








O senador Marcelo Castro (MDB-PI) votou a favor da PEC da Segurança Pública, aprovada pelo Senado Federal nesta terça-feira (3). Após a votação, o parlamentar defendeu o endurecimento das medidas contra organizações criminosas e afirmou que o enfrentamento às facções depende da atuação integrada das forças de segurança em todo o país.
Marcelo Castro defende penas mais rigorosas para facções após aprovação da PEC da Segurança – Foto: ReproduçãoA proposta estabelece regras específicas para integrantes e lideranças de facções criminosas, milícias e organizações paramilitares. Entre as medidas previstas estão o cumprimento de penas em presídios de segurança máxima, restrições à progressão de regime e o confisco de bens relacionados às atividades ilegais.
Outro eixo da PEC é a ampliação da cooperação entre União, estados e municípios. O texto inclui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e prevê o compartilhamento de informações e a atuação coordenada dos órgãos responsáveis pela segurança.
Marcelo Castro argumentou que as organizações criminosas atuam em diferentes estados e, por isso, exigem uma resposta que não fique limitada às estruturas estaduais. “As facções não respeitam divisas estaduais. Elas atuam em vários estados, movimentam milhões de reais e se aproveitam da falta de integração entre as instituições”, declarou.
A PEC também prevê mudanças no financiamento da segurança pública, incluindo a destinação de parte do superávit anual do Fundo Social do Pré-Sal para investimentos no setor.
Durante a discussão da proposta, Marcelo Castro também se posicionou a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves e hediondos. O senador, porém, defendeu que o tema seja analisado em uma PEC própria, sem ser incorporado ao texto da Segurança Pública.
“Sou favorável à redução da maioridade penal para 16 anos nos crimes mais graves, mas entendo que essa discussão deve ocorrer em uma proposta própria, sem comprometer o avanço das medidas de combate ao crime organizado”, afirmou.(Lupa1)

Homem é espancado por suspeita de tentar furtar galinhas em Cocal, Piauí
Saruê acabou sendo alcançado pela população, que, revoltada, passou a agredi-lo com pauladas, socos e pontapés. Em entrevista ao A10+ e TV Antena 10, ele negou participação no furto, disse que apenas estava no local, e atribuiu o crime aos outros dois homens.
O homem relatou que foi agredido por cinco pessoas e sofreu ferimentos na cabeça, inclusive um corte provocado, segundo ele, por arma branca.
A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência, mas, ao chegar, os agressores já haviam fugido e não foram identificados. Os policiais encontraram o suspeito ferido e realizaram o socorro, encaminhando-o ao hospital.
A polícia destacou que Saruê já possui passagens pela polícia por pequenos delitos cometidos em Cocal. Em outra ocasião, ele também teria sido vítima de uma tentativa de homicídio durante uma briga em praça pública.
Fonte: Portal A10+

Lula assinando distribuição de dinheiro e perdão de dívidas a poucos dias da eleição – Foto: Paulo Pito/Agência Brasil.
O governo Lula (PT) continua recorrendo a sigilos e segredos sobre temas que tem dificuldades de explicar, utilizando-se de interpretação criativa da Lei de Acesso à Informação (LAI) para não informar estudos, pareceres e relatórios que fundamentaram duas das principais medidas do chamado “pacote de bondades” anunciadas na reta final da campanha: a criação do Desenrola 3.0 e a proibição das casas de apostas de quota fixa (bets) no Brasil.
Nos bastidores do próprio Palácio do Planalto, a suspeita é que os supostos estudos e documentos nunca foram feitos, o que realça o caráter As medidas foram editadas por meio de medidas provisórias em 25 de setembro, nove dias antes do primeiro turno das eleições, em um momento em que Lula disputava de forma acirrada a reeleição com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A oposição classificou as ações como eleitoreiras, citando o momento do lançamento e os possíveis impactos nos cofres públicos.
O decreto que regulamenta a LAI (Decreto 7.724/2012) prevê que documentos preparatórios usados como base para decisões ou atos administrativos devem ser acessíveis após a edição do ato. Em pedidos feitos pela BBC News Brasil nos dias 25 e 28 de setembro, a Casa Civil negou o acesso. Alegou que os documentos estão protegidos pelo sigilo “advogado-cliente”, por terem sido utilizados no assessoramento jurídico do governo (Advocacia-Geral da União e área jurídica da Presidência). Outros papéis do processo administrativo também foram enquadrados na mesma proteção, com base no Estatuto da Advocacia.
Especialistas ouvidos pela reportagem criticaram a decisão. Bruno Morassutti, cofundador e diretor de advocacy da ONG Fiquem Sabendo, afirmou que a medida cria um “sigilo eterno”: “Nós nunca ficaremos sabendo, por exemplo, quais os motivos técnicos que fizeram com que o governo proibisse as bets, e isso cria espaço para boatos e desinformação”. Em anos anteriores, a BBC conseguiu acesso a documentos preparatórios de atos semelhantes.
O Palácio do Planalto não respondeu às perguntas enviadas. Em nota, a Casa Civil defendeu o sigilo, afirmando que o acesso a manifestações jurídicas é protegido pelo sigilo profissional dos advogados públicos, com fundamento no Estatuto da Advocacia, aplicável também na administração pública.
Sem os documentos, não é possível saber quando o governo começou oficialmente a estudar as medidas, quais orientações técnicas e jurídicas foram dadas, se houve alertas de impactos negativos ou quais órgãos se posicionaram a favor ou contra. No caso do Desenrola 3.0, o programa prevê a compra, por leilão, de carteiras de crédito de inadimplentes, com descontos de até 90%. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, estimou impacto de até R$ 15 bilhões até 2028, mas não foram apresentados estudos técnicos detalhados sobre eficiência ou riscos. A proibição das bets ocorreu após três anos de regulamentação do setor na direção oposta.
A reportagem destaca que esses documentos formam o “rastro oficial” das decisões governamentais, normalmente registrados no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), e que a negativa de acesso dificulta o escrutínio público sobre os critérios técnicos das medidas lançadas no período eleitoral.(Diário do Poder)

Camilo Santana. (Foto: Luis Fortes/MEC).
Tão logo o promotor Lincoln Gakiya foi citado para chefiar um eventual Ministério da Segurança Pública, o PT se mobilizou para exigir o comando da pasta. Não quer nem ouvir falar, assim como o “PCC”, em entregar o ministério a alguém como Gakiya, com mais de 20 anos dedicados ao combate a facções criminosas. Lula ainda não decidiu se irá separar Justiça e Segurança Pública. Petistas metidos a estrategistas apostam que “segurança pública” ainda terá força nas eleições de 2030.
Camilo Santana (PT-CE) é cotado agora para Segurança Pública. Ele foi governador do Ceará, onde o Comando Vermelho (CV) passou a dar as cartas.
No último fim de semana, o CV mostrou que manda mesmo, cobrando taxa para permitir a venda de garrafões de água para a população.
A taxa cearense de homicídios é de 31,5 por 100 mil habitantes, mais que o dobro da nacional (14,74), segundo o Mapa da Segurança Pública 2026.
Camilo está na pista para suceder a Lula em 2030, e quer se projetar nacionalmente, mas seu legado no Ceará não o recomenda.(Cláudio Humberto)
Febre
Rafael Fonteles virou alvo de interesse dos brasileiros.
Segundo o Estadão, em uma semana as buscas por Rafael Fonteles no Google cresceram 1.350%.
Um número de pessoas equivalente à população de Altos (50 mil) perguntou: “Quem é Rafael Fonteles?”, “Quem é vice de Rafael Fonteles?”, “Rafael Fonteles é o quê do Lula?”, “Quantos anos Rafael Fonteles tem?”, etc.
Longe
Porém, o interesse do público vai distante da possibilidade de ele ser ou aceitar ser o ministro da Fazenda.
Há pelo menos duas boas razões para um não aceite: ser ministro livre de pressão para fazer o que precisa ser feito; largar um mandato bom em folha sem a garantia do item anterior.(Portalaz)
Segundo apuração da coluna R7 Planalto, o Partido dos Trabalhadores (PT) investiu R$ 3.752.605,00 em um grupo de 12 influenciadores digitais durante esta campanha. Entre os nomes da lista está a oficial da Polícia Militar do Piauí, coronel Elizete Lima.
Elizete conta com mais de um milhão de seguidores em seus perfis nas redes sociais. Conhecida como “Dama de Aço” do Piauí, ela recebeu R$ 440.175,00 do diretório nacional do partido, sendo um dos destaques na distribuição dos recursos da sigla. Quem mais recebeu verba foi Kari Santos (R$ 1,4 milhão), que concorreu ao cargo de deputada federal por Pernambuco, seguida por Pedro Rousseff, eleito deputado federal por Minas Gerais, que recebeu R$ 1 milhão.

Neste pleito, a militar ficou na suplência da Câmara dos Deputados. Esta foi a quarta eleição disputada por ela. Quando ainda era major da PM, Elizete concorreu ao cargo de deputada estadual pelo MDB, em 2022; a vereadora de Teresina pelo PSB, em 2020; e a deputada federal pelo Solidariedade, em 2018.
Ao todo, dos 12 influenciadores que disputaram, quatro foram eleitos e sete ficaram como suplentes. Confira a divisão de verba recebida do PT Nacional por influenciador:
Eleitos
Suplentes
Não eleito
Fonte: Portal A10+ com informações do R7 Planalto
A mãe de Alice Brasil, Dayana Brasil, publicou um vídeo nas redes sociais cobrando esclarecimentos sobre a morte da filha, ocorrida em uma unidade do Colégio CEV, fundado pelo governador do estado, Rafael Fonteles (PT). No pronunciamento, ela destacou supostas irregularidades na instituição e sobre uma dívida atribuída à escola, além de afirmar que um advogado da instituição chamou a filha de “notícia velha”.
A unidade onde Alice estudava integra o grupo e posteriormente passou a se chamar Colégio Kennedy. Segundo ela, após a morte da filha, vieram à tona irregularidades, entre elas o funcionamento da unidade sem alvará desde 2021. A mãe também questionou o prazo concedido pelo Conselho Municipal de Educação para a regularização.

“Quando essa tragédia aconteceu com a minha família, diversas irregularidades vieram à tona. Para que vocês tenham uma ideia, a unidade funcionava sem alvará desde 2021. Ao buscar a regularização, recebeu do Conselho Municipal de Educação, um prazo de 5 anos e 3 meses, superior ao limite máximo de 5 anos estabelecido pelo próprio Conselho”, declarou.
Outro ponto destacado foi uma dívida superior a R$ 135 milhões atribuída ao ensino médio da unidade, divulgada em agosto de 2025. De acordo com a mãe, cinco dias após a repercussão dos números nas redes sociais, o valor informado caiu.
“Outra descoberta vergonhosa veio em 25 de agosto de 2025, quando soubemos que o ensino médio da unidade em que minha filha estudava acumulava uma dívida superior a R$ 135 milhões com os cofres públicos. Após a divulgação desses números nas redes sociais, em cinco dias o valor caiu para R$ 11 milhões. Mais de R$ 120 milhões deixaram de constar no valor divulgado, sem um esclarecimento público satisfatório sobre essa redução”, ressaltou.
O inquérito policial concluiu que não havia responsáveis pela morte de Alice. Entretanto, o Ministério Público do Piauí discordou da conclusão e apontou elementos para responsabilizar criminalmente seis pessoas. Ela também relatou que, durante uma reunião entre advogados da família e o advogado criminalista do grupo educacional, ouviu que os familiares deveriam “arrefecer os ânimos” porque a morte da filha já teria se tornado “notícia velha”.
“Mesmo diante de toda a dor que temos enfrentado, em uma reunião entre nossos advogados, o advogado criminalista do CEV teve a ousadia de dizer que deveríamos arrefecer os ânimos, porque nossa filha já havia se tornado notícia velha. Gostaria de informar a esse advogado e a quem autorizou essa fala que a nossa filha não é uma notícia. Alice foi uma criança que viveu, foi e continua sendo profundamente amada”, afirmou.
Dayana ressaltou que a menina morreu dentro de uma instituição que tinha o dever de protegê-la. Ela afirmou que os encaminhamentos na esfera criminal estão praticamente concluídos e que a família agora buscará a responsabilização civil. A mãe de Alice voltou a cobrar respostas e afirmou que a ligação de Rafael Fonteles com a fundação da escola não pode ser apagada, mesmo após ele deixar a gestão sob responsabilidade da família.
“Ela morreu dentro de uma instituição que tinha o dever de protegê-la.Na esfera criminal, os encaminhamentos estão praticamente concluídos.Agora vamos buscar a responsabilização na esfera civil.E não podemos esquecer, Rafael Fonteles foi o fundador dessa escola e, embora tenha deixado sua gestão sob a responsabilidade da própria família,sua história com a instituição não pode ser apagada”, concluiu. (Luyze Sousa – )

Um incêndio de grandes proporções atingiu o lixão de Parnaíba, no litoral do Piauí, e só foi controlado nesta terça-feira (3), depois de mais de 15 horas de operação. O fogo mobilizou equipes de combate a incêndios e exigiu o uso de carros-pipa e máquinas pesadas para conter as chamas e evitar que o fogo se espalhasse pela área de resíduos.
Segundo o tenente-coronel Rivelino de Moura, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí (CBMEPI), o incêndio foi controlado nesta terça-feira. A operação contou com o apoio de equipamentos disponibilizados pela Prefeitura de Parnaíba.
“A operação durou mais de 15 horas e contou com o apoio de carros-pipa e máquinas pesadas da Prefeitura Municipal de Parnaíba. Neste momento, equipes da Defesa Civil do município permanecem no local realizando o trabalho de rescaldo, com o objetivo de eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do incêndio”, pontuou o tenente-coronel.
Trabalho de rescaldo continua no lixão
Apesar de o incêndio ter sido controlado, a área ainda exige cuidados. Equipes da Defesa Civil de Parnaíba permanecem no local realizando o rescaldo, procedimento que consiste em identificar e eliminar possíveis focos de calor que possam provocar novos incêndios.
O trabalho é especialmente importante em ocorrências envolvendo grandes acúmulos de resíduos, como acontece em lixões e aterros sanitários. Mesmo depois de as chamas serem controladas, materiais em combustão podem permanecer em camadas internas e provocar a reignição do fogo.
Por esse motivo, o monitoramento da área continua até que os possíveis focos remanescentes sejam eliminados e não haja risco de o incêndio voltar a se espalhar.
Fonte: Corpo de Bombeiros Militar do Piauí (CBMEPI)
A cotação do governador Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda coloca em discussão uma contradição: enquanto seu nome ganha espaço para comandar a economia nacional, a previdência que sua gestão administra no Piauí enfrenta um déficit bilionário e precisa de financiamento adicional para sustentar compromissos futuros. A avaliação atuarial de 2026 aponta déficit de R$ 18,65 bilhões somente no regime dos servidores civis. O valor representa a insuficiência projetada para cobrir obrigações previdenciárias de longo prazo.

O estudo propõe um plano de amortização com pagamentos suplementares que alcançariam aproximadamente R$ 1,06 bilhão em 2028. Embora o déficit financeiro anual tenha diminuído, o próprio relatório divulgado pela PiauíPrev alerta que a aproximação entre receitas e despesas não significa equilíbrio do sistema. A melhora depende de contribuição patronal extraordinária e de receitas com aluguéis de imóveis do fundo. Ou seja, o alívio nas contas anuais não resolveu o problema estrutural. É nesse ponto que está a preocupação dos servidores: sem financiamento suficiente e execução de um plano sustentável, o desequilíbrio pode comprometer a capacidade futura de pagamento das aposentadorias e pensões.
Os documentos sustentam esse alerta, embora não estabeleçam uma data para um eventual colapso. Para um governador apresentado como possível comandante da Fazenda, a cobrança é inevitável: qual solução efetiva deixará para a previdência piauiense? A credibilidade para administrar as contas do país também passa pelas respostas que sua gestão oferece a quem depende da aposentadoria no próprio estado. (Silas Freire)
Profissionais que trabalham com transporte turístico em Barra Grande, no litoral do Piauí, denunciam a falta de condições básicas na rodoviária da região. Em um apelo direcionado às autoridades estaduais, um trabalhador do setor pediu apoio para cobrar melhorias no espaço, que recebe motoristas responsáveis pelo transporte de visitantes.
Mais cultura e arte aos estudantes da Rede SESI e de escolas públicas. O Projeto SESI Piauí EnCena vai apresentar o espetáculo infantil “Os Saltimbancos” em Parnaíba, no dia 10 de novembro de 2026, às 15 horas, no teatro Sesc Avenida, na Rua Eunice Weaver 01, Centro, em Parnaíba.

Os talentosos artistas do Coletivo Capemga farão a encenação (adaptação) do espetáculo infantil Os Saltimbancos, fábula baseada na obra de Chico Buarque, que conta a história de um burro, um cachorro, uma galinha e uma gata que enfrentam a exploração a que eram submetidos e decidem transformar suas vidas. A trama funciona como uma fábula lúdica e aborda temas como solidariedade, liberdade, união e resistência contra a opressão.
As apresentações artísticas do Projeto SESI Piauí EnCena são realizadas em Teresina, Parnaíba, Picos e Piripiri, com o objetivo de proporcionar aos alunos o acesso à cultura através do teatro, além de formar público para equipes inteiras do teatro local dos municípios participantes. No dia 9 de novembro de 2026 o Coletivo Capemga fará a apresentação da peça teatral no Teatro João Cláudio Moreno, em Piripiri.
O Projeto SESi Piauí EnCena já levou centenas de estudantes da Rede SESI e de escolas públicas municipais e estaduais ao teatro em Parnaíba, com apresentações das peças teatrais “A Menina e o Boizinho”, “Berra Boi”, “Os Piratas” e “O Último Rei” em espaços como o Sesc Avenida e auditórios locais.
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí – FIEPI, Zé Filho, é entusiasta e um dos maiores incentivadores do Projeto SESI Piauí EnCena, que conta com o apoio do Departamento Nacional do SESI, com o objetivo integrar e democratizar a cultura e o lazer ao ambiente de ciência, inovação e sustentabilidade característico das mostras científicas já tradicionais desta comunidade escolar.
Para o Superintendente do SESI Piauí, Mardônio Neiva, o projeto cria a ponte que leva os alunos ao universo mágico das artes, já que muitos deles nunca tiveram contato mais próximo com o teatro e outros espaços culturais. A iniciativa também ajuda na valorização e reconhecimento dos artistas locais e das produções feitas na região, fortalecendo a cultura piauiense.
A coordenadora do Projeto Sesi Cultura Piauí, Mônica Pessoa, enfatiza que o impacto do Projeto SESI Piauí EnCena vai muito além das ações presenciais. “Após o contato mais direto com as manifestações de arte e cultura, os estudantes da Rede SESI e das escolas públicas passam a olhar para o mundo, para si mesmos e para os que estão ao seu redor de uma forma diferente, mais humanizada, mais plural e mais compreensiva”, ressalta.
No local, os policiais encontraram uma motocicleta Honda NXR 160 Bros, de cor preta. Inicialmente, o condutor não foi localizado. Posteriormente, familiares informaram que o proprietário do veículo estaria envolvido no acidente e havia sido socorrido para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA). A segunda motocicleta envolvida era uma Honda CG 150 Fan, conduzida por Roberto Junio da Costa Silva, que morreu no local do acidente.
Segundo relatos de populares repassados à polícia, os dois veículos trafegavam no sentido Coqueiro da Praia em direção ao Shopping Amarração quando ocorreu a colisão.
Após a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), o óbito foi constatado. Diante da ocorrência, o delegado Melo, da Central de Flagrantes de Parnaíba, e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para realizar os procedimentos necessários.As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.(Gp1)

O ex-presidente do PT José Genoino se posicionou contra a ida de Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda. Em entrevista ao Bom Dia 247, o dirigente questionou a apresentação do governador reeleito do Piauí como um nome capaz de agradar ao mercado financeiro. Para ele, a escolha deve responder às prioridades populares que sustentaram a vitória de Lula.
Genoino manifestou respeito por Fonteles, mas argumentou que o petista recebeu dos piauienses a missão de continuar governando o estado. Também avaliou que assumir a Fazenda poderia expor sua liderança a um desgaste político, diante dos conflitos envolvidos na condução da economia. “O mercado quer mandar mesmo quando ele perde a eleição”, afirmou.
A resistência de Genoino está ligada ao significado político da indicação: ele rejeita que a aceitação pelos agentes financeiros determine a composição do governo.
Na avaliação do ex-presidente petista, Lula precisa negociar com esses setores mantendo como referência os compromissos assumidos com a população. Entre as prioridades defendidas estão valorização salarial, redução do endividamento das famílias e enfrentamento dos juros elevados. Sem apresentar um candidato alternativo, Genoino afirmou confiar na decisão de Lula.
Para sustentar sua posição, Genoino recuperou a escolha de Antonio Palocci para a Fazenda no primeiro governo Lula. Na avaliação dele, a saída de Palocci da Prefeitura de Ribeirão Preto para assumir o ministério sinalizou, naquele momento, uma concessão às pressões do mercado. A referência foi utilizada para questionar os critérios políticos que devem orientar a montagem da nova equipe econômica.
O dirigente também criticou a austeridade fiscal, as privatizações e a influência crescente dos interesses financeiros sobre as decisões públicas. Para Genoino, subordinar o governo a essa orientação pode afastá-lo das necessidades da população e enfraquecer os vínculos construídos durante a disputa eleitoral. Sua defesa é que a negociação econômica comece pelas propostas do governo eleito, preservando o compromisso com quem garantiu a vitória nas urnas. (pensarpiaui)

Ministro do STF Alexandre de Moraes. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade.
A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos.
O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas.
A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico.
Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF.(Cláudio Humberto)
Familiares e amigos foram ao campo santo para visitar os túmulos, prestar homenagens, fazer orações e recordar pessoas que fizeram parte de suas vidas. Também foram lembrados cidadãos que tiveram relevantes serviços prestados ao município e contribuíram para a história de Parnaíba.
O movimento foi intenso durante o período da manhã, mantendo uma tradição que se repete todos os anos e reúne pessoas de diferentes gerações em um momento de fé, saudade e reflexão.
Para encerrar a programação religiosa do Dia de Finados, a Igreja Católica realiza, no final da tarde, uma missa no próprio Cemitério da Igualdade, em homenagem à memória dos falecidos.(Blog do Pessoa) 
