A lista de assessores nomeados por Wellington Dias para as secretarias e órgãos afins, chega a mil, dos quais, mais de 300 só na Secretaria de Governo, com salários que variam de R$ 3 mil a R$ 6 mil.
Essa lista só perde para o listão do Enem.
Funções afins
São muitos técnicos, mas a grande maioria é de políticos ou apadrinhados de deputados e senadores cujo papel primordial será apenas o de coçar o saco.
Porque é humanamente impossível reunir todo esse pessoal a um só tempo no mesmo lugar.
Tal qual a lagarta verde, figurarão apenas na folha, of course. (Portalaz)
O Progressistas (PP) deve permanecer na presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). A previsão é de que, em até dez dias, o partido indique um dos integrantes da sua bancada, formada por cinco parlamentares, para ocupar a vaga de Wilson Brandão (PP), ex-presidente da comissão que se licenciou do mandato para assumir uma secretaria do governo estadual.
A ação conta com apoio do MDB, que atualmente ocupa a vice-presidência da CCJ. O deputado João Madison lembra que, como acordado anteriormente entre os líderes dos partidos que compõem a base aliada, o comando da comissão. Apesar do interesse do PT pela vaga, o emedebista afirma que o consenso e a unidade irão prevalecer.
“Os acordos que fazemos aqui nós cumprimos, para que não haja problemas. Explicamos isso ao líder do governo, deputado Francisco Limma, e, nesse momento, iremos esperar o PP (…) Vamos esperar até a próxima semana, sem haver nenhum problema, com bom senso e cordialidade. Somos todos da base de sustentação do governo”, disse Madison.
Por sua vez, Limma disse que o PT abriu mão da CCJ, no início dessa legislatura, em nome do consenso na base e, apesar da possibilidade de indicar o novo presidente da comissão, defende o entendimento dentro do que está previsto pelo regimento da Alepi e deste entendimento prévio.
“A princípio seria do PP, porém esse foi um acordo que fizemos dentro de um entendimento anterior, só mudamos isso no próximo período, no final do ano que vem (…) Estamos trabalhando para até a próxima semana termos isso definido, na base do entendimento e respeitando o entendimento”, declarou o líder do governo no legislativo estadual.
Nos bastidores, especula-se que o progressista mais cotado para assumir a presidência da CCJ é o deputado Hélio Isaías. Themístocles Filho (MDB), presidente da Alepi, reforça que este processo é feito a partir do entendimento entre os partidos e o regimento da Casa, mas não acredita em maiores impasses. “Acho que não vai dar problema não”, avalia.
O ex-presidente da República Michel Temer deve se apresentar à Polícia Federalm (PF) nesta quinta-feira (9), depois que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), com sede no Rio de Janeiro, suspendeu os habeas corpus do ex-presidente e do coronel João Baptista Lima Filho que os mantinham em liberdade. O ex-presidente falou com a imprensa na noite dessa quarta-feira (8) em São Paulo e prometeu se apresentar à PF. A 1ª Turma Especializada do TRF2 julgou o mérito dos habeas corpus na tarde de ontem.
Operação Descontaminação
Depois de terem sido presos na Operação Descontaminação, no dia 21 de março, Temer e o Coronel Lima foram soltos quatro dias depois, dia 25, em uma decisão liminar do desembargador Ivan Athié, que integra a 1ª Turma do TRF2 com mais dois desembargadores: Abel Gomes e Paulo Espírito Santo.
As defesas de Temer e do coronel Lima pediram que eles possam se apresentar à Justiça, sem serem capturados. Abel Gomes disse que vai expedir novos mandados de prisão e que os dois poderão se apresentar nos locais em que preferirem.
O ex-presidente foi preso preventivamente junto com o ex-ministro e outros acusados de integrar uma quadrilha que cometeu crimes de corrupção relacionados à construção da Usina Nuclear Angra 3. A pedido da defesa, após ser preso, Temer foi levado para a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. O ex-ministro Moreira Franco estava preso no Batalhão Especial Prisional (BEP), em Niterói.
As prisões foram determinadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, que julga os processos relacionados à Lava Jato no Rio de Janeiro.
Defesas
O advogado do ex-presidente Michel Temer, Eduardo Pizarro Carnelós, disse, assim que terminou a audiência, que hoje irá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Também informou que Temer se apresentará espontaneamente à Justiça nesta quinta, em São Paulo.
“Só posso lamentar, porque considero uma injustiça. Não há fundamentos”, disse Carneló. Para o advogado, a decisão do tribunal levou em conta o que chamou de “dar um exemplo à sociedade”, mas, segundo ele, não há risco à ordem pública.
A defesa do coronel Lima saiu sem comentar a decisão da Justiça.
O afastamento do deputado Wilson Brandão (Progressistas) da Assembleia Legislativa do Estado, para assumir o comando da Secretaria de Mineração, colocou em choque o PT e o bloco formado por MDB e Progressistas na Casa. O PT quer ocupa a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que tinha como presidente Brandão.
Com a convocação de quatro suplentes, o PT passou de uma bancada de cinco deputados para oito parlamentares e se torna o maior partido da Assembleia. O partido pede que seja levado em consideração o critério do tamanho das bancadas.
O MDB e Progressistas reagem. Os partidos esperam uma reunião com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB).
No mesmo em dia em que empossou o primeiro escalao do governo e cinco meses depois da sua posse, o governador Wellington Dias nomeou cerca de mil pessoas para cargos comissionados nas secretarias e órgãos distintos, sendo que mais de 300 foram apenas na Secretaria de Governo.
Os cargos incluem assessores e muitos políticos com vinculação eleitoral diretamente com o governador e também com deputados e senadores. Boa parte dos nomes assumem com salários entre R$ 3 e 6 mil.
Segundo o diário oficial da segunda-feira (06), já foram nomeadas pessoas para cargos na Secretaria de Governo, Secretaria de Agricultura, Procuradoria Geral do Estado, Secretaria da Saúde, Secretaria da Fazenda, Secretaria de Educação, Agência de Tecnologia de Informação, Departamento de Estradas de Rodagem, Secretaria de Planejamento, Secretaria de Administração de Previdência, Coordenadoria de Comunicação e Junta Comercial.
Somente a Secretaria de Governo já acumula mais de 314 nomeações, seguida da Secretaria de Saúde (221) e Secretaria da Fazenda (122).
Posse do novo secretariado (Foto: Lucas Sousa/Portal AZ)
Durante o discurso da posse do novo secretariado, o governador falou sobre a contenção de gastos. “Nossa meta é que exista o equilíbrio entre as receitas e as despesas. É um momento de austeridade e de controle. Pedimos a compreensão de todos”, disse.
Confira a quantidade de pessoas nomeadas por pasta:
Secretaria de Governo (Osmar Júnior)- 314 Secretaria de Agricultura (Herbert Buenos Aires)- 49 Procuradoria-Geral do Estado (Procurador Plínio Clerton Filho)- 56 Secretaria da Saúde (Florentino Neto)- 221 Secretaria da Fazenda (Rafael Fonteles)- 122 Secretaria de Educação (Ellen Gera)- 88 Agência de Tecnologia de Informação(Antônio Torres da Paz)- 7 Departamento de Estradas de Rodagem (Castro Neto)- 19 Secretaria de Planejamento (Antônio Neto)- 79 Secretaria de Administração de Previdência (Merlong Solano)- 18
A expectativa é de que esse número se torne ainda maior, pois ainda faltam a Secretaria de Segurança Pública, Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Secretaria de Estado da Assistência Social, Cidadania e Trabalho – Sasc, Secretaria de Estado da Justiça – Sejus, Secretaria de Estado da Infraestrutura – Seinfra, Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência – Seid, Secretaria de Estado dos Transportes – Setrans, Secretaria de Estado da Defesa Civil – Defesa Civil, Secretaria de Estado das Cidades – Secid, Secretaria do Agronegócio, Secretaria de Cultura Secretaria de Mineração, Petróleo e Energias Renováveis, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Instituto de Terras do Piauí – Interpi, Coordenadoria de Comunicação Social , Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí, Junta Comercial do Estado do Piauí – Jucepi, Instituto de Desenvolvimento do Piauí – Idepi, Polícia Militar do Piauí, Delegacia Geral, Zona de Processamento de Exportação – ZPE, Ouvidoria Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí – ADH, Piauí Fomento, Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas – Cendrogas, Agespisa, Fundação de Esportes do Piauí – Fundespi, Departamento Estadual de Trânsito – Detran, Instituto de Águas e Esgotos do Piauí – IAESPI, Fundação Hospitalar Empresa de Gestão de Recursos do Piauí – Emgerpi, Coordenadoria de Fomento à Irrigação, Controladoria Geral do Estado – CGE , Fundação de Amparo a Pesquisa do Piauí – Fapepi, Instituto de Metrologia do Piauí – Imepi, Emater e Agência de Defesa Agroprecuária – Adapi. (Portalaz)
O vereador Edson Melo (PSDB) considerou como deturpadas as informações amplamente divulgadas na imprensa sobre o corte de recursos para as universidades federais no país. No entendimento dele, a medida provisória apresentada pelo governo federal apenas prevê a “possibilidade de contingenciamento” de custeios extraordinários para as instituições.
Durante uma discussão na Câmara sobre moção de repúdio ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, o tucano disse que as intensas reações diante do assunto são uma forma da esquerda usar os estudantes contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A moção de repúdio, apresentada pelo vereador Dudu (PT) acabou sendo aprovada por 16 votos. Houve duas abstenções, uma delas de Edson Melo e outra do vereador Dr. Lázaro (PPS).
“Eu estive lendo a respeito da proposta que está sendo deturpada por grande parte da mídia. Com relação a essa possibilidade de contingenciamento de 30% dos gastos, não se refere ao valor global previsto no orçamento da União, mas a gastos extraordinários. Achei até certa bobagem do reitor da UFPI dizer que ia fechar a universidade a partir de setembro por falta de recursos. Acho isso um grande instrumento de usar essa estudantada, que é em grande maioria de esquerda, contra o governo Bolsonaro. É uma jogada política da esquerda”, falou.
Contrariando a maioria dos vereadores favoráveis à aprovação da moção de repúdio ao ministro, Edson defendeu o corte de gastos extraordinários. Segundo ele, muitos recursos destinados às instituições federais de ensino são usados para atividades inadequadas.
“Esses cortes devem acontecer para determinadas atividades que, no meu entendimento, não são nem ensino, nem pesquisa e nem extensão. A estudantada da esquerda está bem clara. Eles estão trabalhando desde o início do governo Bolsonaro, fazendo parte de uma tal resistência. Então essa resistência tem que ser alimentada”, finalizou o vereador apontando que os movimentos contrários à medida do governo são, na avaliação dele, jogadas políticas. (Com informações de Gustavo Almeida)
O que esperar do encontro entre os governadores do Nordeste, incluindo o piauiense Wellington Dias (PT), e o presidente Jair Bolsonaro, esta quarta-feira em Brasília?
Visitas: Bolsonaro foi aos Estados Unidos e a Israel, mas não pisou no Nordeste, região do país onde teve menos votos, e também onde sua rejeição é crescente. Ele deve anunciar uma agenda para estados da região, entre eles o Maranhão e Pernambuco. A previsão é para o final de maio. O Piauí, pela proximidade geográfica – e a depender do resultado da reunião e da interação de Dias com Bolsonaro – pode ser incluído na agenda.
Força-Tarefa: Antes de visitar os estados nordestinos, Bolsonaro quer ter o que mostrar. Conforme noticiou o jornal O Globo, ele já reuniu ministros e pediu foco em ações para a região. Os governadores do Nordeste passam por situação difícil: a região sofre historicamente com baixos índices socioeconômicos – apesar das melhorias nos últimos anos – e com a crise econômica nacional, esse impacto se reflete com mais força nos estados. A recessão no Nordeste é maior que a média brasileira. Os gestores reclamam que as políticas federais para a região estão paralisadas.
Mudança de tom: os governadores do Nordeste atuam como força política de oposição a Bolsonaro. Todos são oposicionistas e ligados a partidos de esquerda. São eles: Paulo Câmara (PSB-PE), Belivaldo Chagas (PSC-SE), Renan Filho (MDB-AL), João Azevedo (PSB-PB), Camilo Santana (PT-CE), Wellington Dias (PT-PI), Flavio Dino (PCdoB-MA), Rui Costa (PT-BA) e Fátima Bezerra (PT-RN).
Dependendo dos investimentos e medidas discutidas com o presidente – sob risco de alguma gafe ou frase mal colocada de Bolsonaro que possa gerar um mal-estar – os governadores podem, pelo menos, diminuir a munição reservada ao Governo Federal. Bolsonaro também precisa diminuir o tom porque precisa dos votos da bancada do Nordeste para aprovar pautas como a reforma da Previdência no Congresso Nacional.
Filhos precisam ser parte da solução e não do problema
O presidente Jair Bolsonaro ordenou nesta terça (7) que os militares atuando em seu governo parem de alimentar polêmicas, ignorando as provocações nas redes sociais, mas esqueceu de chamar às falas os próprios filhos e a turma do polemista Olavo de Carvalho. Militares têm a hierarquia e a disciplina como cláusulas pétreas, como se diz na caserna, e a tendência é obedecer. Mas os ânimos se acirraram com as referências grosseiras ao general Eduardo Villas Bôas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Enquanto ordenava aos militares a “virar a página”, seu filho deputado Eduardo Bolsonaro, alheio a tudo, continuava no ataque.
Generais muito próximos ao presidente disseram a ele ontem que seus filhos precisam ser “parte da solução” e não do problema.
Olavo de Carvalho definiu Villas Bôas, ex-comandante muito admirado nas Forças Armadas, como “um doente preso a uma cadeira de rodas”.
Líder no Exército e nas Forças Armadas, Villas Bôas emociona os militares com a sua luta pela vida. Atacá-lo, para eles, é ato covarde.
O prefeito Mão Santa, de Parnaíba, marcou presença no Congresso das Cidades e ressaltou a importância da valorização do papel dos prefeitos em seus municípios. Ele destacou que essa troca de experiência entre os gestores em um ambiente cercado de ideias é motivador.
“O agente político mais importante de todas as esferas são os prefeitos, e precisam ser valorizados”, comentou o prefeito. Sobre ser feito, Mão Santa ressaltou que melhor do que amar a cidade é ser amado por ter feito um bom trabalho.
O gestor destacou que o Congresso das Cidades é uma ação de impacto positivo nos convidados. Mão Santa alertou que é preciso uma maior participação dos prefeitos em congressos e eventos.
“O prefeito administra uma cidade. É o melhor agente político; são os mais puros. A experiência de ser prefeito é muito importante e precisa ser mais valorizada”.
O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, declarou que o futuro da aliança do seu partido com o PT “a Deus pertence”. Ele considera que se o governador Wellington Dias tentou articular um conflito entre os progressistas por causa dos cargos, ” o tiro saiu pela culatra”.
As declarações do senador progressista foram dadas após uma longa reunião realizada entre os deputados, federal e estadual, vereadores de Teresina e outras lideranças partidárias, na última segunda-feira (06).
Ciro Nogueira disse que os cargos cedidos para os políticos do Progressistas foram escolhidos pelo governador Wellington Dias. Para o senador piauiense, a escolha foi pessoal do petista.
O partido indicou o nome do ex-deputado Maia Filho para o comando da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Wellington Dias escolheu o da jornalista Sádia Castro, irmã da deputada federal Margarete Coelho.
O senador Ciro Nogueira disse que se o governador Wellington Dias pretendeu desarticular o PP como havia feito com o PTB, em 2014, entregando cargos para as lideranças progressistas, o plano não deu certo.
Em uma afirmação de grosseria sem par, o astrólogo Olavo de Carvalho publicou em suas redes sociais na madrugada desta terça-feira, um comentário em que criticou generais, em sua avaliação, por se esconderem “por trás de um doente preso a uma cadeira de rodas”.
A postagem grosseira foi feita depois o ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que por gravíssimos problemas de saúde faz uso de uma cadeira de rodas, para se deslocar, publicar uma nota na segunda-feira, afirmando que Olavo de Carvalho, ao atacar os militares, acentua “divergências nacionais”.
CADEIRA DE RODAS – Em sua infeliz declaração, feita na madrugada de terça-feira, Olavo de Carvalho cita o ex-presidente Lula, condenado e preso, em decorrência da Operação Lava Jato e inimigo do atual Governo: “Nem o Lula seria vil e porco o bastante para, fugindo a argumentos sem resposta, se esconder por trás de um doente preso a uma cadeira de rodas. Mas os nossos heroicos generais são”.
Nesta terça-feira, Jair Bolsonaro divulgou nota na qual exalta o escritor pelo combate à esquerda e diz que sua obra “em muito contribuiu” na eleição de 2018. “Quanto aos desentendimentos ora públicos contra militares, aos quais devo minha formação e admiração, espero que seja uma página virada por ambas as partes”, disse o presidente da República.
Acredita-se que Bolsonaro tenha escrito este mensagem sem ter tomado conhecimento das ofensas que Olavo de Carvalho tinha feito pouco antes. Acredita-se.
A então deputada Tia Eron ficou conhecida a mudar o voto e a sorte de Eduardo Cunha no Conselho de Ética. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
A ministra Damares Alves (Família etc) demitiu a ex-deputada Tia Eron (PRB-BA) da Secretaria de Promoção Social. A ministra não divulgou suas razões, mas fontes próximas dizem que ela atribui à ex-secretária as fake news sobre sua suposta saída do cargo. Eron e o ministério citaram “improdutividade” e “nomeação de petistas” como motivações, mas no ministério afirma-se que Tia Eron queria o lugar de Damares. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O cargo de Tia Eron vai ser ocupado pela ex-deputada Rosinha da Adefal (Avante-AL), que atualmente é secretária-adjunta.
Tia Eron não garantiu uma vaga na Câmara no ano passado. O partido agora discute o que fazer com a ex-deputada, que presidia o PRB-BA.
Segundo veículos de notícias da Bahia, “a única hipótese descartada é a volta da ex-deputada para a administração de ACM Neto”.
“A Câmara dos Deputados tem hoje à sua frente um municipalista. O Senado da República tem à sua frente também um municipalista. Ou seja, nós temos grandes perspectivas de avançarmos muitos nos próximos dois anos nas pautas municipalistas, para ajudar os prefeitos e as prefeitas do Brasil”.
A opinião é do presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AM), e foi manifestada ontem, em Teresina, na abertura do II Congresso das Cidades.
O senador David Alcolumbre desembarcou em Teresina juntamente com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Eles estavam acompanhados do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, e do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, além do senador Elmano Férrer (Podemos ) e de assessores.
Após o desembarque, os dois parlamentares fizeram visita de cortesia à Assembleia Legislativa, onde foram recebidos pelo deputado Themístocles Filho (MDB) e diversos deputados. Em seguida, se dirigiram ao Atlantic City Clube, para a abertura do Congresso das Cidades.
O deputado Rodrigo Maia afirmou que o Brasil precisa avançar em uma pauta que fortaleça a gestão dos municípios.
O equilíbrio da Previdência, segundo ele, é que vai garantir recursos para que os municípios possam ter melhores condições para fazer novos e mais investimentos públicos.
O evento
A abertura do II Congresso das Cidades contou com a presença do governador Wellington Dias; dos presidentes da Assembleia, Themístocles Filho, e dos Tribunais de Justiça, desembargador Sebastião Ribeiro Martins, e de Contas, conselheiro Abelardo Vilanova; do presidente do Sebrae no Piauí Freitas Neto, e do presidente da APPM, Jonas Moura, entre outros convidados.
O evento inscreveu o total de 204 prefeitos. O discurso de saudação aos participantes foi feito pelo idealizador e realizador do evento, empresário Jesus Filho, diretor do Grupo de Mídia Cidade Verde – TV, Rádio, Revista e Portal. As atividades prosseguem até amanhã.
A maioria dos brasileiros acredita que o Brasil está no caminho certo para melhorar a vida dos seus habitantes. De acordo com levantamento Paraná Pesquisas, 53,1% aprovam os rumos atuais do país, enquanto 41,4% acham que o Brasil está no caminho errado. Apenas 5,5% não quiseram ou não souberam responder.
O otimismo é maior é verificado nos mais idosos e atinge 56,4% entre quem tem 60 anos ou mais. O percentual cai conforme a idade. O único cenário em que há mais pessoas pessimistas é entre os jovens de 16 a 24 anos, onde 49,3% dos entrevistados acham que o Brasil está no caminho errado.
Apenas a região Nordeste tem menos de 50% dos brasileiros confiantes nos rumos do país, mesmo assim, com 49,3%, os otimistas superam os pessimistas (46,5%).
Com relação à escolaridade, o efeito é o mesmo da idade e, quanto maior o nível de instrução, maior o otimismo, mas todos estão acima de 50%. Entre os brasileiros com nível superior, 57,4% acreditam que o Brasil está no caminho certo. O percentual cai para 53% entre quem tem o ensino médio completo e 50,2% entre que completou apenas o ensino fundamental.
O Paraná Pesquisas ouviu 2.020 habitantes em 168 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A margem de erro é de 2% para mais ou menos e o nível de confiança do levantamento é de 95%.
Presença confirmada no II Congresso das Cidades, o ministro do Desenvolvimento Regional Gustavo Canuto aproveitará a passagem pelo Piauí para visitar os Tabuleiros Litorâneos, projeto de fruticultura irrigada que visa tornar a região Norte do Piauí, um dos maiores centros produtores do Nordeste do país.
A visita do ministro, nesta terça-feira (07), será acompanhada pelo senador Elmano Férrer (Podemos-PI).
“Os Tabuleiros Litorâneos e os Platôs de Guadalupe iniciaram em meados da década de 80 e temos que avançar. É uma demanda muito grande por alimentos. O ministro manifestou o desejo de conhecer o projeto. O Ministério das Cidades foi absorvido pelo do Desenvolvimento Regional, além dos aspectos dos projetos importantes na área da agricultura, como por exemplo a irrigação. Por isso é de grande importância a visita do ministro ao Piauí para participar do grande evento, que é o Congresso das Cidades, como também fazer essa visita ao projeto Tabuleiros Litorâneos. “, disse o senador piauiense que destacou ainda a importância do II Congresso das Cidades.
“É um evento da mais alta relevância e desafio para todos os prefeitos, no momento em que se discute, dentro de uma nova administração, um pacto federativo que diz respeito a vida dos estados-membros da federação e, sobretudo, os 5.500 municípios brasileiros, sendo no Piauí, 224 municípios. É um grande evento pelas pessoas que vão participar, não só pelos políticos de grande representação no contexto nacional, mas sobretudo, especialistas em várias áreas da gestão municipal”, disse Férrer.
Gustavo Canuto participa da abertura do II Congresso das Cidades nesta segunda-feira (06). Já na terça-feira (07) ministra palestra às 19h.
O presidente do PSB, ex-governador Wilson Martins, falou sobre a possibilidade de ser candidato a vereador na eleição de 2020. Ele afirma que foi feita uma “confusão enorme”.
Wilson diz que não descarta nada porque a política vive em constante movimento, mas afirma que ser candidato a vereador não é um projeto pessoal.
“Criaram uma confusão enorme porque eu disse que na política tudo é possível. Se me perguntarem eu vou dizer que posso ser candidato a qualquer coisa. Tenho os direitos políticos ativos e, por isso, criaram uma confusão. Mas não é um projeto meu ser candidato em 2020”, declarou.
Com o protagonismo político em que se inseriu desde que assumiu a presidência da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) se vê na circunstância de encarar a candidatura à sucessão de Jair Bolsonaro (PSL), em 2022. “Serei candidato para ganhar ou para perder”, diz ele, para usar expressão que no esporte pode ser traduzida por “tudo ou nada”. Ele tem uma certeza: não será candidato de novo a deputado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Outra opção de Maia seria a mudança do sistema de governo para um “presidencial-parlamentarista”, como esta coluna já revelou.
Para ele, para aprovar o novo sistema, não seria necessário plebiscito: o presidente da República manteria algumas atribuições governativas.
O objetivo de Rodrigo Maia, no novo regime, seria o cargo o primeiro-ministro. Mas aí ele terá de ser o líder do partido vencedor da eleição.
Maia não quer ser prefeito do Rio e nem disputar a sucessão de Wilson Witzel (PSL). Se não der o Planalto, prefere disputar vaga no Senado.
Até o sempre moderado Kleber Montezuma elevou a fala.Ele é secretário de educação da gestão Firmino Filho. Disse que se tivesse MP no Piauí, Wellington não estaria onde está.
Essa incontinência verbal do secretário de educação municipal pode azedar as relações entre Firmino e Wellington.
E agora, Ciro?
Azedas mesmo devem ficar serão as até então cordiais ou tão gentis quanto insinceras relações entre Wellington e Ciro Nogueira.
Se até as primeiras horas de amanhã o governador não ceder mais espaços para o PP, Ciro vai alterar a voz.
Quem sabe não diga que vai romper, mas não será mais o mesmo camarada que Wellington dispunha até o governo Temer.
Fim das coligações levam tucanos a tentar fusão com DEM, de Rodrigo Maia, e PSD. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/EBC
O projeto político do PSDB, já para as eleições municipais de 2020, passará por sua fusão a partidos em relação aos quais tem afinidade programática, como DEM de Rodrigo Maia e o PSD de Gilberto Kassab. A ideia da fusão surgiu com o significado do fim da coligação, obrigando os partidos com aspirações mais ambiciosas a lançarem candidaturas próprias a cargos majoritários. Ou podem desaparecer. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Em São Paulo, o fim das coligações favorece por exemplo o PT, que enfrentará nas urnas adversários fracionados em vários partidos.
O governador João Doria sabe que o PSDB terá adversários fortes, à esquerda e à direita, e já defende a fusão em conversas reservadas.
Já houve contatos preliminares, mas os tucanos só vão agilizar a fusão após sua convenção nacional do próximo dia 31, em Brasília.
Com apoio de João Doria, o ex-deputado e ex-ministro Bruno Araújo deve ser eleito presidente do PSDB com a missão de renovar o partido.
Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva assinaram uma petição contra o pedido de habeas corpus ao ex-presidente, protocolado no Supremo Tribunal Federal pelo advogado piauiense Daniel Oliveira, que até semana passada era secretário de Justiça do Piauí.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, Lula quer que a Justiça reconheça sua inocência e se nega a pedir cumprimento de pena em regime domiciliar, como pede o HC protocolado.
Daniel chegou a representar contra os advogados de Lula no Conselho Federal da OAB, mas a petição dos defensores rejeitando o HC tinha procuração do ex-presidente.
Em entrevista concedida mais cedo, ao programa Bom Dia Meio Norte, o advogado disse que não se trata de pedido de prisão domiciliar e afirma que sua investida no STF é vista com preconceito.
— A tese que nós defendemos neste habeas corpus, feito por gente do Piauí, prova que nós temos capacidade. Muita gente, do sul do Brasil, tem feito desdém deste habeas corpus por puro preconceito — comentou.
Argumenta que o HC foi debatido e que o caso do ex-presidente é estudado por seu escritório “desde sempre”.
Assista à entrevista, publicada no YouTube da TVMN.