
PMDBebê!


Por:ZózimoTavares
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu proibir, por 4 votos a 3, o uso do Twitter por candidatos às eleições do próximo ano antes do período fixado em lei para propaganda política. Ou seja, os candidatos só poderão usar o microblog a partir de 6 julho, data do início da propaganda autorizada pela Justiça Eleitoral.
Trata-se ao mesmo tempo de um equívoco e de um atraso do TSE. Primeiro, porque até as convenções não há candidatos. Estes só passam a existir a partir da homologação de seus nomes pelas convenções de seus respectivos partidos e coligações. Até lá existem no máximo pré-candidatos. Ou candidatos virtuais. E aí?
Em segundo lugar, o Twitter não é uma concessão do poder público, para receber o mesmo tratamento que a legislação eleitoral aplica ao rádio e à televisão, em matéria de propaganda política. O fato de um político ou qualquer outra personalidade abrir uma conta e postar mensagem no Twitter não significa que isto venha a caracterizar propaganda política.
Começa que, no Twitter, só entra quem quer. E o tuiteiro só segue também quem tem vontade. Não está obrigado a receber mensagem de quem não quer. E, quando passa a seguir alguém, não é necessariamente para concordar. Muitas vezes é justamente para discordar. Não é raro o político virar saco de pancada no microblog. Portanto, onde está a propaganda?
A decisão do TSE se configura um atraso porque o Twitter proporciona uma aproximação maior do político com o eleitor. Quando o político posta sua mensagem, geralmente sobre suas atividades cotidianas, ou dá uma opinião sobre determinado assunto, imediatamente recebe o retorno de seu gesto. Uns concordam, outros discordam, instantanea e livremente. Em que outro tipo de mídia é possível essa interação?
Antes de tomar uma decisão dessa envergadura, o Tribunal Superior Eleitoral deveria examinar melhor o que seja comunicação pessoal, interpessoal, grupal e coletiva. São diferentes modelos, com diferentes abordagens. Antes de vetar o Twitter, o TSE deveria, também, preocupar-se mais era com o uso da máquina pública na campanha, aí, sim, uma afronta à Justiça Eleitoral e à democracia.
*Antes de começar a greve dos professores, o secretário Átila Lira dizia alto e bom som nas entrevistas que o governo pagaria o piso tão logo o MEC divulgasse o percentual. E agora?
Li a entrevista que a deputada estadual Juliana Falcão Moraes Sousa concedeu ao portal GP1, dizendo que, com a troca de delegados, o problema da violência em Parnaíba estava resolvido e agora tudo estava tranquilo.
Claro, ela não mora em Parnaíba. E, a exemplo dos demais políticos (com raríssimas exceções), só vai aos bairros conversar com o povo em tempo de caça aos votos.
A deputada Juliana não sabe nada de coisa alguma. Não é a praia dela. Por que iria se preocupar com o “drama” que vive hoje a “gentalha” da Parnaíba? E ela me disse, em março do ano passado, durante uma entrevista na Associação Comercial de Parnaíba (posse da nova diretoria), que iria focar seu mandato na questão do combate ao tráfico e consumo de drogas, bandeira desfraldada agora pela colega dela, deputada Rejane Dias.
Aliás, deputada, qual é realmente o seu trabalho na Assembléia neste sentido?
Diga-se de passagem que na mesma ocasião, no mesmo mês – fazendo agora um ano – também ouvi do vice-governador Antônio José de Moraes Sousa, filho, que “nos próximos 3 meses seria implantado em Parnaíba o Ronda Cidadão. E até agora, nada.
Robert Rios e as palavras
O secretário de Segurança reconheceu na TV que o efetivo da polícia civil em Parnaíba está envelhecido. Nunca os policiais saíram da cidade, daí constituíram muitos vínculos. “Policial vai trabalhar quando quer, recebe mal as pessoas”, disse o deputado e secretário Robert. Tudo é verdade. Mas o que foi feito para mudar? Alguém foi ou vai ser transferido?
“O Estado não pode negligenciar a segurança em Parnaíba. Queremos saber onde o Estado falhou…”. E aí, deputado, já se vai uma semana daquela “operação de choque”. Conseguiram detectar as falhas? Sim, porque os problemas de violência na cidade, continuam.
O que se sabe é que, na tal “operação”, prenderam mais cidadãos de bem e seus transportes do que os bandidos perigosos, como foi o caso de Adrianinho, preso pela Polícia Prata da Casa. Sem os “feras” que vieram de Teresina.
Senhores governantes e/ ou seus representantes: Segurem a língua. Falem menos. Mais ação. E pronto!…
Claro que todos aguardamos com ansiedade o final das obras do piso da Praça da Graça.Mas, com a ansiedade vem a expectativa.Será que vão colocar um vigia para evitar a depredação rápida das benfeitores que aquele logradouro está recebendo?
Percebe-se que as rampas de acesso, para cadeirantes, são bastante amplas. E sabem o que já ocorreu? Um motorista já subiu a rampa com o carro de som e o colocou próximo à banca do Louro. Isso numa dessas programações católicas da Igreja Matriz. O carro só não permaneceu ali por muito tempo por conta da reação dos transeuntes.
Bicicletas, motos, constantemente são vistos sobre a praça, sem que se faça algo.E isso deve perdurar, porque com a praça ainda em obras eles fazem isso, quando as obras forem concluídas eles já estarão acostumados. Daí, presume-se, o tão esperado piso da Praça da Graça terá vida curta.
Vamos esperar para a educação das pessoas? Claro, quem faz esse tipo de afronta não possui educação nenhuma, daí a necessidade de repressão. Estou certo, ou estou errado?
Já começou a movimentação de secretários municipais, da prefeitura de Parnaíba, no sentido de se desincompatibilizarem dos cargos para pleitearem um mandato eletivo nas eleições de outubro próximo.
O primeiro a se manifestar foi o secretário de turismo, Arlindo Leão(foto), que disse estar arrumando as gavetas para deixar a função e esperar uma indicação para ser candidato a vice prefeito, do candidato a prefeito pelo PT, Florentino Neto.Caso não dê, pretende se candidatar a vereador, pelo PTB.
Outros deverão se manifestar nos próximos dias, como é o caso do ex-vereador Batista Véras, atual secretário de Juventude e Esportes. Ele disse que vai tentar uma última vez se eleger vereador, também pelo PTB. Batista já foi vereador em dois mandatos, presidiu a Câmara Municipal e perdeu sua terceira eleição, em 2008.
Supõe-se que secretários como Ribamar Silva(foto) e Fátima Carmino, ambos do PT, que já disputaram eleições outras vezes, também deverão deixar o cargo até o dia 7 de abril para se candidatarem, apostando numa melhor performance desta vez, em função do partidos deles ter candidato próprio.
Quem ocupa apenas cargo comissionado e que também pretende sair candidato a vereador, só terá que deixar as funções em julho, 3 meses antes do pleito.
Um feirante do mercado da rua Caramuru nos intercepta para reclamar do abandono em que se encontram aqueles que ali trabalham e, por via de consequência, os populares que para ali acorrem para fazer suas compras.
“Agora no inverno a sujeira aumenta, com lama e água por todos os lados. A prefeitura, na atual administração, nunca fez nada para melhorar essa situação.No tempo do Paulo Eudes, ele pode não ter feito nada, além de melhorar o esporte, mas vez por outra mandava carros aqui, nos fins de semana, jogarem jatos d`água com sabão e na segunda feira tudo estava limpo. Esse prefeito aí, nunca nem apareceu por aqui”, reclama o feirante, vendedor de melancia, que pediu para ficar no anonimato.
Ele disse também que paga 2 reais todos os dias para um vigia ficar à noite olhando suas mercadorias. E nos fins de semana a despesa aumenta para 4 reais. “A prefeitura não coloca um vigia aqui.Tudo sai do nosso bolso”, lamenta.
As principais categorias do Estado – Saúde, Educação e Segurança Pública – estão em mobilização para greve ou com as atividades paralisadas para pressionar o Governo do Estado, em situação financeira caótica, para melhorar os salários e dar melhores condições de trabalho. As três categorias juntas concentram aproximadamente 35 mil servidores, ou quase 30% dos servidores do Estado. Os movimentos grevistas começaram com os professores, que entraram em greve há duas semanas cobrando o pagamento do piso nacional de salários dos magistério público.
Os médicos paralisaram as atividades na semana passada e voltaram ao trabalho ontem por determinação judicial. Os agentes penitenciários fizeram paralisação de advertência e ameaçam uma greve por tempo indeterminado. Os policiais militares cobram o reajuste salarial prometido pelo Governo do Estado, em 2011, durante as negociações que resultaram no fim da paralisação na Polícia Militar, aumento este previsto para ser pago até 2014.
O recurso adotado pelo Governo do Estado é pedir a ilegalidade da greve na Justiça. O argumento é que o servidor público não pode fazer greve.180graus
Os incomodados manifestaram “zanga” e fizeram beicinho quando publiquei no inicio da semana que eles estão dando agora título de cidadania e medalha do mérito legislativo “no balde”.
Na sessão de ontem, foi mais um derramamento de medalhas, projetos de autoria do vereador Beto(PTB).
Não é que muitos dos homenageados não façam jus à homenagem. Mas é porque a matéria está muito repetitiva. Há tempos atrás a Mesa diretora da Câmara limitou o número desse tipo de matéria que deveria ser apresentada a cada mês. Por que não reeditar a providência? Quanto a mim, deixem-me em paz…
Vereador F. Gomes em meio aos professores ontem na Praça da Graça
Conforme havia prometido, ontem pela manhã, quando esteve presente ao movimento dos professores de Parnaíba(redes estadual e municipal), na praça da Graça, o vereador Fernando Gomes, PCdoB, apresentou e fez aprovar na Câmara Municipal moção de apoio ao movimento paredista dos professores, que reivindicam a implantação imediata, por prefeitos e governadores, do piso nacional de salários da categoria, definido em 1.451 reais pelo governo federal.
Os professores Parnaibanos seguem à orientação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação que decretou 3 dias (14,15 e 16) de paralisação nacional da categoria.
Fernando lembrou que agiu da mesma forma durante a greve dos bancários, demonstrando solidariedade àqueles que não tergiversam quando a questão é a busca de direitos adquiridos.
A quem interessar possa, aí vai um exemplo a ser seguido, postado hoje na coluna do Arimatéia Azevedo:Cheiro do queijo
De como se aplica na acepção do termo, a expressão ‘cheiro do queijo’.
Um sujeito que devia um mundo de dinheiro a um agiota o chama em sua casa para entregar parte do pagamento, em espécie.
“Como é muito dinheiro, seria bom você vir pessoalmente pegá-lo”.
“Então me aguarde que em minutos estarei aí…”
Não devia ter ido.
A taca
Nem bem o agiota entrou com dois capangas, foi cercado no interior da casa por uns 15 mastodontes da segurança particular do devedor que não contaram conversa: foi taca muita.
Apanharam o agiota e os seguranças.
por Astrid Lages
Mais uma greve poderá acontecer nos próximos dias. Professores da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) se reunirão na manhã desta quinta-feira (15) em assembleia geral para discutir, dentre outros assuntos, a campanha salarial 2012.