Caravanas de todo o país chegam para a posse presidencial

Popularescom de varias partes do Brasil, chegam para cerimônia de posse do Presidente eleito na praça dos três Poderes

O dia nublado, com pancadas de chuvas, nesta terça-feira (1º), não afugentou os apoiadores do presidente eleito, Jair Bolsonaro, da cerimônia de posse. Em grupos, desceram a Esplanada dos Ministérios, usando camisetas brancas, amarelas, verdes e pretas, nas quais era possível ler “Bolsonaro Presidente” e “Meu partido é o Brasil”.

Muitos portavam bandeiras do Brasil, boa parte comprada no caminho, onde vendedores ambulantes tentavam driblar a fiscalização do Governo do Distrito Federal. As filas, nos pontos de revista, tão logo se formavam já se dispersavam.

Algumas pessoas se desfizeram de bolsas, garrafas de água, objetos e alimentos proibidos na área reservada ao público.

Um caminhão do Exército, com alto-falante, anunciava as medidas de segurança adotadas para garantir a tranquilidade do evento. Informava sobre os objetos proibidos, como guarda-chuva, carrinho de bebê, armas de fogo, mochilas, bolsas, objetos cortantes e suportes de faixas e bandeiras.

Além dos moradores do Distrito Federal, vieram caravanas de todo o país. Alguns chegaram pela manhã e retornariam à noite para suas cidades. É o caso do engenheiro civil Brener Bernardes, que saiu de Uberlândia (MG) às 3h e dirigiu por 420 quilômetros até Brasília. Trouxe o filho Lucas Bandeira Bernardes e o amigo Darlei Ferreira.

Animado com a oportunidade de acompanhar de perto a posse de Bolsonaro,  Bernardes já tinha percorrido os dois quilômetros entre a rodoviária urbana de Brasília e a Praça dos Três Poderes, e voltado ao ponto de partida para se juntar aos companheiros. Disse acreditar que Bolsonaro fará um bom governo.

“Vai combater a corrupção, melhorar a segurança e a saúde. É preciso recuperar a credibilidade do Brasil no mercado externo para o país voltar a crescer”, afirmou.

Fonte: agência brasil/foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro se prepara para a cerimônia de posse prevista para a tarde desta terça

Presidente eleito, Jair Bolsonaro, recebe ajuda de irmãs para se preparar para a posse

Jair Bolsonaro toma posse como o 38º presidente da República, nesta terça (1º) em Brasília. Antes da cerimônia, que está marcada para começar às 14h30 e deve se estender até o início da noite, o presidente eleito conta com a ajuda das irmãs para se arrumar.

Bolsonaro chegou em Brasília no último sábado (29) e está hospedado na residência oficial da Granja do Torto, em companhia da família, se preparando para a cerimônia, que começa com um desfile da Catedral até o Congresso Nacional e termina com um jantar para autoridades no Palácio do Itamaraty.

Jair Bolsonaro foi eleito em segundo turno com 57,8 milhões de votos. O presidente eleito foi deputado federal por sete mandatos, somando quase 30 anos de Câmara dos Deputados.

Cerimônia

A cerimônia de posse começa por volta das 14h30 na Catedral de Brasília, onde Jair Bolsonaro — acompanhado da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro — se encontra com o vice-presidente Hamilton Mourão.

Dali, o presidente eleito segue de carro até o Congresso Nacional, onde participa da sessão solene de posse, presidida pelo senador Eunício de Oliveira (MDB-CE). Bolsonaro fará o juramento, seguido pelo primeiro discurso como presidente.

Na saída do Congresso, o presidente eleito acompanha a execução do hino nacional e a salva de 21 tiros de canhão. Se as condições climáticas permitirem, ocorrerá ainda uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

Por volta das 16h, Bolsonaro e Mourão — acompanhados das esposas — sobem a rampa do Palácio do Planalto, onde serão recebidos pelo atual presidente, Michel Temer, e a primeira-dama Marcela Temer.
Após receber a faixa presidencial de Temer, Bolsonaro faz um pronunciamento, que será acompanhado pelo público presente. A expectativa é de que de 250 mil até 500 mil acompanhem a posse na Esplanada dos Ministérios.

Em seguida, o presidente vai para o Salão Nobre, onde receberá os cumprimentos dos convidados e dará posse aos 22 ministros. A partir das 18h30, o casal Bolsonaro receberá os convidados em um coquetel no Palácio Itamaraty.

A cerimônia de posse de Jair Bolsonaro contará com o maior esquema de segurança já organizado para a ocasião. O público não poderá portar guarda-chuva, objetos cortantes, máscaras, carrinhos de bebês, fogos de artifício, bebidas alcoólicas, garrafas, sprays, bolsas e mochilas. Além disso, será permitido o acesso à Esplanada apenas a pé — bicicletas, patins e qualquer outro meio de transporte estão proibidos.

Bolsonaro, 38º presidente do país, toma posse hoje à tarde

Sessenta e cinco dias após ter sido eleito, Jair Bolsonaro assume a Presidência da República, em uma cerimônia marcada para o início da tarde de hoje (1º), com atos no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Itamaraty. Acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente eleito deixará a Granja do Torto, por volta das 14h10, seguindo para a Catedral de Brasília, na Esplanada dos Ministérios, onde se encontrará com o vice-presidente Hamilton Mourão.

Na Catedral, acontece a troca de carros e se inicia o deslocamento dos dois casais, em veículos separados, até o Congresso Nacional. No trajeto, que deve durar cerca de 10 minutos, a comitiva presidencial é acompanhada por policiais a pé, por batedores da Polícia do Exército e pelo 1º Regimento de Cavalaria de Guardas – Dragões da Independência.

A sessão solene de posse de Bolsonaro será aberta às 15h, pelo presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE). Nesta sessão, Bolsonaro assume o compromisso de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

O juramento é seguido do primeiro discurso de Bolsonaro como 38º presidente do Brasil. Parlamentares e convidados participam da solenidade que deve durar cerca de 45 minutos e acontece no plenário da Câmara dos Deputados. Na saída do Congresso, Bolsonaro acompanhará a execução do Hino Nacional, a salva de 21 tiros de canhão e a exibição da Esquadrilha da Fumaça, bem como passará em revista às tropas.

Bolsonaro e Mourão, acompanhados das respectivas esposas, subirão a rampa do Palácio do Planalto por volta das 16h20. Serão recebidos pelo presidente Michel Temer e pela primeira-dama Marcela Temer. Todos seguirão para o parlatório. Depois de passar a faixa presidencial, Temer e a primeira-dama se despedem do Palácio do Planalto.

Já com a faixa presidencial, Bolsonaro se dirigirá à nação, em um pronunciamento de aproximadamente 30 minutos, que será acompanhado pelo público presente na Praça dos Três Poderes. Após o discurso, o presidente vai para o Salão Nobre onde receberá os cumprimentos dos convidados e dará posse aos 22 ministros. O ato é seguido da fotografia oficial. A partir das 18h30, o casal Bolsonaro receberá os convidados em um coquetel no Palácio Itamaraty.

Segurança

A posse terá um esquema de segurança reforçado, o maior para uma cerimônia presidencial. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro sofreu um ataque a faca, um dos motivos para a segurança reforçada. Desde sábado (29), carros e outros veículos não podem circular na Esplanada dos Ministérios, onde ocorrerá a cerimônia. Quem quiser assistir à posse terá que descer a Esplanada a pé. Não serão permitidos o acesso com bicicletas, skates e patins, por exemplo.

Outros itens proibidos para levar para posse: guarda-chuva, objetos cortantes, máscaras, carrinhos de bebês, fogos de artifício, bebidas alcóolicas, garrafas, sprays, bolsas e mochilas.

Quatro linhas de revistas serão montadas a partir da Rodoviária do Plano Piloto, com fiscalização manual da Polícia Militar.  Detectores de metais também serão usados ao longo do percurso. A população só poderá passar pelas barreiras com frutas e pacotes de biscoitos, preferencialmente em sacola transparente.

A navegação no Lago Paranoá também será limitada, assim como há um esquema especial para defesa aérea e o controle de tráfego aéreo na capital federal.

A previsão é que 250 mil até 500 mil acompanhem a posse na Esplanada. Mais de 2,6 mil policiais militares trabalharão na região, junto com agentes do Exército, Polícia Federal, Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e Detran.

Bolsa Família: recorde é de Temer, ‘pai dos pobres’

Presidente superou, em muito, o PT e distribuiu R$ 31 bilhões pelo Bolsa Família em 2018

Dois anos e meio na Presidência foram suficientes para Michel Temer mostrar ser possível fazer mais por brasileiros pobres do que o PT sempre alegou fazer. Com a economia em frangalhos, o Bolsa Família pagou R$ 31 bilhões aos beneficiários do programa em 2018. O valor estabelece novo recorde superando, em muito, as maiores marcas dos governos Dilma (R$ 27,8 bilhões) e Lula (R$ 14,3 bilhões). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os R$31 bilhões foram pagos a 14 milhões de famílias. Parece muito, mas equivale a um mês de salários pagos a servidores da União.

Temer já havia batido o recorde em 2017, quando o programa distribuiu R$ 29 bilhões, mas o esforço não se reverteu em popularidade.

A expectativa é de pente-fino nos cadastros, prometido por Jair Bolsonaro, além da extensão do programa, que também vai pagar 13º.

Público se concentra em Brasília

Antes das 9h, público começou a chegar à Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto, onde Jair Bolsonaro receberá a faixa do presidente Michel Temer. Muitos estão com fotos e broches do juiz Sérgio Moro e do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Bandeiras de Israel são erguidas. A cada momento grupos gritam frases e palavras de ordem como “eu vim de graça”, e “Globolixo”, uma referência à TV Globo. Na praça, um telão também foi montado para o público. Jair Bolsonaro e o vice, general Hamilton Mourão, deverão chegar ao Palácio por volta das 16h. Antes, haverá uma parada na Catedral, Congresso Nacional (onde haverá o juramento à Constituição) e, logo após, a transmissão da faixa no Palácio do Planalto e o discurso no parlatório.

Jornalistas são revistados para cobrir posse

Desde as 7h da manhã, jornalistas, que irão cobrir a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, se reuniram no CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil, no setor de Clubes Sul, em Brasília. Todos os jornalistas, munidos obrigatoriamente de credenciais, foram revistados. Bolsas e mochilas foram abertas e passadas por detectores de metal. Ônibus no CCBB levaram grupos de jornalistas para a Catedral, Congresso, Palácio do Planalto e Praça dos Três Poderes. Toda Esplanada dos Ministérios está fechada.

Caberá a Bolsonaro definir o valor do salário mínimo de 2019

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O presidente Michel Temer deixou para o sucessor, Jair Bolsonaro, definir a nova política para o salário mínimo. A regra atual para cálculo perde validade hoje (1). O valor atual do salário mínimo é de R$ 954.

No Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2019, o valor fixado para o mínimo a partir de 2019 é de R$ 1006. Porém, é necessário confirmar o valor e definir também as regras que vão vigorar para os próximos reajustes.

Tradicionalmente, o decreto é editado nos últimos dias do mês de dezembro. A Agência Brasil apurou que Michel Temer não assinou mais nenhum ato que envolva impactos futuros.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. Bolsonaro tem até o dia 15 de abril para decidir se mantém a regra ou se muda.

Pela regra atual, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento informaram que o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%. O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, têm valores diferenciados para o salário mínimo, acima do piso nacional.

Fonte: Agência Brasil

Aposentados com um salário mínimo receberão valor reajustado em 25 de janeiro

 

Os aposentados e pensionistas do INSS com benefício igual ao salário mínimo receberão os valores reajustados a partir do dia 25 de janeiro. O índice ainda não está finalizado, mas a última previsão do governo Michel Temer (MDB) foi de um aumento final de 5,45%, levando o piso dos salários e aposentadorias dos atuais R$ 954 para R$ 1.006.

Para quem recebe acima do salário mínimo, o depósito do benefício reajustado começará em 1º de fevereiro. Se o último índice de inflação previsto pelo governo for o confirmado no início deste próximo ano, as aposentadorias, pensões por morte e auxílios acima do salário mínimo serão pagas com uma correção de 4,20%. A data exata em que o valor cai na conta dos segurados depende do número final do cartão de benefício.

O índice final de reajuste do mínimo segue indefinido por duas razões. A primeira é que o presidente Michel Temer não publicou o decreto com os novos valores – ele ainda pode fazê-lo nesta segunda-feira. Apesar de não ser obrigatório definir esse valor antes da virada do ano, tradicionalmente a publicação saía nos últimos dias.

Em 2017, a assinatura foi em 29 de dezembro. O outro motivo está ligado ao índice de inflação, que, por tratar do período acumulado de janeiro a dezembro de 2018, ainda não está fechado. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgará o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) no dia 11 de janeiro de 2019.

Depósitos são retomados na quarta (2)

Nesta semana, a partir de quarta-feira, 2 de janeiro, o INSS retoma os depósitos da última folha de pagamentos de 2018, referente ao mês de dezembro. Depois da pausa para Ano-novo, os depósitos serão feitos a quem recebe o piso e tem cartão final 6, e para os benefícios maiores que o salário mínimo, de quem tem cartão final 1 e 6.

O dinheiro cairá na conta dos segurados até o dia 8 de janeiro, conforme o calendário oficial do instituto.
Esses valores ainda são pagos sem reajuste, pois ainda tratam da folha de aposentadorias e pensões referentes ao mês de dezembro deste ano. Fonte: DN. Fotos: FLN./ECOM. Edição: APM Notícias.

Guedes indica presidente da Firjan para Sesi

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O presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, presidirá o Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi). A nomeação foi confirmada hoje (31) à noite pela equipe de transição do novo ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o comunicado da equipe de transição, o presidente eleito Jair Bolsonaro manifestou satisfação com a indicação de Gouvêa.

Composto por representantes do governo, de empresários e de trabalhadores, o Conselho Nacional do Sesi é responsável por definir diretrizes e coordenar ações, programas e metas. O órgão também aprova e fiscaliza o orçamento do Sesi, que faz parte do Sistema S.

O presidente do conselho é nomeado pelo presidente da República. Entre as atribuições do órgão, está o encaminhamento das prestações de conta do Sesi ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria-Geral da União (CGU).

Fonte: Agência Brasil

Sindicato teme surto de Tuberculose em presídios do Piauí: dois já morreram

O Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi) denunciou casos que Tuberculose nas unidades prisionais do Piauí e que pelo menos dois detentos já morreram no mês de dezembro de 2018.

A maior preocupação é com a saúde dos agentes penitenciários, que ficam vulneráveis com o trabalho diário nos presídios.

O sindicato teme que um surto possa se espalhar e fazer novas vítimas. Dos dois mortos, um é da Casa de Custódia e o outro é da Colônia Agrícola Major César.

Os presos doentes são tratados no Hospital Penitenciário e depois retomam às celas, causando o risco de transmissão da doença.

Mesmo vitorioso, Wellington Dias apresenta ‘fadiga de material’

Por:Zózimo Tavares

O governador Wellington Dias já tinha um lugar na história do Piauí, mas esse lugar ganha um destaque especial a partir de hoje, quando ele toma posse para o seu quarto mandato no Palácio de Karnak.

Além de ser o único político do Piauí a conquistar nas urnas o mandato de governador por quatro vezes, Wellington Dias esbanja ainda outra faceta: foi eleito sempre no primeiro turno, concorrendo tanto no palanque da oposição quanto no do governo.

Os resultados das urnas mostram, porém, que o governador começa a ser afetado pelo fenômeno que em política convencionou-se chamar de “fadiga de material”.

Ou seja, é aquela situação em que o político passa a perder fôlego justamente pelo longo tempo no poder. Por analogia, diz-se que isso acontece em função do desgaste do material.

Aos números

Wellington Dias: posse no quarto mandato de governador

Wellington Dias conquistou a sua primeira eleição de governador, em 2002, derrotando o governador Hugo Napoleão (PFL), que disputava a renovação do mandato.

Naquele pleito, ele venceu a disputa com 50,96% dos votos, contra 44,07% de Hugo.

O petista conseguiu o seu primeiro mandato para o Karnak puxado pela ‘onda vermelha’ que levou o ex-sindicalista Luís Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

Welington renovou o seu mandato em 2006 com a caneta na mão. Ele obteve 61,68% dos votos, contra 25,26% do segundo colocado, o então senador Mão Santa (PMDB).

Votação recorde

Ele voltou ao governo em 2014, depois de passar quatro anos como senador. Enfrentou nas urnas o governador Zé Filho (PMDB).

Naquela campanha, disputando o Karnak pela oposição, o petista conseguiu montar um palanque competitivo.

O resultado é que ele apresentou o seu melhor desempenho na disputa pelo governo, ao conquistar 63,08% dos votos, contra 33,25% de Zé Filho.

Votação em declínio

Nas eleições deste ano, Wellington Dias reelegeu-se com 55,6% dos votos. O seu principal adversário, o deputado estadual Dr. Pessoa (SDD), obteve 20,4%. O terceiro colocado, deputado Luciano Nunes (PSDB), ficou com 17% dos votos.

Depois de 2002, esse foi percentualmente o pior desempenho de Wellington na disputa pelo governo. Embora tenha sido vitorioso, viu um decréscimo preocupante em sua votação, comparada com as de 2014 e 2006.

Naquelas eleições, ele obteve 1.053.342 votos. Agora, sua votação total caiu para 966 mil.

Governo forte, oposição fraca

Este ano, o governador puxou para o seu lado quase todas as forças políticas de grande expressão do Piauí. Montou um megapalanque, uma superestrutura de campanha.

Além disso, enfrentou adversários fracos, cujas candidaturas ao governo foram improvisadas na última hora.

Atento aos humores da política, o governador certamente já detectou essa curva descendente de sua votação e sem dúvida tentará mudá-la ao longo do mandato que se inicia hoje.

Novo ano, novas expectativas

Por : Camila Neto

Ufa….que ano!! Sou muito grata por tudo que aconteceu em 2018. Muita coisa inédita e feliz na minha vida. Algumas mudanças que aconteceram de dentro para fora. E percebi que eu devo respeitar o próximo independente da raça, cor e religião.
Em 2018 trabalhei muito, corri muito atrás, tentei fazer a diferença. Um ano de muita gratidão, crescimento e amadurecimento.
Um ano que chorei, mas também um ano que levantei e sacudir a poeira. Um ano que eu me permiti perdoar e pedir perdão. Um ano que tomei decisões que eu pensei que eu não seria capaz de tomar.
Um ano que nasceram alguns projetos e um ano que eu redescobri algumas amizades. Um ano que eu descobrir que abrir mão de algo que você acreditava que era tudo para você faz parte do aprendizado e do seu crescimento pessoal.
E por fim não devemos aceitar certas situações por medo de recomeçar porque Deus nos dá a oportunidade de reescrever a nossa história em cada amanhecer.
Hoje é possível acreditar que o ano que virá poderá ser melhor. E eu me comprometo que será!
Desejo ano de 2019, seja mais produtivos e que eu consiga me abrir mais para adquirir mais experiência na vida profissional e também pessoal.

Adeus 2018 #Veeeem2019 #FelizNovoAno

Comprometa-se com seus sonhos, coloque Deus na frente e eles serão abençoados!

Wellington Dias e Regina Sousa tomam posse hoje à tarde

O governador eleito, Wellington Dias (PT) assumirá seu quarto mandato à frente do Estado do Piauí, Nas eleições de outubro de 2018, ele foi eleito reeleito com 55,6% dos votos (966 mil). O evento de posse do governador e de sua vice, Regina Sousa (PT), está marcada para hoje à tarde.

A solenidade iniciará com a saída do governador de sua residência, localizada na BR-343, onde ele seguirá até a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Todo o percurso será feito com a presença de escolta e batedores. Na Alepi, será feita a cerimônia de recondução à chefia do poder Executivo. Em seguida, o governador seguirá para o Palácio de Karnak.

Durante todo o evento, os eleitos serão acompanhados por policiais militares, bombeiros, guardas municipais, além de terem o suporte da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito, que fará o controle do acesso das vias.

Cerca de 80 agentes devem atuar na segurança do evento. Este ano, a segurança está mais reforçada para evitar possíveis atentados, como ocorreu com o presidente eleito, na época candidato à presidência, Jair Bolsonaro, que foi esfaqueado enquanto fazia campanha eleitoral.

Perfil de Wellington Dias

José Wellington Barroso de Araújo Dias nasceu em Oeiras, no dia 5 de março de 1962, é bancário e formado em Letras/Português pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e tem especialização em Políticas Públicas e Governo, pela Universidade Federal do PRio de Janeiro (UFRJ).

Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 1985, onde iniciou suas atividades sindicais como integrante da Central Única dos Trabalhadores e presidente da Associação da Caixa Econômica Federal (APCEF).

Estreia na carreira política em 1992, quando foi eleito vereador de Teresina e, em 194, foi eleito deputado estadual. Foi presidente regional do PT entre os anos de 1995-1997. Em 1996 foi candidato a vice-prefeito de Teresina na chapa de Nazareno Fonteles, mas não alcançou para o segundo turno.

No ano de 1998, Wellington Dias foi eleito o primeiro deputado federal pelo PT no Piauí e no ano 2000 foi candidato a prefeito de Teresina, tendo Francisca Trindade como companheira de chapa.

Em 2002 foi anunciado pelo PT como candidato ao Senado, o partido o fez candidato ao Governo do Estado. Renunciou ao mandato de deputado federal em 2002. Reelegeu-se em 2006.  Renunciou ao cargo em 2010, com a intenção de se candidatar ao Senado. Foi eleito o senador mais votado com quase 1 milhão de votos.

Em 2014 foi eleito para o seu terceiro mandato como governador do Piauí.

Perfil de Regina Sousa

Regina Sousa presidiu a Comissão de Direitos Humanos enquanto estava do Senado Federal (Foto: Jailson Soares)

Nascida em União (4 de julho de 1950) Maria Regina Sousa é filiada ao Partido dos Trabalhadores e vice-governadora eleita do Piauí.

Formada em Letras e funcionária, foi secretária de Administração do Estado do Piauí nos dois primeiros governos de Wellington Dias. Construiu história na militância sindical onde presidiu o Sindicato dos Bancários e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Piauí.

Em 2010, nas eleições estaduais no Piauí, foi eleita primeira suplente de senadora. Atualmente é presidente do PT no Piauí e em janeiro de 2015 assumiu o mandato de senadora com a eleição de Wellington Dias para governador do Piauí.

Durante o mandato no Senado Federal, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Por: Isabela Lopes

Governador do Piauí não vai à posse de Bolsonaro em Brasília

Nesta manhã, nove governadores estão assumindo os cargos no Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais, no Pará, Paraná, Rio de Janeiro, em Rondônia, São Paulo e no Tocantins. Muitos deles devem vir a Brasília para a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, programada para as 15h.

No total, 17 governadores tomam posse na tarde desta terça-feira: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. O do Amapá, Waldez Góes, já tomou posse à meia-noite e meia. Fonte: O Dia. Foto: Oitomeia. Edição: APM Notícias.

É preciso seguir em frente

POR:BERNARDO SILVA

O primeiro texto que escrevo neste 2019 que se inicia é para agradecer. A Deus, sobre todas as coisas, pelo dom da vida. A Ele e somente a Ele que me permitiu carregar minha cruz e estar aqui, à disposição dEle, para seguir em frente. Porque é preciso seguir. Claro que existem outros agradecimentos a pessoas que me fortaleceram nesta caminhada; que me ajudaram a servir, a ser mais gente. No entanto, é Deus que me faz caminhar por entre espinhos, porque estamos aqui sobre a terra não é para vivermos de prazeres, apenas. Mas principalmente para vivermos de dores e sofrimentos, de forma resignada. Foi duro haver perdido um irmão há um ano atrás, meses após o susto de ter outro irmão por vários dias numa Unidade de Terapia Intensiva, em Fortaleza, entre a vida e a morte. E este ano, um câncer na minha esposa nos impôs mais esta provação…

Mas isso é passado. Deus nos deu forças e vai continuar nos dando para ultrapassarmos outros problemas. Mas eu apelo a Ele que me dê também a sorte de sonhar com a melhoria da humanidade. Onde seja facilitada a convivência pacífica entre todos, sem os ódios dos medíocres e nem a desfaçatez dos insensatos. Que nós nos olhemos como irmãos, sem os fingimentos tão comuns nos dias atuais.

Que Deus nos dê a humildade de continuarmos tentando fazer um jornalismo, através deste blogdobsilva, sem o sensacionalismo apelativo tão comum de alguns outros. E aqui aproveito para agradecer a grande contribuição que recebi no ano que passou, da jornalista Camila Neto, hoje responsável maior por este meio de comunicação e do jornalista e escritor Pádua Marques- os dois são marcas de qualidade.

Claro que desejo que em 2019 todos nós sejamos felizes. Mais felizes. Mas que não esperemos que esta felicidade caia do céu. Que tenhamos o discernimento que é preciso correr atrás de nossas metas e lutar pelos nossos objetivos. Aliás nada cai do céu. E jamais serei feliz se no meu dia a dia não buscar fazer felizes os que estão ao meu lado. E por isso eu quero servir e ajudar mais as pessoas. Esquecer meu egoísmo e dividir mais, abraçar mais, amar mais…

Termos mais 365 dias pela frente e um coração cheio de esperanças, porque temos fé em Deus, acima de tudo. Sim, Deus, este ser tão esquecido nos últimos tempos porque os homens hoje preferem endeusarem-se uns aos outros. Tem até um desses, considerado até bem pouco tempo uma verdadeira divindade, que está na cadeia, um sinal inequívoco de que isso não é correto. É preciso que os homens sejam mais humildes, admitam seus erros, voltem atrás e peçam perdão.

E, para finalizar, sei que para eu ter um feliz 2019 é preciso que eu seja melhor. Que eu corra atrás. Que eu faça acontecer. Do contrário, tudo continuará como antes. Como sei que Deus está conosco, vamos seguir em frente em busca da felicidade. A todos os nossos leitores, anunciantes, apoiadores e parceiros em geral, que as bênçãos de Deus cubram cada um. E vamos à luta!!!

Parnaíba está fora do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia em 2019

O Piauí voltará a ser sede de uma etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia em 2019. Os jogos devem ser realizados em Teresina, na metade de agosto, em local ainda a ser confirmado.  A informação foi confirmada pela presidente da Federação Piauiense de Vôlei, Tatiana Rodrigues.

A sede ainda não consta no calendário no site oficial da Confederação Brasileira de Vôlei, mas a data prevista envolve a quarta etapa do circuito challenger, que é a classificatória para o Circuito Brasileiro Open. O evento nacional também terá vaga para os melhores atletas do Piauí, que serão definidos após o encerramento do circuito piauiense de 2018, em janeiro deste ano. Fonte: Cidadeverde. Foto: DV. Edição: APM Notícias.

Piauienses passam réveillon em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba

Um grupo de piauienses participa da vigília pela liberdade do ex-presidente Lula, em frente à sede da Polícia Federal, em Brasília. A caravana chegou à capital do Paraná na tarde do domingo (30) e retorna ao Piauí no dia 02 de janeiro.

De acordo com a professora Lourdes Melo, que foi candidata a governadora do Piauí pelo PCO, para o grupo, Lula é um preso político. Ela diz que a prisão dele foi uma manobra para que Jair Bolsonaro (PSL) conseguisse ser eleito.

“A eleição de Bolsonaro foi uma fraude. Não o reconhecemos como nosso presidente. Prenderam o Lula para que Bolsonaro conseguisse se eleger. Ele representa os grandes empresários e os banqueiros. Queremos a liberdade do Lula. Eles já conseguiram o que queriam que era impedir a candidatura do Lula. Não faz mais sentido ele ficar preso”, declarou.

A manifestação em apoio ao ex-presidente conta com a participação de caravanas de todos os estados do Nordeste e de outras regiões do país. “Há um constante revezamento. Quando um grupo vai embora, outro chega. Assim o Lula nunca fica sozinho. Ele já afirmou que consegue nos ouvir. Todo dia às 9 horas tem o “Bom dia, Lula” e às 19 horas fazemos o “Boa noite, Lula”. É nossa forma de darmos força para ele”, afirmou.

A caravana pela liberdade de Lula conta com a participação de representantes de movimentos como CUT, MST, sindicatos e movimentos de mulheres. 


Foto: Arquivopessoal/LourdesMelo

Lídia Brito

Piauí está autorizado a pedir empréstimo de 20 milhões de dólares

PEGANDO EMPRESTADO EM DÓLAR

Entrou em vigor última semana a Lei 7.158, de 27 de dezembro de 2018, da Assembleia Legislativa, que autoriza o estado do Piauí a contratar 20 milhões de dólares americanos junto ao Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), com a garantia da União. 

O dinheiro deve ser destinado para o financiamento do Programa de Inclusão Produtiva e Cidadania no Semiárido Piauiense – Piauí Viva o Semiárido. 

Empréstimos dessa natureza, no entanto, precisam de autorização do Senado Federal.(Rômulo Rocha)

Temer nomeia Carlos Marun para o conselho de Itaipu.

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No seu último dia de mandato, o presidente Michel Temer exonerou Carlos Marun do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo e o nomeou para exercer a função de conselheiro da Itaipu Binacional, com mandato até 16 de maio de 2020.

A mudança de Marun para a Itaipu está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira. O documento traz ainda a exoneração de Frederico Matos de Oliveira da função de conselheiro da Itaipu, “em virtude de renúncia”, e do diplomata Marcos Bezerra Abbott Galvão da função de representante do Ministério das Relações Exteriores (MRE) junto à empresa.

O Conselho de Administração da empresa é constituído por 14 membros, sete do Brasil e sete do Paraguai. O Tratado de Itaipu estabelece que “a qualquer momento, os governos poderão substituir os conselheiros que houverem nomeado”.

Além de Marun, Temer já havia nomeado no fim do ano passado para o mesmo conselho a advogada Samantha Ribeiro Meyer, ex-mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

Em 2014, a então presidente Dilma Rousseff se envolveu em polêmica ao nomear o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que já havia sido delatado na Lava Jato, para o cargo de conselheiro de Itaipu.

Ministros. Marun é o primeiro ministro de Temer a deixar oficialmente o governo, abrindo vaga para a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que assume a Presidência do País amanhã. O novo titular da pasta antes comandada por Marun será o general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Fonte: MSN. Foto: BBdxxl. Edição: APM Notícias.

Edição do ‘Diário Oficial da União’ desta terça-feira pode ter até 5 mil páginas

Desde dezembro de 2017, o Diário Oficial não é mais impresso

Cristiana Lôbo
G1 Brasília

A edição do “Diário Oficial da União” de terça-feira (dia 1º), que vai publicar os primeiros atos de Jair Bolsonaro como presidente, deverá ter algo em torno 5 mil páginas. Essa é a estimativa de funcionários da Imprensa Nacional, responsável pela publicação, depois de advertidos para o grande volume de atos a serem assinados pelo novo presidente.

Na edição de terça, serão publicados todos os atos de demissão e nomeação de funcionários para cargos de confiança, os chamados DAS, e também os atos de reestruturação administrativa do governo.

MINISTÉRIOS – O governo Bolsonaro reduziu de 29 para 22 o número de ministérios e, para isso, houve fusão de muitas pastas ou redistribuição de áreas para outros ministérios. Essas mudanças demandaram muitos estudos, pois cada ministério detém dezenas de CNPJs que seriam realocados. Um exemplo é o antigo Ministério do Desenvolvimento, que sob sua jurisdição detinha 76 CNPJs. Agora, o ministério foi incorporado pelo novo Ministério da Economia.

A edição do “Diário Oficial” vai trazer também a reestruturação da vice-presidência da República. Desde que Michel Temer assumiu a presidência, a vice perdeu toda a estrutura de assessores e, praticamente, deixou de existir – restando apenas o cargo de vice. Agora, para que o general Hamilton Mourão assuma, a vice-presidência será reorganizada com a recriação de um quadro de assessores.

Depois de 155 anos sendo impresso, o “Diário Oficial da União” é, desde 1º de dezembro de 2017, exclusivamente digital.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O fim da impressão do “Diário Oficial” foi uma das providências positivas do governo de Michel Temer. Na era digital imprimir um calhamaço de 5 mil palavras não tem a menor justificativa, não faz o menor sentido, com a internet à disposição de todos. Os recursos públicos precisam ser economizados, caso contrário o país jamais pagará a dívida pública e será eternamente refém do mercado financeiro. (C.N.)