
Ativação de reservatório móvel amplia oferta de água em Barra Grande em 70 mil litros









A deputada estadual Gracinha Mão Santa participou, na noite deste sábado (22), da segunda noite do 18º Festival do Caranguejo, em Ilha Grande do Piauí. O evento, já consolidado como um dos mais tradicionais da região norte, celebra a cultura local e, nesta edição, presta homenagem ao catador de caranguejo, figura fundamental na economia e na identidade do litoral piauiense.
Gracinha Mão Santa destaca força econômica e cultural do Festival do Caranguejo – Foto: AscomDurante a visita, Gracinha percorreu os quiosques instalados na Praça Nossa Senhora da Conceição, conheceu novos produtos artesanais e gastronômicos e conversou com moradores e trabalhadores que dependem diretamente da atividade. A deputada foi recebida com demonstrações de carinho por famílias que, há anos, têm no festival uma oportunidade de ampliar renda e divulgar pratos típicos do Delta.
Gracinha ressaltou que Ilha Grande e o Delta do Parnaíba vêm se consolidando como importantes destinos turísticos do Piauí, impulsionados justamente por eventos que reforçam tradição, cultura e geração de oportunidades. “O Festival do Caranguejo é identidade, é trabalho e é oportunidade para centenas de famílias. Precisamos valorizar cada vez mais nossas cidades irmãs, pois são elas que vivem e produzem essa riqueza cultural e econômica”, afirmou.
O 18º Festival do Caranguejo segue com programação cultural, musical e gastronômica, reforçando o papel de Ilha Grande como um dos polos turísticos mais importantes do litoral piauiense. (Fábio Wellington)
Para evitar a imagem de estagnação e a percepção de fragilidade financeira, o Governo do Estado teria orientado empreiteiras responsáveis por obras públicas a iniciarem seus trabalhos mesmo sem qualquer repasse oficial de recursos. A determinação, segundo fontes do setor da construção civil, seria sustentada apenas pela promessa de que os valores seriam liberados “nos próximos dias ou meses”.

Sem dinheiro em caixa e pressionados a manter o ritmo das obras para não comprometer contratos e nem a imagem de continuidade do governo, vários empresários passaram a recorrer a empréstimos com juros elevados alguns classificados como agiotagem para bancar as primeiras etapas dos serviços. A estratégia serviria para mostrar movimento, máquinas nas ruas e obras em execução, dando ao governo a aparência de normalidade administrativa e capacidade de investimento.
Nos bastidores, a avaliação é de que o Estado está sem margem orçamentária para investimentos e depende unicamente do aguardado empréstimo bilionário de mais de R$ 2 bilhões autorizado ainda em julho, mas que até agora não chegou aos cofres estaduais. O cenário é descrito como alarmante, pois, além do risco financeiro para os empresários, evidencia um governo que tenta manter a imagem de andamento de obras públicas mesmo sem liquidez real. Nos canteiros, o clima é de incerteza: obras iniciadas, mas sem garantia de pagamento.(Encarando/Silas Freire)

O Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda), em Parnaíba, passa por uma série de intervenções estruturais que vão fortalecer a assistência oferecida à população. As melhorias incluem a ampliação de leitos, a implantação de um novo centro cirúrgico obstétrico e a requalificação completa dos setores de urgência e emergência.
Com a conclusão das reformas realizadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), o Heda contará com uma divisão mais eficiente entre o atendimento geral e a obstetrícia, garantindo um fluxo mais organizado e maior qualidade no cuidado aos pacientes.

As obras seguem em ritmo acelerado e, segundo o secretário de Estado da Saúde, Antonio Luiz, que realizou uma visita técnica às obras nesta semana, a previsão é que parte da reestruturação seja entregue ainda este ano, possibilitando a transferência gradativa dos pacientes e o avanço das etapas finais do projeto. “São obras importantes, e uma parte delas pretendemos entregar ainda este ano, para que possamos transferir os pacientes e concluir a outra parte, a fim de melhorar cada vez mais a assistência prestada”, disse o secretário.
Para o superintendente da Rede de Média e Alta Complexidade da Sesapi, Dirceu Campêlo, essas melhorias na unidade de saúde vão ajudar no fluxo de atendimento aos pacientes. “Com essa reestruturação, teremos um pronto-socorro separado das áreas de consultas, exames e internações eletivas. Muito em breve, teremos uma estrutura nova e ampliada, que vai aumentar a capacidade de resposta do hospital para Parnaíba e toda a Macrorregião do Litoral”, destaca o superintendente.
Foto: Márcio Sales/ Sesapi
Cresce silenciosamente e com velocidade o sentimento político, dentro e fora do Piauí, de que o ex-prefeito de Floriano e presidente estadual do Progressistas, Joel Rodrigues, pode se tornar o principal nome da oposição para disputar o Governo do Estado contra Rafael Fonteles em 2026. O que inicialmente parecia apenas sondagem interna ganhou corpo. De norte a sul do estado, lideranças políticas, empresários, membros de movimentos de direita e até figuras independentes têm manifestado apoio e incentivo à candidatura de Joel.

O movimento tomou volume repentino e surpreendente, colocando-o em posição de destaque como alternativa real de poder. O crescimento do seu nome teria provocado reação imediata no Palácio de Karnak, que, com apoio de veículos de comunicação aliados, apressou-se em divulgar pesquisa do Instituto DataMax tradicionalmente apontado por analistas como responsável por números “generosos” ao grupo governista. A intenção foi clara: preservar a narrativa de favoritismo do atual governador.
Há, no entanto, um dado novo no cenário: a mobilização popular em torno de Joel é espontânea e não vista com outros nomes da oposição, como ocorreu recentemente com Margarete Coelho. Joel Rodrigues passou, rapidamente, a ser tratado como adversário de primeira linha. A campanha ainda não começou, mas o jogo político já se movimenta. (Silas Freire)

Calçamentismo nacional
Não é só no Piauí que pavimentar vias urbanas e estradas com asfalto é feito por órgãos que deveriam fazer coisas como obras hídricas.
O Dnocs, cuja função é a de combater secas, agora virou uma autarquia de pavimentação de estradas.
Asfalto demais
Em um estudo chamado Relatório de Avaliação do Exercício 2025, a Controladoria Geral da União (CGU) revela que 60% das verbas do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) se destinam agora a obras de pavimentação asfáltica.
Menos água
O documento da CGU aferiu que 60% dos contratos firmados pela autarquia de combate às secas, entre 2021 e 2023, estavam dissociados de sua missão institucional, somando R$ 1,1 bilhão de um total contratado de R$ 1,8 bilhão.
Haja asfalto
Segundo a CGU destacou, há evidências de sobra sobre o desvio de finalidade na comparação dos gastos. O montante contratado apenas com obras de pavimentação (R$ 748,8 milhões) superou em 18% os recursos destinados à atividade-fim do Dnocs (R$ 633 milhões).
Um acidente grave foi registrado no início da tarde deste domingo (23/11), na PI-116, rodovia que liga Parnaíba à Praia da Pedra do Sal. Um motociclista e seu passageiro ficaram feridos após a moto se enroscar em um fio de internet que atravessava a via em altura irregular.
De acordo com informações obtidas no local, o condutor — que utilizava capacete — sofreu abrasões nos braços e pernas e apresentava um trauma de face. Ele foi encontrado inconsciente. A equipe do SAMU realizou o atendimento inicial, procedeu com a intubação ainda na rodovia e o encaminhou ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA).
O passageiro também se feriu e recebeu atendimento da equipe de socorro.
A Polícia Militar, por meio do Policiamento de Trânsito, isolou o trecho para garantir a segurança e evitar novos acidentes. Moradores relataram que fios baixos são frequentes na área e já provocaram outros sustos em condutores.(Conectapiaui)

O debate sobre o projeto antifacção voltou a esquentar após a troca de acusações entre os deputados federais Nikolas Ferreira e Melong Solano. Em vídeo divulgado nas redes, Nikolas afirmou que o texto não retira “uma linha” de recursos da Polícia Federal e chegou a desafiar colegas a provar o contrário. “Se encontrar, eu dou cambalhota de cueca aqui na mesa diretora”, disse.
A resposta veio com números. Melong desmontou a fala do colega ao citar ponto a ponto os trechos do projeto que, segundo ele, reduzem verbas destinadas ao combate ao crime organizado. O deputado mencionou o artigo 10, parágrafos 8º e 10º, o artigo 11, inciso IV, alínea A, e o artigo 40, parágrafo 5º. “Todos esses artigos alteram a destinação de recursos hoje previstos para fundos nacionais essenciais à segurança pública, como o Fundo Nacional de Segurança Pública, o Fundo Nacional Antidrogas, o Fundo Penitenciário Nacional e o Fundo Nacional de Aparelhamento das Operações da Polícia Federal”, detalhou.
Segundo Melong, a legislação atual determina que o dinheiro obtido com confisco e bloqueio de bens das organizações criminosas seja reunido em fundos nacionais para garantir uma política integrada de segurança. “Esses recursos não ficam concentrados em Brasília. Parte relevante deles é repassada aos estados: 50% no caso do Fundo Nacional de Segurança Pública, 40% para o FUNAD e até 40% para o Fundo Penitenciário”.
Para o deputado, o modelo atual funciona justamente porque o crime organizado atua de forma interestadual e internacional, exigindo coordenação nacional. O problema, afirma, é que o novo texto “desarticula esse sistema” ao retirar recursos da Polícia Federal e abrir brechas jurídicas que beneficiariam grandes chefes do crime organizado.
Melong também criticou a criação do novo tipo penal de “domínio social estruturado”, que classificou como genérico e desconectado da legislação que já define organização criminosa desde 2013. “O projeto enviado pelo governo Lula, que qualifica organizações criminosas e amplia penas, podendo chegar a 30 anos para líderes de facções, um avanço que se soma ao que já existe em vez de desmontar estruturas de investigação”, argumenta.
O parlamentar concluiu afirmando que combater facções exige profissionalismo, não slogans. “Aumentar penas não basta. É necessária investigação séria para que o Ministério Público ofereça denúncias consistentes e a Justiça consiga condenar desde o criminoso comum até os chefes das organizações” (piauihoje)
O deputado estadual Fábio Novo (PT), foi perguntado pela reportagem do OitoMeia sobre a polêmica gerada nesta semana em torno de ma série de irregularidades relacionadas à empresa TRON.
A discussão ganhou repercussão inclusive nacionalmente após ampla divulgação na mídia e críticas de setores da oposição.

Questionado sobre o assunto, Fábio Novo evitou a polêmica e afirmou que o debate se baseia em um relatório preliminar do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, reforçando que o documento ainda não representa uma decisão final. Ele considera que é necessário aguardar um posicionamento definitivo.
“Temos um relatório preliminar do Tribunal de Contas. Ele não é uma decisão final. Vamos aguardar o Tribunal de Contas se manifestar no plenário. A decisão final é a que tem que ser considerada. O relatório preliminar ainda não foi julgado pelo plenário”, afirmou Fábio Novo.
Um relatório do TCE revelou indícios de direcionamento, superfaturamento e possível dano ao erário na contratação da empresa Tron, por parte do governo do estado, através da Seduc. Segundo este relatório, o superfaturamento no contrato pode chegar a R$ 2,9 milhões. É que o material contratado não foi sequer entregue, mesmo com o governo já pagando no contrato que é de R$ milhões. (Hellen Mercês)

De acordo com a Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (CIPTran), Maria da Paz conduzia a motocicleta pela Rua Itauna, quando acabou colidindo na lateral de um caminhão, no cruzamento com a Rua dos Canários.
Foto: Reprodução/WhatsApp
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e socorreu Maria da Paz ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), mas ela não resistiu aos ferimentos e faleceu na unidade de saúde.
O motorista do caminhão não teve ferimentos e permaneceu no local do acidente.
Maria da Paz Vieira Pinho foi sepultada na manhã desse domingo (23) no Cemitério da Fraternidade, em Parnaíba. A jornalista Najla Fernandes se manifestou nas redes sociais e agradeceu o apoio no momento de luto. (Brunno Sênio)

Acusado na CPMI do INSS de inspirar o esquema que roubou inativos, a fim de substituir a fabulosa “contribuição” obrigatória, o sindicalismo brasileiro virou negócio rentável e proliferou como chuchu na serra: eram 17 mil e caiu para 15 mil, incluindo federações e confederações, após a Reforma Trabalhista. Na China, 1,4 bilhão de habitantes, são 1.713. Nos EUA, berço do capitalismo selvagem, 7 mil, segundo o Bureau of Labor Statistics. Na Alemanha, de sindicalismo forte, não passam de 100. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
A CLT de Getúlio Vargas, que permitia um sindicato por categoria e base territorial, gerou um Frankenstein burocrático que até afana aposentados.
O número de entidades mal se alterou após a Reforma Trabalhista de 2017, apesar da unicidade obrigatória: deixou de ser um ótimo negócio.
Com tradição de muitas greves, a França sustenta só 5 confederações principais (CGT, CFDT etc.) e poucas dezenas de sindicatos setoriais. (Diário do Poder)

Belém (PA), 07/11/2025 – Pavilhões da COP30. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Foi só apagar a luz da COP-30 que a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará voltou para a penúria. O governo paraense turbinou o orçamento da pasta para 2024, ano seguinte a confirmação (2023) da capital Belém como sede da cúpula e véspera do evento. A secretaria viu mais de R$1 bilhão nos cofres. Em 2023, era uma merreca, só R$207,2 milhões. Sem os gringos para olhar, o recurso minguou outra vez, nos padrões que fizeram do Estado o campeão em desmatamento.
Este ano, a pasta já sentiu o impacto e o orçamento recuou 34%. Foram R$674,8 milhões para a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade.
Para o próximo ano, outro corte, este de 41% comparado com 2025. Serão R$397,9 milhões na conta da secretaria.
Considerando os R$1 bilhão de 2024, o desfalque em 2026 fica ainda pior, é menos 61% de dinheiro nos cofres da pasta.
A grana para investimentos também foi embora. Os R$328,7 milhões separados para o ano da COP viraram R$77,1 milhões em 2026.(Cláudio Humberto)
🗣️ O projeto Mente em Foco já atendeu mais de 2.000 crianças e emitiu mais de 400 laudos definitivos de diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista no Piauí.
Neste sábado (22), a unidade móvel chega a Buriti dos Lopes para avaliação de crianças de 3 a 10 anos. O atendimento é gratuito e, em caso de confirmação, o laudo é emitido na hora. 📝
📆 Atendimentos: 23, 24 e 25 de novembro
📍 Local: UAB (Rua Maria da Glória, Conjunto COHAB).
🕐 Horário: 8h às 12h e 14h às 18h
Saiba mais: 👇🏼
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