






O puxão de orelha
Fontes garantem que ocorreu um tête-à-tête entre Rafael Fonteles e Wellington Dias. O governador, em tom de cobrança filial, teria lembrado ao ministro – e seu padrinho político – que já o havia feito faltar com a palavra uma vez, em acordo costurado com o clã Santana.
Comigo não!
Dessa vez, porém, Rafael não engoliu em seco. Olho no olho, teria disparado: “Você não vai mais fazer com que eu volte atrás na minha palavra”.
Se confirmada, a frase marca uma virada: o pupilo finalmente dizendo ao mestre que a caderneta de fiado político fechou.
O prato indigesto
A conversa entre Rafael Fonteles e Wellington Dias foi sobre a vice em 2026. Rafael não deixou margem para mal-entendidos: lembrou ao ministro que Washington Bandeira só largou a toga porque recebeu dele, Rafael, a palavra de que seria vice na próxima eleição. Palavra empenhada, palavra cumprida.
E eu, como fico?
O problema é que Wellington ouviu, engoliu a seco, mas não conseguiu digerir. Para quem sempre gostou de ser o maestro, assistir o discípulo ditar o compasso deve ter sido um jantar sem sobremesa para o índio. (Portalaz)
A Prefeitura de Parnaíba, por meio da Secretaria de Saúde, firmou contrato de R$ 859,9 mil, válido por apenas dois meses, com a empresa B. F. de Meneses Sousa para fornecimento de fórmulas nutricionais. A empresa, aberta em 2021, possui capital social de apenas R$ 100 mil, valor bastante inferior ao montante contratado. O extrato foi publicado com dispensa de licitação, o que reforça a necessidade de transparência.
Falta de transparência
Não foram divulgados os nomes dos sócios da contratada, tampouco a quantidade exata de fórmulas a serem entregues. A ausência de informações básicas compromete a fiscalização dos órgãos de controle e da sociedade.
Sala de licitações
Empresários relatam que a CPL da Prefeitura de Parnaíba se tornou palco de disputas obscuras. Segundo relatos, alguns fornecedores mantêm contato direto com o prefeito Francisco Emanuel (PP). O clima de “cartas marcadas” já provocou denúncias ao TCE, TCU e MPF, que estariam prestes a receber áudios e nomes de agentes públicos envolvidos.
Licitação milionária e o TCE
No último dia 15, inclusive, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) suspendeu o Pregão nº 026/2025, no valor de R$ 32,2 milhões, destinado a serviços de pavimentação asfáltica em ruas do município.
O órgão identificou inconsistências na documentação e suspeita de superfaturamento. O processo só poderá ser retomado após a prefeitura corrigir todas as pendências.
Fonte: Portalaz
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No bairro Mendonça Clark, em Parnaíba, um projeto social tem mudado a vida de dezenas de mulheres. Mais do que receitas de pães e esfirras, a oficina ensina a empreender, gerar renda e recuperar a autoestima de participantes em situação de vulnerabilidade social.
A cada fornada, surge também uma nova perspectiva. O pão que cresce no forno simboliza dignidade, autonomia e a força de mulheres que encontraram no coletivo uma forma de transformar dificuldades em oportunidades. Parte da produção é vendida, e o dinheiro arrecadado é dividido: uma porcentagem ajuda a manter a instituição, enquanto a outra complementa a renda das famílias.

Atualmente, 20 mulheres participam diretamente das oficinas, enquanto 54 crianças são atendidas em outras atividades da ONG. A instrutora da oficina, Laura Porto, explica:
“Eles podem fazer em casa, ganhar algum dinheiro com isso, divulgando, vendendo para pessoas conhecidas e para a ONG também, que vai ter uma receita melhor para poder ajudar mais crianças. É uma aprendizagem. Nunca é demais aprender as coisas.”
Laura também conta que aprendeu as primeiras técnicas sozinha e hoje repassa o conhecimento às colegas.
“Eu mesma sou autodidata nisso. Aprendi com uma amiga minha, que já foi Masterchef, e dali eu fui mexendo na receita e fiz a minha própria. Eu fui convidada para dar essa aula para as meninas. Esse pão aqui, por exemplo, é recheado e sai a R$ 19,00. A gente vende aqui mesmo e, se precisar, faz entrega.”

Apesar dos resultados positivos, a Oficina Esperanza enfrenta dificuldades financeiras. Sem apoio político, o projeto sobrevive com doações da comunidade e de empresários locais. A coordenadora de Projetos e Extensão, Isabelle Araújo, relata:
“Está sendo bem desafiador. A Oficina Esperança não pode parar. A gente está realizando o trabalho desde 2021 com toda a comunidade, crianças, famílias e mulheres. O terceiro setor é uma sobrevivência a cada dia.”
Ela acrescenta que a falta de recursos já levou à redução da carga horária de atividades para as crianças.
“Perdemos alguns funcionários também. Não está fácil, mas a gente está aqui tentando continuar da melhor forma possível, dando o nosso máximo. Para dar continuidade, a gente precisa de apoio, de parceiros para seguir.”
Entre as beneficiadas está Marilene Ferreira, que além de aprender, compartilha seu conhecimento em crochê com as colegas. Para ela, a oficina é mais do que um espaço de trabalho.
“A gente vê o empenho das pessoas que trabalham aqui, o amor delas pela ONG. Então a gente não pode deixar que feche, temos que procurar apoio para manter aberta. Eu não tenho filhos aqui, mas sei da importância para as mães que precisam desse espaço, com aula de dança, balé, música e informática.”
A coordenadora do Espaço Mulher Esperanza, Jacinta Freitas, reforça que o objetivo é fortalecer o empreendedorismo feminino.
“É muito enriquecedor para mim, eu aprendi muito com elas. O projeto foi pensado para dar autonomia financeira às mulheres, para mostrar que elas podem ir muito além do que já fazem no cotidiano. Aqui, elas encontram acolhimento e oportunidade de transformar suas realidades.”
Entre receitas, aprendizado e união, a oficina mostra que cada pão produzido é também um passo rumo à independência e à valorização do trabalho feminino.
Clique e conheça a Oficina Esperanza
(Lucas Zadoque/PCN)
Após a formalização da federação entre União Brasil e Progressistas (PP), a União Progressista, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), defendeu nesta terça-feira, 19, o desembarque do governo Lula “o mais rápido possível”. O grupo ainda não apresenta consenso sobre a decisão.

A fala do senador vem após a formalização da federação entre União Brasil e Progressistas.
“O que nos constrange hoje é a presença de membros do nosso partido com cargos no governo. E isso eu defendo que seja proibido, terminantemente. Mas isso tem que ser uma deliberação dos dois partidos. Se dependesse de mim, o Fufuca não teria nem entrado”, disse o ministro do Esporte, André Fufuca, filiado ao PP.
Fufuca não quis comentar sobre a pressão para deixar o cargo e disse que está com Lula: “Meu voto pessoal é dele (Lula)”.
Também presente no evento estava o ministro do Turismo, Celso Sabino, do União Brasil. Na segunda-feira, 18, Sabino afirmou que há “muitas pessoas” da legenda favoráveis aos “grandes números” apresentados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ele também afirmou que qualquer decisão sobre desembarque será deliberada de forma coletiva, em encontros da executiva e das bancadas no Legislativo, “como qualquer partido político democrático”.
Além de Fufuca e Sabino, a federação tem os ministros Waldez Góes, da Integração, e Frederico de Siqueira, da Comunicação, ambos indicados pelo União Brasil. No entanto, integrantes da sigla defendem que eles foram indicações pessoais do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP).
Alcolumbre, por sua vez, usou um tom conciliador ao falar sobre o assunto, dizendo que a União Progressista não é nem governo nem oposição. “Não é um movimento de oposição e situação. Foi um movimento de política com ‘P’ maiúsculo com o olhar voltado para o futuro do Brasil”, disse.
O evento de formalização da federação foi marcado por cobranças pelo desembarque dos partidos do governo, defendida também pelo governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (União).
“Não podemos mais ficar sendo entrevistados e as pessoas perguntando: ‘Você é do governo ou é oposição?’. O partido tem que ter lado, tem que ter rumo, tem que ter posição clara”, afirmou.
A federação União Progressista terá a maior bancada na Câmara dos Deputados, com 109 cadeiras, e no Senado Federal, com 15.
O grupo também terá o maior número de governadores, sete no total, e de prefeitos eleitos em 2024: 1.383. Será deles a maior fatia do fundo eleitoral (R$ 953,8 milhões, segundo valores de 2024) e do fundo partidário (R$ 197,6 milhões). (O Dia)
As prefeituras que tiveram as contas bloqueadas são as de Corrente, Bom Princípio do Piauí e Matias Olímpio. Já as câmaras municipais atingidas pela decisão são as de Bom Princípio e Cajazeiras do Piauí.
O DFCONTAS identificou que, no Legislativo de Bom Princípio do Piauí, atualmente presidido pela vereadora Maria Noélia da Silva Pereira, não foi entregue ao TCE a prestação de contas, documentos e informações referentes ao ano de 2025. Esses documentos são essenciais para análise, e a não entrega dentro do prazo determinado pode configurar “desrespeito ao dever constitucional de prestar contas e ao direito do cidadão à boa administração”.
A representação feita pela unidade técnica, com pedido de medida cautelar para bloquear as contas da Câmara de Bom Princípio do Piauí, foi acatada pela conselheira Lílian de Almeida Veloso Nunes Martins. Na decisão, ela determinou que as movimentações financeiras só serão liberadas quando a presidente do Legislativo municipal encaminhar à Corte de Contas os documentos e informações referentes à prestação de contas do exercício de 2025.
A conselheira Lílian de Almeida também determinou o bloqueio das movimentações financeiras da Prefeitura de Bom Princípio do Piauí, administrada pelo prefeito Apolinário Costa Moraes. Segundo representação do DFCONTAS, o gestor também deixou de encaminhar documentos e informações referentes ao exercício de 2025.
As contas serão desbloqueadas assim que forem enviados os documentos e informações necessários para a devida fiscalização dos recursos recebidos pelo Executivo. (Com informações do Gp1)
A deputada Gracinha Mão Santa (PP) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), nesta terça-feira (19), para criticar políticos que, segundo ela, tentam se apropriar de obras públicas. A parlamentar defendeu que o foco deve ser o trabalho coletivo em benefício da população, deixando as disputas eleitorais apenas para o período de campanha.
Segundo a deputada, o caso mais recente envolve melhorias realizadas na Lagoa do Bebedouro, em Parnaíba. Ela afirmou que o local vem recebendo investimentos há mais de oito anos, por meio de diferentes esferas de governo, o que transformou a área antes marcada pela violência em um ponto turístico que já sediou três edições do Natal da cidade litorânea.
Foto: Divulgação/ Alepi
“Precisamos evoluir. Existe quem faz a primeira [obra], quem faz a segunda, quem faz a terceira, quem faz a quarta, quem faz até a quinta e, se Deus quiser, que cada vez prospere mais. Às vezes, as pessoas menosprezam muito quem está nos ouvindo. A gente tem que ter esse cuidado, porque nós somos parlamentares. Aqui na tribuna, devem ser ditas verdades”, declarou.
A deputada citou ainda obras do Orçamento Participativo Digital (OPA) que beneficiaram Parnaíba, ressaltando que não é correto políticos reivindicarem a autoria exclusiva dessas entregas. “A gente quer agradecer também as entregas. [O governador] entregou [obras do] OPA. Alguns deputados e alguns vereadores dizem que são suas. Eu também podia dizer que são minhas, que coincidiu com um requerimento, mas não, eu agradeço ao governador, às associações e ao orçamento participativo. Agradeço por coincidir muitas obras com as quais eu tenho o requerimento. Mas eu não posso dizer que são minhas. Eu posso dizer que lutei muito por elas e que, graças a Deus, foram contempladas de outra forma. Às vezes, não foi contemplada como eu pedi, mas eu não preciso da obra, quem precisa da obra é o povo”, afirmou.
Durante o pronunciamento, a parlamentar também destacou campanhas realizadas no mês de agosto: o agosto Dourado, que incentiva a amamentação; o agosto Laranja, voltado à conscientização sobre esclerose múltipla; e o Agosto Lilás, que trata do enfrentamento à violência doméstica.
Gracinha Mão Santa defendeu a celeridade na tramitação de um projeto de sua autoria, que assegura às vítimas de violência doméstica e familiar o direito de serem comunicadas previamente quando houver relaxamento de prisão ou suspensão de medida protetiva contra o agressor. Apesar disso, ela enfatizou que mudanças culturais são fundamentais para reduzir os índices de violência. “As tecnologias aumentam. A mulher pode pedir até socorro, mas parece que tem mais medo de pedir socorro. Então, nós mulheres também [precisamos] nos apoiar. Julgar menos, acolher mais e lutar mais. Levar isso para a nossa vida, desde a educação de filhos e de netos, porque aí sim a gente consegue que esses índices diminuam, é com a educação da família”, destacou. (Viagora)

Deputado Alfredo Gaspar (E), relator da CPI Mista do roubo do INSS, e o senador Carlos Viana (D), presidente do colegiado (Foto: Saulo Cruz/Ag. Senado)
Uma reviravolta garantiu à oposição o comando da CPI Mista do INSS e a investigação do roubo aos aposentados e impôs mais uma derrota a Lula (PT). Mas isso não teria sido possível sem ausência de governistas que mais se beneficiam das benesses do Planalto. Humilhado na derrota, Omar Aziz (PSD-AM), queixou-se em conversas reservadas dos “mui amigos” que deram o bolo: senadores Cid Gomes (PSB-CE) e Renan Calheiros (MDB-AL), que nem deram as caras, e Eduardo Braga (MDB-AM), que só chegou em cima do laço.
Foi decisiva também a ausência dos deputados Rafael Brito (MDB-AL), Bruno Farias (Avante-MG) e Mário Heringer (PDT-MG).
Omar Aziz passou vergonha: “posou para fotos” como presidente antes do jogo, dando entrevistas como presidente da CPMI.
Neolulista dedicado, Hugo Motta (Rep-PB) também pagou mico: até anunciou o correligionário aliado Ricardo Ayres (TO) como relator.
A oposição emplacou no comando da CPI o senador Carlos Viana (Pode-MG) e o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) como relator.(Cláudio Humberto)
Parnaíba vai ganhar seis novos leitos de saúde mental no Hospital Dirceu Arcoverde. A iniciativa faz parte da expansão de cinquenta leitos aprovados pela Secretaria de Estado da Saúde, que beneficiará dez hospitais da rede estadual e um hospital filantrópico em sete regiões do Piauí.
Os leitos vão atender pessoas em situações de crise relacionadas ao uso de álcool, crack e outras drogas, além de pacientes com transtornos mentais agudos que precisam de cuidado hospitalar. A expansão é acompanhada pela capacitação das equipes multiprofissionais e segue critérios técnicos do Ministério da Saúde. O objetivo é ampliar o acesso, descentralizar o atendimento e fortalecer uma rede de saúde mental mais acolhedora e humanizada para a população piauiense.
As exportações de minério de ferro pelo Porto Piauí, em Luís Correia, começam já no início de 2026. Para garantir que tudo funcione bem, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez, junto com a Companhia Porto Piauí e o DER, um grande teste de transporte na BR-343.
Em junho, seis carretas carregadas com 300 toneladas de minério saíram de Piripiri, onde fica a mineradora Lion Mining, e seguiram até o Porto. A ideia foi descobrir onde estão os pontos mais críticos da estrada e o que precisa ser melhorado para que as carretas consigam circular sem travar o trânsito.
O relatório entregue pela PRF mostrou trechos que precisam de ajustes, principalmente nos acessos urbanos. Agora, a Companhia Porto Piauí vai repassar as sugestões para o governo e para as prefeituras da região, para que as obras sejam feitas antes do início da operação.
“Recebemos o relatório e vamos correr atrás das melhorias necessárias para que o transporte de minério comece com segurança já em 2026. A PRF teve um papel fundamental nesse processo”, disse Raimundo Dias, presidente da Companhia Porto Piauí.
A exportação vai funcionar assim: o minério será colocado em navios menores no Porto Piauí e, em alto-mar, a carga será transferida para embarcações maiores com destino à China, principal compradora do insumo.
Atualmente, a Lion Mining já produz cerca de 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro por ano, usado principalmente para fabricar aço em siderúrgicas. (Conecta Piauí)
O Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa (Alepi) um projeto de lei em que propõe a concessão de incentivos econômicos ao setor aéreo para fortalecer o turismo no Piauí. A ideia é fortalecer a aviação regional e ampliar a conectividade entre as diversas regiões do Estado, integrando-as de forma mais eficiente ao restante do Brasil.

Piauí quer conceder incentivo econômico a companhias aéreas para reforçar o turismo
Autor do projeto, o governador Rafael Fonteles lembrou que o transporte aéreo é um vetor fundamental para o crescimento de atividades econômicas, sobretudo em Estados como o Piauí, que possui grandes distâncias entre suas cidades. “A ampliação da malha aérea regional contribui para reduzir o isolamento de municípios, facilitar o acesso a serviços públicos e privados de maior complexidade e impulsionar cadeias produtivas, como o turismo, o agronegócio e o comércio”, diz o governador.
O projeto propõe que o Governo conceda subvenção econômica às empresas aéreas que operem linhas nacional e/ou internacionais em aeroporto saindo do Piauí. O incentivo poderá ser concedido a empresas que integrem um mesmo grupo econômico formalmente reconhecido ou que operem por meio de aliança comercial devidamente comprovada. Estas companhias aéreas poderão implantar voos semanais nacionais e/ou internacionais de carga e passageiros envolvendo dois municípios piauienses, ou entre um município piauiense, exceto Teresina, e qualquer outro município dentro ou fora do Brasil.
Caberá ao Executivo estabelecer a quantidade de voos, sua periodicidade e as demais condições para receber o incentivo. Não terão direito ao incentivo econômico as empresas que operem aviação privada sob demanda, inclusive na modalidade fretamento, locação de aeronave ou outro meio que não se trate de comercialização de passagens.

Piauí quer conceder incentivo econômico a companhias aéreas para reforçar o turismo
As empresas aéreas interessadas na concessão da subvenção deverão apresentar requerimento para a Secretaria de Turismo (Setur) contendo o projeto, projeção das operações mensal e anual, frequência das operações de voos e a ocupação média de passageiros por operação internacional a ser implementada.
Vale lembrar que o Governo do Piauí já concedeu incentivo fiscal para a Latam Linhas Aéreas operar o voo Parnaíba-Fortaleza, tendo redução tributária na aquisição de Querosene de Aviação. Os voos estão previstos para começarem em setembro. (O Dia)
Isso não é bom. Isso não cheira bem.

Empresários de Parnaíba estão cada dia mais revoltados pela falta de concorrências públicas transparentes. O fantasma das cartas marcadas ronda a CPL. Um jogo de planilhas mais parece um tabuleiro de cassino. Horas infindáveis de disputa, até que concorrentes indesejados se distraiam e percam.
A pressão sobre os agentes públicos que atuam na comissão já está sendo motivo de denúncia ao TCE, TCU e MPF.
Os nomes já estão listados e áudios comprometedores já estão prontos a serem entregues. (Lupa1)

O Ministério Público do Estado do Piauí (MP-PI) instaurou um Inquérito Civil Público para investigar supostos pagamentos irregulares do Governo do Piauí a sites de notícias apontados como aliados políticos da gestão.
A denúncia atinge diretamente a Coordenadoria de Comunicação Social (CCOM-PI), acusada de realizar repasses sem contrato formal aos portais Conecta Piauí, Pin Piauí e Portal Pensar Piauí.
Segundo o MP, esses pagamentos deveriam ser feitos exclusivamente por meio das agências de publicidade contratadas pelo Estado entre elas Chroma Comunicação, Eclética Comunicação, ADV6, Nova Comunicação e S/A Propaganda. No entanto, há indícios de que o dinheiro público foi repassado diretamente aos sites, sem respaldo legal.
A portaria, assinada pelo promotor Edilsom Farias, lembra que o Ministério Público já havia expedido recomendação para suspender esse tipo de pagamento. Mesmo assim, a prática pode ter continuado, levantando suspeitas de favorecimento midiático e uso político da verba pública.
O caso também foi encaminhado ao Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público (CACOP), reforçando a gravidade das suspeitas.
Se confirmadas as irregularidades, gestores e responsáveis poderão responder por improbidade administrativa, com risco de sanções severas.
Por Breno Moreno

Shows x obras
O conselheiro ressaltou que não há impedimento para a realização de festividades, mesmo diante de situações emergenciais, mas pontuou que as prefeituras precisam adotar alternativas mais econômicas e adequadas à realidade dos municípios.
“O município não pode trazer um cantor renomado? Depende, porque tem o princípio da economicidade, que deve nortear a gestão. Quantos talentos não temos na cidade, que podem fazer um evento dessa magnitude com um custo bem pequeninho. Nisso ainda estaria valorizando a cultura local e não está jogando recursos, que poderiam ser alocados em outras áreas, fora”, alertou.

Diante disso, Barros afirmou que os recursos aplicados em shows milionários poderiam ser alocados em obras que beneficiaram e causariam mais impacto para a cidade e para sua população.
“Às vezes, não têm parques esportivos na cidade e as pessoas fazem caminhada na pista de entrada da cidade. Será que R$ 1 milhão aplicado em lugar em que o terreno não custa caro, não daria para fazer um parque ecológico?”, questionou.
Prevenir e evitar desperdício é mais eficaz do que punir
Durante sua fala, o presidente do TCE-PI também defendeu que a atuação dos órgãos de controle deve priorizar a prevenção de falhas na administração pública, em vez de se concentrar apenas na punição de gestores após a ocorrência de prejuízos.
Com a palestra “Controle Externo como Indutor da Qualidade nas Políticas Públicas: Muito Além da Legalidade”, o conselheiro argumentou que o papel do TCE, por exemplo, deve ser mais do que a mera análise de contas públicas ou apenas a punição de gestores por má condutas administrativas, mas evitar o desperdício de recursos.

“Em uma prestação de contas, que abrange as ações de doze meses, qual o melhor resultado que o Tribunal pode oferecer à população? É a divulgação de uma ação preventiva que evitou a má aplicação de recursos, ou a constatação, a posteriori, de desvios e prejuízos? A constatação do prejuízo demonstra que o dano já ocorreu. A ação preventiva, por outro lado, protege a população do desperdício de recursos públicos”, afirmou.
O presidente do Tribunal de Contas ressaltou que tem observado uma mudança de postura entre os gestores piauienses, que passaram a demonstrar maior preocupação com os resultados concretos das políticas públicas, em áreas como educação, saúde, mobilidade urbana e adoção de tecnologias modernas, do que apenas com a conformidade legal dos gastos.
“Os gestores têm demonstrado maior preocupação com esses aspectos, em vez de apenas cumprir a legislação. É importante considerar que, ao assumir o governo de um município, muitas vezes, o gestor, mesmo com boas intenções, pode carecer de experiência. Nesse contexto, o Tribunal de Contas, como órgão de controle externo, assume um papel fundamental. Nossa atuação não se limita à fiscalização e punição, mas se estende à orientação, visando prevenir as falhas, em vez de apenas detectá-las. A prevenção é mais eficaz do que a correção”, enfatizou.
Por fim, Barros ressaltou também a crescente participação da população em conselhos e no acompanhamento das gestões. Esse envolvimento, segundo ele, gera uma “pressão positiva” sobre os gestores, incentivando a busca por práticas mais eficientes e alinhadas ao interesse público.
“Atualmente, a lógica dos órgãos de controle está em sintonia. Os cidadãos estão mais participativos em conselhos, mais interativos, e buscam o Tribunal para interagir. Essa maior participação da sociedade exerce uma pressão positiva sobre os gestores, incentivando-os a buscar resultados concretos e a se alinharem com as melhores práticas de gestão”, finalizou o presidente do TCE-PI.
Relevância do Congresso das Cidades
Após a palestra, Kennedy Barros destacou a importância do Congresso das Cidades, maior evento municipalista do estado, para discussão de aspectos da gestão pública e para capacitar prefeitos e prefeitas. Para ele, o evento reúne especialistas de diversas áreas e oferece aos municípios a oportunidade de trocar experiências e adotar boas práticas de gestão.
“Parabenizo a iniciativa do grupo Cidade Verde, por promover um fórum de debate desta natureza. Nele, se apresentaram palestrantes renomados e com expertise nas áreas de atuação. Os municípios, habituados a boas práticas, encontram nesta ocasião uma oportunidade singular para compartilhar experiências e adquirir novos conhecimentos. A interação proporcionada visa, em última instância, oferecer à população, que financia a sociedade através de seus impostos, o retorno esperado: um serviço público de qualidade”, destacou.






