







Os flanelinhas receberão orientação e treinamento para serem “cuidadores de veículos”








Os flanelinhas receberão orientação e treinamento para serem “cuidadores de veículos”
Os críticos de Wellington Dias (PT) começam a pegar em seu pé questionando sua atuação, com críticas que devem ser cada vez mais ácidas e amiudadas com o passar dos meses. O governador está a apenas um ano e meio do fim de seu mandato. Assim, para a oposição começa o trabalho de desconstrução do governo, do discurso e da imagem do governador.
Uma das mais recorrentes peças desse processo é provocar Wellington e seus aliados a mostrar uma obra que seja icônica, representativa de todo o governo. Os adversários querem algo físico de grande monta, enquanto a gestão se esfalfa em obras pulverizadas por todo o Estado, que realmente se prestam para conquistar votos localizados, mas não têm o condão de servir para obter mais do que isso. Cabe a Wellington se esforçar na concentração de esforços que lhe permitam entregar obras como o rodoanel, a duplicação das estradas federais de entrada e saída de Teresina, quem sabe a rodovia Transcerrados e o Centro de Convenções de Teresina, que de tão enrolado e atrasado se transformou num monumento à incompetência gerencial pública. Como não avançou celeremente em dois anos e meio de governo para fazer as obras, a Wellington Dias resta buscar um milagre de eficiência para calar adversários cada vez mais barulhentos.
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| Professor Israel Correia (Foto reprodução internet) |






Por:Pádua Marques(*)
Mas tirando esse defeito, o meu amigo de infância era leal e corajoso ao extremo de comprar uma briga de murro pra si quando tinha consciência de que um de nós estava em desvantagem. Todo bairro tinha seus valentões. Naquele tempo todo menino tinha que ter no currículo no mínimo uma briga de rua. Era passaporte pra ser respeitado e lá no futuro ser admirado pelas namoradas. Foi um tempo de grande depressão econômica e os jovens da Parnaíba, assim como os americanos dos anos 30, tinham quase como diversão brigar na rua.
No bairro de Fátima era assim. Mas antes vou fazer uma observação importante que é pra depois ninguém achar que andei errando na geografia. Bairro de Fátima antigamente era um bairro grande. Começava na chamada beira da linha de trem ali pela gameleira, onde hoje funciona uma boate, e acabava onde hoje é o Tiro de Guerra. Eram, portanto dois em um, a parte baixa e a parte alta. Na parte baixa, onde eu passei minha primeira infância e a parte alta. Na parte alta tinha uma turma que era de fechar quarteirão.
Tinha gente tida como valente e arruaceira. E nessa fama dada pela briga de rua acabava sobrando pras mães. Assim ficaram conhecidos no baixo bairro de Fátima os Cão da Doca e os Cão da Calô. Não tinha um jogo de futebol que fosse, no Bariri, São Tarcísio ou fora das fronteiras que não acabasse em briga. Algumas ainda hoje lembradas com muito orgulho pelos hoje veteranos. E se o jogo era pros lados do Catanduvas, no campo do Botafogo, a coisa era feito briga de americanos com o pessoal do Exército Islâmico.
Falando em americanos, em março o presidente Trump assinou uma ordem executiva revertendo a política ambiental do seu antecessor Barack Obama. Pelo que se sabe até o presente momento os Estados Unidos vão, na observação dos ambientalistas, marchar pra trás. Os Estados Unidos vão deixar de mão o objetivo de reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera. Pro presidente com cara de vendedor de seguros esse negócio da redução de emissão de gases e meio ambiente degradado é conversa pra bumba meu boi dormir.
Pra ele essa conversa mole de preservação ambiental é uma porta aberta pra desaquecer a economia, fechar empresas e deixar milhões de americanos sem emprego. Pela visão dos ambientalistas e dos governos que defendem essa política é uma forma de democratizar os recursos naturais entre países pobres, ricos e os remediados. Pra que no futuro a Terra não se transforme numa panela de feijoada fumegando de tão quente.
Mas o presidente Trump vê de outra forma. Retardando o crescimento pra priorizar cuidados com o meio ambiente, a economia americana deixa de produzir bens de consumo. E bens de consumo, computadores, smartfones, fornos micro-ondas, televisores, automóveis, máquinas de calcular, roupas, processadores de alimentos, enfim, todas essas quinquilharias que deixam o mundo inteiro gritando na porta do Armazém Paraíba em dia de liquidação, são tudo que todo mundo quer ter em casa.
Porque esse negócio de desenvolvimento é complicado. A gente entende como aquela coisa de ter acesso aos bens de consumo pra uma melhor qualidade de vida, urbana ou rural. Mas qualidade de vida respeitando o meio ambiente presume deixar de lado alguns confortos tecnológicos. Isso ninguém abre mão. Duvido. Então o presidente Trump está nessa situação. Briga com todo mundo dizendo e mostrando que tem razão ou deixa todo mundo se lascar.
(*)Pádua Marques é escritor e jornalista

Governador tenta empréstimos para quitar precatórios 






Deu na imprensa:
Uma coisa parece não ter sido afetada pela crise econômica do país, do Piauí e dos municípios; o calendário das principais festas das cidades do Piauí foi mantido. Uma das justificativas dos prefeitos é exatamente que o retorno financeiro com a de movimentação de turistas que ocorre nas cidades durante as festividades justificam investimentos. Hoje (15) começa a 14ª edição do Festival de Inverno de Pedro II, o evento é realizado em parceria do Governo do Estado com a Prefeitura Municipal. A expectativa de público é de que mais de 40 mil pessoas passem pelo município nos três dias de atrações.
A matéria acima, do blog da jornalista Elizabeth Sá, em nenhum momento cita o Festival de Folguedos “São João da Parnaíba”, que há 17 anos vem sendo realizado pela Prefeitura e este ano, por determinação do prefeito Mão Santa, tomou uma dimensão bem maior, com atrações o mês inteiro. O Governo do Piauí nunca, em tempo algum, deu apoio a este evento. Será por isso que os órgãos de comunicação do Estado não o divulgam? Sim, afinal, as informações estão diariamente na rede mundial, a Internet, para que ninguém alegue desconhecimento. Parece que se o governo não dá importância a imprensa estadual, patrocinada pelo poder público, idem. É uma lástima!!!
Ciro Nogueira tem carta branca para cabalar votos piauienses na bancada a favor de Temer
Existem dois mundos na política: o da militância e o real. No primeiro, vive-se um ambiente diversionista para manter a tropa animada. No segundo, despem-se de visões fundamentalistas, porque quem realmente conta costura acordos ou faz concessões dentro de critérios bastante práticos, onde mais vale o cálculo que a ideologia. Está-se vendo isso com a clareza da água no Brasil, mas é preciso querer ver a “realpolitik” para enxergar o que de fato ocorre. Os tucanos mantêm o apoio a Temer e este pressiona a Câmara para rejeitar o pedido da Procuradoria Geral da República para processá-lo, além de seguir com projetos de reforma nada populares e contra os quais se insurge o PT desapeado no poder. É neste cenário que, mais uma vez, se percebe em ação a “realpolitik” e não o discurso de animação de plateias militantes. Tome-se o exemplo do Piauí. Circula informação de que o governador Wellington Dias (PT) deu carta branca para que o senador Ciro Nogueira (PP) negocie dois votos do PT em favor do Temer. A conta é simples: Temer precisa barrar o pedido da PGR e avançar na reforma da Previdência. Wellington precisa de recursos para evitar que o déficit fiscal no Estado se amplie a ponto de ameaçar salários de servidores e atrasar ainda mais obras que podem pavimentar sua reeleição. Assim, ele manteria na Câmara os suplentes de Rejane Dias (PT) e Fábio Abreu (PTB), José Maia Filho (PP) e Silas (Podemos), que votam alinhados com a base aliada do presidente.
Por: Arimatéia Azevedo
