- ASSEMBLÉIA QUE NÃO TEM NÚMERO PARA CONVOCAR UMA CPI NÃO MERECE SER RESPEITADA – Convenhamos,
esses marrecos, que o povo chama de deputados, perderam mesmo a vergonha e o censo crítico do compromisso ético, moral e político. Não duvidem de ter deputado na ALEPI, sem ter a consciência de que foi eleito pelo povo para fiscalizar o Executivo e não para ser xeleléu de governador. Não se conseguir 10 assinaturas entre os 30 deputados, revela o quanto o povo é mal representado, enganado, ludibriado em sua boa fé. Muda besta, não vota mais nele não, vota noutro!
- – O deputado Wilson Brandão Filho vai chegar de sua licença de volta a ALEPI, com a missão de assinar a décima assinatura da CPI da Agespisa. Se não assinar, vai se queimar.
- ·- Não tem jeito, a imprensa quer mesmo começar e logo a campanha de prefeito do ano que vem. Todo dia o tema rola em todos os programas ancorados no período do meio dia à tarde.
- – Engraçado que esses mesmos âncoras e donos do horário do meio dia, não cobram dos políticos ações concretas de desenvolvimento para o estado.
- ·- Enquanto os apresentadores do meio dia perdem tempo com politicalha chula, esquecem de cobrar o porto, a ferrovia, a transcerrado e mais ações concretas voltadas para o desenvolvimento. Quanta mediocridade! (Tomaz Teixeira)
Author: Bernardo Silva
João Cláudio Moreno se rende aos pequenos sanfoneiros de Parnaíba
Uma das grandes emoções da primeira noite do XV Arraial de São João da Parnaíba aconteceu durante a apresentação do humorista e ator, João Cláudio Moreno. Com os grandes clássicos de Luiz Gonzaga, o piauiense começou o espetáculo para milhares de parnaibanos que compareceram na Praça Mandu Ladino.
Cristian, com chapéu de couro na cabeça, tocou Asa Branca, enquanto Sebastian cantou a música. Por pedido de João Cláudio Moreno, os meninos também apresentaram “A Volta da Asa Branca”. Aplaudidos pelo público, os talentos mirins mostraram que são grandes artistas.
EXEMPLO: A HUMILDADE DO GOVERNADOR DO MARANHÃO
O governador do Maranhão, Flávio Dino certamente queria o anonimato na passagem por Teresina, mas é reconhecido no Teresina Shopping por um maranhense de Tutoia
De repente, as pessoas passam pela praça de alimentação do Teresina Shopping e começam a cercar uma mesa no restaurante Grelha Grill. Era meio dia de ontem.
Nada anormal, não estivesse ali, acompanhado apenas e tão somente do filho, o governador do Maranhão, Flávio Dino.
Ao lado, uma pequena mala de rodinhas, mostrava que eles acabavam de chegar de viagem.
Capivara
Flávio Dino vinha de São Raimundo Nonato, onde no final de semana visitou a Serra da Capivara, o museu do homem americano e aguardava no Teresina Shopping, a hora de pegar o avião da Azul para São Luís. Um voo comercial.
Aqui chegou incólume e anônimo até ser reconhecido e cumprimentado por muita gente.
Água de Tutóia
O jeito despojado do governador do Maranhão é bem diferente da maioria de seus colegas que mantém a seu dispor aviões (alguns jatinhos) e um grande séquito de assessores para viajar para qualquer lugar.
No shopping ele foi reconhecido por um morador de Tutóia a quem reafirmou a promessa de resolver o problema da água na cidade.
Prato Feito
Na sua passagem por Teresina, sem avisar sequer ao Palácio de Karnak, como é praxe entre os governadores, Flávio Dino conversou com o conselheiro do TCE Olavo Rebelo, o diretor da Funasa, Evaldo Ciriaco e o advogado Romildo Mafra.
Até a hora em que o garçom Gilmar trouxe dois PF (prato feito), à base de carne, para ele e o filho.(Portalaz)
Amigos procuram biógrafo para Marco Maciel
Leandro Mazzini – Coluna AlvoradaAmigos procuram biógrafo para o ex-presidente da República pernambucano Marco Maciel.
Maciel coleciona histórias tão plurais no Poder quanto curiosas. Duas delas, abaixo:
Quando vice-presidente da República, ele teve de tirar os sapatos num aparelho de raios x no embarque de um voo comercial, no Aeroporto do Galeão (Rio) – não se sabe se foi reconhecido à ocasião ou não, mas seguiu humildemente os procedimentos.
Outra do veterano, também quando vice: certa noite prestigiou a apresentação de Gal Costa numa casa de shows em Brasília. Após o espetáculo, foi visitá-la no camarim, mas a espiritual Gal não o atendeu porque.. estava ‘recebendo’ a Mãe Menininha.
Além de vice-presidente, Maciel foi deputado, senador, governador e é imortal da Academia Brasileira de Letras.
PF faz buscas na casa do senador Ciro Nogueira
O senador piauiense Ciro Nogueira (PP) é um dos alvos da Polícia Federal na nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta terça-feira (14). Além de fazer buscas na residência de Ciro, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências de Collor em Brasília e em Alagoas. Os policiais também foram à TV Gazeta, no Estado nordestino, que pertence à família dele.
A BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras, também foi alvo da operação.
O ex-presidente Fernando Collor foi citado na delação premiada do doleiro Alberto Youssef como um dos beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras. Ele também foi citado pelo dono da UTC, Ricardo Pessoa, em seu depoimento à Justiça.
Outro citado por Pessoa foi Ciro Nogueira (foto acima), que é presidente nacional do PP.
O empreiteiro afirma ter pago R$ 20 milhões a Collor entre 2010 e 2012 em troca da influência do senador em negócios com a BR Distribuidora e R$ 2 milhões a Ciro Nogueira.
Segundo a Folha apurou, os policiais foram à distribuidora da Petrobras atrás de documentos que possam ligar a companhia de distribuição a casos de corrupção delatados pelo doleiro Youssef e outros presos da Lava Jato.
Ao todo, a polícia cumpre nesta terça 53 mandados de busca e apreensão –no Distrito Federal (12), na Bahia (11), em Pernambuco (8), em Alagoas (7), em Santa Catarina (5), no Rio (5) e em São Paulo (5) – expedidos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, referentes a seis processos instaurados a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato.
As buscas ocorrem na residência de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.
Segundo a Folha apurou, as ações atingem políticos com mandato; alguns deles atuam no Congresso Nacional.
Essa operação –considerada uma “filhote” da Lava Lato– chama-se Politeia e refere-se aos inquéritos que correm no STF e envolvem suspeitos com foro privilegiado. Por isso não estão na Justiça Federal no Paraná, em Curitiba, onde fica o QG das investigações sobre os desvios na Petrobras.
Politeia é o nome dado pelo filósofo ateniense Platão (428/27 a.C.-348/47 a.C.) à ideia de uma cidade em que as virtudes éticas deveriam imperar sobre a corrupção, como citado em seu clássico “A República”.
Cerca de 250 policiais federais participam da ação.
APREENSÃO DE BENS
Em nota divulgada nesta terça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que a operação tem como objetivo garantir a apreensão de bens adquiridos com supostas práticas criminosas.
“As medidas são necessárias ao esclarecimento dos fatos investigados no âmbito do STF, sendo que algumas se destinaram a garantir a apreensão de bens adquiridos com possível prática criminosa e outras a resguardar provas relevantes que poderiam ser destruídas caso não fossem apreendidas”, afirmou o procurador-geral.
Segundo ele, as medidas ora executadas refletem uma atuação firme e responsável do Ministério Público Federal em busca dos esclarecimentos dos fatos.
OUTRO LADO
Advogado se Ciro, Antonio Carlos de Almeida Castro diz que a busca era desnecessária.
“O Senador se colocou à disposição, ofereceu seus sigilos, prestou depoimento. Infelizmente no Brasil de hoje os atos invasivos passam a ser a regra”, disse.
A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa de Collor. O senador sempre negou as acusações.
Folha de SP
Dia do Engenheiro de Aquicultura- 14 de Julho
O CREA-PR parabeniza todos os profissionais da Engenharia de Aquicultura.
Vereador Carlson Pessoa cobra a realização de concurso público para professores do município
Robert Rios compara Agespisa à Arca de Noé para criticar Merlong Solano
Merlong SolanoCalçadão Cultural sem segurança é palco da violência
Presidente do PPS Neta Castelo Branco prossegue realizando novas filiações ao Partido
Resort questiona multa de R$ 1 mi por “invadir” linha da praia no litoral
O advogado do resort, Apoena Machado, alega que o resort tenha autorização legal de órgãos como as prefeituras e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente para construir no local. “Essas multas, a falta de uma lei que regulamente de vez o problema, representa um desserviço para o Estado do Piauí”, considera o advogado.
Machado diz que o setor de turismo do litoral piauiense vem sofrendo as consequências da falta de regulamentação consensual sobre a delimitação de linha de praia. Hotéis, restaurantes e donos de imóveis dos municípios do litoral sofrem com multas aplicadas pelo SPU.
Um parecer elaborado por Apoena foi entregue à Assembleia Legislativa do Piauí, a pedido da deputada estadual Juliana Moraes Sousa. A Casa chegou a realizar uma audiência pública recente para discutir o problema entre deputados, a sociedade civil, empresários e órgãos do meio ambiente.
O governador Wellington Dias, a bancada da Assembleia Legislativa e o deputado federal Paes Landim (PTB) estão buscando uma solução legal para o problema.
A proposta é para que haja a formação de uma comissão para revisão da linha de praia, envolvendo a participação não apenas dos órgãos ambientais, como Ibama, Semar e ICMBIO, mas também a sociedade civil, prefeituras de Parnaíba, Luís Correia, Ilha Grande de Santa Isabel e Cajueiro da Praia, além, da Superintendência de Patrimônio da União (SPU), que é o órgão responsável pelas demarcações de limites para construção.(Por: Robert Pedrosa – Jornal O Dia)
Preços assustam turistas que estão no litoral piauiense
E se procurar outros produtos, mais reclamações virão.
QUEM QUEBROU A AGESPISA?
CUBA JÁ LEVOU R$ 4,3 BILHÕES PELO MAIS MÉDICOS
Vídeo da TV Band mostrou negociações entre representantes do Ministério da Saúde e da Opas discutindo como acobertar o esquema.
Depois das denúncias, a Opas começou a pagar R$ 3 mil aos médicos cubanos, quatro vezes menos do que recebem os de outros países.
A Opas já levou mais de R$ 1 bilhão em 2015, demonstrando que o acordo com os irmãos Castro não sofre com o arrocho do governo. (Cláudio Humberto)
Promotoria cobra professores em todas as disciplinas nas escolas estaduais
ALEPI – Juliana Moraes Souza presta conta de ações no primeiro semestre
PARABÉNS, ANANDA!
Inauguração NEV
Preços exorbitantes e o atendimento desagradam quem visita o litoral
De Atalaia a Barra Grande, passando por outros destinos no litoral piauiense, a beleza do lugar continua sendo atrativo para os turistas, seja de outras cidades do Piauí, de outros estados e países. Mas, ainda falta um pouco de cuidado em relação ao atendimento ao turista.
“Paguei R$12,00 por uma cerveja numa barraca. Em outra paguei R$ 15,00”, disse Marcelo Albuquerque, funcionário público, que reside na capital. Marcelo foi ao litoral durante o feriado de Corpus Christi e preferiu não repetir a viagem nesse mês de julho.“Me senti lesado, assalto a mão desarmada”, disse.
Para o jornalista Paulo Chaves (foto), que esteve no litoral de 23 a 28 de junho desse ano, os preços, apesar de mais caros que na capital permanecem inalterados, não importa se é baixa ou alta estação. Ele já esteve por lá em épocas diferentes e constatou isso. Mas, tem uma dica para os comerciantes: ” Atendimento é bom, mas poderia ser melhor. Acho os garçons pouco profissionais, embora educados e atenciosos. Não custaria nada um treinamento profissionalizante”.
O secretário de Turismo do Piauí, Flávio Nogueira disse que os comerciantes do litoral já tiveram diversos treinamentos através do Sebrae, cursos, workshops para que pudessem ter uma melhor visão de mercado, já com relação aos preços não há como interferir. “A Secretaria de Turismo não tem como controlar esses preços. É iniciativa privada. A gente orienta mas, enquanto os comerciantes tiverem essa mentalidade errada de preços abusivos, eles não conseguirão que o cliente, que é o turista, retorne”.

Flávio Nogueira destacou que na região, em Parnaíba, tem um curso superior de Turismo e que os alunos provavelmente já estão atuando, fazendo intervenções, no sentido de achar o melhor caminho para o turismo local.
Caminho esse que o administrador e DJ Jorge Mariton acredita que só poderá ser traçado quando Estado desenvolver técnicas de gestão para o atendimento público. Ele esteve em Luís Correia nos dias 2, 3 e 4 de julho. “Estamos longe de grandes cidades litorâneas que atendem seus clientes em barracas com atenção”, disse.
“Eu não entendo porque na praia, onde tem peixe, camarão e caranguejo com mais facilidade, eles são menores e muito mais caros. Não justifica um tira-gosto de peixe de tamanho médio pra pequeno custar mais de R$ 60,00 “, disse Maria Laura, estudante de administração na capital. Ela diz ainda, que a maioria das barracas não adotaram um sistema de pagamento via cartão de crédito e débito, dificultando a vida do cliente. “Imagina o turista pde outro estado, que pensa que tem. Ele vai ter uma desagradável surpresa”, disse. “Para completar, os caixas de atendimento rápido nem sempre tem dinheiro, aí fica muito difícil”, ressalta.
O economista Fernando Galvão (foto abaixo) disse que “belezas naturais temos, precisamos de mais qualificação em termos de infraestrutura e de pessoas, mais criatividade e, como consequência as inovações”. Fernando ressalta que inovações não quer, necessariamente dizer que sejam equipamentos e materiais sofisticados. “Na praias que tem aquelas barracas de palha distantes dos bares, em Maramar, por exemplo, os bares poderiam servir bebidas em caixas grandes de isopor. Manteria as bebidas geladas e se tornava mais prático o atendimento. Isso já em feito em várias outras praias do nordeste! Simples e funcional: acabou as bebidas, troca isopor!”.

Fernando Galvão ainda destaca que alguns procedimentos simples poderiam ser adotados. “Detalhes fazem diferença: capricho! Já imagino o capricho ao se fazer comida olhando o cardápio e seu estado de conservação. Bebida quente deveria ser servida em copo de vidro adequado e na frente do cliente! Na verdade é servido em copo descartável e lá no bar, longe da vista do cliente, cartão de crédito e débito muito mais funcional mas, mas é raridade em nosso litoral, concluiu.(Alexandra Teodoro)
ERA PT USOU CARTÃO PARA TORRAR R$ 615 MILHÕES
Nos governos petistas de Lula e Dilma, de 2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos somaram R$ 615 milhões. Cerca de 95% dessas despesas são “secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos extravagantes. Em 2002, o último ano do governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.
Ministros de Lula foram flagrados usando cartão corporativo para pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabelereira, aluguel de carro, etc.
A anarquia chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações comprar duas mesas de sinuca usando o cartão.
Em São Bernardo, seguranças da família do então presidente Lula pagaram equipamentos de musculação com cartão corporativo.
No governo Lula, seguranças de sua filha Lurian pagaram com cartão corporativo R$ 55 mil em material de construção, ferragens etc.(Diário do Poder)















