A nova secretária de turismo foi indicação de Flavio Nogueira

Nova secretária de turismo  Carina Câmara

O deputado federal Flávio Nogueira(PDT), presidente da Sigla no Piauí, afirmou em entrevista à TV Cidade Verde nesta segunda-feira(13), que o partido permanece com a indicação para a Secretaria de Turismo do Piauí.

“Nós já temos um indicado, a secretária já assumiu e agora é promover o desenvolvimento do turismo. Eu sou deputado Federal, vamos ajudar com emendas, os projetos que deverão ser elaborados para a secretaria serão desenvolvidos nessas regiões [do estado] que merecem mais destaques como destinos turísticos” declarou.

Ciro Nogueira é citado como recebedor de propina na delação do dono da Gol

O site O Antagonista, um dos mais acessados no Brasil, publicou ontem (13) que o senador Ciro Nogueira (PP) seria um dos alvos da delação premiada de Henrique Constantino, dono da Gol.

O parlamentar teria sido um dos beneficiados com propina paga por meio da Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas), sustenta a nota. O repasse teria sido feito em troca de aprovação de matéria de interesse da empresa.

Para o juiz da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal Vallisney de Souza Oliveira, que homologou a delação premiada de um dos sócios da Gol, Henrique Constantino – e na qual estaria incluso o nome do senador Ciro Nogueira (PP) -, “a referida avença também mostra ao Juízo dados sobre fatos criminosos em operações com recursos do FI-FGTS e da Caixa Econômica Federal, objeto das Operações Sépsis e Cui Bono, e, ainda, sobre outras investigações ou em relação aos quais sequer há notícia de investigação, sendo, assim, importante para a sua elucidação”.

“Diga-se que para cada anexo foi realizado um depoimento, em que o referido depoente apresenta regularidade, clareza, fidedignidade, voluntariedade, transparência e conhecimentos sobre os fatos retratados no acordo”, sustenta o magistrado.

*Com informações do O Antagonista

Governo Federal vai lançar pacote de ajuda aos estados nesta semana

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O Ministério da Economia vai lançar nesta semana o pacote de ajuda aos estados em dificuldades financeiras, chamado de Programa de Equilíbrio Fiscal (PEF). O lançamento da medida foi confirmado hoje (13) pelo Palácio do Planalto, mas precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional para entrar em vigor.

“É uma iniciativa do governo federal de equilíbrio fiscal e auxílio aos estados que não podem pegar empréstimos com garantias da União e, ao mesmo tempo, não se encaixam no regime de recuperação fiscal (RRF)”, afirmou o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.

O PEF, que recebeu do governo o apelido de Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida), prevê a concessão de empréstimos com garantia da União (nos quais o Tesouro cobre eventuais calotes) no valor R$ 13 bilhões por ano.

“O plano é voltado para estados de classificação C no rating que considera a capacidade de pagamento de cada unidade da federação. O secretário [Mansueto Almeida] argumenta ainda que os empréstimos serão liberados em divisões contratuais sob a condição de que a poupança corrente melhore anualmente, de modo que o estado volte para a classificação B em 2022″, acrescentou Rêgo Barros.

Os empréstimos serão concedidos por bancos públicos, privados ou organizações internacionais como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ainda não foi definido se o próprio Tesouro Nacional também concederá os empréstimos.

O dinheiro do PEF deverá ser liberado de maneira gradual até 2022, uma parcela por ano até o fim do mandato dos atuais governadores. O Ministério da Economia acompanhará as medidas de ajuste fiscal dos estados. Caso o plano não prossiga, a liberação do dinheiro será interrompida.

Classificação dos estados

Conforme a nota de crédito do Tesouro Nacional, divulgada no último Boletim de Finanças dos Entes Nacionais, no ano passado, 11 estados possuem classificação C e poderão ser beneficiados diretamente pelo PEF: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Outras 13 unidades da federação (Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima e São Paulo), que possuem notas de crédito entre A e B, continuam habilitadas a obter crédito com garantia da União em valores acima do que será oferecido aos estados com nota C.

A pior situação fiscal entre os estados, segundo a nota de crédito do Tesouro Nacional, são Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, ambos com nota D. Minas Gerais não teve classificação nos dois últimos anos analisados pelo boletim, porque não apresentou disponibilidade de caixa.

*Com informações da EBC

Membro do governo do Piauí chegou a censurar portal de notícias no estado

Por Rômulo Rocha – do Blog Bastidores

É “CENSURA”. PONTO FINAL

– Comando da Constituição é interpretado de forma enviesada para calar jornalista

– “Ressalta-se que, a retirada irrestrita das notícias já publicadas configura censura”, diz acórdão do Tribunal de Justiça que cassou decisão

NO PIAUÍ TENTAM ‘PESSOALIZAR’ PUBLICAÇÕES PARA CALAR

ALGUNS JUÍZES ESTÃO CAINDO NESSA

A chefe da Superintendência de Parcerias Público-Privadas e Concessões – atrelada à Secretaria de Governo -, Viviane Moura Bezerra, e ainda, Olavo Bezerra, já tentaram e conseguiram, por algum período, dar cabo de matérias publicadas por um portal de notícias do Piauí, o Política Dinâmica, assim como, impediram que algo novo sobre seus negócios públicos fossem publicado nesse meio de comunicação. Ou seja, imprimiram a censura judicial.

Segundo a decisão da magistrada que mandou calar, a juíza de Direito do 5º Cartório Cível da Comarca Teresina, Maria das Neves Ramalho Barbosa Lima, os autores da ação “informaram  que o Requerido [o Portal Política Dinâmica], através do repórter Marcos Melo, tem devastado, de forma leviana, a vida daqueles e de sua empresa, divulgando diariamente matérias repetitivas, atribuindo aos mesmos atitudes lesivas ao patrimônio público”.

“Esclarece ainda”, segue a magistrada, “que nas matérias, o jornalista Marco Melo coloca sempre, como ilustração, a foto da autora Viviane Moura, chegando ao ponto de postar fotos pessoais dos requerentes”.

E por fim, interpreta a Constituição contra a Liberdade de Expressão.

Sustenta a magistrada:

“Compulsando, ainda, os autos, verifico que as matérias veiculadas pelo requerido, na pessoa do repórter Marcos Melo, ultrapassam os limites previstos no art. Art. 220 e parágrafos da Constituição federal de 1988, onde esta diz que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.

Daí restringe, aplicando a censura.

A princípio prejudicado, o Portal Política Dinâmica recorreu para o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí e a decisão que impôs a censura foi cassada.

“Alisando as postagens colacionadas aos autos, percebe-se que assiste razão à agravante [Portal Política Dinâmica] quanto à falta de especificidade sobre quais matérias jornalísticas supostamente ultrapassaram os limites do dever de informação e estariam sendo consideradas como insinuações de que os agravados teriam causado danos ao erário, ou seja, a fundamentação adotada não discorreu acerca do conteúdo das postagens de forma a determinar quais delas e em que ponto ultrapassam os limites previstos no art. Art. 220 da Constituição Federal/1988”, consta trecho do acórdão.

Por unanimidade, os desembargadores da 4ª Câmara Especializada Cível cassaram a decisão da juíza de piso, e a classificaram como um ato de “censura”.

“Ressalta-se que, a retirada irrestrita das notícias já publicadas configura censura”, diz acórdão do Tribunal de Justiça.

Conforme o portal de notícias, “segundo equipe técnica do Tribunal de Contas do Estado e investigações do Política Dinâmica, no apagar das luzes de 2014, uma dispensa de licitação de quase R$ 500 mil foi realizada na SEMAR. Em resumo, a empresa de Viviane foi escolhida para elaborar o regimento interno da SEMAR e o novo Plano de Outorga de Águas no Piauí. No final das contas, tudo foi copiado da internet”.

ARGUMENTAÇÕES DA ESCURIDÃO

No Piauí, entre as principais argumentações para calar jornalistas, está a tática de pessoalizar os casos divulgados, para se dizerem vítimas de profissionais de imprensa inescrupulosos.

Também é comum alvos de matérias alegarem suposta perseguição e exposição da imagem de forma indevida – ainda que sejam pessoas públicas ou lidem com dinheiro público.

Mesmo assim, alguns juízes têm baixado a censura em prol de autoridades ou envolvidos em complexas investigações.

Outros magistrados, no entanto, têm respeitado os ditames da Constituição da República, que tutela a liberdade de expressão, que, por sua vez, engloba a de imprensa.

Ditadura cubana reprime com violência marcha em favor dos direitos LGBT

O jornal “El Comercio”, do Peruo, mostrou flagrante de policiais disfarçados arrastando ativista LGBT na marcha proibida de Havana.

Para a ditadura de Cuba, a militância gay é motivo de repressão policial tanto quanto a militância política de opositores. Neste sábado, uma marcha em defesa dos direitos LGBT foi violentamente reprimida. A marcha foi realizada em protesto contra a o cancelamento de um desfile “contra a homofobia”, com suposto apoio do governo.

Uma centena de manifestantes foi contida após uma caminhada de pouco mais de 300 metros, aos gritos de “sim, é possível!”, na avenida Paseo del Prado, no centro histórico de Havana. Pelo menos três manifestantes gays foram detidos por policiais que usavam roupas civis, como caracteriza a polícia política da ditadura.

O Cenesex, entidade dirigido por alguém da família Castro, claro, alegou iminente crise econômica, “a pior em décadas”, como razão do cancelamento. A entidade é dirigida por Mariela Castro, filha de Raúl Castro.

Dois partidos comandam a CCJ da Assembleia Legislativa até 2020

Deputado Estadual João Mádison

Após o impasse envolvendo PT e MDB na disputa pela comissão de Constituição e Justiça, um novo acordo foi revelado pelo deputado João Mádison (MDB). Para ceder a presidência da principal comissão da Assembleia Legislativa ao PROGRESSISTAS, o MDB receberá o controle da CCJ em 2020, ano de eleição municipal.

O presidente da CCJ ocupa uma posição fundamental no legislativo, todos os projetos aprovados passam, obrigatoriamente, pelas mãos do comandante da pasta.

João Mádison (MDB) revelou como foi a conversa com o PROGRESSISTAS e destacou que o MDB conseguiu chegar a um entendimento.

“Essa casa sempre faz acordo e temos que cumprir. Fizemos um acordo lá no início de que a CCJ ficaria com o PROGRESSISTAS, o MDB quer continuar cumprindo esse acordo para que o PROGRESSISTAS possa indicá-lo, já conversamos com o Júlio Arcoverde e o Hélio Isaías. Até porque no ano que vem o MDB assume a CCJ, vamos cumprir para que não haja problema no futuro”. concluiu o deputado.

Datena candidato? No palco com novos famosos

Depois de convidar oficialmente o apresentador José Luiz Datena para se filiar ao PSL, dirigentes do partido miram novos famosos com vistas às próximas eleições.

Integrantes da cúpula da sigla sonham em ter seus quadros Danilo Gentili e até o dono do SBT, Silvio Santos.

TIROTEIO

De Rui Falcão (PT-SP), sobre o presidente Jair Bolsonaro dizer que assumiu o compromisso de indicar Sergio Moro (Justiça) ao Supremo:

A garantia de indicação ao STF é um vergonhoso pagamento pelos serviços que Moro prestou na última campanha eleitoral   (Folha Painel)

Sem projetos para executar W. Dias continua nomeando

Será que o governador Wellington Dias está assinando as coisas sem ler? 
Porque ele assinou decreto nomeando Paulo de Tarso R G Neto para o cargo de diretor de Recursos Minerais do Idepi.
Mas essa diretoria foi extinta na reforma, da reforma, da reforma.

Caneta cheia 1

Tem mais nomeações além das já contabilizadas que passam de mil: oito na Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapepi), 23 na Junta Comercial, 10 na Procuradoria Geral do Estado, 4 na Secretaria de Transportes, dois na Secretaria de Turismo, seis na Secretaria de Infraestrutura, cinco no DER.

Caneta cheia 2

Foram nomeados ainda sete pessoas na Secretaria de Governo, sete na Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas, cinco na Fundação de Esportes, quatro na Secretaria de Mineração.(Portalaz)

“PSL terá candidato independente de qualquer coisa”, diz Luís André após críticas

O presidente do PSL no Piauí, vereador Luís André, reagiu contra as críticas de lideranças da sigla sobre a possibilidade do partido lançar um “candidato laranja” na eleição de 2020. O vereador afirma que o partido terá candidato apesar da críticas internas.

Ele diz que se manterá no comando da legenda apesar de algumas manifestações contrárias. A aliança entre o vereador e o prefeito Firmino Filho (PSDB) incomoda nomes dentro do PSL.

“O partido vai ter candidato independente de qualquer coisa. Temos uma comissão provisória constituída em abril, que responde pelo partido. O PSL tem um comando apesar de muitos não aceitarem. Continuamos firmes na formação do partido e planejamos fazer prefeitos e vereadores em 2020”, disse.

Luís André informa que no dia 1 de junho será inaugurada a sede própria da legenda.

Ministro Sérgio Moro está sendo triturado no Planalto, mas mantém sua dignidade

Moro precisa ter paciência e entender a precariedade do governo

Carlos Newton

Na manhã de quarta-feira, dia 8, quando o jurista Jorge Béja dissecou o decreto das armas aqui na “Tribuna da Internet” e anunciou sua absurda inconstitucionalidade, foi uma surpresa geral. Até então pensava-se que o texto se referisse apenas ao porte de arma por instrutor ou praticante de tiro ao alvo, conforme havia sido divulgado. Após o artigo de Béja, a  imprensa “escrita, falada e televisada” correu atrás, confirmou a denúncia do advogado carioca e passou a divulgar detalhes verdadeiramente estarrecedores.

A notícia mais incrível foi de que o texto recebera acréscimos inconstitucionais e brutais depois de ter sido submetido ao ministro Sérgio Moro, que inadvertidamente acabou assinando na cerimônia do Planalto um decreto que jamais lhe fora exibido.

ESTRANHEZA – O próprio Jorge Béja já tinha percebido essa questão e fizera um segundo artigo, indagando se o ministro Sérgio Moro tinha mesmo concordado com as inconstitucionalidades existentes no decreto, que jamais poderia ter caráter legislativo, nos termos do artigo 84, inciso IV, da Constituição Federal.

Atingido em sua reputação de magistrado e operador do Direito, o ministro Sérgio Moro se comportou com uma dignidade impressionante. Não deu uma só palavra sobre o assunto. Como no caso do atentado do Riocentro, o ministro preferiu deixar que a bomba explodisse no colo de quem por ela era responsável e de quem a transportava – no caso, o presidente Bolsonaro, que determinou os acréscimos ao texto, e o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que tem a função de tratar da redação dos decretos e mensagens que o presidente da República edita.

No Planalto, a mecânica é esta – a Casa Civil, através da Subchefia de Assuntos Jurídicos, prepara o decreto, submete o texto ao ministro da Justiça, que o aprova, para ser então encaminhado à assinatura conjunta do presidente e dos ministros dos setores envolvidos.

TRAIÇÃO – Sem a menor dúvida, o ministro Sérgio Moro foi traído em sua confiança, ao ser levado a assinado um decreto do qual nem tomara conhecimento. O texto original, reivindicado desde o início do governo pelo filho Zero Três, Eduardo Bolsonaro, inicialmente se referia apenas a posse de armas por instrutores e praticantes de tiro ao alvo, que é um tradicional esporte olímpico.

Todos os demais acréscimos, inclusive a importação de armas semelhantes às fabricadas no Brasil, ainda não tinham sido debatidos em fase final. Portanto, fica claro que a introdução de todos esses “adendos” partiu do presidente Bolsonaro, que parece ter um parafuso a menos.

E não se pode admitir que o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, não somente tenha concordado com essas maluquices, como também continue defendendo que o decreto seja mantido na atual redação.

SURREALISMO – Na sexta-feira, Onyx deu entrevista à Rádio Gaúcha (grupo Zero Hora) e afirmou que o decreto de armas será mantido, dizendo já ter conversado a respeito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Com isso, mostrou desconhecer o presidente Bolsonaro já admitia existirem inconstitucionalidades, que desde quarta-feira vinham sendo denunciadas pelo próprio Rodrigo Maia, após a publicação do artigo de Jorge Béja.

Como se faz no teatro, é preciso aplaudir ou vaiar os autores da peça. No caso, a ideia de ampliar o decreto foi do presidente Bolsonaro e a execução ficou a cargo do ministro Onyx Lorenzoni e do trio de “juristas” da Casa Civil – Jorge Rodrigo Araújo Messias, Flávio José Roman e Cesar Dutra Carrijo, subchefes da Assessoria Jurídica, cujo conhecimento da Ciência do Direito está abaixo da crítica, como se dizia antigamente.

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P.S. 
– Roga-se ao ministro Sérgio Moro que não peça exoneração e se mantenha no cargo. Precisa encarar o fato como acidente de percurso e seguir em frente na sua obra em defesa de um Brasil melhor, não importa o procedimento de quem esteja na chefia do governo. (C.N.)

Fábio Abreu não participou da caçada aos assaltantes de banco: Só apareceu na foto

Dinheiro recuperado pela Polícia (Foto: Rebeca Lima / Portal AZ)

A Polícia diz que recuperou 90 mil dos 229 mil levados pelos bandidos das agências de Campo Maior. E diz que o resto, mais de R$ 134 mil, ou queimou nas explosões ou a população de Campo Maior saqueou.
Entendeu?

Ah, foi? 

Agora Fábio Abreu diz que não participou da caçada aos bandidos e que foi lá apenas para tirar fotos, aparecer bom no vídeo.
Fica vermelha cara sem-vergonha.

A verdade 

Fábio Abreu diz preferir acreditar nos PMs e não no bandido que denunciou ter sido roubado pelos PMs. Pode isso?
Aí tem muita coisa a ser explicada. (Portalaz)

Fachin tira processo de Marcelo Castro do TRE. Senador será julgado pelo STF por receber propina

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, pediu a retirada do plenário virtual do processo que envolvia e o senador Marcelo Castro por suspeitas de recebimento de propina da J&F. O senador será julgado agora pelo Supremo Tribunal Federal. 

Marcelo Castro foi acusado pelo Ministério Público de ter recebido R$ 1 milhão para votar no presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

Com isso, o processo envolvendo o senador do MDB do Piauí seguirá para o julgamento presencial dos ministros da Segunda Turma do Supremo, em data a definir.

A procuradora geral da República Raquel Dodge já havia pedido a retirada da esfera virtual, rejeitada por Ricardo Lewandowski, relator do caso. A PGR acha que o processo de Castro deve ir para a Justiça Federal.

De acordo com o regimento do STF, cabe ao relator decidir sobre pedido da defesa ou da PGR para retirar o caso do virtual. No entanto, o regimento também estabelece que qualquer ministro da turma pode pedir “destaque” para o caso ser analisado presencialmente. Com isso, apesar de Lewandowski ter rejeitado pedido de Dodge, o pedido de Fachin de “destaque” levará ao debate presencial.

(Portal AZ, com informações de O Antagonista e G1)

Não penso em agradar a partir de composição de governo, diz W. Dias sobre críticas

Governador Wellington Dias (Foto: Ricardo Moraes/OitoMeia)

O governador Wellington Dias (PT) se reuniu com a base aliada na última sexta-feira (10/05). Na oportunidade, o petista apresentou aos secretários e deputados que participaram da reunião as diretrizes que devem ser trabalhadas e priorizadas para que haja uma sintonia entre os poderes.

Na ocasião, à imprensa, o governador rebateu as críticas de alguns líderes políticos quanto à composição do seu Governo. Isso porque algumas siglas não se sentiram contempladas com os cargos no Executivo e demonstraram certa chateação com o governador, que precisou se reunir com alguns para acertar os ponteiros.

O Progressistas ficou sem entender o veto ao nome do ex-deputado federal Mainha. O presidente do PT no Piauí, deputado Assis Carvalho, perdeu a indicação da Secretaria de Saúde. E o PSD não foi atendido com a Adapi. Esses foram alguns dos pontos que não foram bem recepcionados por algumas siglas que acabaram insatisfeitas com o resultado final do secretariado.

Contudo, Dias garante que as arestas já foram ajustadas e que está tudo bem na base governista. Até o momento, nenhuma sigla ameaçou romper com o governo por conta disso. Apesar de toda a situação, o governador mandou um recado:

“Não penso em agradar a partir de composição de governo. Acho que o real objetivo de quem assume o mandato é fazer acontecer melhorias para a população”, ressaltou o petista. (Por: Nataniel Lima)

MDB defende acordo para assumir a CCJ no próximo ano

 

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Apesar do assédio do Partido dos Trabalhadores (PT) pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), o Progressistas (PP) conta com o apoio do MDB, para permanecer à frente do grupo parlamentar.  O deputado João Madison, líder do partido na Casa, afirma que a sigla deve seguir na vice-presidência, com o Henrique Pires.

“Fizemos um acordo no início da legislatura, e iremos cumprir. Ficamos com a comissão de Administração e o PP com a de Constituição e Justiça. No próximo ano, o MDB terá o direito de assumir a CCJ. Nesta casa a gente sempre zela pelos acordos que são feitos”, disse o líder emedebista.

Madison confirmou que aguarda, até a próxima quarta-feira (15), um posicionamento do PP quanto ao nome indicado pela sigla para assumir a CCJ. Além disso, ele também comentou o  interesse petista pela comissão. Para ele, os critérios de peso de bancada a serem considerado neste processo são dos parlamentares eleitos.

“O acordo que vale é dos deputados que começaram na atual legislatura, não os que vieram agora [suplentes], o regimento é muito claro. Dentro desse critério, nos, MDB, e o PP, somos as maiores bancadas”, ressalta o parlamentar.

A convocação de quatro deputados para compor a nova equipe de governo de Wellington Dias (PT), além de provocar um redesenho das comissões e blocos parlamentares na Alepi, fez a bancada do PT saltar de cinco para oito deputados, tornando-se a maior da Casa.

Marcelo Castro: “tem muita base para pouco governo”

O senador Marcelo Castro revelou nesta sexta-feira (10) que o MDB ficou satisfeito com a reforma administrativa do governador Wellington Dias. O mesmo não pode ser dito pelo Progressistas, que brigou até o fim por secretarias estratégicas, como a Saúde, por exemplo. Para o senador, isso é natural, pois há muita base para pouco governo.

“É natural que as aspirações de todos os partidos não sejam atendidas plenamente. Agora dentro de toda essa dificuldade, eu entendo que o MDB se sente atendido”, disse, ressaltando que seu partido já é acostumado com pouco por ser o maior da Assembleia Legislativa.

“O MDB já é acostumado com pouco. Praticamente ficamos com o que estávamos, mas estamos satisfeitos”, afirmou.

Na opinião de Marcelo Castro, o governador fez de tudo para atender todos os partidos.

“O governador fez o esforço máximo para atender a todos. Naquilo que era possível. É impossível todo mundo ser atendido plenamente”, declarou.

Foto: Letícia Santos./cidade.com

MP, Judiciário e Legislativo omitem, em pesquisa, gasto com salários e previdência

Estudo do Instituto Fiscal Independente (IFI), publicado pelo Senado, sobre o impacto da reforma da Previdência nas contas públicas, para auxiliar na decisão dos parlamentares, empacou na falta de transparência do Legislativo, Judiciário e do Ministério Público. A análise da contribuição previdenciária não pôde ser realizada devido à ausência de dados sobre “distribuição de salários e aposentadorias”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para ter o valor dos gastos dessa turma com previdência e salários, os pesquisadores do IFI terão de checar contracheque por contracheque.

Sem acesso aos gastos com salário e previdência no Legislativo, no Judiciário e no MP, restou ao IFI calcular a estimativa: R$29,3 bilhões.

Segundo o IFI, a arrecadação com as contribuições previdenciárias dos servidores do Executivo deve aumentar R$25,5 bilhões em dez anos.

Oposição diz que governador ‘mutilou’ Reforma Administrativa

O parlamentar também negou que haja um secretariado técnico

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Gustavo Neiva (PSB), afirmou que o governador Wellington Dias ‘mutilou’ a reforma administrativa aprovada pelo Legislativo no último mês de março. Na avaliação do parlamentar, a formação do secretariado demonstra que discurso de austeridade adotado pelo Executivo não foi efetivado na prática. 

“O que a gente percebe é que o governo não está cumprindo com o que prometeu. Primeiro, fez uma reforma administrativa, visando enxugar a máquina e fazer economia, mas o próprio governador está mutilando a reforma. A Fundação Hospitalar não foi extinta, a Ouvidoria não foi extinta, o Metrô não foi extinto”, afirmou.

Gustavo Neiva também criticou a convocação de deputados estaduais para o secretariado. “Ele disse que ia ser convocação zero, mas já convocou quatro deputados, e a imprensa já especula que esse número vai crescer. O governo continua voltado para a classe política, em detrimento do bem estar da sociedade”, pontuou Gustavo Neiva.

O líder da oposição na Assembleia também afirmou que o critério técnico, prometido pelo governador, não foi adotado na formação da nova equipe. “Está comprovado pelas ações. É um governo mais político do que técnico”, concluiu. 

Por: Natanael Souza – Jornal O Dia

BNDES está dando papel cada vez mais importante ao setor privado, diz Levy

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, afirmou nesta quinta-feira, 9, que a instituição de fomento está se transformando de maneira estrutural, dando um papel cada vez mais importante ao setor privado.

“O BNDES também está se transformando de maneira estrutural, descobrindo novos caminhos, novas parcerias, se abrindo para a sociedade e para o próprio governo, dando um papel cada vez mais importante ao setor privado”, afirmou Levy, em discurso de abertura do 31º Fórum Nacional, organizado pelo economista Raul Velloso, no Rio.

No discurso de abertura, em que falou também da trajetória do ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, irmão mais velho de Raul e fundador do Fórum Nacional, falecido em fevereiro, Levy mencionou ações do governo federal, como a proposta de reforma da Previdência e o acordo com os Estados Unidos em torno do uso da base de lançamento de foguetes em Alcântara (MA).

“Vivemos momentos de grandes escolhas”, disse Levy, dirigindo-se ao secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, que também participa do Fórum Nacional. “O ministro (sic) Rogério esteve até 1 hora da manhã no Congresso ontem defendendo com galhardia e sucesso a reforma da Previdência”, afirmou o presidente do BNDES, referindo-se à apresentação de Marinho e do ministro Paulo Guedes na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que aprecia a proposta de reforma da Previdência.

Fonte: Estadão Conteúdo

Reforma da Previdência pode suspender o recesso de julho, se necessário

Líder do Podemos, o deputado José Nelto promete apresentar proposta de suspensão do recesso.

A tramitação da reforma da Previdência pode ganhar fôlego extra caso prospere a proposta do deputado José Nelto (GO) de suspender o recesso parlamentar de julho, que paralisaria o debate e a tramitação da proposta por trinta dias. De acordo com o líder do Podemos, a ideia é garantir a análise da reforma sem interrupções ao menos na Câmara. Para ele, a Previdência é importante demais, muito mais que o recesso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Deputados e senadores só podem sair para o recesso após aprovarem a LDO e diretrizes orçamentárias dependem do texto final da reforma.

Para José Nelto, a batalha será árdua com ou sem recesso e precisa do governo, que “tem atrapalhado mais do que ajudado na reforma”.

O recesso é coisa dos tempos em que parlamentares eram obrigados a fazer longas viagem de navio ou a cavalo para curtir férias em casa.

Sem razão de existir, com deputados indo e voltando para casa toda semana, o recesso de meio de ano devia ser suspenso em definitivo.

Enquanto os políticos disputam cargos a realidade do Estado permanece a mesma

Para os políticos é só alegria: para o povo…

Disputa por votos, por cargos e por poder. A agenda política do Piauí costuma ser marcada por esses fatores. Nossos representantes vivem constantemente num jogo de disputas, ainda que protagonizadas por aqueles considerados aliados. Mas, no fundo, estão sempre a sorrir.

Conquistados os espaços e mantido o status quo, o baile político piauiense segue quase sempre sem alterações. É verdade que a política não pode ser um campo de inimigos. O diálogo é condição sine qua non entre agentes públicos eleitos para representar o povo.

No entanto, quando se ver fotos como estas, muita gente certamente se põe a pensar na realidade desse Piauí sofrido. Um Estado onde clãs políticos se perpetuam no poder ao longo de muitas décadas enquanto a realidade estrutural muda em ritmo bastante lento.

Deputados têm muitos motivos pra sorrir (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)Deputados têm muitos motivos pra sorrir (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

Nas fotos, os sorridentes deputados estaduais Hélio Isaías, Júlio Arcoverde, Severo Eulálio, Flávio Nogueira Júnior e Firmino Paulo [de costas]. Todos de famílias tradicionais da política, cujos pais, irmãos ou tios já figuravam como influentes no cenário local há bastante tempo.

No Piauí, quase tudo nunca muda ou então muda muito devagar. É assim na composição política e na dura realidade que o povo piauiense enfrenta. O ciclo de disputas e sorrisos entre os políticos se mantém intacto. As dificuldades enfrentadas pela população, também. (Por: Gustavo Almeida)