
NA BEIRA-RIO

NA BEIRA-RIO
Segurança na escola
Foi publicada na segunda-feira, 3 de fevereiro, a lei estadual que institui a Política Estadual de Enfrentamento à Violência nas Escolas, de autoria do deputado Rubens Vieira, do PT.

Segundo a lei, seu objetivo é criar boas práticas de cuidado e preservação da saúde mental de alunos, professores, técnicos e servidores da educação; combater à violência física, psicológica e moral no ambiente escolar, as discriminações de sexo, étnico-racial, orientação/condição sexual, religiosa, cultural, orientação política, xenofóbica, dentre outras; estabelecer cultura da paz e respeito à diversidade no ambiente escolar; mitigar efeitos do isolamento social em âmbito escolar e integrar família e escola. (Portalaz)

O Heda já é comandado pelo ISAC
O governo do Estado, após entregar a gestão do Hospital Dirceu Arcoverde (Heda) para o Instituto Saúde e Cidadania (Isac), sediado em Brasília, deve entregar ao mesmo Instituto o Hospital Colônia do Carpina em Parnaíba. O ISAC venceu o chamamento público da Sesapi para gerir aquele Hospital.


Após a confissão da matriarca, a cúpula da Segurança Pública apresentou à mídia uma versão para o caso. No entanto, a motivação apontada não parece se sustentar com robustez. Afinal, eliminar uma família inteira apenas pelo estado de pobreza levanta dúvidas e não se encaixa facilmente na lógica do crime. Diante disso, o Ministério Público deve analisar os detalhes com cautela antes de aceitar a versão oficial.(Silas Freire)

O Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), em Parnaíba, sob gestão do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), realizou, no último fim de semana, o concurso de residência médica.O certame teve alta adesão, com a presença de 135 dos 157 candidatos aptos na Uninassau. O número de inscritos em 2024 representa um aumento significativo em relação ao ano anterior, quando 74 candidatos estavam aptos a realizar a prova.
O HEDA, referência em atendimento de urgências e emergências, oferece vagas em diversas especialidades, com opções em Clínica Médica (4 vagas), Cirurgia Geral (3 vagas), Pediatria (4 vagas) e Medicina Intensiva (2 vagas). Cada uma dessas áreas tem um papel fundamental na qualidade do atendimento e na formação de médicos que atuarão em cenários de alta complexidade.
O processo seletivo é conhecido pela sua rigidez, o que garante que os candidatos aprovados possuam não apenas um alto nível de competência, mas também a capacidade de enfrentar os desafios que a prática médica em um hospital de referência exige. O concurso marca o início do novo ciclo de residência, que terá início em março de 2025.
A coordenação do programa está sob responsabilidade do Dr. João Maria, coordenador do COREME, e reflete o compromisso da instituição em oferecer uma formação de excelência. A procura pelas vagas na residência médica do HEDA é uma clara demonstração da confiança que os profissionais de saúde depositam na qualidade do ensino e no impacto que esse programa tem na carreira dos médicos.
O apoio da Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (Sesapi) reforça ainda mais o compromisso do HEDA com a saúde pública, formando médicos preparados para atuar nas mais diversas situações e contribuir para a melhoria contínua do atendimento no estado.
Ccom
O evento contará com a presença do presidente Lula (PT), do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, entre outras autoridades do Governo Federal.
Durante a cerimônia, será assinado um Memorando de Entendimento com o Ministério da Fazenda, com o objetivo de impulsionar a transformação ecológica na região, promovendo iniciativas voltadas para o desenvolvimento sustentável.
Fonteles terá como uma de suas primeiras tarefas a definição de comissões e temas prioritários para 2025.
Criado em 2019, o Consórcio Nordeste surgiu como uma iniciativa dos então governadores Flávio Dino (Maranhão), Rui Costa (Bahia) e Camilo Santana (Ceará), com a proposta de fortalecer a cooperação e o desenvolvimento regional. A entidade recebe apoio de instituições internacionais, como o Banco Mundial, que financia projetos em países em desenvolvimento. (Caroline Venturine/Gp1)

Os recentes rumores sobre um pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva geraram agitação nos bastidores políticos. Interlocutores do governo tratam o assunto com cautela, sem dar muito crédito à iniciativa. Diante da divulgação do pedido de impeachment, um interlocutor ligado ao governo foi direto ao avaliar a situação: “Eles estão fazendo o que fizeram já outras vezes? Vendendo mais assinaturas do que possuem?”. A prática de inflar listas de apoio para dar ares de viabilidade a propostas contra o governo não é novidade, e há um histórico de iniciativas semelhantes que não prosperaram. Outras situações preocupam mais os governistas.
O nome de Gilberto Kassab, presidente do PSD e secretário de governo de São Paulo, tem chamado mais atenção do que os rumores de impeachment.
“O Kassab ontem chutou o balde”, afirmou uma fonte, referindo-se a recentes declarações do político sobre a falta de espaço do PSD no governo Lula. “E geralmente quando ele chuta o balde, ele manda pro gol. Me preocupa mais uma declaração dessas do Kassab do que esses zum-zum-zum de impeachment”, completou.
Na avaliação de governistas, Kassab está enviando recados estratégicos dentro do contexto da distribuição de cargos e da ocupação de espaços no governo. O temor é de que ele esteja pavimentando caminho para uma candidatura presidencial alternativa ao PT em 2026.
Outro nome que tem gerado alerta dentro do governo é o de Ciro Nogueira. Embora tenha minimizado a possibilidade de impeachment, o senador tem adotado uma postura calculada em suas declarações, o que sugere que está atento ao cenário de 2026.
“Mas Ciro Nogueira tá dando muita entrevista e declarações de ‘meio termo’… Aí você vê Kassab dizendo que o Centro está trabalhando outro nome para 2026”, revelou uma fonte próxima às articulações. Questionada se Ciro seria esse nome, a resposta foi evasiva: “Sei lá… mas tá amostradinho”.
A sinalização de que o Centro estaria buscando um nome alternativo para a disputa presidencial futura reforça a leitura de que tanto Kassab quanto Ciro Nogueira estão jogando no tabuleiro de maneira calculada. Isso torna suas movimentações mais relevantes do que os ruídos sobre impeachment, que, até o momento, carecem de viabilidade política.
Com informações da Fórum

Hugo Motta (E), Lula (C), Davi Alcolumbre (D) (Foto: Ricardo Stuckert)
Não foi exatamente amistosa a reunião de Lula com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. Eles cobraram de Lula solução para a liberação de emendas, travadas pelo ministro do STF Flávio Dino, ligado ao presidente. Motta e Alcolumbre sabem que Dino faz esse jogo para permitir que Lula retome o controle na liberação das emendas, como era antes no balcão de negócios do Planalto, mas cumpriram o papel institucional de avisar que não há e não haverá boa vontade com o governo na maioria dos parlamentares enquanto a legislação sobre o assunto não for respeitada e esse assunto resolvido de uma vez por todas.
Lula admitiu que o processo virou dor de cabeça para seus próprios aliados que firmaram compromissos baseados nas emendas e passam por não cumpridores de promessas.
Ainda nesta primeira quinzena, Alcolumbre e Motta devem se reunir com Dino. Querem “distensionar” a relação e liberar os pagamentos.
Outra demanda é a saída do ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), que, persona non grata no Congresso, deve cair fora.
A saída de José Guimarães (PT-CE) da Liderança do Governo na Câmara também é certa. A vaga deve ficar com um partido de centro. (CláudioHumberto)
A oposição reagiu ao boné azul com a frase “O Brasil é dos brasileiros”, criado pelo ministro do governo Lula, Alexandre Padilha, e mandaram confeccionar às pressas bonés verdes e amarelos com a frase “Comida barata novamente. Bolsonaro 2026”.

A Secretaria de Relações Institucionais, ministério de Padilha, levou ao Congresso uma caixa com as peças para parlamentares da base usarem na abertura do ano legislativo no Congresso Nacional, na tarde desta segunda-feira (03).

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, chegou a circular com itens alimentícios com as fotos de Bolsonaro na picanha e de Lula no café escrito “Nem picanha, nem café”.

LULISTA RESPONDE
O deputado federal André Janones (Avante-MG) lembrou a crise durante a pandemia, em 2021, quando brasileiros catavam e recebiam ossos por causa da fome, e afirmou que Bolsonaro vai estar preso nas próximas eleições.
“Os bolsonaristas tiveram a cara de pau de usar um boné escrito “Comida barata de novo Bolsonaro 2026” Na época do Bolsonaro a gente viu as pessoas em fila para pegar osso, a fome voltando a assombrar o Brasil e a pobreza aumentando. Bolsonaro vai estar preso em 2026”.
“O BRASIL É DOS BRASILEIROS”
Em entrevista á coluna, o ministro Padilha disse que a ideia foi um de correlegionário de São Paulo, que reclamou de brasileiros usando bonés de outros países. “Orgulho do Brasil, o Brasil é dos brasileiros, que aqui ninguém bate continência para outro país não”.
Nomes da oposição, usaram boné do presidente dos EUA, Donald Trump, que diz “Make America Great Again”. (Rany Veloso)


As últimas pesquisas registradas para 2026 mostram que o ex-prefeito Joel Rodrigues, que quase surpreendeu o ex-governador Wellington Dias – hoje senador e ministro –, foi, de fato, um voto de protesto.

Menos de três anos depois, Joel aparece como o nome mais rejeitado, ultrapassando 70% de reprovação tanto para o Senado quanto para o governo do estado. Com esse índice, é provável que o Progressistas o retire da disputa no próximo pleito. O caso de Joel reforça que cada eleição tem sua própria dinâmica. (Silas Freire)
As últimas pesquisas apontam Ciro Nogueira, Júlio César e Marcelo Castro como os favoritos para ocupar as duas vagas piauienses.
Após o três, vem o deputado federal Flávio Nogueira, que mesmo não aparecendo nas pesquisas, nutre o sonho distante de ser indicado pelo PT do Piauí como um dos candidatos da base.

Não contente com sua baixa influência eleitoral no Estado, Flávio Nogueira aproveitou um encontro com o presidente Lula, durante um jantar em Brasília, com os deputados federais e senadores, para “mendigar” o apoio do presidente e assim conseguir destravar a sua pretensão.
Lula, que anda tendo coisas mais importantes para se preocupar, respondeu ao deputado a desanimadora frase “que legal”.

O “que legal” de Lula foi comemorado pelo deputado em suas redes sociais, quando se viu que a resposta de Lula foi apenas uma gentileza partidária, uma resposta neutra, sem qualquer profundidade.
O deputado Flávio Nogueira deverá mesmo buscar renovar a sua cadeira de deputado federal, o que já sabemos, não será uma tarefa muito fácil para nenhum dos muitos pretendentes. (Fábio Wellington)
“Eu considero importante, neste momento, que possamos construir um consenso e evitar disputas internas. Considero também que o nome de Fábio Novo está legitimado para representar este consenso e que ele, como já fez anteriormente, vai fazer novamente uma grande gestão à frente do Partido dos Trabalhadores no Piauí.”, avaliou o deputado federal Florentino Neto em conversa com nossa reportagem.
O PT elegerá novos presidentes em níveis nacional, estadual e municipal no mês de julho de 2025. No Piauí, a disputa parecia ser acirrada inicialmente, com pelo menos cinco quadros do partido concorrendo pelo comando da sigla: o atual presidente João de Deus, o vereador Dudu, o professor Gil Kairós, a militante Mãe Bel de Oxum, além de um acordo a ser confirmado em torno do nome de Fábio Novo ou João Pereira.
Porém, conforme apurado pelo GP1, Fábio Novo pode receber amplo apoio de bancadas estaduais, federais e municipais, mais especificamente da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), o que pode ajudá-lo a se eleger com larga vantagem. (Pedro Oliveira/Gp1)

Segundo o levantamento, o Brasil, nos últimos quatro anos, perdeu quase 7 milhões de leitores
Por:Wellington Soares
Não foram simples dados de pesquisa, mas um jab certeiro nos que labutam na educação neste país. Números terríveis, decepcionantes que deixam o país estatelado no chão. Pior ainda: sem compreender a dimensão do desastre e corroído por um sentimento de culpa. Difícil levantar, convenhamos, ao saber que nosso povo está lendo cada vez menos. Que o número de não leitores (53%) superou, pela primeira vez, a quantidade de leitores (47%) – não importando se livros impressos ou digitais, tampouco o gênero. Quando compreende o livro inteiro, lido na íntegra, esse percentual se reduz para 27% dos brasileiros. É o que aponta a 6ª pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró-Livro (IPL) em 2024, englobando 5.504 entrevistados e 208 munícipios.
Não bastasse isso, o levantamento destaca que o Brasil, nos últimos quatro anos, perdeu quase 7 milhões de leitores, com redução em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade. Retroagindo a 2015, o total chega a lamentáveis 11,3 milhões a menos. Ou seja, uma catástrofe sem tamanho, levando tempo para ser remediada. Aspecto que chama atenção também, segundo a pesquisa, é que a escola deixou de ser, como foi outrora, a fonte principal de indicação de leitura. Preocupa ainda a queda média de livros lidos por ano, que passou de 4,95 títulos (2020) para 3,96 (2024), a mais baixa da série histórica. Não há nada de bom a destacar nessa radiografia? Sim, que as mulheres (49%) continuam a ler mais do que os homens (44%), apesar da queda.
A situação é tão preocupante que até a Bíblia, maior best-seller mundial, perdeu leitores. Quanto às regiões do Brasil, todas sofreram baque, exceto o Centro-Oeste, que teve um leve aumento de 1%. Nosso querido Nordeste, infelizmente, fica na última posição nesse quesito: somente 43% da população curtem o saudável hábito da leitura. A pole position continua ocupada pelo Sul, com 53% de leitores. Vale a pena destacar os principais fatores, para matar a curiosidade, que influenciam a compra de um livro: tema (52%), título (27%), autor (20%), recomendação de amigos ou familiares (17%), preço (15%), capa (12%) e indicação de professores (10%). Entre os que pouco contam, embora se pense o contrário, estão os clubes de leitura (1%), influenciadores digitais (3%) e propaganda ou anúncio (4%).
Na lista das 25 obras literárias mais citadas, incluindo nacionais e estrangeiras, despontam O menino maluquinho, de Ziraldo, O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, Dom Casmurro, de Machado de Assis, a série Harry Potter, de J. K. Rowling, Capitães da areia, de Jorge Amado, e A cabana, de William P. Young. Mas o que alegam as pessoas, você deve estar se perguntando, para largarem a leitura? A principal justificativa, disparada, é a falta de tempo (46%). Em segundo, com 9%, vem a preferência por outras atividades (celular, TV). Não ter paciência (8%) e sentir cansaço para ler (7%) surgem logo após.
De qualquer maneira, com esses dados avassaladores, o soco foi duramente sentido. Restando-nos agora, como diz a música, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Num grande mutirão pela leitura, envolvendo a todos indistintamente – governos, pais, educadores, livreiros, escritores, artistas, escolas, universidades, igrejas e organizadores de feiras literárias. Afinal, muitos homens e mulheres iniciaram uma nova vida, como bem disse Henry Thoreau, a partir da leitura de um livro.
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Na agespisa, funcionários não tem resposta sobre o seu futuro
Desespero
Na Agespisa a eterna incerteza dos funcionários sobre o seu destino.
Só há dinheiro para negócios, abrir poços, e nada para seus salários e eventuais indenizações. (Portalaz)

Secretaria Municipal de Educação onde reina a politicagem
A prefeitura de Parnaíba, que durante 8 anos, sob o comando da deputada Gracinha, que usurpou o poder do prefeito eleito em 2016, Mão Santa, conseguiu colocar a educação municipal num dos piores patamares da história do município, em consequência da politicagem que implantou no sistema. Agora está piorando a situação, atrasando o início do período letivo e antecipando as férias. Atualmente os estudantes da rede municipal de ensino contam com 4 meses de férias no ano, ou seja, dezembro, janeiro, fevereiro e julho.


Um dos “trabalhos” da deputada Gracinha foi ajudar a enterrar o setor educação do município. Os resultados já estão aí…
Este ano, enquanto algumas escolas particulares já retornaram com as atividades e as escolas estaduais retornam hoje, em Parnaíba a volta às aulas só ocorrerá dia 10 de março, conforme informações de professores. E como ficam o número de dias letivos e as horas/aulas exigidas por lei? A quem reclamar? Quem vai ser punido? Claro, que em primeiro lugar os alunos serão os grandes perdedores porque vão continuar com um ensino de péssima qualidade, com consequências futuras inimagináveis.

O dinheiro não deu para reconstruírem a Quadra Esportiva da Escola Caic, a maior do município
Na prefeitura de Parnaíba não se sabe o que fazem com tanto dinheiro que recebem do governo federal, inclusive com umas tais “emendas parlamentares” da deputada Gracinha, que nelas apenas fala mas não mostra uma obra construída com tais emendas. Os débitos são enormes, em todos os setores, e a merenda escolar servida é de péssima qualidade. E na propaganda apenas falam em reformas e mais reformas de prédios escolares existentes, sem que a gestão tenha construído um único prédio para uma nova escola. Onde estão metendo o dinheiro público que deveria ser utilizado na educação e na saúde? Por que atrasam os repasses federais? Por que não repassaram aos bancos o dinheiro dos empréstimos consignados que descontaram dos contracheques dos servidores? É PRECISO QUE O PREFEITO FRANCISCO EMANUEL FALE DESSES ASSUNTOS HOJE, (3) NA LEITURA DE SUA MENSAGEM AOS VEREADORES, NA CÂMARA MUNICIPAL. (Por: B. Silva)
