Centro Espírita Humberto de Campos realiza festa natalina no Hospital dos Hansenianos
COM ESSES?
Mais Você mostra belezas do litoral PI; homenagem a Mateus Portela
SILAS FREIRE: UM “CABRA” MAGOADO
Zé de Maria e o Fusca roubado
O boa gente Zé de Maria, notável figura parnaibana, descansava solene à porta de sua casa. Passam uns regueiros, de carro, e o convidam para curtir a noite. Zé aceita, sem saber que os rapazes tinham pego, escondido, o carro de um tio, que denunciou o sumiço do Fusca. No final da noite, acaba a gasolina e os rapazes resolvem voltar a pé.
Zé fica dormindo no carro. Às 6 da manhã, o Zé é acordado por batidas no vidro.
Policial “Teje preso, cidadão!”
Zé de Maria: “Eu, preso? Magina, eu não fiz nada?”
Policial: “Fez sim. Esse carro foi roubado ontem à noite. O senhor está preso em flagrante.”
Zé de Maria :”Moço, eu sou filho do Bate Sola e não dirijo nem bicicleta, como é que eu roubei um carro?(Do Portalaz)
BOM DIA, GOVERNADOR! MENOS PAPO, MAIS TRABALHO.
Barraqueiros de Luís Correia reclamam da falta de estrutura e prejuízo
NOVO ANO: VELHOS PROBLEMAS
Biomade realiza reintrodução de tartaruga-oliva no litoral piauiense
EM 2014, DILMA ABUSOU DO “DILMÊS” E NÃO SE FEZ ENTENDER
As confusões de discurso já viraram marca registrada da presidente Dilma Rousseff e, neste ano eleitoral, quando ela precisou mais deixar os textos de lado e se arriscar mais no improviso, não se fez entender em uma infinidade de momentos.
Dilma já celebrizou a expressão “no que se refere”, à qual sempre recorre para introduzir um assunto. A presidente também já é famosa pelo “porquê” retórico, que sempre lhe permite um tempinho a mais para pensar no que virá em seguida.
Apesar disso, não escapou de se enrolar e provocar situações embaraçosas, incompreensíveis e engraçadas ao longo do ano.
Já na pré-campanha ela deu o tom das sucessivas confusões. Ao participar cerimônia de entrega unidade do programa Minha Casa Minha Vida, em Camaçari, na Bahia, Dilma receitou: “Abacaxi tranca, quiabo flui”, para justificar o nome do complexo de viadutos construído pelo governo de Jaques Wagner em parceria com o governo federal, para melhorar o trânsito, conhecido como Nova Rótula do Abacaxi. A comparação entre o “abacaxi” e o “quiabo” concluiu uma série de escorregões da presidente para falar da obra.
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http://tribunadainternet.com.br/em-2014-dilma-abusou-do-dilmes-e-nao-se-fez-entender/
Zé Filho reassume direção da FIEPI
“Estamos convictos de que avançamos muito, mas novos desafios serão importantes para darmos continuidade às ações que apoiam o processo de crescimento da indústria piauiense”.
Professor Rarison é o novo diretor regional da SEMAR
O suplente de vereador Rarison Albuquerque é o novo diretor regional da SEMAR.
SEDE DE PODER
Emergência decretada por Wellington dribla LRF
Da boca pra fora
Oposição pra valer ou valorização do passe?
DECRETAÇÃO DE EMERGÊNCIA NO ESTADO: CONTRATAR OBRAS SEM LICITAÇÃO
Rejane Dias: secretária de Educação sim, mas só após assumir mandato de deputado federal, em fevereiro.
Emergência
Um lembrete: a decretação de emergência em seis áreas da administração pública poderá permitir a contratação de obras e serviços sem licitação.
Por isso, é preciso usar esse instrumento institucional para acertar e não errar.
Trabalho
Ontem, primeiro dia útil do ano, foi de algum trabalho para alguns dos novos integrantes do governo estadual.
Mas a maioria preferiu deixar para pegar no pesado mesmo a partir de segunda.
Interinidade 1
Os novos secretários de Educação, Rejane Dias (PT) e de Segurança, Fábio Abreu (PTB) somente devem assumir suas pastas em 2 de fevereiro, após assumirem em Brasília seus mandatos de deputado federal, se licenciando em seguida.(Portalaz)
CIDADES DO LITORAL SEM SINALIZAÇÃO TURÍSTICA
Imagem ilustrativa
Muito mal
Os prefeitos de Parnaíba, Florentino Neto (PT) e Luís Correia, Adriane Prado (PP) poderiam fazer um esforço maior para dar aos veranistas um pouco menos de aborrecimento. Nenhuma das cidades tem uma sinalização turística digna de nome.
Sujeira
Quem foi à praia em Luís Correia teve que se aborrecer com a sujeira, sobretudo em Atalaia. É algo ruim, porque quem foi à cidade consumiu o bastante para deixar umas três dezenas de milhões de reais na economia local em cinco dias. E quem gasta tanto precisa ser melhor tratado. (Portalaz)




























