



Para muitos, a situação exposta revela falta de planejamento. Antes da entrega, seria necessário que uma equipe da gestão verificasse o local e realizasse, ao menos, uma limpeza e reparos básicos, evitando que o cenário destoasse do propósito da ação comemorativa.
A repercussão negativa mostra que o prefeito Francisco Emanuel ainda não assimilou por completo os aprendizados políticos herdados de sua “madrinha politica”, a deputada Gracinha Mão Santa, sobretudo no cuidado com a imagem pública em momentos de exposição.

Ciro Nogueira em Cocal, com deputados do PT
O senador Ciro Nogueira vem cumprindo agenda no Piauí desde quinta-feira. Em Cocal, nos festejos, ele posou junto com os deputados estaduais do PT Janaína Marques e Fábio Xavier.
Neste sábado, ao lado do prefeito Sílvio Mendes, o presidente nacional do PP participa da programação do aniversário de 173 anos de Teresina. (Primeira Mão)
Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores
FALA, PREFEITO
O advogado Wallyson Soares dos Santos está a sustentar no âmbito de denúncia que o município de Cocal possui inúmeras dívidas a serem honradas. A peça acusatória foi ofertada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) em meio ao anúncio pelo prefeito Cristiano Felippe de Melo Britto da contratação de Alok, entre outras atrações, para um megaevento em alusão aos festejos municipais.
Segundo o informado no âmbito da denúncia ofertada perante a Corte de Contas, o município possuiria as seguintes dívidas:
I. Dívida de precatórios no valor de R$ 3.428.887,76, incluindo 42 precatórios preferenciais de idosos; II. Dívida com o Banco do Brasil: R$ 5.199.996,03; III. Dívida previdenciária: R$ 2.813.652,36; IV. Parcelamento constitucional excepcional previdenciário: R$ 37.0002,42 (valor da parcela); V. Parcelamento simplificado: R$ 60.377,21 (valor da parcela); VI. Parcelamento junto à Receita Federal – simplificado: R$ 20.855,97 (valor da parcela); VII. Parcelamento de multas: R$ 644,85 (valor da parcela); VIII. Parcelamento PASEP: 11226.738026/2022-64: R$ 650,57 (valor da parcela); IX. Parcelamento PASEP: 11226.738026/2022-64: R$ 852,53 (valor da parcela); X. Parcelamento PASEP: 1226.721403/2023-62: R$ 728,03 (valor da parcela); XI. Dívida PGFN: R$ 46.786,05;
Wallyson Soares dos Santos apresentou denúncia em face do município de Cocal, representado pelo prefeito Cristiano Britto, diante dos amplos gastos e “supostas falhas na contratação de shows artísticos, que totalizam R$1.840.000,00″. E chegou a pedir medida cautelar para suspensão das contratações.
O relator do caso, conselheiro Jaylson Campelo, no entanto, entendeu que “no presente caso, não se vislumbra a existência do periculum in mora, eis que fora concedida parcialmente tutela antecipada na Ação Civil Pública de nº 0801695-63.2025.8.18.0046, em 07-08-2025, que tramita na Vara Única da Comarca de Cocal”.
A Justiça havia determinado:
1) A SUSPENSÃO dos Contratos nº 26/2025 (município de Cocal com a “Banda Hungria Hip Hop”), 32/2025 (município de Cocal com a “Banda Anjos de Resgate”), 33/2025 (município de Cocal com a “Banda Natanzinho Lima”) e 35/2025 (município de Cocal com “DJ Alok”), com a consequente suspensão dos pagamentos decorrentes dos referidos contratos. Em caso de descumprimento da presente ordem, fixo multa diária de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) a ser arcado pessoalmente pelo gestor, Cristiano Felippe de Melo Britto;
2) PROIBIÇÃO do município de Cocal celebrar outro contrato com qualquer artista ou banda para o evento referentes aos Festejos de Cocal (Festejos do Povo) ou outra festa similiar. Em caso de descumprimento da presente ordem, fixo multa de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) a ser arcado pessoalmente pelo gestor, Cristiano Felippe de Melo Britto;
3) A RETIRADA dos outdoors contendo as imagens do prefeito Cristiano Felippe de Melo Britto e sua esposa Livia Janaina Monção Leodido Britto no PRAZO DE 24 HORAS, devendo ainda abster-se de fazer novas propagandas pessoais ligando a eventos públicos. Em caso de descumprimento, fixo multa pessoal a cada um no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por dia.
“Portanto, vê-se que o objeto da decisão coincide com o deste pedido de cautelar, que se trata da imediata suspensão da execução dos contratos de inexigibilidade nºs 026/2025, 032/2025, 033/2025 e 035/2025, celebrados pelo Município de Cocal/PI, bem como demais shows referente aos Festejos de Cocal”, seguiu o conselheiro substituto.
Campelo destacou ainda que “a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Piauí proibiu o município de Cocal de celebrar outro contrato com qualquer artista ou banda para o evento referente aos Festejos de Cocal (Festejos do Povo) ou outra festa similar. Portanto, tem-se que em relação ao pedido cautelar, não cabe a este Tribunal decidir, uma vez que a decisão já fora decidida pelo Poder Judiciário, de modo a evitar decisões conflitantes”.
O relator do caso no TCE ressaltou também que “a autonomia do Tribunal de Contas, garantida pela Constituição Federal, permite que ele exerça suas competências de controle externo de forma independente. No entanto, tem-se que essa autonomia não é absoluta e pode ser influenciada por decisões judiciais, como no presente caso. A decisão liminar da justiça prevalece no que diz respeito à suspensão dos shows descritos na peça inicial. O TCE, nesse ponto específico, não pode “desfazer” a ordem judicial”.
No entanto, o TCE “continua com sua competência para apurar os fatos, proferir seu entendimento sobre a regularidade do procedimento e, se for o caso, aplicar sanções ou emitir determinações que não conflitem diretamente com a liminar judicial em vigor”.
Jaylson Campelo, ao denegar “por enquanto, a cautelar requerida”, determinou a citação do prefeito do município de Cocal para se manifestar sobre o teor da denúncia.
O valor exato cobrado é de R$ 581.761,54 (quinhentos e oitenta e um mil, setecentos e sessenta e um reais e cinquenta e quatro centavos). O montante é proveniente de débitos de ICMS inscritos na Dívida Ativa do Estado
A dívida original era de R$ 167.722,60, mas foi acrescida de juros, multa e atualização monetária.
Na petição, o Estado requer que a TIM seja citada para, no prazo legal, pagar o valor integral da dívida, acrescido dos encargos e honorários advocatícios previstos no Código de Processo Civil, ou apresentar garantia à execução.
Caso não haja o pagamento ou a garantia, a PGE pede a penhora de bens suficientes para a quitação do débito.
O GP1 não localizou representante da TIM que pudesse se manifestar sobre o caso. O espaço está aberto para esclarecimentos. (Thaís Guimarães)
A investigação foi instaurada pelo procurador da República Saulo Linhares da Rocha na última terça-feira, 12 de agosto, com base em representação noticiando que “estão iniciando uma edificação” em área de uso comum do povo na altura da Rua Jerivá.
O procurador considerou a necessidade de aprofundamento na investigação ao instaurar o inquérito, que foi vinculado à 1ª Câmara de Coordenação e Revisão (Direitos Sociais e Atos Administrativos) do MPF.
Foi determinada expedição de ofício à Superintendência do Patrimônio da União, para, no prazo de 30 dias, informar se realizou fiscalização na área indicada, devendo encaminhar os documentos correspondentes. (Thaís Guimarães/Gp1)

Senador Dr. Hiran (Foto: Diário do Poder)
Médico em plena atividade, o senador Dr. Hiran (PP-RR) é um critico do programa Mais Médicos, alvo de sanções pelo governo dos Estados Unidos. Esquema montado para financiar a ditadura com dinheiro público brasileiro, o programa é acusado de impor trabalho escravo aos médicos profissionais de saúde. Dr. Hiran esteve lá e relatou ao podcast Diário do Poder que a ditadura criou autênticas “fábricas de médicos”, de qualidade duvidosa, em cursos de duração bem reduzida. A informação é da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Dr. Hiran disse ainda que deixou Cuba ainda mais preocupado com a formação de “médicos”, assim, entre aspas, enviados ao Brasil.
Petistas no Ministério da Saúde e na Organização Panamericana de Saúde, agora sancionados, bolaram o plano para financiar a ditadura.
Nem precisa ter notas boas ou prestar exame para frequentar essas “fábricas”. Basta ser indicado por “organizações sociais” pró-ditadura. (Diário do Poder)

Depois de 10 meses de concluída a ponte entre o Igara e a Capitânia dos Portos, ainda não foi finalizada a estrada de acesso à praia de Pedra do Sal, em Parnaíba.
O objetivo da construção da ponte era encurtar a distância entre Parnaíba e a citada Praia. Sem a estrada pronta, é como comprar lanterna sem o foquito
O senador Ciro Nogueira recebeu ontem, em Teresina, o ex-senador João Vicente Claudino e o presidente da Federação de Futebol, Robert Brau. O encontro, inicialmente de cortesia e voltado para assuntos esportivos, acabou abrindo espaço para conversas sobre política. Ciro lembrou que seu primeiro mandato no Senado foi ao lado de JVC, que chegou a disputar o Governo do Estado, mas acabou sendo traído pelo PT. Ele destacou ainda que Teresina teve a honra de contar com o saudoso João Claudino, pai de JVC, como seu primeiro suplente.

Durante a conversa, o parlamentar convidou João Vicente para “ouvir o Piauí”, percorrendo os municípios sem compromissos políticos imediatos, deixando para o próprio Claudino o julgamento de valores posteriormente. Segundo Ciro, “com sua história, você pode ser o que quiser”. O ex-senador, hoje dedicado aos negócios da família, saiu lisonjeado com o convite. Apaixonado por política, JVC é lembrado como um dos grandes nomes que já passaram pelo Senado. (Silas Freire)
A programação de aniversário de 181 anos de Parnaíba revelou projeção de cenário político para 2026. O prefeito Francisco Emanuel (Progressistas) sinaliza apoio a quatro candidatos à Assembleia Legislativa: Júnior Percy (Progressistas), Talles Coelho, (ainda sem pertido), Rubens Vieira (PT) e Flávio Nogueira (PT).

Para a Câmara Federal, terão apoio de Francisco Emanuel os deputados Júlio Arcoverde (Progressistas), Átila Lira (Progressistas) e Jadyel Alencar (Republicanos). Para o Senado a chapa do prefeito será Ciro Nogueira (Progressistas) e Marcelo Castro (MDB). Elivaldo Barbosa)

Foi um espetáculo histórico (como constumam dizer os abestados), cuja despesa foi paga com o suor da população. Dois shows, com Simone Mendes e um tal Natanzinho Lima, que custaram aos cofres públicos em torno de R$ 1.650.000,00 (Um milhão e seiscentos e cinquenta mil reais). Só a Simone Mendes levou quase um milhão(RS 950 mil), enquanto o outro meteu no bolso R$ 700 mil. A cidade ficou sem o dinheiro. Mas o povão, já acostumado com a política do pão e circo, ficou contente, mesmo sem ter atendimento de qualidade nos postos de saúde. E os ambulantes que foram fazer suas vendas no local, lucraram pelo menos mil reais cada um? O que ganharam dá para viver quantos dias?

E o prefeito Francisco Emanuel, do alto de sua ignorância, ainda foi na rádio Litoral FM afirmar que os shows não tinham nenhum custo direto para a cidade, porque teriam sido pagos com dinheiro de emendas. E essas emendas não saem dos cofres públicos, cara pálida?

Engraçado é que fala-se que algumas Unidades Básicas de Saúde do município estão sem equipes de saúde e outras sem consultorios odontológticos, segundo relato do vereador Ronaldo Prado, dia 8 de agosto, 5 dias antes dos shows. Veja a postagem do vereador:
O ex-senador João Vicente participou de almoço com o presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira e o cardápio tem forte componente político. João Vicente confirmou presença no palanque da oposição, estadual e nacional.

Ciro contará com JVC nas caravanas oposicionistas na campanha eleitoral do próximo ano. João Vicente é filiado ao Solidariedade. Sobre possível candidatura, o ex-senador não definiu, mas também não descarta. (Elivaldo Barbosa)

Gracinha Mão Santa cercada por jovens em Parnaíba
A deputada estadual Gracinha Mão Santa participou dos shows no prolongamento da Avenida São Sebastião pelos 181 anos de Parnaíba.
Cercada por jovens, ela afirmou que vai “continuar trabalhando para garantir mais oportunidades para todos os parnaibanos”. “É muito bom ser recebida de braços aberto pelo povo parnaibano ao caminhar pela cidade”, disse. (Primeira Mão)

Rubens Vieira e Francisco Emanuel em Parnaíba
Os 181 anos de Parnaíba confirmaram a parceria entre o prefeito Francisco Emanuel (PP) e o deputado estadual Rubens Vieira (PT). Juntos, eles inauguraram pavimentações de ruas, revitalização de espaços públicos e melhorias na infraestrutura urbana.
“Estamos trabalhando junto com o prefeito para que Parnaíba continue crescendo com dignidade e respeito à sua história”, comentou Rubens.
O deputado estadual Gustavo Neiva (Progressistas) afirmou ao PortalODia.com que, mesmo com a possibilidade de redução no número de cadeiras na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), a oposição está articulada e confiante para as eleições de 2026.
“Nós estamos satisfeitos com as conversações, com o alinhamento que nós estamos tendo, com a recepção que nós estamos recebendo das nossas propostas, e não tenho dúvida, ou 26, ou 24, ou 30 vagas, ou 8 federais, ou 10 federais, nós haveremos de apresentar bons nomes para a sociedade piauiense”, declarou.

Gustavo Neiva, deputado estadual
Segundo Neiva, o foco do grupo é estruturar uma chapa de oposição sólida, sob a liderança do presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, e do presidente estadual, Joel Rodrigues.
“Nós não vamos negar apoio e não vamos ser contra ajuda de ninguém, mas nós trabalhamos aqui montar a nossa chapa, a chapa de oposição. Ela está sendo muito bem montada, tendo à frente o nosso presidente nacional o senador Ciro Nogueira e o presidente estadual Joel Rodrigues”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de ampliar o bloco com parlamentares insatisfeitos com o governo, o deputado foi cauteloso.
“Eu acho que primeiro, nós temos que deixar o Congresso resolver essa celeuma. Nós não trabalhamos com essa hipótese de defecção da base governista. Eles lá que se se resolvam”, pontuou.
Gustavo Neiva também destacou as agendas recentes de Ciro Nogueira com prefeitos ligados à base do governo. Para ele, a aproximação é resultado do trabalho do senador pelo Piauí.
“O Ciro Nogueira é o homem público que mais trouxe recurso ao estado do Piauí. E isso que está acontecendo é um reconhecimento, é uma gratidão que esses prefeitos têm para com o senador Ciro Nogueira. Porque ele ajuda os municípios, independente de coloração partidária. Ele sempre está lá, solidário, ajudando, mandando os recursos. E esses prefeitos reconhecem esse trabalho. Esses prefeitos têm a gratidão ao senador Ciro Nogueira e, consequentemente, isso vai gerar mais na frente o apoio político”, finalizou. (Ezequiel Araujo/O Dia)
Fonte/Créditos: SECOM
O contraste entre os gastos com veículos de luxo e a realidade enfrentada pela população local tem causado indignação. Enquanto a administração municipal investe milhões em carros sofisticados, moradores de diversas localidades do município enfrentam sérios problemas de abastecimento de água. A situação é crítica tanto na zona urbana, onde muitos bairros não recebem água da Águas Piauí, quanto na região do Camurupim e no grande Brejinho, onde o abastecimento depende de carros-pipa da prefeitura.
Durante a última sessão da Câmara Municipal, o vereador Irmão Cajado fez duras críticas à licitação, questionando as prioridades da gestão municipal. “Você sabe quantas SW4 tem nessa licitação? Vinte e quatro SW4. Mas você sabe quantos caminhões-pipa tem? Nenhum”, declarou o parlamentar, demonstrando sua indignação com a ausência de investimentos em veículos essenciais para o abastecimento de água da população.
O vereador destacou ainda que cada SW4 custará aos cofres públicos R$ 11.634,00 mensais, totalizando um gasto significativo com veículos de luxo. “Como é que uma gestão que diz que cuida do povo de Luís Correia, tendo a base da sustentabilidade da vida humana que é a água, não coloca um pipa dentro de uma licitação dessa, mas tem vinte e quatro SW4?”, questionou Irmão Cajado durante sua fala na sessão.
A situação expõe um grave problema de prioridades na administração pública municipal, onde recursos que poderiam ser direcionados para solucionar questões básicas como o abastecimento de água estão sendo utilizados para a aquisição de veículos de luxo. Enquanto isso, a população de Luís Correia, “do pé da ponte ao pé da serra”, continua enfrentando dificuldades para ter acesso a um dos direitos mais fundamentais: a água potável. ( Fonte:Gil Sobreira/Gp1)

O pastor evangélico Silas Malafaia passou a ser investigado pela Polícia Federal no mesmo inquérito que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o comentarista Paulo Figueiredo.
O inquérito foi aberto em maio e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação apura possíveis ações de coação no curso do processo, obstrução de investigações sobre organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Segundo a investigação, os alvos do inquérito teriam atuado para descredibilizar o STF, pressionar autoridades públicas e buscar sanções internacionais contra o Brasil. Essas ações, de acordo com o magistrado, têm o objetivo de interferir no andamento do processo no qual Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado.
Silas Malafaia organizou um ato em apoio a Jair Bolsonaro no dia 3 de agosto. Durante o evento, o ex-chefe do governo participou por meio de um vídeo transmitido nas redes sociais. No dia seguinte, 4 de agosto, ele foi colocado em prisão domiciliar por decisão do STF.
Nesta quinta-feira (14), o evangélico publicou um vídeo em suas redes sociais, no qual voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, defendendo seu impeachment, julgamento e prisão. Em áudio enviado à imprensa, o pastor afirmou que não foi notificado pela Polícia Federal e que desconhece estar sendo investigado.
“Isso que você está falando pra mim é uma novidade incrível (…) Por acaso eu tenho algum acesso à autoridade americana? Ou isso é mais uma prova inequívoca de que o Estado democrático brasileiro está sendo jogado na lata do lixo, comandado pelo ditador da toga Alexandre de Moraes, que promove perseguição a qualquer um que fale? Que democracia é essa, gente?”, reclamou o pastor. (pensarpiaui)

Prefeito Francisco Emanuel X Gracinha
Amigos do ex-governador e ex-prefeito Mão Santa estão muito preocupados com “as consequências do rompimento da deputada Gracinha com o prefeito da Parnaíba”.
E o discurso?
A maior preocupação é com a postura que Mão Santa deverá adotar depois que sua filha, a deputada Gracinha, se filiar ao MDB, partido que historicamente é abrigado pelo PT no Piauí. Mão Santa passou os últimos 20 anos batendo muito forte em Lula e no PT. (Por: Feitosa Costa)

É muito mais forte do que tentam demonstrar os “bombeiros” do meio político e até da comunicação, a rejeição junto aos seguidores de Wellington Dias ao nome do secretário Washington Bandeira para compor a chapa como candidato a vice-governador do PT em 2026.
Mais do que no MDB

A rejeição dentro do PT tradicional é maior do que dentro do MDB, cuja cúpula ensaia um movimento de solidariedade ao atual vice, Themístocles Filho, alijado da chapa no ano que vem.
Para constar
O ensaio de solidariedade a Themístocles Filho, pela cúpula do MDB, “é só para constar” porque a maioria se considera bem aquinhoada no Governo.
Primeiro o meu quinhão

Candidato à reeleição de senador, Marcelo Castro é visto como um dos líderes mais bem situados dentro do Governo de Rafael, assim como seu filho, deputado federal Castro Neto, e jamais brigará com o Governo por causa do correligionário Themístocles.
O problema é 2030
O mandato de Wellington Dias está previsto para ser renovado em 2030, último ano de Governo Rafael. Presume-se que Fonteles não queira encerrar sua carreira e, sendo assim, deve sair em abril do mesmo ano para disputar, muito provavelmente, o Senado.
Bandeira segura

Pensando nessa possibilidade é que Rafael quer Bandeira, amigo mais do que fiel, como candidato a vice, para segurar a barra de sua provável candidatura ao Senado.
Pode até ser candidato

Os aliados de Wellington Dias imaginam até um cenário em que Bandeira, depois de assumir, seria candidato à reeleição.
Fim da picada
Uma eventual candidatura de Bandeira à reeleição de governador em 2030, “seria o fim da picada”para o grupo de Wellington Dias.
Plano concluído
Washington Bandeira, reeleito governador do Piauí em 2030 com Rafael no Senado, estaria concluído plano atribuído a Fonteles de completa renovação do comando do PT no Piauí. (Ponto de vista de Feitosa Costa)