Por:Reginaldo Costa
Como santo de casa não faz milagre, o ex-presidente José Sarney, apesar dos vícios da política entranhados na alma, foi quem enxergou a grandeza da cidade de Parnaíba no cenário regional e destinou investimentos para a implantação do DITALPI – Distrito de Irrigação Taboleiros Litorâneos. Através da agricultura irrigada, a micro-região encontrará sua redenção, dependendo da conscientização das autoridades e do conjunto da sociedade.
Sem entrar no mérito da questão sobre a relevância da obra, perguntaria para que acumular gratidão se o Campus Reis Veloso homenageia, à altura, o ex-ministro, quando é amplo o leque de ilustres personalidades que poderiam ser lembradas? Para não alongar a conversa, citarei apenas alguns nomes: o próprio professor Gilberto Escórcio, guerreiro incansável de árduas batalhas, quando não, milagreiro que fez daquela escola referência nacional. Além de ser humano querido, seria o reconhecimento do homem discreto e professor dedicado. Nesse caso, o presidente da Fecomércio, estaria agindo coerente com a História; Francisco de Assis Almeida Brasil, autor de obras literárias traduzidas para outros idiomas; Renato Pires Castello Branco, considerado um dos baluartes da publicidade brasileira; Humberto de Campos, embora não seja parnaibano, plantou na terra de Simplício Dias, sementes que germinaram na literatura. No país do espiritismo, um dos ramos da ciência humana experimental, Humberto de Campos é referencia de grande envergadura, cuja vinculação a Parnaíba poderia tornar a cidade centro de estudos, pesquisa e visitação.




Ponte foi queimada












