Seca
Wellington Dias vai a Brasília para implorar a Dilma que atenue – com dinheiro – o drama da seca no sertão piauiense.
Na campanha eleitoral para seu primeiro governo, em 2002, Wellington garantia que essa situação, de carro pipa, lata dagua na cabeça, seria vista como coisa do passado.
Ou a natureza é inclemente demais, ou o governo de sua Excelência foi incompetente ao extremo.
O drama do sertanejo persiste.
Indústria
Seca e cheia parecem ser um prato feito para os políticos. Porque é da malsinada vida do homem pobre que eles tiram o sustento eleitoral.
Não é sem sentido que se diz que frente de serviço na seca é chamada de ‘frente de engorda’ dos bolsos de deputados, prefeitos e vereadores.
É a verdadeira indústria que só serve a eles mesmos.(Portalaz)
Autor: Bernardo Silva
Comissão quer o aumento do limite de vendas da produção da ZPE de Parnaíba
Gasta aqui, gasta acolá
Carlos BrickmannEconomia? Então, tá. Até agora não há nenhum movimento no Congresso para impedir a construção do ParlaShopping, mais um grande edifício com escritórios suntuosos para o conforto de Suas Excelências, com milhares de garagens e um shopping onde o parlamentar possa fazer as comprinhas sem se misturar com essa gente rude que o elege. A verba inicial a ser gasta é de R$ 400 milhões; o orçamento total é de R$ 1 bilhão.
O Executivo não regula micharia. Em dez anos, as despesas da Presidência da República, em moeda constante, triplicaram. Os serviços terceirizados do Palácio da Alvorada – secretárias, telefonistas, vigilantes, garçons, faxineiros – custam R$ 220 milhões por ano (fora os funcionários da Presidência, que não são poucos). Há 88 garçons e 58 copeiras, que servem R$ 16 milhões de comida por ano. No avião presidencial a alimentação custa R$ 2 milhões por ano.
ADEUS, JAIME LINS!
Pretensos candidatos a vereador continuam trocando de partidos em Parnaíba
Meio século: qual o significado e a utilidade da nossa vida?!
Filiação do ex-governador Zé Filho ao PPS provocará mudanças no Partido em Parnaíba?
Reunião discute revitalização do Centro de Aquicultura do Vale do Parnaíba
O Polo de Desenvolvimento Tecnológico de Parnaíba recebeu, na última sexta-feira (30), representantes de instituições de ensino e de pesquisa e políticos do estado do Piauí para uma reunião técnica, que foi promovida com o objetivo de discutir a revitalização do Centro de Referência em Aquicultura e Recurso Pesqueiros do Vale do Parnaíba (Ceraqua).
Estiveram presentes no encontro, o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), Francisco Guedes; o prefeito de Parnaíba, Florentino Neto; o senador Elmano Férrer; o secretário do Desenvolvimento Rural, Francisco Lima; o chefe-geral da Embrapa Meio-Norte, Luis Fernando; o superintendente da Codevasf/Piauí, Inaldo Guerra, dentre outros atores ligados à pesquisa científica e ao desenvolvimento econômico do estado.
De acordo com os participantes da reunião técnica, as discussões foram positivas já que originaram encaminhamentos importantes para a revitalização do Ceraqua. Um deles é uma audiência agendada pelo senador Elmano Férrer com o presidente da Embrapa, Maurício Lopes. A audiência, prevista para a próxima quarta-feira (04), em Brasília, contará também com as presenças do secretário estadual da SDR, Francisco Lima, e do chefe da Embrapa Meio-Norte, Luis Fernando, que acompanharão o senador.
Os representantes da Fapepi e da SDR confirmaram que darão continuidade ao Termo de Cooperação Técnica entre os dois órgãos, que tem como finalidade o lançamento de edital referente à contratação de mais dez profissionais para atuarem no Ceraqua. Os recursos disponibilizados para o edital serão oriundos do Tesouro Estadual.
“A Embrapa Meio-Norte já contratou dez pesquisadores com nível de doutorado que estão realizando estudos em aquicultura e pesca na Unidade de Execução de Pesquisa (UEP) de Parnaíba. Esse termo de cooperação técnica no âmbito do Governo do Estado vai viabilizar a contratação de mais dez pesquisadores para reforçar o desenvolvimento de pesquisas na área”, comentou Francisco Guedes.
Segundo o presidente da Fapepi, a assinatura do termo de cooperação será realizada no final do mês de novembro deste ano. “Parabenizo a iniciativa do senador Elmano Férrer e do prefeito Florentino Neto em promoverem essa reunião com o comitê-técnico gestor do Centro. Fico satisfeito em ver o esforço de tantas pessoas e instituições em prol do Ceraqua, um projeto que eu idealizei quando era presidente nacional da Codevasf”, declarou Francisco Guedes. (Jornal da Parnaíba)
SEMAR de Parnaíba terá nova sede – assegura novo Coordenador Regional
Fonte:Jornal “Tribuna do Litoral”
Assis Carvalho é o deputado federal piauiense com maior índice de faltas
Publicado Por: Apoliana OliveiraZÉ FILHO CALA O PMDB
Resta aguardar para saber quem o ex-governador Zé Filho leva com ele para o PPS ou para outra sigla na qual venha a se abrigar como oposicionista. Como o PMDB, o governo também perdeu todo e qualquer protocolo em relação a alianças políticas. Assim, não hesitará em usar a sua força para deixar o ex-governador falando sozinho.
Wellington recorre para manter a terceirização dos hospitais, inclusive o de Parnaíba
CÂMARA MANTÉM MUITAS BOQUINHAS PARA APANIGUADOS
A Câmara paga a 10.347 secretários parlamentares, não concursados. Todos são indicados e muitos nem aparecem para trabalhar.
BOQUINHA GULOSA 2
Os partidos com maiores números de comissionados são: PT, PMDB e PSDB. Juntos, as três lideranças têm mais de duzentos.
NEM VÃO FAZER FALTA
São 3.342 concursados na Câmara, além de 3.096 terceirizados. Estima-se que um terço desse contingente se aposentará até 2.020.(Cláudio Humberto)
PARABÉNS, FERNANDO GOMES!
DEU NO PORTALAZ:

Parnaíba vive uma recorrente oscilação de corrente elétrica. Na cidade, a falta de energia ocorre pelo menos quatro vezes por dia.
Falar em Parnaíba, já passa da hora de um bom recapeamento do asfalto da principal avenida da cidade, a São Sebastião.
Senado tem mais boquinhas que funcionários
Blog Diario do PoderÉ de cair o queixo o quadro funcional do Senado: são 2.840 servidores efetivos e 3.364 comissionados, que são nomeados sem concurso. Média de 77 funcionários para cada um dos 81 senadores. Essa estrutura é tão dispensável, que até já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça a regra que limita o número de comissionados a 10% ao número de efetivos. Atualmente, equivale a 118% do total.
Enquanto muitos brasileiros se viram com salário mínimo, os salários dos comissionados no Senado podem superar os R$ 22 mil.
Além dos salários, os comissionados recebem também R$ 835 a título de auxílio-alimentação, que custa mais de R$ 2,8 milhões por mês.
Entre os 3.692 aposentados do Senado, há oito casos de “boquinhas” sem concurso que foram perenizadas e rendem até R$ 19 mil por mês.
O Senado gasta R$ 274 milhões todos os meses só com pagamento de salários e benefícios a servidores, concursados e apadrinhados.



















