Autor: Bernardo Silva
Heráclito a Lindbergh: ‘novo governo tratará você melhor que o Mercadante’
O deputado Heráclito Fortes e o senador Lindbergh Farias se encontraram agora na entrada do plenário da Câmara.
Em meio a cumprimentos afetuosos, o senador brincou: “Olha aqui o líder da conspiração”.
Heráclito retribuiu a brincadeira: “Lindbergh, o novo governo vai lhe tratar melhor que o Mercadante.(180graus)
Em meio a cumprimentos afetuosos, o senador brincou: “Olha aqui o líder da conspiração”.
Heráclito retribuiu a brincadeira: “Lindbergh, o novo governo vai lhe tratar melhor que o Mercadante.(180graus)
DEPUTADOS AGRIDEM A “LÍNGUA PÁTRIA” NA VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT
Pobre plural
Dilma, caiu, ontem, na votação do impeachment da Câmara dos Deputados. Mas, quem saiu mais maltratado, cruelmente maltratado, foram a concordância e o plural. A grande maioria pronunciava ‘impiti’.
Culpa do eleitor que vai para as ruas rugir como leão e, na urna, age como jumento.
Aliás…
Se a votação do impeachment fosse redação do Enem, mais de 90 por cento dos deputados que votaram teriam sido eliminados por fuga do tema.
Povo pensa mais no bolso.
É, né!?
Vendo a grande maioria dos deputados votando pelo impeachment e invocando a família, principalmente citando as esposas não custa lembrar que recente pesquisa confirma que 97% desses sujeitos têm amantes.
Sem desculpa
A elevada presença de deputados no plenário da Câmara, ontem, mostra que o velho Ulysses Guimarães sabia das coisas. Segundo o político paulista, em dia de votação importante, o único atestado para justificar ausência era o atestado de óbito.
Pouca gente
O impeachment pareceu final de campeonato, mas em Teresina a galera a favor e contra o processo não conseguiu reunir um grande público. A maioria das pessoas preferiu mesmo ficar em casa, assistindo pela TV.(Portalaz)
Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em direção a Jair Bolsonaro, do PSC fluminense, depois de dar o voto contrário à abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O parlamentar, no entanto, errou o alvo.
Antes, quando estava ao microfone para declarar a posição, Wyllys condenou Bolsonaro por ter exaltado o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar.
UOL
Prefeitura de Parnaíba continua sem reconhecer serviço de mototaxistas
Quem mente, rouba. E quem rouba, mata!
DILMA FORA, MINISTROS CAIRÃO NAS MÃOS DE MORO
Dilma decidiu nomear Lula ministro, conforme denunciou a Procuradoria Geral da República, para livrá-lo do juiz Sergio Moro.
Sendo afastada do cargo, Dilma terá de coçar o bolso para pagar sua própria defesa. A Advocacia-Geral da União deve defender a União.
Apesar de receber metade do salário se for mesmo afastada, Dilma poderá usar uma residência oficial do Alvorada ou da Granja do Torto.(Diário do Poder)
Impeachmant: Hoje é dia de traídos e traidores
Na manhã do dia da votação do seu impeachment, Fernando Collor ofereceu café aos senadores que o apoiavam, na Casa da Dinda, confiado na palavra deles de que não seria afastado.
Quando a sessão começou, os que estavam na Casa da Dinda foram os primeiros a votar pelo impeachment.
Aguarde para ver esse replay, no domingo, exatamente daqueles que estão comendo e bebendo da fonte governamental.
Roseane Galeno é a nova Coordenadora do ICMBio em Parnaíba
Governo faz ‘Diário Oficial’ extra e faz nomeação no Piauí
W. Dias destina R$ 3 milhões para o futebol piauiense. Parnahyba ficou de fora
No total serão dez parcelas de R$ 300 mil, sendo que a primeira, referente ao mês de março, já foi liberada.
Mortadela:Com o impeachment petistas deverão procurar emprego para trabalharem de fato
Para onde irá Dilma Rousseff desempregada?!
SALÁRIO PELA METADE
Mas cabe uma explicação. Sendo afastada inicialmente pelo Senado por 180 dias, Dilma ficará recebendo metade do salário de presidente, ou seja, R$ 15 mil. Se o Senado depois, confirmar seu impedimento por 2/3, aí sim ela poderá recorrer ao seguro desemprego ou se aposentar.
INELEGÍVEL
Sendo impichada, Dilma ficar ficará inelegível por oito anos . Mas, escapará, se renunciar antes do Senado abrir o processo de cassação do seu mandato. A renuncia não pode chegar aos mãos do presidente do Congresso com o processo em andamento. Collor fez isso e se deu mal.
FINAL MELANCÓLICO
O fim do governo Dilma é melancólico. Para se ter uma ideia, tem ministério sobrando e ninguém aceita ser ministro. Além do gordo salário (R$ 34 mil), há as regalias, mordomias, além do que, o status de ministro enriquece o currículo. Mas, depende do governo.(Pedro Alcântara)
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Wellington Dias não tem como se livrar da “traição” dos seus aliados
O voto
O deputado Júlio César discursou ontem, na Câmara Federal anunciando que seu voto será pelo impeachment de Dilma.
Júlio é o patrono da indicação do superintendente do Ibama no Piauí e se dizia até ontem aliado incondicional de Wellington Dias.
Fujão
Essa postura do deputado e dono do PSD no Piauí já era esperada. Ele sequer compareceu para votar na Comissão Especial do Impeachment de quem se esperava – governo ou oposição – pelo menos o voto.
Daí ele ter ganho o apelido de fujão.
Vai devolver?
Júlio é dono de nacos no governo de Wellington Dias, mas mesmo assim votará contra o governador no impeachment da presidente. Cabe perguntar: vai devolver os cargos na segunda-feira?
Ou se vai alegar que esse território é do filho (Georgeano Neto), deputado estadual?
Dúvida
Wellington tirou o suplente Silas Freire porque tinha dúvidas de sua fidelidade de voto contra o impeachment. Mas parece que trocou seis por meia dúzia, porque Fábio Abreu também não estaria animado em votar em favor da presidente Dilma.(Portalaz)
Liderança arranhada?
PT quer “diretas já” se Dilma for afastada
Diz a colunista que a ideia é sustentar que o mandato de Michel Temer, que assumirá interinamente até Dilma ser julgada, é ilegítimo e que “eleições já” seriam a melhor solução para a crise política.
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Heráclito Fortes promove jantar para Michel Temer e aliados
O deputado federal Heráclito Fortes (PSB) promoveu, na quinta-feira (14), em uma residência localizada no Lago Sul, em Brasília, um jantar para o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que teve a presença de 85 deputados que apoiam o impeachment.
Segundo informações da Folha de São Paulo, o encontro aconteceu em clima de confiança na vitória, em um dia que a oposição avaliou que possui votos suficientes para conseguir aprovar o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).





















