

Após reunião da Comissão de Fiscalização e Controle , Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), ocorrida na manhã desta quarta-feira (26), que apreciou as emendas parlamentares propostas pelos deputados para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, a deputada Lucy Soares, em vídeo publicado nas redes sociais, criticou a postura do relator, deputado Francisco Limma (PT), que reprovou todas as emendas da deputada.
Deputada estadual Lucy Soares
Francisco Limma justificou a rejeição de algumas emendas, como a de autoria do deputado João Mádson (MDB) que alterava as metas fiscais do Estado. O relator também rejeitou emendas de Lucy Soares – nºs 2, 3 e 4 – propondo a alteração do anexo de prioridades e metas da administração. O deputado argumentou que a rejeição se deu pelo fato de que é necessária a pactuação prévia com os órgãos e Poderes e a discussão da viabilidade com o Executivo, já que algumas delas alteram as regras e metas de órgãos do Estado.
Lucy Soares criticou a reprovação das emendas e o argumento utilizado pelo relator. Segundo a deputada, a justificativa foi a falta de recursos, o que causou ainda mais revolta. Já que a reprovação das emendas propostas veio apenas alguns dias após o governador Wellington Dias empossar mais dois suplentes na Assembleia Legislativa, gerando mais custos para o Estado.
“Nossas emendas à LDO para o ano de 2021 foram reprovadas. E nós não conseguirmos compreender que não haja verba para melhorar nossas escolas e cuidar de nossas mulheres, mas tenha dinheiro para que mais suplentes tomem posse. Não há justificativa. Precisamos fazer política de verdade, olhando para a população”, criticou.
A parlamentar explica que uma das emendas rejeitadas determinava que 27 escolas que se encontram em situação precária localizadas na capital e no interior fossem incluídas em um plano de reformas a ser executado com os precatórios do Fundef. “Será que R$ 1,6 bilhão não é suficiente para reformar as escolas do Estado?”, questionou a deputada. (Parlamento Piauí)
Oficialmente, a taxa de desemprego atingiu 13,3%, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até julho deste ano. Dentro destes números, as mulheres foram as que mais perderam empregos, segundo explicou a delegada da Polícia Civil do Piauí, Anamelka Cadena que atua no combate contra a violência contra mulher e a igualdade feminina. A igualdade de gênero tão pretendida por tantas mulheres ainda é uma realidade distante.
Delegada Anamelka Cadena – Foto: Arquivo/Jornal Meio Norte
A pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua (Pnadc) mostrou que 7 milhões de mulheres perderam o emprego com a crise do coronavírus. A situação da pandemia é mais dramática para elas e empurra boa parte da força de trabalho feminina de volta para casa. Conforme o IBGE, as mulheres continuam sendo desvalorizadas no local de trabalho, ganham menos que os homens ocupando os mesmos cargos que eles.
“Nós vimos que as mulheres durante a pandemia foram as que mais perderam seus empregos. Será porque o empregador quando coloca na balança um homem ou uma mulher ele vai tender a manter quem? E geralmente o pensamento vai ser orientado pela condição biológica da mulher. Na realidade essa igualdade ainda é distante, é uma lamentação e isso nos traz a necessidade de refletir sobre esses parâmetros. No âmbito do concurso público, homens e mulheres ganham igual, mas nestes cargos de direção, chefia ainda temos poucas mulheres”, explica.
A data do 8 de março e a do dia Internacional da Igualdade Feminina marcam a luta de tantas mulheres para garantir mais paridade e equidade de direitos. Mesmo assim, a delegada observa que é preciso ter mais projetos de pro equidade de gênero dentro das instituições. Para ela isso evidencia o começa as disparidades.
“Os dados estatísticos revelam aquilo que não queríamos que ainda existisse, são cenários de violência, insegurança que a mulher está. Até para a mulher se inserir no mercado de trabalho é complexo, se você não tem uma política pública que garanta o cuidado dos filhos, por exemplo com creches, ainda teremos de enfrentar essa realidade que nos pesa mais. Não temos mulheres pensando em projetos e leis para mulheres e as nossas ‘dores’ ficam esquecidas, essa é uma preocupação muito séria”, pondera. (Por Vanderson de Paulo)

FARRA DOS SUPLENTES DA ALEPI – Para manter a farra de nomeação de 10 suplentes na Assembleia Legislativa do Piauí, o governador Wellington Dias não está preocupado no currículo de quem já foi condenado pelo Tribunal de Contas justamente por falhas no uso do dinheiro público.
É o caso do velho conhecido na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o deputado estadual José Icemar Lavor Néri, Nerinho, que foi nomeado mais uma vez e já comandou a SEDET entre 2015 e 2018 deixando sua marca lá, principalmente na liberação de recursos para ONGs que recebiam muita grana pública justamente das emendas de seus colegas deputados estaduais.
Atualmente são nove suplentes convocados para assumir o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Piauí. Com o falecimento do deputado Fernando Monteiro, o deputado Bessah (PP) foi efetivado no cargo.
A missão de Nerinho nos próximos dias é tentar reverter um Acórdão do TCE (ACÓRDÃO Nº 650/2020) que o condenou a devolver o montante de R$ 38.437,86 “referente ao superfaturamento na obra de Reforma do Centro de Tecnologia Apícola do Estado do Piauí – CENTAPI, no Município de Picos (Ano 2016), além do pagamento de uma multa de 5.000 UFR-PI (R$ 17 mil)”, conforme consta no Acórdão disponibilizado abaixo.
No último dia 05 de agosto, o deputado protocolou, através de seu advogado, um Pedido de Reconsideração junto ao TCE-PI, que ainda será julgado. (Código do Poder)

Não é de hoje que Paes Landim tem pago seus pecados , ao ficar numa suplência na chapa governista. Se na Alepi, o governador não mede esforços para convocar dez suplentes, na Câmara Federal, Landim, que é desafeto político d PT em São João do Piauí, tem comido o pão que o diabo amassou. Primeiro foi com Merlong, logo no início do mandato, que fez um charme danado para assumir uma das secretarias de governo.
E agora, o velho Landim volta a ser humilhado, sendo ameaçado de ação de despejo, para que desocupe um imóvel funcional da Câmara. O fato é que, com a morte de Assis Carvalho, Merlong, que era o primeiro suplente, assumiu sua vaga de titular, enquanto Landim, subiu um degrau, entretanto, acabou regredindo, já que WD não aponta nenhuma saída para que ele retorne à Casa.(Silas Freire)
A promotora Francineide de Sousa Silva, do Ministério Público, expediu uma recomendação no dia 19 de agosto, onde alerta os partidos políticos de Buriti dos Lopes, Caxingó, Caraúbas do Piauí e Bom Princípio do Piauí sobre as medidas que devem ser adotadas antes das eleições deste ano.

Na recomendação a promotora fez várias orientações aos partidos políticos, entre elas está a realização de convenções virtuais com o objetivo de evitar qualquer tipo de aglomeração enquanto o estado enfrenta a pandemia do novo coronavírus.
“Em razão da atual pandemia de covid-19, para evitar aglomerações, realizem convenções virtuais, bem como observem as diretrizes para sua realização fixadas pelo Grupo de Trabalho do TSE”, destacou a promotora.
Ela ainda pediu que antes da convenção os partidos: formem suas listas de candidatos a vereador com no mínimo 30% do gênero minoritário, que diante da vedação de coligações proporcionais, escolham em convenção candidatos até o máximo de 150% das vagas a preencher e que não admitam a escolha e registro, na lista de candidatos a vereador, de servidores públicos, civis ou militares, apenas com o objetivo de usufruir de licença remunerada nos 3 meses anteriores à eleição, entre outras coisas.
“Observem o preenchimento de no mínimo 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada gênero, mantendo estas porcentagens durante todo o processo eleitoral, mesmo no caso de preenchimento de vagas remanescentes ou de substituições, sob pena de indeferimento ou cassação de todos os candidatos do respectivo partido”, explicou a promotora.
Presidente da Câmara senta em cima de PEC aprovada no Senado em 2018 e revolta senadores
Apontada como mandante do assassinato do próprio marido, a deputada Flordelis é muito agradecida ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, como ela, é parlamentar do Rio de Janeiro. A criminosa denunciada por filhos e cúmplices não está presa graças a Maia, que mantém na gaveta há 19 meses a proposta de emenda constitucional que extingue o foro privilegiado. Já aprovada no Senado, a proposta poderia ter sido votada na Câmara desde dezembro de 2018, mas Maia não permite. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O privilégio de foro, que encanta o presidente da Câmara, protege e dificulta a punição de eventuais crimes cometidos por 58 mil autoridades.
Em vídeo, nesta quarta, o senador Álvaro Dias (Pode-PR), autor original da proposta, expôs sua revolta contra o presidente da Câmara.
Rodrigo Maia dá preferência a outras coisas, como criar em plena crise da pandemia o Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), em BH.
A sociedade piauiense não pode mais falar que a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí foi omissa no combate à pandemia. Os Deputados Estaduais foram eficientes em defender os seus próprios interesses.

O Ato da Mesa Diretora da ALEPI 63/2020, de 17 de junho de 2020, aprovou para os nobres Deputados Estaduais do Piauí o direito ao ressarcimento ilimitado de despesas que eles tiverem com internação paras diversos tratamentos médicos, inclusive relacionados à COVID-19.
Além disso, se o tratamento for realizado fora do estado, será garantido o direito a diárias que podem chegar ao valor de R$ 6.000,00. Se não fosse o suficiente, fica também assegurada a concessão de passagens para até 2 acompanhantes.
Por fim, a norma aprovada ainda estipulou efeitos retroativos, ou seja, existe a possibilidade de ressarcimento para o Deputado que tiver efetuado tais despesas antes da aprovação do ato.
Em tempos de crise nas finanças e na saúde, crescimento do desemprego e fechamento de muitas empresas, a instituição dessa medida representa total descaso e falta de compromisso da Casa do Povo com a sociedade piauiense.
De acordo com o IBGE, a renda média mensal de um piauiense é de aproximadamente R$ 1.420,00. Aparentemente, os nossos Deputados Estaduais, apesar de receberem mais de um salário-mínimo por dia, acreditam que não podem ser onerados por essa crise, jogando essa conta para o pagador de impostos.
Dessa forma, quem vai pagar essa conta é justamente o trabalhador que ficou desempregado e o empresário que fechou as portas. (Marina Sousa/R10)

Wellington Dias e o secretário Hélio Isaías (Fotos: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)
O Diário Oficial do Estado do Piauí (DOE) da terça-feira (25) trouxe uma verdadeira festa de prorrogação de contratos na Secretaria de Transportes (Setrans). Alguns deles foram firmados em 2016 e tinham prazo inicial de vigência de um ano. No entanto, os contratos vem sendo prorrogados ano após ano. Praticamente todos eles são para obras de pavimentação de ruas e reforma de estradas em municípios do interior do Estado.
Na edição da terça-feira do DOE, foram oito contratos prorrogados pelo secretário de Transportes Hélio Isaías (Progressistas). Em Piripiri, por exemplo, o governo estadual pretende fazer serviços de urbanização e recapear uma avenida. Os serviços estavam previstos no contrato firmado em 2016. Curiosamente, aquele era ano eleitoral, assim como agora.
Em 2016, a Setrans firmou o contrato 86/2016 com a Pac Engenharia Ltda para execução dos serviços de urbanização e recapeamento da Avenida Aderson Ferreira, em Piripiri-PI. Agora, quatro anos depois, o secretário Hélio Isaías prorrogou o contrato até 31 de julho de 2021. Esse já é o quarto aditamento do contrato que previa o recapeamento da via.
Alguns dos contratos que foram prorrogados (Foto: Reprodução/Diário Oficial Piauí)
Em Campo Maior, a 80 km de Teresina, a Setrans pavimentou diversas ruas em 2016. Em 23 de setembro daquele ano, poucos dias antes da eleição, o site do Governo do Piauí dava a notícia intitulada “Setrans pavimenta novas vias no município de Campo Maior”. Tratava-se do contrato 60/2016 firmado com a Oásis Construções e Consultoria Ltda. O objeto era a pavimentação em paralelepípedo em vários bairros da zona urbana de Campo Maior.
Agora, esse mesmo contrato para pavimentação de ruas em Campo Maior foi novamente prorrogado até 31 de julho de 2021. As prorrogações também ocorreram em contratos de obras de pavimentação nas cidades de São Julião, Teresina, Castelo do Piauí, Buriti dos Lopes, Luís Correia, Ilha Grande, Padre Marcos, Buriti dos Montes e Avelino Lopes. Esses são apenas os publicados na edição de terça-feira (25) no Diário Oficial do Estado.(Gustavo Almeida)
Constituição proíbe reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado na mesma legislatura
A manobra dos presidentes Davi Alcolumbre (Senado) e Rodrigo Maia (Câmara) para mudar a Constituição e garantir mais dois anos à frente das Casas tem sido considerada uma afronta à História do parlamento brasileiro. Desde a promulgação da Constituição, sempre foi claro para todos os parlamentares, sobretudo para os que a escreveram, a importância da alternância que a dupla ambiciosa pretende jogar no lixo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Maia assumiu em 2016 e, reeleito duas vezes, já é o deputado a presidir a Câmara por mais tempo ininterruptamente. Ainda quer mais dois anos.
Eleito pela turma antiRenan, Alcolumbre joga suas fichas na manobra. Pesam o medo de retornar ao baixo clero e não se reeleger em 2022.
No dia da derrubada do veto aos reajustes de servidores, Alcolumbre estava em SP trocando figurinhas com Alexandre de Moraes (STF).
O suplente de deputado federal Paes Landim (PTB) foi notificado pela 4ª Secretaria da Câmara dos Deputados para desocupar o apartamento funcional onde reside, em Brasília.

A informação é da Coluna Radar, de Veja Online.
Segundo a nota, Landim tinha até o dia 11 de julho para desocupar o imóvel. Se não o fizer, no prazo de 30 dias após nova notificação, poderá ser alvo de ação de reintegração de posse movida pela Advocacia-Geral da União.
Após oito mandatos consecutivos, Landim ficou na suplência após as eleições de 2018. De lá para cá, assumiu a cadeira por duas vezes, sendo a última em novembro de 2019, ficando no mandato até 12 de julho deste ano.
Ainda de acordo com a Radar, o suplente afirma que não deixa o imóvel por estar sempre na iminência de assumir o mandato.(Apoliana Oliveira)
Leia aqui a nota na íntegra no site de Veja.
O pré-candidato a vice-prefeito, Deusimar Tererê, que vai compor a chapa majoritária nas eleições de novembro ao lado do Dr. Hélio, candidato do governador W. Dias a prefeito de Parnaíba, tem dito inúmeras vezes, em áudios que circulam em redes sociais, que sabe como atrair empresas para a ZPE de Parnaíba, e o faria caso fosse prefeito. Chegou sua vez, Tererê.

Nem precisa ser prefeito para isso. Tome pelo braço agora o seu companheiro de chapa, deputado estadual Hélio Oliveira, leve-o ao seu governador e indague dele as razões que levaram a ZPE de Parnaíba empacar. Não vai nem pra frente e nem pra trás, feito burro velho. Pergunte se já foi feito pelo menos o alfandegamento, tão importante para a ZPE funcionar. Aliás, Tererê, a ZPE não tem nada com prefeitura. É quase 100% de responsabilidade do governo do Estado.
Aproveitem agora, e comecem passando isso a limpo. Afinal, são vocês que representam o governo do Estado em Parnaíba. Vocês não são tão íntimos de Wellington Dias? Vamos destravar isso e trazer as indústrias que só o Tererê sabe onde estão.
O senador Ciro Nogueira fez duras críticas ao secretário de Fazenda Rafael Fonteles, após a divulgação do relatório CAPAG que tornou o Piauí inelegível para receber empréstimos sem a garantia da União.
Ele afirmou que o secretário “insulta a nossa inteligência ao dizer que pode pegar dinheiro emprestado, mesmo sem o aval da União”.
“O governo do Piauí está como alguém que usou o limite do cheque especial, perdeu crédito na praça e agora diz que pode recorrer a um agiota para pegar dinheiro emprestado, certamente a juros escandalosamente altos e, claro, elevado risco de levar o estado a um rombo sem fim”, finalizou o senador no Twitter.(Sam Post)

Governador Wellington já chamou 9 suplentes (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)
A ida dos deputados estaduais Nerinho (PTB) e Franzé Silva (PT) para secretarias no Governo do Piauí abriu vaga para as suplentes Liziê Coelho (MDB) e Jôve Oliveira (PTB) na Assembleia Legislativa do Piauí. Jôve ficou na 10ª suplência da coligação governista ao obter apenas 14.199 votos nas eleições de 2018. Oficialmente, ela é hoje a 9ª suplente na Casa, já que o primeiro suplente Bessah (PP) foi efetivado após a morte do deputado Fernando Monteiro.
No Piauí, ser suplente é uma condição bastante vantajosa se o sujeito for da coligação governista. Às vezes, embora mais raro, até nomes que eram de coligações adversárias ao governo podem tirar vantagem, como é o caso dos que se aliam à gestão após as eleições.
Nesta década, a farra dos suplentes passou a ser comum na Assembleia Legislativa do Piauí. Quase sempre, os objetivos do governador ao abrir vaga para quem não foi eleito são claros: acomodar aliados, garantir uma Assembleia obediente e, às vezes, formar novas alianças.
Na legislatura anterior, a quantidade de suplentes convocados ao longo dos quatro anos chegou a 15, número que representa metade da composição do Parlamento Estadual. Cada suplente é mais gasto para o Estado e o cidadão piauiense é obrigado a pagar a conta. Na prática, a Assembleia praticamente paga dois deputados: o titular que sai e o suplente que assume.
Com a posse de Jôve Oliveira, o próximo da fila é o jovem Floro Mauel (PC do B), que teve 7.249 votos nas eleições de 2018. Ele ficou na 11ª suplência da coligação de partidos que apoiou o governador Wellington Dias. Se considerarmos que a atual legislatura não chegou nem a metade, Floro tem motivos de sobra para sonhar com o dia da sua posse na Assembleia.
Floro Mauel é o próximo na fila dos suplentes (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)
Além disso, dois deputados titulares disputam mandatos de prefeito este ano. Fábio Novo (PT) em Teresina e Dr. Hélio (PL) em Parnaíba. A tarefa deles na eleição é muito árdua, mas se algum se tornar prefeito, mais vagas deverão ser abertas na Assembleia. E mais: a própria Jôve, recém-empossada, se ganhar a eleição em Piripiri, abrirá vaga para outro suplente.
No ritmo que vai, o piauiense ainda poderá ver a posse de deputados estaduais que não tiveram sequer 5 mil votos. Por incrível que pareça, não está longe disso acontecer. Se Wellington Dias mantiver os atuais suplentes e chamar pelo menos outros três, essa situação se tornará realidade. Está perto de termos deputado de 4 mil votos na Assembleia.
Para um governador que chamou nove suplentes em um ano e oito meses sem nenhuma cerimônia, não é difícil acreditar que ele vai chamar mais três nos próximos dois anos e quatro meses. Pela sequência, os próximos da fila são Floro Mauel (PC do B), Joãozinho da Unimagem (PRTB) e o vereador de Floriano, Bilú (MDB), que teve apenas 4.238 nas eleições de 2018.(Gustavo Almeida)
Para 43,6%, o presidente virou uma espécie de “Mister Simpatia”; Maia vem em seguida, com 16%
No auge da popularidade, o presidente Jair Bolsonaro virou uma espécie de “Mister Simpatia” para a maioria dos brasileiros.
Levantamento nacional realizado pelo instituto Paraná Pesquisa para o Diário do Poder revela que Bolsonaro é considerado, de longe, a mais simpática das mais altas autoridades do País.
Diante da pergunta “Com qual dessas pessoas o Sr.(a) simpatiza mais?”, 43,6% cravaram o presidente.
Em seguida vem “nenhum”, com 23%. Do total, 5% não quiseram opinar.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está com distantes 16% nessa pesquisa que aferiu a simpatia das autoridades junto à população.
Dias Toffoli, presidente do Supremo, com 5,9%, e o procurador geral da República, Augusto Aras, com 3%, estão nas posições seguintes.
Está na lanterninha das autoridades mais simpáticas dos Três Poderes o presidente do Senado, Davi Alcolumbre: tem só 2,8%.
O levantamento Paraná Pesquisas, realizado entre os dias 22 e 24 deste mês, ouviu 2.280 pessoas em 208 municípios de 26 estados e no DF.A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, afirma que o Governo do Estado estuda a antecipação da tabela de pagamento dos servidores estaduais. A declaração ocorreu nesta terça-feira (25) em entrevista ao Jornal do Piauí, quase duas semanas após o governo anunciar pela primeira vez na história do estado a antecipação do pagamento do 13º salário.

“É muito importante que a população compreenda que nós passamos por muitas dificuldades em 2018 e 2019, é verdade, mas nós mantemos a folha em dia. Agora, nós antecipamos salários e daqui a pouco vamos antecipar a tabela de pagamento normal, quem sabe até para o dia 30. Para todos receber (o pagamento pelo Governo do Estado) até o dia 30 do mês, quem sabe a gente consiga isso. Estamos trabalhando com muita prudência para a gente atingir esse objetivo”.
Fonteles esclareceu sobre a realização de operações de crédito sem o aval da União. O secretário lembra que em 2017 o Estado do Piauí contratou R$ 600 milhões junto a Caixa Econômica Federal sem o aval da União, no governo do presidente Michel Temer. O gestor destaca que a Secretaria Nacional do Tesouro atestou em julho que o Estado do Piauí é o único dos 27 estados da Federação na condição de endividamento zero com a União. A liquidação da dívida com o Governo Federal irá abrir novas oportunidades de operações de crédito para investimentos no Piauí.
“Então, veja, isso não é nenhuma novidade. O Estado do Piauí pode e vai ter operações de crédito. Serão entregues R$ 6 bilhões em investimentos ao longo dos próximos três anos para o Estado do Piauí. Isso quem está assegurando é o gestor das finanças públicas do Estado, designado pelo governador Wellington Dias, para coordenador o Pro Piauí. Empréstimo com aval ou sem aval vai acontecer, como já aconteceu várias vezes”. (Com informações de Carlienne Carpaso)

A Secretaria de Fazenda rebateu a declaração do senador Ciro Nogueira (PP), acerca da situação financeira do estado do Piauí. Segundo o senador, o Piauí foi o único estado do Brasil a ser rebaixado na sua capacidade de pagamento e não poderá mais contrair empréstimos por não cumprir os compromisso de pagar suas dívidas. A informação foi repassada após dados divulgados no Boletim de Finanças de Estados e Municípios, da Secretaria do Tesouro Nacional.
Segundo os dados,até o ano passado, o Piauí tinha nota B, e caiu para nota C. Dessa forma, somente os entes que possuem notas A ou B são considerados elegíveis para obterem empréstimos com garantias da União.
Em nota, a Sefaz afirmou que o Estado ‘cumpriu rigorosamente os dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, incluindo o limite de 60% de gastos com pessoal e a meta de resultado primário’ e, que em relação ao endividamento, o Piauí está entre os dez melhores do Brasil, sendo o único a quitar todas as dívidas junto o Tesouro Nacional, o que ‘facilita’ a obtenção de operação de crédito sem aval da União.
Leia na íntegra
O Boletim das Finanças dos Entes Subnacionais de 2019, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Economia, revela que o Estado do Piauí cumpriu rigorosamente os dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, incluindo o limite de 60% de gastos com pessoal e a meta de resultado primário (positivo em R$ 717 milhões).
Em relação ao nível de endividamento, o Estado do Piauí está posicionado entre os 10 melhores do Brasil, com dívida consolidada líquida inferior a 60% da receita corrente líquida.
Importante destacar ainda, o fato do Estado do Piauí ser o único Estado do Brasil quitar, em 2020, todas as dívidas junto ao Tesouro Nacional, o que facilita a obtenção de operação de crédito para investimentos sem a necessidade do aval da União.(Laurivânia Fernandes)

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) voltou a afirmar que o governo do Piauí não possui mais capacidade de contrair novos empréstimos. As publicações feitas nas redes sociais na manhã desta terça-feira (25) foram uma resposta à nota do Governo do Estado garantindo que a administração estadual pode, sim, contratar novos empréstimos, ao contrário do que afirmou Ciro Nogueira em vídeo anterior, divulgado na tarde de segunda-feira (24).
O senador comentou o Boletim de Finanças dos Estados e Municípios, publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional. No relatório o estado do Piauí foi o único estado do Brasil rebaixado na sua capacidade de endividamento.
Em nota divulgada nesta terça-feira (25), o Governo do Estado ressaltou que não precisa de garantias da União para contratar operações de créditos, como aconteceu em 2017, com a participação do próprio Ciro Nogueira.
“Estado do Piauí cumpriu rigorosamente os dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, incluindo o limite de 60% de gastos com pessoal e a meta de resultado primário (positivo em R$ 717 milhões)[…] Importante destacar ainda o fato do Estado do Piauí ser o único Estado do Brasil a quitar, em 2020, todas as dívidas junto ao Tesouro Nacional, o que facilita a obtenção de operações de crédito para investimentos sem a necessidade do aval da União”, detalha a nota do governo.
Sobre a nota, o senador Ciro Nogueira considerou como um insulto os argumentos utilizados pelo Governo do Estado do Piauí, e explica que a administração estadual somente poderá contrair novos empréstimos do setor privado, já que não possui mais o aval da União para essas operações devido ao rebaixamento.
“O secretário da Fazenda, Rafael Fonteles, insulta a nossa inteligência ao dizer que o estado pode pegar dinheiro emprestado, mesmo sem o aval da União. Ele conta uma meia verdade: pode pegar empréstimo no sistema financeiro privado, a custo maior, porque não tem aval da União. O Piauí não é considerado bom pagador pelo principal avalista, a União. Se o governo resolve pegar empréstimos, tem que pagar juros muito altos. E como quem termina pagando a conta é o povo, esse tipo de operação é contrária ao interesse público”, disse o senador. (Parlamento Piauí)

COMERAM TUDO EM SEIS MESES – Este ano, o governo do Piauí já pagou R$ 522 mil para a Distribuidora Pimentel ( Samuel Castelo B. Torres CNPJ 04.585.748/0001-54), fornecedora de carnes, frutas e verduras para o Palácio de Karnak e Residência Oficial, que é a residência do governador Wellington Dias no codomínio Mirante do Lago.
O contrato para fornecer anualmente frutas e verduras é de R$ 80 mil, mas em pouco mais de seis meses o Gabinete Militar (GAMIL) já gastou tudo. Agora, a equipe do gabinete do governador está correndo contra o tempo para saber como vão continuar recebendo 94 itens entre frutas e veduras .
Dentre os 94 produtos fornecidos pela Distribuidora Pimentel fornece estão: diversos tipos de uvas, 9 kg de pimenta malagueta, 9 kg de pimenta verde, 72 kg de pimentão, 90 kg de pera, 360 kg de melancia, 630 kg de laranja, 2.250 kg de coco verde e muitos outros.
O GAMIL é o órgão vinculado ao gabinete de Wellington Dias e que administra o consumo da casa do governador e do Palácio de Karnak.
Parte dos R$ 522 mil pagos para a distribuidora este ano são referentes a carnes, frutas e verduras consumidas ano passado e que foram pagos somente este ano. (Código do Poder)

Jôve faz juramento de posse na Assembleia Legislativa (Foto: Divulgação/Assembleia)
Um dia depois da Assembleia Legislativa do Piauí empossar a suplente Liziê Coelho (MDB), chegou a vez de mais uma suplente ser empossada. Na manhã desta terça-feira (25), Jôve Oliveira (PTB), que ficou na 10ª suplência da coligação governista em 2018, ganhou de presente do governador Wellington Dias (PT) um mandato de deputada estadual.
Embora tenha ficado na 10ª suplência, oficialmente ela é hoje a 9ª suplente por causa da efetivação do deputado B.Sá (Progressistas) após a morte de Fernando Monteiro.
A posse de Jôve aconteceu no gabinete da presidência da Assembleia. Ela foi beneficiada com a saída dos deputados titulares Nerinho (PTB) e Franzé Silva (PT) para secretarias na gestão estadual. A nova deputada teve 14.199 votos nas eleições de 2018.
Jôve é pré-candidata a prefeita de Piripiri, no Norte do Piauí, com o apoio do governador Wellington Dias. Na cidade, ela vai enfrentar o atual prefeito Luiz Menezes (Progressistas), pai do deputado estadual Marden Menezes (PSDB). Pai e filho são fortes opositores do governador.
O objetivo de Wellington acomodar Jôve na Assembleia Legislativa é justamente fortalecer a campanha da petebista rumo à prefeitura de Piripiri, uma das principais cidades do Piauí. (Gustavo Almeida)

Diante de protestos de moradores, Prefeitura de Parnaíba assume responsabilidade do Governo do Estado e faz operação emergencial de tapa-buracos em rodovia estadual estrada da Pedra do sal para evitar acidentes no trecho da Ilha Grande de Santa Isabel
Que o Governo do Estado, sob gestão do petista Wellington Dias, despreza e boicota Parnaíba, não é novidade para ninguém. Mas deveria ao menos zelar um pouco, nem que fosse o mínimo, com as rodovias estaduais nas cidades do litoral piauiense, a exemplo da PI-116, que dá acesso à Praia da Pedra do Sal e ao vizinho município de Ilha Do Piaui.

De tantos os moradores reclamarem nas redes sociais e até fazerem protestos, como o que ocorreu recentemente, quando colocaram uma bananeira dentro de um dos buracos na rodovia, nas imediações da Ponte Simplício Dias, a Prefeitura de Parnaíba, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (SEINFRA), iniciou uma operação emergencial de tapa-buracos para resolver o problema dos buracos na rodovia estadual PI-116, e, princialmente, para evitar os corriqueiros acidentes no local.

Já que o Governo do Estado não assume suas obrigações, a Prefeitura de Parnaíba, para preservar a vida dos munícipes, teve que tomar a iniciativa, mesmo não sendo de sua incumbência legal.

Se a Prefeitura de Parnaíba for assumir todos os descasos, omissões e irresponsabilidades do Governo do Estado em Parnaíba, o que vai sobrar para o governador fazer por aqui? (Parnaíba no foco)