O médico Guido Moreira afirmou ainda que os pacientes levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) não estão sendo recebidos no HEDA pela ausência de médicos, principalmente os de urgência.
Outro problema ressaltado pelo diretor do HEDA diz respeito ás transferências de pacientes para Teresina, em específico, os casos graves que precisam de internação na UTI da capital. “É preciso que um paciente de lá tenha alta para que seja feita a transferência, além da questão das ambulâncias. Nós possuímos duas ambulâncias, e na maioria das vezes as duas estão com problemas. Quando vão à Teresina, tem que esperar voltar para sejam realizadas outras transferências”.
Enquanto não há vagas na UTI, o diretor disse que o corpo clínico do hospital tenta manter a situação dos pacientes estabilizadas, sem correr risco de vida para aguardar a ida para a cidade de Teresina. Por outro lado, famílias desesperadas percorrem os corredores do hospital e buscam de sala em sala soluções para amenizar a dor dos pacientes.C
Com informações de Tacyane Machado
Foto:Tacyane Machado













