LEIA NA COLUNA DO B.SILVA, no lilk abaixo:
http://opiolho.com.br/2019/03/19/a-coluna-do-b-silva/
A Assembleia Legislativa do Estado realizou uma audiência pública com a Cepisa/ Equatorial Energia. Os deputados convocaram o diretor presidente da companhia, Arquelau Siqueira Amorim Júnior, para falar sobre as demissões que estão ocorrendo na empresa.
O sindicato denuncia que até o momento 100 servidores foram demitidos. Com as demissões voluntárias o número chega a 700. Durante audiência, Arquelau Amorim afirmou que a melhoria dos serviços é uma questão de tempo. Ele deve o cumprimento do cronograma de investimentos na ordem de R$ 800 milhões.
“Essas dificuldades são normais no processo de transição. A Equatorial já divulgou um plano de investimentos no total de R$ 800 milhões. Assumimos o compromisso de investir em tecnologia. Isso vai melhorar até mesmo a comunicação com o usuário. As pessoas vão ter mais canais de comunicação com a empresa”, disse.
Os servidores da empresa pedem o fim das demissões. Eles defendem que os deputados aprovem uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que os servidores demitidos possam ser aproveitados em pastas do Governo do Estado.
Arquelau Siqueira Amorim Júnior, para falar sobre as demissões que estão ocorrendo na empresa.
O presidente do sindicato dos servidores da Cepisa, Paulo Sampaio, afirma que os servidores pedem o apoio dos deputados da oposição Ed a base governista.
“Com a PEC, os servidores demitidos podem ser reaproveitados no governo do Estado. Estamos buscando o apoio dos deputados. São pais de família que perderam os empregos e vivem situações difíceis. O total de 100 foram demitidos. E temos ainda os 600 que entraram no plano de demissão voluntária “, disse.
Paulo Sampaio afirma que as demissões estariam prejudicando a prestação do serviço. “Estamos no período chuvoso e a população sofre com a falta de energia. E o atendimento é péssimo. Faltam funcionários para realizar os reparos”, disse.
Representante a Cepisa, o diretor financeiro Windsor Santos, afirma que as demissões são normais. Segundo ele, se o cronograma for respeitado, a prestação do serviço à população nãos era prejudicado.
O representante da empresa diz que as demissões são normais. “As demissões são normais. Fazem parte do processo de mudança na empresa. Existem um cronograma. No início dessa transição é sempre mais complicado, mas se tudo depende da adequação. A empresa estuda o quadro de funcionários para saber a real necessidade. “, disse.
O deputado Evaldo Gomes, autor do requerimento, afirma que o ideal seria que a empresa suspendesse as demissões.
“Os deputados pediram que as demissões possam ser suspensas. É preciso uma discussão maior. Até lá, as demissões devem ser suspensas. Mas depende da base governista. A maioria dos deputados são do governo”, disse o deputado Evaldo Gomes.
Flash Lídia Brito
O presidente da CEPISA Equatorial, Raimundo Nonato Castro, disse em Parnaíba, na semana passada, na Câmara Municipal, que este ano a empresa vai investir no Piauí R$ 300 milhões no Estado e por um fim em 15 mil gambiarras, porque a Agespisa está perdendo. Também nós termos interesse em buscar clientes de baixa renda – esse é o nosso foco”, disse.
Nonato Castro informou que ao assumir a Cepisa Equatorial, na cidade de Cocal dos Alves, por exemplo, referência no Estado em educação de qualidade, não havia condições de se ligar um ar condicionado. E em Curral Novo existe um transformador para toda a cidade e que, em outubro do ano passado, quando assumiu, não existia dinheiro para pagamento da folha de pessoal.
“Em Parnaíba já estamos atuando, porque é a 2ª cidade do Estado e a 1ª em turismo. Temos que investir aqui, mas não vamos resolver tudo em 2019”- destacou. Ele falou também dos investimentos que já estão ocorrendo em Luis Correia e Cajueiro da Praia, pela importância destes municípios no desenvolvimento do turismo.
O presidente reconheceu também a insuficiência energética existente na região e que essa carência poderá ser atendida a médio prazo, de modo a que nova indústrias possam se instalar em Parnaíba. “Nós não temos só discurso e promessas”- enfatizou. Ele falou também dos avanços que já experimentam outras distribuidoras de energia elétrica que estão sob o comando da Equatorial, como a do Maranhão, Pará e Alagoas. Agora é esperar pra ver.
O prefeito de Parnaíba, Mão Santa, autorizou à Secretaria Municipal de Infraestrutura a imediata reforma de mais um lote de escolas e outras estruturas do município, dentre as quais, o Ginásio Poliesportivo Edvaldo Carvalho da Silva, na Rua Itaúna, ao lado do prédio da UPA, onde vai funcionar o Centro de Especialidades Médicas.
O prefeito Mão Santa já visitou o local e orientou a equipe da Secretaria de Infraestrutura como deverá ser feito o trabalho. “Breve Parnaíba contará com outras novas obras”, assegura a secretária Gracinha Moraes Sousa.
Por outro lado o prefeito Mão Santa anuncia para breve a inauguração do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), uma obra orçada em torno de R$ 4 milhões, que o ex-prefeito Florentino iniciou e não concluiu. A atual gestão, tão logo assumiu o prefeito Mão Santa, teve que desenvolver um intenso trabalho em Brasília a fim de resgatar os recursos e retomar as obras, agora praticamente concluídas.
O Tribunal Superior Eleitoral (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar na quinta-feira (14/03) um processo que envolve 29 candidatos a vereador e cinco mulheres com candidaturas laranjas nas eleições municipais de 2016 em Valença do Piauí. Se for confirmada a cassação dos envolvidos, o caso será o primeiro do país e dará jurisprudências para cassar candidaturas fantasmas dos quais o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, é alvo de investigações.
O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) cassou o mandato dos vereadores que se elegeram ainda em 2018, e os mesmos recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral. O corregedor geral eleitoral do TSE, Jorge Mussi, durante o julgamento na última semana, foi favorável à cassação de todos os vereadores. O ministro Edson Fachin pediu vista no processo, a sessão foi suspensa e deverá ser retomada nas próximas semanas.

“Nós estamos condenando muita gente. Estamos tornando inválidos os votos e frustrando por um tempo alargado a vontade do eleitor”, afirmou o ministro.
O TRE-PI comprovou fraude na coligação Compromisso com Valença I e Compromisso com Valença II. As candidaturas cassadas foram: Raimundo Nonato, Leonardo Nogueira, Fátima Caetano, Benoni Sousa, Ariana Sousa e Stênio Romel. Já as candidatas laranjas: Geórgia Lima Verde Brito, Magally da Silva Costa, Maria Neide da Silva Rosa, Ivaltânia Vieira Nogueira Pereira da Silva e Maria Eugênia de Sousa Martins Gomes.
O ministro do Turismo, Marcelo Alvaro, do partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é alvo de investigações sobre supostos casos de candidaturas dentro da sigla. As irregularidades estariam nos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha a candidatas a deputada estadual e federal nas eleições de 2018.
Todos os partidos políticos devem ter, no mínimo, 30% de candidatas mulheres para disputar as eleições. A obrigação é prevista pela Lei nº 9.504/97, que estabelece as normas eleitorais.
Ainda em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que 30% dos recursos do fundo partidário destinados para as campanhas fossem reservados para mulheres.
Shelda Magalhães
Ex-todo-poderoso do governo do PT,, José Dirceu. Foto: Marcelo Camargo/ABr
Na festa dos 73 anos de José Dirceu, sábado (16), havia quase tantos eleitores de Bolsonaro, incluindo familiares de sua mulher, quanto militantes petistas. As comemorações tinha um certo tom de despedida: o ex-ministro deixava clara a certeza de que voltará à prisão, talvez em junho, e por longos anos. Ele se emocionou várias vezes diante dos amigos, entre os quais não se viu nenhuma celebridade do PT. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os mais ligados ao aniversariante stalinista diziam esperar expurgo no PT, o que talvez explique a falta de sua presidente, Gleisi Hoffmann.
Organizadores do churrasco para Zé Dirceu solicitaram aos convidados que levassem o que desejassem beber, tipo cerveja e vinho.
No eclético grupo de convidados, um amigo deu a Zé Dirceu um broche monarquista. Ele achou graça o passou a usá-lo alegremente.
Petistas presentes entoaram gritos de “Lula livre”, claro, mas Zé Dirceu pareceu não concordar quando acusavam Jair Bolsonaro de “golpista”.
Flávio Nogueira: PDT fechar questão sobre reforma da Previdência e afasta deputado dos cargos federais no Piauí
O PDT decidiu ontem fechar questão e vai votar contra a reforma da Previdência. A decisão reforça a posição do partido de Ciro Gomes como oposição cerrada ao governo de Jair Bolsonaro (PSL). A decisão deve ter efeito não apenas sobre as articulações em torno da reforma, mas no bloco que o governo pretendia formar com apoios diversos, espalhados pelas siglas. No Piauí, a primeira vítima deve ser o deputado Flávio Nogueira.
Mesmo filiado ao PDT, Flávio Nogueira vinha se colocando próximo à base de apoio do governo Bolsonaro. Ele participou da reunião da Bancada Federal do Piauí no Congresso, quando se discutiu a indicação dos ocupantes de cargos da União no Estado. No encontro, o pedetista chegou a apontar sua preferência, para o qual já tinha até nome: o comando do INSS no Piauí.
A definição das indicações era esperada pelos representantes do Piauí para a semana passada, com o entendimento de que o governo cobraria contrapartida com o apoio à reforma da Previdência. As indicações foram adiadas em razão de viagem do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzone, interlocutor com a bancada. No caso de Flávio Nogueira, a espera deve ter acabado ontem, diante da decisão do PDT de fechar questão. Com isso, o partido determina uma posição comum para os todos os integrantes de sua bancada no Congresso: votar contra a reforma. (Informações de Fenelon Rocha)
Mediante requerimento verbal do vereador Carlson Pessoa (PPS) e da vereadora Neta Castelo Branco (DEM), a Câmara Municipal de Parnaíba enviou convocação a diretora da 1° Gerência Regional de Educação em Parnaíba (1° GRE), Safira Santos, para que a mesma preste esclarecimentos sobre a falta de merenda nas escolas do Estado, bem como a ausência de transporte escolar.
A diretora deverá ainda prestar informações sobre a situação das escolas José Narciso e Chagas Rodrigues, que estão abandonadas, além da reforma da quadra poliesportiva da Escola Estadual Chagas Rodrigues. A ida da professora Safira a Casa de Leis está marcada para o dia 02 de abril. (Luzia Paula)
Fonte: DECOM / Ilha Grande
Depois de oito anos desde que circulou pela última vez sob gestão do empresário Nelson Tanure, o Jornal do Brasil voltou às bancas — sobretudo as do Rio de Janeiro — em 25 de fevereiro de 2018. Um ano depois, não há muito o que se comemorar com o projeto. Nesta semana, em meio a movimento grevista por parte da redação, o “novo” JB foi impresso de modo derradeiro. Ação que fez com que os responsáveis pela operação demitissem mais de 20 jornalistas. Houve baixas também em outros setores. Com o fim da edição em papel, a marca jornalística volta a se concentrar no online. As informações são de Anderson Scardoelli no Comunique-se.
Em meio às informações que já davam conta do encerramento da versão impressa, o empresário Omar Catito Peres, que acertou o arrendamento do título em fevereiro de 2017, usou o seu perfil no Facebook para confirmar. O executivo foi enfático ao garantir: o mercado da mídia em papel não tem futuro no país. “O ser humano não quer mais se informar por jornais impressos”, cravou. “O jornal impresso não tem mais a menor importância”, lamentou o dono da marca JB. O discurso, porém, foi bem diferente do de quando relançou o diário no ano passado. Na ocasião, ele almejava o futuro a longo prazo do meio. “Ainda tem mercado relevante”, apostou à época.
No longo texto (íntegra no fim da reportagem) em que publicou na rede social, Omar Catito Peres ignorou o fato de ter demitido dezenas de jornalistas. Preferiu evidenciar, de certo modo, que voltar a fazer o Jornal do Brasil rodar na gráfica careceu de estruturado plano de negócios. O executivo dá a entender, por exemplo, que na base do achismo acreditou que o “novo” JB venderia em média 8 mil exemplares por dia. Isso diante de um cenário em que marcas como O Globo, Estadão e Folha já protagonizavam passaralhos por causa da queda da comercialização em banca. Tirando o sucesso da reestreia, o número sempre ficou abaixo da expectativa, informou.
“Essa premissa, vender 8 mil jornais/dia , nunca se comprovou. No dia do lançamento, vendemos 25 mil exemplares”, começou a relatar. O presidente do JB indicou, ainda, que o fim da versão impressa do Jornal do Brasil só não ocorreu antes por causa da veiculação de propagandas vindas de órgãos públicos. “Nos primeiros seis meses, conseguimos quase equilibrar o orçamento por conta de algumas publicidades de governos”, pontuou. “Mas daí em diante, com o bloqueio judicial equivalente a três folhas de pagamento e com venda de 3 mil exemplares/dia, o prejuízo se tornava insustentável e o leitor, ‘apaixonado’ pelo JB e que pedia um jornal independente’, continuava a ler e se informar gratuitamente pela internet”, lamentou o responsável-mor pela volta da marca às bancas.
Demissões e calotes em jornalistas
O fim do Jornal do Brasil impresso acontece em meio a problemas que os jornalistas vinham encarando desde o fim do ano passado. De acordo com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, funcionários sofrem com o não pagamento de direitos trabalhistas, além de ficarem com atrasos salariais de até três meses. A situação vinha provocando paralisações. Na última semana de fevereiro, parte da redação aderiu ao movimento grevista. Episódio que se repetiu nesta terça-feira, 13, dois dias antes da confirmação do encerramento do título em papel. Por 24 horas, colaboradores interromperam suas atividades como forma de lutar a fim de receber o que lhes eram de direito.
A greve, contudo, não fez com que os gestores do Jornal do Brasil arcassem de bate e pronto com as reivindicações chanceladas pela entidade da classe de jornalistas. Pelo contrário. Sem a versão impressa, a equipe do JB foi reduzida sumariamente. Informações apuradas pela reportagem do Portal Comunique-se apontam que mais de 20 comunicadores foram demitidos. Número que não é comentado de forma oficial por Omar Catito Peres. Sem salários e benefícios empregatícios em dia, alguns dos demitidos podem levar o caso para o poder Judiciário. Essa é, inclusive, a orientação por parte do sindicato. “Os trabalhadores devem dar ‘baixa’ na carteira e entrar na Justiça para receber as rescisões e os atrasados a que cada um tem direito”, sugere a instituição.
Mesmo para quem permanece no Jornal do Brasil, a situação não é das melhores. Um jornalista que segue na empresa lamenta o clima. “Esta semana, vivemos na redação momentos muito difíceis”, comenta o comunicador, que por razões de segurança não terá o nome revelado. “[Na quinta], o clima foi péssimo e ver os colegas se despedindo e se retirando foi uma cena muito triste”, prossegue. “É lamentável ver bons jornalistas saindo da redação sem o brilho no olhar, esvaziando seus espaços, carregando seus pertences, quase que em fila. Sempre defendi a união entre os jornalistas, mas fico impressionado como isso parece cada vez mais distante”, complementa o colaborador, sugerindo uma autocrítica dos colegas de imprensa.
Futuro online para o Jornal do Brasil
Com redação reduzida, o “novo” JB seguirá ativo na internet. Sob comando de Gilberto Menezes Côrtes, vice-presidente editorial, o veículo de comunicação foca de vez no online. Para isso, o portal pode passar por reformulações ao decorrer dos próximos meses. Deve-se investir principalmente em colunistas renomados. Omar Catito Peres salienta que buscará nomes gente conhecida. “Lá estará uma maravilhosa turma de jovens jornalistas, comandada por Gilberto Menezes Côrtes e nossos principais colunistas. Vamos, a partir de hoje, convidar mais cronistas de nome nacional para participar de nosso JB que continua vivo”, promete o executivo que, em suma, é o grande responsável pelo retorno e encerramento do “novo” Jornal do Brasil.
Presidente fala sobre o JB daqui para frente
Abaixo, o Portal Comunique-se reproduz – com eventuais erros gramaticais, ortográficos e pontuação – a íntegra do texto publicado originalmente no perfil de Omar Catito Peres no Facebook.
O JORNAL DO BRASIL ACABOU ?
A RESPOSTA É NÃO !
Quando tomei a iniciativa de trazer de volta às bancas o JB impresso, vários amigos foram contundentes em dizer que eu estava na “contramão da história”, ao relançar um produto que estava “em coma” no mundo todo .
Sabia, claro , dessa realidade. Tanto que escrevi há 15 dias, artigo comemorando um ano do JB nas bancas, onde faço um pequena analise sobre o presente e o futuro da mídia brasileira e, afirmo que dentro de muito pouco tempo os impressos vão acabar, Aqui e em todo o mundo .
O projeto, obviamente, tinha o olho no futuro, ou seja, investir pesado no JB online, com base no impresso e, com o tempo, migrar definitivamente para o jornalismo eletrônico.
Em meu plano de negócios, entendia que o impresso deveria ser nossa principal ferramenta para esse processo de transição. Pessoalmente acreditava que o impresso duraria uns 3 anos até a mudança definitiva para a web. Durou, exatamente, um ano .
Mesmo com amigos dizendo que era uma “loucura” minha iniciativa, diante desse quadro de mercado caótico para os impressos , fui em frente e apostei em uma única possibilidade , a qual , todos os que embarcaram comigo no projeto, também acreditavam : não era o lançamento de um jornal mas, sim, do JORNAL DO BRASIL, que nos traria um número suficiente de leitores para bancar, independente de publicidade (que “não existe mais” para jornais), o JB impresso.
Para atingirmos o ponto de equilíbrio entre receitas e despesas , era necessário a venda de 8 mil exemplares/dia ! Eu pensei e, todos pensaram a mesma coisa: MOLEZA !
Na redação, a aposta mais pessimista era de que venderíamos 10 mil exemplares/dia. Esse era o clima de quem participava da equipe de relançamento.
Fui em frente e relancei o jornal que marcou o Rio e o Brasil. Tínhamos certeza, GIlberto Menezes Cortes, Tereza Cruvinel, Hildegard Angel , Renato Mauricio Prado, Octavio Costa, Rene Garcia Jr., Jan Theophilo e diversos outros “coleguinhas” que, com dedicação , muito suor e amor ao jornal, acreditaram que faríamos recursos suficientes com as vendas em bancas e assinaturas, cujo faturamento nos permitiria não só pagar os custos operacionais mas, também, crescer.
Mas essa premissa, vender 8 mil jornais/dia , NUNCA se comprovou. No dia do lançamento, vendemos 25 mil exemplares.
E, porque isso aconteceu ? POR QUE O SER HUMANO NÃO QUER MAIS SE INFORMAR POR JORNAIS IMPRESSOS ! É simples assim.
Prova disso, é que TODOS os jornais brasileiros somados, vendem , hoje, nos dias da semana, cerca de 500 mil exemplares/dia !!! Me refiro à Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo, Zero Hora (que já não imprime aos domingos), e outros de menor expressão.
Repito : todos eles, juntos, vendem, durante a semana, cerca de um pouco mais de 500 mil exemplares de jornais/dia, sendo que 90% para assinantes e 10% em bancas.
Pegue esses 500 mil exemplares e divida por 220 milhões de brasileiros. Resultado: o Brasil apresenta um índice PERTO DE ZERO LEITOR de jornal impresso . Um dos piores índices do mundo.
Em outras palavras, o jornal impresso no Brasil NÃO TEM MAIS A MENOR IMPORTANCIA e todos , sem exceção, continuam caindo a tiragem e perdendo leitores.
Mas em nosso caso, acreditávamos que seríamos um sucesso por sermos o JORNAL DO BRASIL, sinônimo da prática de um jornalismo independente , corajoso e combativo, marcas do JB.
E fizemos exatamente isso, dando liberdade absoluta aos editores para escrever e relatar o que era importante para a sociedade. E, neste contexto, publicamos importantes matérias, sendo a mais marcante , sobre o oligopólio dos bancos no Brasil , dentre muitos outras.
Mesmo assim, as vendas não se comprovavam. Nada fazia o leitor que era contra a “mídia hegemônica e que adora e pedia um jornal independente”, comprar e/ou assinar o JB.
Fora isso, ainda tivemos bloqueios judiciais no valor de R$ 600 mil (quase três folhas de pagamento !), por ações trabalhistas , algumas , acreditem, do século passado ! Evidentemente, nenhuma ação de nossa responsabilidade. Esses bloqueios contribuíram, ainda mais, para dificultar a existência do impresso.
Nos primeiros seis meses, conseguimos quase equilibrar o orçamento por conta de algumas publicidades de governos. Mas daí em diante, com o bloqueio judicial equivalente a três folhas de pagamento e com venda de 3 mil exemplares/dia, o prejuízo se tornava insustentável e o leitor “apaixonado pelo JB e que pedia um jornal independente”, continuava a ler e se informar gratuitamente pela internet.
Prova disso é que nosso site deu um salto explosivo de audiência, alcançando 3 milhões de visitantes por mês. Inacreditável !
Se de um lado o site crescia com milhões de visitantes, o impresso morria…, por falta de comprador. Foi e, é, simples assim.
Em resumo, só antecipei o que era previsto : acabar com o JB impresso e continuar investindo no JORNAL DO BRASIL online, cujo site passará por profundas modificações em seu desenho .
Mas lá estará uma maravilhosa turma de jovens jornalistas, comandado por Gilberto Menezes Cortes e nossos principais colunistas.
Vamos, a partir de hoje, convidar mais cronistas de nome nacional para participar de nosso JB que continua vivo.
Estou triste, claro, por ter sido obrigado a antecipar o fim do JB impresso.
Mas o motivo foi um só: O LEITOR QUE NÃO QUER MAIS LER JORNAL IMPRESSO.
Atendemos à essa demanda.
VIVA O JORNAL DO BRASIL, VIVO E PARA SEMPRE.
Conhecida como a protagonista do hit de verão ‘Jenifer’ do cantor Gabriel Diniz, a atriz global Mariana Xavier repercutiu nesta segunda-feira (18/03) a situação da greve dos professores da Universidade Estadual do Piauí(UESPI).
Ao citar o escritor piauiense Afonso Celson, a famosa lamentou o fato e fez desabafo na sua conta do Twitter.
“Meu amigo @afonsocelso acabou de me mostrar a situação deplorável em que se encontra a Universidade Estadual do Piauí. Tem que ver isso aí, minha gente! Um país que não se preocupa com a educação a gente ta vendo bem para onde vai…”, comentou no Tweets.
Após diversas tentativas de negociação com o Governo do Estado sobre o reajuste salarial para os docentes da Universidade do Estado do Piauí, a categoria decidiu por greve nesta segunda-feira (18/03) em todos os campi, por tempo indeterminado.
Eles reivindicam cumprimento do plano e perda de cargos, carreiras e salários, reposição de perda de salário no últimos anos não reparadas e realização de um novo concurso.(180graus)
Cassada há quase três anos, a ex-presidente Dilma Rousseff apresentou uma fatura de mais de meio milhão de reais em 2018 ao Palácio do Planalto. O dinheiro pagou viagens de assessores mantidos à sua disposição pelo governo. A petista gastou mais do que a soma de despesas dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva – que também têm direito ao benefício.
As despesas com os servidores que acompanham Dilma consumiram, no ano passado, R$ 632,2 mil, sem contar os salários. Deste total, R$ 586,8 mil foram utilizados no pagamento de diárias e passagens. Houve desembolso de outros R$ 45,4 mil com manutenção seguro e combustível para veículos utilizados pela ex-presidente. Boa parte desses deslocamentos ocorreu em Minas Gerais, durante a campanha de Dilma a uma cadeira no Senado, nas eleições do ano passado. Apesar dos gastos, ela amargou o quarto lugar na disputa e não se elegeu para o cargo.
A média de desembolsos não tem mudado mesmo em períodos sem eleição. Em 2017, por exemplo, a presidente cassada gastou R$ 520 mil com servidores – de novo, mais do que seus antecessores.
Os dados foram obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo por meio da Lei de Acesso à Informação. A Secretaria-Geral da Presidência informou à reportagem que o dinheiro é destinado ao custeio dos assessores, e não dos ex-presidentes diretamente. Dilma foi procurada para comentar as despesas, mas não quis se pronunciar.
Estrutura
A União põe à disposição dos cinco ex-presidentes um total de 40 funcionários, oito para cada um, além de dez veículos oficiais. A estrutura, que tem um custo total de R$ 5,5 milhões, pode ser reduzida pelo Congresso – há projetos já protocolados com essa finalidade.
A proposta do senador Lasier Martins (Podemos-RS), por exemplo, cria um limitador temporal de 20 anos para concessão dos benefícios, que ainda seriam diminuídos para dois servidores de apoio pessoal, dois motoristas e apenas um veículo oficial. O texto ainda impede que ex-presidentes que praticaram ilícitos penais e crimes de responsabilidade tenham acesso aos serviços.
A ex-presidente tem direito a usar assessores em qualquer evento de que participa, mesmo em campanha eleitoral. Os gastos dela, porém, ficaram bem acima dos registrados por seus antecessores.
O senador Fernando Collor (PROS-AL), que em 1992 sofreu impeachment como Dilma, apresentou uma despesa de R$ 306,9 mil. José Sarney gastou R$ 158,5 mil e Lula, R$ 119, 8 mil – valor computado até 7 de abril do ano passado, quando foi preso pela Polícia Federal depois de condenado no âmbito da Lava Jato. A partir daí, a equipe de assessores dele não registrou gastos. Fernando Henrique Cardoso, por sua vez, consumiu R$ 41,3 mil em 2018.
Os gastos de Dilma irritaram o núcleo militar do Planalto, com cargos no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e na Secretaria-Geral da Presidência. Além de queixas ao tratamento que teria sido dispensado pela então presidente a seguranças e ajudantes de ordem das Forças Armadas no exercício do mandato, eles alegam que Dilma percorreu Minas em eventos nos quais fez ataques ao então candidato Jair Bolsonaro (PSL).
Levantamento com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em setembro, já mostrava que a campanha de Dilma era a mais cara entre os candidatos ao Senado, superando até mesmo a de presidenciáveis como Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).
Histórico
Em maio de 1986, Sarney assinou a Lei 7.474, que estabeleceu o direito de um ex-presidente contar com uma equipe de cinco seguranças e dois carros oficiais para seus deslocamentos. Depois de sofrer impeachment em 1992, Collor só conseguiu o benefício em 2006. Isso ocorreu porque a Justiça Federal, em Brasília, aceitou em 1993, em caráter de liminar, uma ação popular para suspender o direito dele. O ex-presidente venceu a disputa judicial 13 anos depois.
Em 2008, o decreto 6.381 do então presidente Lula, mudou a regulamentação da lei assinada por Sarney e aumentou para oito o número de servidores à disposição de um ex-presidente. Pela norma, o grupo pode ser formado por quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal, dois motoristas e dois assessores com cargos de comissão. O governo ainda manteve os dois veículos oficiais para deslocamentos.
Os servidores são escolhidos pelo ex-presidente e nomeados pela Casa Civil. A nomeação se dá para cargos do grupo Direção e Assessoramento Superiores, os conhecidos DAS. São quatro categorias, cujos salários são de R$ 2,7 mil, R$ 3,4 mil, R$ 10,3 mil e R$ 13,6 mil.
O MDB velho de guerra está cansado, sem norte. Na Câmara, com bancada reduzida para 34 deputados, a mais inexpressiva da sua história, o partido que já foi liderado por Ulysses Guimarães sofre crise de identidade. É que os novos deputados eleitos em 2018 não querem saber das velhas lideranças, representadas pelo seu atual presidente nacional, Romero Jucá. Nem mesmo as cumprimenta. O partido não tem nem mesmo interessados em assumir sua presidência. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Perdidos, os antigos do MDB não sabem nem mesmo a quem se dirigir. Não há líderes que se destaquem, entre os novos do MDB.
Para entender o que acontece, Jucá se reuniu antigas lideranças do velho MDB, como Moreira Franco, mas ninguém sabe o que fazer.
O governador Ibaneis Rocha (DF) aceitaria presidir o partido, mas o estatuto veda essa função aos que ocupam cargos no Poder Executivo.
A cúpula do MDB apelou ao ex-presidente Michel Temer para assumir o comando do partido. Ele recusou: afastou-se da política para sempre.
Pesquisa das professoras Malu Gatto, da University College London, e Kristin Wyllie, da James Madison University, divulgada pela BBC News Brasil, revela a dimensão do uso de “laranjas” para burlar a lei de cotas femininas e a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de exigir que os partidos destinem 30% dos recursos do fundo de campanha para candidaturas femininas. Além de burlar a lei de cotas, as candidaturas “laranjas” servem para que recursos do fundo eleitoral financiem candidatos homens, segundo as pesquisadoras.
Malu Gatto, da University College London.
A pesquisa mostra que nas eleições de 2018 são possíveis “laranjas” 15,9% das 132 candidatas a deputada federal pelo PSL do presidente Jair Bolsonaro, percentual que representa quase metade do percentual de candidaturas “laranjas” do PSOL: 27,1% das 166 candidatas. A situação de “laranjas” no Podemos é ainda mais grave: 35,5% de suas 59 candidaturas.
O levantamento de Gatto e Wyllie aponta também que 35% de todas as candidaturas de mulheres para a Câmara dos Deputados na eleição de 2018 não chegaram a alcançar 320 votos. Ou seja, candidatas usadas apenas para cumprir formalmente a lei de cotas que sequer fizeram campanha.
Kristin Wyllie, da James Madison University.
Vinte anos após a adoção da lei de cotas, em 1998, o percentual de deputadas passou de 5,6% para 15%. Malu Gatto acha o percentual muito baixo. “É o menor da América Latina, empatado com o Paraguai”, disse.
“O que os números mostram é que não é uma questão de competitividade, porque, de 1998 a 2018, as candidaturas laranjas de mulheres aumentam muito como resposta às mudanças na lei de cotas. E a quantidade de candidaturas não competitivas de mulheres é muito desproporcional na comparação com as dos homens”, explicou Gatto, que é professora da University College London.
Com exceção do partido Novo, que teve 2% de candidatas com menos de 317 votos na eleição de 2018, todas as 30 legendas com representação no Congresso Nacional tiveram mais de 10% de possíveis laranjas dentre suas candidatas mulheres para a Câmara.
| Candidatas laranjas por partido político, na eleição de 2018 para a Câmara dos Deputados | |||
|---|---|---|---|
| Partido | Candidatas mulheres | % de possíveis candidatas laranjas | Quantidade de mulher laranja para cada homem laranja do partido |
| PSL | 132 | 15,9% | 24,1 |
| PT | 118 | 11% | 2,48 |
| PP | 38 | 10,5% | 5,54 |
| MDB | 109 | 14,6% | 1,6 |
| PSD | 60 | 20% | 13,7 |
| PR | 49 | 28,5% | 4,25 |
| PSB | 72 | 12,5% | 2,77 |
| PRB | 79 | 22,7% | 2,78 |
| PSDB | 83 | 15,6% | 4,85 |
| DEM | 49 | 22,4% | 2,7 |
| PDT | 83 | 16,8% | 2,67 |
| SD | 42 | 16,6% | 1,72 |
| PODE | 59 | 35,5% | 4,63 |
| PTB | 43 | 34,8% | 3,79 |
| PSOL | 166 | 27,1% | 1,18 |
| PC do B | 45 | 31,1% | 3,8 |
| PSC | 56 | 37,5% | 5,58 |
| PROS | 75 | 40% | 1,99 |
| PPS | 38 | 15,7% | 2,34 |
| NOVO | 77 | 2% | 2,6 |
Das 132 mulheres lançadas como candidatas à Câmara dos Deputados pelo PSL, 21 receberam menos de 317 votos. Isso representa quase 16% do total.
Já entre os candidatos homens do PSL apenas 0,66% receberam menos de 317 votos. Ou seja, praticamente só há possíveis laranjas entre candidatas mulheres do partido.
O Secretário Municipal de Educação, Eliaquim Nunes, após audiência com o prefeito Mão Santa, disse na manhã desta segunda-feira (18), que não procedem as notícias que circularam no final de semana na redes sociais dando conta de sua demissão. Disse que não pediu demissão e continua no cargo, inclusive, trabalhando até aos finais de semana.
Ele afirmou que, como em qualquer governo, existem desentendimentos sobre determinados assuntos, com pessoas com pontos de vista diferentes, mas nada que possa ocasionar atritos mais sérios ou mesmo levar um gestor a pedir demissão das funções.
Até porque – disse ele – “um trabalho está sendo iniciado e o meu desejo é permanecer à frente da Secretaria de Educação até os últimos dois anos do governo Mão Santa”. E pesar das especulações quanto a sua saída ele afirmou: “continuo o meu trabalho e recebendo o apoio do Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa”.
Ele falou também dos gráficos que o Prefeito Mão santa recebeu e mostrou a ele, comparando o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de Parnaíba com o de Sobral, no Ceará, mostrando que os números daqui estão muito aquém, fato que gerou preocupação do prefeito Mão Santa, que pediu ao Secretário que tome algumas iniciativas para reverter esse quadro.
Diante disso, Eliaquim Nunes disse que uma comissão será formada para trabalhar junto às escolas verificando o grau de desempenho, inclusive, submetendo os alunos a testes de avaliação, para saber se existiram avanços nas questões relacionadas à leitura e escrita; e também realizar um trabalho de identificação de alunos que estão acima da idade para a série que cursam e, a partir daí, fazer dentro do possível um trabalho de aceleração para colocá-los dentro da faixa correspondente.
O Secretário também informou que vai haver uma bonificação para os professores das escolas municipais que comprovadamente conseguirem melhorar o aproveitamento dos alunos. Cada professor que conseguir colocar em prática projetos nesse sentido e conseguir os resultados desejados, será premiado e o projeto será colocado em prática nas demais escolas do município – disse o Secretário.
Com relação à merenda escolar, Eliaquim disse que existem muitas notícias falsas sobre o assunto. “Há que se separar fato de fake”, disse. Falou que existe hoje na SEDUC uma comissão que acompanha diariamente o fornecimento de merenda para as escolas. Agora – disse ele – existem problemas pontuais mas as escolas não chegam a ficar sem nenhum item da merenda escolar e em alguns estabelecimentos faltam por atraso na entrega por parte do fornecedor.
O Secretário finalizou dizendo que estão sendo combatidos os desperdícios, os excessos e que está implantando uma política de valorização de fornecedores locais, até como forma de baratear os custos dos produtos. Além disso vai haver uma rigorosa fiscalização na entrega dos produtos em cada escola e um acompanhamento do cardápio a ser servido em cada unidade escolar do município.
Por: Bernardo Silva/João Câncio
O governador Wellington Dias (PT) pediu ‘bom senso’ aos professores e estudantes da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) devido a atual situação caótica em que a instituição se encontra a instituição, especialmente após o início da greve dos professores.
Por um lado, o professores deflagraram greve em todos os campi do estado no início desta segunda-feira (18/03). Por outro, estudantes reclamam dos problemas na universidade que os afetam diretamente. Além disso, há atrasos salariais de funcionários, entre outros transtornos.
Os professores reivindicam o cumprimento do plano e perda de cargos, carreiras e salários, reposição de perda de salário no últimos anos não reparadas e realização de um novo concurso.
Durante a inauguração das obras de ampliação do Centro Integrado de Reabilitação (CEIR, em entrevista, o governador Wellington Dias pediu ‘bom senso’ aos servidores e professores da UESPI, devido a atual situação do estado.
“Eu tive a oportunidade de dizer aos líderes que tem problemas que não tem solução e esse é um exemplo… Eu precisaria descumprir uma lei para atender a UESPI, nessa hora o apelo que eu faço aos servidores, aos professores e estudantes é o do bom senso, o Estado, todo mundo sabe, está fazendo esforço muito grande para poder adequar a nossa situação pela queda de receitas à lei de responsabilidade fiscal”.
Segundo o governador, ao cumprir a lei, todos os processos de reajustes e concursos iram ser retomados.
“Já deixei claro que, ao cumprir isso, nós vamos voltar a política de reajuste, relacionado a pessoal. Isso vale para reajuste, isso vale para chamamento de concursado, isso vale para promoção. Ou seja, se trata tão somente de obediência a lei, e eu acho que não é razoável uma greve que quer a ilegalidade”, completou.
Sobre a greve
Após diversas tentativas de negociação com o Governo do Estado sobre o reajuste salarial para os docentes da Universidade do Estado do Piauí, a categoria decidiu por greve nesta segunda-feira (18/03) em todos os campi, por tempo indeterminado.
Segundo reportagem da TV Cidade Verde, eles reivindicam cumprimento do plano e perda de cargos, carreiras e salários, reposição de perda de salário no últimos anos não reparadas e realização de um novo concurso.
Em nota, a reitoria da Uespi informou que acha legítima a greve dos professores, assim como entende a situação financeira do estado e se empenha em mediar as negociações.
O comando de greve fará sensibilizações para alunos e professores à adesão.
As instituições de Floriano, Picos, São Raimundo Nonato, Oeiras, Parnaíba, Piripiri e Campo Maior já aderiram à paralisação total.
Ato ganha força nas redes sociais
No final de semana, a hashtag #SOSUESPI voltou a ser de grande repercussão nas redes sociais. Várias postagens, especialmente de estudantes, tratavam da situação da universidade e do descaso do poder público com seu funcionamento.
O Superintendente Municipal da Pesca, Alan Pereira, disse hoje que o Mercado do Peixe, no Bairro de Fátima, estará totalmente abastecido para o período da semana santa, inclusive está organizando uma programação especial para o período, de modo a atrair mais clientes para os responsáveis pela venda do produto.
Alan Pereira recebe amigos na Superintendência da Pesca
“A partir do dia 12 de abril vamos iniciar a Semana do Peixe, com a venda de camarão e também de mariscos e outros crustáceos, sempre a preços mais baixos, como estamos fazendo há 3 meses, desde que assumimos a Superintendência”, disse Alan.
Ele adiantou ainda que a partir da próxima sexta-feira o Mercado do peixe já estará funcionando no mesmo regime dos sábados. “Agora a oferta do peixe mais barato será em dois dias, na sexta e no sábado, iniciando logo esta semana”, frisou
Ele finalizou dizendo que, do dia 12 de abril até a sexta-feira Santa (19), será realizada no local – último bloco do Mercado de Fátima – uma Ação Social, com a presença de médicos e oferta de outros serviços à população. “Estamos também mantendo contato para trazer apresentações artísticas, com músicas religiosas em geral.
Aeroporto
Administrado pela Infraero, o aeroporto de Parnaíba atualmente não opera com instrumentos. Pousos e decolagens são feitas em modo visual. O que isso significa? Que as companhias não querem operar por lá.
Barreiras
Há problemas como uma torre existente na área do sítio aeroportuário que precisa ser removida. Ninguém se mexe para isso e Parnaíba, que precisa ampliar as opções de voo, segue fora de rota.
Fica vermelha, cara sem-vergonha.
Voo cego
No mesmo rumo, segue o aeroporto de Teresina. Há edificações no entorno do sítio aeroportuário cuja remoção é necessária dentro de novos regramentos do setor. Se isso não for feito, há risco de o aeroporto da cidade sofrer restrições de pousos e decolagens ��� o que encareceria o custo das companhias em voos para cá.
Custo
Uma fonte ligada ao setor aeroportuário informa ainda que investimentos que venham a ser feitos pela Infraero no aeroporto de Teresina devem ampliar o déficit financeiro do equipamento. E que essa condição deficitária em razão do investimento seguirá mesmo que o aeroporto seja privatizado.
Valor
Há muita gente que menciona a construção de um novo aeroporto na cidade com a mesma facilidade de se traçar um risco no chão molhado.
Porém, a fonte ouvida pela coluna diz que são necessários R$ 2 bilhões para uma nova infraestrutura aeroportuária.
Se a obra concluir em 20 anos, é providência Divina. (Portalaz)
O Prefeito de Parnaíba, Francisco de Assis Moraes Sousa, entregou no último final de semana aos moradores do bairro Tabuleiro a Escola de Educação Infantil denominada “Tia Mafisa”. A escola foi totalmente recuperada e ampliada, para melhor atender as crianças daquele bairro.
Falando na ocasião, Mão Santa disse que a recuperação da estrutura física da escola faz parte de uma meta a ser atingida que é melhorar cada vez mais a educação, devolvendo ao município o ensino de qualidade que ele tinha no passado.
Ele disse que a educação em Parnaíba melhorou muito nesses últimos dois anos, mas ele quer muito mais, por isso sempre recomenda ao secretário que dê uma atenção especial às escolas, acompanhando o trabalho dos professores e funcionários, como também verificando questões relacionadas ao fornecimento de material de expediente, além da merenda escolar, que deve ser constante em todas as unidades.
O Secretário Municipal de Educação, Eliaquim Nunes, disse na oportunidade que essa escola do bairro Tabuleiro é uma das 40 escolas que já foram reformadas, de acordo com recomendação do Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa.
Disse ainda o Secretário que outras 40 escolas serão reformadas, cuja ordem de serviço já foi assinada pelo prefeito e enviada à Secretaria de Infraestrutura, que tem à frente Maria das Graças Moraes Sousa Nunes, que já está se agilizando, juntamente com sua equipe, para dar início a esse trabalho.
Eliaquim Nunes finalizou dizendo que já foram entregues também à população duas creches novas com capacidade cada uma para atender 180 crianças. Segundo ele, o desejo de Mão Santa é oferecer escola de qualidade, merenda de qualidade, colocar móveis novos em todas as escolas reformadas e pagar salários em dia.
Ainda no último final de semana, Mão Santa entregou aos moradores do bairro Planalto as ruas Arimatéia Carvalho, Menino Jesus de Praga e também a Rua Nova, todas totalmente pavimentadas. A inauguração foi com uma caminhada nas três ruas ao som da “Banda Simplício Dias da Silva”, com a presença de Secretários Municipais, vereadores, servidores do município e moradores do bairro.
Texto:João Câncio
Fotos:Bruno Santana