




Não é porque houve alarme falso que ele deve achar que está livre do afastamento.
A insatisfação com a gestão do prefeito Francisco Emanuel voltou a repercutir em Parnaíba após morador da cidade protocolar um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo, mas ele acabou retirando a solicitação logo depois. O pedido reforçar o clima de desgaste e cobrança por mudanças e mostra que parte da população já busca oficialmente a saída do gestor.
Em entrevista a TV Lupa1, o presidente da Câmara de Parnaíba, confirmou na noite desta sexta-feira (14), que um morador da cidade protocolou um pedido de impeachment contra o prefeito do município, Francisco Emanuel. Ele revelou ainda que o autor da ação enviou um ofício dois dias após a solicitação, pedindo a retirada do protocolo, ato que anulou automaticamente a tramitação do pedido no Poder Legislativo.
Conforme o parlamentar, o pedido foi feito no início da semana e retirado pelo autor nesta quinta-feira (13). Ainda de acordo com o presidente da Câmara de Parnaíba, tanto a leitura quanto a votação seria na próxima semana na Casa.
“Foi protocolado no início desta semana um pedido de impeachment do prefeito, realizado este pedido por um popular, porém, ontem foi protocolado um outro ofício de mesma titularidade do anterior solicitando a retirada do referido pedido”, afirmou o presidente.
Novo pedido de impeachment
A TV Lupa1 apurou que um novo pedido de impeachment deve ser enviado nos próximos dias, já que o autor do primeiro pedido foi orientado por seu advogado a consubstanciar melhor o documento, ou seja, acrescentar novas provas na denúncia, dando mais robustez ao processo.
Motivo do impeachment
Entre os pontos destacados no pedido estaria a suposta irregularidade pelo não cumprimento do prazo legal para sancionar uma lei já aprovada pelos vereadores. A conduta, de acordo com o autor do pedido, configura desrespeito às atribuições do cargo.
Existe também a suspeita de alteração do texto do projeto de lei após a aprovação, o que configura improbidade administrativa.
Por Fábio Wellington , Alessandra Fonseca | lupa1

O “criador” e a criatura
Gargalhadas
O pessoal do PP se diverte com a história de que Wellington Dias superou Alberto Silva na arte de prometer coisas impossíveis e entregar o caos.
Dizem que o governador Rafael Fonteles superou os dois antecessores, mais ainda porque tem até a barca do sal do século 21, que é o hidrogênio verde.
Mamãe falei
Falando em Wellington Dias, ele passou um perrengue ao ser entrevistado pelo Mamãefalei sobre o sigilo de 100 anos do aluguel da “barca” onde Lula e todos os petistas estão hospedados em Belém.
O índio, manhoso e liso, não respondeu coisa com coisa.Mereceu um palavrão. (Portalaz)

Os brasileiros têm dificuldade de distinguir “bets” legais das ilegais – Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Continua ilegal metade do mercado de apostas no Brasil, 51% do total, e fatura entre R$26 e R$40 bilhões por ano. Essas “bets” ilegais, que nem sequer têm CNPJ, sonegam ao menos R$10,8 bilhões em impostos, segundo dados do Ministério da Fazenda citados em estudo da LCA Consultoria para o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável. Apesar disso, em vez de regularizar ou fechar “bets” ilegais, o governo Lula (PT) planeja aumentar a carga tributária daquelas que já pagam impostos. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Bets legais pagam bem mais que os 12% que têm sido alegados. Na verdade, diz o IBJR, a carga tributária chega a 24,5%.
O governo abre mão de cerca de R$1 bilhão de receita para cada 5 pontos percentuais de participação dos ilegais no mercado de apostas.
Pesquisa do Instituto Locomotiva aponta que 8 em cada 10 brasileiros não conseguem distinguir entre plataformas de apostas legais e ilegais. (Diário do Poder)
POR: BERNARDO SILVA
Acho que já não existe mais a Parnaíba invicta tão cantada e decantada pelo amigo ex-prefeito Lauro de Andrade Correia, de saudosa memória. Nossa invencibilidade acabou ou está sendo tragada a passos largos pelo egoísmo das pessoas, enfraquecidas que estão pela falta de sonhos e objetivos. Todos parecem correr de forma atabalhoada, rumo ao vazio.
Nunca o discurso político na cidade foi tão rasteiro, tão raso. Ninguém pensa na cidade como um todo, mas tão somente, de forma extremamente egoística, no próprio umbigo. As pessoas já não abraçam uma causa coletiva macro, que a todos beneficie. Mas discutem, brigam, com uma faca entre os dentes, com o desejo, a vontade e o suposto merecimento de uma portaria na prefeitura, preferencialmente para nada fazerem e apenas ficarem nas redes sociais gritando a plenos pulmões: eu amo o meu prefeito.
Os sonhos e a luta dos nossos governantes do passado eram outros, maiores, amplos. Eles não pareciam ter tanta carência de aplausos e isso não exigiam de ninguém, embora existam pessoas que já nasceram com a bajulação, a subserviência, no DNA. Os políticos muitas vezes nem possuiam salários, mas abraçavam a causa pública por serem pessoas humanitárias, que pensavam no menor, no menos aquinhoados, para ajudar, para estender a mão, jamais para pisar e exigir que o eleitor vivesse de cócoras ou ajoelhadas debaixo de suas mesas, esperando pelas migalhas que caem dos lautos almoços e/ou jantares. O que está havendo? A humanidade retrocede?

O que pensam as pessoas? Que estamos aqui na terra para guerrear ou para sermos solidários? Para sermos irmãos uns dos outros ou para cada um tomar conta de si e o resto que se exploda? Será que no planeta terra é mesmo para vivermos à base do tudo ou nada, como se não devêssemos ou jamais fôssemos prestar contas a ninguém de todas as merdas que aqui fazemos???
Como diria o grande filósofo parnaibano Francisco José Martins Jurity: Que Deus tenha piedade de nós…


O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), afirmou nesta sexta-feira (14) desconhecer qualquer tensão entre o PT e o MDB, após declarações de dirigentes emedebistas indicarem insatisfação dentro da base governista. Ao ser questionado sobre manifestações do líder do MDB na Assembleia Legislativa, deputado João Mádison, o governador evitou ampliar o assunto e disse que não tinha conhecimento das queixas.
Foto: Conecta Piauí
As declarações de Mádison apontavam preocupação do MDB com a formação das chapas proporcionais para 2026. O parlamentar defende que o equilíbrio entre os partidos aliados é essencial para manter a coesão da base e argumentou que o MDB não deve ser prejudicado durante o processo de articulação política.(Júnior Santos)
Segundo o deputado, a legenda busca eleger entre 15 e 16 deputados estaduais e reconheceu que, mesmo com a parceria com MDB e PSD na sustentação do governador Rafael Fonteles, o PT pretende disputar internamente dentro da base aliada para assegurar a maior representatividade na Alepi.
“Olha, o PT já tem a maior bancada na Assembleia Legislativa, essa foi uma estratégia feita através de muito diálogo na época do nosso governador Wellington Dias, hoje ministro, e hoje também através do presidente Fábio Novo e da articulação dos deputados, nossa previsão hoje é de eleger de 15 a 16 deputados. Então está praticamente a chapa fechada, o PT é o partido hoje do presidente Lula, é o partido do governador Rafael. Então, naturalmente, que faça a maior bancada aqui na Assembleia Legislativa. Não desprezando ou minimizando nenhum outro partido, O MDB é aliado do PT, é parceiro aqui do governador Rafael, o PSD também, mas nós vamos lutar que o PT seja a maior bancada aqui na Assembleia Legislativa”.
A disputa na base aliada do governador ficou mais acentuada quando chegou a público que o PT mira ter a maior bancada da Alepi, mas também visou atrair emedebistas para sua chapa proporcional. O líder do MDB, deputado estadual João Mádison, já afirmou que o partido não pode ser prejudicado dentro da base aliada do governador Rafael Fonteles (PT) diante da possibilidade de o PT atrair emedebistas.
O parlamentar defendeu equilíbrio na aliança e destacou que o fortalecimento de um único partido pode comprometer a unidade do grupo governista. Mádison acrescentou que o MDB deve buscar o fortalecimento de sua base sem abrir espaço para disputas internas. (Davi Fernandes/Gp1)

Considerando suspeitas as metodologias utilizadas por alguns institutos de pesquisa atuando no Piauí, o Progressistas no estado, através de sua assessoria jurídica, ajuizou procedimentos para ter acesso aos detalhes.
Como muitos deles não estão permitindo o acesso aos métodos e questionários, a direção do partido considerou importante acionar o poder judiciário para entender os motivos de números considerados tão absurdos para uns e outros pré-candidatos na eleição do próximo ano.
São quatro processos, sendo que três deles foram levados para que o Ministério Público se manifeste. Um outro está nas mãos do desembargador Ricardo Gentil, que já determinou que representantes do instituto sejam ouvidos em um prazo de cinco dias.
Para o partido, alguns dos resultados destas pesquisas colocando pré-candidatos com mais de 80% são considerados absurdos e fogem da realidade. A Justiça Eleitoral pode punir os institutos. (OitoMeia)

A Justiça Eleitoral cassou o mandato da prefeita de Piripiri, Jôve Oliveira (PT), e do vice-prefeito Hilton Osório (PT), ao reconhecer que ambos praticaram abuso de poder político, abuso de autoridade e uso indevido dos meios de comunicação para fins de autopromoção. A decisão, assinada pelo juiz José Eduardo Couto de Oliveira, da 11ª Zona Eleitoral, atendeu à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela coligação “União, Amor e Trabalho por Piripiri”.
Segundo o processo, a gestão municipal utilizou rádios e uma emissora de TV para ampliar continuamente a visibilidade da prefeita, desviando a publicidade institucional da finalidade informativa para conteúdos de exaltação pessoal. Os contratos firmados com veículos de comunicação somavam cerca de R$ 645 mil por ano. As inserções, de acordo com a denúncia, eram personalizadas e centradas na imagem da gestora, com entrevistas frequentes, quadros fixos e reportagens apontadas como enaltecedoras.
Entre as provas citadas pelo magistrado, está o quadro diário “Café com a Prefeita”, transmitido por uma rádio, no qual Jôve Oliveira participava ao vivo comentando obras e ações do município. Embora a emissora não tivesse contrato formal com a prefeitura, o juiz considerou o conteúdo relevante por reforçar a estratégia de promoção pessoal. Trechos de entrevistas analisadas apontam o uso recorrente de expressões como “eu construí” e “nós conseguimos trazer”, associando diretamente a figura da prefeita às obras públicas. Secretários municipais também teriam reforçado esse protagonismo.
A Polícia Federal realizou perícia nos áudios juntados ao processo e confirmou a autenticidade das gravações, afastando a hipótese de manipulação levantada pela defesa. Pareceres do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público de Contas anexados aos autos já haviam identificado desvio na finalidade da publicidade institucional.
Para o juiz, ficou configurada uma “arquitetura de comunicação custeada pelo erário” com conteúdo reiteradamente personalista, capaz de gerar desequilíbrio na disputa eleitoral. Ele destacou que a publicidade pública deve ter caráter informativo e não pode funcionar como mecanismo de autopromoção de autoridades, independentemente de pedidos explícitos de voto.
A sentença impõe a cassação dos mandatos e decreta a inelegibilidade de Jôve Oliveira e Hilton Osório por oito anos. A decisão ainda cabe recurso. Na noite desta quinta-feira, o advogado Fabiano Silva, que representa a prefeita, informou que já prepara recurso ao Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI). Até o julgamento da nova instância, Jôve permanece no cargo.

Margarete Coelho reafirma pré-candidatura ao governo do Piauí | Reprodução/TV Meio Norte
Em entrevista ao Jogo do Poder, a diretora do Sebrae, Margarete Coelho, reafirmou sua pré-candidatura ao Governo do Piauí, em 2026. Aos jornalistas, ela afastou possibilidade de Joel Rodrigues, presidente do Progressistas no Piauí, assumir a disputa majoritária e atribuiu o movimento à descrença em candidaturas femininas.
“Essa história é tão repetida pra mim, que nem me emociona mais”, afirmou.
Margarete comentou ainda sobre o diálogo com os prefeitos piauienses e a influência do senador Ciro Nogueira (PP) nesta aproximação.
Avaliou ainda as pesquisas de intenção de voto, que colocam as candidaturas de oposição no Piauí distantes do atual governador, Rafael Fonteles (PT), franco favorito à reeleição.
Margarete também respondeu sobre eventuais vinculações de sua candidatura a Bolsonaro ou ao bolsonarismo, pela proximidade com Ciro. Ela reafirmou sua posição de Centro, pontuando que a direita já tem pré-candidato no Piauí. (Apoliana Oliveira)


Merlong tem reservado parte das suas emendas para incentivar a agricultura familiar no estado. Em seu discurso, o deputado destacou o papel estratégico da agricultura familiar no Piauí. “A agricultura familiar é uma grande geradora de emprego e renda nas nossas cidades, e modernizar o trabalho no campo é fundamental para garantir mais produção, mais competitividade e melhores condições de vida para quem vive da terra. Já destinei cerca de R$ 40 milhões para o setor, e seguiremos investindo para fortalecer essas famílias”, afirmou.

Um mestre, pois, pois.
O governo do Piauí pega tanto empréstimo, que se a pessoa pisca, a coisa toda mudou. Neste ano, por exemplo, em menos de seis meses, o governador Rafael Fonteles, do PT, conseguiu, em três meses, aprovar três leis para tratar do mesmo financiamento.
A primeira lei autorizava operação em dólar, a segunda determinava que o valor equivalente fosse contratado em outra moeda e a terceira fixou o empréstimo em ienes, a moeda japonesa.
A primeira lei de Rafael
Segundo a primeira lei proposta pelo governador (nº 8.694) e aprovada pelos deputados e sancionada em 15 de março deste ano, o Piauí poderá contratar operação de crédito externo com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – Bird (Banco Mundial) de até USD$ 392 milhões (R$ 1,547 bilhão).
O dinheiro vai para o Projeto Piauí Sustentável e Desenvolvido (Piauí Futuro).
A segunda lei de Rafael
Sancionada em 16 de setembro de 2016 (quatro meses após a primeira e que recebeu o número 8.812) mantinha a operação, mas determinava a possibilidade de sua contratação em outra moeda estrangeira.
A terceira lei de Rafael
Nesta semana, surgiu a Lei nº 8.867, de 12 de novembro de 2025, que fixou o iene como a moeda em que será contratado o empréstimo autorizado pela primeira lei. O valor deve ser o mesmo (em reais), mas em ienes será de 58 bilhões.
Mistério
Como a lei não justifica o uso de iene em vez do dólar numa operação de crédito com o Banco Mundial, o terreno das especulações vira um latifúndio.
Porém, como o iene é usado como moeda de reserva e é a terceira mais negociada no mundo, há que se considerar a possibilidade de variar menos que o dólar na flutuação cambial futura. (Portalaz)
Lucas Moraes, ex-prefeito de Bom Princípio do PiauíA decisão foi tomada de forma unânime pela Primeira Câmara da Corte, após a constatação de uma série de irregularidades consideradas graves na gestão orçamentária, financeira e previdenciária do município. Entre as principais falhas apontadas, destacam-se o descumprimento do limite mínimo de 25% de aplicação em manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE) e o não cumprimento da exigência de aplicação de 70% dos recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais da educação básica, situações que, por si só, já configuram motivo suficiente para a reprovação das contas.
O relatório técnico também identificou divergências contábeis e inconsistências fiscais, como diferença entre os valores de créditos adicionais contabilizados e os decretos publicados, irregularidades nos registros do Sagres Contábil, renúncia de receitas relacionadas à coleta de resíduos sólidos, e ausência de arrecadação de tributos municipais. Além disso, foi constatada insuficiência financeira para cobrir obrigações assumidas, descumprimento de metas fiscais, déficit atuarial crescente no regime próprio de previdência (RPPS) e utilização indevida de recursos capitalizados.
Outras falhas incluíram a ausência de planos municipais obrigatórios, como o Plano Municipal de Segurança Pública e o Plano Municipal pela Primeira Infância, bem como deficiências na transparência fiscal e no inventário patrimonial de bens móveis.
A decisão foi proferida em sessão ordinária virtual realizada no dia 7 de novembro de 2025, sob a relatoria da conselheira Flora Izabel Nobre Rodrigues.(Lupa1)
Parnaíba foi tomada pela informação que a Câmara Municipal da cidade teria recebido, na noite desta quinta-feira (13), um pedido de impeachment contra o prefeito Francisco Emmanuel. A iniciativa, segundo as informações, teria partido de um morador da cidade, que denunciava o gestor de possível ato de improbidade administrativa.

Prefeito Francisco Emanuel – Foto: Renato Carlos
Entre os pontos encaminhados ao Legislativo, estaria a suposta irregularidade pelo não cumprimento do prazo legal para sancionar uma lei já aprovada pelos vereadores.
O documento, realmente protocolado na casa legislativa, seria submetido à equipe jurídica da Casa, responsável por verificar se a denúncia atenderia aos critérios formais previstos em lei.
Ocorre que o autor do pedido retirou o mesmo no dia seguinte, terça-feira, tendo sido orientado por seu advogado a consubstanciar melhor o documento. Neste caso, é improcedente a informação que há um pedido protocolado, todavia, diante dos fatos que envolvem o prefeito, certamente isso ocorrerá no início da próxima semana, já com uma robustez que deverá culminar com um resultado favorável a aprovação do mesmo.
O prefeito Francisco Emanuel vem sendo denunciado por diversos atos que podem levá-lo ao afastamento do cargo e a cidade vir a ser submetida a uma nova eleição.
São inúmeros contratos milionários por dispensa de licitação, inúmeras denúncias por improbidade administrativa, queixas de perseguição política, desrespeito ao legislativo, desabastecimento nas unidades de saúde, falta de professores, contratação sem concurso, nepostismo (família, somada, recebe 2 milhões por ano)x, supostos laranjas, contratos superfaturados, decisões do TCE mandando suspender pagamentos, contratação de pistoleiros digitais para ataques a câmara e a seus membros, além de sinais externos de riqueza são alguns dos pontos que podem levá-lo a um afastamento imediato do cargo, caso a câmara tome essa decisão. Caberá ao plenário decidir, em votação, se abre ou não um processo político-administrativo contra o prefeito. A análise deve ocorrer em uma sessão tensa e de forte repercussão. (Lupa1)

Uma falha grave em um decreto oficial do Governo do Piauí acendeu um alerta sobre a credibilidade e o cuidado na gestão dos atos públicos. O Estado publicou o decreto nº 24.172, declarando situação de emergência por seca em diversos municípios — entre eles, um que não existe no mapa.
O nome citado é “Campo Alegre do Piauí”, que não aparece no IBGE, não consta em qualquer divisão territorial, não possui lei de criação e simplesmente nunca existiu como município. A inconsistência foi revelada pelo jornalista Ribas Doran, que classificou o local como um “município fantasma” incluído em um ato oficial com força jurídica.
A situação gera questionamentos sérios:
A inclusão de um município inexistente em um decreto de emergência é ainda mais delicada porque esse tipo de ato abre margem para contratações sem licitação, uso acelerado de recursos e compras emergenciais — o que exige máxima precisão.
A denúncia já repercute nas redes e deve chegar ao Ministério Público do Piauí, que poderá investigar eventual negligência administrativa ou falha grave no processo de publicação.
Até o momento, o Governo do Estado não se manifestou para explicar como um município inexistente foi parar em um decreto oficial de emergência. (Encarando)

Deputado federal Elmano Férrer quer Idosicídio aprovado logo
O deputado federal Elmano Férrer (PP) anunciou sua prioridade na Câmara agora: levar ao plenário e aprovar a Lei do Idosicídio, que transforma o crime contra idosos em hediondo e endurece as penas.
Autor da proposta quando senador, Elmano lembra que o Senado aprovou a matéria e agora cabe aos deputados federais fazerem a sua parte.Elmano tem 83 anos e é um exemplo da capacidade de trabalho dos idosos.
A nova pesquisa da Quaest revelou um movimento contraditório no eleitorado brasileiro. Nos cenários testados para a disputa presidencial de 2026, o presidente Lula aparece na frente em todas as simulações de primeiro e segundo turno.

É o nome mais competitivo entre os colocados na cartela de opções.Mas quando a pergunta muda, o humor do eleitor também muda: 59% dos brasileiros dizem que não querem que Lula seja candidato novamente, enquanto apenas 32% defendem sua participação na disputa. (Encarando)

Tarcísio Gomes de Freitas, governador do Estado de São Paulo – Foto: Secom/SP,
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou na quarta-feira (12) que seu objetivo é apresentar um “projeto para o Brasil” no cenário eleitoral de 2026. O político, que se absteve de confirmar ou negar uma possível candidatura à Presidência da República, afirmou que a iniciativa visa capacitar o país a “dar o salto que tanto espera”.
“Quando a gente pensa na eleição de 2026, a gente tem que mobilizar um time que pense e seja apaixonado pelo Brasil. (…) Independente de quem seja o condutor –e isso deixa de ser o mais importante–, nós vamos ter sucesso. Nós temos o melhor povo, nós temos a melhor gente, nós sabemos o caminho. O que está fazendo para a gente acertar? O que está faltando para a gente dar o salto que a gente tanto espera?”, questionou o governador durante sua participação no Fórum de Investimentos do Bradesco Asset.
Ele demonstrou convicção sobre o futuro, acrescentando:
“Eu tenho certeza que nós vamos organizar este grupo e nós vamos apresentar este projeto para o Brasil e esse projeto vai ser vitorioso no ano que vem, que é o que o Brasil merece. E aí, nós vamos dar o salto que a gente tanto espera, porque eu não me conformo em ser eternamente um país do futuro”.
Ao elencar as prioridades nacionais, Tarcísio mencionou a urgência de solucionar as questões fiscais e de promover reformas estruturais. “Vamos resolver o problema fiscal”, declarou.
A ausência de uma confirmação clara sobre sua candidatura presidencial manteve a expectativa entre os participantes. Hartung comentou a situação com humor:
“Sei que a ansiedade no auditório é grande. Eu sou casado com uma psicanalista, então ansiedade é um bom mercado para minha família”.
O ex-governador complementou sua análise do cenário:
“Na política não tem o antes e o depois, tem a hora de fazer as coisas, tem o ‘time’. Se fizer antes, vai dar errado, se fizer depois, vai perder a oportunidade. Tem que achar o tempo certo. E para quem está ansioso [em saber se Tarcísio será candidato a presidente], antes de abril não acontece muita coisa não”, afirmou. (Diário do Poder)