Governo do Piauí diz que deixou de receber mais de R$ 40 milhões do FPE

O Governo do Estado afirma que deixou de receber mais de R$ 40 milhões com as quedas nos repasses do Fundo de Participação do Município. A administração do governador Wellington Dias (PT) reclama que tem sido afetada com perdas na arrecadação e diz faltar apoio da União.

O valor do FPE repassado em setembro desse ano foi de apenas R$ 177 milhões e 756 mil, sendo que a estimativa era que esse repasse seria na ordem de R$ 200 milhões e 071 mil. E apesar da terceira parcela do mês de outubro ainda não ter sido repassada, considerando a previsão do valor dessa última parcela, divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), não vai a previsão estimada para esse mês de outubro. Deve ser repassado um total de R$ 201 milhões e 856 mil, enquanto a previsão seria do Piauí receber R$ 219 milhões e 710 mil.

Os Estados, por meio do CONFAZ, tentam recuperar na Justiça perdas oriundas de medidas adotadas pela União, que diminuíram a arrecadação e prejudicaram os Estados e o Distrito Federal. Eles questionam, por exemplo, a reclassificação de receitas que integram o FPE, principalmente as advindas de programas de parcelamentos (REFIS), o que teria causado nos últimos cinco anos um prejuízo de R$ 14 bilhões para os Estados.

Pagamento de Precatórios 

O governo afirma que todas essas perdas no repasse do FPE têm feito com os Estados não consigam manter o equilíbrio financeiro necessário para honrar os compromissos, como, por exemplo, o pagamento dos precatórios.
Além do problema financeiro, o Estado afirma que deixou de efetuar esse pagamento porque  a questão está subjúdice.

Segundo a atual gestão,   há quatro meses o Piauí, por meio da PGE, ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que pagasse apenas 1,3% e não 1,5% da Receita Corrente Líquida (RCL), como vinha pagando, com dívidas judiciais, os chamados precatórios.
O Estado já tinha entrado com o recurso junto ao TJ e como o mesmo foi negado recorreu ao STF, portanto, discorda do bloqueio judicial.

Deputado rejeita convite para voltar a fazer parte da base de Wellington

O deputado estadual Evaldo Gomes (PTC) parece mesmo decidido a não voltar para a base de Wellington Dias (PT). O MDB, partido aliado ao petista, até tentou convencer o parlamentar, mas em vão.

Evaldo foi procurado por emedebistas nesta semana; a intenção foi fazer com que o deputado integrasse os quadros do partido, tendo em vista que o PTC, por não ter atingido a cláusula de barreira, será extinto.

“Convidamos o Evaldo. Ele ainda vai ver o que é melhor, mas o convidamos. O convite foi agora, depois da notícia de que o partido dele seria extinto. Se ele quiser vir, não tem problema; o MDB aceita com maior prazer”, disse o deputado estadual reeleito João Madison (MDB).

Em entrevista ao Portal AZ, Gomes confirmou o convite, mas frisou que não pensa na possibilidade de mudar de legenda. A única alternativa em mente, segundo o parlamentar, é articular a fusão do PTC com Patriota e formar um só partido para se manter na oposição. O desfecho acontecerá no próximo mês, anunciou ele.

“Nós recebemos convite do MDB e de outros partidos, mas o nosso caminho já está traçado, decidido, que é uma fusão com o Patriota nacional. Estamos dialogando a nível nacional e estamos esperando apenas uma reunião para decidir sobre os detalhes da fusão entre esses dois partidos. Planejamos uma convenção para novembro. A gente, com certeza, ficará nesse novo partido, que terá o nome de Patriota”, declarou Evaldo.

Apesar de ter saído de forma abrupta da base governista, depois de mal-estar com o governador, Evaldo garantiu que não fará enfrentamento ao executivo estadual na Assembleia Legislativa.

“Não estou em busca de fazer enfrentamento com o governo. Seria o parlamentar que sempre fui: vigilante, fiscal da população, e estou aberto ao diálogo com quem quer que seja. Temos que respeitar o resultado das urnas; as urnas deram 54% de voto para o governador”, disse Gomes.

O racha entre PTC e Wellington Dias aconteceu há pouco mais de 2 meses das eleições. O partido buscava apoio do petista para conseguir lançar uma chapinha visando disputar a eleição proporcional, no entanto, não teve o pleito atendido. Depois da dissidência, Evaldo resolveu apoiar o senador Elmano Férrer (Podemos) na disputa pelo governo do Estado.

Pesquisa BTG/FSB: Jair Bolsonaro 60% e Fernando Haddad 40%

Foram entrevistados 2.000 eleitores por telefone. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Pesquisa de intenção de voto para a presidência da República realizada pela BTG Pactual/FSB foi divulgada nesta segunda-feira (22). Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 60% dos votos válidos e Fernando Haddad (PT) com 40%.

Foram entrevistados 2.000 eleitores por telefone. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR03689/2018.

Nesse cenário foram considerados apenas os votos válidos, excluindo os que afirmaram que votariam em branco, nulo ou que iriam se abster. Dos entrevistados, 5% afirmaram que votariam em nenhum dos candidatos, 4% disseram que não sabiam em quem votar ou preferiram não responder e outros 4% afirmaram que iriam votar em branco ou nulo, ou seja, um total de 13%.

Rejeição

Dos candidatos, o presidenciável Fernando Haddad registra a maior rejeição com 52% e Bolsonaro aparece com 40%.

Pesquisa BTG/FSB: Fernando Haddad lidera rejeição de eleitores no segundo turno Foram entrevistados 2.000 eleitores por telefone. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Com informações GP1

Bolsonaro prepara ‘pacotão’ de medidas e vai conversar com o Congresso

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse que, se eleito, as propostas de governo só serão encaminhadas ao Congresso Nacional, depois de conversas com senadores e deputados federais. De acordo com ele, pretende apresentar uma série de medidas que devem ser negociadas com os parlamentares.

“Não vamos apresentar nada sem conversar com os parlamentares. Para ter certeza que essas reformas serão aprovadas de forma racional pelo Parlamento.”

A afirmação foi dada durante entrevista exclusiva à TV Band e veiculada nas redes sociais do candidato neste domingo (21). Ele reiterou que não pretende participar de debates, como vem cobrando seu adversário Fernando Haddad (PT).

O candidato do PSL rebateu as acusações de envolvimento no esquema supostamente financiado por empresários para disseminar fake news anti-PT. Segundo ele, sua campanha é feita por simpatizantes e ele, pessoalmente, não tem amizade com empresários. “São milhões e milhões de pessoas que trabalham pela minha candidatura. São robôs do bem.”

Pacotão

Segundo Bolsonaro, na relação do “pacotão de medidas” estão propostas que se referem à segurança jurídica para o campo. “Não pode o fazendeiro hoje ouvir uma notícia que a terra dele vai ser demarcada.” Ele disse que o setor produtivo precisa ter garantias quando houver demarcação de terras ou reintegração de posse de terras.

Também examina a possibilidade de tipificar como “terrorismo” eventuais ocupações do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). “Nós vivemos em paz e harmonia. Invasão de terra não pode continuar acontecendo no Brasil.”

O candidato reiterou os nomes que devem compor seu futuro ministério: o general Augusto Heleno para Defesa, o deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS) para Casa Civil, o astronauta Marcos Pontes para Ciência e Tecnologia, e Paulo Guedes para Economia. Ele confirmou que pretende unir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

Segurança

O candidato negou que pretenda atenuar punições para militares que matam em serviço. Mas confirmou que vai se empenhar para mudar a legislação atual, de acordo com as circunstâncias específicas. Ele disse que hoje há uma guerra devido à violência e que é impossível negar essa avaliação.

“Estamos em guerra, ninguém nega isso, e se estamos em guerra devemos nos comportar como soldados em combate. O militar entrando em operação, o lado do inimigo, aqueles que portam arma de guerra, caso venham a ser abatidos, o nosso soldado deve ser condecorado e não processado”, disse. “Não quero dar carta branca para as Forças Armadas nem de segurança de matar”

Bolsonaro confirmou que pretende buscar amparo jurídico para colocar as Forças Armadas no patrulhamento de rotina nas cidades. Segundo ele, a negociação deverá ser feita entre o Ministério da Defesa e o governador do estado onde está localizada a cidade que precisa de segurança federal.

Edição: Lílian Beraldo-agência brasil

 

Bolsonaro e Haddad adotam distintas formas para falar com o eleitorado

Nesta última semana para o segundo turno, os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) adotam formas diferentes de lidar com os eleitores e a opinião pública. Bolsonaro aproveita os momentos para conceder entrevistas à imprensa, enquanto Haddad intensifica sua participação em atos de rua.

Em São Paulo, Haddad tem encontro agora de manhã com catadores, e à noite participa de um ato denominado “Haddad Sim – Todas e Todos pela Democracia”, no bairro de classe média alta de Perdizes. Amanhã (23), ele deverá estar no Rio de Janeiro, onde também faz campanha de rua.

A agenda oficial de Bolsonaro não costuma ser divulgada. Em geral, ele passa os dias em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e sai apenas para gravar a participação no horário eleitoral, na residência do empresário Paulo Marinho. Após as gravações, ele tem concedido entrevistas.

Partidos aliados esperam encontro com o governador para definir cargos

Os partidos aliados da base do governador Wellington Dias (PT) aguardam uma definição do governador Wellington Dias (PT), sobre a composição da nova equipe administrativa do petista. Wellington já avisou aos aliados que reuniões com as bancadas devem ocorrer apenas depois do segundo turno da disputa presidencial.

Alguns pontos como envolvimento dos partidos na campanha no Estado e o apoio a Fernando Haddad (PT), para a presidência, devem ser levados em consideração na hora da divisão dos cargos. A aposta é que as siglas consideradas mais leais tenham mais espaços no governo.

O presidente do Progressistas no Piauí, deputado Júlio Arcoverde, afirma que o partido espera um encontro com o governador. Segundo ele, o partido vai pedir ainda a redução da máquina pública.

“O governador só vai conversar com os partidos depois do segundo turno. Isso é natural. Acabamos de sair de uma campanha. O importante é que esse grupo se mantenha unido”, afirmou. 

Lídia Brito

PT entende bem de redes sociais: foi acusado de pagar a ‘mortadelas virtuais’

                                                  Aplicativo petista pagava R$ 2 mil mensais por ‘compartilhamento’

A ação que pretende impedir no tapetão a vitória de Jair Bolsonaro alegando “compra de envio” de mensagens via Whatsapp, pode representar “tiro de bazuca” no pé do PT. É que a ação abre caminho para que o PT seja punido por ação idêntica devido à utilização do aplicativo “O Brasil Feliz de Novo”, que remunera os “mortadelas virtuais” que compartilham o conteúdo petista nas redes sociais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O app Brasil Feliz de Novo paga até R$2 mil/mês para os “militantes” mais ativos. A fórmula é simples: engajamento online vira dinheiro.

Ganha “pontos” no aplicativo quem compartilhar, curtir ou se engajar de alguma forma conteúdo do PT. Pontos são trocados por dinheiro.

O caso do PT tem até vídeo explicativo de criadores do aplicativo sobre como maximizar o objetivo do usuário: “ganhar dinheiro, né gente?”.

A legislação eleitoral permite propaganda eleitoral na internet, mas não o “impulsionamento” pago de conteúdo por terceiros. O MP já investiga.

TSE barra propaganda eleitoral do PT sobre tortura.

 

 

Tribunal Superior Eleitoral, em decisão liminar do ministro Luís Felipe Salomão, suspendeu a veiculação da peça de propaganda televisiva da coligação do candidato a presidente da República Fernando Haddad (PT) que exibe cenas de tortura e expõe fala do candidato Jair Bolsonaro como sendo favorável a essa prática.

A decisão atende a um pedido da coligação do PSL. Os advogados alegaram que a propaganda induz o eleitor a pensar que, se Bolsonaro for eleito, vai perseguir e torturar eventuais opositores políticos; dessa forma, a propaganda, segundo os advogados, estaria colocando medo e acirrando os ânimos da população promovendo confronto entre apoiadores dos dois candidatos.

O ministro Salomão, na decisão publicada neste sábado, 20, afirmou que a “a peça publicitária impugnada ultrapassou os limites da razoabilidade e infringiu a legislação eleitoral” e que “o conteúdo da mídia, diante das cenas de violência, destina-se à faixa etária acima dos 14 anos, e só poderia ser veiculada, na televisão, após às 21h”.

“Observando a sequência das cenas e a imputação formalizada ao candidato impugnante e seus eleitores/apoiadores, percebo que a peça televisiva tem mesmo potencial para ‘criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais'”, disse o ministro do TSE, que é também ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A propaganda resgata um vídeo em que Bolsonaro se diz favorável à tortura, em um programa de televisão. “Eu sou favorável a tortura, tu sabe disso”, diz Bolsonaro no vídeo exposto. A peça também mostra o deputado federal defendendo a memória do coronel Brilhante Ustra na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (“Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra”).

A peça publicitária da coligação do candidato Fernando Haddad expõe trechos de cenas de tortura do filme Batismo de Sangue (2006), dirigido por Helvécio Ratton, e mostra depoimento da escritora Amelinha Teles, que foi torturada pelo Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra durante a ditadura militar.

Outra fala de Bolsonaro exposta é uma em que ele fala sobre morte de inocentes. “Através do voto, você! Não vai mudar nada nesse país. Você só vai mudar, infelizmente, quando um dia nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez, matando uns 30 mil. Se vai morrer alguns inocentes, tudo bem”, diz.

Para o ministro Luís Felipe Salomão, a propaganda simula uma distopia — conceito que é o oposto da utopia e remete a um lugar ou um estado imaginário em que há opressão e disfuncionalidade na sociedade.

“A distopia simulada na propaganda, considerando o cenário conflituoso de polarização e extremismos observado no momento político atual, pode criar, na opinião pública, estados passionais com potencial para incitar comportamentos violentos”, afirma.

Por apresentar “cenas muito fortes de tortura”, segundo ele, “é forçoso reconhecer a inviabilidade de sua transmissão” uma vez que a propaganda eleitoral no horário noturno inicia às 20h30. Salomão fixou uma multa de R$ 50 mil a cada descumprimento da decisão, se a propaganda voltar a ser veiculada. Fonte: MSN. Fotos: SN/JC/OTS. Edição: APM Notícias.

 

ROBERT RIOS diz que, se Bolsonaro quiser, ele volta pra PF

SAIU NO O ANTAGONISTA – Ao site O ANTAGONISTA, o deputado estadual Robert Rios declarou que a vitória do PT no Piauí no primeiro turno se deu, principalmente, por causa da fome.

Ele também declarou que, se Bolsonaro ganhar a eleição e quiser, ele (Robert) está pronto para deixar a vida de delegado aposentado e voltar ao trabalho para não deixar “vagabundos” em pé.

CONFIRA NA ÍNTEGRA A NOTA DO O ANTAGONISTA:

“Os petistas estão indo nas periferias e dizendo que o Bolsonaro vai acabar com Bolsa Família”

Hoje é Dia do Piauí, data que marca os 196 anos de adesão do estado à Independência do Brasil.

No primeiro turno, Fernando Haddad ganhou por lá com 63,40% dos votos válidos. Jair Bolsonaro obteve 18,76%.

O deputado estadual Robert Rios (DEM), derrotado na corrida ao Senado, disse a O Antagonista que o resultado se explica “pela fome e pela miséria”.

“Aqui é o lugar da fome e da miséria: a cada cinco famílias, basicamente três recebem Bolsa Família. Os petistas estão indo nas periferias e dizendo que o Bolsonaro vai acabar com o programa, é um escândalo.”

Ele continuou:

“Existem ‘dois Piauí’: o que come e o que não come. No que come, todo mundo é Bolsonaro. Os votos nele vão aumentar no segundo turno.”

O deputado, que é delegado aposentado da Polícia Federal, afirmou que toparia voltar à corporação caso Bolsonaro seja eleito presidente.

“Se o Bolsonaro quiser, eu volto e aí não fica um vagabundo desse em pé aqui no Piauí.”

Ciro Nogueira começa discordar da máquina do governo

                           Senador começa a dar “pitaco” nos malfeitos do governo do Estado

O senador reeleito Ciro Nogueira (Progressistas) usou sua conta no twitter e voltou a falar que vai trabalhar pelo corte de gastos no governo estadual. O presidente nacional do Progressistas foi além e disse ainda que lutará pelo corte de privilégios no Executivo.

“Trabalho sempre em respeito a quem trabalha e produz. Por isso, lutarei pela redução da máquina do estado, corte de privilégios e de impostos”, declarou.

Ciro ressaltou que o Estado vive uma crise e que vai seguir contribuindo com a retomada do crescimento. “Seguirei contribuindo para nosso país e meu amado Piauí saiam da crise, retomando o crescimento e emprego. Podem contar comigo”, afirmou.

O senador afirmou que não só o governo, mas os poderes legislativo e judiciário devem também fazer cortes “radicais” de despesas para evitar uma crise financeira no País. “Todos os poderes precisam ter um corte radical”, disse.

O senador disse ainda que se irrita com a quantidade de disposição de servidor e que é preciso adotar medidas urgentes contra a violência no Estado. (Jornaldacidadepi)

TSE adia anúncio de medidas contra notícias falsas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para domingo (21), às 14h, a entrevista coletiva marcada para esta tarde para anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas, as fake news, nas redes sociais. A entrevista foi adiada por causa de  incompatibilidades nas agendas dos participantes.

A coletiva foi anunciada ontem (18) após o TSE receber cobranças sobre as medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdo falso durante a campanha eleitoral.

Nesta quinta-feira (18), a coligação que sustenta a candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República e o PSOL entraram com pedidos no TSE para que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.

Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.

Deverão participar da coletiva prevista no próximo domingo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro. Fonte: TribunadaBahia. Foto: BBC.com.Edição: APM Notícias.

“Situação financeira do Piauí é preocupante”, diz Júlio Arcoverde

O presidente do Progressistas no Piauí, deputado Júlio Arcoverde, manifestou preocupação com a situação financeira do Piauí. Segundo ele, é preciso reduzir os gastos para que a folha de pagamento continue sem atrasos. 

Depois do segundo turno, os deputados Progressistas devem se reunir com o governador Wellington Dias (PT) e apresentar um documento com sugestões de corte de gastos. 

“É uma sugestão que estudamos com outros técnicos. É um documento a título de sugestão. O próprio governador já sabe o que deve fazer. Não é nada de dizer que queremos isso ou aquilo. A questão das disposições é muito séria, principalmente, na área de saúde e educação. É uma tese que o partido briga muito. A questão de se penalizar um professor que fica na sala de área. Aquele que consegue disposição para um gabinete não trabalha e ganha mais do que quem fica na sala de aula”, afirma.

Apesar da preocupação, o deputado diz acreditar que não há possibilidade de atraso de salários.
 
“Se fosse pela oposição já em julho era para ter atrasado salários, em agosto também. Vamos parar com esse negócio de agourar o Estado. Vamos fazer tudo para não atrasar. Temos que trabalhar para evitar isso. A única obra que temos hoje de gerar dinheiro é a folha em dia. Já pagamos metade do décimo terceiro. Apesar do agouro, temos que trabalhar para evitar isso”, destacou.

General quer filho de Bolsonaro na chefia da Câmara e prisão de ministros do STF.

 

 

Coordenador das candidaturas de militares das Forças Armadas e deputado eleito por São Paulo, o general Roberto Sebastião Peternelli Júnior (PSL) afirmou que os partidos com as maiores bancadas na Câmara em janeiro – o PSL – e no Senado – o MDB – devem presidir as respectivas Casas. Ele defendeu a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a presidência da Câmara. Filho do presidenciável Jair Bolsonaro, Eduardo foi reeleito com 1,8 milhão de votos.

O fato de ele ser filho do candidato à Presidência não seria um problema, segundo o general. “Família não pode ajudar, mas também não pode atrapalhar.” Peternelli saiu aspirante-a-oficial na turma de 1976, da Academia Militar das Agulhas Negras onde foi contemporâneo de Bolsonaro (turma de 1977) e do general Hamilton Mourão (turma de 1975), candidato a vice-presidente na chapa. É amigo do general Eliéser Monteiro Girão, também eleito deputado federal pelo PSL, que nesta terça-feira (16), defendeu o impeachment e a prisão de ministros do STF. 

A decisão de indicar Eduardo Bolsonaro para presidir a Câmara foi fechada em reunião da bancada paulista do PSL – o partido elegeu dez deputados federais no Estado. “Teremos a maior bancada em janeiro e temos o deputado mais bem votado, Eduardo Bolsonaro. Mas quem vai decidir isso será o Jair”, disse o general.

A disposição de fazê-lo presidente da Casa foi confirmada pelo senador eleito Major Olímpio (PSL-SP). “Por meritocracia, seria o Eduardo Bolsonaro, que teve a maior votação.” Olímpio admitiu, no entanto, que há a possibilidade de a sigla indicar o deputado eleito Luciano Bivar (PE), fundador do PSL para o cargo. O partido elegeu 52 deputados, mas tem a expectativa de que mais deputados resolvam aderir à legenda até o fim do ano, fazendo sua bancada ultrapassar a do PT, que obteve 56 cadeiras na Câmara.

Assembleia

Além dos deputados federais eleitos, os 15 estaduais do PSL participaram do encontro, entre eles o capitão reformado do Exército Castelo Branco. Na semana passada, Castelo Branco afirmou que o nome da deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) deve ser indicada pelo partido para presidir a Assembleia Legislativa de São Paulo. “Ela deve ser a primeira mulher a presidir a Casa”, afirmou o capitão.

O PSL fez 15 deputados estaduais em 2018, o que significa a maior bancada da Assembleia Legislativa na próxima legislatura. Janaína Paschoal recebeu mais de 2 milhões de votos e foi a deputada estadual mais votada da história. Segundo Olímpio, que é ainda o presidente do PSL paulista, a escolha se deu por unanimidade na bancada.

“Os mais de 2 milhões de votos dela arrastaram junto mais da metade da bancada, já que a cada 210 mil votos entrou mais um parlamentar. Ela é madrinha da maioria dos deputados”, disse Olímpio. Ainda segundo ele, a tradição da Casa também é de que a maior bancada faça a indicação do presidente. Fonte: OESP. Fotos:Folhauol/TribunadoNorte. Edição: APM Notícias.

Jogada de Lula, distanciado da campanha, é se descolar da derrota de Haddad

Petista presidiário deixa claro que a derrota não será dele

Quando orientou o candidato do PT a presidente ser “mais Haddad” no segundo turno, após a derrota acachapante no primeiro turno, o ex-presidente e presidiário Lula apenas colocou em prática sua nova jogada: descolar-se de nova derrota para Jair Bolsonaro (PSL). “Lula é esperto, experiente, percebeu logo que Haddad não venceria”, diz um ex-ministro lulista de carteirinha eleito para o Congresso no dia 7. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A tentativa de Lula de se descolar de eventual derrota explica sua demora e relutância na definição de Haddad como candidato do PT.

Lula ficou “traumatizado” com a derrota de 2016: Haddad teve menos votos que brancos e nulos, mesmo com o ex-presidente a tiracolo.

O ex-presidente culpa a derrota humilhante de Haddad em 2016, ao tentar a reeleição, pelo derretimento do seu cartaz em São Paulo.

Lula cumpre pena de 12 anos por lavagem de dinheiro e corrupção, mas põe a culpa pela derrota do PT em Haddad.

Sem dinheiro não tem apoio a Haddad – dizem deputados a W. Dias

Wellington Dias deve ter saído da festiva reunião com os aliados, anteontem, certo de que estará só nessa empreitada de caçar votos para Fernando Haddad, no segundo turno. 
Porque, enquanto a vice-governadora e deputada federal eleita Margarete Coelho já avisou que ficará neutra, a maioria dos presentes saiu decidida a não mover uma pedra  atrás de voto.

Lisos 

Porque os deputados se queixam de absoluta liseira após campanha do primeiro turno. 
E, francamente, a grande maioria dos aliados está apostando mesmo é em Bolsonaro.

Do Portalaz

Edição/publicação:blogdobsilva

Mara Gabrilli diz que PT extorquiu seu pai com arma na cabeça para beneficiar Lula

Senadora eleita diz que extorsão a mão armada financiaria campanha de Lula

A senadora eleita pelo estado de São Paulo, Mara Gabrilli (PSDB), revelou que a sede de integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) por dinheiro e poder teria levado seu pai a ser extorquido sob a mira de uma arma, quando atuava como empresário do ramo do transporte público, em Santo André (SP), onde mantinha concessão pública. As declarações foram feitas em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan News, na última quinta-feira (11).

Mara Gabrilli disse que seu pai, já falecido, era ameaçado por capangas da gestão do prefeito Celso Daniel, com arma na cabeça, todos os meses. E disse que a extorsão serviria para financiar a campanha do ex-presidente Lula e foi laboratório para esquemas como o mensalão e o petrolão.

“Meu pai era extorquido todo mês com uma arma na cabeça. E isso, assim, até o secretário municipal, que era o Clinger, chegava armado, secretário do Celso Daniel. E não adianta dizer que o Celso Daniel não sabia, porque sabia. Minha família avisava. Ele acreditava que os fins justificavam os meios. E como era dinheiro para a campanha do Lula, não tinha problema nenhum extorquir empresário com uma arma na cabeça. E se a gente tivesse dado mais atenção ao assassinato do Celso Daniel na época, talvez a gente não tivesse chegado nessa corrupção endêmica e sistêmica. Aquilo foi o laboratório que desembarcou no mensalão e no petrolão. A população tem que saber”, declarou Gabrilli.

Na mesma entrevista, Mara Gabrilli negou apoiar Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), na disputa presidencial. Mas lamentou ver o PT no 2º turno da eleição, com um presidiário coordenando a campanha de dentro da prisão. “Que tipo de exemplo é esse, para nossas crianças, para os nossos adolescentes, que vão começar a achar que ser presidiário é super bacana? PT no 2º turno é de arrepiar”, lamentou.

Ela ainda disse acreditar que a delação de Marcos Valério, homologada pelo ministro Celso de Mello, deve revelar os horrores praticados pelo PT chefiado por Lula.

E lembrou que negou convite de Bolsonaro para ser vice de sua chapa, ao justificar que não vota no candidato do PSL por ter como princípio defender os direitos humanos e vê riscos para os direitos de todos os cidadãos.

Presidente se diverte com ‘memes’ que pedem nas redes sociais: ‘Fica, Temer’

                                                             Michel Temer dá risadas com montagens da nova onda

O presidente Michel Temer está se divertindo com os memes que circulam sob a hashtag “Fica, Temer” nas redes sociais. Ele ri muito com as mensagens, algumas bastante criativas. Temer soltou uma gargalhada ao ler, por exemplo, um comentário que se seguiu a postagem de Iago Santos sobre uma foto dele: “Oi, sumido.” A brincadeira viralizou: “Lindo, eu não quero te perder. Ficaaaa!”, pede Lopes, prometendo textos diários em agradecimento ao governo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O internauta Veberson Domingues disse que “hoje percebo que você fez tudo por amor. Pai é pai. #FicaTemer”.

Bem-humorada, Mirelly Silva disse no Facebook que “quando digo que não quero mais você é porque eu te quero #FicaTemer”.

Sarah Beatriz até se ofereceu para ajuda pessoal. “Fica, Temer. Eu prometo ajudar a cuidar do Michelzinho aos finais de semana”.

Os memes da série ‘Fica, Temer’ são tão divertidos quanto criativos.

PTC deve se fundir com Patriota e indica nome pra direção nacional

O PTC está na lista de 14 partidos que devem desaparecer por não se enquadrarem na cláusula de barreira. As legendas perderão tempo de TV e o fundo partidário. A estratégia para permanecerem vivas é a fusão. O caminho do PTC, por exemplo, é a  fusão com o Patriota, outro partido atingido pela lei.

Segundo ele, o PTC vai reivindicar participação na direção nacional do novo partido, já que elegeu um deputado federal nas eleições. O nome definido pelo partido é o do ex-candidato ao Senado, Marcus Vinicius.

“No Nordeste só foram dois deputados federais eleitos: Rio Grande do Norte e a Marina no Piauí. Fizemos uma reunião e propusemos o nome do Dr Marcus Vinicius para  compor a direção estadual, seja a 1ª,2ª ou 3ª vice-presidente”, declarou.

Evaldo disse ainda que o PTC recebeu convites do PR, PROS e MDB. “Tomamos a decisão depois de ouvir as bases de continuar com o partido que está dando certo”, afirmou, ressaltando que deve continuar na presidência da legenda após a fusão.

Oposição

O presidente disse que o resultado das urnas no Piauí deve ser respeitado e garantiu que o PTC  fará uma oposição responsável. “Temos que respeitar o resultado das urnas. Não vamos fazer política de revanchismo, de fazer oposição por oposição. Não vamos contra o povo do Piauí”, destacou, descartando disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

Hérlon Moraes-cidadeverde

Regina Sousa admite que Ciro Gomes poderia ter sido escolhido o candidato do Lula

           Regina Sousa em entrevista

A senadora e vice-governadora eleita Regina Sousa (PT), em entrevista à TV Antena 10, nesta segunda-feira (15/10), admitiu que o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) poderia ter sido escolhido como o candidato a presidente da República apoiado pelo ex-presidente Lula (PT).

Questionado pelos jornalistas Tony Trindade, Douglas Cordeiro e Pedro Alcântara se essa possibilidade chegou a ser cogitada dentro do PT, Regina disse que isso geraria uma discussão que causaria horas e horas de reunião por parte do PT, mas disse que esta seria sim uma possibilidade real.

Regina culpa, entretanto, o próprio Ciro Gomes por não ter sido escolhido ou até mesmo indicado como vice-presidente, por exemplo, para posteriormente ser o indicado a ser candidato presidente, visto que a Justiça Eleitoral impediria -como impediu- Lula de ser candidato.

Ela lembrou um episódio em quem Ciro Gomes poderia ter ido visitar o ex-presidente na prisão. “Lembram quem ele fez deboche? Fez críticas? Se ele (Ciro Gomes) tivesse ido (visitar o Lula na prisão), poderia até ter entrado como candidato a vice do Lula. Mas acho que faltou um pouco de paciência política a ele. Houve erros da parte dele também. Ele disse muita coisa que não precisava ter dito. E fica sempre uma certa mágoa”, explicou Regina Sousa.

Nos bastidores, comenta-se que Fernand Haddad (PT) não tem tanta força para enfrentar Jair Bolsonaro (PSL) neste 2º turno da eleição presidencial e que se fosse Ciro Gomes, com apoio do ex-presidente Lula, teria grande possibilidade de sair vencedor. Ciro Gomes terminou a eleição para presidente da República com 13,3 milhões de votos, em terceiro lugar. Bolsonaro e Haddad se enfrentam no 2º turno, tendo terminado, respectivamente, com 49,2 milhões de votos e 31,3milhões de votos. (Publicado por: Redação OitoMeia)

Átila usa viagem como desculpa para não revelar candidato do 2º turno

Ao ser questionado na TV Cidade Verde sobre quem vai apoiar no segundo turno das eleições presidenciais, o deputado federal reeleito Átila Lira (PSB) subiu em cima do muro.

Deu como desculpa para sua indecisão o fato de que estava viajando para “agradecer as pessoas que votaram em mim”.(Apoliana Oliveira)