
Wellington Dias: Deixou milhares de piauienses com fome quando governador quer por fim à fome mundial


Raí e Drauzio Varella no PT para a disputa de 2026
Com a falta de opções fortes para as eleições de 2026 em São Paulo, o PT tem discutido internamente a possibilidade de buscar nomes fora da política para disputar o Senado ou até mesmo o governo do estado.
Entre os nomes cogitados está o ex-jogador Raí, conhecido por suas posições políticas de esquerda. Kiko Celeguim, presidente do PT no estado, declarou que Raí seria “muito bem-vindo” ao partido, mas afirmou que ainda não houve contato com ele. “Não conheço o Raí pessoalmente. Vamos discutir esse assunto mais para frente, após o processo de renovação da direção partidária, previsto para o meio do ano”, disse Celeguim.
Outro nome que surgiu nos bastidores é o do médico Drauzio Varella.
O PT acredita que o único nome competitivo para uma disputa estadual seja o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, embora ele tenha demonstrado resistência em aceitar a candidatura.
Outros nomes, como os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Luiz Marinho (Trabalho), são considerados politicamente mais fracos e com menor potencial de vencer o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou outro candidato indicado por ele.
No PSB, as opções apontadas incluem o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Márcio França (Empreendedorismo).
Nos bastidores da politica, a base governista já dá como certo que o vice de Rafael Fonteles em 2026 será um nome do PT alinhado ao governador. No Karnak, a disputa está restrita a dois nomes: Antônio Luiz, secretário de Saúde, professor e fiel escudeiro de Rafael — tendo carregado o piano na Secretaria de Fazenda enquanto Fonteles disputava a eleição — e Washington Bandeira, secretário de Educação, que trocou a toga de juiz para se engajar no projeto político do governo.

Quanto ao restante do grupo dos “Rafaboys”, o entendimento é que são meros coadjuvantes no processo. Chico Lucas, Marcelo Noleto e outros aliados devem seguir para o parlamento. Segundo uma fonte do Karnak, qualquer outro nome ventilado não passa de “busto sem fundamento”. (Encarando)
A deputada Gracinha Mão Santa tem evitado conflitos dentro do seu partido, o Progressistas, adotando uma postura de “Gracinha paz e amor” até mesmo com o Karnak. No entanto, a parlamentar tem confidenciado a aliados que nunca desistiu de enfrentar o PT na disputa pelo governo, mas não entrará em uma candidatura inviável ou de fachada.

Gracinha tem razão em estar cautelosa. Em 2018, o então governador Wilson Martins lançou a candidatura de Luciano Nunes apenas para fortalecer sua própria eleição ao Senado. O resultado? Luciano terminou em terceiro lugar, e Wilson acabou ficando de fora, com Marcelo Castro surgindo como o grande azarão. Agora, parece que Ciro Nogueira quer repetir a estratégia. Mas é bom lembrar ao “Cirinho” que, naquela ocasião, o plano não saiu como esperado. (Com informações de Silas Freire)
Lula cá?
A “venda casada” de Lula com candidatos no Piauí está mais do que esgotada. A estratégia que desde 2010 vem rendendo votos aos aliados do presidente não adiantou muito para a campanha de Fabio Novo, que perdeu a eleição, mesmo com uma super estrutura colada à imagem do morubixaba petista.
Pesquisas indicam que agora, menos ainda, colar Lula a candidatos vai render votos.
Voo solo
Rafael Fonteles, que colou sua imagem à de Lula em 2022, pode agora fazer voo solo – ainda que Lula seja um bom cabo eleitoral.
Porém, os índices de aprovação do governador e de boa avaliação de seu governo lhe garantem disputar a reeleição em condição de franco favorito e sem aquele apelo do apoio de Lula.
Vai pesar
Se para o governador a ausência de Lula na campanha não pesa tanto, para a disputa de Senado agora quem vai em busca das vagas precisa de esforços a mais.
Desde 2010, candidatos a senador se valem da ajuda de Lula para se eleger, mas a capacidade do presidente de ser um grande eleitor no Piauí para levar nomes ao Senado está no fim, apontam pesquisas. (Portalaz)
Onde estou?
Sabe onde Wellington Dias se encontra? Em Roma, acompanhando a madrinha Janja. E dizendo que está preparando o mundo para acabar com fome.
Esquema corrupto
Indiferente ou fingindo indiferença diante das revelações sobre as quentinhas invisíveis, Wellington Dias foge das perguntas sobre essa suposta corrupção denunciada no MDA.
E, pasmem, foi se apegar com a madrinha Janja que já o salvou de perder o emprego de ministro no início do governo.
Fala, general!
O senador Hamilton Mourão publicou no X:
“Enquanto o País recebe a notícia de vexaminosos escândalos como o caso das “quentinhas fantasmas” e o povo sofre com a inépcia da gestão econômica do governo do PT, Wellington Dias e Janja viajam para Roma para visitar o Papa Francisco.”
Fala, general! 2
“A “estória-cobertura”, para justificar a viagem, é a participação na 48ª Sessão do Conselho de Governança do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida)”.
Fala general!3
“Lembro a todos que Janja não tem cargo, logo não deveria viajar oficialmente em uma missão onde o marido não está presente. Lembro, ainda, que foi a pasta comandada por Wellington Dias que firmou contratos com a ONG “Movimento Organizado para Vencer, Educar e Realizar”, para a distribuição de quentinhas e que somam quase R$ 11 milhões”.
Hipocrisia
Wellington gravou video avisando que participa em Roma de evento para acabar coma fome no mundo.
Santa hipocrisia. Ele deixou seu quarto governo com mais de 30% dos piauienses vivendo abaixo da linha de pobreza, passando fome. (Portalaz)
A permanência do piauiense Wellington Dias (PT) no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome é classificada como “insustentável”.
A informação foi divulgada pela revista Exame, neste domingo (09/02). Segundo auxiliares do presidente Luiz Inácio da Silva (PT), após a ligação que este fez para W. Dias cobrando explicações agravou a sua situação. De acordo com matéria do jornal O Globo, Lula telefonou para Wellington e reclamou.
A ligação ocorreu na tarde da sexta-feira passada, dia 07, ao ser informado que seu auxiliar havia anunciado que o governo estuda um “reajuste” para o Bolsa Família. O ministro cumpria agenda no interior do Piauí, quando recebeu a ligação de Lula para que se explicasse. A “informação” de Wellington provocou reações no mercado, com aumento do dólar e queda na Bolsa.

O que, obviamente, causou um estresse internamente, entre os principais aliados do Governo Lula. A fala do ministro foi dada após uma entrevista publicada publicada no portal de notícias alemão DW. A pergunta era, se, diante do aumento da inflação dos alimentos, o governo considerava um reajuste no benefício. Wellington afirmou que está “dialogando” com Lula a respeito deste “reajuste”.
“Vamos tomar uma decisão (sobre reajuste do Bolsa Família) dialogando com o presidente, porque isso repercute. Será um ajuste? Será um complemento na alimentação? Está na mesa. A decisão vai ser tomada até o final de março.

A fala irritou Lula. Na ligação com o presidente, o ministro explicou que o que ele quis dizer era que o ministério está preparando um estudo do impacto da inflação dos alimentos sobre os beneficiários do Bolsa Família e de que forma isso poderá ser compensado. Diante das cobranças de Lula, o ministro enviou ao gabinete presidencial a íntegra da gravação da entrevista, para que o presidente pudesse ouvir toda a fala feita dentro do contexto da entrevista. Aliados de Dias admitem que a declaração foi um erro, mas entendem que a gravação ajuda a esclarecer o ruído.
A declaração de Wellington Dias sobre o estudo para aumento do Bolsa Família pegou os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e da Casa Civil, Rui Costa, totalmente de surpresa. O eventual aumento do Bolsa Família teria impacto nas contas públicas em um momento em que o governo é pressionado a cortar gastos. Em reação, a Casa Civil fez uma nota desmentindo o ministro:
“A Casa Civil da Presidência da República informa que não existe estudo no governo sobre aumento do valor do benefício do Bolsa Família. Esse tema não está na pauta do governo e não será discutido”.

(Com informações portal OitoMeia)
Ninguém sabe ainda quem será, de fato, o vice de Rafael Fonteles, nas eleições gerais de 2026. Mas, a Coluna traz neste texto pelo menos indícios de como anda a movimentação interna para essa definição e afirma: uma parte da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), uma das principais alas do PT fará frente para que nenhum dos secretários da atual gestão seja o indicado. Nossa fonte preferiu não se identificar.
Entre os secretários que sofrem resistência estão o Washington Bandeira (Educação), Marcelo Nolleto (Governo), Antônio Luiz (Saúde), Samuel Nascimento (Administração) e André Macedo, da Secretaria de Inteligência Artificial, pasta criada em 2024.
No lugar deles, a mencionada cúpula do PT prefere deputados de mandato e que são mais inveterados na sigla. A fonte preferiu que a Coluna não revelasse os nomes dos parlamentares que defende, porque daria muitas pistas, e isso é assunto que mexe com os nervos dentro do Palácio de Karnak.
O governador segue afirmando que definirá os espaços apenas em 2026. (Pedro Oliveira/gp1)

Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil).
O presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força Sindical, afirmou nesta segunda-feira (10) que o governo Lula (PT) “está completamente doido”.
Apoiador da campanha do petista nas eleições de 2022, o político tem feito diversas críticas à gestão Lula.
“O governo está completamente doido. E a equipe é ruim. Não tem diálogo, o presidente não fala com ninguém. O presidente se trancou em casa”, criticou em entrevista à CNN.
De acordo com Paulinho, ele nunca mais vai apoiar o petista.
“Se depender de mim, é um partido, né? Tem que ouvir todo mundo, mas, se depender de mim, eu nunca mais apoio o Lula. […] Acho que esse tipo de governo não tem mais futuro. A eleição presidencial está longe ainda, mas eu não voto mais no Lula. Eu gostaria muito de construir uma candidatura mais ao centro”, ressaltou.
O político avaliou ainda que Lula não vai conseguir se reeleger nas eleições de 2026, caso o petista lançar campanha.
O Ministério Público Federal (MPF) está conduzindo uma investigação para verificar a regularidade da exploração mineral realizada por uma empresa na localidade Recreio, em Buriti dos Lopes (PI). O inquérito busca esclarecer se a cessão e a exploração da área seguem as normas vigentes, além de avaliar os possíveis impactos ambientais e sociais sobre a população local.
Aspectos investigados
Entre os pontos analisados pelo MPF, estão: A legalidade da cessão da área onde ocorre a mineração; Os impactos da atividade mineradora sobre os moradores, incluindo explosões e possíveis danos estruturais nas residências; O avanço da urbanização e a presença de assentamentos de baixa renda na região afetada; A data de início da exploração e a conformidade com normas ambientais e regulatórias.
A exploração mineral ocorre em uma área de domínio do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), o que reforça a necessidade de fiscalização e esclarecimento quanto ao uso do território.
Órgãos notificados
Para aprofundar a apuração, o MPF expediu ofícios a diversos órgãos responsáveis pela regulamentação e fiscalização da atividade mineradora, incluindo:
Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs); Agência Nacional de Mineração (ANM); Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí (SEMAR); Prefeitura Municipal de Buriti dos Lopes; Exército Brasileiro; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (Crea-PI).
Tramitação do inquérito
A investigação ocorre no âmbito do Inquérito Civil nº 1.27.003.000173/2022-12, que tramita na Procuradoria da República no Município de Parnaíba (PI). O MPF seguirá analisando documentos e ouvindo envolvidos para determinar eventuais irregularidades e medidas cabíveis.
Fonte: MPF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve vir a Teresina no próximo dia 25 de fevereiro, para visitar as obras de duplicação da BR-343. A informação foi confirmada pelo superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Piauí, Ribamar Bastos.
Ainda não foram confirmados mais detalhes sobre a visita do presidente. Além de Teresina, a caravana do presidente também deve visitar outros municípios do estado, para anunciar investimentos e visitar obras ao lado do governador Rafael Fonteles.
A vinda do presidente ao Piauí foi anunciada no fim de janeiro, durante reunião do governador Rafael Fonteles com as bancadas estadual e federal do PT. O encontro foi no Palácio de Karnak e contou com a presença de 18 deputados estaduais, 4 deputados federais e do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias.
Última visita
A última vez que presidente Lula esteve no Piauí foi em junho de 2024, quando participou do encerramento da 10ª edição da Caravana Federativa. O evento foi no dia 21 de junho, no Centro de Convenções de Teresina, no Piauí. Na ocasião, Lula anunciou investimentos nas áreas portuária e de transformação digital. (piauihoje)

Gusttavo Lima na mira do Progressistas para filiação. | Foto: Reprodução/Divulgação/Agência Senado
O senador Ciro Nogueira, líder nacional do PP, revelou estar otimista quanto à possibilidade de Gusttavo Lima concorrer nas eleições de 2026. Em entrevista à CNN no domingo, ele mencionou ter convidado o cantor para se filiar ao partido, mas destacou que sua candidatura dependerá do apoio interno da legenda e da aprovação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além do PP, o sertanejo também desperta o interesse de siglas como União Brasil e PL, que o veem como um possível candidato ao Senado.
“É uma coisa que ele pode construir e eu espero que ele construa, que ele possa se viabilizar ou nessa eleição, ou em eleições subsequentes”, afirmou Nogueira.
O senador destacou ainda que a filiação de Gusttavo Lima ao PP não garantiria sua candidatura presidencial, pois ele precisaria conquistar apoio dentro do partido e contar com a chancela de Bolsonaro.
Desde que manifestou interesse em entrar para a política, o cantor recebeu nova proposta para ingressar no PL, sob a condição de que desistisse da disputa presidencial para concorrer ao Senado. O União Brasil, partido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também entrou no jogo político e demonstrou interesse em atrair o artista.
A relação próxima entre Lima e Caiado gerou desconfiança entre apoiadores de Bolsonaro, que suspeitam de uma possível articulação para que o cantor eventualmente abra mão da candidatura presidencial em favor do governador goiano, segundo informações da colunista Malu Gaspar, do GLOBO.
A movimentação política em torno de Gusttavo Lima reforça as articulações antecipadas para 2026, com diferentes partidos tentando garantir sua presença em suas respectivas fileiras.(Francy Teixeira)
O setor do agronegócio tem patrocinado pesquisas em todo o Brasil para mapear os pontos fortes e fracos da base bolsonarista. No Nordeste, Bolsonaro e seus aliados vêm registrando crescimento, e no Piauí, o ex-presidente teria ampliado sua fatia do eleitorado entre 8% e 10% em relação ao presidente Lula.

No entanto, informações obtidas apontam que essa mesma pesquisa indica um cenário preocupante para Ciro Nogueira. O principal nome bolsonarista no estado enfrentaria dificuldades para garantir sua reeleição, o que pode acender um alerta dentro do grupo político alinhado ao ex-presidente. (Silas Freire)

Janja e Lula (Foto: reprodução/redes sociais)
Com a maior parte dos valores escondida por decreto de sigilo, a gastança com cartões corporativos da Presidência da República ultrapassou os R$26,2 milhões em 2024, mas segue de vento em popa e já nos primeiros dias de 2025 torraram R$1,4 milhão. A CGU diz que o uso do cartão deve observar “princípios” da Administração como a “publicidade”. Lorota desmentida pelo sigilo. Ficam expostas apenas pequenas despesas, como R$7 gastos em uma loja de tinta de Brasília.
De toda grana gasta usando cartão corporativo em 2025, o governo Lula mandou esconder do pagador de impostos misteriosos R$1.396.933,44.
Totalizou R$166.750,00 uma das compras intrigantes da Presidência. Ninguém poderá saber o que motivou a despesa, colocada sob sigilo.
São muitas as compras de valor elevado, como uma de R$116.425,74. Mas o contribuinte está proibido de saber o que pagou.
Os petista não têm piedade de dinheiro público. Já no primeiro governo Lula, o cartão foi usado até para pagar tapioca para ministro.(Cláudio Humberto)
Na lista das demissões
O presidente está com tanta raiva diante da patacoada do ministro do Desenvolvimento Social Wellington Dias por ter anunciado aumento no Bolsa Familia que finalmente resolveu tirá-lo do MDA. Segundo se ouve em Brasília.
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Decepção geral
Lula decepcionou-se bom Wellington logo nos primeiros dias do governo, ao saber que ele pouco comparecia ao trabalho e que pouco produzia. Mas o índio foi salvo por Janja.
As falhas
Lula chegou a dizer a auxiliares que estava decepcionado com o piauiense pelas falhas dele no Ministério mais importante e teria feito o comentário:
“Eu, sinceramente, não sei como o Wellington foi um bom governador”.
Nunca foi
Wellington nunca foi bom governador. Suas quatro gestões foram desastrosas, temerárias.
Deixou um alto índice de analfabetismo e mais de 30% dos piauienses abaixo da linha da pobreza, passando fome.
Só na mídia
Seus “bons governos” só apareciam na mídia, sempre bem paga.
Puxão de orelhas 1
Lula sempre se referiu a Wellington Dias como “o índio mais sabido do Brasil”, mas como o senador do PT do Piauí é mais índio da Shopee que um indígena de origem, o presidente deu um puxão de orelhas nele, segundo informa a edição impressa de O Globo deste domingo.
Puxão de orelhas 2
Informa O Globo que o presidente cobrou pessoalmente explicações do seu ministro do Desenvolvimento Social sobre a declaração de que o governo estuda um reajuste no Bolsa Família, o que foi desmentido em nota da Casa Civil.
Telefone
Segundo O Globo, Lula ligou na tarde da última sexta-feira para o ministro, que estava no interior do Piauí, após a hipótese de reajuste ter sido admitida por Dias em entrevista publicada pelo portal alemão DW, que questionou a possibilidade diante do aumento da inflação dos alimentos.
Desconversou
Informa o jornal que na conversa com Lula, o ministro explicou que o que quis dizer era que o ministério prepara um estudo do impacto da inflação dos alimentos sobre os beneficiários do Bolsa Família e de que forma isso poderá ser compensado.
Ou seja, culpou o meio por sua mensagem errática.
Gravação
Em sua defesa, ante cobranças do presidente, o ministro enviou ao gabinete presidencial a íntegra da gravação da entrevista.
Aliados do senador pelo Piauí admitem que a declaração foi um erro.
Após ser desmentido pela Casa Civil, o próprio ministro divulgou uma nota negando o reajuste.
Lula agressivo
Wellington estava na comitiva de Rafael inaugurando uma estrada nos Cerrados quando Lula telefonou. O tom nada amistoso da fala de Lula, com palavras fortes e até agressivas, mudou o semblante do ministro, segundo quem se encontrava por perto.
Foto: Reprodução![]()
O senador Ciro Nogueira (PP), presidente nacional do Progressistas, avaliou que se as eleições presidenciais fossem realizadas hoje, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teria chances de vencer o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita à CNN, onde o parlamentar destacou que a alta rejeição ao governo de Lula, que atinge 49%, torna inviável uma reeleição do petista neste momento.
Ciro Nogueira questionou como um presidente com 49% de rejeição poderia vencer uma eleição, afirmando que tal cenário seria “impossível”. Para o senador, o atual contexto político não favorece a continuidade de Lula no comando do país,e ele acredita que o petista não se arriscaria a disputar um novo mandato, já que uma derrota nas urnas poderia “manchar” sua trajetória política. Nogueira ressaltou que, em sua opinião, se houvesse uma eleição hoje, Lula não se colocaria como candidato.
O presidente do PP também frisou que, para que Lula pudesse disputar novamente a presidência, seria necessário uma significativa recuperação econômica, algo que, segundo ele, não está previsto no atual cenário. Para Ciro Nogueira, a situação econômica do Brasil não aponta para uma virada positiva no curto prazo, o que tornaria uma candidatura de Lula pouco viável em termos eleitorais.
Além de sua análise sobre o governo Lula, Ciro Nogueira falou sobre as possibilidades de Jair Bolsonaro reverter sua inelegibilidade. O senador, que foi ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro, revelou que, anteriormente, acreditava ser “impossível” que o ex-presidente conseguisse reverter a inelegibilidade imposta pela Justiça, mas, segundo ele, a situação mudou e, atualmente, considera que há chances de isso acontecer. Bolsonaro foi condenado por abuso de poder e pela realização de atos considerados irregulares durante a eleição de 2022, o que resultou em sua inelegibilidade por dois anos.
Ciro também comentou que Bolsonaro acredita na possibilidade de reverter a decisão judicial e que está disposto a lutar por sua anistia. (Davi Fernandes/Gp1)

Lula tem assediado Lira (Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados.)
Lula sabe que Arthur Lira (PP-AL), assim como ocorreu a Davi Alcolumbre (União-AP) ao deixar a presidência do Senado, não perderá a influência política mesmo fora da presidência da Câmara, por isso quer manter o deputado por perto, como ministro, ou ao menos que indique um representante para cargo de ministro. Lira tem manifestado desinteresse na oferta. Em Alagoas, afinal, ele enfrentará em 2026 o clã Calheiros, que tem ligações ao petista, e quer estar em lado oposto.
Lula acenou para Lira, que é produtor, o comando do Ministério da Agricultura, hoje do PSD, para melhorar o diálogo com o agronegócio.
Alvo de fogo amigo, o ministro Carlos Fávaro foi aconselhado a se mexer, daí topou a patacoada do boné no início do mês.
Fávaro sofre fritura até no PSD. Seus correligionários da Câmara querem devolver a fraca pasta da Pesca e indicar substituto de Fávaro.
Lula já sabe que não conta com Lira em seu palanque de 2026, mas o plano do petista é ao menos neutralizar o PP nas eleições presidenciais.(Cláudio Humberto)
Atrás de padrinho
Wellington Dias já se apegou até com Gilberto Kassab, presidente do PSD, para não cair do cargo.
Explica-se: no cargo, ele mantém Jussara, que é do PSD como senadora.
Amostradinho
Ontem, na Globonews Eliane Catanhede lembrava que o índio já estava na lista das demissões no inicio do governo.
O índio não fazia nada e só vivia usando jatos da Fab para vir a Teresina nos meios de semana e fazer viagens políticas pelo interior do Piauí.
Todo amostradinho.
A madrinha
Ele foi salvo por Janja, que agora é ela que quer arranjar um padrinho. Ta toda enrolada e no olho de investigações sugeridas pela oposição.
Pasta cobiçada
Diz o O Globo que por causa das “quentinhas fantasmas” auxiliares de Lula no Planalto passaram a defender que Wellington retorne ao Senado. A pasta é alvo de cobiça de partidos de centro da base que ainda é frágil no Congresso.
Entre os citados para ocupar o posto, está o líder do PSD na Câmara, Antonio Brito (BA).
Coisa do Sidônio
De um político que conhece os corredores de Brasilia: “o Sidônio Palmeira fez a Janja sumir e acho que agora o Lula não vai aguentar esse Índio mentiroso”.
O desafinado
O que todos concordam é que Wellington e a trupe de piauienses que ele aboletou no MDA estão desafinados.
Ruído de comunicação tem sido uma das coisas que mais o governo Lula produziu. (Portalaz)

Piauí amplia proteção a cães e gatos com regras rigorosas para eutanásia
Foi sancionada nesta sexta-feira (7), no Diário Oficial do Estado do Piauí, uma nova legislação que visa fortalecer a proteção aos animais no estado, especialmente cães e gatos. De autoria do deputado estadual Fábio Novo (PT) e sancionada pelo governador Rafael Fonteles (PT), a lei traz medidas para a proteção e cuidados desses animais, além de proibir o sacrifício de cães e gatos saudáveis.
Proibição de sacrifício de animais saudáveis
Entre os pontos principais da lei está a proibição, para órgãos de controle de zoonoses, canis e outros estabelecimentos semelhantes, de realizar o sacrifício de animais saudáveis. A eutanásia será permitida apenas em casos específicos, como doenças graves ou incuráveis, diagnosticadas por laudos técnicos e exames laboratoriais, que coloquem em risco a saúde humana ou a de outros animais.
Prazo para resgates e adoções
A legislação também determina que, se um animal capturado não se enquadrar nas condições para eutanásia, ele poderá ser resgatado pelo tutor ou cuidador no prazo de 72 horas. Caso esse período expire, o animal será esterilizado e colocado para adoção.
Incentivo a protetores de animais
A nova lei também cria um cadastro de protetores e cuidadores de animais, garantindo a esses profissionais prioridade em programas públicos de castração, vacinação e atendimento veterinário subsidiado. Além disso, qualquer cidadão terá o direito de alimentar e fornecer água a animais de rua, exceto em locais com controle sanitário, como hospitais e cozinhas.
Responsabilidade do poder público
Outro ponto importante da legislação é a responsabilidade do poder público municipal e estadual em disponibilizar espaços adequados para a manutenção, exposição e adoção de animais. O local também deverá acolher os animais não adotados, com a assistência e tratamento necessário, quando indicado.
A implementação dessas medidas visa assegurar maior bem-estar aos animais e promover uma cultura de proteção animal no Piauí, fortalecendo a colaboração entre a sociedade e o poder público. (pensarpiaui)

Governador goiano Ronaldo Caiado diz que governo Lula joga problema da inflação para o povo. (Foto: Reprodução/X/@ronaldocaiado)
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), ironizou o “raciocínio” do presidente Lula (PT) que o levou a aconselhar brasileiros a ajudarem a conter a inflação não comprando alimentos caros. Em vídeo publicado na noite desta sexta (7), em suas redes sociais, Caiado conclui que, se Lula sugere cortar o que está caro, a solução seria cortar o governo do Partido dos Trabalhadores (PT).
“É para cortar o que está caro, Lula? Então vamos cortar o PT”, provoca a postagem de Caiado, que pretende disputar a Presidência da República, em 2026.
O goiano conclui que a fala de Lula não estaria totalmente errada: “Hoje, o que custa mais caro para o Brasil é o governo do PT. E Lula já deu a solução”.
Caiado citou as promessas da campanha presidencial de Lula, que derrotou o projeto de reeleição de Jair Bolsonaro (PL), em 2022, prometendo baratear o preço da carne bovina, mais precisamente, da picanha.
“O brasileiro dormiu sonhando com a picanha, e acordou sem ter condições de comprar nem uma caixa de ovo. Essa alta dos preços, nós sabemos que é culpa dos gastos descontrolados do governo federal, que pressionam a inflação. Mas esses gastos, o Lula não quer cortar. Joga a conta para o povo pagar”, concluiu Caiado.
A relação entre corte de gastos públicos e seus impactos na inflação tem sido usada para alertar Lula sobre equívocos de sua política econômica para conter a alta de preços. Além de Caiado, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REP-PB), também falou ontem que a solução para baixar preços de alimentos passa pelo corte de despesas.
Ainda no final de 2024, a Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, já alertava que o pacote de corte de gastos anunciado pelo governo Lula, para gerar uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, é insuficiente para reverter os déficits primários projetados para os próximos anos.
“Existe um desequilíbrio fiscal persistente e estrutural na economia brasileira, com consequências indesejáveis para a inflação, a taxa de juros, a taxa de câmbio e a percepção de sustentabilidade das contas públicas no longo prazo. Vale ressaltar que essa piora vem desde o primeiro semestre, quando as metas fiscais de 2025 e 2026 foram alteradas”, apontava IFI. (Diário do Poder)