Ele era desconhecido. Agora, não
Quando Rafael foi disputar o atual mandato era desconhecido e tinha a estrutura do governo petista.
Depois que inventou uma série de coisas que não deram certo (e ele próprio finge que deram), inaugurou escritório do Piauí na Letônia e outros países sem a menor necessidade. E sem a menor lucratividade.
Hidrogênio, o bicho verde
Inventou um tal de hidrogênio verde que, se fosse colocado em prática, ia consumir a água do Parnaíba todinha; enfim, não há realizações da gestão.
O tal porto, que ele finge que existe, é um monte de latas à beira-mar e assim mesmo num lugar deslocado da planta anterior.
Comunicação de faz de conta
Rafael precisa mudar a comunicação e fazer um marketing diferente: primeiro, para mudar essa cara carrancuda, imperativa, para se mostrar agradável ao eleitor.
Se ouve entre populares que a imagem do governador é péssima, de um mini ditador. Não é tanto assim, mas ele se comunica mal.
A comunicação não é feita por um bom profissional; quem está lá no setor cuida mais de negócios do que propriamente da imagem do chefe do governo.
O eleitor sabe, ele não!
Agora o eleitor conhece bem Rafael, que nestes três anos de gestão tem forjado pesquisas para manter uma imagem que a realidade não mostra. Isso é um risco no caminho do governador pela reeleição.
Ele não deve contar com todo o PT e nem com o chefe da tribo, Wellington Dias, que ontem mesmo já mostrou o que fará na campanha: vai cuidar de Lula. E mais: nem todos os partidos vão estar juntos.
Telemedicina, a miragem
O caríssimo sistema de telemedicina tira votos. Piorou a vida de quem precisa de um médico da rede pública. O sistema fez muitos afortunados, daqui e de fora.Mas tira votos. Rafael precisa encarar isso.
Não roubar…
O governador devia se aconselhar com o ex-governador Freitas Neto sobre como não roubar e não deixar roubar.
Além dos inquéritos na educação e saúde, corre solta a informação de que secretários e outros chefes de órgãos (DER, Detran) têm as mãos pesadas no uso do dinheiro das obras, de calçamento.Precisa controlar o governo.(Portalaz)