





Uva cara
O superintendente da Secretaria de Meio Ambiente Romildo Mafra deu uma de diplomata para conseguir que o governo comprasse uvas dos produtores do assentamento Marrecas para garantir o festival da Uva, em São João do Piauí.
Calote
Os produtores alegavam que foram enganados pelo governo. Em 2013, na gestão Wilson Martins, compraram 10 toneladas de uva para ser distribuída no festival, mas nunca pagaram. Preço do calote: R$ 85 mil.
Metade
Romildo Mafra conseguiu comprar quatro toneladas, mas o governo teve que pagar duas mil, à vista.
Essa uva é distribuída gratuitamente entre os frequentadores do festival.
Show
O que chama a atenção do festival da usa são as atrações artísticas. Mais preço que, propriamente, pelos artistas.
Diz-se que se vai pagar mais de R$ 1 milhão pelos shows de Elba Ramalho, Margarete Menezes, Waldonis e outros menos notáveis.
As escolas públicas, ó…
Menos, menos!
Enquanto o Piauí faz festa de uva sem ter a fruta, Petrolina segue como a cidade que mais ganha com a fruticultura. Segundo o IBGE, Petrolina (PE), com R$ 470,3 milhões, continua na primeira colocação no valor da produção frutícola.
Queda
Se o Piauí faz festa com um cultivo incipiente de frutas em São João do Piauí, Petrolina certamente não tem razão para tanta alegria, porque o IBGE registrou que entre 2013 e 2014 houve uma redução de 48,8% nos ganhos da fruticultura por lá, justamente em razão da queda do preço médio da uva, sua principal cultura.(Portalaz)
Por:Arimateia Azevedo

Um preso sendo transportado pelas ruas da cidade de União (54 quilômetros de Teresina) algemado, num carrinho de mão expõe a face mais negativa da política de segurança pública levada a efeito no Estado – melhor se diria: a falta dessa política. Uma vergonha, num Estado em que os postos de comando são loteados ao bel prazer dos interesses politico-eleitorais.
E a notícia bombástica da semana, de que houve um corte de R$ 2,6 milhões no orçamento da Segurança Pública, para 2016 por si demonstra a pouca ou quase nenhuma preocupação do poder público com a segurança do cidadão. Há muito se denuncia e se cobra aqui ações propositivas e nomes competentes para o comando da Polícia Civil do Estado e, de governo a governo, a resposta que se tem é exatamente a de que a segurança pública se tornou um feudo, uma moeda de troca entre os políticos. Até então capitão da Polícia Militar do Piauí, no comando de uma unidade da corporação, o Rone, Fabio Abreu nunca havia sido sondado para função mais importante. Bastou ser eleito deputado federal para sua ‘competência’ aflorar e ser guindado ao posto de secretário de Segurança. Com todo respeito, ele está no lugar errado, pois, não é sem razão que a violência nas ruas chega a patamares jamais vistos; as reclamações por melhoria da condição de trabalho dos policiais são cada vez mais recorrentes. No governo há órgãos em que se pode se praticar (embora não devesse) a política do compadrio, do assistencialismo, enfim, do toma-la-dá-cá, mas nunca na Segurança Pública. E o que se tem, infelizmente, no Piauí, é de que as ações nessa área visam tão-somente o retorno eleitoral.
O processo que pedia a cassação dos mandatos do governador Wellington Dias (PT) e da vice-governadora Margarete Coelho (PP) deverá ser reapreciado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE). A ação será tomada por conta de uma recente decisão publicada no Diário de Justiça, do dia 4 de novembro, em que os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por unanimidade, reafirmaram o poder de investigação do Ministério Público (MP) em matéria eleitoral.
E agora pra piorar ainda mais a situação ainda apareceu foi um buraco lá pros lados do Joaz Souza. Um buraco que está é matando gente. Dos três que já caíram, dois morreram. Deve ser alguma obra pra descobrir petróleo, gás natural, turmalina, carvão de pedra, carbureto, gesso, cobre ou ainda a entrada de um esconderijo que vai dar em alguma fortuna escondida pelo Simpilição quando o Fidié correu com ele até Granja, no Ceará. Só pode ser.



Por Monica Pessoa
ASCOM FIEPI
Vereadora Neta Castelo Branco
Segundo o deputado, existem 20 ZPEs no Brasil, mas falta estrutura e uma legislação moderna para viabilizar estas zonas e torná-las competitivas para o mercado interno e externo. Ele como presidente da CDEIC e relator do projeto para modernização das ZPE mobilizou todos os representantes das ZPEs do Brasil e o ministério da Indústria e Comércio para tratar do assunto.
Ele considera que com a aprovação do projeto de lei que ele está relatando na Câmara, as ZPEs terão um desenvolvimento no parque industrial e a inclusão de novos serviços voltados para o comercio de exportação.
O evento contou com a presença do governador Wellington Dias, com os representantes das ZPEs e da bancada federal do Piauí. O Governador fez o discurso de abertura do evento, pela manhã, no auditório do Campus Reis Velloso, viajando em seguida para o sul do Estado.
CONFIRA ABAIXO ALGUNS FLASHES DO EVENTO ANTES DA ABERTURA:
Com a nova sinalização algumas vias, com tráfego mais intenso, terão mudança de sentido. As ruas Tabajara e Armando Bulamarqui terão somente um sentido, que será da Avenida de São Sebastião em Direção ao Balão da Guarita.
A sinalização horizontal implantando durante a madrugada