Agosto Lilás: Palestra sobre a violência contra a mulher no auditório do SENAI/Parnaíba

Convidamos você, docente, colaborador e aluno (a) a participar de uma *Palestra sobre Violência Contra à Mulher*, que acontecerá nos dias:

* *27/08 às 09 horas – quinta-feira;*
* *27/09 às 15 horas – quinta-feira.*
No auditório do SENAI.

Você é nosso (a) convidado (a) especial!! Não esqueça, um momento super enriquecedor, com presença de palestrantes especialistas na área. Contamos com sua participação!! Até mais!! 

A perigosa proximidade de Rafael Fonteles com lobista investigada no escândalo do INSS

A relação de Rafael Fonteles com uma lobista hoje investigada no escândalo do INSS ganhou um registro que não pode ser ignorado. Em 2022, Roberta Luchsinger apareceu em clima de intimidade ao lado de Rafael Fonteles e Wellington Dias e fez campanha aberta para eleger o atual governador do Piauí.

A fotografia foi publicada pela própria Roberta e voltou a circular justamente agora, depois que seu nome passou a aparecer nas investigações que atingem o esquema bilionário de fraudes contra aposentados do INSS e as relações dela com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A Polícia Federal investiga, inclusive, mensagens nas quais Roberta teria pedido a intervenção de Lulinha para tentar viabilizar negócios de interesse do empresário conhecido como “Careca do INSS”. 

Na época da eleição, Roberta não era uma figura do Piauí. Mesmo assim, pediu votos para Rafael e, após a vitória, recebeu agradecimento do próprio perfil do governador. O Poder360 destaca justamente a exposição pública dessa proximidade. 

A história não terminou na campanha. Já em 2023, quando Wellington Dias havia deixado o governo do Piauí para assumir o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Roberta esteve no ministério. Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação mostram que ela esteve 17 vezes na pasta entre 2023 e 2024, segundo levantamento publicado pelo Portal AZ.

Não há, até o momento, acusação contra Rafael Fonteles por participação no esquema do INSS. Mas a fotografia de 2022 expõe uma proximidade política que hoje ganha outro peso: o governador pediu e recebeu apoio de uma lobista que posteriormente passou a ser investigada em um dos maiores escândalos de corrupção envolvendo dinheiro de aposentados no país.

A pergunta é inevitável: o que aproximou Roberta Luchsinger da cúpula política do Piauí antes de ela aparecer no centro das investigações que agora alcançam também o círculo de Lulinha?(Portal Encarando)

Professor Jurity propõe modelo de “governador-prefeito” e critica empréstimos do Piauí

O candidato ao governo do Piauí pelo Democracia Cristã, o professor Jurity, defendeu nesta quarta-feira (26), em entrevista, um plano de recuperação econômica do estado baseado na parceria direta com os municípios, modelo que classificou como “governador-prefeito”. Ele também criticou a gestão do governador Rafael Fonteles, citando o uso de empréstimos para financiar investimentos.

Candidato ao governo pelo DC, Professor Jurity defende parceria com municípios. - (Divulgação/Jurity Piauí)Divulgação/Jurity Piauí

Candidato ao governo pelo DC, Professor Jurity defende parceria com municípios.

“Seremos da mesma escola de Alberto Silva, que foi o maior governador-prefeito da história do Piauí. Então nós seremos governador-prefeito para Teresina e para as grande cidades do Piauí, que precisa do apoio, da parceria com o governo do estado.”

Ao avaliar o cenário econômico, Jurity questionou a eficiência da atual administração estadual e defendeu que o valor captado em empréstimos recentes poderia ter sido direcionado a obras estruturantes, como a interligação ferroviária do Piauí.

“Nós temos aí R$ 22 bilhões de empréstimo que daria pra gente fazer uma ferrovia do Porto, que ainda não funciona, mas um dia ele vai funcionar, até Bom Jesus. Nós temos a proposta de recuperar toda a economia do estado e transformá-lo.”

O candidato afirmou ainda que pretende descentralizar o crescimento econômico, integrando o território piauiense a partir de investimentos que começariam pela capital. “O nosso objetivo inicial é Teresina e daqui nós vamos fazer essa grandeza do Piauí de norte a sul do estado.”(O Dia)

Cieo Nogueira e irmão somam R$ 53,8 milhões e abrem distância de quase R$ 35 milhões no ranking patrimonial no Piauí

Ciro Nogueira e Raimundo Neto concentram 47,7% dos bens declarados pelos 14 candidatos incluídos no levantamento; juntos, têm quase três vezes o patrimônio do núcleo Castro, segundo colocado

O senador Ciro Nogueira e o irmão, Raimundo Neto, aparecem isolados na liderança do ranking patrimonial das famílias políticas do Piauí com candidaturas registradas nas eleições de 2026. Os dois declararam à Justiça Eleitoral bens avaliados em R$ 53.816.988,21.

Foto: reproduçãoCiro

Candidato à reeleição para o Senado, Ciro informou patrimônio de R$ 34.610.258,62. Raimundo Neto, escolhido como primeiro suplente na chapa do irmão, declarou R$ 19.206.729,59.

O total dos irmãos é R$ 34.879.215,59 superior ao do núcleo Castro, que ocupa a segunda posição no recorte atual, com R$ 18.937.772,62. Na prática, Ciro e Raimundo Neto reúnem um patrimônio 2,84 vezes maior que o dos dois candidatos Castro já contabilizados.

A distância é semelhante em relação à família Junqueira, terceira colocada, com R$ 18.280.134,26. Nesse caso, a soma dos Nogueira é 2,94 vezes maior.

Cada irmão supera isoladamente os demais grupos

O contraste fica ainda mais evidente quando os valores são analisados individualmente. Com R$ 34,6 milhões, Ciro Nogueira sozinho possui patrimônio declarado superior ao total de qualquer outro núcleo familiar incluído no levantamento.

Raimundo Neto também supera, individualmente, todos os demais grupos considerados até agora. Seus R$ 19,2 milhões ficam R$ 268.956,97 acima da soma de Marcelo Castro e Castro Neto, atualmente em segundo lugar.

O resultado é especialmente significativo porque Raimundo Neto concorre como primeiro suplente, enquanto o patrimônio dos demais grupos reúne, em vários casos, candidatos a diferentes cargos.

Grupo político ou familiar Bens declarados Distância para os Nogueira
Irmãos Nogueira R$ 53.816.988,21  – 
Núcleo Castro R$ 18.937.772,62 R$ 34.879.215,59
Família Junqueira R$ 18.280.134,26 R$ 35.536.853,95
Flávios R$ 7.945.978,21 R$ 45.871.010,00
Família Lima R$ 7.113.461,40 R$ 46.703.526,81
Família Sampaio R$ 6.824.567,83 R$ 46.992.420,38

Quase metade de todo o patrimônio analisado

Os 14 nomes considerados no levantamento declararam, juntos, R$ 112.918.902,53. Desse montante, 47,7% pertencem apenas a Ciro Nogueira e Raimundo Neto.

Os outros 12 candidatos, somados, possuem R$ 59.101.914,32. Isso significa que todos os demais nomes reunidos superam os dois irmãos em apenas R$ 5.284.926,11.

No núcleo Castro, Marcelo Castro declarou R$ 16.046.199,10, enquanto Castro Neto informou R$ 2.891.573,52.

Na família Junqueira, Tiago Junqueira concentra todo o valor do grupo, com R$ 18.280.134,26. Primeira suplente na chapa, Jhamya Junqueira declarou não possuir bens.

Em seguida aparecem Flávio Nogueira Júnior e Flávio Nogueira, que somam R$ 7.945.978,21. A família Lima, formada por Júlio César, Georgiano e Júlio César Filho, reúne R$ 7.113.461,40. Já o grupo composto por Themístocles Filho e os filhos Marcos Aurélio e Felipe Sampaio soma R$ 6.824.567,83.

Comparado a esses três últimos grupos, o patrimônio dos irmãos Nogueira é entre 6,8 e 7,9 vezes maior.

As informações patrimoniais são fornecidas pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral e podem ser consultadas no DivulgaCandContas, sistema oficial do Tribunal Superior Eleitoral. Os valores declarados não correspondem necessariamente ao preço atual de mercado dos bens, e a comparação patrimonial, isoladamente, não representa indício de irregularidade.(Sebastian Eugênio)

Ricardo Veras: “Busco exercer a minha cidadania do lado certo, sem preferir o caminho torto da desonestidade, da busca do poder a qualquer custo”

É preciso aumentar a bancada de deputados na ALEPI com panaibanos raiz

Além da Gracinha Mão Santa, do Dr. Hélio Oliveira, que já são deputados estaduais e estão na luta pela reeleição, Parnaíba precisa aumentar sua representatividade na Assembleia Legislativa com gente que a gente conheça, que não tenha envolvimento com falcatruas, com enriquecimento ilícito; que tiveram a chance que exercerem, por exemplo, um mandato executivo e meteram os pés pelas mãos, usando o mandato para ficaram ricos. Ilicitamente, diga-se. É o caso de ex-prefeitos de cidades vizinhas que rondam Parnaíba de olho nos votos, apenas.

Bom seria se o parnaibano enxergasse o trabalho silencioso, humilde, que vem fazendo o ex-vereado Ricardo Veras(PSD), que está também em campanha, pela segunda vez, buscando um assento no Poder Legislativo Estadual. Sem a estrutura de outros, que se dão ao luxo de dizerem que têm 3, 4, 5 vereadores do lado deles. Que outro ex-vereador fez ou faz isso? Infelizmente, o vereador de Parnaíba dá demonstrações claras de que usa o mandato para ganhar dinheiro de candidatos de fora, quando a eleição não é a dele próprio. Vendem os votos que não possuem. E com isso fazem caixa para suas campánhas, dois anos na frente.

Por que a região de Picos já elegeu até 5 candidatos a deputado estadual e Parnaíba, a Planície Litorânea, não pode fazer o mesmo? Por que a bancada parnaibana, nos últimos anos não vai além da eleição de dois deputados, quando já houve um tempo que possuia 4 representantes na Assembleia? Talvez porque naquele tempo não existiam vereadores venais, que se transformam em meros cabos eleitorais de candidatos de fora, em detrimento dos interesses da cidade. Se não ganharem o dele$ não se esforçam para ajudarem, pedirem votos, para um colega ou ex-colega seu de Câmara.  Zero espirito de coletividade. Melhor votar nas aves de rapina, cuja palavra vem do latim rapere que significa raptar, roubar ou pegar à força. E assim eles levam os votos que poderiam ser dados a candidatos que conhecem Parnaíba, gostam dela de verdade e não apenas da boca pra fora.

A campanha de Ricardo Veras é simples, como ele foi, seguindo o exemplo do seu falecido pai, ex-vereador Batista Veras. Ele quer dá ao parnaibano sério, que não vende o voto, uma opção a mais. E, por trás de tudo, o desejo de contribuir com sua cidade, com o seu Estado, com já vem contribuindo na condição de servidor público. “É um forma também de exercer a minha cidadania, do lado certo, sem preferir o caminho torto da desonestidade, da busca do poder a qualquer custo”- destaca.

Concurso de redação incentiva leitura e escrita entre estudantes de Parnaíba

Estudantes da rede municipal de ensino de Parnaíba participam do concurso de redação Operação Cisne Branco, uma iniciativa realizada em parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Marinha do Brasil. A atividade envolve alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e busca desenvolver criatividade, escrita, leitura e capacidade de argumentação.

Para o ensino fundamental, o tema deste ano é “Por que o mar é importante para o futuro do Brasil?”. A proposta é estimular os estudantes a refletirem sobre o papel do mar para o país e a organizarem suas ideias por meio da produção textual. A Secretaria Municipal de Educação mobiliza as escolas para ampliar a participação dos alunos e fortalecer o uso da língua portuguesa no processo de aprendizagem.

Segundo o capitão dos Portos do Piauí, Hilcelio Rezende de Freitas, o concurso representa uma oportunidade para reconhecer o desempenho dos estudantes e valorizar as habilidades desenvolvidas em sala de aula. Os primeiros colocados receberão notebooks, visita ao Navio-Veleiro Cisne Branco, prêmio do Comando do Distrito Naval e o troféu Cisne Branco.

A técnica de Língua Portuguesa da Secretaria Municipal de Educação, Val Araújo, destaca que o domínio da escrita contribui para a formação acadêmica e para a capacidade dos alunos de expressarem ideias, opiniões e conhecimentos. Nesse sentido, atividades de leitura e produção textual integram o processo de formação dos estudantes.

A entrega das redações pode ser feita até 30 de setembro. Dez escolas da rede municipal de Parnaíba já estão inscritas. O concurso também recebe trabalhos de estudantes do ensino médio e de escolas particulares, ampliando a participação e criando novas oportunidades para o desenvolvimento da produção escrita.

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Atraso: Governos do PT no Piauí pesam a mão na cobrança de impostos e o resultado é o fechamento de empresas

Teresina vive um momento que pode ser percebido a olho nu: lojas fechando as portas, estabelecimentos reduzindo operações e trabalhadores perdendo seus empregos. O comércio da capital, especialmente o pequeno e médio varejo, sente os efeitos de uma economia cada vez mais pressionada pelos custos. Exemplos não faltam. Algumas unidades da Drogarias Globo foram fechadas, deixando dezenas de trabalhadores sem emprego. O grupo Pintos, tradicional no comércio piauiense, também encerrou atividades em algumas unidades. No Centro de Teresina, a Marisa fechou sua loja, contribuindo para o esvaziamento comercial da região e deixando trabalhadores desempregados.

E não são apenas as grandes marcas. No comércio de bairros, pequenas lojas, muitas delas pouco conhecidas do grande público, também vêm baixando as portas. São empreendedores que não conseguem mais sustentar aluguel, folha de pagamento, fornecedores e uma pesada carga tributária. O ICMS é apontado pelos empresários como um dos principais fatores de pressão. O Piauí trabalha com uma alíquota modal próxima de 22%, uma das mais altas do país, ficando atrás apenas do Maranhão. Para o pequeno empreendedor, a conta é simples: quanto maior o imposto, menor a margem para investir, contratar e sobreviver.

O resultado é uma contradição preocupante. Enquanto o discurso oficial fala em desenvolvimento, incentivo ao empreendedorismo e geração de empregos, o que se vê nas ruas de Teresina é comércio fechando, trabalhadores sendo dispensados e pequenos negócios desaparecendo. O Piauí corre o risco de transformar uma das maiores cargas de ICMS do Brasil em uma marca do seu modelo econômico. Porque imposto alto pode aumentar a arrecadação do governo, mas, quando sufoca quem produz, vende e emprega, também pode fechar portas literalmente. (Silas Freire)

Empresário parnaibano Valdeci Cavalcante dá um duro recado: Bolsa família não é desenvolvimento

O empresário Valdeci Cavalcante, presidente da Fecomércio-PI, voltou a fazer críticas ao modelo de desenvolvimento adotado no Piauí. Segundo ele, o Estado continua apresentando uma situação preocupante: o número de pessoas beneficiárias do Bolsa Família seria quase o dobro do contingente de trabalhadores com carteira assinada. Para Valdeci, esse cenário não pode ser apresentado como sinônimo de desenvolvimento. Afinal, desenvolvimento sustentável pressupõe geração de emprego, renda, autonomia e oportunidades para que as pessoas possam viver do próprio trabalho.

A crítica é dura, mas merece reflexão. Se um Estado precisa manter um contingente de beneficiários de programas sociais muito superior ao de trabalhadores formalizados, há algo estrutural que precisa ser discutido. Benefício social é fundamental para quem precisa, mas não pode substituir permanentemente emprego e renda. O discurso oficial de desenvolvimento, portanto, precisa ser confrontado com a realidade econômica e social.

Um Piauí em que a dependência de benefícios sociais supera amplamente a quantidade de empregos formais corre o risco de transformar assistência em dependência. Como resumiu Valdeci, isso não seria desenvolvimento. E a imagem é ainda mais forte: um Estado que não consegue libertar sua população da dependência permanente de benefícios corre o risco de manter seus cidadãos economicamente escravizado. (Silas Freire)

Piauí ficará fora da rota de campanha de Lula e Flávio?

Por: Livia Pesoa

Faltando 40 dias para as Eleições 2026, as agendas dos principais nomes da disputa presidencial mostram ausência de paradas no Piauí. Até o momento, nem a assessoria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem a de Flávio Bolsonaro (PL) confirmaram compromissos de campanha no estado. O que chama atenção é que lideranças locais de ambos os lados, admitem, nos bastidores, não saber se ou quando os presidenciáveis pisarão em solo piauiense.

A ausência é um cálculo político que passa pelo tamanho do eleitorado e de cada voto. Para Lula, o Piauí é solo fértil e histórico. Em 2022, o petista alcançou 74,25% dos votos válidos no primeiro turno, contra 19,9% de Jair Bolsonaro. Sob o palanque do governador Rafael Fonteles, a vinda de Lula cumpre menos o papel de “converter” e mais o de reenergizar a militância tradicional, além de abrir diálogo com um eleitorado jovem que não vivenciou o Lula 1 e 2 (2002-2010) e demonstra menor crença ao discurso do governo atual.

Já para Flávio Bolsonaro, o cenário exige fôlego. Sem o apoio explícito de Joel Rodrigues, que segue a mesma neutralidade do Progressistas nacional, o candidato bolsonarista teria em unanimidade apenas o palanque do PL Piauí. No entanto, Teresina possui setores médios que convergem com pautas conservadoras sociais e liberais econômicas, e a ausência do candidato na campanha pode evitar a construção de pontes no Nordeste e o fortalecimento do espólio político da direita para o futuro.

O eleitorado piauiense pode não ser o maior do país em volume absoluto, mas a presença física dos candidatos sinaliza prestígio e prioridade. No jogo eleitoral, espaço vazio é preenchido pelo esquecimento. Afinal, time que não entra em campo não tem torcida.

 

Começa nesta sexta o horário eleitoral na rádio e na TV;

O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio vai ao ar entre 28 de agosto e 1º de outubroValter Campanato/Agência Brasil

Começa nesta sexta-feira (28), o horário eleitoral gratuito para o primeiro turno das eleições de 2026. Trata-se do tempo destinado a candidatos e candidatas para divulgar ideias e propostas de campanhas nas redes abertas de TV e de rádio.

A veiculação vai até o dia 1º de outubro, quatro dias antes do 1° turno, de segunda a sábado, em dois blocos de televisão e de rádio, somando 25 minutos diários.

Confira a grade completa por cargo:

  • Presidente da República (terças, quintas e sábados): rádio das 7h às 7h12m30 e das 12h às 12h12m30; TV das 13h às 13h12m30 e das 20h30 às 20h42m30.
  • Governador (segundas, quartas e sextas): rádio das 7h15 às 7h25 e das 12h15 às 12h25; TV das 13h15 às 13h25 e das 20h45 às 20h55.
  • Senador (segundas, quartas e sextas): rádio das 7h às 7h05 e das 12h às 12h05; TV das 13h às 13h05 e das 20h30 às 20h35.
  • Deputado federal (terças, quintas e sábados): rádio das 7h12m30 às 7h25 e das 12h12m30 às 12h25; TV das 13h12m30 às 13h25 e das 20h42m30 às 20h55.
  • Deputado estadual e distrital (segundas, quartas e sextas): rádio das 7h05 às 7h15 e das 12h05 às 12h15; TV das 13h05 às 13h15 e das 20h35 às 20h45.

Fora desses blocos, ainda há as inserções de 30 e 60 segundos, espalhadas pela programação entre 5h e meia-noite, somando 70 minutos diários por emissora.

Tempo dos candidatos

O tempo de cada candidato dentro do bloco para os postulantes à presidência não é igual entre si. A legislação eleitoral determina que 90% do horário eleitoral disponível seja dividido de forma proporcional ao número de deputados federais eleitos em 2022 pelos partidos e pelas federações que compõem cada candidatura.

Os 10% restantes são repartidos igualmente entre as legendas que cumprem a cláusula de desempenho, regra que exige um mínimo de votos ou de deputados eleitos para acesso ao Fundo Partidário e à propaganda gratuita. Na prática, isso reduz o espaço na Televisão e no rádio a poucos nomes.

Pela projeção mais recente, baseada nas coligações fechadas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ter o maior tempo, cerca de 5 minutos e 32 segundos por bloco.

Ele fica à frente de Flávio Bolsonaro (PL), com aproximadamente 4 minutos e 18 segundos. E de Ronaldo Caiado (PSD), com cerca de 2 minutos e 2 segundos. Augusto Cury (Avante) também deve ter espaço garantido nos blocos, com pouco mais de 30 segundos para apresentar as suas propostas.

Candidatos como Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), no entanto, ficam de fora, por não atingirem os requisitos da cláusula de desempenho, embora possam seguir na disputa por outros meios de campanha.

O que muda no segundo turno

Se a eleição for para o segundo turno, a regra muda por completo: os dois candidatos remanescentes passam a ter exatamente o mesmo tempo de propaganda, independentemente do tamanho das coligações que os apoiam.

 

Realidade: Saúde pública do Piauí foi privatizada, diz candidata ao governo Lúcia Santos

Nesta terça-feira (25), a médica Lúcia Santos, candidata ao Governo do Piauí pelo PSDB, declarou, em entrevista ao Viagora, que a saúde digital implementada no estado não tem efetividade e criticou a “privatização” do setor a partir da contratação de Organizações Sociais de Saúde para administração dos hospitais públicos.

A candidata, que preside o Sindicato dos Médicos do Piauí (Simepi), questionou a real destinação dos recursos investidos na saúde digital e explicou que o Estado destina cerca de R$ 15 milhões para o programa, mas não se vê resultados devido à baixa adesão por parte da população.

Foto: Kauwany Araújo/ Viagora
Dra. Lúcia Santos

“Na saúde digital, são gastos R$ 15 milhões todo mês e ela não é utilizada. A gente não sabe para onde é que está indo este dinheiro. Eu costumo dizer que eu faço um desafio para encontrar alguém que esteja utilizando a saúde digital. Esse serviço é baseado em toda a população piauiense; é como se todos nós fizéssemos uma consulta com médico especializado pela saúde digital todo mês, mas isso não acontece. Eu não encontro ninguém que utilize a saúde digital, até porque ela não funciona mesmo”, explicou.

Para Lúcia Santos, o Piauí privatizou a saúde pública com um modelo de gestão que prioriza o lucro em detrimento da qualidade do atendimento.

“Quando o governador colocou entidades privadas para administrar os hospitais, ele privatizou a saúde pública, e essas empresas privadas não vão priorizar a gente. Nós já fizemos um levantamento, com várias pessoas pesquisando, até mesmo do jornalismo, e já temos essa discussão de que eles ficam com pelo menos 50% do lucro do dinheiro que eles recebem”, declarou.

A médica ainda destacou que a indicação política dentro das unidades de saúde tem prejudicado a qualidade do serviço.

“O que se vê lá dentro é muita politicagem. Vai o bilhete dos políticos indicando pessoas que não têm qualificação para trabalhar, ferindo o erário público, desviando e fazendo do serviço público verdadeiros currais eleitorais”, pontuou.(Letícia Dutra)

Foragido da Justiça é preso com fuzil, munições e drogas em Luís Correia

PRF apreendeu fuzil, munições, drogas e dinheiro em espécie durante a ocorrência
PRF apreendeu fuzil, munições, drogas e dinheiro em espécie durante a ocorrência

Três pessoas foram presas na noite dessa terça-feira (25) pela Rodoviária Federal (PRF) durante uma ação de combate à criminalidade na BR-402, em Luís Correia, no litoral do Piauí. Um dos presos era alvo de dois mandados de prisão em aberto, um temporário e outro preventivo, expedidos pela Justiça do Piauí.

A abordagem aconteceu por volta das 20h42, no km 86 da rodovia. Equipes do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da PRF fiscalizaram um carro de passeio ocupado pelos três suspeitos.

Segundo a PRF, os ocupantes apresentaram nervosismo e deram informações contraditórias sobre a viagem. Durante a consulta aos sistemas policiais, os agentes constataram que um dos passageiros possuía dois mandados de prisão em aberto.

Na sequência, durante a busca no veículo, os policiais encontraram um fuzil calibre 5,56, 216 munições de diferentes calibres, dois tabletes de substância análoga a crack, cinco tabletes de substância análoga à maconha e R$ 1.090 em dinheiro.

Os três ocupantes foram presos em flagrante por suspeita de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ou porte ilegal de arma e munições de uso restrito. Além das prisões em flagrante, a PRF também cumpriu os dois mandados judiciais contra um dos passageiros.O caso foi encaminhado às autoridades competentes para os procedimentos legais.

Fonte: PRF

Lula não consegue dizer que ‘não sabia’ sobre escândalo envolvendo Lulinha, Marcola e lobista

Momento em que Lula fugia das perguntas sobre o escândalo envolvendo Lulinha e assessores próprios.

A dificuldade de Lula (PT) em enfrentar o escândalo de corrupção e tráfico de influência no núcleo mais íntimo de seu governo ficou escancarada nesta terça (25), durante sua visita ao QG do Exército. No evento, ele mesmo se ofereceu aos jornalistas, mas, indagado sobre revelações devastadoras envolvendo principalmente seu próprio filho Lulinha em negócios milionários no seu governo, simplesmente caiu fora. Constrangedor. Pensava estar em “ambiente controlado”, só que não.

Somente aplausos

Lula condiciona presença em eventos e entrevistas, como definem seus assessores, a “ambientes controlados”, sem riscos de “surpresas”.

Fugindo do debate

Nos bastidores, a falta de respostas convincentes sobre o escândalo é vista como a principal razão para Lula fugir do debate da Band, domingo.

Mais uma lorota

Quando Lula foge de perguntas sobre o próprio filho e seus amigos de décadas, o discurso de “não haverá privilégio” soa mais uma lorota.

Falta convencer

Lula já tentou a tática do “não sabia”, mandou Lulinha “provar inocência”, mas não consegue dizer, olho no olho, que nada tem com o esquema.(Cláudio Humberto)

Perdeu, Emanuel! TCE mantém suspensão de licitação de R$ 10,6 milhões para compra de livros em Parnaíba

O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) decidiu manter a suspensão de uma licitação da Prefeitura de Parnaíba avaliada em R$ 10.634.568,22. O recurso apresentado pelo prefeito Francisco Emanuel contra a decisão anterior foi rejeitado por unanimidade pelo Pleno do Tribunal. O processo envolve a contratação de empresa para fornecer livros, materiais didáticos, recursos digitais e serviços de assessoria pedagógica destinados à rede municipal de ensino.
Pode ser uma imagem de texto que diz "0 PIQUIENSE TCE MANTÉM SUSPENSA LICITAÇÃO DE R$ 10,6 MILHÕES PARA COMPRA DE LIVROS EM PARNAÍBA"
Entre os problemas apontados pelo TCE-PI estão falhas na elaboração do processo, critérios considerados pouco objetivos para a análise das amostras e exigências que poderiam reduzir a concorrência entre as empresas interessadas. O Tribunal também questionou a reunião de diferentes produtos e serviços em um único lote sem uma justificativa considerada suficiente. A licitação havia sido homologada pela Prefeitura em fevereiro, mas acabou suspensa por decisão monocrática do TCE-PI. Após o recurso do prefeito, o Pleno manteve a determinação. (O Piauiense)

5ª Caminhada do Caju acontece neste domingo (30) em Parnaíba com destino ao Labino

A tradição de colher cajus e percorrer as paisagens naturais da Ilha de Santa Isabel será retomada nesse domingo (30/08), em Parnaíba, com a realização da 5ª Caminhada do Caju “Rumo ao Labino”. O evento reúne homens e mulheres interessados em conhecer ou rever os caminhos, cajueirais, carnaubais e áreas alagadas da região.

A concentração será em frente à residência de Roberto Trindade Silva, conhecido como Roberto Pilim, na Orla da Marginal Beira-Rio, na região da Vazantinha, Ilha de Santa Isabel. Para participar, é necessário adquirir a camisa do evento, disponível na Banca do Louro, e seguir para a caminhada com roupas e calçados adequados para a trilha.

A programação tem como destino o povoado Labino, onde os participantes poderão desfrutar de pratos típicos preparados especialmente para o encerramento da caminhada, entre eles a peixada no caju azedo e a galinhada à moda Bebé.

Criada em 2022 pelo historiador parnaibano Vicente Potência, a Caminhada do Caju busca preservar uma tradição associada aos indígenas Tremembé e às antigas famílias da região, que tinham o hábito de percorrer os cajueirais do Labino durante o período de colheita.

O percurso parte da Ilha de Santa Isabel, nas proximidades da Fazenda Paraíso ou da margem do Rio Igaraçu, seguindo em direção ao povoado Labino. Ao longo da trilha, os participantes passam por áreas de carnaubais, alagados e cajueiros, em uma experiência que combina cultura, natureza e gastronomia regional.

Ao final do percurso, a programação é encerrada com a confraternização entre os participantes e a degustação de pratos preparados com ingredientes tradicionais da região, mantendo viva a relação entre a comunidade, a natureza e os costumes do litoral piauiense.(Daniel Santos)