Lula apresenta melhora na voz




Pelo menos 11,4 mil professores da educação básica do Piauí possuem uma segunda ocupação fora do ensino, um “bico”, aponta estudo apresentado no mês passado pelos pesquisadores da USP Thiago Alves e José Marcelino de Rezende Pinto. Isso representa 20,4% do total de professores no Estado, o segundo maior índice do país, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte com 23,4%.
O índice piauiense é duas vezes maior que a média nacional. No país, são mais de 266 mil professores nesta condição, o que representam 10,5% do magistério nacional, índice bem acima do da população brasileira (3,5% têm outro trabalho). O estudo usa a Pnad-IBGE e o Censo Escolar-MEC, ambos de 2009, e abrange as redes privada e pública.
Alguns dos mais frequentes “bicos” dos docentes são os de vendedores em lojas e os de funcionários em serviços de embelezamento. Para os autores do estudo, a maior incidência do “bico” entre os professores está relacionada aos baixos salários.Portalaz


Por:Tomaz Teixeira
Outros hospitais – Hospitais universitários de outros estados vão receber recursos entre R$ 400 mil e R$ 4 milhões.PortalDifusora




Quanto mais a bancada do Piauí é governista, menos o Estado recebe recursos de Brasília provenientes de emendas parlamentares. Pelo menos é isso o que mostra levantamento feito pelo Diário do Povo junto ao Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI). A pesquisa evidencia um declínio nos valores dos empenhos e liberações de emendas de bancada do Piauí dos últimos 4 anos do governo de Wellington Dias e do primeiro orçamento do governador Wilson Martins à frente do Palácio de Karnak.
O levantamento indica que os melhores anos de liberação de emendas de bancada parlamentares para o Piauí foram os de 2006 e 2007, quando foram pagos R$ 125 milhões em cada orçamento. Já a partir de 2008, a quantia de liberações sofreu um corte drástico, chegando a um patamar de R$ 27 milhões, seguindo de valores parecidos até 2010, o equivalente a cerca de 25% do que foi liberado nos primeiros anos em análise.
Em todos os orçamentos federais, com exceção do de 2006, o valor empenhado – ou seja, o valor que pode ser pago futuramente -, é sempre bem inferior ao aprovado na peça orçamentária. No ano de 2008, por exemplo, foi aprovado o valor de R$ 283 milhões, mas só foram empenhados R$ 67 milhões, menos de 25% do que tinha sido estabelecido previamente. Em 2009, outro exemplo: foram aprovados R$ 297 milhões, mas só foram empenhados R$ 96 milhões.
Em 2010, o governador Wilson Martins não conseguiu aumentar, através da bancada federal, o que foi liberado para o governo de Wellington Dias, nos anos de 2008 e 2009, e manteve a média de liberação no patamar de R$ 28 milhões, de um total de R$ 172 milhões empenhados. Por essa época, ele passava o tempo todo na TV garganteando que jogava no time de Lula e de Dilma, junto com a bancada federal!
Já este ano, segundo orçamento do governo de Wilson Martins, até o momento nenhuma emenda de bancada foi empenhada, como mostra o levantamento. O que os governistas (a partir do próprio presidente da República) diziam, na campanha eleitoral do ano passado, era que os dois senadores da oposição – Heráclito Fortes (DEM) e Mão Santa (PSC) – atrapalhavam o Piauí em Brasília.
Os dois foram derrotados e a bancada do Piauí e, hoje, 100% governista. Nunca se viu isso na história do Piauí. Nem nos anos de chumbo da ditadura. Mas, inexplicavelmente, a situação da liberação das verbas orçamentárias relativas às emendas parlamentares se agravou. Nem os 25% regulamentares estão sendo mais liberados pelo Planalto. Este ano, a liberação de recursos para o Piauí, via emendas parlamentares, foi zero. Diário do Povo

O juiz Aldo Albuquerque, da 7ª Vara Cível de Aracaju (SE), proibiu a publicação e comercialização do livro “Lampião – o Mata Sete”, de autoria do juiz aposentado Pedro de Morais. A ação judicial foi movida pela família do “rei do cangaço”, que se sentiu ofendida porque, em um dos capítulos, ele é apontado como homossexual e sua companheira Maria Bonita, adúltera.
