Gessivaldo Isaías espera conversa com o governador sobre participação no governo

O presidente do PRB no Piauí, deputado Gessivaldo Isaías, afirma que não pressiona o governador para participar do quarto governo de Wellington Dias (PT). O partido não apoiou a reeleição do governador no pleito de 2018, mas Gessivaldo afirma que seguiu leal ao governador.

“Eu não declarei o voto.   O partido optou por uma coligação, mas isso dentro de um acordo partidário e conversei com os outros candidatos do partido e digo que tive 3 anos e meio no governo. Por enquanto eu deixo o governador bem a vontade e acredito que o governador tem sabedoria para fazer isso”, destacou.

Gessivaldo Isaías afirma que o partido apoio o governador em Teresina e em alguns municípios do interior.

“Tivemos,  em Teresina, uma participação efetivas do próprio vereador, Levino de Jesus, pedindo votos para o governador e no estado pessoas ligadas a mim. Pessoalmente não poderia pelo fato da minha coligação apoiar outro candidato.  Se o governador abrir espaço para que possamos trabalhar do novo governo, vamos fazer com todo carinho como fizemos. Hoje a Secretaria de Trabalho se une à Sasc efetivamente a vontade é de ficar na Casa, mas de contrapartida ajuda o governo com pessoas que fazem parte do nosso partido”, afirmou.

Luis André é o novo presidente estadual do PSL

O vereador da capital venceu a disputa interna e já tem a confirmação da direção nacional do PSL para assumir a presidência do partido no Estado. O anúncio formal será terça-feira,02. Luis André, mesmo da base aliada ao prefeito Firmino Filho (PSDB), não será obstáculo para candidatura própria do PSL na sucessão municipal em Teresina. O pastor Mauro Silva, que foi vice-presidente na direção anterior, liderada por Fábio Sérvio, hoje no PROS, seguirá na mesma missão. A disputa agora é para saber quem dirigirá o PSL em Teresina. Há pelo menos cinco pretendentes.

 

Bolsonaro chega a Israel e defende parcerias em segurança e defesa

O presidente Jair Bolsonaro chegou na madrugada de hoje (31) a Israel, para viagem oficial de três dias. Ele foi recebido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Em uma cerimônia de recepção no aeroporto, Bolsonaro afirmou que a visita visa discutir parcerias entre as duas nações em diversas áreas.

“O ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, voltou de Israel entusiasmado com as possibilidades de acordos e parcerias. A cooperação nas áreas de segurança e defesa interessa muito ao Brasil”, disse.

Bolsonaro se referiu à missão da equipe do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) ao país, em janeiro. O grupo, comandado pelo titular da pasta, Marcos Pontes, realizou reuniões e conheceu projetos em inovações como reuso e dessalinização de água.

Antes da partida para Israel, Bolsonaro adiantou que esse é um dos focos no debate das possíveis parcerias, bem como técnicas de agricultura e irrigação adotadas lá. A intenção, acrescentou o presidente, é estabelecer programas de cooperação que permitam a ida de estudantes brasileiros para capacitação nessas áreas de conhecimento. “Juntas, nossas nações podem alcançar grandes feitos. Temos que explorar esse potencial e é isso que queremos fazer nessa visita”, afirmou.

Na cerimônia de recepção hoje, o mandatário brasileiro afirmou que os dois governos pretendem “aproximar nossos povos, nossos militares, nossos estudantes, nossos empresários e nossos turistas”.

Na agenda, está prevista hoje uma reunião ampliada com o primeiro-ministro Netanyahu e assinatura de acordos e parcerias. Segundo o Palácio do Planalto, os acordos de cooperação devem englobar áreas como defesa, serviços aéreos, saúde e ciência e tecnologia. Amanhã (1º), Bolsonaro vai condecorar a equipe de israelenses que auxiliou nas buscas em Bumadinho (MG) e irá visitar a Unidade de Contra-Terrorismo da polícia daquele país.

Na terça-feira (2), o presidente recebe CEOs de empresas israelenses e brasileiras que atuam no país e participará de encontro empresarial. Bolsonaro deve retornar ao Brasil na quarta-feira (3).

Bolsonaro está acompanhado por uma comitiva formada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Bento Costa Lima (Minas e Energia), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Informação e Comunicações), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do tenente-brigadeiro do ar Raul Botelho, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, e do secretário da Pesca, Jorge Seif. O grupo ainda inclui os senadores Chico Rodrigues (DEM-RR), Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e Soraya Thronicke (PSL-MS) e a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF).

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Delegado deve liderar oposição à sucessão do prefeito de Luís Correia

Eduardo Alves Ferreira, delegado regional de Polícia Civil, é o nome mais cotado para suceder o atual prefeito de Luís Correia, Kim do Caranguejo nas eleições de 2020.

Eduardo poderá usar como slogan de sua pré-campanha no próximo ano: ‘Pulseira de Prata no pulso de Político Corrupto’, já que tem notoriedade por ter prendido um ex-prefeito daquela região litorânea. Fonte: PC. Foto: BBsilva. Edição: APM Notícias.

 

Ciro Nogueira critica reforma administrativa e Dias minimiza declaração

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) manifestou descontentamento com a reforma administrativa aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governo do Estado. Ao participar de evento nessa sexta-feira (28), o presidente nacional do Progressistas avaliou a reforma como tímida e insuficiente para garantir o equilíbrio das contas do Estado. “Esperava uma reforma que cortasse mais coisas. No dia que o Progressistas administrar esse estado vocês vão ver o que nós vamos fazer no enxugamento de máquina”, disparou.

A declaração do senador foi interpretada como uma alfinetada ao governador Wellington Dias (PT) e a equipe responsável pela elaboração do projeto de reforma administrativa. Apesar de estarem na base aliada de Wellington, as principais lideranças do Progressistas fazem questão de afirmar que o partido vai lançar candidatura ao governo do Estado em 2022.

Ciro Nogueira também comentou a disputa por cargos entre os membros da base aliada. Para ele, devem ser adotados critérios técnicos para a distribuição dos espaços na equipe administrativa. “O Progressistas não está com o governador por conta de cargos, tivemos desde 2014 ao lado dele. O Piauí está em um momento de muita dificuldade econômica, que está se agravando. Espero que ele escolha pessoas competentes. Tem gente competente no PT, no MDB, no Progressistas. Espero que o governador saiba escolher. Não podemos entregar qualquer tipo de órgão a pessoas incompetentes”, pontuou.

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) manifestou descontentamento com a reforma administrativa aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governo do Estado. Ao participar de evento nessa sexta-feira (28), o presidente nacional do Progressistas avaliou a reforma como tímida e insuficiente para garantir o equilíbrio das contas do Estado. “Esperava uma reforma que cortasse mais coisas. No dia que o Progressistas administrar esse estado vocês vão ver o que nós vamos fazer no enxugamento de máquina”, disparou.

A declaração do senador foi interpretada como uma alfinetada ao governador Wellington Dias (PT) e a equipe responsável pela elaboração do projeto de reforma administrativa. Apesar de estarem na base aliada de Wellington, as principais lideranças do Progressistas fazem questão de afirmar que o partido vai lançar candidatura ao governo do Estado em 2022.

Ciro Nogueira também comentou a disputa por cargos entre os membros da base aliada. Para ele, devem ser adotados critérios técnicos para a distribuição dos espaços na equipe administrativa. “O Progressistas não está com o governador por conta de cargos, tivemos desde 2014 ao lado dele. O Piauí está em um momento de muita dificuldade econômica, que está se agravando. Espero que ele escolha pessoas competentes. Tem gente competente no PT, no MDB, no Progressistas. Espero que o governador saiba escolher. Não podemos entregar qualquer tipo de órgão a pessoas incompetentes”, pontuou.

Parecer da reforma da Previdência será apresentado dia 9 de abril

O relator da reforma da Previdência (PEC 6/19) na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), disse nesta sexta-feira (29) que já tem convicção a respeito do parecer que deverá apresentar no dia 9 de abril.

Meu pirão primeiro: governadores vão gritar

governadores devem se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já na próxima terça.

Diante de impasses com o governo, eles querem tocar uma pauta própria de forma independente no Congresso.

 “A  situação é de Torre de Babel. O clima de insegurança e de beligerância é muito grande”, diz o governador Wellington Dias, do Piauí, que deve ir ao encontro com Maia.  (Mônica Bergamo – FSP)

W. Diz reconhece em Brasília paralisação do do Estado: Anúncio de secretários só depois da Semana Santa

Tá difícil

Publicamente Wellington não diz, mas aos interlocutores em Brasilia informa que o Estado do Piauí está paralisado. 
Tanto que não deve mais anunciar o secretariado na próxima segunda-feira. Vai deixar para depois da Semana Santa.

Reforma

Wellington Dias deve sancionar hoje a lei aprovada na Assembleia Legislativa da reforma administrativa. 
Mas sem a devida autonomia financeira e administrativa da Uespi essa reforma é um faz de conta.

Osmar Jr

Hoje, o governador Wellington Dias também empossará Osmar Jr na Secretaria de Governo. 

Ex-governador de Goiás José Eliton é alvo de operação contra corrupção em estatal

PF encontrou mala com R$ 800 mil na casa de uma das mulheres presas. (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

O ex-governador de Goiás José Eliton (PSDB) é alvo de mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Decantação 2, deflagrada nesta quinta (28) pela Polícia Federal. A ação investiga fraude em licitações e desvio de dinheiro na Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago).

De acordo com os investigadores, os desvios teriam sido cometidos entre 2012 e 2016. Três empresas de um único dono teriam sido beneficiadas em contratos com a Saneago. As companhias, no entanto, teriam impedimentos fiscais e não eram especializadas nos serviços que foram contratados para executar.

Ex-governador de Goiás, José Eliton. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os agentes cumprem, ao todo, cinco mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão em Goiânia e Aparecida de Goiás, cidades goianas.

Na casa de uma das mulheres presas, a PF aprendeu uma mala com R$ 800 mil em espécie, além de revólveres e projetos. No carro de outro suspeito, foram encontrados R$ 1 milhão.

Os alvos de busca são endereços de investigados e pessoas ligadas a José Eliton. Há ainda a determinação do sequestro de 65 imóveis.

Revólveres e projéteis apreendidos. Foto: Reprodução

Ratos da política brigam por cargos no governo do Piauí

O deputado Franzé jogou mais lenha na fogueira

As traças da política piauiense já estão se movimentando para abocanhar uma fatia do bolo do governo nos cargos da administração Wellington Dias (PT). Sem caráter e condições de viver sem as benesses do governo, estas ratazanas iniciaram ontem, (27), uma briga intempestiva para adquirirem um contracheque no rol de cargos que faltam ser preenchidos.

Os partidos aliados da base do governador começam a entrar em conflito pela participação no novo secretariado. A discussão na base aliada teve início após o deputado, Franzé Silva afirmar que o PT não abre mão que o critério seja o número de votos total no pleito de 2018. 

Segundo ele, o partido do governador teve a maior votação -350 mil votos – e foi fundamental para a reeleição do governador. Com isso, merece um espaço maior no governo.

“O governador vai ouvir cada uma das agremiações que fizeram a eleição ser vitoriosa em 2018. Temos que ter um critério. Não vai ser de quem grita mais levar cargos A ou B ou ter privilégios. Tem que haver um critério. Nossa linha de raciocínio dentro do PT é o critério do voto”.

“A fidelização do voto da bancada do PT não aconteceu 100% nas outras agremiações. Há casos de pessoas dentro da composição, mas que tinham lideranças do interior pedindo votos a outro candidato. O PT foi 100% direcionado a votos ao PT”, afirmou.

O PT defende que os partido com lideranças infiéis tenham peso menor na hora da divisão dos cargos. “Quando se diz que tivemos mais de 300 mil votos e foram fidelizados ao governador, queremos colocar isso na mesa do governador. Quem votou no governador e quem mais teve peso na sua vitória. Essa é a linha de argumentação do PT. Queremos que o PT tenha espaço proporcional ao que colaborou para a vitória. Se o PT fidelizou 100% dos seus candidatos votando no governador, queremos colocar isso na mesa de negociação. Somos o partido com mais votos dentre os que integram a coligação”, afirmou. 

O deputado João Madison (MDB) reagiu ao critério defendido pelo PT. Segundo ele, o partido do governador quer todos os cargos. Ele lembra que na Assembleia quem tem peso maior é o MDB.

“Vamos dialogar com o governador. Não é com o Franzé e nem com o Limma. Isso quem vai fazer é o deputado Marcelo Castro e também o deputado, Themístocles Filho (MDB). Quem vota na Assembleia são os deputados. Temos seis e o PT tem cinco. Até onde sei, seis é maior que cinco. A não ser  que na matemática do Franzé seja menor”, disse. 

João Madison também cita o caso da Secretaria de Desenvolvimento Rural. O PSD queria a pasta, mas perdeu a disputa com o MDB. 

“Com relação aos cargos, o PT já tem 30%. Tem Saúde, Educação, Administração, Planejamento, Desenvolvimento Rural, que o deputado Georgiano (PSD), quis brigar e perdeu porque queriam passar para ele uma que não existe que é a do Agronegócio. É melhor o PT ficar com tudo. Os cargos do interior vão sempre para o PT. E nós que votamos? Só sobra a amargura. Não acredito que o governador vai fazer isso”, declarou. ( Fonte:Jornaldacidadepi)

Governo nega fake news da ‘decisão de Bolsonaro’ de demitir ministro da Educação

Imprensa demite ministro da Educação mas faltou combinar com Bolsonaro

A Presidência da República negou enfaticamente o boato que dava conta da demissão do ministro Ricardo Vélez Rodriguez (Educação), por decisão do presidente Jair Bolsonaro. O porta-voz do governo confirmou ao Diário do Poder que a informação é verdadeira.

“Acabamos de falar com ele”, disse Otávio do Rêgo Barros referindo-se a Bolsonaro, “e a notícia não procede”.

As primeiras informações foram divulgadas pelo canal de notícias Globonews, muito embora nenhuma fonte oficial a tenha confirmado. Como tem sido frequente no noticiário político, a suposta informação não precisa ser verdade, basta ser verossímil.

O ministro da Educação tem sido alvo de muitas críticas porque sua gestão é caracterizada por recuos quase diários de decisões já anunciadas, além de crises provocadas pelas interferências do polemista Olavo de Carvalho no MEC.

“Não se pode ter sangria desatada”, diz Themístocles sobre cargos

O MDB e o PT vivem um clima tenso na Assembleia Legislativa do Estado, devido à discussão sobre o critério para a formação da composição do governo de Wellington Dias (PT). Os partidos discordam sobre o critério e já houve troca de farpas públicas.

“Não se pode ter agonia. Não se pode ter sangria desatada. Tem que deixar para o momento certo. Na hora certa. Os deputados precisam se preocupar com problemas de estradas barragens e outros problemas que estão acontecendo no Estado. Essa questão se resolve no seu devido tempo. Na sua devida hora. Não precisa tanta agoniação”, disse.

Themístocles Filho nega que a declaração seja uma alfinetada em algum deputado da base aliada. “Isso não é alfinetada em ninguém. Tudo na vida tem a hora de acontecer”, destacou.

A polêmica foi acirrada após o deputado, Franzé Silva (PT), afirmar que o PT quer que o critério seja o número de votos dos partidos. Já o MDB, quer que o partido com a maior bancada na Assembleia Legislativa do Estado tenha preferência na distribuição dos cargos.

Deputado Fábio Abreu volta para a Secretaria de Segurança do Piauí: Vai melhorar?

Foram publicadas no Diário Oficial do Estado, edição desta quarta-feira (27/03), as nomeações de Osmar Júnior e Fábio Abreu para as secretarias de Governo e Segurança Pública.

Os nomes são os primeiros confirmados para a equipe, ao que tudo indica, definitiva do governador Wellington Dias.

Até então, Merlong Solano (PT) é quem permanecia à frente da Secretaria de Governo. Agora, como primeiro suplente, assumirá o lugar de Abreu na Câmara dos Deputados.

Na secretaria de Segurança, quem deixou o cargo foi o Coronel Rubens Pereira, que assumiu a pasta quando Abreu se afastou para concorrer à reeleição na Câmara dos Deputados.

Braço direito do governador

O nome de Osmar era dado como certo para substituir Merlon desde a campanha do petista para a reeleição, em 2018. Foi o agora secretário quem coordenou o trabalho que levou Dias ao seu quarto mandato no governo do Piauí. Desde o início do ano, ao tratar da composição do novo secretariado, Wellington sempre apontou a ida de Osmar para a pasta do Governo como uma possibilidade.

Atividade Parlamentar

Mais cedo, Abreu havia publicado em suas redes sociais que estava assumindo a representação do Piauí na Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros, da Confederação Nacional dos Municípios (CMN). Hoje também participou de reunião na CCJ da Câmara dos Deputados. (Informações de Apoliana Oliveira)

Onde está Eduardo Cunha? De cadeia nova

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

A direção do Complexo Médico-Penal (CMP), na região metropolitana de Curitiba, transferiu grande quantidade de presos da sexta galeria do presídio —onde estão condenados da Lava Jato como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

A ala agora tem apenas investigados ou condenados por crime de colarinho branco, ligados à corrupção. Antes, eles dividiam espaço com outros detentos como médicos e idosos.

Atualmente há cerca de 40 pessoas no local, que tem capacidade para mais de 70. As outras alas do presídio, no entanto, sofrem com a superlotação. O CMP foi projetado para cerca de 600 detentos, mas tem mais de 800.

Governo do Piauí “enterra” dinheiro das estradas:população cobra

Tábua de Pirulito

A população está fazendo de tudo para evitar acidentes nas estradas esburacadas pelo interior do Piauí. No trecho Picos a Santana, chegaram a plantar bananeiras nas crateras que surgiram no leito da estrada porque o DER por lá não anda. 
E, na placa, ainda há uma faixa cobrando do governador os quase R$ 4 milhões anunciados para a pavimentação da estrada.

BR-316

De matar de vergonha (quem tem vergonha) é o trecho da BR-316, entre a Casa de Custódia e a Esplanada. Os buracos prejudicam os carros e, pelo visto, o fantasmagórico DER nada faz. 
Nessa estrada já enterraram tanto dinheiro a pretexto da sua malfadada duplicação que só falta o Ministério Público entrar na história para saber em que bolsos a grana foi parar. (Portalaz)

“A Segurança é uma questão entre o governador e Fábio Abreu”, diz Xavier

O presidente do PR no Piauí, deputado estadual Fábio Xavier, afirma que a indicação do deputado federal, Fábio Abreu, para a Secretaria de Segurança não faz parte da cota do partido. Segundo ele, o retorno de Abreu à pasta é um acordo feito direto entre o parlamentar federal e o governador Wellington Dias (PT).

Fábio Xavier foi secretário da pasta e pediu afastamento para concorrer à reeleição no pleito de 2018, como manda a legislação eleitoral.

“Sem dúvidas querem manter a Secretaria de Cidades. Ninguém abre mão dos espaços que conquista. A nossa intenção é contribuir com o governador. Agora será ele quem vai decidir em qual local o partido pode contribuir. Se ele entender que é a Secretaria das Cidades permaneceremos com todo prazer e com muita satisfação, porque conseguimos uma gestão exitosa nos anos que conduzimos a pasta e temos convicção que prestamos um serviço bom à sociedade do Piauí”, disse.

Fábio Abreu afirma que não conversou com o governador sobre Fábio Abreu. “Até hoje nunca sentei com o governador para tratar de cargos com o governador. A questão do chamamento do Fábio Abreu para a Secretaria de Segurança foi uma questão entre o governador e o próprio deputado Fábio Abreu. Com relação a partido, não conversamos ainda. Estamos aguardando e temos tranqüilidade que o governador deve fazer isso na hora certa”, afirmou.

Alcolumbre faz ‘limpa’ no Senado e demite 150 apadrinhados de Renan e Sarney

O senador Davi Alcolumbre se livrou do fantasma de eventuais espiões de Renan e Sarney. (Foto: Jefferson Rudy/AgSenado)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), promoveu uma “limpa” demitindo nesta terça-feira (26) cerca de 150 funcionários comissionados, nomeados sem concurso, quase todos ligados a Renan Calheiros (MDB-AL) e até a José Sarney (MDB-AP). Veja aqui a lista completa: Lista de Demitidos do Senado.

Todos ocupavam há anos cargos-chave de confiança, de diretores a garçons, além de assessorias muito bem remuneradas, embora de necessidade duvidosa. Aliados de Alcolumbre suspeitam que vários dos demitidos atuariam como espiões dos padrinhos.

Os atos foram publicados no Boletim Administrativo de Pessoal (BAD) do Senado Federal e atingiu pessoas que há décadas estavam pendurados em cargos de comissão, inclusive jornalistas, lotados na Presidência, da Secretaria Geral da Mesa, do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e da Diretoria Geral do Senado.

Aguarda-se ainda a demissão da diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, que parece ter sido mantida no cargo para promover as exonerações determinadas pelo presidente da Casa. Mas como Trombka tem origem judaica, como Alcolumbre, há pedidos para que ela seja mantida.

Outra demissão aguardada é a de Luiz Fernando Bandeira de Melo, secretário-geral da Mesa Diretora que foi acusado de manobrar, na véspera da recente eleição para a presidência do Senado, que beneficiava a candidatura do seu “padrinho” Renan Calheiros.

Entre os demitidos estão vários jornalistas como Tânia Fusco, muito ligada à ex-senadora Roseana Sarney, nomeada em 2003 e lotada na presidência do Senado, além de Carlos Iberê Freitas, que foi assessor de imprensa do ex-presidente Eunício Oliveira. Muitos recebiam quase R$22 mil por mês.

Alcolumbre demitiu Vandira Brito Peixoto, que foi assessora do ex-senador José Sarney. Também perdeu o cargo Joaquim Campelo, integrante da equipe que elaborou o dicionário Aurélio e amigo de Sarney. Outros jornalistas exonerados: Vamireh Chacon, Lisle Heusi de Lucena, Joaquim Campelo, Ricardo Tom e Said Dib.

Estudantes da UESPI pulam as grades e tomam o jardim do Palácio de Karnak

Alguns estudantes da Universidade Estadual do Piauí invadiram na manhã desta terça-feira (26/03), a área externa do Palácio de Karnak, localizado no Centro de Teresina, ao lado da Praça da Liberdade.

Estudantes e professores da UESPI organizaram uma caminhada até o Karnak, segundo o estudante de direito, Kaytson Silva, “o principal motivo do ato de hoje é para que a gente tenha uma resposta do governo, uma resposta positiva, por que se a gente vier com mais respostas negativas, é capaz que a universidade não consiga perdurar por muito tempo”.

A organização da caminhada aconteceu no Centro de Ciências da Saúde da UESPI, localizado na rua Olavo Bilac, em frente ao hospital São Marcos. Os professores e estudantes iniciaram a caminhada na Avenida Frei Serafim com o acompanhamento do carro de som.

A caminhada seguiu até o Colégio das Irmãs e desceu passando pela Praça do Fripisa, seguindo até a rua 7 de Setembro, onde o ato subiu para chegar até o Palácio de Karnak. 

Durante a caminhada, a todo momento, estudantes e professores proferiam palavras de indignação para o estado em que a UESPI se encontra em todo o estado. Gritos e palavras como “A UESPI se nega a morrer”, tomaram conta da caminhada.

Estudante invadem área externa do palácio:

Ao chegar no Karnak, alguns estudantes invadiram a área externa do palácio para reivindicar as melhorias para a UESPI. Um jovem chegou a ser detido e algemado, mas após pedidos dos manifestantes, ele foi liberado.

Estudante é detido após invadir o palácio:

Após apelo, estudante foi liberado: 

Segundo a Coordenadora Geral do Sindicato dos Docentes da UESPI, a caminhada é uma resposta de todos os campis do estado.

“Essa caminhada é a resposta de todos os Campis do interior, para trazer para o governador nossas demandas. A gente levantou aqui, começamos uma greve colocando a questão estrutural da UESPI, e a questão financeira, falta de bolsa para estudante, uma série de problemas que a universidade enfrenta”, finalizou. 

O Secretário de Governo, Ricardo Pontes, recebeu ao final da caminhada, representantes do movimento no Palácio de Karnak, devido a ausência do governador Wellington Dias, que cumpri agenda em Brasília. 

Confira mais fotos do movimento:

 

Líderes do MDB comemoram soltura de Temer: “O presidente que mais trouxe recursos para o Piauí”

Shelda Magalhães 

“Foi mais do que justo”, “justíssimo”, “preenche todos os requisitos que a defesa solicitou”. Essas foram algumas das expressões ouvidas pela reportagem do OitoMeia a respeito da soltura do ex-presidente da República Michel Temer (MDB), liberado após decisão do desembargador Antonio Ivan Athié.

Temer havia sido preso na quinta-feira em São Paulo pela Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro. Para alguns dos principais líderes do MDB no Piauí, a prisão do ex-presidente “fere os princípios da democracia”. É o que diz, por exemplo, o deputado estadual Henrique Pires (MDB), um dos maiores defensores do ex-presidente.

Henrique Pires foi um dos políticos piauienses que mais esteve próximo de Michel Temer durante os seus dois anos e meio de governo, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Ele considera que a prisão de Temer “fere os princípios do Estado Democrático de Direito” e fere ainda “garantias individuais”.

“Justíssimo (a soltura de Temer). Ninguém pode atropelar a Lei com base no seu passado, no que já tenha feito. Foi um atentado contra o Estado de Direito, qualquer um que seja preso da forma que ele foi, não é só ele não. Atenta contra as garantias individuais”, afirmou Henrique Pires.

O parlamentar foi um dos que agradeceu publicamente tudo que conseguiu, quando era presidente da Funasa na época do Governo Temer, como mostra a foto abaixo. “O presidente Michel Temer foi o presidente que mais trouxe recursos para o estado do Piauí. Foi a única vez na história que os tetos de saúde foram todos preenchidos pelo Governo Federal”, assegurou Henrique Pires.

Henrique Pires não era só membro da base aliada do Governo Michel Temer, mas um amigo pessoal do ex-presidente, com trânsito livre pelo Palácio do Planalto. “Ele deve estar indignado, como um operador do Direito, professor da USP, doutor em Direito Constitucional. Ele sempre prezou pela Lei e pelas garantias da Lei. Não estou dizendo que ele é santo, mas falo do que eu conheço. Até inimigos políticos como Ciro Gomes e do PT falam do quanto a prisão foi equivocada”

THEMÍSTOCLES E MADISON SE MANIFESTAM
Um dos maiores líderes do MDB no Piauí, o presidente da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi)  Themístocles Filho é mais cauteloso ao falar sobre o ex-presidente Michel Temer. Themístocles, no entanto, concorda que o ex-presidente da República contribuiu muito com o Piauí quando esteve no Planalto: “Se (o juiz) mandou soltar é porque preenche todos os requisitos que a defesa solicitou. Não é a minha opinião, é a opinião da Justiça do Brasil. Se a Justiça tomou essa decisão é atendendo ao que foi solicitado”. Questionado pelo OitoMeia se considera que Temer ajudou bastante o Piauí, ele concorda: “Sim, ele ajudou o Piauí, mas não era um presidente popular. Isso ninguém discute”.

Para outro líder do MDB no estado, o também deputado estadual João Madison, a decisão da Justiça em soltar Michel Temer foi mais que justa. Segundo ele, o ex-presidente pode até ser culpado, mas todos têm direito a defesa. E quando o assunto foi o trabalho de Temer para o Piauí, o parlamentar concordou com seus colegas de Assembleia: “Fez mais do que Justiça a liberação dele. Ele tem que se defender e não teve oportunidade, estão rasgando a Constituição. Isso é uma absurdo. Como que você vai preso sem saber nem pelo que? Ele pode até ser culpado, mas tem que ter o direito de defesa. Ele fez muito pelo Piauí, os prefeitos agradecem a ele, porque ele fez muito pelo Estado, não há dúvidas disso”.

Themístocles e Madison comentam ao OitoMeia sobre a soltura de Michel Temer (Foto: Reprodução)

Lucy Soares critica reforma e diz que governador deve explicação à sociedade

A deputada Lucy Soares, filiada ao Progressista, partido aliado do governador Wellington Dias (PT), fez duras críticas à proposta de reforma administrativa. Segundo ela, o governador deve explicações à população.

“Numa crise profunda que temos enfrentado há anos, a pergunta que fica é por que só agora, depois de tantos gastos e sofrimentos gerados, as despesas serão cortadas e a máquina desinchada? O Governo ainda deve uma explicação para a população, e essa explicação não consta nas mensagens”, disse.

Das 12 coordenadorias existentes, o governo manteve apenas cinco. A Coordenadoria dos Idosos passará a ser ligada a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc).