A cada R$ 100 cobrados por energia elétrica, R$ 33,90 são de impostos

O alto número de impostos cobrados no Brasil não é exatamente uma novidade. No final do ano, vários serviços são reajustados e um deles é a conta de energia elétrica, cujo aumento definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi de 12,64% e começa a valer a partir deste domingo (2). Todavia, segundo a empresa, a cada R$ 100 cobrados pela energia elétrica, R$ 33,90 correspondem a impostos. Quando considerados os encargos setoriais, o valor cobrado sobe para 38,9%. Sendo que a tarifa praticada no Piauí é de 0,554/kWh, acima da média nacional de 0,542/kWh. Na região Nordeste, o Piauí tem a 5ª tarifa mais cara. 

E quem mais sente o peso desse reajuste no final do mês é o consumidor final, a exemplo do estudante Lucas Pessoa, que mora sozinho em Teresina. Precisando se manter enquanto estuda, Lucas conta que, com o aumento, seu orçamento precisa ser recalculado.

“O dinheiro que seria usado na compra de outras coisas ou para algum tipo de investimento será colocado na conta de energia. Esse ano, quase todo, as contas de energia tiveram bandeira vermelha, ou seja, elas já vinham com um acréscimo, uma porcentagem muito grande do valor que realmente é consumido. Ou seja, a gente acaba pagando por um serviço que é caro e com um aumento desse só tende a prejudicar”, analisa.

Lucas avalia a situação especialmente da perspectiva de um trabalhador brasileiro, que ganha apenas um salário mínimo e vê boa parte dos proventos revertidos para quitar a conta de energia. “Uma conta com o valor alto como esse, de serviços básicos, o brasileiro tem que se organizar de alguma forma para que eles caibam no orçamento. A gente acaba trabalhando pra isso: comer, ter energia elétrica e água”, pondera.

“O serviço não é de qualidade”, desabafa consumidor

Além da queixa sobre o reajuste da tarifa, os teresinenses convivem com as quedas de energia frequentes, até mesmo nos períodos mais quentes do ano, quando a falta de energia se torna mais crítica. E em contrapartida à alta cobrança de impostos, Lucas reclama da qualidade do serviço prestado.

“O serviço não é de qualidade. O que eles prometem com essas privatizações é que o serviço melhore, mas com a primeira chuva que teve no mês passado, a gente viu que não melhorou, faltou energia e demorou muito a voltar em vários pontos da cidade. A gente paga muito caro por um serviço que não é bom”, afirma.

Os aumentos afetam os consumidores nas residências, mas também os grandes consumidores, como empresas, indústrias e o próprio Estado. Nesse sentido, o diretor da Aneel, Efrain Pereira, apontou um problema na alíquota do ICMS, que incide sobre o total a fatura da conta de energia.

“Um ponto que a gente vem chamando a atenção dos conselhos de consumidores é a questão da tributação. Hoje, a gente está falando de uma concessionária cujo ICMS está na casa de 25%. É um absurdo usarmos um insumo tão importante para a vida das pessoas como uma espécie de produto de arrecadação, de receita. (…) Esse é um componente que pesa muito no preço da energia local”, assinala. (O Dia)

Secretário Florentino Neto vai à Assembleia e apresenta números assustadores

Secretário foi a Alepi explicar crise na Saúde (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

O dado assustador é do próprio secretário de Saúde do Piauí, Florentino Neto. Após participar de reunião nesta quinta-feira (29) na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, ele revelou que de janeiro de 2017 até outubro deste ano, mais de 500 mortes de bebês e mães ocorreram na Maternidade Dona Evangelina Rosa, a maior do Piauí.

De acordo com Florentino, de janeiro a outubro de 2017 foram 298 mortes. Já de janeiro a outubro de 2018, foram 193 mortes. Somando esses dois números, o resultado é 491 óbitos. No entanto, como não entraram nessa conta os meses de novembro e dezembro de 2017 e  o mês de novembro de 2018, não é imprudente afirmar que mais de 500 mortes aconteceram na maior maternidade pública do Piauí de 2017 até agora.

Como se não bastasse o número já ser exorbitante apontado pelo secretário, deputados estaduais da oposição afirmam que o total de mortes em 2018 passa de 200 e não 193, como informa o secretário. Gustavo Neiva (PSB) trabalha com o número de 268 mortes somente este ano na unidade materno-infantil, sendo 253 bebês e 15 mães.

Florentino garante que tudo é investigado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)Florentino garante que tudo é investigado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

O QUE DIRIA PARA AS FAMÍLIAS?
Após a reunião na Assembleia, o Política Dinâmica questionou Florentino Neto: Se o senhor tivesse a oportunidade de estar de frente com as famílias dos bebês que morreram na Maternidade Dona Evangelina Rosa, o que o senhor diria para essas famílias? O gestor, que assumiu a Sesapi em maio de 2017, garantiu que tudo está sendo devidamente apurado.

“Essa é uma situação que está sob análise. Nós temos uma comissão de investigação de óbitos na Maternidade Dona Evangelina Rosa, temos toda uma responsabilidade para com esses dados e essa comissão está investigando a causa de cada óbito. No ano de 2017, de janeiro a outubro, nós tivemos lá 298 mortes. Nesse período, de janeiro a outubro de 2018, tivemos 193. Ou seja, do ano passado para cá, nós já conseguimos diminuir o número de óbitos na Maternidade Dona Evangelina Rosa”, explicou.

CASOS COMPLEXOS
Mesmo apontando redução em relação a 2017, Florentino fez questão de destacar que a Maternidade Evangelina Rosa é uma unidade de alta complexidade, ou seja, recebe os casos onde a mãe ou o bebê já chegam com a necessidade de cuidados ‘extremamente especiais’, como UTI materna ou UTI infantil. Apesar disso, ele reconhece que é urgente a necessidade de melhorar os atendimentos e equipar a unidade, construída na década de 1970.

Questionamentos foram respondidos (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)Questionamentos foram respondidos (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

NOVA MATERNIDADE
O secretário lembrou também que a construção da nova maternidade de referência para o estado do Piauí, na avenida Presidente Kennedy, em Teresina, vai ajudar a transformar essa difícil realidade. “Nós vamos sair de um prédio improvisado para um prédio que foi pensado para ser maternidade desde a sua concepção. Um prédio para o qual nós já temos R$ 51 milhões assegurados e que nós vamos executar a primeira fase da obra para que ela fique em condições de funcionamento”, informou.

O valor do contrato para construção da nova maternidade é de R$ 86 milhões, mas ele explica que a primeira parte será concluída e equipada até o quinto andar. Com o restante do recurso que ainda precisa ser adquirido, serão finalizados o sexto, sétimo e oitavo andares, mas já com os primeiros cinco oferecendo plenas condições de funcionamento. “Concluída a primeira fase da obra, a maternidade já poderá ser instalada lá e funcionar lá”, assegurou. A nova maternidade só deve começar a funcionar daqui a mais ou menos dois anos. (Gustavo Almeida)

Depois de Sobral, Coral da Cidade de Parnaíba se apresenta em Teresina

Atravessando o sertão, enfrentando o calor, um grupo de jovens que compõem o Coral da Cidade de Parnaíba tem levado o canto para além da sua cidade. E um dos lugares que eles resolveram ir foi a cidade de Sobral, no Ceará, onde participaram, recentemente, do Festival Cantares.

“Este festival é de suma importância para a música coral no Brasil, divulgando grupos do Nordeste. Assim que fomos convidados ao festival, reunimo-nos em busca de recursos. Bazares, bingos e feijoadas foram realizados para pagar as passagens. Tudo com muito sacrifício que geraram excelentes resultados. Conseguimos o que queríamos. Levamos quase todos os integrantes, e os que não viajaram foi porque estavam doentes. Levamos na bagagem quatro obras para coral a quatro vozes”, relembra Beetholven Cunha , regente do coral.

A experiência foi tão proveitosa e cheia de muitos desafios, afinal, até então eles nem recursos para irem tinham, e conseguiram. E foi essa força de vontade em querer levar a frente esse projeto e dividir com os outros essa experiência que o grupo está mais uma vez saindo de sua zona de conforto, a cidade de Parnaíba, e irá pegar novamente a estrada.

No repertório ‘Cio da Terra’, de Chico Buarque e Milton Nascimento, com arranjo de Ana Yara Campos; ‘Rosa Amarela’, de Heitor Villa-Lobos; ‘Peixe Vivo que faz parte da obra do Beetholven, da composição Ciclo Brasileiro; ‘A Velha Estação’ do livro 2 das Sete Canções de um lugar’, composto também por Cunha.

“Devo dizer que Parnaíba tem muito que se orgulhar do seu coral. Levamos a emoção de um repertório bem elaborado para muitos que nem sabiam da existência da música coral em Parnaíba. Fomos muito aplaudidos. Todo o sacrifício valeu a pena. O repertório que levamos era simultaneamente tradicional e autoral, fazendo todo o diferencial nesta apresentação”, completa Beetholven.

Na cidade de Sobral, o coral se apresentou no Teatro São João. Construído no final do século XIX, não é um teatro de grandes proporções, mas impressiona imensamente o estilo e forma desta casa dedicada a pequenos concertos e recitais. “Um belo teatro dedicado a arte das musas. Foram seis corais a se apresentar. Eram corais numa maioria comunitários e universitários. Corais de musical que fizeram belas performances. Corais com arranjos populares.

Todos bonitos e afinados. Participar de festivais ou encontro de corais sempre nos ajuda a sabermos onde estamos e onde devemos chegar”.

No final do ano, o coral está preparando uma programação de natal que irá acontecer na cidade de Parnaíba, além de outros cidades próximas. E os projetos não param por aí. A ideia, segundo Beetholven Cunha, é levá-lo para o Festival Internacional de Corais em Vinhedo, São Paulo. “Há alguns anos estive lá com o coral infantojuvenil Trauteando, da cidade de Água Branca. Estamos aguardando a seleção”.

O Coral da cidade de Parnaíba foi convidado ainda para se apresentar em Teresina no dia 2 de dezembro, no Palácio da Música, dentro do projeto.

Por Liliane Pedrosa/MN

O futuro depende de que?

Por: Clemente Ganz Lúcio(*)

O que se conhece como emprego, ocupação, direitos sociais e trabalhistas e Estado está mudando e se transformará radicalmente nos próximos anos. O que virá é completamente desconhecido. Organizada a partir do mundo do trabalho, a luta por direitos, pela liberdade, democracia, igualdade e justiça terá que ser reinventada.

Crianças e jovens de hoje serão os construtores do novo mundo, por meio do trabalho. Somente eles, que participarão desta construção, poderão achar as respostas para problemas, desafios, conflitos e contradições que surgirão, e serão inéditos. Para esse mundo que romperá com as atuais referências, será necessário criar adequadas formas de organização, de mobilização e de luta. A luta social e sindical terá que ser profundamente modificada.

E quais serão essas mudanças todas? A organização do sistema produtivo capitalista, oriundo das três revoluções industriais, está ficando para o passado. Há novos paradigmas produtivos irrompendo no cotidiano no mundo da produção e do consumo, alterando todas as dimensões do mundo do trabalho. A riqueza financeira, reunida em fundos de investimento e articulada pelos bancos, está comprando as empresas nacionais e multinacionais e a riqueza natural. O objetivo é gerar o máximo lucro para distribuir resultados trimestrais para os acionistas. As estratégias e funções econômicas e sociais dessas organizações são outras.

Verdadeiros tsunamis de inovação tecnológica visam incrementar a produtividade e passam a substituir intensivamente o trabalho humano na indústria, na agricultura, no comércio e nos serviços. As mais variadas máquinas tomam o lugar do homem na força de trabalho e, de maneira acelerada, ampliam as possibilidades de substituir a inteligência humana em amplas áreas de conhecimento e profissões. Os efeitos disruptivos sobre as ocupações, os empregos e as profissões já são, e serão cada vez mais surpreendentes, e, muitas vezes, devastadores.

São transformações por dentro do sistema capitalista de produção, de consumo e de distribuição, que agora se defrontam com as potencialidades e o poder das máquinas; com o desemprego estrutural de massas excluídas; com o aumento da desigualdade, sem precedentes; com os problemas ambientais (as mais diversas formas de poluição, a mudança climática e o aquecimento global); com as múltiplas formas de guerra, inclusive a nuclear; com a escalada da violência, das drogas, do tráfico. Ou seja, a quantidade (quase incontável), a complexidade e a escala dos problemas afetarão de maneira radical diversas dimensões do mundo do trabalho.

Essas transformações promoverão rupturas em todo o sistema produtivo. Os agentes econômicos já viabilizam a máxima flexibilidade para promover, atuar e reagir a essa transformação, sem resistência e com segurança. As mudanças institucionais (reforma trabalhista, por exemplo) preparam e entregam esse ambiente. As reformas dos Estados, privatizações e venda de recursos naturais oferecem ao mercado ampliadas oportunidades de negócio. Está claro para a elite que as democracias devem ser controladas, para não gerar insegurança (a chamada confiança do investidor), e orientadas para aguentar as mudanças. Onde não for possível ou houver resistência, as democracias podem ser sacrificadas!

O Brasil, com as riquezas e o sistema produtivo, é um dos maiores jogadores nesse mundo e faz parte desse tsunami transformador.

O sindicalismo tem o desafio de mergulhar na reflexão sobre o futuro, prospectar os desafios, articular a compreensão da complexidade e enunciar lutas inovadoras para essa nova etapa histórica. O sindicalismo tem, mais uma vez, a tarefa de trazer para o jogo social o trabalhador como sujeito coletivo, como classe, como ator político que constrói a história de todos, das nações, dos países e, hoje, do planeta.

É preciso pensar 10, 20, 30 anos para a frente. Por isso, os principais protagonistas desse movimento são os jovens trabalhadores. Serão eles que estarão produzindo, revelando as contradições da nova produção e distribuição desse outro sistema capitalista. É esse mundo, que será nosso também, mas produzido pelos jovens, que deve instruir o debate. Serão os jovens de hoje que terão que imaginar e criar outras formas de luta a partir do mundo do trabalho. São eles que terão que se colocar em movimento. Nós seremos seus companheiros de luta e estaremos juntos, para o que der e vier, enquanto estivermos vivos!

(*)Clemente Ganz Lúcio é  Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização

Novo ministro promete pagar 13º do Bolsa Família

Estadão Conteúdo

Na primeira entrevista após ser anunciado futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) disse ontem que o novo governo vai cumprir a promessa de campanha de Jair Bolsonaro e o 13º para o Bolsa Família será pago. O Ministério vai reunir as pastas do Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura, além de parte do acolhimento a dependentes da Secretaria de Drogas.

Ele avisou que serão feitos novos pentes-finos nos programas sociais, de forma a reduzir ainda mais irregularidades que ainda possam existir e liberar recursos para o pagamento de mais benefícios a quem realmente precisa.

O Ministério da Cidadania estava sendo reivindicado pela bancada evangélica e, ainda, o senador derrotado à reeleição Magno Malta (PR-ES). Este último está, até agora, sem lugar no governo Bolsonaro. Com a escolha de Terra para a Cidadania, Bolsonaro reforça o discurso de compor os ministérios com indicação de bancadas e não de partidos.

Reajuste causará impacto de R$ 9 milhões no Piauí

O desembargador Erivan Lopes colocará em pauta o aumento para os desembargadores da corte. Foto: Assis Fernandes/ODIA

O aumento salarial que elevou em 16,3% os vencimentos dos ministros do Superior Tribunal Federal (STF) também terá repercussão no judiciário dos Estados, já que serve como parâmetro para estes. Em entrevista a imprensa local, o desembargador Erivan Lopes, presidente do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), explica, que o incremento nas despesas da instituição para 2019 será de aproximadamente R$ 9 milhões. “Mas isso perfeitamente absorvível pelo orçamento do Tribunal”, afirma.

Como o salário dos ministros do STF são uma espécie de balizador para outras esferas do Judiciário, o impacto pode ser ainda maior, já que juízes, desembargadores, defensores públicos, procuradores do Ministério Público Estadual e demais carreiras terão seus vencimentos reajustados automaticamente com a decisão.

Nas negociações entre o STF e o Executivo Federal para aprovação do novo reajuste, acertou-se o fim do auxílio moradia para juízes. O desembargador do TJ-PI esclarece que isso se tratou de uma tentativa do próprio Judiciário em conseguir uma reposição salarial que abarcasse uma reposição da inflação. Ele anunciou que na próxima semana colocará em pauta no plenário do Tribunal, o aumento para os desembargadores da corte e extinção do subsídio.

“A magistratura brasileira vinha sendo sacrificada, porque estamos há anos sem a reposição da inflação. A magistratura é um poder, não menor que os outros. Ela contornou essa dificuldade encontrada com o Legislativo e com o Executivo em não rever o valor dos subsídios, com a implementação do auxílio moradia. Creio eu que com a sanção da lei que reparou esse equívoco histórico, e não há mais razão da existência do auxílio moradia”, comenta Erivan.

Segundo a Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado, o efeito cascata provocado pelo novo reajuste salarial dado aos ministros do STF causará um impacto de pelo menos R$ 5,3 bilhões anuais no orçamento da União, ficando a maior parte disso para os Estados, que serão impactados em quase R$ 3,6 bilhões, no mínimo.

Edição: Biá Boakari
Por: Breno Cavalcante

Segurança Pública:”A crise que assombra”

Por:Arimatéia Azevedo

A crise da segurança pública do Piauí está em via de chegar ao descalabro de um estado sem controle, com os primeiros sinais da violência desmedida chegando em passos largos e por repetidas ações da barbárie. Os carros da polícia estão sem combustível, e , em muitos casos, os policiais rodando no próprio veículo e com o combustível saindo dos próprios bolsos, o que é, há de se convir, um absurdo.

No interior, a situação beira a irresponsabilidade, porque nada está funcionando na polícia civil do Piauí. Ou seja, o sinal de que a violência pode chegar de uma forma bem mais rigorosa na capital foi dado ontem, com o retorno dos assaltos aos carros fortes, com violência e ousadia, como se viu em São João da Varjota, bem no centro do Piauí, nos moldes do que aconteceu três dias antes, em Bacabal, no Maranhão. Se o governador Wellington Dias diz que precisa reduzir urgentemente as despesas em pelo menos R$ 150 milhões, tão importante quanto isso é que os primeiros passos para fazer a máquina funcionar sejam visíveis ainda este ano, especialmente porque, nas proximidades do Natal, aumenta o número de assaltos, de assassinatos, de roubos e crimes de toda espécie. Ou a polícia age para inibir os ladrões, ou a população será vítima indefesa de uma polícia sem ação e sem meios.

Chega a ser desrespeitoso até para o eleitor se ouvir o e ex e futuro secretário de segurança mais preocupado no momento em falar em candidatura à prefeitura numa eleição que só ocorrerá daqui a dois anos.

Deputado Assis Carvalho: Na mira de Sérgio Moro?

Por enquanto, Assis Carvalho está sendo salvo pela ação protetora do desembargador federal Ney Belo, que, além de já ter pedido vista duas vezes consecutivas no mesmo processo, acaba de evitar seu julgamento – que seria dia 27 último, aceitando a manobra da mudança de advogado em cima da hora. 
Essa é a quarta vez que Bello retira o processo de pauta.

Lá vai!

Tem gente informando à coluna que vai fazer chegar ao CNJ, ao futuro ministro Sérgio Moro e até à recém-eleita deputada Joyce Hasseman, todas essas manobras no caso Assis Carvalho no TRF da 1ª Região.

Itaipava

Vem cá, onde é ou será o local da fábrica da Itaipava, na cidade de Picos?
Porque lá não há vivente que saiba onde fica, para essa cervejaria receber incentivos do Estado.

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A viagem de Wellington Dias, bem como dos demais governadores a Londres seria financiada pela Ambev.
E todos sabem que quem tem espaço no governo local é a Itaipava. (Portalaz)

Oposição quer impedir diplomação do Governador Wellington Dias

KELVYN COUTINHO

JOSEFA GEOVANADE TERESINA

A oposição ao Governo do Estado na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) divulgou que irá encaminhar à Justiça um pedido para que não haja a posse da chapa majoritária eleita nas eleições 2018. Segundo declaração do deputado estadual Robert Rios (DEM), o governador não poderia encaminhar à Alepi o Projeto de Lei 41/2018, que trata sobre a implementação do Programa de Recuperação de Créditos Tributários do Estado (Refis).

Em entrevista na Alepi, Robert Rios afirmou que houve conduta vedada e que isso teria tornado a eleição “uma fraude”. “Essa eleição foi uma fraude e o Ministério Público tem que agir o quanto antes. Toda a chapa majoritária, assim como os senadores e seus suplentes, estão contaminados por vício eleitoral. A expectativa da oposição é de que nem o governador, nem os senadores possam ser empossados. A lei eleitoral foi estuprada no Piauí”, disse.

O parlamentar ainda declarou que somente o ato de enviar o Projeto de Lei do Refis já configura a conduta vedada por parte de Wellington Dias. “Quanto ao Refis, só o envio da mensagem do governador para a Assembleia já é uma conduta vedada pela lei eleitoral. Ele não poderia nem sequer enviar. É irrelevante se a Assembleia recebeu, aprovou ou não aprovou. Ao enviar, cria-se uma expectativa  que as pessoas que devem ao estado poderão se beneficiar, e isso desequilibra o pleito”, explicou.

O Projeto de Lei que trata sobre o Refis foi aprovado nas Comissões de Justiça e de Finanças da Assembleia Legislativa e poderá ser apreciado no plenário ainda nesta quarta-feira (28).

Wellington Dias sobre o assunto

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), relatou que “não há impedimento legal” para o encaminhamento do Projeto de Lei para o Legislativo, visto que vários estados da federação tomaram a mesma iniciativa.

  • Foto: Hélio Alef/ViagoraDeputado Robert RiosGovernador Wellington Dias

“Primeiro que não há impedimento legal. Todos os estados o estão fazendo e isso foi uma determinação do Confaz, junto com as procuradorias e não há nenhum impedimento. Vamos realizar uma forma não só de viabilizar melhores condições para o contribuinte, como também de ter receitas a ser colocadas”, declarou Dias. “Neste caso, há menos problema ainda, porque o gestor deste mandato é o mesmo gestor do próximo mandato, quero dizer, de qualquer modo não há nenhuma retirada de receitas de outros gestores”, finalizou o governador. (Viagora)

 

Jovem assassinado estudava 15 horas por dia para passar no vestibular

O assassinato do estudante de Medicina Antônio Rayron Soares de Holanda, de 22 anos, interrompeu os sonhos do jovem, que estudava 15 horas por dia para ser aprovado no vestibular de Medicina, um dos mais concorridos do país. Em entrevista ao O DIA, no ano de 2015, Rayron Holanda falou sobre a concretização do sonho de cursar Medicina na capital. Três anos depois, o jovem foi morto com um tiro no peito no terminal de ônibus da avenida Miguel Rosa, zona Sul de Teresina, quando ia para um estágio do curso. O principal suspeito é um menor apenas dois anos mais novo do que Rayron na época da sua aprovação.

Natural de Elesbão Veloso e vindo de família humilde, o jovem relatou ao O DIA que descobriu a sua paixão pela área de saúde ainda no ensino fundamental, e passou a se dedicar a ser aprovado para o curso de Medicina. Após prestar Enem como treineiro, foi em 2014 que Rayron Holanda conseguiu a pontuação de 785,86 pontos, sendo aprovado para Medicina na Universidade Federal do Piauí e em uma faculdade particular da capital.

Na época, o jovem atribuiu a sua conquista ao apoio familiar e à dedicação integral ao vestibular, chegando a estudar 15 horas por dia, com pausas apenas para lanchar. “De segunda a sábado, de 7h às 13h30min, o estudante frequentava o colégio e assistia todas as aulas. Pela tarde, quando chegava em casa, o jovem almoçava, descansava por alguns minutos e continuava estudando até meia-noite”, relatou a jornalista Aldenora Calvacente, que entrevistou Rayron.

“A sensação de ver meu nome na lista dos aprovados foi uma das melhores sensações da vida. Sinto que tudo que eu abdiquei durante esses anos, todo o esforço que eu fiz, teve recompensa”, concluiu na época. Após o tão sonhado resultado, Rayron viajou para Elesbão Veloso, cidade onde ainda mora o pai e o irmão mais novo, para comemorar a aprovação. Neste domingo, a Universidade Federal do Piauí organizou uma campanha para ajudar a família do jovem a levar o corpo para o município, onde foi enterrado.

Por: Nathalia Amaral, com informações de Aldenora Calvacante.

O Brasil vai mudar

Por:José Antonio Puppio (*)

As eleições para presidência, governos estaduais, deputados federais e estaduais e senadores mostraram que não há mais espaço para a mesmice. É preciso renovar, inovar e governar com os olhos no povo brasileiro e não nas próximas eleições. O novo governo brasileiro, que inicia sua gestão em janeiro de 2019 já mostra força e garra para mudar tudo o que é necessário dentro do Brasil e inovar o que for necessário para garantir a governabilidade .

Com indicações de ministros e corpo técnico baseadas em sua comprovada experiência e não em acordos políticos,  traz para o povo brasileiro a esperança de que teremos um trabalho sério e competente, com vistas a eliminar nossos problemas que se estendem há anos.

Logo de início,  o novo governo mostra que o país não precisa de 29 ministérios, os quais poderão ser reduzidos para 16 ou 17, valendo lembrar que Brasília tinha 16 ministérios no mandato de Juscelino Kubitschek  em 1960. Deve se  ressaltar ainda que o número de ministros praticamente triplicou nos últimos 24 anos, uma vez que no governo Collor, primeiro presidente eleito depois do período militar, eram 12 ministérios.

O novo governo mostra força também quando decide acabar com a sustentação de programa que somente alimentava a ditadura de Cuba o programa de “Mais Médicos”,  o qual somente oferece boas coisas para a ditadura do “Castro”.

Pelas medias anunciadas e pelo início das movimentações, podemos prever o país crescendo, acima do que vinha crescendo, pois, aliadas às boas medidas já anunciadas, temos a certeza que os ministérios estarão em boas mãos. Os ��ltimos  governos , que deixaram  o pais de quatro, finalmente foram afastados pelo poder do voto de milhões de brasileiros que legitimamente elegeram um governo que,  por tudo que estamos vendo,  acertaram na última eleição. O Brasil foi roubado por uma quadrilha “monstro” que deixou o país em uma recessão sem precedentes.

 Mas por tudo que estamos vendo, fica a convicção que “Acertamos” na última eleição.

(*)J.A.Puppio é empresário e autor do livro “Impossível é o que não se tentou”

ACORDÃO DOS CORRUPTOS:Reforma da Lei de Execuções pretende dificultar a prisão para corruptos

Deputados tentam votar projeto que impede a prisão de condenados por corrupção. Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Parlamentares que malandramente tentam votar ainda este ano a reforma da Lei de Execução Penal tentam aprovar a regra que impede a condenação à prisão de acusados dos crimes considerados de “menor potencial ofensivo”. Seriam enquadrados na nova regra os crimes que preveem pena de até três anos. O que eles não contam é que corrupção está entre os crimes em que a prisão seria dificultada. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Entre os truques da reforma da Lei de Execução Penal está a previsão de suspender eventuais sentenças contra corruptos ou sua comutação.

Mais de 50 deputados federais são investigados e mais de cem citados na Lava Jato, todos sujeitos a julgamento e condenação por corrupção.

Juiz experiente, o deputado federal eleito Luiz Flávio Gomes (PSB-SP) adverte que a aprovação desse projeto será o triunfo da impunidade.

Para Luiz Flávio Gomes, o projeto não deveria ser votado pelos atuais deputados federais, até porque 52% foram derrotados nas urnas.

Ex-presidente dos Correios pode substituir Afif no comando do Sebrae Nacional

                                         Embate entre ex-deputado João Henrique e ex-vice-governador José Cairoli (RS) pega fogo

O conselho deliberativo do Sebrae Nacional definirá nesta quinta (29) a sucessão de Guilherme Afif Domingos como diretor diretor-presidente, além de outros dois diretores. Amigo pessoal do presidente Michel Temer, ex-presidente dos Correios e atualmente no Sesi, o ex-deputado João Henrique Souza disputa a sucessão de Afif contra José Paulo Cairoli, ex-vice governador do Rio Grande do Sul. A disputa está pegando fogo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Também será eleito o novo presidente do conselho deliberativo, órgão máximo do Sebrae. José Roberto Tadros (CNC) é o favorito na disputa.

Tadros, que é da Confederação Nacional do Comércio (CNC), disputa contra George Pinheiro, da Confederação das associações comerciais.

Os ex-ministros Carlos Melles e Vinícius Lages disputam as duas diretorias contra Merivaldo de Melo e Antonio Alvarenga Neto.

Deputado federal Assis Carvalho consegue adiar seu julgamento em Brasília

Assis Carvalho (PT)

Por manobras que são muito comuns no Direito, o prefeito Gil Carlos e o deputado federal Assis Carvalho escaparam dos julgamentos a que seriam submetidos ontem, no TRE-PI e no TRF da 1ª Região, respectivamente. 
Os advogados de Gil conversaram com o relator do processo que o retirou de pauta.

Esperteza

Já no caso de Assis Carvalho foi diferente. Ele trocou de advogado que, por sua vez, demonstrando total desconhecimento do processo, pediu adiamento. 
E sabe quem concedeu o adiamento: o desembargador Ney Belo, velho conhecido do réu, que já havia pedido vista duas vezes no mesmo processo.

Sem risco

Por essa esperteza, Assis Carvalho, que já tem contra si um voto a favor de sua condenação, não será mais julgado este ano e sem risco para a sua diplomação como deputado federal. 
Esse, quando não bota fogo, também sabe costurar apoios.

(Portalaz)

Em Vitória, outro prédio da Petrobras e mais um escândalo de corrupção

O edifício da Petrobras em Vitória foi estimado em R$90 milhões e acabou por R$567,4 milhões.

Outro edifício-sede da Petrobras vai gerar a qualquer momento mais um escândalo de gatunagem no governo do PT. Há dias, o edifício de R$680 milhões da estatal em Salvador resultou na operação Sem Fundos, da Polícia Federal. Mas há outro construído em Vitória (ES), cujo custo inicial era de R$90 milhões, na licitação subiu para R$436,6 milhões, no contrato foi a R$486,1 milhões e, após aditivos, totalizou mais de meio bilhão de reais, ou sejam, R$567,4 milhões. Os valores foram aferidos em investigação do Tribunal de Contas da União (TCU). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O TCU começou a investigar em setembro de 2015 a treta no edifício da Petrobras em Vitória. O caso é investigado também na Lava Jato.

Não tinha perigo de dar certo: duas das três empresas do consórcio contratado estão envolvidas na Lava Jato até o pescoço.

O consórcio vencedor contratado (Odebrecht, Camargo Corrêa e Hochtief) realizou apenas 16,5% da obra e terceirizou todo o restante.

Em relatório, o TCU identificou “indícios robustos de sobrepreço” e acusou “falta transparência e confiabilidade nas cotações”.

Wellington Dias promete acabar com penduricalhos do governo

Governo faz reunião para discutir soluções para as finanças do Estado

governador Wellington Dias (PT) está prometendo acabar com vários penduricalhos da máquina administrativa, demitir servidores e reduzir despesas para poder economizar R$ 150 milhões e garantir o funcionamento do seu governo, agora no quarto mandato.  

Para tanto, o governador realizou uma reunião com sua equipe de governo na tarde desta segunda-feira (26/11) para discutir uma alternativa para a redução de despesas no estado do Piauí. De acordo com ele, as medidas que serão tomadas não dependem do Legislativo pois se tratam de alternativas que se dão dentro da própria estrutura de governo.

“Dado a avaliação da realidade, o final de um mandato, nós temos a conclusão de vários contratos, de diferentes áreas, não se tratam de obras, são contratos relacionados a custeios, especialmente, em relação a extra quadros. Então, eu estarei aqui anunciando medidas nestas áreas voltadas para a contenção de despesas, voltadas para adequar a realidade do momento”, declarou ele.

Segundo o governador, as reduções serão aplicadas em quadros provisórios, como contratos de manutenção, contratos de assistência técnica, contratos de aluguel de veículos e que exigem, da parte de servidores, diárias e um conjunto de outras despesas. De acordo com ele, o objetivo é alcançar uma redução R$ 150 milhões ao ano, que representa aproximadamente R$ 14 milhões ao mês.

Ao ser questionado acerca do projeto para diminuição dos números das coordenadorias e secretarias do Estado, Dias afirma que as mudanças possuem dois objetivos, porém, não estão finalizadas. “Não vamos estar fazendo somente a adequação para o programa de governo, mas também para a contenção de despesas, essas dependem de aprovação legislativa e ainda não concluí esses levantamentos”, disse.

O secretário Rafael Fonteles acrescentou que o governador já tem analisado as diversas propostas de reduções e que nesse momento ele permanece estudando para ver qual o modelo final que ele irá propor para a Assembleia Legislativa. Fonteles afirma também que devido a crise, fiscal todas as áreas deverão contribuir para um melhor funcionamento do Piauí.

“Agora dado que a crise fiscal chegou em seu momento máximo em todo país, em várias federações,  estados e municípios, não dá para se especificar uma área, o fato é que todas deverão contribuir para esse ajuste nas contas públicas necessárias para o equilíbrio final”, ressaltou ele.

Estiveram na reunião os secretários Florentino Neto, Rafael Fonteles e demais gestores da administração direta e indireta do governo.

Produção de conteúdo ou Fake News?

Por:Reinaldo Moura(*)

Quando as livrarias passaram a ocupar amplos espaços de lojas próprias ou em shoppings centers, com uma decoração de fazer inveja para criar ponto de encontros, sofás e pufes à disposição dos leitores, tudo isto regado a um café ou refrigerantes em um ambiente mais confortável que as praças de alimentação, estavam na legítima busca da inovação.

Mas, antes mesmo desta crise que o mercado editorial vem sentindo, a cadeia de livros já estava enfrentando há mais de dez anos outras inovações como o Wikipédia, YouTube, Google entre tantas outras fontes de conhecimento.

Verificava-se já uma fuga em massa dos consulentes de bibliotecas, onde encontravam restrições para reproduzir uma página de um livro, armazenamento de informações e etc.

Hoje, qual a motivação de um autor investir na busca de conhecimentos específicos e escrever um livro, sabendo que este conteúdo em questões de segundos pode estar gratuitamente nas mãos de milhares de pessoas? Somente marketing? Sim, importante, mas se o autor desconhecido depender do ganho financeiro da venda do livro: esqueça!

Os paradigmas mudaram…

Quantos livros são distribuídos gratuitamente no lançamento? Os descontos no preço de capa, distribuidoras, correio etc.

E ainda veio a Amazon com toda a sua agressividade em transformar o acesso a qualquer coisa em uma facilidade cada vez maior!

Quem perde ou ganha com tudo isto? O cliente, consumidor final de um livro seja técnico, ficção, ou não ficção enfim qualquer obra literária.

Enquanto se mudam os paradigmas, algumas gerações já estão se desencantando em colocar seus conhecimentos no papel e distribuí-los para aqueles que tanto precisam ler… O desafio cada vez maior, daqui para a frente, será separar o “joio do trigo”, os conteúdos de qualidade das “fake” ou apenas “marketing” news.

(*)Reinado Moura é engenheiro e mestre em Ciências e Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e fundador do Grupo IMAM, que há mais de 30 anos atua na área editorial, de consultoria e treinamento em logística

 

Calçamento de meio milhão do governo do Estado afunda no Piauí

Caminhão atolou no trecho pavimentado (Foto: Reprodução/Facebook)

Um calçamento de quase meio milhão de reais, recém-construído, não aguentou o peso de um caminhão no Sul do Piauí. A obra na comunidade Lagoa da Firmeza, zona rural de São Raimundo Nonato, é de responsabilidade da Secretaria de Estado das Cidades (Secid), com dinheiro oriundo de empréstimo do governo do Estado.

Com as primeiras chuvas começando a cair na região, o calçamento simplesmente afundou quando um caminhão-pipa tentou passar para abastecer as casas da localidade na segunda-feira (26). Uma moradora postou fotos da situação nas redes sociais e relatou que essa é a segunda vez que o calçamento recém-construído pelo Governo do Estado afunda.

Obra recém-construída cedeu em São Raimundo (Foto: Reprodução/Facebook)Obra recém-construída cedeu em São Raimundo (Foto: Reprodução/Facebook)

A empresa C.C.R de Assunção Macêdo, com sede em Teresina, é a executora da obra. Conforme o contrato assinado em junho entre a empresa e a Secretaria das Cidades, estão sendo investidos R$ 490.922,00 na pavimentação de 4.476,00 metros quadrados em paralelepípedo na localidade. Os recursos são da fonte 16, oriundos de empréstimo.

Foto feita por moradora mostra fragilidade do calçamento (Foto: Reprodução/Facebook)Foto feita por moradora mostra fragilidade do calçamento (Foto: Reprodução/Facebook)

Política Dinâmica tentou, nesta terça-feira (27), contato com C.C.R de Assunção Macedo através do telefone disponível no cadastro da empresa na Receita Federal, no entanto, as ligações foram encaminhadas para a caixa-postal. O contrato de execução da obra assinado entre a empresa e a Secretaria das Cidades vence no dia 31 de dezembro.

Placa mostra o valor empregado na pavimentação (Foto: Reprodução/Facebook)Placa mostra o valor empregado na pavimentação (Foto: Reprodução/Facebook)

A vereadora de São Raimundo Nonato, Ana Maria Dias (PT), se manifestou na postagem feita pela moradora da localidade Lagoa da Firmeza. Se apresentando como responsável pela conquista da obra para a comunidade, ela disse que procurou a empresa C.C.R de Assunção Macedo e foi informada que a obra ainda não está totalmente pronta. (Gustavo Almeida)

Projeto “Coração Solidário” na Fundação Raul Bacellar

Será dia 1º de dezembro/2018, sábado, das 7h às 11h30, na Fundação Dr. Raul Bacellar (Rua Vera Cruz, 744), o atendimento gratuito de eletrocardiograma (pessoas com 50 ou mais de idade); medição de pressão arterial; teste de diabetes (glicemia); verificação de tipo de sangue, além de outros atendimentos.

chegue cedo! São poucas vagas para atendimento!

Rotary Clubs: Parnaíba,Igaraçu e Litoral; Lions Club; Lojas Maçônicas de Parnaíba e Grupo de Escoteiros – GERFUBA

O Governador Wellington Dias quer ir com a família dar uma volta ao redor do planeta?!!!!

O governador com seu secretário de Fazenda Rafael Fonteneles

Apertando o cinto

Definitivamente, o Piauí não é para amadores. Num dia, o secretário de Fazenda ocupa a mídia local para declarar que o Estado vai cortar gastos.

A medida, segundo ele, tem o objetivo de economizar, pois o pagamento da folha de pessoal do Estado corre o risco de atrasar nesta virada de ano.

Perto da lua

No outro dia, sai a notícia de que o Estado iria licitar R$26 milhões em horas de jatinho e de helicóptero para os deslocamentos do governador durante um ano.

Não é nada, são 222.200 km de voo em um jato biturbinado.

Volta ao mundo

Uma volta ao redor da terra tem aproximadamente 40.000 quilômetros.

Desse modo, o que o Governo do Piauí está querendo licitar daria perfeitamente para dar mais de cinco voltas ao redor do planeta.

(Por: Zózimo Tavares)