depois de ser derrotado nas urnas. Vencer ou perder faz parte do jogo
democrático. A derrota não é o fim. Muitas vezes é o começo. Mas ele tem tudo
também para ficar mal, muito mal, nessa mesma foto. Basta que se mantenha na
posição em que se encontra, de total desapego ao seu próprio mandato.
público, para receber no Palácio de Karnak o governador eleito Wellington Dias.
O encontro dos dois foi amistoso. Nele trataram da transição administrativa e
definiram suas equipes para cuidar do processo. Depois disso, Zé Filho
simplesmente sumiu. Várias outras solenidades oficiais já foram realizadas sem
a sua presença.
ainda sem dar uma explicação para sua completa ausência. Ele deve assumir o
quanto antes as rédeas do governo, para completar o seu mandato, governando na
plenitude do cargo até a última hora e procurando entregar a casa arrumada ao
sucessor. É isso o que impõe a lei. É isso também o que o Estado espera dele.
críticas e ataques, criando uma espécie de segundo turno da eleição. Assim, Zé
Filho precisa estar a postos para defender à altura o seu governo. Do
contrário, diante da campanha de seus adversários, passará à história como um
governante relapso.
do Estado. E já acionou o Tribunal de Contas do Estado para tutelar o atual
governo até seus últimos dias. O TCE atende prontamente a pauta do novo
governo, seja por imperativo institucional, seja para fazer mesuras a quem vai
assumir o poder em janeiro.
urnas com mais de 555 mil votos (mais de 33% do total). Com essa votação
e a projeção de seu nome por todo o Estado, ele tem todo um futuro pela frente.
Mas deve cuidar bem dele já a partir de agora. O PT é mestre em desconstruir a
imagem de um adversário.












Postagem da deputada
Iracema Portella



