Bolsonaro diz que capitães vão mandar no Brasil, durante visita a quartel no Rio

 

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, visitou nesta segunda-feira (15) pela manhã a sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Bolsonaro chegou ao quartel, em Laranjeiras, na zona sul da capital fluminense, ao lado de assessores. A visita não foi acompanhada pela imprensa.

Por volta do meio-dia, um vídeo foi divulgado pela assessoria do candidato. Nas imagens, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, aparece dentro do quartel, no centro, cercado por policiais. Os homens do Bope são chamados de “caveira”. Ele posou para fotos ao lado dos policiais e fez um breve discurso para a tropa.

“Nós temos a segunda maior bancada em Brasília e isso vem de gente como vocês. Temos que acreditar e tentar mudar, buscar fazer a coisa certa. Isso é possível, afinal de contas não temos outro caminho.”

Ao final, Bolsonaro encerrou o discurso gritando “caveira”. Ao prestar continência ao comandante do Bope, tenente-coronel Alex Benevenuto Santos, o candidato brincou: “Estou dando continência para o coronel, mas quem vai mandar no Brasil serão os capitães”. Fonte: JBrasil. Fotos: IstoE´/Metropolis. Edição: APM Notícias.

Haddad sugere Sérgio Cortella para Ministério da Educação

 

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, postou uma mensagem em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 15, sugerindo o nome do filósofo e articulista Mario Sérgio Cortella para o Ministério da Educação.

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, escreveu o ex-prefeito da capital paulista.

Cortella não é o primeiro nome aventado pelo presidenciável do PT para compor um eventual ministério. Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo sugeriu que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, “tem todas as condições, perfil e sensibilidade social” para chefiar a Fazenda caso ele seja eleito. Fonte: Jornal do Brasil. Foto: Diario Catarinense. Edição: APM Noticias.

Fake News: TSE lança página para esclarecer eleitores

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta quinta-feira (11) uma página na internet para ajudar a esclarecer o eleitorado brasileiro acerca das informações falsas e falaciosas que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais. No entendimento da Justiça Eleitoral, a divulgação de informações corretas, apuradas com rigor e seriedade, é a melhor maneira de enfrentar e combater a desinformação.

Vale referir que o Tribunal Superior Eleitoral tem encaminhado todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte dos órgãos de investigação, especialmente Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal. A finalidade é garantir a verificação de eventuais ilícitos e a responsabilização de quem difunde conteúdo inverídico.

Até o presente momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições 2018 foi confirmada ou comprovada. 

A Justiça Eleitoral desempenha relevante papel na consolidação da Democracia em nosso país e trabalha incansavelmente para oferecer à sociedade um processo de votação seguro, transparente e ágil, garantindo efetividade à manifestação popular exercida por meio do voto.

 

Fonte: TSE

Campeões de voto mostram a inutilidade do bilionário ‘fundão’ eleitoral

Além  de desmoralizarem as pesquisas de intenção de votos, grandes derrotadas do dia 7, as campanhas vitoriosas no primeiro turno, como a de Jair Bolsonaro (PSL) ou de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais e ainda de Wilson Witzel (PSC), no Rio de Janeiro, têm em comum o reduzidíssimo tempo de propaganda no horário gratuito no rádio e na TV. Eles tampouco usaram dinheiro do indecoroso Fundo Eleitoral. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os campeões de votos não se valeram de produções milionárias para rádio e na TV. Preferiram produções até primárias, nas redes sociais.

Eleito senador com 9,3 milhões de votos, Major Olímpio (PSL-SP) vai propor a extinção Fundo Eleitoral, que chama de “fundo da vergonha”.

Para obter mais de 2 milhões de votos, a deputada Janaína Paschoal (PSL) gastou menos de R$60 mil e se valeu das redes sociais.

Os maiores e menores gastos oficiais da campanha eleitoral

                                                                                       Elmano Ferrer – o candidato que mais gastou para o governo

Elmano Férrer (Podemos) teve 22.176 votos em sua campanha para governador do Piauí. Na sexta-feira, 12 de outubro, anunciou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL). 
Na visão do capitão isso não é nada, não é nada, não é nada mesmo! 
Mas ele tem um voto no Senado. E isso vale muito.

Voto caro

Aliás, Elmano Férrer teve o maior gasto “per capita” na eleição passada. Ele declarou gastos de R$ 836.1 mil e como obteve seus parcos 22.176 votos, o custo médio unitário para atingir esse bocado de eleitores foi de R$ 37,70. É o maior entre todos os candidatos a governador.

Voto barato

Na outra ponta, com menor custo por voto está Fábio Servo. O candidato do PSL a governador teve 63.431 votos, com gastos de R$ 21,mil, o que o leva a ter o voto mais barato: 33 centavos.

Dr. Pessoa

Segundo colocado na corrida pelo Palácio de Karnak, com gastos que somam pouco mais da metade das despesas declaradas por Wellington Dias, Dr. Pessoa (Solidariedade) teve custo unitário de voto em R$ 2,13. Ele gastou R$ 760,2 mil.

Maior gasto

Com maior valor declarado de despesas (2,564 milhões), o tucano Luciano Nunes obteve 300.549 votos, o que faz seu custo unitário por eleitor chegar a R$ 8,53 – segundo maior entre os candidatos melhor colocados na eleição.

O eleito

Wellington Dias (PT), que declarou ter gasto menos que Luciano Nunes (R$ 2,230 milhões), teve custo unitário por voto na casa de R$ 2,30, considerando que teve 966.469 votos.

Senadores

Entre os senadores, Ciro Nogueira (Progressistas) declarou gastos de R$ 2,252 milhões, indicando que, com 897.959 votos, seu custo unitário para obter cada voto chegou a 2,52. Marcelo Castro (MDB), outro senador eleito, declarou despesas de R$ 1,564 milhão. Com 812.213 votos, o custo unitário foi de R$ 1,92.

Os não-eleitos

Wilson Martins (PSB), o terceiro colocado, declarou ter gasto R$ 1,678 milhão, teve 570.065 votos, o que faz seu custo por voto ser de R$ 2,92. Robert Rios (DEM) quarto colocado na disputa pelas cadeiras de senador, teve 248.233 votos, com despesa de R$ 684 mil, o que dá média de gasto de R$ 2,75.

Gastos oficiais

Não custa informar que os gastos dos candidatos acima são os que estão registrados no TRE. 
Sabe Deus lá quanto custou mesmo o voto com o uso do outro dinheiro. (Portalaz)

Piauí é o primeiro no Nordeste em baixa votação para o Senado.

 

Levantamento da Agência Brasil mostra que o Piauí foi o campeão no Nordeste em candidatos ao Senado com baixa votação, ou seja, não atingiram 0,1% dos votos. Foram 9 candidatos nesta situação. Já  para a Câmara Federal, 16 não superaram 0,1%.

A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal. Fonte: Agência Brasil. Foto: PoralemFoco. Edição: APM Notícias.

É a lei: Candidatos com menos votos que Zé Filho assumirão e ele não

Zé Filho na 1ª suplência

Sete deputados estaduais eleitos no domingo passado tiveram mais votos que o ex-governador Zé Filho, que com 29.100 votos ficou somente na primeira suplência. Isso por força do sistema proporcional, em que, mesmo nominais, os votos contam para o partido, não para o candidato diretamente.

Os sete

Foram eleitos deputados estaduais com menos votos que o ex-governador: Flora Isabel, do PT (29.061 votos), Pastor Gessivaldo, do PRB, (28.259 votos), Nerinho, do PTB, (27.684 votos), Evaldo Gomes, do PTC (26.851 votos), Firmino Paulo, do Progressistas, (26.692 votos), Teresa Britto , do PV (19.532 votos) e Oliveira Neto, do PPS (17.633 votos).

Onze

Foram 11 candidatos não eleitos e que tiveram mais que os 17.633 votos obtidos pelo estreante Oliveira Neto: Zé Filho, B. Sá, Warton Lacerda, Ziza Carvalho, Cícero Magalhães, Belê Medeiros, Rubem Martins, Elisângela Moura, João de Deus, Paulo Martins e Liziê Coelho.

Aliás

Tem dez suplentes da aliança governista mordidos de porca na eleição. Será que Wellington Dias vai manter sua política de acomodar suplentes na Assembleia, fazendo a cada ter 45 em vez de 30 integrantes?

(Informações do Portalaz)

Edição/publicação: blogdobsilva

Em campanha para Bolsonaro no Piauí, Magno Malta chama Haddad de “mãe do kit gay“

                                    O senador percorre o país fazendo campanha para o presidenciável que ainda se recupera de atentado

O senador Magno Malta (PR-ES), cumpriu agenda no Piauí neste sábado (13). O parlamentar percorre o país fazendo campanha para Jair Bolsonaro (PSL), que ainda se recupera de um atentado sofrido durante um ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG).

Após passar amanhã na cidade de Parnaíba, litoral do Estado onde participou de carreata pelas ruas da cidade ao lado do prefeito Mão Santa, ele desembarcou no aeroporto Petrônio Portela por volta das 16h onde foi recepcionado pela militância “bolsonariana”.

Do aeroporto, o senador saiu em carreata até o complexo turístico da Ponte Estaiada onde falou a uma plateia sob gritos de “mito”. 

Foto: Lucas Sousa / Portal AZ

Ele veio acompanhado do também senador José Medeiros (PODE-MT), que foi eleito deputado federal nas últimas eleições.

Fernando Haddad 

Durante o discurso, o parlamentar fez críticas ao adversário de Bolsonaro, Fernando Haddad (PT), e o chamou de “mãe do kit gay”, como os apoiadores do candidato pelo PSL denomina um programa de orientação sexual supostamente criado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura).

Para uma plateia alvoroçada, o pastor evangélico também saiu em defesa da “familia tradicional brasileira”.

“Haddad é a mãe do kit gay, não que tenhamos nada contra os gays, eles podem ser felizes e viver a vida do jeito que quiserem, mas tem que respeitar, a família tradicional é a família que Deus criou, isso não é religião é ciência, não há cromossomo homossexual, homossexualismo [sic] é opção”, disse Magno Malta.

Bolsa família 

O parlamentar também reforçou a proposta do presidenciável de criar um 13º salário para quem recebe o Bolsa Família.

“Quem já tinha bolsa escola, vale-gás, eles juntaram tudo e criaram o bolsa família e o Brasil novo que vai parar de roubar vai ampliar e melhorar o Bolsa Família, além de criar o 13º para quem já recebe”, disse.

Após o discurso, o senador participou de uma reunião a portas fechadas com membros do PSL.

Assista ao vídeo abaixo:

Moradores do Loteamento Portal Residence cobram mais ação da PM na região

O vereador André Neves esteve reunido com o comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Antônio Pacífico Neto, bem como o subcomandante major Gerson Reis, para buscar providências no que diz respeito à segurança na região do Loteamento Portal Residence, localizado no bairro São Pedro, cerca de 1 km do anel viário de Parnaíba.

Moradores da própria comunidade chegaram a realizar um abaixo assinado para solicitar uma maior efetividade nas rondas da Polícia Militar no referido loteamento, onde tem havido uma constante ação de vândalos que estão desligando a iluminação das casas, quebrando monumentos, invadindo residências, causando insegurança e desordem em geral.

Para reforçar o pedido dos populares, o vereador André Neves também protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Parnaíba com foco na temática segurança pública no Loteamento Portal Residence. Ainda durante a reunião no 2º Batalhão, o comandante da PM, por sua vez, se comprometeu a intensificar o policiamento ostensivo na localidade em questão.

Assessoria de comunicação do vereador André Neves

Henrique Pires quer caça a infiéis e limpeza moral no MDB do Piauí

Eleito com mais de 38 mil votos para a Assembleia Legislativa, Henrique Pires promete uma caça a bruxas para fortalecer o MDB no Estado. A meta é fazer uma varredura nos municípios em busca dos infiéis ao partido.

“São filiados, mas não são peemedebistas. Em outros partidos isso não ocorre. Se tivessem votado teríamos feito oito deputados estaduais e dois federais. A renovação passa por uma limpeza moral. Estão apenas se usufruindo do tempo de rádio e TV com o número 15”, reclamou.

Henrique Pires foi além. Afirmou que quer suspender diretórios considerados irregulares. Ele ainda não sabe quantos infiéis ou municípios possuem algum tipo de irregularidade partidária, mas promete para a próxima semana entrar com representação neste sentido.]

“Mais tardar na próxima segunda-feira vamos entrar com representação para suspender o diretório de Curimatá. Houve fraude por lá. Esse é um caso que tenho testemunhas e outros estão assim. Pedi ao partido que suspendesse essas homologações porque senti o cheiro. Infelizmente fui voto vencido. Ou o MDB se renova ou se acaba. As únicas novidades no partido sou eu e o Marcos Aurélio (deputado Federal). Se já tivesse valendo a proibição de coligações o MDB teria feio dois deputados estaduais e nenhum federal. Ou a gente para e renova o partido ou é melhor ir embora e eu não serei aquele a fechar a porta”, concluiu.

Somente MDB, PT e PSB torraram R$831 milhões do Fundo Eleitoral na campanha

                                                    Partidos como PSL gastaram muito menos e elegeram mais

O PSL, de Jair Bolsonaro, cresceu mais de 1.300% em votos, elegendo 52 deputados este ano, muitos deles sem recursos do Fundo Eleitoral, por opção ou por falta de dinheiro mesmo. Antes, em eleições, mais dinheiro significava mais eleitos, mas essa lógica perdeu sentido em 2018: o MDB distribuiu R$232,4 milhões a seus candidatos e elegeu 34 deputados, a quinta maior bancada. Os 56 do PT custaram R$212,2 milhões. Já o PSDB gastou R$185,8 milhões e foi um fiasco: elegeu 29. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Somados os fundos Partidário e Eleitoral, só este ano o MDB nos tirou R$296 milhões, o PT R$290 milhões e o PSDB R$245 milhões.

É só fazer as contas: PT, MDB e PSDB, só estes três, torraram R$831 milhões de dinheiro público para elegerem 119 parlamentares.

O Novo, que não existia em 2014 e recusa Fundo Partidário e Fundo Eleitoral, conseguiu emplacar oito deputados federais na Câmara.

A Rede de Marina, que abiscoitou mais de R$10,7 milhões de Fundo Eleitoral, elegeu apenas um deputado e cinco senadores.

PSDB fará oposição a Bolsonaro ou ao PT

PSDB não tem a linha do Bolsonaro e fará oposição a ele ou ao PT, diz Tasso.
Tucano diz que ventania no Congresso derrubou bons e ruins’ e articula ‘grupo do bom senso

Folha de S. Paulo Por Thais Bilenky
O Senador com mais quatro anos de mandato e ex-presidente nacional do PSDB, o cearense Tasso Jereissati afirmou que Jair Bolsonaro (PSL) “não tem a linha” de seu partido, que será oposição no próximo governo, seja o militar o presidente, seja Fernando Haddad (PT).

Para Tasso, “o grupo de Bolsonaro é muito perigoso”, e senadores já se articulam em um “grupo do bom senso” para resistir a empreitadas polarizantes. A “ventania no Congresso derrubou bons e ruins”, lamentou.

O candidato tucano a governador de São Paulo João Doria “não representa a cara” do PSDB, afirmou Tasso.

Como está o clima no Senado? Está pesado. Com a quantidade de gente que não se elegeu, está todo mundo para baixo, deprimido. Acho que nunca vi isso. A renovação, nas outras eleições, não era tão grande, e tem gente muito boa [que não se reelegeu]. Cristovam [Buarque (PPS-DF)], Armando Monteiro [(PTB-PE), que tentou o governo de Pernambuco], Ricardo Ferraço (PSDB-ES). É uma pena.

Os eleitos não têm o mesmo preparo? A minha primeira impressão é que caiu [a qualidade] pelos que saíram. Não estou vendo gente com esse nível, não. Vai ter muita gente nova, pode ter surpresas, mas a primeira impressão é caiu. A ventania derrubou tudo, bons e ruins. Mas foram os bons, que eram poucos.

Essa onda conservadora reconfigurou o Congresso. Não foi só conservadora, não, porque os líderes conservadores também foram [embora]. Armando, que era candidato ao governo, Ferraço… Quer um senador que tenha tido desempenho melhor que o Ferraço nesses anos na linha de economia liberal? Eu vejo alguns de extrema direita, que não são liberais na economia,
são estatizantes até.

Têm às vezes viés autoritário. O sr. se preocupa? Existe a preocupação aqui de fazer um bloquinho, bloquinho, não, um grupo do bom senso, seja de esquerda ou de direita, que vá se aglutinando para evitar essa polarização, e que o bom senso prevaleça.

Mas vai ser uma minoria, não? Não sei, não sei quem vem.

Se Bolsonaro ganha, o sr. tem preocupação com a democracia? O grupo dele é muito perigoso nesse sentido, mas acho que as instituições, pelo quadro que estou vendo aqui no Senado, serão uma coisa bem resistente, um ponto de equilíbrio bem forte. A confirmar, em função dos que estão chegando aí.

No segundo turno, o PSDB deveria tomar que postura? Isso que foi decidido, nem um nem outro. [Nos estados], cada um nas suas eleições que tome a versão que quiser. Mas o PSDB não vai apoiar nem um nem outro, e a expectativa é que qualquer um que ganhe nós sejamos oposição. É a minha visão.

Como viu a postura do Doria na campanha? Ele andou anunciando a posição bolsonariana antecipadamente. Não se empenhou [na campanha do Alckmin] e aparentemente participou de grupos com outra linha para a Presidência, mas eu não estava perto. A sensação que nós temos é que isso aconteceu e com intuito claro de se eleger, porque a corrente bolsonariana em São Paulo ficou muito forte, uma onda muito grande. No intuito de não perder voto e ganhar voto, ele foi para essa linha e abandonou o Geraldo.

Isso, politicamente, tem que efeito? ‚É ruim, claro. Tem consequências.

É uma traição? Claro, principalmente em São Paulo, em se tratando do Geraldo. Afinal de contas, Geraldo foi quem fez ele de cabo a rabo. E é ali do lado, não é uma coisa de um sujeito lá no Piauí que não conhece o Geraldo e votou no Bolsonaro. É dentro da casa dele mesmo.

Doria tenta ter controle sobre o partido. Como vê esse movimento? Ele pode ser uma saída para o PSDB neste momento de dificuldades?”‚Não acho que ele seja a saída, não. Claro, se ele se eleger governador de São Paulo, terá peso muito grande. Mas não sei se ele representa a cara do PSDB nacional nem a cara do PSDB paulista.

Qual é a diferença dele para o PSDB? O que não se enquadra no perfil? Pode ser até que o antipetismo seja mais forte do que tudo isso, mas a linha do Jair Bolsonaro não é a nossa linha.

O PSDB sofreu a pior derrota na eleição presidencial, encolheu a bancada. É um momento bem difícil.

Vazou a Propaganda Eleitoral de Bolsonaro

O Antagonista obteve em primeira mão a propaganda eleitoral de Jair Bolsonaro que vai ao ar nesta sexta-feira (12) na TV.

Datafolha desmente simulações que o próprio instituto e o Ibope fizeram para 2º turno

Pelas pesquisas, todos ganhariam de Bolsonaro no 2º turno, só que não

Pesquisas divulgadas durante todo o primeiro turno previam, em simulações de segundo turno, que qualquer adversário derrotaria Jair Bolsonaro (PSL). A única exceção era a fraquíssima Marina Silva. Ibope e Datafolha de 4 de outubro apostavam que Haddad (PT) empataria com Bolsonaro (“42% cada”). Mas já na primeiro pesquisa após o primeiro turno, o próprio Datafolha se desmentiu: 58% a 42%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os institutos de pesquisa foram os grandes derrotados no primeiro turno das eleições. Erraram feio, passaram vexame, e silenciaram.

A disputa pelos governos estaduais do Rio de Janeiro e Minas Gerais expôs os erros ou a incapacidade dos institutos de acertar resultados.

No 1º turno, o candidato “que qualquer um derrotaria”, Jair Bolsonaro, somou mais de 46%, equivalentes a quase 50 milhões de votos.

Os pesquiseiros previam que Ciro Gomes venceria Bolsonaro por 45% a 39%, em eventual 2º turno. Ele teve raquíticos 12,47% dos votos.

Wellington Dias deve se apegar ao homem do Bolsonaro

Numa região onde a maioria dos governadores corre a Brasília com o pires na mão, e dessa condição, o Piauí, nunca saiu, como vai ficar a situação do Estado do Piauí num eventual governo de Jair Bolsonaro? A pergunta feita neste momento, quando faltam ainda dez dias para as eleições, se baseia nos números das pesquisas, de que, se depender do eleitor de hoje, o capitão já está eleito. Mas  é preciso  ver como fica Wellington Dias, governador do PT, que foi o grande inimigo da banda do Brasil que acompanhou Bolsonaro.  Wellington iniciou o primeiro governo à sombra de um grande padrinho, o presidente Lula e conseguiu quase tudo nos dois governos Lula e no governo e meio de Dilma. Nunca, entretanto, recursos, para grandes obras, as chamadas obras estruturantes. Não dá para fazer as contas e ver quantos bilhões chegaram dos governos petistas e se evaporaram. Pela projeção que se faz, nem o seu mais recente protetor, o senador Ciro Nogueira, terá vez, ou melhor, conseguirá ter prestigio no eventual governo bolsonariano. E mais: passadas as eleições, não se vê ninguém no Piauí que deverá ter grande acesso, grande relação no governo Bolsonaro, entre os dez federais eleitos e os dois senadores. Mas bem distante desse quadro formado em torno de Wellington Dias, pode surgir uma liderança próxima de Bolsonaro, e sabe quem? O jornalista Fábio Sérvio, que acreditou no capitão desde a primeira hora, lançou-se candidato ao governo, foi minimizado pelos políticos profissionais, mas se portou tão bem na campanha que teve um bom desempenho eleitoral. Fábio se tornou amigo de Bolsonaro, que só não veio fazer campanha no Estado por causa da facada. Seus dois filhos estarão em Teresina por esses dias. Coincidentemente, este jornalista, conversando com Fábio dois dias atrás, assistiu a uma conversa dele, ao telefone, com Flávio Bolsonaro, o senador, os dois acertando a data da visita a Teresina. Por isso que se acredita que o homem de Bolsonaro no Piauí será Fábio Sérvio. Wellington vai ter que se apegar a Fábio Sérvio, que foi o seu grande fustigador nos debates eleitorais. Lembra o Anjo da Guarda? Pronto, ele apareceu. 

Fonte:Arimatéia Azevedo

Edição/Publicação:blogdobsilva

“É necessário eleger Haddad e fazer oposição a W.Dias e Firmino”, afirma Jesus Rodrigues

O ex-candidato ao Senado Federal pelo PSOL, Jesus Rodrigues, fez uma publicação polêmica no perfil que utiliza no Facebook ao afirmar que “é necessário eleger Haddad e fazer oposição a W.Dias e Firmino”. Na tarde desta quarta-feira (10/10), o ex-tesoureiro de várias campanhas do PT, teceu duras críticas ao atual governador do Piauí, Wellington Dias (PT) e ao prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB).

Na publicação, Jesus Rodrigues declara o apoio ao presidenciável, Fernando Haddad (PT), mas afirma oposição ao governo de Dias. Ao longo do texto ele explica o porque do posicionamento não ser uma “contradição”, como ele o mesmo nomeia. “Não há contradição no título; apenas uma dicotomia. Explicando melhor, quero apoiar a eleição de um petista para Presidência da república e fazer oposição a outro recém eleito governador”, escreve.

Jesus Rodrigues afirma que o PT do Piauí seguiu caminhos diferentes dos propostos pelo partido nacional. Segundo ele, as alianças políticas de Wellington Dias e Firmino Filho são incoerentes. Ele ainda acusa os dois gestores de transformar os cargos que ocupam em máquinas eleitorais.

“Os dois são tetras, são mestres nas incoerências políticas em suas alianças e na transformação dos cargos que ocupam em máquinas eleitorais. Os dois praticam a velha política tão nefasta para Teresina como para o Piauí”, registra. “Coisa que acredito, francamente, eleito Presidente, Haddad não fará. Até porque vejo que a trajetória do PT nacional não tende a seguir o caminho do fisiologismo e do aparelhamento exagerados que o governador do Piauí deu ao partido em nosso estado”, finaliza

APOIO À HADDAD
Para o ex-deputado, o diálogo com o candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, fluirá melhor com todos os setores da sociedade. Segundo Jesus Rodrigues, a oposição, Jair Bolsonaro (PSL), não apresenta essa característica.

“O outro lado nunca teve propostas nem para o Rio de Janeiro nem para o Brasil, apenas para si próprio. Sempre fez política pelo lado fácil, buscando o discurso, muitas vezes chocante, para sensibilizar um público suficiente para reelegê-lo a mandatos sucessivos”, declara na postagem.

O OUTRO LADO
Procurado pelo OitoMeia, para saber se ele emitia algum posicionamento sobre as acusações tecidas por  Jesus Rodrigues, o governador Wellington Dias, através da assessoria informou que não iria se pronunciar sobre o caso. “Ele está viajando para São Paulo”, informou a assessoria à reportagem.

Publicado por: Paula Sampaio

Lucy Soares gastou mais de R$ 700 mil na campanha para deputada

Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lucy Soares (PP), deputada estadual eleita no 1º turno das Eleições 2018 e esposa do prefeito Firmino Filho, declarou ter gasto R$ 753.816,27 (setecentos e cinquenta e três mil, oitocentos e dezesseis reais e vinte e sete centavos) na sua campanha eleitoral.

Lucy Soares, eleita com 57.384 votos, totalizando 3,16% dos votos válidos, recebeu em Fundo Eleitoral o valor de R$ 994.838,80 (novecentos e noventa e quatro mil, oitocentos e trinta e oito reais e oitenta centavos), tendo gasto 75,77% desse valor em ações de campanha eleitoral.

Conforme declarado no TSE, R$ 190.312,50 (cento e noventa mil, trezentos e doze reais e cinquenta reais) em publicidade por materiais impressos, R$ 101.333,34 (cento e um mil, trezentos e trinta e três reais e trinta e quatro centavos) em cessão ou locação de veículos e R$ 100.000,00 (cem mil reais) em despesas com impulsionamento de conteúdos.

O valor limite de gastos na campanha estabelecido pela legislação eleitoral para o cargo de deputado estadual no Piauí foi de R$ 1 milhão.

KELVYN COUTINHO
DE TERESINA

Vereador André Neves propõe Cidadania Parnaibana a Luiz Filho

A justificativa revela um pouco da história de vida de Luiz Pinheiro Filho, que chegou a Parnaíba vindo de Fortaleza-CE aos 08 anos, acompanhando de seus pais. Estes estabeleceram uma pequena empresa de recondicionamento de baterias. Ainda jovem, também vendia coadores de café para complementar a renda.

Frequentando sua terra natal, em companhia de sua irmã, foi levado a praticar aulas de forró, o que futuramente mudaria o rumo de sua vida. A paixão pela dança logo veio até que no ano 2000 começou a ministrar aulas da dança típica do Nordeste. Com dificuldades, conseguiu botar o próprio negócio que viria a prosperar com o tempo.

Atualmente, Luiz Pinheiro Filho é um empresário bem sucedido, sendo sua escola de dança uma das mais tradicionais da região, funcionando na Avenida São Sebastião. Desenvolve projetos em prol da população parnaibana, como “Dança Parnaíba”, que também realizou a inclusão de pessoas com necessidades especiais na dança.

O homenageado é formado em Educação Física e pai de duas filhas. Além de professor de dança, é produtor cultural e investidor na arte/cultura da cidade.

A Câmara Municipal de Parnaíba aprovou a concessão do Titulo de Cidadania Parnaibana para o Sr. Luiz Pinheiro Filho, por conta dos seus relevantes serviços prestados ao Município de Parnaíba e à sua população. O projeto de lei do referido Título é de autoria do vereador André Neves.

Robert Rios Candidato em 2020

O deputado estadual Robert Rios (DEM), que foi candidato ao Senado, anunciou ontem (9) que o seu futuro político foi determinado pela população. “Essa posição foi colocada pelo povo que me tirou o mandato, mas foi continuar exercendo a fiscalização cidadã” afirmou.

Mas há que diga que com certeza o deputado é forte candidato em 2020 e não é a Prefeitura de Piracuruca, mas sim para o Palácio da Cidade. Disputará a Prefeitura de Teresina.

Em tempo Robert obteve 248.223 votos para o Senado. (Elizabeth Sá)

Principais partidos da oposição saem de seis para apenas dois na Alepi

             Atual líder da oposição, Robert Rios diz que o governo mostrou ser uma grande máquina. Foto: Elias Fontinelle/ODIA

Os principais partidos de oposição ao governo de Wellington Dias (PT) na Assembleia Legislativa começarão o novo mandato, em 2019, com menos representantes do que a atual legislatura. O PSDB e PSB perderam quatro cadeiras na Casa, enquanto o DEM uma e contribuíram diretamente para o enfraquecimento da oposição.

No atual mandato o PSDB conta com Edson Ferreira, Marden Menezes e Luciano Nunes; a partir de fevereiro, apenas Marden estará representando o partido. Edson Ferreira não participou da disputa e Luciano Nunes concorreu ao governo do Estado, mas perdeu o pleito. Já o PSB é hoje representado pelos deputados Gustavo Neiva, Juliana Moraes Sousa e Rubem Martins; em 2019 só Gustavo Neiva continuará legislando. A deputada Juliana Moraes foi candidata a deputada federal, mas não ganhou a disputa, e Rubem Martins tentou a reeleição, sem êxito.

Dentre os partidos oposicionistas, também perderam vaga o Solidariedade, que tinha apenas Dr. Pessoa na composição da Alepi; e o DEM, uma vez que Robert Rios tentou a eleição para o Senado. Além destes, O PTC e o PRB mantiveram suas bancadas, um representante de cada sigla: Evaldo Gomes e Gessivaldo Isaías, respectivamente. “O governo mostrou uma força gigantesca, uma grande máquina, e agora temos uma oposição pequena. O povo do Piauí deverá ficar vigilante e eu vou arranjar uma maneira,como cidadão piauiense, de poder exercer uma fiscalização sobre os atos de governo a partir do próximo ano”, disse Robert Rios.

Mesmo com a perdas, o PV e o PPS conseguiram duas cadeiras (uma de cada partido) e vão ingressar na Alepi, acrescentando à oposição. Até o final deste ano, a Alepi conta ainda com 10 oposicionistas. O número será reduzido drasticamente na próxima legislatura. Partidos de oposição elegeram apenas seis deputados, e entre eles, Gessivaldo Isaías e Oliveira Neto são próximos ao governador.

Por: Ithyara Borges – Jornal O Dia