e o próprio direito à liberdade que conquistamos de expressar nossos
pensamentos. Alguns o fazem de forma covarde, no anonimato. Como tantos outros,
eu faço a opção por assumir o registro dos meus pensamentos. Assino aquilo que
penso e escrevo.
de Parnaíba. Pretensiosamente, desejo a reflexão e não é meu intento ferir,
caluniar ou difamar quem quer que seja. Mas, alguns temas e a linha de
abordagem tem valido a revolta e comentários anônimos. Pessoas que saem em
defesa de seus “amigos”, que julgam serem prejudicados com meus textos.
de alguns desses escritos. A motivação vem do pouco zelo e desleixo com a coisa
pública. Porém, o governo pouco faz e muitas vezes, faz mal! Quem o representa
parece não ter a noção exata do que seja a obrigação. Não a cumpre, fielmente,
e ainda se vangloria do pouco feito. E, o pior, o objetivo quase sempre é a
politicagem!
têm disparado contra a minha pessoa: “quer aparecer”; “quer espaço no
governo”… Nem aos covardes é tolhido o direito de se expressar, eles o fazem
anonimamente porque são covardes!
espaço neste governo. Afinal tenho profissão definida e um trabalho que me
honra. Ademais, posso dizer que se fosse esse o meu objetivo, o teria aceitado
quando fui procurado muito antes da composição da última eleição municipal.
interesse de participar da aliança que dizia que “ia revolucionar Parnaíba”,
porque não acredito nesse projeto. O que verdadeiramente anseio é uma gestão
diferente do que aí está. Para os que fazem e defendem o governo “está tudo
bem”. A avaliação positiva da atual administração só se dá quando usam como
parâmetro comparativo os últimos mandatos ruins.
reto, correto, pois assim melhoramos. Do contrário estaremos apenas
justificando a própria incapacidade de fazer bem, especialmente quando a
situação exige como obrigação. A propósito, verificando a história da Parnaíba,
o atual governo, deveria buscar exemplos nos gestores como: Ademar Neves,
Alberto Silva e João Silva Filho.
figura pública e humana quando estiveram à frente da gestão parnaibana. Para
ilustrar melhor o exemplo vou usar a figura do Dr. João Silva Filho. Médico
brilhante foi prefeito desta cidade, durante dois períodos: 1967-1970 e
1983-1988.
bens patrimoniais deste cidadão vai-se verificar que ao final do mandato ele
tinha exatamente os mesmos bens. A honestidade é uma marca sua. Está também
consignado ao seu estilo de governar: a austeridade e o compromisso com os
interesses coletivos. Fato que se lamenta registrar não ocorrer nos dias
atuais, nem num passado mais recente!
encerrar do seu mandato, sai com fortuna de causar inveja a grandes grupos
empresariais estabelecidos há décadas no mercado, gerando empregos e pagando
impostos. Você conhece alguém assim? Pois é, é o milagre da “multiplicação”!
mandato. Já começa errado. A história não registra a façanha de ganhar uma
eleição, ou seja, como se chega ao poder. O que para muitos, é vergonhoso. Tem
gestor que arrota ética e seriedade, mas é protagonista da mais escancarada
compra de votos que se registrou na história política de Parnaíba. Qual a fonte
desses recursos? Qual o compromisso com quem patrocinou?
do mandato. Alguns se valem da estratégia de comprar lideranças para manter o
status quo. São “bacanas” que recebem sem trabalhar e não são poucos… Mesmo
diante todo este quadro caótico e apesar da transparência exigida em lei, da
informação que circula nos dias atuais, o grande público ainda está distante e
alheio a toda esta forma de manutenção do poder político. Gostaria de ver uma
Parnaíba sendo levada a sério, onde fosse real a possibilidade de
oportunidades, aqui, à grande maioria da população.
cidade, como se fosse obra e graça dos gestores dos últimos dez anos. Parnaíba
cresce graças a eles! A verdade é que a cidade foi impulsionada pelos arranjos
produtivos que despontaram com a estabilidade econômica e a distribuição de
renda, resultantes de uma macro política econômica nacional. Não titubeio em
afirmar que, se os poderes públicos estadual e municipal, tivessem cumprindo o
seu papel, fielmente, estaríamos muitos passos à frente.
“Enquanto houver na Parnaíba um só homem e uma só mulher com fome, sem letras,
sem trabalho, sem teto e sem saúde toda prosperidade será falsa!”.
Fernando Gomes, sociólogo, cidadão, eleitor e contribuinte parnaibano.



















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