Carlos Brickmann
Carlos Brickmann
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| André Neves |
Os vereadores aprovaram também requerimento de
autoria da vereadora Neta Castelo Branco pedindo oo calçamento da rua Joaquim
Frota Aguiar, que se localiza entre as ruas Nossa Senhora de Fátima e Raimundo
Rodrigues, no bairro Dirceu Arcoverde. “O objetivo é atender as reivindicações
dos moradores da rua, que se sentem prejudicados com os transtornos que
enfrentam ao transitarem pelo local. Fomos procuradas pelos moradores da rua e verificamos
que a área a receber calçamento é muito pequena. Vamos lutar para que a
prefeitura execute nosso requerimento”, frisou a vereadora.
João Mádson- líder do Governo
Não é somente parte do PMDB trabalha para garantir sua participação no futuro Governo de Wellington Dias (PT). Integrantes do PSB também já deram início as conversações com o PT e com o futuro governador para que o partido também faça parte da base aliada.
Pelas contas entre os 18 partidos que formaram a coligação adversária a Wellington, já estão praticamente com os dois pés dentro do governo que começa a partir de 1º de janeiro próximo parte do PMDB, PSD, PTC e o PSB. De modo que fica cada vez mais difícil apontar apenas o PMDB como “eterno aliado dos governos”
Alguns destes líderes realmente nunca ficaram na oposição. O caminho se estreita cada vez mais para que somente o PSDB e o deputado João Mádison (PMDB), atual líder do Governo na Assembleia, permaneçam como oposição ao PT no Piauí.
O ex-governador Wilson Martins (PSB) está em Nova York e corre o risco de quando voltar encontrar boa parte do partido já devidamente aliada com o PT. Uma parte, aliás, já estava desde a campanha, a outra, a que participou da campanha de Wilson vem trabalhando com afinco para voltar ao Governo.(Elizabeth Sá)


JUSTIFIQUE TAMANHO DEVANEIO COM TANTO DINHEIRO – O péssimo interlocutor escolhido por Wellington Dias para a transição de governo, o tal Merlong, precisa conhecer melhor a realidade da economia do estado, e cobrar de quem realmente endividou o estado, sem nada que justifique o devaneio financeiro, jogando fora quase R$ 3 bilhões de reais, de junho de 2013 a março de 2014, sem sequer prestar contas do que realmente fez com tanto dinheiro.
“INTERLOCUTOR” PARA A TRANSIÇÃO – O PT não conseguirá fazer qualquer tipo de interdição na economia do estado e muito menos na autoridade do governador Moraes Souza Filho, que, governando certo ou errado, é o governador de fato e de direito, até a meia noite do dia 31 para o 1º de janeiro. Merlong está longe de servir como um interlocutor de uma equipe capaz de com parcimônia, discutir essas questões, especialmente de cunho econômico. Falta-lhe maturidade, habilidade e competência, para tão difícil missão.(Jogo aberto)
GOVERNO – Sem planejamento nenhum desde a sua campanha, o governador eleito Wellington Dias, nada trouxe de informação que demonstre de que ele está voltando com novas propostas, tentando melhorar a sua imagem de quem começa e não termina obras, e, em especial, quando das reformas que tentou fazer e foi um desastre. Merlong e Assis Carvalho:”os incendiários”
Exagero
O deputado Merlong Solano (PT) está sugerindo intervenção na gestão atual do governo do Piauí.
Menos, deputado, menos. Deixa o Zé fechar as contas dele.
Fogo
Outro que quer tocar fogo nas relações políticas do atual com o futuro governo é o deputado federal Assis Carvalho.
Assis também fala em intervenção.
Fora do ar
Estavam fora do ar, ontem, por falta de Internet, portanto, por falta de pagamento, setores importantes da máquina pública estadual: Samu, urgência e regulação de Leitos (reativados no final da tarde), penitenciárias (Casa de Custódia), Defensoria Pública, algumas secretarias, entre as quais, a da Justiça.
Débito
É de mais de R$ 20 milhões o débito da Eletrobrás com o Governo do Estado.
A estatal do Piauí – não se sabe por ordem de quem – não está repassando o dinheiro relativo ao ICMS.

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| F.Gomes |
“Minhas primeiras palavras são de um chamado à paz e à união”, disse Dilma, em Brasília, no discurso da vitória, vestindo roupa branca, assim como seu padrinho político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Merlong Solano, na secretaria de Educação, pode se tornar o homem forte no governo Wellington Dias
Merlong
Não parece mais haver dúvidas de que Merlong Solono deverá assumir mesmo a Secretaria da Educação. O deputado estadual petista tem concentrado seus esforços em compreender os problemas da pasta e em evitar que as coisas, que andam muito ruins, fiquem piores.
Recesso
Wellington Dias sumiu do mapa porque passou cinco dias em férias com a família. Não deu ciência de onde estava nem para gente mais próxima. Mas hoje já estará de volta ao batente no Senado. Amanhã participa de sessões deliberativas.
Na corte
Regina Sousa, a suplente do governador eleito no Senado, também passa a semana em Brasília. Já são rotina para ela as temporadas brasilienses, atuando no gabinete de Wellington.(Portalaz)