O Ministério Público Eleitoral abriu investigação sobre uma pesquisa divulgada pelo Instituto Amostragem em meio a denúncias de possíveis irregularidades na metodologia aplicada nos levantamentos sobre a disputa eleitoral de 2026 no Piauí.

Adversarios do Palácio de Karnak argumentam que o instituto teria direcionado entrevistas para bairros específicos e determinadas classes sociais, prática que poderia influenciar diretamente os resultados e favorecer candidatos ligados ao Governo do Estado. A representação apresentada ao Ministério Público questiona ainda critérios adotados na composição da amostra, além da ausência de nomes de pré-candidatos em determinados cenários estimulados divulgados recentemente. (Silas Freire)