Votou na oposição e foi impedido de trabalhar?Sorveteiro denuncia perseguição em Joaquim Pires

Uma denúncia apresentada à Silas TV, no YouTube, cobra explicações da Prefeitura de Joaquim Pires. Segundo o relato de Sebastião Douglas, vendedor de sorvetes, a gestão do prefeito Deyvison Cruz (PT) teria impedido a instalação de sua barraca em um festival promovido pelo município porque ele votou em Flávio Bolsonaro. O trabalhador afirma que estava disposto a pagar a taxa exigida pela organização do evento, mas, mesmo assim, não recebeu autorização para comercializar seus produtos. A acusação é grave e precisa ser apurada pelo Ministério Público.

Se confirmada a motivação política, a situação configura uma retaliação inaceitável: utilizar a estrutura da prefeitura para prejudicar o sustento de um cidadão por causa de sua escolha nas urnas. A administração municipal deve explicar quais critérios foram utilizados para autorizar os comerciantes e por que o sorveteiro foi impedido de participar. Perseguição política não pode virar regra na distribuição de oportunidades de trabalho. A prefeitura pertence à população, e o voto não pode ser usado como critério para permitir ou impedir alguém de trabalhar. O episódio exige esclarecimentos e, caso sejam comprovadas irregularidades, a responsabilização dos envolvidos. (Silas Freire)

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