já de olho na Presidência do Senado: “Elas introduziram novos elementos, mas não se governa com mandatários virtuais. Por isso, é necessário que se tenha uma interlocução competente, que se construa uma convergência. Passada essa aridez da eleição, é preciso menos Twitter e menos palpite em Brasília e mais deputado e senador de carne e osso, que entendam a complexidade do processo.”

Está entendido que Bolsonaro fará do Planalto um puxadinho daquilo que passou a chamar, com enorme intimidade, de “minhas redes.” Faz muito bem. Entretanto, deveria esquecer Donald Trump. Os Estados Unidos oferecem melhores contrapontos. Harry Truman, por exemplo, deixou gravado na história um precioso ensinamento.

Presidente americano de uma época em que as pessoas, sem internet, tinham dificuldades para entender como funcionavam os palitos de fósforos, Harry Truman declarou o seguinte: “Há provavelmente 1 milhão de pessoas neste país que poderiam desempenhar melhor estas funções. Mas eu é que estou encarregado de executá-las, e o faço da melhor maneira que posso.”

Embora seu sobrenome sugira o contrário, Jair Messias Bolsonaro não é uma reedição do Salvador. Receberá a faixa das mãos de Michel Temer, derradeira herança de Dilma Rousseff. Temer não é senão uma evidência de que as mesmas redes sociais que elegem um presidente podem convocar o asfalto para derrubá-lo.

Até bem pouco, as ”redes” eram dominadas pelo PT. Se o destino de Dilma serviu para alguma coisa foi para mostrar o seguinte: poderosos que navegam no cristal líquido do computador ou do celular equilibrando-se apenas em cima da própria empáfia arriscam-se a confundir jacaré com tronco na hora do naufrágio.

Deputado Dr. Hélio pode fazer aliança com Juliana em Parnaíba

Dr. Hélio: deputado é estimulado a buscar apoio de Juliana Moraes Souza para a disputa da prefeitra municipal de Parnaíba

Depois de uma expressiva votação para deputado estadual, Dr. Hélio (PR) é visto como uma alternativa real na disputa pela Prefeitura Municipal de Parnaíba. E já se especula sobre a proximidade do deputado com a ainda deputada estadual Juliana Moraes Souza (PSB) – que fica sem mandato a partir de fevereiro.

Juliana tem ligações pessoais com o grupo de Mão Santa, ao qual Dr. Hélio se opõe. Mas isso pode não ser um problema, já que as afinidades políticas entre Juliana e o grupo do tual prefeito parnaibano são cada vez menores.

Vale lembrar, nas articulações da oposição visando a disputa do governo do Estado, este ano, Juliana chegou a ser citada como vice de Luciano Nunes, representando precisamente o grupo de Mão Santa. Foi tirada da lista com um argumento genético: “Não é uma Moraes Souza”, disseram, lembrando que o sobrenome foi incorporado em razão do casamento com Zé Filho, sobrinho de Mão Santa.

De olho em 2020, aliados de Dr. Hélio querem essa aproximação, inclusive para formar chapa, Juliana na condição de vice do deputado do PR. E agora a deputada pode dar o troco com o mesmo argumento que a tirou da lista de possíveis candidatas a vice. Se for convidada e o grupo de Mão Santa cobrar fidelidade, Juliana tem a possibilidade de responder: “Não sou uma Moraes Souza, lembram?”

Por: Fenelon Rocha

Edição/publicação:blogdobsilva

Se tudo der certo, o ministro Sérgio Moro será candidato inevitável em 2022

Veículos alinhados com o PT elogiaram a indicação, mas acusam o magistrado de perseguir o partido. (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Folhapress)

A indicação de Sérgio Moro para o cargo de super-xerife, como titular do Ministério da Justiça, permite antever sua candidatura à presidência da República em 2022. Ainda que o presidente eleito Jair Bolsonaro cumpra a promessa de não se candidatar até porque é contra a reeleição, o fato é que ele certamente terá um candidato à própria sucessão. E Sérgio Moro reúne as melhores condições para o papel. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Caso a atuação de Sérgio Moro como ministro seja exitosa, como promete, ele logo passará a ser considerado candidato á sucessão.

O juiz federal sempre foi bem citado nas pesquisas para presidente, mesmo afirmando que não tinha essa pretensão.

Favorece a eventual candidatura de Moro em 2022 o fato de não haver quem rivalize com ele em prestígio, no entorno de Bolsonaro.

O presidente Bolsonaro sente genuína repulsa pela reeleição. Até prometeu agir para revogar essa regra.

Montando o governo

Ascânio Seleme – Folha de S.Paulo

redução do número de ministérios no governo de Jair Bolsonaro não vai resultar necessariamente em queda importante das despesas orçamentárias. Se a Esplanada ficar com 17 pastas, o novo governo terá extinto 12 dos 29 ministérios hoje existentes. Será um bom símbolo de austeridade e de empenho no enxugamento da máquina e na diminuição do Estado, mas é preciso muito mais do que isso para que as contas públicas sofram impacto.

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Com 12 ministros a menos, o Estado poderá cortar em cargos de assessoramento e secretariado no máximo uns 300 postos, nada mais do que uma vírgula no oceano de 630 mil servidores civis ou mais de 320 mil militares na ativa no Brasil.

O que Bolsonaro vai fazer, a grosso modo, é reagrupar setores do governo que foram divididos ao longo dos anos para abrigar aliados dos que detinham o poder. Por isso, as funções distribuídas nos ministérios criados sem necessidade não deixam de existir em razão da sua reunião sob comando único, apenas perdem status. No governo Lula, o Estado chegou a ter 37 ministérios, com Dilma foram 39, todos entregues a partidos da base.

Era uma forma de comprar o apoio e o voto desses partidos no Congresso Nacional. Não que essa tenha sido uma invenção petista, mas nos seus governos chegou no ápice. Nos ministérios, além dos cargos remunerados que ocupavam, os partidos podiam fazer negócios. E faziam. Muitos quadros das legendas que apoiavam o governo acabaram na cadeia em Curitiba.

Mas este é outro caso, o que importa agora é a montagem do novo governo e como a redução de ministérios chinfrins e a construção de superministérios pode ajudar o novo presidente. Primeiro, é importante levar em conta que alguns desses agrupamentos à primeira vista parecem exagerados.

Os poderes que serão conferidos ao superministro da Economia, por exemplo, vão requerer de Paulo Guedes superpoderes intelectuais e uma capacidade fora do comum de administrar seu tempo. E o ganho que se pode obter desse arranjo é discutível. Para alguns especialistas, até temerário. Já se tentou antes e não deu certo.

Outros superministérios, como o da Justiça, que será tocado por Sergio Moro, fazem mais sentido e representam um ganho político e institucional importante. Sem qualquer dúvida o combate à corrupção e ao crime organizado terá um símbolo, que será uma das caras mais conhecidas dos brasileiros, a de Sergio Moro. E contra bandido, símbolo que tem muito mais significado, como a estrela do xerife.

Para enxugar a máquina, reduzir o tamanho do Estado e gastar menos, Bolsonaro terá de diminuir as atribuições do governo, estatizar empresas públicas e em seguida demitir servidores. Mas isso não se faz assim, com uma canetada, ou com um plano de demissão voluntária. Estudos terão de ser feitos e tomarão tempo. Reduzir ministérios apenas não adianta. Fernando Collor teve 12 ministérios, mas o Estado ficou do mesmo tamanho.

O simbolismo ajuda, cria empatia, mostra determinação. Mais importante, contudo, é a decisão de Bolsonaro de não nomear pessoas indicadas por partidos políticos e sim quadros técnicos. Se ele conseguir resistir daqui até janeiro à pressão que já está sofrendo, poderá dizer que cumpriu sua primeira promessa de campanha. Mas ainda falta muito tempo.

Centenário de Alberto Silva: Governador institui em decreto medalha de Ordem Estadual

Em comemoração ao centenário de nascimento do ex-governador do Piauí e ex-senador, Alberto Silva, o governador do Estado, Wellington Dias, instituiu, por meio de decreto, a Medalha da Ordem Estadual Centenário Alberto Tavares e Silva.

A outorga da comenda será realizada no dia 8 de novembro, às 18 horas, em cerimônia no Auditório Serra da Capivara, na sede do Tribunal Regional do Trabalho – 22ª Região, localizado na Avenida João XXIII.

A honraria será concedida a 50 personalidades piauienses contemporâneas ao ex-governador, pessoas que trabalharam e fizeram parta da vida de Alberto Silva.

Em Parnaíba, o Sesc Piauí, ao lado da Fundação Alberto Tavares e Silva, realiza, no dia 10 de novembro, na Catedral Nossa Senhora da Graça, uma missa em celebração ao centenário do ex-chefe do executivo piauiense. Da mesma forma, no dia 24 de novembro, a Fundação lança, no espaço Castelo de Eventos, a exposição À Memória Afetiva do Ilustre Filho da Parnaíba, que segue aberta ao público até o dia 19 de dezembro.

Celebrações em homenagem ao ex-governador estão previstas também na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), prefeituras de Teresina e Parnaíba, além da Academia Piauiense de Letras.

De nome de estádio ao homem do biodiesel

Engenheiro por formação, Alberto Tavares e Silva foi governador do Estado por duas ocasiões; entre os anos de 1971 e 1975, e de 1987 à 1991. Foi senador da República pelo Piauí entre os anos de 1979 e 1987, e 1999 e 2007. Além disso, ocupou o cargo de deputado federal nos quadriênios 1995-1999 e 2007-2009.

Como governador do Estado, ele foi responsável por viabilizar a construção de importantes estradas, que ligaram o estado de norte a sul, o metrô de Teresina, além de inaugurar o estádio Albertão, maior praça esportiva do estado e que leva o seu nome.

Ocupando o cargo de senador da república, Silva foi o responsável por lançar, ainda em 2001, o projeto da primeira usina a produzir biodiesel através da mamona no mundo, na Universidade Federal do Piauí.

Alberto Tavares e Silva nasceu no município de Parnaíba, em 10 de novembro de 1918 e faleceu no ano de 2009, em Brasília.

Confira a lista dos homenageados:

Decreto de Criação – 17.974, de 29 de outubro de 2018

Decreto de Outorga – 17.975, de 30 de outubro de 2018

1. Academia Piauiense de Letras

2. Alcenor Barbosa de Almeida

3. Amadeu Campos de Carvalho Filho

4. Antônio de Pádua Franco Ramos

5. Antônio Fonseca dos Santos Neto

6. Antônio Luíz Cronemberger Sobral

7. Armando Madeira Basto – “Post Mortem”

8. Bertolino Marinho Madeira Campos

9. Cid de Castro Dias

10. Ciro Nogueira Lima – “Post Mortem”

11. Cláudia Cristina da Silva Fontineles

12. Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí – CREA-PI

13. Constantino Pereira de Sousa

14. Darcy Fontenelle de Araújo – “Post Mortem”

15. Elvira Mendes Raulino de Oliveira

16. Firmino da Silveira Soares Filho

17. Florisa de Mello Tavares Silva

18. Francisco Tomaz Teixeira

19. Francílio Ribeiro de Almeida – “Post Mortem”

20. Heitor Castelo Branco Filho

21. Iran Mendes do Nascimento

22. Jesus Elias Tajra

23. João Cláudio da Silva Moreno

24. João Paulo dos Reis Velloso

25. João Tavares Silva Filho – “Post Mortem”

26. João Vicente de Macêdo Claudino

Fonte: ASCOM

Horário de verão começa à meia-noite deste sábado

O horário de verão terá início na madrugada deste domingo (4), mesmo dia de aplicação da primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). À meia-noite de hoje (3), os brasileiros das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que abrangem dez estados e o Distrito Federal, devem adiantar o relógio em uma hora.

Com a vigência do horário especial, o Brasil terá quatro fusos diferentes, uma vez que os estados das regiões Norte e Nordeste permanecerão no horário normal. O ministro da Educação, Rossieli Soares, em entrevista coletiva na última quarta-feira (31) fez um alerta aos estudantes que vão fazer as provas do Enem para que fiquem atentos aos horários. Ele disse que acionou as instâncias responsáveis para que as operadoras não errem na atualização dos relógios, como ocorreu há duas semanas.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) explicou que a alteração do relógio no último dia 21 não ocorreu nas plataformas de rede das operadoras, e sim em aplicativos externos instalados nos aparelhos, fora do domínio de controle dessas operadoras. A entidade reforçou que o horário das plataformas de rede e serviços segue o calendário oficial e que há monitoramento online nos dias de mudança para garantir que a alteração da hora ocorra conforme o esperado.

Fonte: Agência Brasil

“Vou ser ministro”, diz Magno Malta

                            Cotado para ‘Ministério da Família’, senador afirma que apenas Bolsonaro anunciará qual pasta comandará

Jussara Soares

O senador Magno Malta(PR) confirmou nesta sexta-feira que tem espaço garantido no Palácio do Planalto, ao lado do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Ele, no entanto, não revelou se de fato comandará uma nova pasta que vem sendo chamada de “Ministério da Família”, que acomodaria Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

— Vou ser ministro, sim — afirmou ao GLOBO o senador, dizendo que caberá a Bolsonaro anunciar se realmente assumirá a área social do governo ou se ocupará um posto mais próximo ao presidente, no caso a Secretaria Geral da Presidência. — Onde eu estiver, eu estarei perto dele. Ele vai anunciar — disse Malta.

Na quinta-feira, ele teve uma reunião na casa do Bolsonaro para discutir seu futuro político. Em conversa com interlocutores, Bolsonaro tem demonstrado intenção de entregar a Malta as atribuições dos ministérios do Desenvolvimento Social e árioDireitos Humanos. A avaliação é que a atuação de Malta à frente da CPI da Pedofilia o credencia para a função.

Até agora, há quatro ministros confirmados: o juiz Sergio Moro (Justiça), o economista Paulo Guedes (Economia), o general Augusto Heleno (Defesa) e o astronauto Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)

O futuro de Magno Malta – aliado de Bolsonaro de longa data que saiu derrotado nas urnas em busca da reeleição – virou motivo de debate entre integrantes do grupo que sustentou a campanha. Para alguns, o senador  não tem espaço no futuro governo.

Gasto público passou de R$4,5 bilhões na campanha eleitoral de 2018

Eleição com financiamento público só não foi mais cara que a de 2014, auge do Petrolão. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Gastos públicos com a campanha eleitoral deste ano já superaram a marca de R$4,5 bilhões e garantiram o 2º lugar na lista das mais caras da História. MDB e PT, que perderam a eleição, são os que faturaram mais dos fundões eleitoral e partidário: R$293 milhões e R$290 milhões, respectivamente. A Justiça Eleitoral disponibilizou ao PSL de Jair Bolsonaro apenas R$15,4 milhões, que elegeu o presidente da República, três governadores, 52 deputados federais e 4 senadores. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O controle da Justiça Eleitoral será testado no exame da prestação de contas dos partidos, em geral meramente contábil.

As eleições deste ano só não foram mais caras que as de 2014, auge da corrupção envolvendo empreiteiras, que custaram R$5,1 bilhões.

Doações de pessoas físicas somaram R$470,5 milhões, enquanto os candidatos tiraram R$398,8 milhões do próprio bolso na campanha.

“Se eu errar, o PT vai voltar ao poder”, diz Bolsonaro, que critica também FHC

Bolsonaro disse que vai cobrar resultados aos ministros

Denise Rothenburg
Correio Braziliense

Em entrevista exclusiva, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, avisa que seus ministros terão carta branca para nomear seus secretários, diretores das delegacias regionais e por aí vai. “O que estou cobrando dos ministros é produtividade”, diz ele, sentado na pequena varanda improvisada na entrada de sua casa, com uma mesa redonda de madeira transformada em cenário para a entrevista à Rede Vida de Televisão, com tempo cronometrado: 15 minutos. “Precisa de terno? Não, né?”, pergunta ele, à vontade com a camisa de manga curta amarela, uma das cores da sua campanha, e calça jeans

As críticas, agora, não se restringem ao PT. Ao falar da importância que dará ao Ministério da Defesa, Bolsonaro emenda com uma crítica direta ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O simples fato de colocar um general de quatro estrelas (Augusto Heleno) para ocupar o posto, diz, dará aos militares garantia de um assento em reunião ministerial: “A criação do Ministério da Defesa foi para tirar os militares da mesa ministerial”, acusa. O presidente eleito garante que as Forças Armadas, “o último obstáculo para o socialismo”, serão chamadas a participar da concepção de políticas públicas e propostas em várias áreas do governo.

Durante a campanha, o foco na segurança púbica foi muito grande. O governador do Rio de Janeiro fala em atiradores de elite. É por aí que temos de encarar o crime no Brasil?
A forma de engajamento do Exército Brasileiro no Haiti era exatamente essa. Elemento armado com um fuzil passa a ser um alvo. Temos vivenciado aqui no Rio momentos parecidos, verdadeiro bonde de pessoas armadas com fuzil. Como enfrentar esse tipo de gente? Não vai ser com flores nem com “entregue suas armas”. Agora, estamos numa área urbana. Numa troca de tiro aqui, o efeito colateral seria desastroso. O que eu defendo é uma retaguarda jurídica para o policial ou para o homem das Forças Armadas, uma vez em operação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). Que não se preocupe com uma possível condenação na frente por estar cumprindo a missão. E, para o cidadão comum, tenhamos também garantia da posse de arma de fogo, levando-se em conta o referendo de 2005. Dois terços da população decidiu pelo direito de comprar armas e munições. Então, o presidente ou quem quer que seja não tem o direito de frustrar essa vontade popular. Obviamente, a posse de armas de fogo com alguns critérios. Ficha criminal, estar em dia com a Justiça, exame psicológico, exame prático e o registro da arma passa a ser definitivo e não temporário, como é no momento.

O senhor disse que o ministro Sérgio Moro terá liberdade para nomear secretários e cargos dentro do Ministerio da Justiça e da Segurança Pública. A mesma carta branca será dada a outros ministros?
O que estou cobrando dos ministros é produtividade. Igual ao Paulo Guedes: sentei à mesa com ele. Quando eu falei que não entendia de economia, pensei que a imprensa fosse levar para o lado da minha humildade, e é verdade. Ou será que eu tenho que entender de medicina para nomear o ministro da Saúde? Então, é inflação baixa, dólar compatível para exportação-importação, a taxa de juros, é não aumentar a dívida interna, que está chegando próxima a R$ 4 trilhões, não aumentar a carga tributária. Perguntei: é possível? Ele falou: é. Bem, ele é uma pessoa renomada dentro e fora do Brasil. Nunca integrou governo nenhum. Nós temos que acreditar nele. Não temos alternativa, porque, como está o Brasil, a tendência é quebrar, é se transformar numa Grécia. Então, essa carta branca ele tem.

O ministro Marcos Pontes cuidará também do ensino superior, deixando o Ministério da Educação só com o ensino médio e fundamental?
Essa é a ideia: as universidades têm que produzir. Você pega as 200 melhores universidades do mundo, o Brasil não está nesse bolo. As nossas universidades têm que produzir mais. O que falta aí? O que acontece em grande parte com a total independência dos reitores? É um inchaço de funcionários. É uma missão difícil para ele. Mas nós temos que começar a mudar essas coisas e ele tem competência, no meu entender, e retaguarda e liderança para isso. Quero ver qual a produtividade deles. A mesma coisa quando se fala em educação no Brasil. Vamos abolir a filosofia do Paulo Freire. Não deu certo. Em 13 anos de PT, dobrou-se o gasto com educação e a qualidade diminuiu. Então, é sinal de que está dando errado.Se estivesse dando certo, seguiríamos nessa linha.

Como o senhor tratará os partidos de oposição?
Tenho falado o seguinte: se alguém tiver alguém melhor que o Paulo Guedes, que o Heleno, que o Moro, apresente. Nós vamos discutir. Quero o melhor para o Brasil. Tenho conversado muito com os parlamentares, antes inclusive de entrar em campanha. Ultrapassamos em 120 o número de parlamentares na reta final, tivemos o apoio das bancadas da agricultura, evangélica. Então, temos tudo para ter um pacotão de medidas no início do mandato, que o Congresso venha a aprovar sem maiores percalços. A não ser os partidos tradicionais de esquerda que, ao que parece, vão fazer oposição pela oposição, como sempre fizeram ao longo dos 28 anos que em estou dentro da Câmara.

O senhor já disse que quer votar alguma coisa da reforma da Previdência neste ano, mas ouvimos de muitos parlamentares que esse Congresso perdeu a legitimidade para aprovar emenda constitucional, porque a renovação foi de 47%. O que dá para aprovar, se é que dá para aprovar alguma coisa?
Vou ver o último relatório, analisar o que dá para brigar para que seja votado, ou que podemos tirar. O que eu tenho dito para todo mundo é que alguma coisa tem que ser aprovada. Tem que dar um passo, por menor que seja. Já facilita a vida de quem vai assumir no início do ano que vem.

A estrutura do seu governo está sendo montada para pelo menos três ministérios fortes. Queria saber sobre a Defesa. O que será agregado de funções novas?
A intenção da criação do Ministerio da Defesa, no fim do milênio passado, era tirar os militares da mesa ministerial, no governo Fernando Henrique Cardoso. Tirar da mesa porque os militares presentes ali incomodavam os ministros, alguns ministros, de Fernando Henrique Cardoso, que nunca demonstrou qualquer respeito para conosco. Tanto é que nosso sucateamento se agravou muito no governo FHC e continuou em parte no governo Lula. É uma questão de revanchismo, aquilo, até mesmo a criação da comissão de desaparecidos, a Comissão da Verdade. O objetivo de bater nos militares é que, na verdade, nós somos o último obstáculo para o socialismo. Então, é na intenção ideológica o que vinha sendo feito. A mudança agora começa com um general de quatro estrelas à frente dele.

O senhor já fechou o número de ministérios? Fica em 15 mesmo?
No máximo 17, porque talvez Agricultura e Meio Ambiente não se fundam. A gente quer o melhor. Sempre houve uma briga entre esses dois ministérios, com o Meio Ambiente sofrendo pressões de ONGs internacionais, gente de fora. A questão de licenças ambientais. Vai você querer fazer uma pequena central hidrelétrica na sua fazenda, vai levar 10 anos para ter a licença. Isso tem que acabar. Essa briga, essa forma xiita de procedimento por parte do Ministério do Meio Ambiente, tem que deixar de existir. Hoje em dia, parte dos fiscais, não são todos, chega numa propriedade e arranja uma multa para cima do produtor rural. Isso tem que deixar de existir. Uma das ideias seria a fusão, mas como estou vendo que está dando uma certa reação, até mesmo por parte do homem do campo, a tendência é manter os dois ministérios. Mas quem vai indicar o ministro do Meio Ambiente será o senhor Jair Bolsonaro.

O senhor já disse que haverá mudança na politica externa, para colocar o Itamaraty sem amarras ideológicas. O senhor vai fechar embaixada em Cuba, na Venezuela?
Olha, respeitosamente, qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Pega uma senhora que está aí de branco, que veio no programa Mais Médicos. Falei “senhora” porque não sei se ela é médica, não fez programa de revalidação. Pergunta se ela tem filhos. Já perguntei. Tem dois, três, estão em Cuba. Não vêm para cá. Isso para uma mãe, não é mais que uma tortura? Ficar um ano longe dos filhos menores? Quem vem para cá de outros países ganha salário integral. Os cubanos ganham aproximadamente 25% do salário. O resto vai para alimentar a ditadura cubana? Foi acertado há quatro anos, quando Dilma era presidente, que se alguém pedisse exílio seria extraditado. Dá para manter relações diplomáticas com um país que trata os seus dessa maneira? Queremos o Mais Médicos? Podem continuar. Revalida, salário integral e traz a família para cá. Eles topam? Queremos reciprocidade. Embaixada da Venezuela: o embaixador já veio para cá, a embaixada já foi desativada, não temos mais contato. Agora, veio no governo do Michel Temer, porque no governo do PT… Essa decisão teria que ter sido tomada há mais tempo: chamar o embaixador, conversar.

O senhor anuncia mais algum ministro nesta semana?
Não tenho pressa. Você não pode anunciar o Zé hoje e amanhã dizer “não é mais você”. Tem que ter plena certeza, porque o que está em jogo é a minha credibilidade e a vida dele. Ele vai falar o que para os amigos, para a família? “Olha, ele me convidou e deu agora um cartão vermelho pra mim”? Talvez essa semana a gente anuncie mais um.

O senhor vai desfilar em carro aberto na posse?
Vou seguir religiosamente a orientação das inteligências, Polícia Federal, Abin, Exército. Vou seguir essas orientações aí, porque estou sendo um governo completamente diferente dos outros e desagradando muita gente. Conseguimos entrar na máquina para quebrá-la. E só quebraremos comigo vivo. A intenção da criação do Ministério da Defesa, no fim do milênio passado, era tirar os militares da mesa ministerial, no governo Fernando Henrique Cardoso. (…) O objetivo de bater nos militares é que, na verdade, nós somos o último obstáculo para o socialismo”

PT preocupado com Moro

PT está preocupado com a possibilidade de o juiz Sergio Moro direcionar órgãos como a CGU (Controladoria Geral da União) para fazer devassas nas administrações anteriores do partido, criando fatos negativos para a legenda nos próximos anos.

“Eu fui muito criticado por não utilizar o ministério nem para proteger amigos nem para perseguir inimigos. Mas hoje, sinceramente, temo que isso possa ocorrer”, diz o ex-ministro José Eduardo Cardozo, verbalizando o receio de outros dirigentes da legenda.(FSP)

Prefeita publica decreto exonerando todos os cargos em comissão e prestadores de serviços

A prefeita de Esperantina, Vilma Carvalho Amorim (PT), publicou decreto exonerando todos os ocupantes de cargos em comissão e prestadores de serviço do município.

A gestora alegou que o município está ultrapassando o limite prudencial de gasto com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como, as constantes quedas de receitas do município.

Só não foram exonerados os secretários municipais, servidores da Procuradoria Geral do Município e os que exercem cargos em comissão vinculados a programas federais, com recursos assegurados pelo Governo Federal.

A gestora também reincidiu todos os contratos temporários de contratação de pessoal, além de reduzir em 10% o valor do subsidio pago a todos os agentes políticos ligados diretamente ao Poder Executivo.

Parte do STF resistia a nomeação de Moro por ser um ‘juiz de primeiro grau’

Plenário do Supremo Tribunal Federal. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

Parte do Supremo Tribunal Federal (STF) torcia o nariz, de quase asco, à eventual indicação de Sérgio Moro como ministro da corte em razão de um velho preconceito: ele é “apenas juiz de primeiro grau”. Mas esses mesmos ministros não se opõem à nomeação de Moro após uma temporada no Ministério da Justiça. Isso funcionaria como forma de “limpar” a biografia de Moro. Quanta bobagem. Até porque a maioria dos ministros do STF não tem experiência anterior na magistratura. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A aceitação do convite de Bolsonaro, confirmada ontem, “pavimenta” seu eventual ingresso no STF, quando surgirem as primeiras vagas.

A próxima vaga no STF surgirá com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, que atingirá os 75 anos em 1º de novembro de 2020.

Sob Moro, o Ministério da Justiça ganhará o Coaf e CGU e ele teria autonomia para reformular a Polícia Federal, por exemplo.

Viaturas do litoral do Piauí também foram afetadas pela falta de combustível

Portal do Catita noticiou que as duas viaturas da Central de Flagrantes de Parnaíba foram atingidas com a ‘crise do combustível’, caso que ganhou repercussão nacional por outros problemas em cidades do Piauí, inclusive Teresina.

Os veículos são encarregados nas diligências daquela distrital, bem como no transporte de presos da justiça para audiência de custódia, já que o novo Fórum de Parnaíba fica localizado no outro lado cidade. 

“Para amenizar a crise, foi disponibilizado um crédito de R$ 200 reais de combustível nesta tarde de quinta-feira, ‘dia de todos os santos’, para abastecer as duas viaturas no prego”, informou o portal.

Fonte: Portal do Catita

Foi descoberto novo plano de atentado contra Bolsonaro, diz general Heleno

General Heleno deve acalmar o país, ao invés de alarmar

Jailton de Carvalho
O Globo

O general da reserva Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa, disse ao Globo que o serviço de inteligência do país descobriu indícios de um plano, que qualificou como “terrorista”, contra o presidente eleito Jair Bolsonaro. O general fez o comentário em resposta a rumores que começaram a circular em Brasília nos últimos dias sobre o assunto.

— A informação de que foi plotado um planejamento de um ato terrorista contra o presidente (Bolsonaro) é verdade. Isso já foi confirmado por autoridades da área de inteligência — disse.

MAIS SEGURANÇA – O general não disse, no entanto, quem poderia ter sido o autor do plano e nem quais as providências tomadas em relação ao caso. No início da semana, a PF ampliou de 35 para 55 o número de policiais para reforçar a segurança do presidente eleito. A polícia negou que a medida esteja relacionada a eventual aumento de risco contra Bolsonaro.

A explicação é que o reforço na segurança já estava previsto desde a primeira fase da campanha. O sistema de proteção seria ampliado mesmo se o vencedor tivesse sido o candidato Fernando Haddad.

As informações sobre o suposto plano de ataque contra Bolsonaro foram discutidas em reuniões na Polícia Federal e na Agência Brasileira de Inteligência. Uma destas reuniões aconteceu nesta quinta-feira. Os analistas entenderam que os dados disponíveis não indicam ameaças concretas.

ELOGIO A MORO – Na entrevista, concedida ontem, o general Heleno também elogiou a escolha do juiz Sergio Moro para comandar o Ministério da Justiça.

— Torço muito para que ele aceite. Será uma honra estar sentado na mesa com o doutor Sérgio Moro. Ele é um grande valor do país, um homem respeitado aqui e no exterior — disse.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Esse suposto atentado está com jeito de “fake news”. Bolsonaro e sua equipe deveriam estar acalmando a tropa, mas insistem que acirrar os ânimos. Cada vez que abrem a boca, a nação estremece. Para quê? Para nada…, como dizia Miguel de Cervantes sobre os cavaleiros de Andaluzia. Vamos acalmar, gente! (C.N.)

Finados na visão espírita

O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o “VISITAM” diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas – somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito. Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos “perdi um ente querido”, estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS? Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.
PODEMOS CHORAR? Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO?  Se sentir vontade, sim. Mas nós espíritas, geralmente, não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos “MORTOS” neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.

Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar. Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.

Compilação de Rudymara

PI: Segurança do Enem 2018 contará com 512 agentes em 32 municípios

 

No próximo domingo (04), 119.379 piauienses vão fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio 2018 (Enem), que é a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. As provas serão aplicadas em 311 locais de 32 municípios do Estado (Teresina e mais 31 cidades do interior). Em termos de mobilização de pessoal, o Enem é considerado o maior evento do país depois da Copa do Mundo e, pensando nisso, a Secretaria de Segurança do Piauí elaborou um plano de ação para garantir a ordem durante a aplicação das provas e a lisura do exame.

Foram destacados 512 agentes para fazer a segurança do Enem este ano no Piauí, entre homens da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros, Strans, Correios, Equatorial Energia, Inep e Fundação Getúlio Vargas. Será montado um Centro Integrado de Operações, controlado pelo Núcleo de Inteligência, que manterá contato direto com Brasília.

“No ano passado não houve registro de falhas na segurança e o nosso maior objetivo para este ano é manter isso e garantir que os candidatos possam fazer suas provas com toda a tranquilidade e na certeza da isonomia”, explicou o secretário de Segurança do Piauí, coronel Rubens Pereira.

Para o policiamento na zona urbana de Teresina, foram disponibilizadas mais 10 viaturas que farão a segurança nos entornos dos principais pontos de aplicação de prova. Serão feitas também escoltas de armazenamento, escoltas de distribuição das provas, policiamento ostensivo e reforço da segurança nas unidades dos Correios que receberem os malotes para distribuí-los entre os centros de aplicação.

De acordo com o tenente-coronel Mota, assistente do subcomando da Polícia Militar, as provas já chegaram ao Piauí e estão armazenadas em conteineres no 25 BC, em Teresina, e no 2º BEC de Picos. As provas do 25 BC serão distribuídas entre os municípios da região Norte do Piauí que terão aplicação, e as do 2º BEC serão entregues nas cidades do Sul e do Sudeste do Estado.

Para evitar problemas de falta de energia nos locais de aplicação de provas, a Equatorial Energia também planejou um esquema especial de plantão. Serão mais de 300 profissionais entre técnicos e engenheiros, distribuídos entre as 32 cidades onde acontecerá o Enem no Estado. No ano passado, um problema de interrupção do fornecimento em uma faculdade particular de Teresina que era local de prova acabou por cancelar as provas de pelo menos 700 candidatos que tiveram que refazer o exame em um outro dia.

Equipes da Fundação Getúlio Vargas, que faz parte do consórcio aplicador do Enem, fizeram uma vistoria nas unidades de aplicação onde foram registrados problemas nas últimas edições e acompanhou o trabalho de adequação e reestruturação desses locais para receber os alunos nos dois finais de semana de prova.

O Enem 2018 acontece, pela primeira vez, em dois finais de semana: nos dias 04 e 11 de novembro. Por conta do horário de verão, os estudantes devem ficar atentos à hora de abertura e fechamento dos portões dos pontos de aplicação. No horário local, os portões serão abertos às 11h e fecharão às 12h. As provas começam às 12h30 e terminam às 18h no dia 04  e às 17h30 no dia 11.

Por: Maria Clara Estrêla