Mão Santa declara voto a Bolsonaro- o anti-PT

O prefeito de Parnaíba, segunda maior cidade do Piaui, Mão Santa, atualmente sem partido, declarou apoio ao candidato a presidente Jair Bolsonaro. Mão Santa é forte liderança política no Norte do Estado e fez seu anúncio durante comício que reuniu multidão no litoral.
Para o gestor, Bolsonaro é o único que pode derrotar o PT e, por isso, vai pedir votos para ele. No plano local, Mão Santa vota no tucano Luciano Nunes, candidato a governador que tem em Geraldo Alckmin seu candidato a presidente.
O prefeito vota ainda em Heráclito Fortes para a Câmara Federal, no sobrinho Zé Filho (PSDB) para deputado estadual e nos candidatos ao Senado da chapa de Luciano, Robert Rios (DEM) e Wilson Martins (PSB).
Ele divulgou carta apontando sua escolhas e recomendando voto nos candidatos.
Fonte: Meio Norte 

Debandada: candidatos de partidos que apoiam Alckmin pedem voto em Bolsonaro

                                                     Em vários Estados, eles aproveitaram o debate na TV para apoiar Bolsonaro

Vários candidatos a governador de partidos como DEM e PSD, que apoiam oficialmente a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), aproveitaram o debate da Rede Globo nesta terça-feira (2) para pedir votos em Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República.
O movimento consolida a debandada de aliados de outros presidenciáveis em direção à candidatura do capitão da reserva, que já havia recebido apoio de candidatos a governador de outros partidos como Índio da Costa (PSD), no Rio, e Gelson Merísio (PSD), em Santa Catarina.
Nesta terça (2), durante o debate, anunciaram voto em Bolsonaro os candidatos a governador do Distrito Federal Alberto Fraga (DEM) e Rogério Rosso (PSD). Ambos patinam nas pesquisas e tentam pegar carona da popularidade do presidenciável do PSL -que chega a 39% das intenções de voto na capital federal- para tentar chegar ao 2º turno.
Fraga já era aliado de Bolsonaro, mas havia anunciado apoio a Geraldo Alckmin (PSDB) no em agosto, logo após firmar aliança com os tucanos no DF. Já Rosso, cujo partido nacionalmente apoia Alckmin, havia anunciado apoio a Alvaro Dias (Pode) no início da campanha.
A declaração de Rosso coloca em situação delicada o senador Cristovam Buarque (PPS), que tenta a reeleição e apoia a candidatura de Rosso no DF e Marina Silva (Rede) para presidente.
Na Bahia, o candidato a governador da Bahia José Ronaldo (DEM) também pediu aos seus eleitores que votassem em Bolsonaro já no 1º turno.
“Domingo eu vou votar para derrotar o PT. E eu estou vendo nas ruas do Brasil um desejo de mudança. E esse desejo de mudança é Bolsonaro. Portanto, o voto domingo é o voto útil para a gente derrotar o PT. Vamos colocar o PT para fora”, afirmou Ronaldo.
Após a declaração de voto de Ronaldo, o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) -que é um dos coordenadores da campanha de Alckmin- se disse surpreendido.
“Quero deixar registrado que esta não é a minha posição e nem a do Democratas. Seguimos trabalhando firme para eleger Geraldo Alckmin”.
Apesar da declaração de surpresa do presidente do DEM, o movimento de aproximação entre o partido e Jair Bolsonaro que já vinha se delineando na Bahia nas últimas semanas.
Há cerca de dez dias, o senador Magno Malta (PR), um dos aliados mais próximos de Bolsonaro, visitou a Bahia e anunciou o apoio do capitão da reserva a José Ronaldo.
A visita aconteceu na mesma semana em que Ronaldo, num comício, fez uma enquete entre eleitores perguntando em que votariam para presidente. A plateia só reagiu com força quando o nome de Bolsonaro foi citado e o candidato do DEM emendou: “Essa pesquisa é a que vale.”
Com a aproximação, o DEM baiano atrai os votos antipetistas na Bahia. Segundo pequisa Ibope divulgada há uma semana, Ronaldo tem apenas 11% das intenções de voto contra 61% do governador Rui Costa (PT). Já Bolsonaro chega a 17% entre os baianos contra apenas 5% de Alckmin.
Em Minas Gerais, foi o candidato do Novo, Romeu Zema, quem pediu votos em Bolsonaro, mencionando também o presidenciável do seu partido, João Amoêdo.
“Aqueles que quiserem mudança podem votar em candidatos diferentes, ou João Amoêdo ou Jair Bolsonaro”, disse.
Em entrevista à imprensa após o debate, mudou de versão e afirmou que, na verdade, estava pedindo aos mineiros que votam em Amoêdo e Bolsonaro para que votem nele para governador.
“Os eleitores do Bolsonaro têm geralmente proximidade muito grande com as nossas propostas”, completou. (Com informações da Folhapress)

Como as mulheres poderão decidir a eleição

…e como isso afeta as chances de Bolsonaro e Haddad

Elas são 52% de todo o eleitorado brasileiro e normalmente definem o voto às vésperas da corrida às urnas. Com o #EleNão, ganharam ainda mais destaque neste processo como público decisivo

Do infomoney – Estadão

As ruas de diversas cidades brasileiras foram tomadas, no último fim de semana, por atos contrários e favoráveis à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República. O parlamentar lidera as pesquisas de intenções de voto a 6 dias do primeiro turno, com vantagem que chega a 10 pontos percentuais em relação ao segundo colocado, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), de acordo com o último Ibope.

Por outro lado, o militar reformado enfrenta um elevado índice de rejeição, sobretudo entre o eleitorado feminino, protagonista nas recentes manifestações, embaladas pelo grito #EleNão, que também englobou pautas mais abrangentes em defesa da democracia e dos direitos humanos.

Os impactos dos atos sobre o processo eleitoral ainda estão em avaliação. O que se sabe é que as mulheres são maioria, correspondendo a cerca de 52% de todo o eleitorado brasileiro, e normalmente definem o voto mais próximo da reta final. Segundo a última pesquisa Datafolha, 41% delas dizem que seu voto pode mudar até o tão esperado 7 de outubro, contra 27% dos homens.

Hoje, 19% das mulheres se dizem indecisas ou declaram voto em branco ou nulo. A diferença é a maior desde a redemocratização, o que se explica principalmente pelo perfil do apoio hoje depositado em Bolsonaro.

Terceirizados do Detran Piauí paralisam as atividades em protesto por salários atrasados

Sindicato dos Terceirizados informou que não há previsão de acabar o protesto até que haja um acordo. O Detran informou que fez o repasse as empresas e já notificou as mesmas para efetuarem o pagamento dos servidores.

Trabalhadores terceirizados do Departamento de Trânsito do Piauí(Detran) paralisaram as atividades na manhã desta terça-feira (2), por conta dos salários atrasados, e fizeram um protesto na frente da Central do órgão, no bairro Redenção, Zona Sul de Teresina (veja vídeo acima). Segundo o sindicato, as equipes estão sem pagamento há pouco mais de dois meses.

A suspensão do trabalho está causando um déficit no atendimento e cerca de 60% dos servidores estão parados, o que corresponde a dois mil funcionários. O Sindicato também informou que não existe previsão da volta dos serviços até que haja um acordo.

“Nós não temos nenhuma previsão, porque o Detran diz que não tem dinheiro para pagar os terceirizados. Já faz mais de dois meses. Na Sesapi, por exemplo, eles estão sem receber há dois três meses. A tendência que tem é estender essa greve”, afirmou Luciano do Sindicato dos Terceirizados.

Além dos salários, os servidores alegam que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e vale transporte também estão atrasados e as férias vencidas. Os serviços mais procurados como emissão de carteira, taxas, remissão de multas e documentos para veículos são os mais afetados.

O Detran-PI informou que fez o repasse as empresas e já notificou as mesmas para efetuarem o pagamento dos terceirizados. Por isso, não há motivos para paralisação. O Departamento espera que os terceirizados retomem as atividades nesta quarta-feita (3).

Por José Marcelo/G1

Carro capota em cruzamento próximo ao Hospital Dirceu

Hoje pela manhã mais um acidente que poderia ser de graves proporções. As primeiras imagens chegaram a nossa redação instantes após o ocorrido, nos cruzamentos da Rua Santana com Ricardo Coimbra, próximo ao HEDA de Parnaíba. 
Não se tem informações de feridos graves no acidente.

Aguardando mais informações. 

(Blog do Pessoa)

Site da CGE-PI revela que W.Dias pagou R$ 30 milhões a empresas do Grupo Meio Norte

ESTÁ TUDO NO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA – A grande polêmica da semana passada entre os meios de comunicação ficou por conta do quadro Pinga Fogo, do jornal Agora, da Rede Meio Norte. Durante a entrevista do candidato Fábio Sérvio (PSL), ela criticou os repasses de dinheiro público que o governo de Wellington Dias faz para as empresas do Grupo Meio Norte. Fábio Sérvio até citou um valor (R$ 1,7 milhão por mês).

Na ocasião, o apresentador Amadeu Campos defendeu o Grupo Meio Norte, informando que a empresa recebe pagamentos pelos serviços prestados como qualquer empresa.

No mesmo dia, surgiu uma matéria do Portal GP1 informando que a Coordenadoria de Comunicação teria feito pagamentos de R$ 1,5 milhão esse ano para a Meio Norte O coordenador de Comunicação do Governo Wellington Dias, João Rodrigues, também falou que Fábio Sérvio estaria mentindo sobre a suposta cobrança de propina que foi citada pelo candidato durante a entrevista.

CÓDIGO DO PODER fez as contas e encontrou QUASE R$ 30 MILHÕES – Para conferir os valores pagos a empresas ligadas ao Grupo Meio Norte no período de 2015 a 2018, o Blog Código do Poder consultou os números que se encontram no Portal da Transparência Piauí, que é gerenciado pela Controladoria Geral do Estado. Segundo João Rodrigues, o portal é um dos mais elogiados do país.

Porém, o secretário de Wellington Dias não revelou que os pagamentos para os canais de comunicação não são feitos apenas pela Coordenadoria de Comunicação, daí porque ele informou apenas R$ 1,5 milhão, quando na verdade só a Carnaúba Comunicação recebeu este ano R$ 4 milhões. Além da CCOM, que tem orçamento de R$ 40 milhões por ano, empresas do Grupo Meio Norte também receberam pagamentos por outras secretarias como Secretaria de Turismo, de Saúde, de Cultura e de Educação. Também tem registros de pagamentos feitos pela Assembleia Legislativa. O mesmo acontece com os demais meios de comunicação, que também recebem por mais de uma secretaria, não apenas pela Coordenadoria de Comunicação.

Os documentos da CCOM-PI acabaram confirmando que o governo paga a Rede Meio Norte através de conta da empresa Carnaúba Comunicação.

Por fim, após se consultar de maneira simples, pelo CNPJ ou pelos nomes das empresas, o Blog Código do Poder conseguiu reunir os pagamentos para algumas empresas ligadas ao grupo. Não todas, já que o grupo também tem outras atividades econômicas, como a venda de veículos e outras.

Os pagamentos somaram R$ 29.215.717,87.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES – As empresas mais ligadas à parte de eventos seriam de outros sócios, como por exemplo, a Kalor Produções e a Ativa Ascom Ltda, que tem como sócio o diretor de jornalismo do Grupo Meio Norte, Wrias Moura.

Nos dois primeiros anos da gestão de Wellington Dias, a Kalor Produção recebeu pagamentos do governo do Estado. Já no anos seguintes, a empresa que faturou foi a Ativa Ascom.

TEM PAGAMENTOS QUE NÃO APARECEM NO SITE DA TRANSPARÊNCIA – Outra observação a ser feita é que o Portal da Transparência não registra os pagamentos que as Agências de Publicidades contratadas pelo governo pagam para os meios de comunicação. Dessa foram, existem pagamentos que o governo faz para os meios de comunicação através da agências, mas somente consultando todas as notas fiscais na Coordenadoria de Comunicação ou de outras secretarias para se conferir quanto desses pagamentos estão entrando nas contas dos meios de comunicação do Piauí.

(Com informações do Código o Poder)

Por:Bernardo Silva

Parnaibanos recebem e abraçam Zé Filho, Juliana e Cassandra no Bairro S. José

Um grande público compareceu na noite de ontem terça-feira, 02, no bairro São José em Parnaíba, para prestigiar e ouvir as propostas dos candidatos a deputado federal, Juliana Moraes Sousa e estadual Zé Filho.

Com um palanque cheio de vereadores, suplentes de vereador, ex-prefeitos e um grande número de líderes da região norte. O evento contou ainda com a participação da candidata a vice Cassandra Moraes Souza.

A manifestação das pessoas, desejando selfie ao lado dos candidatos deu uma demonstração clara, neste final de campanha,  que a mensagem dos candidatos foi bem assimilada pela população. Empolgados, os candidatos agradeceram mais uma vez o apoio de todos os que os acompanharam durante a trajetória da campanha.

Fotos: Glaitowney Miranda

 

Bolsonaro avança para ganhar no 1º turno

A campanha política chega à sua reta final com as pesquisas de intenção de voto indicando uma nova polarização nas eleições, entre os candidatos do PT, Fernando Haddad, e do PSL, Jair Bolsonaro.

O que leva um país a se dividir entre dois grupos que, sabidamente, não demonstram a menor condição de pacificá-lo e buscar a retomada de seu crescimento econômico? E que, pelo contrário, têm tudo para alimentar o clima de intolerância existente entre os brasileiros?

O grupo do PT representa a maior quadrilha que já se encastelou na vida pública brasileira. Nunca se roubou tanto quanto na era petista. Dos seus líderes, os que não estão presos estão a caminho da cadeia. Poucos ficaram fora dos escândalos.

Ainda assim, empurrado pela força eleitoral do partido, o seu candidato disparou na preferência de grande parcela dos eleitores.

Do contra

Já o candidato do PSL aparece como uma novidade na política, quando já está na Câmara Federal há quase 30 anos. Em todo esse período, zero de contribuição à política. Está sempre metido em polêmicas e elegeu os três filhos para mandatos parlamentares, em diferentes estados.

O trunfo de Bolsonaro é que ele conseguiu o que nenhum dos outros presidenciáveis jamais alcançou. Ele penetrou no imaginário do eleitorado que se indignou com a corrupção como um antiPT e um antipolítico. Daí a imensa aceitação de sua candidatura.

Sozinho, ele bate todos os concorrentes, sem fazer campanha. E, segundo as novas pesquisas de intenção de voto, entra agora num ritmo que o autoriza a sonhar com a vitória já no primeiro turno. (Texto Zózimo Tavares)

Pesquisa aponta segundo turno na eleição para governador do Piauí

                                                                            Dr. Pessoa e Luciano Nunes aparecem empatados no segundo lugar

Pesquisa realizada pelo Instituto Jales de Pesquisa, no período de 22 a 29 de setembro, sobre as eleições para governador do Piauí, aponta possível segundo turno. A pesquisa foi encomendada pela Teresina FM 91,9. O resultado apresenta o governador Wellington Dias (PT) com 34% das intenções de votos. Os candidatos da oposição têm, somados, 33% dos votos. A margem de erro é de 2,95%.

A pesquisa eleitoral entrevistou 1.100 eleitores piauienses, em 50 municípios. O Registro no TER-PI sob número PI-07174/2018.

O candidato do Solidariedade, deputado Dr. Pessoa, e o tucano Luciano Nunes, estão empatados com 14%. O senador Elmano Férrer (Podemos) e o empresário Fábio Sérvio (PSL), também, aparecem empatados com dois 2% das intenções dos votos do eleitorado piauiense. E Valter Alencar (PSC) tem 1%.

Os demais candidatos: Lourdes Melo (PCO), Luciane Santos (PSTU), Romualdo Seno (Democrata Cristã) e Professora Sueli Rodrigues (PSOL) não pontuaram.

O percentual de indecisos, que respondeu não sabe ou não vota é de 18% e os que disseram que não votariam em nenhum dos candidatos, votaria nulo ou branco soma 15%.

O trabalho realizado pelo Instituto Jales de Pesquisa aponta a eleição em segundo turno configurada, dentro da margem de erro.

Na disputa no segundo turno, a projeção aponta que Dr. Pessoa vence o governador Wellington Dias, por uma diferença de 2%. Dr. Pessoa teria 38% dos votos, contra 36% dos votos.

Se o segundo turno for entre Luciano Nunes e Wellington Dias, a pesquisa do Instituto Jales, aponta que o governador consegue a reeleição. Wellington Dias ganharia as eleições com uma diferença de 4%, sendo que o atual governador, candidato a reeleição, teria 38% das intenções de votos e Luciano teria 34% dos votos.

(Parlamento Piauí)

Feira Popular de Artes na Praça: Iniciativa que veio para ficar

Depois das duas primeiras edições da Feira Popular de Artes, que está se realizando todas as sextas-feiras na Praça da Graça, no horário de 16:00 às 22:00 horas, o Secretário Municipal  de Projetos Especiais e Desenvolvimento Econômico, Edrivandro Barros, disse esta semana que a iniciativa está sendo positiva, pois esse projeto da Secretaria, que conta com as parcerias da Sedesc (Secretaria do Desenvolvimento Social), Superintendência de Cultura e de Turismo, foi bem aceito pelos feirantes da região.

Disse ele que a última edição da feira foi bem prestigiada, uma vez que contou com a participação de 80 feirantes, embora o público presente não tenha sido ainda o desejado mas, “em uma avaliação geral chegou-se à conclusão de que os órgãos promotores  estão no caminho certo”, destacou.

                                                          Edrivandro Barros

Edrivandro mostrou-se bastante otimista porque – segundo ele – a cada sexta-feira aumenta o número de feirantes, como também de consumidores, e assim o projeto vai amadurecendo e atingindo os objetivos para os quais foi criado. Ele informou também que no espaço utilizado para a feira, na Praça da Graça, existe um local destinado à gastronomia com os mais variados pratos da culinária regional, entre os quais, a panelada e o sarapatel. Além disso, existe também a parte musical.

“Esse é um projeto que está recebendo total apoio da Prefeitura Municipal, pois, assim que assumimos a Secretaria foi a primeira cobrança feita pelo prefeito Mão Santa, que seria a realização dessa feira semanal, para prestigiar os artesãos da nossa região” – disse Edrivandro, reforçando que “enquanto o Prefeito Mão Santa estiver à frente da administração municipal e houver um trabalho em conjunto da Secretaria de Projetos Especiais e Desenvolvimento Econômico, Sedesc e Superintendências e Cultura e Turismo, a feira de artes vai acontecer toda sexta-feira na Praça da Graça”, finalizou.

Ufpi ganha quatro e Uespi perde 20 posições em ranking da Folha de SP

Ranking Universitário da Folha avalia as universidades a partir de cinco indicadores, colocando a Ufpi entre as 50 melhores do país (Foto: Édrian Santos/OitoMeia)

O Ranking Universitário da Folha (RUF) é uma avaliação anual e, nesta edição, trouxe o resultado das 196 universidades do país. Com o resultado de 2018 divulgado na última segunda-feira (1º/09), a Universidade Federal do Piauí (Ufpi) aparece entre as 50 melhores instituições, entre públicas e privadas. A Universidade Estadual do Piauí (Uespi) só está na 132º posição.

Criado em 2012, o RUF avalia as universidades a partir de cinco indicadores: pesquisa acadêmica (42%), qualidade de ensino (32%), avaliação do mercado de trabalho (18%), internacionalização (4%) e inovação (4%). Desses, a melhor colocação da Ufpi e Uespi é em mercado, na 32º e 59º colocações, respectivamente.

Em comparação ao ano anterior, a Ufpi subiu quatro posições. Por outro lado, a Uespi caiu da 112º para a 132º posição. Em todo o Piauí, apenas as instituições públicas apareceram no Ranking Universitário da Folha, em nível geral. Tratando-se dos cursos, uma instituição privada segue em segundo lugar por ofertar o melhor curso de Medicina e Direito no Piauí

Publicado por: Edrian Santos

Descaso governo:Usuária denuncia que telefones do Detran-PI não funcionam

Os números de telefone para contato do Detran-PI não estão funcionando. Segundo uma usuária, todos os canais de comunicação divulgados no site estão inoperantes. 

“Estou tentando buscar informações e os telefones estão indisponíveis. Nenhum telefone chama. Não consigo enviar um e-mail porque só dá erro. Isso é um absurdo, total desrespeito com os cidadãos”, falou ao R10. 

A reportagem do Portal R10 tentou entrar em contato com o órgão, mas não obtve êxito. (Publicada por: Bruna Dias)

Eleições 2018: o pleito que virou campo de guerra

Por:Janguiê Diniz (*)
As eleições se aproximam e, em 2018, ganham contornos diferentes dos últimos pleitos. Desta vez, o processo está muito mais polarizado. Parece que o Brasil se divide entre esquerda e direita, coxinhas e mortadelas. Essa polarização tem levado a um “ufanismo eleitoral” assustador. Quase não se debate mais política; ao contrário, o que acontece são verdadeiros bate-bocas, discussões acaloradas, xingamentos mútuos. Aparentemente, a situação está mais desrespeitosa do que as brigas de torcidas esportivas.
Se antes política era um assunto saudável de ser debatido, hoje pode até virar caso de polícia. Não se aceita mais o contraditório, a opinião divergente. Parece que, se eu não penso igual a você, nunca nos entenderemos e seremos eternamente rivais. Como se não fôssemos capazes de entender o ponto de vista do outro ou mesmo mudar de ideia.
Até compreendo, apesar de não concordar com toda essa raiva. Afinal, a situação política do País é das piores possíveis. Desse desacerto nos três Poderes, decorrem crises na educação, segurança pública, saúde, economia, enfim, todos os âmbitos da nossa vida. Estamos mergulhados em uma grave crise, acima de tudo moral e institucional. Isso tudo causa uma revolta na população, que se desespera na busca por possíveis soluções – que têm que vir, em parte, de fato, dos políticos que dirigem o País. 
Nesse tempo, os mais exacerbados se agarram a nomes como tábuas de salvação e transformam pessoas – candidatos a cargos eletivos – em quase divindades e atribuem a elas o poder de tirar o Brasil do buraco. Acontece que qualquer outro posicionamento que não aquele que a pessoa estabeleceu como o caminho a ser seguido é tido como errado, qualquer outro candidato é logo taxado como incompetente. Que engano.
Primeiro: por mais bem intencionado que qualquer postulante nesta eleição esteja, não será ele sozinho que irá reverter a situação atual. Ele pode ter a iniciativa, mas precisará da colaboração de diversas instâncias para realizar as melhorias necessárias. Não é uma tarefa fácil, de fato. 
Mas não devemos depositar em uma pessoa a esperança da salvação do país. Isso, inclusive, causa uma “cegueira” que pode ser muito arriscada. Não ver outras possibilidades é um grande erro. Segundo: não há porque brigar tanto, disseminar tanto ódio contra o que pensa desigual. Defender uma convicção política não significa execrar ou achincalhar quem não concorda. É possível discordar, respeitando a outra parte. 
Política não é religião. Político não é Deus. Até porque, em uma democracia, ao menos em tese, o poder emana do povo.
(*)Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional

Discurso de Wilson Martins em Parnaíba é bem recebido pela população

Uma multidão prestigiou mais um comício da coligação Piauí de Verdade em Parnaíba na noite dessa segunda-feira. Wilson Martins, acompanhado do prefeito Mão Santa, do candidato ao Governo, Luciano Nunes, da vice, Cassandra Moraes Souza, além de Robert Rios e outros nomes da Oposição levaram a certeza de um segundo turno nas eleições ao Governo, além do crescimento dos dois candidatos ao Senado. “Peço seu voto de confiança nessa caminhada e lhes asseguro que vou saber honrá-lo. Peço, ainda, por essa grande liderança que é o Luciano, porque sei que vai tirar o Piauí dessa situação de caos, e para meu amigo Robert Rios, com quem tenho orgulho de dividir essa caminhada”, afirmou Wilson.

O prefeito Mão Santa também não poupou elogios ao ex-governador. “Wilson é honesto, trabalhador, e será um gigante no Senado. Não é a toa que carinhosamente o apelidamos de Wilsão Trator”, disse ao afirmar que Wilson “vai representar a grandeza de pessoas que o Piauí sempre teve”.

O ex-governador disse andar de cabeça erguida por todo o Piauí e que onde chega é bem recebido. Wilson afirmou que não há palavras que possam traduzir o sentimento de gratidão que ele traz pelo reconhecimento e carinho das pessoas. “Vou retribuir sendo um senador honrado, que vai lutar por muitos recursos e obras para o nosso Piauí, podem ter certeza”, pontuou.

Nessa terça-feira, Wilson e demais candidatos cumprem agenda em vários municípios da região Norte. As atividades na capital serão retomadas a partir da quarta-feira, com caminhadas em bairros e reunião junto a lideranças comunitárias.

 

Cláusula de desempenho na eleição deve reduzir nº de partidos de 35 para 18

                  Já em 2023, o Brasil não terá mais de dez partidos em atuação

As pesquisas indicam que os partidos hoje existentes serão reduzidos à metade, caindo dos atuais 35 apenas para os 18 que devem superar, este ano, a chamada “cláusula de desempenho” (ou “de barreira”), e poderão ter atuação plena no Congresso, e parlamentos estaduais e municipais. Em valores de 2018, só esses 18 terão acesso aos R$800 milhões do Fundo Partidário e aos R$1,7 bilhão do Fundo Eleitoral, na eleição municipal de 2020, confirmada a tendência das pesquisas. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

“A expectativa é que, por conta das mudanças, em 2023 tenhamos no máximo 10 partidos”, diz o ministro Gilberto Kassab, fundador do PSD.

Especialista nessas estimativas, Kassab acha que PP e PT elegerão 50 deputados. PSDB, PSD e PR terão bancadas de 45 federais cada.

A avaliação é que MDB elegerá só 40 deputados, DEM e PRB 36, PDT 29, PSB 25, PSL 18, PTB 17, SDD 11; Pros, Pode, PCdoB e Psol, 10.

Na zona da degola, lutam para escapar o PPS, que pode eleger 8 deputados, além do PV, Rede e Novo, que devem eleger 6, no máximo

O espanto da Folha de S. Paulo

A Folha de S. Paulo, em editorial, espanta-se com a popularidade de Jair Bolsonaro:

“Espanta a resistência do candidato e de sua agenda precária, que mistura a agressividade retórica, não raro de alarmantes tons autoritários, a um programa econômico ultraliberal forjado de última hora.

Com tempo irrisório de propaganda e sob ataque dos adversários, logrou avançar nas pesquisas durante a campanha —ainda que apareça em desvantagem nas simulações de segundo turno.

Se lá chegar, como tudo leva a crer às vésperas da votação, disporá de exposição inédita no rádio e na TV. Nessa hipótese, espera-se que utilize os dez minutos a que terá direito de segunda a sábado (fora as inserções curtas) para esclarecer as muitas e graves dúvidas que pairam sobre seus propósitos.

Ele se recupera bem, felizmente, do abominável ataque a faca que sofreu e impediu sua presença nos últimos debates. Bem menos justificável, diga-se, é o sumiço de seu principal assessor econômico.”

A Folha de S. Paulo se espanta porque foi incapaz de olhar seus próprios leitores, que preferem Jair Bolsonaro a Fernando Haddad – com folga.

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(oantagonista)

Dr. Pessoa diz que a salvação do Piauí é demitir terceirizados

O candidato ao governo do Piauí, Dr. Pessoa (Solidariedade), disse hoje (01/10), que sua receita para acabar com o sofrimento financeiro do Estado é acabando com mais da metade das secretarias e órgãos públicos e demitindo os terceirizados e os servidores sem função agraciados com o apadrinhamento político.

Sobre a economia do Estado, o candidato disse que ainda não tem uma saída, mas vai nomear pessoas competentes para fazer o que ele determinar. Sem entender nada de economia, Pessoa acredita que não roubando e não deixando roubar, o Tesouro Estadual terá receita suficiente para alavancar o progresso.

Para ele, com tanto dinheiro, vai ser possível construir um novo aeroporto, estradas, incrementar o turismo, principalmente na região Sul do Estado e acabar com a violência, sendo a Educação, Saúde e Segurança, o principal “viés” da sua administração. Ainda sem rumo, o segundo nas pesquisas eleitorais na corrida sucessória governamental continua sem saber onde está como candidato.

ASSISTA AO QUE ELE DIZ:

 

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Vídeo extraído do programa Agora, da TV Meio Norte (Jornaldacidadepi)

Coligação “Piauí de Verdade” realiza comício para grande multidão no Bairro Piauí

Assim como ocorreu no início da presente campanha eleitoral, os principais candidatos da Coligação “Piauí de Verdade” estiveram juntos em Parnaíba, na noite desta segunda-feira (1º/10) para o comício de encerramento da campanha, desta feita na Avenida Dr. João Silva Filho, no Bairro Piauí.

Tendo como anfitriões o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, e esposa Adalgisa, estiveram no palanque o candidato a governador Luciano Nunes e a candidata a vice, Cassandra Moraes Sousa; os candidatos ao Senado Federal Wilson Martins e Robert Rios; o deputado federal e candidato à reeleição, Heráclito Fortes, a deputada estadual e candidata à Câmara Federal, Juliana Moraes Sousa; o candidato a deputado estadual Zé Filho, além de vereadores e outras políticas da região.

Com um discurso sempre forte, Mão Santa disse ser a resistência neste Estado para derrotar o PT do Piauí. “Parnaíba está aqui defendendo mudanças”, frisou prefeito. O deputado Heráclito Fortes, por sua vez, destacou sua convivência de 8 anos no Senado com Mão Santa, “que quando chamado deixou o bisturi e se dispôs a dar sua contribuição para sua Parnaíba e para o Piauí, sempre por amor”, salientou o deputado.

Heráclito disse ainda que, somando tudo o que fizeram todos os candidatos a deputado federal que atualmente pedem votos em Parnaíba, não dá 10% do que ele já fez, desde a época que era prefeito o médico João Silva. Ele falou também que, na atual gestão do prefeito Mão Santa,  possibilitou a visitas de ministros de Estado e do presidente da República, Michel Temer, o que redundou na liberação de 54 milhões para a conclusão dos Tabuleiros Litorâneos, além de recursos para uma nova ponte, afora outros benefícios, como dinheiro para compra de ambulâncias e construção de calçamentos.

Em seu pronunciamento a candidata a vice-governador Casandra Moraes Sousa falou de sua condição de delegada que a colocou frente a frente com as carências do setor de segurança pública no Estado. “Não me acomodei e aceitei o desafio de estar aqui. Por que me decepcionei quando um bandido matou um PM que fazia a segurança do filho do governador, embora não concordando com isso, eu pensei que, a partir daí, fossem feitos investimentos no setor da segurança, afinal, um PM foi morto. Mas nada aconteceu. E eu lembro que há 20 anos, eu também era filha de governador, porque o Mão Santa também já governou este Estado. Mas ele não permitia esse tipo de coisa, porque entendia que a Polícia Militar é para estar nas ruas protegendo a população”, disse Cassandra.

Ele lamentou também o avanço das drogas em todos os municípios do Estado, “sem que o governo Wellington Dias tenha algum tipo de política pública para ressocializar as vítimas”, pontuou, reafirmando a determinação e o compromisso da chapa Luciano/ Cassandra reeditar o Ronda Cidadão, “um programa que deu certo no governo Wilson Martins mas que o atual governador, por incapacidade, deixou acabar”.

O candidato Luciano Nunes, por sua vez, lembrou haver sido em Parnaíba que a Coligação Piauí de Verdade veio buscar apoio no início da campanha e “aqui também viemos buscar a Cassandra, essa valente delegada, para ser nossa vice. É um orgulho pra mim fazer esta caminhada ao lado de vocês- Cassandra, Juliana, Zé Filho. Aqui existe um povo que não se rende a este desgoverno do PT do Piauí. Quero ser governador para acabar com esses desmandos que maltratam os professores, os alunos que não tem transporte escolar, as pessoas que precisam de atendimento em saúde e não existe, além do sucateamento da segurança pública”, pontuou Luciano.

Palocci: quase todas as MPs foram assinadas em troca de propina

O então presidente Lula cochicha com seu ministro da Fazenda em novembro de 2002: intimidade e cumplicidade. (Foto Ormuzd Alves/Folhapress)

Em trecho de delação premiada divulgado nesta segunda-feira (1º), o ex-ministro petista Antonio Palocci afirma que 90% das medidas provisórias propostas pelos governos petistas envolveram pagamentos de propina. Um dos esquemas de arrecadação seria a venda de emendas legislativas e medidas provisórias, de acordo com Palocci.

Segundo ele, as campanhas presidenciais do PT em 2010 e 2014, que elegeram a ex-presidente Dilma Rousseff, custaram até quatro vezes o valor declarado à Justiça Eleitoral.

Segundo ele, a campanha de 2010 custou R$ 600 milhões, e a de 2014, R$ 800 milhões. Os gastos declarados, porém, foram de R$ 153 milhões e R$ 350 milhões, respectivamente.

Palocci, que foi ministro dos governos Dilma e Lula, afirmou que era um dos arrecadadores do PT, sendo responsável por tratar de “doações de grande porte junto aos empresários”.

Essas doações, segundo ele, tinham, em sua maioria, origem ilícita, resultante da negociação de contratos e percentuais com o governo.

“Ninguém dá dinheiro para campanhas esperando relações triviais com o governo”, disse o ex-ministro petista, segundo o termo assinado com a Polícia Federal.

Os contratos de publicidade da Petrobras também envolveriam repasses de 3% ao PT.

A própria proposta de nacionalizar a exploração do pré-sal, de acordo com Palocci, envolveu “um interesse social e um interesse corrupto”, já que atender aos interesses das empreiteiras nacionais facilitaria doações para as campanhas do PT.
A delação de Palocci foi homologada em junho pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região. Lá tramita a apelação do ex-ministro contra sua condenação a 12 anos e dois meses de prisão imposta pelo juiz Sergio Moro, em 2017. Nesta segunda, foram tornados públicos os primeiros trechos do acordo.O acordo prevê o pagamento de indenização de R$ 37,5 milhões e que o bloqueio de bens seja suspenso para que a obrigação seja quitada. Ele está preso no Paraná há dois anos.

Os termos do compromisso firmado também citam a possibilidade de uso das informações do ex-ministro em cinco casos sob apuração, incluindo um inquérito sobre a hidrelétrica de Belo Monte, um procedimento sobre a relação do grupo Schahin com o PT e uma outra apuração sobre a atuação da Petrobras na África.

O acordo difere dos demais da Lava Jato porque foi firmado com a Polícia Federal –anteriormente apenas o Ministério Público tinha essa prerrogativa.

OUTRO LADO

Em nota, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, afirmou que a maneira como o juiz Sergio Moro agiu, ao levantar o sigilo das informações, reforça “o caráter político dos processos” relacionados ao ex-presidente.

“Moro juntou ao processo, por iniciativa própria (‘de ofício’), depoimento prestado pelo sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público.”

Para a defesa, o ex-ministro mentiu mais uma vez, “sem apresentar nenhuma prova”, para obter benefícios, como a possibilidade de perdão judicial.

Toffoli põe ordem no STF e confirma liminar proibindo entrevista de presidiário

O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), pôs ordem na casa e confirmou há pouco a liminar do vice-presidente, ministro Luiz Fux, suspendendo autorização para entrevista do ex-presidente e presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra cumprindo pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

O ministro Raul Jungmann (Segurança Pública) havia endereçado a Toffoli uma consulta sobre qual decisão deveria ser cumprida, a de Lewandowski ou a de Fux. O presidente do STF decidiu que a entrevista está proibida até que o plenário se pronuncie, mas não marcou data para isso ocorrer.

Lewandowski havia autorizado na sexta-feira (28) a entrevista que tinha sido negada pela Vara de Execuções Penais do Paraná. O ministro afirmou que proibir Lula de falar e a Folha de entrevistá-lo representaria “censura”, mas, horas depois, Luiz Fux, vice-presidente, concedeu uma liminar ao Partido Novo suspendendo o entendimento do colega. Nesta segunda (1º), Lewandowski desafiou o despacho de Fux e autorizou novamente a entrevista, e ainda fez críticas ao colega.