Elmano Férrer(PP) confirmou novamente, nesta terça-feira (26), que não irá buscar sua reeleição ao Senado em 2022 e deverá seguir o projeto do Progressistas para reforçar a bancada da sigla na Câmara dos Deputados.
A medida já tinha sido anunciada pelo senador em março deste ano, após seis meses como filiado ao PP. Quando questionado pelo GP1 se irá manter sua candidatura à Câmara, o parlamentar afirmou que deixou o nome à disposição do partido. “Mantenho, foi colocado meu nome à disposição, minha preocupação é com trabalho”, destacou.
Atualmente, na Câmara, o PP conta com os nomes das deputadas federais Iracema Portella e da ex-vice-governadora Margarete Coelho e também com o ex-secretário de Educação do Piauí, Átila Lira.
Nome ao Senado
O ministro-chefe da Casa Civil Ciro Nogueira (Progressistas) revelou ao GP1 que o prefeito da cidade de Floriano, Joel Rodrigues (Progressistas), poderá ser o escolhido para ocupar disputar a vaga de senador na chapa da oposição, nas eleições de 2022.(Gp1)
O governador Wellington Dias participou, na noite dessa segunda-feira (25), da formatura da primeira turma de operadores da Força Integrada de Segurança Pública que vai atuar em todo o estado prestando apoio às polícias Civil e Militar e ao Corpo de Bombeiros. A solenidade foi realizada no Palácio de Karnak e contou com a presença de autoridades e também de familiares dos policiais.
O governador enfatizou que a formação da Força Estadual é um grande passo para o combate à criminalidade no Piauí. “Estamos lidando com um crime muito organizado, e assim a gente vence esse crime, é isso que representa esse ato hoje. É um passo muito grande, para que possamos, pelo Piauí, e também muito em breve no Nordeste, vencer a criminalidade, reduzir homicídios, aquilo que perturba a população”, declarou Wellington Dias.
Na oportunidade, o chefe do executivo estadual fez a entrega de quatro viaturas e uma van para a Força Estadual que vai atuar em ações de segurança pública e de defesa civil, destinadas à preservação da ordem pública e da segurança das pessoas e do patrimônio, em cooperação com outras Secretarias de Estado, e também poderá desenvolver suas atividades em regime de cooperação com autoridades federais, dos demais Estados e do Distrito Federal.
A Força Integrada vai iniciar com o efetivo de 25 homens e também contará com coordenadores operacionais. O governador Wellington Dias explicou que o modelo utilizado é baseado na experiência do Canadá, e é resultado de uma das suas viagens ainda em 2015 e que segue dados estatísticos e científicos. O gestor disse ainda que a expectativa é que outros estados do Nordeste também criem suas Forças Estaduais. “É um momento histórico não só para o Piauí, mas para o Brasil. Uma nova forma de fazer política de segurança pública baseada principalmente na ciência” disse.
O secretário da Segurança, coronel Rubens Pereira, explicou que a nova força vai atuar conforme as demandas definidas pelas estatísticas. “Inicialmente vamos trabalhar de forma integrada com o Maranhão e o Ceará já sinalizou que também vai criar um Força Estadual. A atribuição é exatamente agir de acordo uma análise das estatísticas, a exemplo nas áreas de divisa em que há tráfico de drogas, assim como a Força Nacional que atua nessas áreas mais criticas, quando convocada. No entanto, o acesso à Força Nacional é mais burocrático e as forças estaduais vão permitir um acesso mais fácil por parte dos estados”, disse.(pensarpiaui)
O Brasil deve superar em 2021 o número recorde de empregos formais gerados em todo o ano de 2010. Naquele ano, de janeiro a dezembro, economia bombando, foram 2 milhões e 540 mil empregos com carteira assinada. Mas, neste ano de 2021, com a pandemia travando a economia, já foram gerados 2 milhões e 512 mil empregos formais, e somente nos nove primeiros meses do ano. Sem dificuldade, com os números do Caged em outubro próximo, esse recorde será superado.
PIB maior
Produto Interno Bruto de 2010, corrigido pelo IPCA, foi de R$6,8 trilhões e o atual, segundo o mercado, deve ser de R$7,7 trilhões: 13,2% maior.
Renda maior
Se o PIB subiu 13,2%, a população cresceu 11,8%, passando de 190,7 milhões para 213 milhões, confirmando que a economia se recupera.
Pandemia Dilma
Em dois anos e 9 meses, o Brasil criou 3,3 milhões de empregos formais, apesar da pandemia. São números melhores que todo o governo Dilma.
Ponto fraco
O ponto fraco do mercado de trabalho ainda é o setor informal, que já dá sinais de recuperação, mas precisa da reabertura total para deslanchar.(Cláudio Humberto)
Reunidos em torno de feijoada no sábado (23), deputados e suplentes de três partidos fizeram para o blog as contas da chapa do PT no próximo ano na Assembleia: eles avaliam que o partido elegerá 9 nomes. A blog ouviu a oposição ao governo no domingo (24) e o número é tido como provável.
No primeiro batalhão, com votações acima de 30 mil votos, aparecem os atuais deputados Fábio Novo, Francisco Limma, Franzé Silva e Warton Lacerda, além do ainda progressista Firmino Paulo.
Deputado estadual Fábio Novo, que deve estar entre os mais votados em 2022 SEGUNDO BATALHÃO
Na disputa das demais vagas estão Ziza Carvalho, Oliveira Neto (hoje no Cidadania), Cícero Magalhães, Elisângela Moura (PCdoB), João de Deus, Vanessa Tapety e Rubens Vieira (ex-prefeito de Cocal).
Percebam que os deputados Janaína Marques, Nerinho e Hélio Isaías, cotados para entrar no partido, não são considerados nas contas. O PT quer barrar seus ingressos na chapa.
Da bancada do PT eleita em 2018, dois não estarão na disputa em 2022: Flora Izabel virou conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Francisco Costa vai disputar a Câmara Federal. (Por Arimatéa Carvalho)
Governador informou que valor da gasolina vai cair no Piauí nem que seja preciso zerar ICMS – Foto: Ccom
O gestor informou que foi informado do aumento pelas redes sociais. “Através das redes fui informado, como todo brasileiro, que a Petrobras anunciou o aumento de preços na gasolina e no diesel a partir desta terça-feira.”, escreveu.
Segundo ele, o valor da gasolina vai cair nem que seja preciso zerar o ICMS no estado. “O que acontece? Nem que zere o ICMS, cairá o valor da gasolina. Enquanto a Petrobras tiver o monopólio e o poder de reajustar na hora e índice que quiser, nada vai mudar”, disse.
Um usuário do Twitter chegou a questionar o governador sobre o assunto. “E o ICMS também aumentou governador?”.
“Olá, não. A alta dos preços dos combustíveis nada tem a ver com o carga tributária estadual que incide sobre eles, já que a alíquota de imposto cobrada sobre esses produtos não foi alterada nos últimos anos”, respondeu a equipe do governo.
O deputado estadual Carlos Augusto se pronunciou, nesta terça-feira (26), sobre o possível ingresso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao PL. Ele afirmou que no Piauí, a sigla seguirá alinhada com o governador Wellington Dias (PT) e com o secretário de Estado da Fazenda, Rafael Fonteles (PT).
Augusto lembrou que o Partido Liberal está integrado, desde 2003, ao projeto do chefe do executivo piauiense e que o alinhamento será mantido no ano que vem. Ainda conforme o parlamentar, antes da possível entrada de Bolsonaro, o presidente nacional da sigla havia deixado claro que os estados teriam autonomia para traçar as melhores estratégias para o ano que vem.
“O partido nem se reuniu ainda para tratar dessa possibilidade. No Piauí, sei que há uma movimentação a nível nacional, mas tem algo que o presidente nacional [Valdemar Costa Neto] já deixou bem claro anteriormente a esse convite [a Bolsonaro] que os estados teriam total autoridade para seguir o caminho que quisessem seguir dentro do Estado”, disse Augusto.
“Então, os estados teriam autonomia e nós do Piauí não tergiversamos em nenhum momento. O nosso projeto está junto do projeto do governador Wellington Dias e do pré-candidato Rafael Fonteles. Nós já estamos nesse projeto desde 2003. Acreditamos nele, inclusive, todos que compõem o partido Liberal, seguiremos juntos com o governador Wellington Dias em qualquer situação”, acrescentou o deputado estadual.(Germana Chaves)
Apesar das diversas reuniões em busca de entendimento nos últimos dias, o grupo majoritário da CPI da Covid-19, o G7, chegou à votação do relatório final nesta terça-feira (26/10) ainda em atrito.
Omar e Renan
O presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou na manhã desta terça que o relator do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), jogou integrantes do G7 “aos leões”.
“Tem divergência. Não tem acordo para votar o relatório. Tem fatos. Agora não dá é para criar fato para indiciar uma pessoa. Não existe fato para genocídio. Mas o relator insistiu e jogou a gente aos leões”, disse Aziz.
Ao mencionar genocídio, o presidente da CPI se referia ao embate no G7 para pedir o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro pelo crime. Renan chegou a incluir a tipificação, mas retirou, após pedido de senadores do grupo.
A avaliação no G7 é de que Renan colocou senadores independentes e da oposição em uma saia justa perante seus eleitores, por terem de vir a público defender que o relator “aliviasse” para Bolsonaro no parecer.
Nos últimos dias, integrantes do grupo majoritário da CPI também entraram em divergência sobre o pedido de indiciamento de governadores, entre eles, o do Amazonas, Wilson Lima (PSC).(pensarpiaui)
O ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho assinou ordem de serviço para a retomada das obras do Projeto de Irrigação Marrecas-Jenipapo, em São João do Piauí, que receberá, segundo o governo, mais R$ 13,7 milhões em investimentos do Governo Federal, por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), instituição vinculada ao MDR.
Com a assinatura do documento, a previsão é que seja implantada infraestrutura de irrigação para cultivo de mil hectares.
O projeto levará água do Rio Piauí, a partir da Barragem Jenipapo, aos lotes familiares do perímetro de irrigação.
ADUTORA DE MARCOLÂNDIA
O ministro também assinou contrato para elaboração do projeto executivo para a construção da Adutora de Marcolândia.
O investimento federal no empreendimento, que será executado pela Codevasf, é de R$ 13 milhões, dos quais R$ 668 mil serão destinados ao projeto.
O governador Wellington Dias (PT) afirmou, em entrevista à imprensa na manhã desta segunda-feira (25), que existe a perspectiva de que ainda no Natal a obrigatoriedade do uso de máscaras seja abolida no Piauí. O chefe do executivo pontuou, no entanto, que tudo dependerá das definições do comitê científico.
Governador Wellington Dias
Wellington Dias explicou que há algum tempo a questão vem sendo estudada, e frisou que certas medidas de prevenção à covid-19 são imprescindíveis para que seja viável a desobrigação do uso de máscaras.
“Nós estamos trabalhando há mais ou menos 20 dias com o comitê científico, que tem uma base entre erros e acertos em outras regiões do mundo. Temos hoje um comitê com cerca de 4.700 cientistas que tem presença em vários países. O que aconteceu na Itália, na França e outros países que liberaram a máscara? Alguns liberaram e tiveram que dar passos para trás. De um lado a gente vai precisar ter a segurança nas fronteiras brasileiras para não deixar entrar novas variantes. Do outro lado, internamente também uma política de monitoramento, porque o vírus vai permanecer entre nós”, declarou.
A vacinação também será um fator importante na tomada de decisão, segundo governador. “O que o comitê diz? Há uma perspectiva real para em novembro, a gente atingindo o patamar e vacinação na casa de 80% com primeira dose, com reforço para quem tomou primeiro lá atrás e mais um nível de segunda dose em dois terços da população, isso permite medidas de maior flexibilização”, avaliou.
Dessa forma, Wellington Dias afirmou que sua perspectiva é de que no período natalino as máscaras deixem de ser obrigatórias. “Vamos ter que trabalhar estratégia para essa região. Minha perspectiva e meu sonho, devo dizer, é para que a gente tenha um Natal sem máscara. Mas essa decisão pode acontecer tão logo o comitê científico nos dê um sinal verde”, finalizou.(Gp1)
Aumento anunciado pela Petrobras reforçou a suspeita, no governo, de influência político-partidária na decisão dos tecnocratas da estatal. Foto: Stringer/Reprodução
O aumento-jumbo dos combustíveis, anunciado nesta segunda (25) pela Petrobras, reforçou a suspeita, no governo, de influência político-partidária na decisão dos tecnocratas da estatal que fixam percentuais de reajuste. A suspeita decorre do reajuste cavalar de 9,1% no diesel 48h depois de o governo evitar uma greve dos caminhoneiros de proporções imprevisíveis. “Aumentar o diesel em 9,5% mais parece uma provocação para tornar a greve inevitável”, admite importante integrante do governo.
Números estranhos
O aumento, 17 dias antes, no diesel, de 3,1%, já pareceu estranho em Brasília, que o atribui, em parte, ao aparelhamento político da estatal.
Boquinhas ativistas
Governos do PT “aparelharam” o governo nomeando ativistas sobretudo nas estatais, onde salários são maiores e os privilégios mais amplos.
Desafio explícito
Os tecnocratas aumentaram a gasolina em 7% um dia após Arthur Lira prometer reduzir esse preço em 8% com proposta aprovada na Câmara.
Gula contida
A ideia da proposta é que o ICMS não torne mais caro o combustível. Por isso o projeto aprovado na Câmara torna fixo o percentual do tributo.(Cláudio Humberto|)
A relação de Bolsonaro com Centrão não vive um bom momento e pode ter ruptura entre as duas partes. O presidente não está nem um pouco satisfeito com a atuação de Ciro Nogueira como ministro da Casa Civil. E o senador licenciado também tem se queixado do governante do executivo. A crise também chegou ao Congresso e Arthur Lira já enviou recado nesta segunda (25).
Bolsonaro, Ciro e Lira
Não é segredo para ninguém que Lira e Ciro não queriam o prosseguimento de Guedes na pasta Econômica. Porém, o presidente optou por estancar a “sangria” com o seu “Posto Ipiranga”. “O Bolsonaro escutou o Centrão e colocou o Auxílio Brasil em R$ 400. Agora ele fez um afago com Guedes, que tem boa relação com o mercado. Ele tem tentado se equilibrar na corda bamba”, explica um membro do Centrão.
“Só que ninguém quer ceder. Todos sabem que o Guedes aceitou o Auxílio Brasil desse jeito porque foi obrigado. Ele é teimoso e não pediria demissão. Agora mantê-lo no cargo é algo que o pessoal político não engoliu muito bem. Isso pode gerar reações”, acrescenta a fonte ao DCM.
Arthur Lira já discutiu com o presidente e aliados dizem que ele chamou Bolsonaro de traíra. Essa insatisfação não é por acaso. Interlocutores do presidente da Câmara juram de pé junto que o chefe do executivo federal prometeu derrubar o ministro da Economia. Aliados do presidente desmentem essa versão. Deixam claro que o governante nunca cogitou essa possibilidade.
Tanto que ocorreram apostas dentro do Planalto. Ministros políticos tinham total certeza que Paulo Guedes seria chutado do ministério. Já a ala ideológica acreditava que o presidente se manteria fiel ao chefe da pasta Econômica. A saída do economista seria o atestado definitivo de incompetência da gestão bolsonarista, na opinião dos radicais.
Existem conversas de retaliações contra Bolsonaro. Tudo embrionário. O objetivo é traçar planos para, caso ocorra o rompimento definitivo, o presidente não tenha vida fácil. Lira enviou o primeiro recado ao falar da live em que o governante associou a vacina contra Covid com a Aids.
“Se ele [Bolsonaro] não tiver nenhuma base científica, ele justamente vai pagar sobre isso.”, disse o deputado em evento na cidade de São Paulo na segunda (25).
E o presidente percebeu que sua relação está tensa com os parlamentares do Centrão. Tanto que já se reaproximou da base ideológica. Ele tem reclamado de Ciro Nogueira e também dos partidos de centro. Apesar dos seus projetos estarem caminhando bem na Câmara, muita coisa está parando no Senado.Resta saber agora quem vai roer a corda primeiro.
Bolsonaro tem na mesa uma proposta para se filiar ao PP. Ele tem feito solicitações e a sigla tem demonstrado interesse em ceder. Apesar que há nomes que resistam sobre a presença dele no partido.
O governante falou aos aliados que, se fosse obrigado a se filiar hoje em uma sigla, iria para o PP. A maioria da ala ideológica não é favorável. Principalmente os filhos. Na opinião deles, os bolsonaristas não conseguirão controlar a legenda.
Existe uma grande preocupação que ocorra a mesma coisa que aconteceu no PSL. O presidente aumente a bancada da sigla e depois aconteça uma ruptura, deixando os bolsonaristas sem partido.
E, desta vez, não há nenhum delírio essa desconfiança. Nos corredores de Brasília há quem diga que o plano do PP é usar Bolsonaro para ter uma bancada maior. Se ele for reeleito, seguirá na base governista. Se perder, usarão a força da sigla para compor com Lula ou a terceira via. E, quem sabe, trabalhar para ter a presidência da Câmara entre 2023 e 2024. (pensarpiaui)
Dentre as inúmeras fake News que costuma propagar, o presidente Bolsonaro disse semana passada que pessoas vacinadas estão desenvolvendo Aids.
Jair Bolsonaro / Wellington Dias
Hoje o governador do Piauí, Wellington Dias, usou o twitter para contradizer o presidente: “Espero que os brasileiros procurem fontes confiáveis de informações e não caiam em mais uma Fake News disparada por este governo. Causar o pavor com mentiras não é o papel de um chefe de estado. Dizer que a vacina contra a Covid-19, que só tem trazido proteção à sociedade, pode infectar com o vírus da AIDS é um completo absurdo.”
Bolsonaro já havia side desmentido por organizações ligadas à área da saúde e profissionais deste setor. A microbiologista Natalia Pasternak usou o Twitter para ressaltar que nenhuma vacina faz com que as pessoas desenvolvam aids. O médico e pesquisador de saúde Daniel Dourado também usou a plataforma para informar as pessoas da maneira correta. “Não existe nenhuma possibilidade de a vacina causar aids, zero. Qualquer que seja a vacina. É isso que precisa ser divulgado de forma clara e direta”, disse.
A classe política também reagiu. Diversos deputados da oposição ressaltam a característica criminosa da declaração de Bolsonaro. “Bolsonaro mais uma vez usou documento falso para atacar as vacinas e associá-las a aids. Lamentável que essa seja a prioridade do presidente de um país com mais de 600 mil mortos, 20 milhões de famintos e 14 milhões de desempregados. Mais um crime na ficha de Bolsonaro”, disse o líder da minoria na Câmara, Marcelo Freixo (PSB-RJ).
O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), que é o coordenador da Frente de Enfrentamento ao HIV/aids/hepatites virais no Congresso Nacional, disse em seu perfil na rede social que pretende entrar com “medidas jurídicas” contra o presidente pela fala.
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), anuncia, nesta segunda-feira (25/10), na cidade de Luis Correia, litoral do Piauí, a execução de um plano de ação estratégica voltado ao desenvolvimento das bacias hidrográficas dos Rios São Francisco e Parnaíba e da área de influência do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O ministro Rogério Marinho participa do anúncio.
A iniciativa vai contar com investimentos de R$ 893 mil da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), órgão vinculado ao MDR, e beneficiará Minas Gerais e os nove estados da Região Nordeste. O objetivo do plano é apresentar potencialidades econômicas que contribuam para o aperfeiçoamento das políticas públicas de desenvolvimento regional, de modo a promover a integração e articulação das ações do Governo Federal na região, intensificando o processo de desenvolvimento sustentável.
Em Parnaíba, no roteiro da Jornada das Águas, será anunciada a retomada das obras do projeto de irrigação Marrecas-Jenipapo, que receberá R$ 13,7 milhões de investimentos do Governo Federal, por meio da Companhia de Desenvolvimentos dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf).
Com a assinatura da ordem de serviço, será implantada infraestrutura de irrigação para cultivo de 1 mil hectares, que beneficiarão 200 famílias. Cada uma terá acesso a um lote de cinco hectares. Os investimentos do Governo Federal vão possibilitar a exploração racional da fruticultura na região, garantindo mais renda aos assentados. A previsão é que sejam gerados 2,5 mil empregos diretos e indiretos.
Também será assinado nesta segunda-feira (25/10) o contrato para elaboração do projeto executivo da Adutora de Marcolândia. O investimento federal previsto na obra, que será executada pela Codevasf, é de R$ 13 milhões, dos quais R$ 668 mil serão destinados ao projeto.
O ministro visita, ainda, a primeira etapa das obras de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água integrado na sede municipal de Parnaíba. A obra recebeu R$ 16 milhões em investimentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de R$ 1,2 milhão em contrapartida do governo do estado, e vai beneficiar cerca de 4,9 mil famílias.
Marinho também participa de exposição e degustação de produtos locais, em parceria com a Sebrae. Estarão disponíveis itens como mel, frutas, peixe, leite e artesanatos, entre outros.
Finalmente, também será anunciado aporte de R$ 1,6 milhão em ações de revitalização no Rio da Colônia de Gurgueia e na Bacia do Parnaguá e do Rio Paraim.
O GP1 trouxe na semana passada a informação de que o governador Wellington Dias (PT-PI) estaria trabalhando para contar com o apoio do ex-governador Zé Filho (PSDB) nas eleições de 2022. Na manhã desta segunda-feira (25), nossa reportagem conversou com Wellington que evitou se estender sobre o assunto.
Wellington Dias, governador do Piauí
Dias se ateve apenas a destacar a boa relação com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI). “É um amigo”, se limitou a dizer o chefe do executivo piauiense.
O GP1 conversou no último sábado (23) com o ex-governador Zé Filho e ele esclareceu que até o momento, não havia dialogado com Wellington sobre eventuais alinhamentos. No entanto, não fechou as portas para conversas futuras.
“Tudo que eu sei é o que tem sido colocado pela imprensa. Mas eu sou amigo do governador, sempre nos demos bem e nunca tivemos problemas. Eu converso sempre com Wellington assim como tenho uma relação boa com o Rafael Fonteles. Converso com todos, não tenho problema com ninguém”, assegurou o presidente da FIEPI na oportunidade.
Foto: Lucas Dias/GP1
Zé Filho
Suplência de senador
Conforme informações de bastidores, Wellington Dias estaria disposto a oferecer a primeira suplência de senador da chapa do governo a Zé Filho, uma vez que, a tendência é que o gestor petista dispute vaga no Senado em 2022.
Interesse declarado
Em recente solenidade no Palácio de Karnak ao lado do ex-governador, Wellington admitiu interesse de firmar aliança entre eles. Isso porque, o chefe do executivo piauiense sabe que Zé Filho é uma das mais fortes lideranças do Estado e que poderia reforçar seu projeto político para 2022, sobretudo, na região de Parnaíba.
Apesar de ainda não ter prego batido, circula nos corredores do Karnak que o governador do Piauí teria interesse de oferecer a primeira suplência de senador da chapa majoritária do executivo estadual a Zé Filho.(Germana Chaves)
O ex-deputado Roberto Jefferson atacou novamente o ministro Alexandre de Moraes, que ordenou sua prisão em agosto. Em carta assinada na última sexta-feira (22/10) e obtida pela coluna, Jefferson citou a mulher do ministro, a advogada Viviane de Moraes, criticou o STF e voltou a pregar uma “maldição sobre os perversos” contra o ministro, referindo-se a um trecho da Bíblia. Neste sábado (23/10), Jefferson foi internado no hospital da prisão Bangu 8, no Rio de Janeiro.
“Perdi mais uma no Esseteefe (sic). Rapaz, está feia a coisa para mim! Farei uma campanha nacional na internet para arrecadar 3 milhões de reais. Contratarei o escritório de dona Vivi, esposa do Xandão, pois é a única maneira de virar o jogo naquela caverna. Ela é especialista em tribunais superiores, conhece as manhas daquela patota. Vou iniciar a campanha de arrecadação com um saco de filó nas ruas, igual fazia a turma do Lula antigamente. Um dinheiro por favor. Me ajuda!”, escreveu Jefferson em uma carta enviada a aliados.
Neste ano, o ex-deputado já foi condenado pela Justiça de São Paulo a indenizar o ministro e sua mulher por danos morais.
Na semana passada, Jefferson enviou um vídeo a aliados. Ele diz orar em “desfavor” de Alexandre de Moraes. “Oro em desfavor do Xandão”, disse ele. O bolsonarista usa o apelido para atacar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele repete o Salmos 109 e afirma: “Cantado e orado em desfavor dos perversos e dos ímpios”. Durante a leitura, diz que “Xandão não tem misericórdia da família de ninguém”. “Estejam os seus pecados sempre, Xandão, perante o Senhor”, prossegue. “Seja o meu acusador Xandão vestido de desonra, que a vergonha o cubra como um manto, Pai”, completa a leitura.
O senador Álvaro Dias (Podemos-PR) fez críticas à articulação da base do governo em matéria da Folha de São Paulo intitulada “Ciro Nogueira acumula derrotas em quase 3 meses de governo”.
Ao jornal, em publicação assinada por Ranier Bragon, Álvaro Dias afirmou: “Nunca vi uma bancada do governo tão desarticulada”.
Entre os problemas do governo junto ao Senado após a nomeação de Ciro Nogueira, enumerados pela Folha de São Paulo, estão o emperro na indicação de André Mendonça para o STF, a derrubada da minirreforma trabalhista, a devolução da MP que limita a remoção de publicações nas redes sociais, a derrubada massiva de vetos, o engavetamento da Reforma do Imposto de Renda e a lentidão na privatização dos Correios.
Uma mulher identificada como Maria de Fátima dos Santos, de 36 anos, foi encontrada morta, na manhã deste domingo (24), por volta das 10h30, em um terreno baldio, no Parque José Estevão, localizado no município de Parnaíba.
Local onde encontraram o corpo da vítima
O corpo foi encontrado por populares no terreno, com as mãos amarradas, em meio a entulhos e coberto por um lençol. O 2º Batalhão da Polícia Militar do Piauí (PM-PI) informou ao GP1 que o corpo apresenta indícios de violência.
Ainda segundo a PM, não se sabe qual foi a causa da morte da vítima. Equipes foram ao local e isolaram a área para que a Perícia Criminal da Polícia Civil realizassee os levantamentos iniciais do crime para que seja apontado o que causou as marcas de violência no corpo da vítima.
O caso vai passar por investigação na Delegacia de Combate a Homicídios, Tráfico de Drogas e Latrocínios (DHTL) de Parnaíba. O Instituto de Medicina Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção do corpo do terreno.(Davi Fernandes)
O Podemos já prepara uma cerimônia para marcar a filiação do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro ao partido. O ex-juiz da Operação Lava Jato deve sacramentar o ingresso na sigla em 10 de novembro. A decisão de Moro de estrear na política partidária e o anúncio da filiação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ao PSD, ampliaram o cenário de potenciais pré-candidatos à sucessão do presidente Jair Bolsonaro, em 2022, na chamada terceira via.
No campo expandido do centro político já há 11 nomes que postulam ou são indicados como possíveis candidatos para quebrar a polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ano que vem.
No caso de Moro, o assunto é tratado com reserva, já que ele ainda é consultor da Alvarez & Marsal e mora nos Estados Unidos. O contrato, porém, termina no fim deste mês e, a partir daí, a entrada do ex-ministro na política partidária poderá ser oficializada.
Pacheco, por sua vez, já anunciou a saída do DEM e vai se filiar ao PSD do ex-ministro Gilberto Kassab na próxima quarta-feira. Nem Moro nem o presidente do Senado bateram o martelo sobre a candidatura ao Planalto, mas todas as conversas se desenrolam nesse sentido, inclusive com a procura de vices para possíveis chapas. O ex-juiz da Lava Jato tem ainda no radar uma vaga no Senado – ele poderia concorrer por São Paulo ou pelo Paraná.
No cenário atual, não apenas uma ala da política como representantes do mercado financeiro estão à procura de um nome que possa se contrapor à polarização entre Bolsonaro e Lula. “É muito importante que haja uma união do centro para que isso possa ocorrer, para que haja um único candidato mais forte”, disse em entrevista ao Estadão o banqueiro Roberto Setubal, copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco.
Em pesquisa do Ipec divulgada em setembro, em um cenário com dez nomes, Moro aparece com 5%. Lula lidera todos os levantamentos e Bolsonaro, acuado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid – que recomendou seu indiciamento em nove condutas criminosas -, vem perdendo cada vez mais popularidade diante de uma sucessão de crises, que vão da política à economia.
Além da filiação de Moro, outra definição importante ocorrerá em novembro. Trata-se do resultado das prévias do PSDB que vão escolher o pré-candidato do partido à Presidência. Os concorrentes são os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.
O PSDB integra o grupo de nove partidos de espectro político de centro que têm se reunido na tentativa de construir uma chapa única ao Planalto. De todas as legendas que se movimentam para construir uma alternativa a Bolsonaro e a Lula, porém, a única que não admite mudança de candidato é o PDT. O partido vai lançar Ciro Gomes (PDT) e está em busca de um vice. Nesta sexta-feira, 22, o PDT projetou em prédios de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador, Belém e Porto Alegre a nova marca da campanha, intitulada “Prefiro Ciro”.
A lista dos 11 potenciais pré-candidatos da terceira via à eleição presidencial de 2022 inclui, ainda, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), os senadores Alessandro Vieira (Cidadania) e Simone Tebet (MDB), o jornalista e apresentador de TV José Luiz Datena (PSL) e o cientista político Luiz Felipe d’Ávila (Novo).
Movimentação
Além de uma recepção para Moro no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o Podemos também planeja outros eventos semelhantes em São Paulo e em Curitiba.
No fim de setembro, o ex-ministro esteve no Brasil para ter conversas políticas e tratar da possibilidade de participar da disputa eleitoral. A primeira reunião foi com a cúpula do Podemos, em Curitiba, na casa do senador Oriovisto Guimarães, com a presença da presidente do partido, a deputada Renata Abreu, e dos senadores Alvaro Dias e Flávio Arns. Em São Paulo, Moro se encontrou com Doria e com Mandetta.
‘Centro expandido’ : veja quais são os pré-candidatos da terceira via à eleição presidencial de 2022
João Doria (PSDB)-Governador de São Paulo;Eduardo Leite (PSDB)- Governador do Rio Grande do Sul;Arthur Virgílio (PSDB)- Ex-prefeito de Manaus;Ciro Gomes (PDT)-Ex-ministro;Alessandro Vieira (Cidadania-SE)- Senador;Simone Tebet (MDB-MS)-Senadora;Luiz Henrique Mandetta (DEM)- Ex-ministro da Saúde;Sérgio Moro- Ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Rodrigo Pacheco (DEM-MG)-Presidente do Senado; José Luiz Datena (PSL)- Jornalista e apresentador de TV;- Luiz Felipe d’Avila (Novo)- Cientista político e fundador do Centro de Liderança Pública (CLP)
O GP1 conversou com o ex-governador e presidente da Federação das Indústrias do Piauí (FIEPI), Zé Filho (PSDB), neste sábado (23) sobre o interesse do governador Wellington Dias (PT) de contar com seu apoio para as eleições de 2022.
Zé Filho não confirmou diálogo recente com Dias sobre um eventual alinhamento, mas não fechou as portas para entendimentos. O ex-governador deixou claro que mantém uma excelente relação com o atual chefe do Palácio de Karnak, bem como com o secretário de Estado da Fazenda, Rafael Fonteles (PT), cotado para concorrer ao Governo no próximo ano.
“Tudo que eu sei é o que tem sido colocado pela imprensa. Mas eu sou amigo do governador, sempre nos demos bem e nunca tivemos problemas. Eu converso sempre com Wellington assim como tenho uma relação boa com o Rafael Fonteles. Converso com todos, não tenho problema com ninguém”, assegurou o ex-governador.
“Agora minha ida para o Governo, eu nunca conversei sobre isso com governador Wellington. Tudo que eu sei sobre isso é o que tem sido colocado pela imprensa, mas como eu já disse, sou amigo de Wellington e do Rafael. Somos amigos”, frisou Zé Filho.
Interesse declarado
Em recente solenidade no Palácio de Karnak ao lado do ex-governador, Wellington admitiu interesse de firmar aliança entre eles. Isso porque, o chefe do executivo piauiense sabe que Zé Filho é uma das mais fortes lideranças do Estado e que poderia reforçar seu projeto político para 2022, sobretudo, na região de Parnaíba.
Apesar de ainda não ter prego batido, circula nos corredores do Karnak que o governador do Piauí teria interesse de oferecer a primeira suplência de senador da chapa majoritária do executivo estadual a Zé Filho.
Ainda sem definição partidária para 2022, os deputados Flávio Nogueira e Flávio Nogueira Júnior seguem filiados ao PDT. Os dois apostam nos extremos: no bloco governista, o PT, e na oposição, o Progressistas.
Principal partido de oposição, o Progressistas já ofereceu legenda aos dois. No PT, abertura apenas para Oliveira Neto (Cidadania) e Elisângela Moura (PCdoB). (Elivaldo Barbosa)