Por:Reginaldo Costa
Parnaibano no poder tem sido um desastre. Basta ver o nível do crescimento da cidade quando um conterrâneo ocupa o executivo estadual, com amplas possibilidades de mudar o curso da História da terra de Simplício Dias.
Sem engajamento nas lutas por direitos, a sociedade menosprezou o poder da organização, mofando no imobilismo. As principais reivindicações, não passaram de papeis arquivados de governo a governo, sem que nenhum ilustre conterrâneo se sensibilizasse. Dois cartões postais − Lagoa do Portinho e Lagoa do Bebedouro −, se autodestruindo, sem que o poder público cortasse o mal pela raiz através de medidas preventivas. Para uma cidade em que a atividade turística aflora como opção para o crescimento econômico… O Porto de Luis Correia, que beneficiaria toda a micro-região, a cada mandato se estabelece um cronograma a favorecer desvios e incertezas. O Distrito Industrial de Parnaíba deu de cara com a insensatez. O Distrito de Irrigação, em meio a uma série de incompreensões, não conseguiu, ainda, abrir os olhos da comunidade pelo poder do convencimento de que o futuro está nas mãos dos irrigantes que labutam dia a dia na busca de novos alvoreceres. O desenvolvimento da Pedra do Sal, amarrado a estruturas arcaicas de concentração da terra, parou no tempo, embora os ventos, utilizados para impulsionar aerogeradores de energia eólica, apesar de enriquecerem a paisagem, confundem os verdadeiros anseios dos moradores, historicamente abandonados. E por aí vai.





O vereador 












