RR Construções fará obra de R$ 65 milhões da Agespisa no litoral piauiense

A Agespisa
divulgou o resultado parcial da vencedora da Concorrência Pública 05/13
referente à implantação da Adutora do Litoral, que deve levar água para
as cidades de Luis Correia, Ilha Grande e Cajueiro da Praia, onde fica o
Povoado de Barra Grande.
As obras vão custar R$ 65 milhões aos cofres públicos. A empresa RR Construções e Imobiliária LTDA foi habilitada na licitação.
As
outras concorrentes Soferro Construtora e a BM Engenharia não foram
habilitadas, mas elas tem até o fim da semana para apresentar recursos
administrativos.

Preconceito (contra parnaibanos) que vem de longe

          O GOVERNADOR Wilson Martins e o deputado Marcelo Castro já suam a camisa por 2014
O
vice-governador Zé Filho, excluído da chapa majoritária à sucessão do
governador Wilson Martins, é vítima de um preconceito histórico das
elites políticas do Piauí contra os parnaibanos. Seus conterrâneos que
chegaram ao poder ocuparam o Palácio de Karnak ou porque se favoreceram
de um golpe de sorte ou porque remaram contra a maré.
Nas
eleições de 1958, Chagas Rodrigues tornou-se governador por um
acidente, literalmente. Ele era deputado federal pelo PTB e concorria à
reeleição. O candidato das oposições, Demerval Lobão, morreu num trágico
desastre de carro 30 dias antes da eleição. Chagas, filho de
tradicional família parnaibana, foi lançado na última hora e venceu o
pleito.
Empossado, fez um governo inovador, especialmente no
campo social. Era um governante popular. Saiu para concorrer ao Senado.
Perdeu a eleição, pois houve um pacto das elites para cortar suas asas.
Depois, no regime militar, teria os direitos políticos cassados por dez
anos. Só conquistaria o mandato de senador em 1986.
Outro
parnaibano azarão foi Alberto Silva, que no início dos anos 1970 caiu no
governo de paraquedas.  Nomeado pelos quarteis, bagunçou o coreto dos
políticos piauienses.  Fez um governo revolucionário, com obras
espalhadas por todo o Estado. Embalado no prestígio do primeiro governo,
voltou ao Karnak, em 1986, pelo voto popular. Elegeu-se senador em
1998.
Finalmente, o maior azarão de todos foi Mão Santa,
ex-prefeito de Parnaíba. Tudo o que ele queria era ser candidato a
vice-governador, em 1994. Seu partido não lhe deu a vaga. Ele mudou-se
para outra sigla, o PMDB, fez uma campanha messiânica como nunca se viu
no Piauí e ganhou o governo. Reelegeu-se. Foi cassado e elegeu-se para o
Senado.
Em comum entre os governadores parnaibanos o fato de
que foram os que mais se entenderam com Teresina. Foram também os
governantes mais populares da história do Piauí, para desconforto de
nossas elites políticas. Quem sabe esteja aí uma explicação mais
convincente para a tentativa de degola antecipada do vice-governador Zé
Filho da sucessão de 2014.
Edição:blogdobsilva.com.br
Texto:Zózimo Tavares

Genoino arrecada todo dinheiro de multa e ainda vai sobrar

 A campanha
criada pela família de José Genoino conseguiu arrecadar, até ontem (19),
dinheiro suficiente para quitar a multa de R$ 667,5 mil imposta pela
justiça devido à condenação do ex-deputado federal no processo do
mensalão. Genoino tinha até hoje para pagar o valor, que inicialmente
era de R$R$ 468 mil, mas que foi corrigido com base no Índice Nacional
de Preços ao Consumidor (INPC), a partir da data em que o processo foi
julgado pelo Supremo Tribunal Federal.
Uma mensagem no site
destinado aos interessados a ajudar o petista confirmou que o valor foi
alcançado, mas não informou o total conseguido com as doações.
“Conseguimos o valor necessário […].Gostaríamos de pedir paciência
quanto à divulgação dos valores arrecadados, estamos finalizando toda a
apuração financeira necessária e o mais breve possível daremos a
informação”, diz a nota assinada pela família do ex-parlamentar.
A
defesa de Genoino afirmou que tanto o valor da multa quanto o excedente
– uma reportagem da Folha de S.Paulo informa que até o domingo tinham
sido arrecadados mais de R$ 700 mil – serão depositados no Fundo
Penitenciário Nacional, que é utilizado para construção, reforma e
ampliação de prisões.

Há 32 anos o Brasil perdia a cantora Elis Regina

 Há 32 anos, na manhã de 19 de janeiro de 1982, morria a cantora Elis
Regina. Considerada uma das maiores cantoras brasileiras, Elis vendeu
mais de 4 milhões de discos em seus 18 anos de carreira. Aos 36 anos,
ela foi encontrada morta no quarto de seu apartamento, vítima de uma
overdose de cocaína e álcool.
Nascida em 17 de março de 1945 em Porto Alegre, Elis Regina Carvalho
Costa começou a cantar aos 11 anos, em programas de rádio. Lançou quatro
discos, entre 1961 e 1963. O sucesso veio quando deixou o Rio Grande do
Sul, em 1964 e, logo no ano seguinte, venceu o primeiro Festival de
Música Popular Brasileira, interpretando “Arrastão”, de Edu Lobo e
Vinicius de Moraes. 
Até o final dos anos 1960, participou de mais cinco festivais. Em 1967,
ganhou o prêmio de melhor intérprete, com “O Cantador”. Em 1968, venceu a
primeira Bienal do Samba, com “Lapinha”. Posteriormente, engajada
politicamente, deu voz a músicas que se tornaram símbolos da luta contra
o regime militar. Elis não parou mais.
Por causa da vibração em palco, o poeta Vinícius de Morais apelidou Elis
de “Pimentinha”. Outro apelido da cantora era “Baixinha”, justificado
por sua altura, 1 metro e 54 centímetros. Elis também foi chamada de
“Hélice Regina” devido sua forma de dançar girando os braços

”Eu tenho a crença de que o G12 não vai cair no canto da Sereia”, diz Mainha em encontro

                                      Encontro G12
O G12 realizou a sexta-feira (17) à noite, no litoral piauiense, um
encontro com representantes dos partidos que formam o grupo na região
norte. A reunião foi realizada na residência do presidente do diretório
municipal do Solidariedade, em Parnaíba, o suplente de vereador  Professor
Rarisson.
A maioria dos participantes  da reunião dos partidos emergentes defende que o G12 tem condições de apresentar candidatos para o governo do Estado
e para o Senado. Os nomes do ex-prefeito de Paulistana, Luis Coelho, e
do ex-deputado federal Mainha, foram apresentados como sugestão para as
disputas de governador e senador, respectivamente. 
O presidente regional do Solidariedade, Mainha, declarou que caso o G12
queira uma alternativa nova para o Senado a sua pré-candidatura para
senador está a disposição do grupo para representar muito bem o Piauí.
“Eu tenho a crença de que o G12 não vai cair no canto da Sereia e aceitar propostas de interesses pessoais e vantagens dos grupos políticos que estão querendo continuar no poder”, declarou Mainha.

Gastos com cartão do governo chegaram a R$ 61,8

Os
gastos com o chamado “cartão corporativo” do governo federal continuam a
crescer. As despesas atingiram R$ 61,8 milhões em 2013. Apesar de
próximo, o montante é maior do que os R$ 59,6 milhões de 2012 e R$ 58,7
milhões de 2011.
Os
gastos foram elevados em metade dos 24 órgãos que utilizam o cartão. As
despesas por meio do cartão subiram na Presidência da República e nos
ministérios da Justiça, Educação, Planejamento e Defesa. Também estão na
lista de aumentos as pastas do Trabalho, Minas e Energia, Integração
Nacional, Comércio Exterior, Pesca, Relações Exteriores e
Desenvolvimento Social. A campeã de dispêndios em 2013 foi a Presidência
da República.
Ao
todo foram gastos R$ 18,1 milhões no ano passado, contra os R$ 17,7
milhões de 2012. A maior responsável pelas despesas da Presidência é a
Agência Brasileira de Inteligência (Abin): do total, R$ 11,2 milhões ou
60% do gastos foram realizados pela Pasta. (Do site Contas Abertas)

Entrevista do Diário do Povo:”Não admito ataques do PT à minha candidatura” – diz Marcelo Castro

 Diário
do Povo – O sr. é, efetivamente, candidato a governador ou essa
definição ainda depende de pesquisa eleitoral ou outros entendimentos?
MC – Não existe isso. Se dependesse de pesquisa eu não seria candidato. Eu nunca fui colocado em nenhuma pesquisa.
DP – Então o sr. é candidato, de fato…
MC
– Claro. Sou candidato. De todos os partidos que participaram do
diálogo para escolha do candidato, todos foram unânimes em achar que meu
nome era o que melhor congregaria e contemplaria todos eles. Em uma
linguagem aritmética, o meu nome foi o denominador comum a todos os
partidos. Os candidatos mais prováveis eram o (vice-governador) Zé
Filho, se assumisse o governo, o (secretário de Governo) Wilson Brandão,
se Wilson Martins ficasse no governo, ou o Sílvio Mendes, que sempre
apareceu melhor nas pesquisas. E não há dúvida de que a popularidade do
Sílvio sempre foi maior do que a minha. Ele foi prefeito da capital; eu
nunca fui. Ele foi candidato a governador (em 2010), eu nunca fui. Por
que o meu nome prevalesceu? Porque foi o que teve maior penetração entre
todos os partidos. Quando se fez uma média, era o que mais aparecia. E
na reunião na casa do governador, o meu nome foi incensado por todas as
lideranças partidárias. Não tinha rejeição, não tinha problema que
gerasse dificuldade de apoio.
DP – O sr. considera a possibilidade de o vice-governador Zé Filho, assumindo o governo em abril, decidir ser candidato?
MC
– Não. O PMDB estava 100% fechado com o Zé Filho, sem nenhuma
dissidência. O Zé Filho desistiu da candidatura e me apo-iou por livre e
espontânea vontade. Eu estava segunda-feira (6 de janeiro), sentado
aqui, nesta poltrona, com o deputado Themísto-cles Filho e o deputado
Roncalli Paulo, 10 horas da noite, quando recebi um telefonema do Zé
Filho. Estava vindo de reunião com o governador. “Marcelo, o Kléber
Eulálio está aqui (em Teresina)?”. “Não, o Kléber está em Picos. Eu
estou aqui com o deputado Themís-tocles e o deputado Roncalli”. “Pois
pegue o deputado Themístocles e venha para a minha casa, que quero
conversar com vocês”. Quando chegamos lá, já estavam os outros deputados
peemedebistas. E ele, de livre e espontânea vontade, disse que, àquelas
alturas, reconhecia que o meu nome tinha maiores chances de vitória do
que o dele. 
DP – Ele colocou alguma condição para abrir mão e apoiar seu nome?
MC
– Não. Não me foi imposta nenhuma condição. Todos são testemunha. Ele
fez isso de uma maneira magnânima, desprendida, é uma pessoa que tem uma
elevação de espírito muito grande, que tem nobreza de caráter. Não
pediu nada. Fez porque julgou ser este o caminho mais fácil de a gente
ganhar o governo do Estado.
DP – O sr. ficou
satisfeito com o resultado das reuniões em Brasília, no início da
semana, para tratar da candidatura e aliança com o PSDB?
MC –
Fiquei sim. Tivemos um encontro com o vice-presidente da República,
Michel Temer, que foi o motivo principal da minha ida a Brasília. Eu
estava acompanhado do líder do PMDB na Câmara Federal, Eduardo Cunha, e
do presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp. A cúpula
nacional do partido ficou muito feliz com a minha pré-candidatura ao
governo do Piauí. Na terça-feira, nós tivemos um encontro com a
Executiva Nacional do PSDB – o senador Aécio Neves, que é pré-candidato a
presidente, o senador Cássio Cunha Lima, da Paraíba, e o secretário
geral do partido, ex-deputado federal João Almeida. Aqui do Piauí
estavam o prefeito Firmino Filho, o presidente regional do PSDB, Marden
Menezes, e o ex-prefeito Sílvio Mendes, além do deputado Átila Lira e do
governador Wilson Martins. Foi uma conversa longa, muito amigável. A
Executiva do PSDB estimulou esse arranjo que fizemos aqui, com minha
candidatura, do Sílvio como vice e do Wilson Martins como senador. O
Aécio Neves disse que se sentia muito seguro em estimular esse arranjo
porque sabe que será em favor não dos partidos e das pessoas, mas em
favor do Piauí. Ficamos muito empolgados com este diálogo.(DP)

Por que só agora Mão Santa lembra que é tio de Zé Filho?!

Em família
Algumas figuras bem próximas do vice-governador Zé Filho não estão
gostando da posição do ex-senador Mão Santa em relação à sucessão de
2014.
Para eles, Mão Santa de repente se lembrou que é tio do vice-governador
Zé Filho e cobra do vice que “honre” o nome da família, não abrindo mão
da candidatura ao governo do estado este ano.
Eles lembram que em 2010 Mão Santa não votou no sobrinho.
Conselheiros
Por falar em Zé Filho, o que não falta agora é conselheiro sugerindo a
ele que volte atrás em sua decisão de abrir mão da candidatura ao
governo, em favor de Marcelo Castro. O argumento é simples: Zé Filho
estará com a caneta na mão.
Como se caneta resolvesse tudo em política. Não é mesmo, Elmano?
A mudez do vice
Enquanto o vice Zé Filho não fala, mais do que nervos de aço, os
caciques políticos deverão ter muita paciência e precisarão de muitas
doses de calmantes.
Porque os mensageiros das ordens não dadas se encarregam de espalhar todo tipo de maldade a respeito do dia quatro de abril.
Aliás…
Enquanto o vice Zé Filho se mantém em inquietante silêncio as
candidaturas postas podem ser vistas como uma simples nuvem que se forma
e se dispersa ao sabor das conveniências.(Portalaz)

BENEDITO GOMES:MÚSICA PROGRAMA “FOME ZERO”

Não sei se foi gozação.Também não sei o objetivo dele. O que sei é que o amigo Benedito Gomes postou no You Tube um vídeo com uma “cantiga” falando dos programas sociais dos governos petistas. Ah! Também não sei se ele pretende se aposentar da profissão de Contador para tentar a carreira de cantor/compositor.
Confira você mesmo os predicados do homem. Clique no link para acompanhar:
http://www.youtube.com/watch?v=ZUhT4hNhsiI
PS.:REGISTRAR A “BELEZA” DAS FOTOS DE PARNAÍBA, INCLUSIVE DO DELTA DO RIO PARNAÍBA.

REALIZADO ENCONTRO DO “G12” EM PARNAÍBA

Com a presença de aproximadamente 200 pessoas o I Encontro Regional do
G12 transcorreu maravilhosamente bem. Inicialmente programado pelo SDD e
acoplado ao G12, a coordenação se fez presente e mostrou para os
presentes que este é o caminho.
Representando a juventude que desde
junho 2013 tem gritado nas ruas contra vários assuntos, principalmente a
corrupção, os palestrantes do G12 revelaram uma saída para a crise que
as instituições vivem. Destaque para o
ex-deputado federal Mainha, pré-candidato ao Senado, e os pré-candidatos
ao Governo Neto Sambaiba com seu discurso esfuziante repleto de
informação e Luis Coelho, sereno palestrante que mostrou em poucas
palavras sua coragem determinada.
“Tamo junto e misturado”, são 16
partidos que, apesar de suas posições ideológicas paralelas mas não
conflitantes, se mantêm coesos na luta pelas melhores condições de vida
para o povo deste Estado potencialmente rico mas sem muita visão de
futuro.
foto: Diana/Assessoria Mainha
ASCOM G12.

VELHOS PROBLEMAS DE PARNAÍBA VÃO PERDURAR POR QUANTO TEMPO?

                       
                                      Capitão Heleno Maia
Quando era secretário municipal de transporte e
trânsito, o hoje secretário de obras e serviços urbanos, Capitão Heleno Maia,
disse na Câmara Municipal para os vereadores, durante audiência pública,  que em janeiro de 2014 a
Prefeitura iria iniciar a implantação do estacionamento rotativo no centro de
Parnaíba solicitado por eles, a fim de acabar com a “muvuca” que é encontrar um local para estacionar veículos na Praça
da Graça, por exemplo, durante o horário comercial. Como no final do ano
passado o prefeito Florentino Neto resolveu trocar de posição alguns de seus
assessores, inclusive na área de transportes, ninguém sabe até aqui o que pensa
o atual e secretário, João Alves, sobre o assunto.

 A “muvuca” no trânsito:Centro de Parnaíba
Flanelinhas

Sem dúvida alguma a presença de flanelinhas em áreas
de grande fluxo de veículos continua sendo um incômodo para as pessoas,
principalmente turistas que estacionam seus veículos em alguns pontos
estratégicos, como o Porto das Barcas e a beira rio. Não obstante o promotor
Antenor Filgueiras haver prometido uma campanha na mídia, visando orientar as
pessoas para não lhes dar dinheiro; e a Secretaria Municipal do Trabalho e
Defesa do Consumidor, à época comandada pelo secretário Romualdo Seno,haver prometido
encaminhá-los para os cursos do Pronatec, para obterem qualificação
profissional, tudo continua na mesma. Inclusive o Secretário Romualdo Seno foi
um dos remanejados de secretaria. É hoje o presidente da EMPA – Empresa
Parnaibana de Supervisão de Abastecimento.

Presidente da ACP esclarece sobre uso de banheiros no Porto das Bracas

O Empresário Luiz Pessoa, presidente da Associação
Comercial de Parnaíba (ACP), disse que está tomando providências para melhorar
a situação dos banheiros do Porto das Barcas, sobre os quais foram feitas
várias críticas por turistas na movimentação de final de ano. Eles saíram daqui
reclamando da fedentina que exalava do banheiro central, que fica entre as
lojas do Complexo, que é administrado pela ACP.,
Ele esclareceu, entretanto, que o o banheiro não é
público, é de propriedade privada da ACP,  embora as pessoas o utilizem como se fosse de
todos. “Nós pagamos pela manutenção e funcionamento do local mas as alguns
depredam tudo, principalmente uns reparadores de carro que ficam debaixo da ponte”, denuncia.
Ele adiantou que está providenciando uma reforma no
banheiro, trocando alguns equipamentos, inclusive retirando os espelhos, para
evitar prejuízos maiores. Luiz Pessoa lamentou tambému que algumas críticas feitas à
administração do Complexo Porto das Barcas, divulgadas em blogs e portais,  partam de pessoas que conhecem o espaço e como
tudo funciona. “São alguns ocupantes de pontos comerciais que não cumprem com
as normas e ficam pregando a desobediência”, observou, citando que cada ponto
comercial tem seu próprio banheiro, que deveria ser colocado também à
disposição da clientela de cada um.
“Agora contratamos uma pessoa, que vamos pagar por
mês, para fazer a limpeza todos os dias do banheiro que está provocando essas
críticas. Ele ficará lá até as 10 horas da noite, quando o local será fechado.
Se eventualmente alguém for promover evento que se prolongue até mais tarde,
deve comunicar-se com o rapaz e assumir o pagamento para ele ficar mais tarde,
o tempo que se fizer necessário”, explica Luiz Pessoa. Ele disse ainda que,
após ser feita uma avaliação de custos, ficou decido que a ACP contrate uma
outra pessoa para ficar de 3 da tarde às 8 da noite, a fim de garantir uma
maior segurança para os turistas e quem frequenta o local, visitado também
eve4ntualmente por pessoas que procuram os escombros das ruínas do local para o
consumo de drogas.
Os flanelinhas que circulam na área de
estacionamento de veículos são vistos também com muita preocupação pelo
presidente Luiz Pessoa. “Ele estão cada vez mais agressivos e não tem como
conter. Procuramos ajudar, dando baldes e distribuindo camisetas para trabalharem
de forma organizada mas eles dão sumiço em tudo”, lamenta o presidente. Ele diz
que a situação é piorada com a presença de menores favelados que moram em
prédios antigos nas imediações. “Eles se agridem na frente dos turistas e criam
uma situação de constrangimento. É preciso que as autoridades encontrem uma
solução para o problema”, comenta.

Toma lá dá cá e Dilmalalá: troca de ministérios de bilhões por alguns segundos na TV

 Que tal dar um ministério de R$ 8,5 bilhões (Integração Nacional) ao
PTB em troca de 39 segundos a mais na propaganda eleitoral de TV? Ou
manter a pasta das Cidades (orçamento de R$ 24 bi) com o PP para ganhar
um minuto e 18 segundos? O PMDB já tem cinco ministérios, mas quer mais
um. Tem dois minutos e 18 segundos para oferecer. E, claro, ainda há o
recém-criado Pros com seus importantíssimos 21 segundos no horário
eleitoral.
(…)
Vendeu-se a ideia de que Dilma não gostava
dos políticos, não tinha estômago para a barganha, era uma “gerentona”
obcecada por gestão, cobrava resultados. Não é o que parece agora.(Aquiles Nairó)
Leia artigo completo de David Friendlander na Folha de São Paulo:
  David Friedlander: Toma lá dá cá e Dilmalalá
SÃO PAULO – Que tal dar um ministério de R$ 8,5 bilhões
(Integração Nacional) ao PTB em troca de 39 segundos a mais na
propaganda eleitoral de TV? Ou manter a pasta das Cidades (orçamento de
R$ 24 bi) com o PP para ganhar um minuto e 18 segundos? O PMDB já tem
cinco ministérios, mas quer mais um. Tem dois minutos e 18 segundos para
oferecer. E, claro, ainda há o recém-criado Pros com seus
importantíssimos 21 segundos no horário eleitoral.

Em essência, esse é o jogo na reforma ministerial que a presidente Dilma
negocia com os políticos. Para amarrar o apoio dos partidos a seu
projeto de reeleição, ela oferece parte das vagas abertas pelos
ministros que vão disputar as eleições.

Tudo para ampliar o número de palanques nos Estados e, principalmente,
garantir o maior tempo possível na propaganda eleitoral de rádio e TV.
Os partidos, por sua vez, chantageiam porque querem verbas para liberar,
usar a máquina pública a seu favor e o contato direto com fornecedores
do governo, potenciais financiadores de campanha.

Melhorar a eficiência do governo ou competência para os cargos raramente
entram nesse tipo de conversa. Deveriam. Uma das críticas ao trabalho
de Dilma é que ela se cercou de gente que tem medo dela, diz “sim,
presidenta” a tudo, e a ausência de contraponto teria contribuído para o
fraco rendimento em algumas áreas.

Barganha política e loteamento de cargos são valores já arraigados na
política brasileira. Apesar das provas de que essa prática explica boa
parte da ineficiência e da corrupção no setor público, políticos de
todos os partidos usam o toma lá, dá cá para se reeleger ou fazer
sucessores.

É uma pena, mas parece que pouca gente se espanta com isso. Na última
campanha presidencial, vendeu-se a ideia de que Dilma era uma dessas
pessoas: não gostava dos políticos, não tinha estômago para a barganha,
era uma “gerentona” obcecada por gestão, cobrava resultados. Não é o que
parece agora.

Ex-senador Mão Santa busca inspiração em Perón, em Buenos Aires

Enquanto os candidatos a cargos públicos no Piauí buscam viabilizar
alianças entre os partidos, o ex-senador do Piauí, busca a terra de Juan
Domingo Perón para meditar. Em conversa com o amigo

Roberto Broder, o ex-governador revelou nesta quinta-feira (16) que
estava de partida com ‘sua Adalgisa’, para as terras argentinas onde
iria comemorar o aniversário da esposa e meditar sobre seu futuro
político.
Mão Santa revelou a Broder que sua permanência em Buenos Aires ao lado
de  Adalgisa e a inspiração em Perón, darão a ele momentos para muita
reflexão e dicernimento.  
Concordando com a viagem de Mão Santa, Broder lembrou a ele uma citação de Sena Rosa,  famoso ‘filósofo’ piauiense, de que “o momento é de ‘coruja’ e não de ‘papagaio”.(Cabeca de cuia)

O silêncio inquietante do vice

As pessoas, principalmente os caciques políticos, têm se inquietado com o
silêncio a que se submeteu o vice-governador Zé Filho depois que, na
semana passada, foi anunciada a proposta de aliança entre PMDB-PSDB-PSB
para formação da chapa que terá, respectivamente, Marcelo Castro para
governador, Silvio Mendes, vice-governador e Wilson Martins, senador.
Inquietam-se os que se valem da especulação para produzir factoides ao
seu gosto e prazer. Inquietam-se os que fazem fuxico em cada mesa, cada
esquina. Inquietam-se os que descreem nessa arrumação e, por paradoxal
que seja, regojizam-se (pois também inquietam-se) os que sempre
trabalharam para que nada desse certo. O silêncio do vice é
inquietante, sim, para os que apostam no quanto pior, melhor. A última
aparição pública de Zé Filho foi quando ele chegou a afirmar que poderia
concordar com a chapa anunciada, mas deixou a entender (ou os
especuladores procuraram decifrar nas entrelinhas) que os entendimentos
atuais não são definitivos e que novos cenários podem surgir. Após o
barulho ensurdecedor provocado pelo anúncio da grande aliança costurada
por Wilson Martins, o vice saiu de cena, fez um mergulho profundo,
procurando isolamento em sua fazenda, no município de Buriti dos Lopes.
Mas ele retornou a Teresina na quinta-feira e vem, silenciosamente,
obdecendo ordens médicas. O silêncio do vice é proposital, sua intenção é
calar, enquanto cabeças esvoaçantes dão margem à imaginação de que ele
espera que o governador se afaste para que ele possa assumir o comando
da sucessão. Óbvio ululante. Outros especulam que o vice espera que o
‘cabeça da chapa’ anunciada não decole nas pesquisas e assim possa
substituí-lo como candidato a governador. Há até quem espalhe que,
assumindo, Zé lave as mãos para a eleição e fique apenas assistindo de
camarote a disputa política. Portanto, o silêncio do vice é inquietante.
Lembra Chico Buarque, em bela letra da consagrada música ‘Agora Falando
Sério’: “Eu quero fazer silêncio/
Um silêncio tão doente/Do vizinho reclamar/E chamar polícia e médico/E o síndico do meu tédio/Pedindo pra eu cantar”.
Por:Arimatéia Azevedo

TUMA JR. VAI À POLÍCIA

 
Romeu Tuma Jr., delegado e
ex-secretário nacional de Justiça durante o governo Lula, registrou sua
revolta em formato de boletim de ocorrência à Polícia Federal.
Seu livro, Assassinato de reputações, – Um Crime de estado,
em que Tuma Jr. acusa a administração petista de usar a máquina pública
para fabricar dossiês e dinamitar adversários políticos, está sendo
pirateado e distribuído na internet.
Pelo menos um e-mail foi identificado como fonte de
vazamento do livro, ou do similar da obra. O conteúdo disponível na rede
também foi alterado. Faltam páginas, e há a suspeita de que, em alguns
casos, até trechos tenham sido modificados.

Por Lauro Jardim(VEJA ONLINE)

‘Sumiço’ do vice preocupa o PMDB, irrita Wilsão e coloca chapa em risco

 
A
decisão de não ser candidato, mesmo se assumir o Governo do Estado em
abril, parece ter ‘mexido’ com o vice-governador Zé Filho (PMDB). Ele
está incomunicável, não atende aos telefones de lideranças do PMDB e nem
do governador Wilson Martins (PSB), que segundo informações estaria
para lá de irritado com o vice.
Se Wilsão ficou chateado, o
deputado Marcelo Castro, que assumiu a vaga que seria do vice na chapa,
está é preocupado. No PMDB, o clima não é lá dos melhores. Além da
indefinição sobre um acordo com o PSDB do ex-prefeito Sílvio Mendes, o
partido ainda se preocupa com o silêncio de Zé Filho, que tem dado
espaço para muitas especulações. Segundo conversas de bastidores,
Marcelo teme que o vice esteja planejando o troco para ele e Wilsão.
Publicado Por: Lídia Brito

Taxa de esgotamento sanitário volta a ser cobrada este mês pela AGESPISA

De acordo com informações veiculadas nos meios de comunicação
da cidade, a empresa Água e Esgotos do Piauí S/A – AGESPISA, voltará a
cobrar a taxa de esgotamento sanitário de seus usuários, “até mesmo de
imóveis que não estejam interligados a esses serviços”, diz a nota que
está sendo publicada. Com isso, a população vive a expectativa com
relação aos valores, considerados exorbitantes pelo que foi cobrado de
junho a setembro do ano passado;
Em dezembro último, terminou o período de isenção da taxa de
esgoto nos talões da Agespisa, em cumprimento ao acordo celebrado no mês
de outubro
entre a empresa e o Procon Municipal de Parnaíba. A isenção foi motivada

pelo fato do esgotamento estar ainda em período de implantação e ajustes
na cidade, impossibilitando o seu funcionamento pleno.
O secretário
executivo do Procon Municipal, advogado Miguel Bezerra Neto, disse naquela ocasião  que a
suspensão da taxa por este período era uma vitória da população em face
do esforço do Procon.
Além da suspensão temporária da taxa, Miguel Bezerra disse que foi
ainda conseguida a garantia da Agespisa de isentar, em qualquer época,
as famílias de baixa renda da taxa de interligações da rede de esgoto
com as residências. “As famílias comprovadamente pobres não terão mais
que pagar a taxa de ligação de esgoto”, resumiu;
Por outro lado, o vereador Reinaldo Filho (PP) disse estar se articulando para apresentar na
Câmara Municipal de Parnaíba, em breve,  um Projeto de Lei
de Iniciativa Popular
, com o objetivo de fixar valores menores a serem
cobrados pela AGESPISA, relativos à
taxa do esgotamento sanitário. A taxa vinha sendo cobrada dos consumidores parnaibanos, à base de 50 e até
80% sobre os valores das contas de água. A cobrança foi suspensa por 3 meses, graças à intervenção do Procon Municipal

Exposição abre neste sábado (18) calendário de atividades culturais para 2014 no Município

A “Exposição Evandro Lins e Silva -102 anos” abre
neste sábado, às 19 horas, no Casarão Simplício Dias, a programação do
calendário cultural do município, organizado pela Superintendência de Cultura,
que contempla também uma série de outras atividades que deverão levadas aos
diversos bairros da cidade, “onde pudermos constatar carências de apoio neste
setor e a ausência dessa interferência, tanto do Poder Público quanto dessas
ações, dentro dessa perspectiva de integração dos bairros”, assegura o
superintendente municipal de cultura, Helder Sousa.
A escolha da data para a abertura da exposição não
foi por acaso, segundo Helder Sousa. “Dia 18 é uma data emblemática para nós
parnaibanos porque é a data de nascimento de Evandro Lins e Silva, retratando
seus 102 anos. É uma exposição bastante completa porque contempla pertences
pessoais dele, cedidos pela família à Prefeitura”, enfatiza. A exposição estará
aberta ao público de segunda a sexta feira, no Casarão Simplício Dias, no
horário de 8 às 17 horas.
Outros eventos
                       
De acordo com Helder Sousa, ainda em janeiro,
aproveitando as férias escolares, será dado início a uma programação de
incentivo às bandas da cidade. “Será uma programação que não concorre com a
noite parnaibana e nem com as atrações culturais privadas, mas será uma forma
de incentivar os jovens que desejem mostrar seu talento “, informa Helder, declarando
que a primeira apresentação já está marcada para o próximo dia 25, das 17 às 19
horas, na Praça de Eventos Mandu Ladino.
“A intenção é dar notoriedade às bandas, estimulando
a criação de novos grupos musicais. Toda e qualquer banda que queira pleitear o
espaço terá oportunidade, claro que passando antes por um crivo de seleção”,
diz o superintendente. Segundo ele, possivelmente ocorrerá uma apresentação por
mês.
Disse ainda o superintendente Helder Sousa que no
dia 7 de fevereiro será iniciado o Projeto denominado “Memórias e Contação de
Histórias da Pedra do Sal”, quando a comunidade será ouvida, contando suas
histórias e seus causos. ”É um projeto
que vai passar o semestre inteiro e terá a sua culminância em julho,
movimentando a Pedra do Sal, promovendo encontros, atrações de cunho cultural.
No final será lançada uma cartilha demonstrando todas as experiências e
vivências que a comunidade puder ofertar dentro do Projeto, que também é
encabeçado pela Comissão Ilha Ativa, com o apoio financeiro e logístico da
Superintendência de Cultura”, destaca.
Sobre os 10 Projetos Culturais de iniciativa de
artistas locais, selecionados ainda na gestão do ex-prefeito José Hamilton, e
que já receberam a concessão de apoio financeiro, Helder Sousa afirma que serão
todos executados ainda no primeiro semestre, “a fim de podermos lançar novos
editais, premiando novas propostas ainda este ano”. Segundo ele, alguns desses
projetos, que incluem poesia, música e teatro, serão levados aos bairros,
incluindo-os a um novo projeto denominado “Arte Bairro”, que será voltado para
a cultura interativa dos bairros e que terá sua primeira edição já no mês de
fevereiro. “O programa terá o somatório de diversas instituições e órgãos
parceiros, no qual pretendemos realizar exposições, festival de músicas e
poesias, atividades pedagógicas, enfim, vamos procurar captar o que os bairros
possuem de potencial para a cultura local”, enfatiza Helder.

A Subseção de Parnaíba da OAB-PI irá vistoriar Penitenciária Fontes Ibiapina

                                  Advogado Ricardo Mazulo
A OAB-PI, Subseção de Parnaíba, que tem a frente o advogado
Ricardo Viana Mazulo, representada pelas Comissões de Segurança Pública e
Direito Penitenciário, Direitos Humanos, e Promoção da Cidadania irá realizar
vistorias em todas as dependência da Penitenciária Mista de Parnaíba Juiz
Fontes Ibiapina durante a próxima semana.
Após as constatações dos membros da comissão, será
enviado um relatório para o Conselho Federal da OAB com as informações
necessárias para mobilizar os poderes responsáveis.
João Washington Melo, Coordenador das Comissões
Temáticas da OAB-PI informou que as visitas são resultantes de um trabalho em
parceria com o setor penitenciário e com a Secretaria de Justiça do Estado do
Piauí. O objetivo é analisar a atual situação do sistema prisional piauiense.