CAIXA MANTÉM EM SEGREDO PESSOAS QUE GANHARAM LOTERIA 500 VEZES
Álvaro Dias apresentou seu projeto após alguém ser “premiado” mais de 500 vezes. “Um outro ganhou mais de 240 vezes em um mês”, diz.(Cláudio Humberto)
CAIXA MANTÉM EM SEGREDO PESSOAS QUE GANHARAM LOTERIA 500 VEZES

No entender da colunista, o governo acha que Delcídio pode ser o “fio desencapado” que os investigadores da Operação Lava Jato tanto buscavam e que o universo político tanto temia. Ou seja, aquele personagem capaz de, com suas revelações, envolver pessoas de partidos da situação e até da oposição em situações constrangedoras.

Em julho, em entrevista ao jornal “A Crítica”, de Campo Grande (MS), Delcídio do Amaral explicava porquê, em meio à crise, aceitou ser líder do governo no Senado.
Comecemos pela boa para Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, terceira colocada na eleição presidencial do ano passado: ela é quem mais se beneficia politicamente com a situação do país ladeira a baixo.
A mais recente pesquisa nacional do Datafolha, aplicada na semana passada, mostra que Marina subiu três pontos (de 18% para 21%) e agora aparece tecnicamente empatada com Lula (22%) no segundo lugar.
Aécio lidera a pesquisa (31%). Mas caiu quatro pontos em relação à anterior. Quando Alckmin é o candidato do PSDB, Marina lidera com 28%, seis pontos a mais que Lula (que caiu quatro desde junho), e 10 a mais que Alckmin.
A primeira notícia ruim para Lula: quase metade dos eleitores ouvidos (47%) diz que não votaria nele de jeito nenhum. É uma taxa de rejeição inferior apenas a de Ulysses Guimarães (52%) quando foi candidato a presidente pelo PMDB em 1989.
Aécio é rejeitado por 24%; o vice Michel Temer (PMDB), por 22%; Alckmin e Marina, por 17%.
A segunda notícia ruim para Lula: a imagem dele como ex-presidente está despencando. Em 2010, ele era visto como o melhor presidente que o Brasil já teve por 71%; caiu para 56% no fim de 2014; 50% em abril; e 39% agora.
Lula corre o risco de virar suco.
Em Parnaíba, foi realizada no início da noite desta sexta-feira (27/11), a oficialização matrimonial de mais de 155 casamentos comunitário dos Registros Civil. Esta ação é uma idealização da Prefeitura de Parnaíba e o Programa Justiça Itinerante, que possibilitou a realização do sonho de muitos casais. Cada qual corresponde a um caso diferente.

Daniel Santos – Proparnaiba.comNesses últimos dias tem se tornado pauta de debates em Parnaíba as opiniões sobre os Professores Renato Santos e Fernando Gomes. Ambos são pessoas públicas e de relevantes serviços prestados ao município e entorno. Não entrarei nas questões de quem está certo ou errado, quem se excedeu ou quem deve ceder.
Sou um “forasteiro” instalado nessa terra por opção pessoal há quinze anos. Outros há mais tempo, como os Silva, Furtado, Jacob, Clarck, Costa, Castelo Branco, Neves, Neres, Santos, Fontenele, Almendra, Machado… Desde os primeiros dias nessa terra, sou totalmente inserido, em todos os seus níveis. Sou naturalmente um crítico e sempre participo de algum debate sem maiores medos. A crítica é o elemento fundamental para a mudança e para evolução, porque é nela que se identifica por outra parte os pontos a serem melhorados, corrigidos, redirecionados. As vezes ela pode ser interpretada como a vontade do crítico em estar no lugar do criticado, embora isso possa ser verdade eventualmente, a rigor o crítico quer é colaborar com a construção de um mundo segundo suas crenças (sociais, políticas, econômicas, religiosas). Normalmente não gostamos de ser criticados, pelo menos no momento da crítica.
O Prof. Renato Santos, em sua crítica a Fernando Gomes, deixou claro que Parnaíba não gosta desse tipo de embate e que em sendo feito precisa de muita cautela. Ouso colocar que as causas dessa postura está calcada na cultura da harmonia e da paz pregada pela igreja ao longo desses três séculos de história e do compadrio na política. Em outros territórios o debate é uma prática comum no meio intelectual, o embate no meio empresarial e o combate no meio político, em maior ou menor grau. Na prática por aqui, isso se dá de maneira superficial, parcimoniosa, quase passiva. São muitos os exemplos: Porto, Aeroporto, ZPE, Tabuleiros Litorâneos, Turismo. Estamos parados? Não. No geral estamos evoluindo, se desenvolvendo, mas de maneira muita mais lenta do que poderíamos.
O Porto é uma lenda. O Aeroporto teve seu único voo regular cancelado. O Tabuleiros Litorâneos está com sua área irrigada estagnada há 5 anos. O Turismo idem. Temos polo educacional impulsionado pela explosão do ensino universitário privado que “arrastou” o ensino público na sequência. Parnaíba pouco participa das ações políticas do Piauí, mesmo sendo a segunda cidade e de forte participação histórica não se posiciona de forma contundente na busca por esses espaços.
Dando um recorte analítico na região Nordeste, quer seja pelas mãos do Estado (que tem como missão primeira promover o desenvolvimento) ou pela iniciativa privada, temos exemplos bem sucedidos de desenvolvimento como os pólos tecnológicos de Campina Grande e Recife, o de irrigação do Vale do São Francisco, a interiorização da indústria do Ceará, o pólo têxtil de Caruaru, as primeiras montadoras de automóveis da Bahia e Pernambuco, a apicultura do Piauí, a exploração dos Cerrados, dentre muitos outros.
Parnaíba ainda patina em relação as oportunidades existentes aqui e devemos compreender que os exemplos citados só se efetivaram com muito debate, muito embate e muito combate.
Agrônomo
Diretor do Sinte – PI, professor João Correia
Crescimento
Enquanto a União prevê uma queda 3,1% no PIB (Produto Interno Bruto), o Piauí deve, a contrário, crescer 3%. É o que afirma o governador Wellington Dias aonde quer que ande.
Setores
Nas contas do governador, esse crescimento será puxado por investimento em infraestrutura para produção de alimentos e de energias renováveis é uma das respostas para esse crescimento do estado.
Para baixo
Enquanto o governador navega em ondas de otimismo, analistas do Banco Santander trabalham com números nada animadores. Segundo o banco, a recessão vai acometer todos os Estados brasileiros neste ano, com exceção do Pará.
A queda na economia piauiense, segundo o Santander, será de 2,6%.(Portalaz)
Da Folha de S.Paulo – Marco Antônio Martins