FONTE:JORNAL “TRIBUNA DO LITORAL”
NAS BANCAS!
Uma hora depois de estar em Teresina, onde entregou diplomas do Pronatec, a presidente Dilma Roussef (PT) estava em Parnaíba, litoral do estado, onde entregou 982 unidades habitacionais dos Conjuntos Esplanada da Rosápolis I e Caminho Rosápolis A e B, do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Acompanhada de personalidades do Piauí e de alguns ministros, como Gilberto Occhi, ministro das Cidades, ela visitou uma das casas e entregou as chaves, simbolizando todas as famílias beneficiadas, a uma família, posando depois para fotos ao lado do governador do Piauí Zé Filho (PMDB).
Quem discursou antes de Dilma foi o prefeito de Parnaíba, Florentino Neto (PT), que fez um discurso muito mais para elogiar a presidenta e dizer que a população parnaibana a aprova como presidente da Nação. Ele aproveitou para fazer uma homenagem e a entregou título de cidadania no palco.
O governador Zé Filho mais uma vez discursou e apenas fez algumas considerações, dizendo que ela apoia a cidade que é a sua ‘natal’ e que, assim como fez em Teresina, não iria lhe cobrar mais nada pois já tinha assim o feito durante a ida de carro do Aeroporto Petrônio Portela para o Theresina Hall, mais cedo, na primeira solenidade no estado.
Já em sua fala, Dilma Roussef aproveitou para revelar que, mesmo tendo sido convidada pelo governador e pelo prefeito de Parnaíba, recusou o convite para ‘dormir’ na noite desta sexta-feira em Parnaíba e ir, na manhã deste sábado, dia 17, para uma visita a uma das maiores atrações turísticas do Piauí, que é o Delta do Parnaíba. Ela aproveitou ainda para falar de política e porque seu Governo faz tantos programas sociais: “Nós fazemos porque a população é merecedora disso. Não é por causa de eleição”. Aplaudida de pé, ela saiu mais uma vez com a popularidade em alta. Mesmo não tendo anunciado nada.
(180graus)
O prefeito de Parnaíba, Florentino Neto, em pronunciamento, defendeu a implantação da Universidade Federal do Delta do Parnaíba, durante a visita da presidente Dilma Rousseff. Segundo o gestor com a abertura do cronograma do vestibular para o curso de Medicina na UFPI, a cidade se torna um dos maiores centros de ensino superior do Nordeste.Na ocasião, Florentino entregou para à presidente o título de cidadã parnaíban
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| Ministro das Cidades, Gilberto Occhi |
WM colherá o que plantou nas próximas eleições. Quando governador, tratou mal a terra natal de seu vice, fazendo por Parnaíba apenas o trivial. Tentou tolher, numa tratorada, o direito de Zé Filho agora governador, de concorrer a reeleição.
A manchete do Jornal Meio Norte de hoje diz que no “Piauí Dilma amplia vantagem e sobe para 65,52%”. É incrível quando se quer puxar o saco de quem, no momento, detém o poder e por conta disso cria fantasias. Em todas as pesquisas, Cito como exemplos Data Folha e Ibope, a presidente Dilma vem caindo. Mas, o Amostragem, que faz pesquisa para o Grupo Meio Norte, resolveu ser diferente e anunciou nesta sexta-feira (16) que Dilma cresceu. Afirmo sem medo de errar que é uma pesquisa que não retrata a realidade mostrada por outros institutos.
Pesquisa Amostragem(Do Blog “Herbert Sousa”)
Foi muito séria a acusação do deputado Cícero Magalhães, quando, da tribuna da Assembléia Legislativa, denunciou ao vivo através da TV Assembléia, de que o ex-governador Wilson Martins desviou nada menos do que R$ 4 bilhões de reais de suas reais finalidades. A denúncia de Cícero Magalhães carece de comprovação, entretanto, vale lembrar que aliado de Wilson Martins desde que ajudou na eleição do governador do PSB, Magalhães, não iria fazer uma acusação leviana, pois corre o risco de ser processado por calúnia e difamação.
Já o deputado Robert Rios Magalhães, que não é da mesma família de Cícero Magalhães e nem parente, saiu em defesa do governador Wilson Martins, fazendo uma interpelação dura e forte em cima do PT de Cícero Magalhães. Robert Rios fez um aparte malicioso, quando disse que se o honrado governador Wilson Martins, (palavras dele) que governou quatro anos e alguns dias no governo, desviou R$ 4 bilhões, quanto o governador Wellington Dias teria desviado já que governou por 7 anos e 3 meses? Se a denúncia de Cícero Magalhães causou espanto, o aparte de Robert Rios, serviu como lenha na fogueira, pois claro que também deixou dúvidas quanto a honorabilidade do governador Wellington Dias.O insistente
Já se viu candidato persistente, que busca meios para viabilizar sua candidatura.
Marcelo Castro é insistente, mas tão insistente, que arrisca ficar falando sozinho diante de uma dura (para ele) realidade: o eleitor não o quer candidato. E agora, desconfia-se, nem seus correligionários de partido e alianças.
A última pesquisa reduz ainda mais suas intenções de voto. Ele tenta subir há cinco meses e não desaprega do chão.
Realidade
Ontem, Zé Filho ficou de conversar com Marcelo Castro, em Brasília.
A alguns interlocutores, entretanto, Marcelo insiste na cantilena: só deixo de ser candidato na morte.
Vai morrer afogado na sequidão de votos.
Povo
A outra realidade que o pretenso candidato do PMDB não quer aceitar é que o governo de Zé Filho, com a equipe que tem, não foi formado para estar a reboque de sua candidatura. Aliás, sendo ou não candidato, Zé Filho quer marcar sua gestão com fatos positivos que atendam aos interesses do povo.(Portalaz)
Gerivaldo, o recém empossado diretor administrativo da Agespisa, vai criar confusão entre os privilegiados diretores da estatal.
Está ameaçando cortar gastos, começando pelos carros alugados que estão em poder de esposa de diretor e até de filhos de engenheiro.
Cara feia
Ele está revendo contratações. Está à sua mesa uma lista de mais de cem empregados de uma empresa terceirizada, por indicação de um só diretor.
E o gordinho vai logo avisando: “não tenho medo de cara feia’”.
Hora extra
Gerivaldo descobriu que há fiscais que passam a manhã coçando nos corredores da Agespisa e à tarde pegam os carros para fiscalizar obras e depois mandam a cobrança da hora extra.(Do Portalaz)
Por:Arimatéia Azevedo
Nas edições anteriores da copa do Mundo, realizadas em outros países, cerca de dois meses antes do início dos jogos, os brasileiros já se envolviam no clima de euforia. Por todo o País viam-se ruas, praças, prédios e shoppings com lojas customizadas a caráter, pintadas de verde e amarelo, e o assunto era a copa do mundo. Pelas ruas das grandes cidades, carros de toda categoria tremulavam bandeiras do Brasil afixadas nas portas dos veículos – trocas de amabilidades entre motoristas anônimos com piscar de faróis e buzinas – davam cores verde e amarelo ao clima de festa. Esperava-se que em 2014, com o evento sendo realizado no Brasil, teria, ainda mais cedo, a repetição amplificada do que se poderia chamar de clima da copa. A menos de 30 dias do evento, que ocorrerá em território nacional, e o que se vê é um quadro muito diferente. Os brasileiros trocaram as caras pintadas com as cores da bandeira, pelo vermelho das caras envergonhadas, pelos descalabros de corrupção, violência e falência dos serviços públicos em todo o País. Nas redes sociais, repetem-se comparações de fotos aéreas dos estádios monumentais (com orçamentos duplicados pela corrupção), e os doentes nas macas abarrotando os corredores dos hospitais. Atentai bem, diria Mão Santa, corre-se o risco de ver nessa copa do mundo no Brasil, um “acerto de contas” entre o povo brasileiro e seus governantes, com protestos mais intensos que aqueles de junho de 2013, às vésperas da copa das confederações. Sente-se a frieza da copa de 2014, no ar. E um temeroso receio de que a baderna dará o tom do descompasso do torneio.