
Radialista Cristiane Albuquerque pede ajuda para “ficar de pé novamente”


Depois de muita pressão de setores da imprensa local, alguns vereadores e dos próprios aprovados a Prefeitura Municipal de Parnaíba anunciou a convocação de novos professores selecionado em concurso público, marcando um momento de grande conquista para os profissionais da educação na cidade.

O resultado reflete o esforço e a dedicação dos candidatos, que agora assumem a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento educacional de inúmeras gerações

Precisava mesmo esta DEMAGOGIA, após tudo o que houve para os professores serem convocados? Afinal, este chamamento dos professionais não é nenhum favor mas uma conquista da categoria.
Mas a santíssima trindade (Gracinha, Mão Santa e Adalgisa) jamais deixariam passar em branco essa chance de fazerem demagogia, depois de toda a embromação que esses professores passaram, realizando manifestações em praça pública e dentro da própria prefeitura. Agora acontece o corre corre na improvisação da Secretaria de Educação, a fim de iniciar o ano letivo com um mínimo de condições. (BS)

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, lança nesta segunda-feira (10), em solenidade no Palácio de Karnak, a terceira edição do Orçamento Participativo Digital (OPA) 2025-2026. A iniciativa, que permite à população definir prioridades para a aplicação de recursos públicos, contará este ano com um investimento de R$ 80 milhões, destinados a obras e serviços nos municípios de Teresina, Parnaíba, Picos, Piripiri e Floriano.
Criado em 2023, o OPA já se consolidou como um canal direto de participação popular na gestão pública estadual. O secretário do Planejamento do Estado, Washington Bonfim, destaca que a ampliação do investimento reforça o compromisso do governo com a transparência e a eficiência na aplicação dos recursos.
“O OPA fortalece o diálogo entre governo e comunidade, possibilitando que as reais necessidades das regiões sejam atendidas. Na primeira edição, foram contemplados os municípios de Teresina e Parnaíba. No segundo ano, expandimos para Picos, Piripiri e Floriano. Agora, com o aumento do valor investido, poderemos garantir ainda mais obras e serviços para a população”, afirma o secretário.
“Como participar”
As associações comunitárias e entidades representativas poderão inscrever propostas de obras e serviços no período de 11 de março a 11 de abril. Para participar, as entidades devem atender aos critérios estabelecidos no edital, como possuir CNPJ válido, estatuto, ata da diretoria registrada em cartório, além de documentação do responsável legal.
A votação popular ocorrerá no período de 04 de julho a 13 de julho, aberta a qualquer cidadão com CPF e idade a partir de 16 anos. Todo o processo será realizado de forma digital, por meio do Portal OPA, aplicativo Colab e WhatsApp, além de pontos físicos que serão disponibilizados nos municípios participantes.
“Processo e impacto”
O ciclo do OPA inclui cadastramento das entidades, envio de propostas, análise de viabilidade e votação popular. As propostas mais votadas serão incorporadas ao orçamento estadual e executadas em 2026.
Na edição passada, o programa recebeu 1.255 propostas, enviadas por 501 entidades. Ao final do processo, 148 projetos foram eleitos pela população para execução. “Com o aumento dos recursos este ano, a expectativa é ampliar ainda mais o número de obras e serviços contemplados. O OPA reforça o compromisso do Governo do Piauí com a participação cidadã, garantindo que os investimentos sejam direcionados de acordo com as necessidades reais das comunidades”, reforça Washington Bonfim.
Os valores referentes ao primeiro decêndio de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) serão depositados nas contas das prefeituras do Piauí nesta segunda-feira (10). O repasse para o estado soma R$ 147,6 milhões, contribuindo para o equilíbrio das contas públicas municipais.

FPM: Municípios do Piauí receberão R$ 147 milhões na primeira parcela de março.
No total, as prefeituras brasileiras receberão mais de R$ 5 bilhões, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante chega a R$ 7 bilhões.
Teresina é o município piauiense que mais recebe recursos do fundo, totalizando R$ 30 milhões. O primeiro decêndio do mês costuma ser o maior repasse e corresponde a quase metade do total esperado para março. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o repasse do primeiro decêndio de março de 2025 cresceu 0,99% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda que os gestores municipais administrem os recursos com cautela, pois março costuma ter os menores volumes de repasse do ano. Para minimizar esse impacto, a CNM elaborou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que propõe um adicional de 1,5% no FPM para o mês de março. A proposta aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.
O FPM é um instrumento essencial para a sustentabilidade financeira dos municípios, especialmente os menores, que dependem desses recursos federais e estaduais para manter serviços básicos e realizar investimentos.(O Dia)
Gleisi e Padilha: twitter; Lula: Ricardo Stuckert
Os novos ministros de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e da Saúde, Alexandre Padilha, tomam posse nesta segunda-feira (10) com desafios estratégicos para a eleição de 2026. Gleisi terá a missão de articular alianças políticas para a campanha presidencial, enquanto Padilha buscará dar maior visibilidade ao Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE), iniciativa que sua antecessora, Nísia Trindade, não conseguiu consolidar.
No domingo (9), em um sinal do tom combativo que pretende adotar, Gleisi criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais, acusando-o de “bajular” Donald Trump e apoiar taxações impostas pelos Estados Unidos que podem prejudicar exportações brasileiras.
“Bolsonaro não deve ser tão burro assim, mas pensa que a gente é. E não perde a mania de mentir e bajular seu ídolo estadunidense. Nosso país é o Brasil e é aqui que ele vai responder por seus crimes”, afirmou Gleisi em seu perfil no X, antigo Twitter.
Como substituta de Padilha na articulação política do governo, a nova ministra assumirá embates diretos com a oposição e ocupará um espaço que ficou vago desde a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023.
Dino, enquanto ministro da Justiça, protagonizou duros confrontos com o bolsonarismo. No entanto, a postura incisiva de Gleisi gera preocupação em setores do governo, especialmente em relação a possíveis atritos com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Nos últimos dois anos, enquanto presidia o PT, Gleisi criticou algumas medidas econômicas defendidas por Haddad, o que pode reacender tensões internas.
Apesar disso, auxiliares de Lula avaliam que o presidente buscou ministros com um perfil mais enérgico para mobilizar a militância. Além de coordenar a base política do governo, Gleisi terá papel fundamental na construção de alianças para 2026, seja para uma possível candidatura à reeleição de Lula, seja para a escolha de um nome para sua sucessão. A aliados, ela tem afirmado que sua prioridade será a articulação política, sem interferir nas decisões econômicas.

Presidente Lula (PT). Foto: Claudio Cavalieri/Senado do Chile Foto: Claudio Cavalieri – Senado do Chile
O governo petista começa a semana (ou o ano, acabou o carnaval) mais borocoxô do que nunca, com a rejeição a Lula (PT) e a seu governo piorando a cada dia, como mostrou a pesquisa AtlasIntel divulgada há três dias. Para completar o inferno astral, a “bala de prata” para reverter a inflação de alimentos deve virar outro retumbante fracasso, como avaliam especialistas, e a cereja do bolo das notícias desanimadoras é a posse de Gleisi Hoffmann como ministra, nesta segunda-feira (10).
Zerar impostos de alimentos importados não funciona, é inócuo, avisa Daniel Vargas, economista da FGV. E a rejeição a Lula seguirá em alta.
Brigada com metade dos petistas e com todos os não petistas, Gleisi na “articulação” com o Congresso não há menor perigo de dar certo.
A escolha de Gleisi não tem a ver com suas qualidades e sim com a falta de opções: Lula não encontrou no Centrão quem topasse a difícil tarefa.
Disposto a tocar fogo no parquinho, Lula fez clara opção pelo “tudo ou nada” com Gleisi e talvez Boulos. Com grande chance de dar em nada. (Cláudio Humberto)

Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Agência Câmara)
O ano legislativo ainda não começou oficialmente na Praça dos Três Poderes, mas não diminuiu o ritmo de despesas com o dinheiro do pagador de impostos. Na Câmara dos Deputados, já foram torrados mais de R$24,1 milhões em “ressarcimento de despesas” usando a Cota de Exercício da Atividade Parlamentar, o “cotão”. Eles apresentam nota de todas para ressarcimento de despesas que vão do pão de queijo na padaria a jantares caríssimos e aluguel de carros, aviões e até lanchas.
Cada deputado recebe verba de gabinete mensal de R$133 mil por mês, além de auxílio-moradia (ou imóvel funcional) e salário de R$46,4 mil.
São acrescidos até R$50 mil por mês de cotão a salários de deputados de Estados mais distantes de Brasília, como o Acre ou Roraima.
A deputada Antônia Lúcia (Rep-AC) é quem mais levou ganha no cotão em 2025: R$114,4 mil, dos quais R$110 mil só em sua “divulgação”.
Geraldo Resende (PSDB-MS) é o segundo colocado entre os 513 deputados federais com os gastos do cotão: R$113,8 mil.. (Cláudio Humberto)
Como reflexo do Censo de 2022, sete estados podem perder deputados federais nas próximas eleições, já que as vagas são distribuídas com base na população. Se a redistribuição for feita seguindo as regras atuais, o Piauí perderia duas cadeiras. No entanto, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a intenção de construir um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) para aumentar o número total de deputados federais.

Câmara dos Deputados
Essa proposta de ajuste valeria para a próxima legislatura. Em 2023, o STF já havia determinado que o Congresso Nacional deveria revisar a lei de distribuição de cadeiras até 30 de junho de 2025. Caso a sugestão de Motta seja aprovada, a Câmara passaria a ter 14 deputados a mais, totalizando 527 parlamentares.

Presidente Hugo Motta.
Caso o número de deputados permaneça o mesmo, 14 estados teriam mudanças na composição: sete perderiam cadeiras e sete ganhariam. O deputado Pezenti (MDB-SC), que representa Santa Catarina, afirmou que a redistribuição das cadeiras garantiria um maior equilíbrio federativo.“Criar mais vagas é um tapa na cara do brasileiro”.
Já o piauiense Átila Lira (PP-PI) defendeu que é possível preservar a representatividade dos estados e, ao mesmo tempo, aumentar o número de parlamentares.”Isso foi discutido com o presidente Hugo Motta: podemos manter a mesma despesa, fazendo ajustes, congelando verbas de gabinete e reagrupando despesas de pessoal”.

Átila Lira, deputado federal pelo PP
É muito grande a choradeira no meio político sobre o pouco espaço que os líderes políticos ocupam na gestão de Rafael Fonteles. A bancada federal, por exemplo, está frustrada com as mudanças que o governador fez em seu secretariado.
Os deputados federais não indicaram nem um vigia nas pastas alteradas. Alguns deputados e lideranças chegam a declarar, nos bastidores, que a oposição quem cria é o próprio governo. (Encarando)

Auditores das áreas de Fiscalização, Inteligência e Arrecadação da Receita Federal já não sabem de onde tirar mais dinheiro dos cidadãos para alimentar o apetite gastador do governo Lula (PT). Afinal, são todos cidadãos igualmente esfolados. A busca por maldades levou à nova invenção de excluir o pix de CPFs em suposta “situação irregular”. De acordo com especialistas, isso possibilita correções necessárias, mas também abre caminho para o monitoramento efetivo das chaves de pix.
Na Receita, esgotam-se as opções para reduzir o rombo causado pelos gastos sem controle, com Lula descartando cortar despesas e privilégios.
Em tentativa desastrada recente, o governo quis impor “monitoramento” de pix de valor superior R$5 mil. A grita geral impôs um recuo aparente.
Após a repercussão da denúncia de deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG), a orientação do Planalto é adotar maldades “discretamente”.
A bisbilhotice em vigor, em pix a partir de R$2 mil, atinge brasileiros ainda mais pobres, e tem provocado cancelamentos do Bolsa Família.(Cláudio Humberto)

Se você é daqueles políticos que acreditam que o marketing só deve começar no ano da eleição, parabéns, você está na contramão do mercado. Em 2026, o que estará em jogo não é apenas um mandato, mas a construção de uma identidade política forte o suficiente para convencer um eleitor cada vez mais desconfiado, digital e impaciente.

A esta altura do campeonato, não basta apenas “estar nas redes sociais”. É preciso saber “comunicar nelas”. O eleitor não quer mais ver postagens burocráticas, fotos posadas em eventos ou aquele velho texto genérico agradecendo “o apoio de sempre”. Ele quer se enxergar no político. Quer conteúdo que dialogue com sua realidade. Quer saber quem realmente tem soluções e novas ideias para os problemas do Brasil, do Piauí e, mais do que isso, quer sentir que sua voz está sendo ouvida.
Para os que já ocupam mandatos, a missão é clara: fortalecer a visibilidade. O eleitor precisa ver e sentir os efeitos das ações políticas, não apenas ouvir falar delas. Estratégias de marketing político bem estruturadas devem transformar cada conquista, cada projeto e cada iniciativa em conteúdo que engaje, emocione e gere reconhecimento. Informação e entretenimento andam juntos. Sem isso, seu mandato pode até existir no papel, mas não na cabeça das pessoas.
O Governo Federal já entendeu isso e começou a movimentar sua comunicação institucional para novos formatos. O último pronunciamento oficial do presidente Lula sobre os programas Pé-de-Meia e Farmácia Popular adotou uma linguagem mais lúdica, emotiva e ilustrativa, aproximando-se da estética de campanhas eleitorais. O resultado? O material antes “duro” e “frio” ganhou apelo popular e virou até tema de debate no meio político e de comunicação. Agora, publicidade governamental e ações administrativas parecem andar de mãos dadas – e isso funciona.
Aqui no Piauí, a principal mudança até agora foi no staff governamental. O atual secretário de Estado de Governo, Marcelo Nolleto, assumirá a Secretaria de Comunicação do Estado. Com esse gesto, o governador Rafael Fonteles deixou um recado claro: é preciso mudar a comunicação institucional do governo. E ele tem um desafio grande pela frente. Eleito, recentemente, presidente do Consórcio Nordeste, o governador precisa projetar e fortalecer sua imagem e suas ações não apenas dentro do estado, mas também no cenário regional e nacional.
Agora, o ponto crucial: o governador busca a reeleição em 2026. Mas, antes de qualquer movimento político, ele precisa responder à pergunta que realmente importa: quais transformações sua gestão trouxe para a vida do piauiense? E mais, até aqui, a comunicação do governo construiu um muro ou uma ponte entre a gestão e o cidadão? O novo secretário de comunicação já tem por onde começar.

Já para os aspirantes a cargos eletivos, a tarefa é ainda mais árdua. Antes de querer votos, é preciso construir viabilidade. Ninguém vota em quem não conhece. E é aí que entra o marketing político: criar uma narrativa, consolidar uma persona política e tornar-se referência em nichos específicos. Não basta surgir só na época da eleição com um jingle chiclete e um sorriso forçado no mercado municipal. O eleitor percebe a diferença entre quem está presente e quem só aparece quando precisa.

Posicionamento de mercado, segmentação de público, análise de dados, storytelling político – tudo isso já deixou de ser diferencial e virou pré-requisito. O político que compreende e aplica essas ferramentas se torna relevante, acessível e, acima de tudo, real. Já aquele que ignora esses princípios continuará refém da sorte e do improviso – e sabemos que, na política, gambiarra tem prazo de validade.
Então, caro político (ou futuro político), pare de adiar o inevitável. O bloco já está na rua, e 2026 já começou. A pergunta é: você está pronto para ser protagonista ou vai se contentar com um papel figurativo? (Por: Isma Pereira/Lupa1))

A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) recebeu Projeto de Lei do Governo do Estado para ampliar o escopo de atuação da Companhia de Terminais, Portos e Hidrovias do Piauí (Porto Piauí). O Executivo argumenta que a expansão dos serviços prestados vai contribuir para o desenvolvimento econômico do Piauí.
A redação atual afirma que a Porto Piauí administra “Zonas de Processamento de Importação e Exportações no Piauí”. A nova proposta determina que a Companhia passe a ter o objetivo de “implantar, administrar e gerir portos, terminais, inclusive destinados à pesca, alfandegados ou não, estações fluviais destinadas à carga ou passageiros e recintos aduaneiros, em qualquer das modalidades pela Receita Federal do Brasil”.
As fontes de recurso da Companhia são provenientes de, por exemplo, tarifas portuárias, preços públicos, contratos de arrendamento de áreas e instalações portuárias operacionais, aluguéis, recursos destinados pela União, pelo Estado e pelos municípios e recursos de operações de crédito com entidades nacionais ou estrangeiras.
“A inclusão destas atividades permitirá a expansão dos serviços prestados, contribuindo para o desenvolvimento econômico do Estado. Assim, a vinculação da companhia a órgãos e entidades estaduais será revista para otimizar a governança e a eficiência operacional, alinhando-a com as melhores práticas administrativas”, explica, em sua proposta, Rafael Fonteles. (politicapiaui)

Em março de 2025, a bandeira tarifária será verde. Isso significa que os consumidores não pagarão custo adicional nas contas de energia elétrica. A medida foi anunciada no fim de fevereiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que explica que os níveis dos reservatórios melhoraram com o período chuvoso, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas.
Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no País. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário.
Implementado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta essencial de transparência, permitindo que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no País.
A ANEEL reforça que, mesmo com condições favoráveis de geração, é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.
Fonte: Com informações da ANEEL





O ex-governador e ex-prefeito Mão Santa participou de um encontro realizado com o Coordenador do Movimento Piauí Livre – MPL, Jorge Lopes. Mão Santa sinalizou positivamente para a construção do grupo político. No entanto, a tendência é que o líder incentive outros nomes, sobretudo do litoral, a ingressarem no movimento.
Após a reunião, ficou acertado que o MPL será lançado agora em março na Capital e, em seguida, na cidade de Parnaíba, com a presença do Ex-governador Mão Santa, da Ex-primeira Dama Adalgisa de Moraes Sousa e do Ex-secretário da Casa Civil Júnior Mão Santa, que estiveram presentes na conversa e vários líderes políticos da Região Norte.
Na oportunidade, Jorge Lopes informou que o MPL quer contar com a participação da Deputada Gracinha Mão Santa. (Por: Alécio Rodrigues)
O governador Rafael Fonteles tem chamado a atenção dos analistas políticos pelos recentes ajustes no secretariado, mesmo sem pressões de aliados. As mudanças surpreendem porque não parecem atender a interesses políticos tradicionais, mas sim à estratégia do próprio governo.Uma das trocas mais comentadas foi a de Daniel Oliveira, que deixou a Secretaria do Meio Ambiente, onde sua gestão foi considerada discreta, para assumir o Turismo – outra área que, nos últimos dois anos, não teve grande destaque.

Outra movimentação que gerou repercussão foi na comunicação do governo. Fonteles substituiu o jornalista Mussoline, que mantinha forte controle sobre a imprensa, por um amigo de longa data, realocado da Secretaria de Governo. A decisão levanta questionamentos entre analistas, já que parece mais uma troca de posições do que uma mudança estratégica efetiva, como se fosse uma substituição no futebol: volante por volante, centroavante por centroavante. (Silas Freire)
Passou fome
Houve muitas queixas e criticas de parentes dos policiais militares designados para o litoral do Piaui de que a maioria passou fome nesse período de carnaval.
Quando o almoço chegava já era na hora da janta. (Portalaz)
Debandada
Informa a colunista Vera Magalhães, de O Globo, que o PP “pode puxar uma ‘debandada’ de partidos do Centrão do governo Lula”.
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Um ministério
Segundo a jornalista, a sigla dirigida pelo senador Ciro Nogueira (PI) planeja reunir a Executiva para votar a decisão de deixar a base. Isso levaria à entregar da única pasta que o PP tem na Esplanada, o Ministério dos Esportes, comandado por André Fufuca (MA).
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Leva o União Brasil
De acordo com a jornalista, caso o PP decida entregar o ministério, o senador Ciro Nogueira poderia
pressionar o União Brasil a fazer o mesmo, acenando com a retirada das resistências para a formação de uma federação entre os dois partidos. Com
isso, integrantes dos partidos acreditam que ficaria difícil para Marcos Palmeira e Gilberto Kassab manterem o Republicanos e o PSD na base de Lula, principalmente sendo peças-chaves do governo Tarcísio de Freitas em São Paulo.
Guinada à esquerda
Para a jornalista, a pressão para que os partidos do Centrão deixem a base de Lula vem com a justificativa de que o presidente teria resolvido dar uma “guinada à esquerda” com a reforma ministerial, sobretudo com a nomeação de Gleisi Hoffmann para a articulação política e a ideia de levar o deputado Guilherme Boulos (PSOL) para o Palácio do Planalto – não confirmada por ninguém próximo ao presidente. (Portalaz)
A Polícia Civil do Piauí finalizou as investigações relacionadas ao caso de envenenamento que afetou oito pessoas em Parnaíba, incluindo sete membros de uma mesma família e uma vizinha. O casal Francisco de Assis e Maria dos Aflitos foi identificado como os responsáveis pelos crimes, sendo indiciados por um total de 23 delitos, o que inclui homicídios triplamente qualificados e tentativas de homicídio.
As investigações revelaram que o envenenamento teve início no ano passado, com duas crianças entre as primeiras vítimas. De acordo com o inquérito, em janeiro deste ano, mais seis pessoas da família foram intoxicadas, resultando em mortes. O veneno utilizado foi identificado como terbufós, uma substância altamente tóxica encontrada em defensivos agrícolas e também no veneno clandestino conhecido como “chumbinho”, cuja comercialização é proibida no Brasil.
Caso sejam condenados, Francisco de Assis e Maria dos Aflitos podem enfrentar penas que ultrapassam 240 anos de prisão. Entre os crimes que pesam sobre Francisco estão homicídios triplamente qualificados e feminicídios, enquanto Maria também é acusada de homicídios e tentativas de feminicídio.
O inquérito já foi encaminhado à Justiça, e agora cabe ao Ministério Público do Piauí decidir se apresentará uma denúncia formal contra o casal, com base nas evidências coletadas. Francisco de Assis e Maria dos Aflitos permanecem presos preventivamente em Teresina desde fevereiro deste ano, aguardando o andamento do processo judicial, enquanto as autoridades continuam a monitorar a repercussão deste caso que abalou a comunidade de Parnaíba.
Fonte: Polícia Civil