FPM: Municípios do Piauí receberão R$ 147 milhões na primeira parcela de março

Os valores referentes ao primeiro decêndio de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) serão depositados nas contas das prefeituras do Piauí nesta segunda-feira (10). O repasse para o estado soma R$ 147,6 milhões, contribuindo para o equilíbrio das contas públicas municipais.

FPM: Municípios do Piauí receberão R$ 147 milhões na primeira parcela de março. - (Arquivo / O DIA)Arquivo / O DIA

FPM: Municípios do Piauí receberão R$ 147 milhões na primeira parcela de março.

No total, as prefeituras brasileiras receberão mais de R$ 5 bilhões, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante chega a R$ 7 bilhões.

Teresina é o município piauiense que mais recebe recursos do fundo, totalizando R$ 30 milhões. O primeiro decêndio do mês costuma ser o maior repasse e corresponde a quase metade do total esperado para março. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o repasse do primeiro decêndio de março de 2025 cresceu 0,99% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda que os gestores municipais administrem os recursos com cautela, pois março costuma ter os menores volumes de repasse do ano. Para minimizar esse impacto, a CNM elaborou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que propõe um adicional de 1,5% no FPM para o mês de março. A proposta aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

O FPM é um instrumento essencial para a sustentabilidade financeira dos municípios, especialmente os menores, que dependem desses recursos federais e estaduais para manter serviços básicos e realizar investimentos.(O Dia)

Lula empossa novos ministros hoje

Gleisi e Padilha: twitter; Lula: Ricardo StuckertLula empossa novos ministros hoje

Gleisi e Padilha assumem novas funções a partir de hoje

Os novos ministros de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e da Saúde, Alexandre Padilha, tomam posse nesta segunda-feira (10) com desafios estratégicos para a eleição de 2026. Gleisi terá a missão de articular alianças políticas para a campanha presidencial, enquanto Padilha buscará dar maior visibilidade ao Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE), iniciativa que sua antecessora, Nísia Trindade, não conseguiu consolidar.

No domingo (9), em um sinal do tom combativo que pretende adotar, Gleisi criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais, acusando-o de “bajular” Donald Trump e apoiar taxações impostas pelos Estados Unidos que podem prejudicar exportações brasileiras.

“Bolsonaro não deve ser tão burro assim, mas pensa que a gente é. E não perde a mania de mentir e bajular seu ídolo estadunidense. Nosso país é o Brasil e é aqui que ele vai responder por seus crimes”, afirmou Gleisi em seu perfil no X, antigo Twitter.

Como substituta de Padilha na articulação política do governo, a nova ministra assumirá embates diretos com a oposição e ocupará um espaço que ficou vago desde a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023.

Dino, enquanto ministro da Justiça, protagonizou duros confrontos com o bolsonarismo. No entanto, a postura incisiva de Gleisi gera preocupação em setores do governo, especialmente em relação a possíveis atritos com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Nos últimos dois anos, enquanto presidia o PT, Gleisi criticou algumas medidas econômicas defendidas por Haddad, o que pode reacender tensões internas.

Apesar disso, auxiliares de Lula avaliam que o presidente buscou ministros com um perfil mais enérgico para mobilizar a militância. Além de coordenar a base política do governo, Gleisi terá papel fundamental na construção de alianças para 2026, seja para uma possível candidatura à reeleição de Lula, seja para a escolha de um nome para sua sucessão. A aliados, ela tem afirmado que sua prioridade será a articulação política, sem interferir nas decisões econômicas.

Após o Carnaval, segunda metade do governo Lula ‘começa’ desanimadora

Presidente Lula (PT). Foto: Claudio Cavalieri/Senado do Chile Foto: Claudio Cavalieri - Senado do Chile

Presidente Lula (PT). Foto: Claudio Cavalieri/Senado do Chile Foto: Claudio Cavalieri – Senado do Chile

O governo petista começa a semana (ou o ano, acabou o carnaval) mais borocoxô do que nunca, com a rejeição a Lula (PT) e a seu governo piorando a cada dia, como mostrou a pesquisa AtlasIntel divulgada há três dias. Para completar o inferno astral, a “bala de prata” para reverter a inflação de alimentos deve virar outro retumbante fracasso, como avaliam especialistas, e a cereja do bolo das notícias desanimadoras é a posse de Gleisi Hoffmann como ministra, nesta segunda-feira (10).

Não vai funcionar

Zerar impostos de alimentos importados não funciona, é inócuo, avisa Daniel Vargas, economista da FGV. E a rejeição a Lula seguirá em alta.

Desarticuladora

Brigada com metade dos petistas e com todos os não petistas, Gleisi na “articulação” com o Congresso não há menor perigo de dar certo.

Lula se isola mais

A escolha de Gleisi não tem a ver com suas qualidades e sim com a falta de opções: Lula não encontrou no Centrão quem topasse a difícil tarefa.

Mais para nada

Disposto a tocar fogo no parquinho, Lula fez clara opção pelo “tudo ou nada” com Gleisi e talvez Boulos. Com grande chance de dar em nada. (Cláudio Humberto)

Deputados mal iniciaram trabalho em 2025 e já têm R$24 milhões em ‘ressarcimentos’

Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Agência Câmara)

O ano legislativo ainda não começou oficialmente na Praça dos Três Poderes, mas não diminuiu o ritmo de despesas com o dinheiro do pagador de impostos. Na Câmara dos Deputados, já foram torrados mais de R$24,1 milhões em “ressarcimento de despesas” usando a Cota de Exercício da Atividade Parlamentar, o “cotão”. Eles apresentam nota de todas para ressarcimento de despesas que vão do pão de queijo na padaria a jantares caríssimos e aluguel de carros, aviões e até lanchas.

Tem muito mais

Cada deputado recebe verba de gabinete mensal de R$133 mil por mês, além de auxílio-moradia (ou imóvel funcional) e salário de R$46,4 mil.

Na nossa conta

São acrescidos até R$50 mil por mês de cotão a salários de deputados de Estados mais distantes de Brasília, como o Acre ou Roraima.

Campeã

A deputada Antônia Lúcia (Rep-AC) é quem mais levou ganha no cotão em 2025: R$114,4 mil, dos quais R$110 mil só em sua “divulgação”.

Prata

Geraldo Resende (PSDB-MS) é o segundo colocado entre os 513 deputados federais com os gastos do cotão: R$113,8 mil.. (Cláudio Humberto)

ATENÇÃO Defesa Civil da Prefeitura de Parnaíba: Cratera se abriu sob a estrutura da ponte nova do Igaraçu

Ponte sobre o Rio Igaraçu, altura do Igara Club, volta a dar sinais negativos após a chuva de ontem. Uma cratera se abriu no entorno de uma das pilastras da edificação, chamando a atenção de populares que passavam no local.

 

Câmara pode ampliar número de deputados; Piauí pode ser beneficiado

Como reflexo do Censo de 2022, sete estados podem perder deputados federais nas próximas eleições, já que as vagas são distribuídas com base na população. Se a redistribuição for feita seguindo as regras atuais, o Piauí perderia duas cadeiras. No entanto, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a intenção de construir um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) para aumentar o número total de deputados federais.

Câmara dos Deputados - (José da Cruz/Agência Brasil)José da Cruz/Agência Brasil

Câmara dos Deputados

Essa proposta de ajuste valeria para a próxima legislatura. Em 2023, o STF já havia determinado que o Congresso Nacional deveria revisar a lei de distribuição de cadeiras até 30 de junho de 2025. Caso a sugestão de Motta seja aprovada, a Câmara passaria a ter 14 deputados a mais, totalizando 527 parlamentares.

Presidente Hugo Motta. - (Ezequiel Araújo/O Dia)Ezequiel Araújo/O Dia

Presidente Hugo Motta.

Caso o número de deputados permaneça o mesmo, 14 estados teriam mudanças na composição: sete perderiam cadeiras e sete ganhariam. O deputado Pezenti (MDB-SC), que representa Santa Catarina, afirmou que a redistribuição das cadeiras garantiria um maior equilíbrio federativo.“Criar mais vagas é um tapa na cara do brasileiro”.

Já o piauiense Átila Lira (PP-PI) defendeu que é possível preservar a representatividade dos estados e, ao mesmo tempo, aumentar o número de parlamentares.”Isso foi discutido com o presidente Hugo Motta: podemos manter a mesma despesa, fazendo ajustes, congelando verbas de gabinete e reagrupando despesas de pessoal”.

Átila Lira, deputado federal pelo PP - (Arquivo / O DIA)Arquivo / O DIA

Átila Lira, deputado federal pelo PP

Lideranças políticas não estão engolindo o pouco espaço do governo Rafael Fonteles

É muito grande a choradeira no meio político sobre o pouco espaço que os líderes políticos ocupam na gestão de Rafael Fonteles. A bancada federal, por exemplo, está frustrada com as mudanças que o governador fez em seu secretariado.

Os deputados federais não indicaram nem um vigia nas pastas alteradas. Alguns deputados e lideranças chegam a declarar, nos bastidores, que a oposição quem cria é o próprio governo. (Encarando)

Nova mexida no pix mostra que Receita já não sabe como ‘moer’ ainda mais o cidadão

Auditores das áreas de Fiscalização, Inteligência e Arrecadação da Receita Federal já não sabem de onde tirar mais dinheiro dos cidadãos para alimentar o apetite gastador do governo Lula (PT). Afinal, são todos cidadãos igualmente esfolados. A busca por maldades levou à nova invenção de excluir o pix de CPFs em suposta “situação irregular”. De acordo com especialistas, isso possibilita correções necessárias, mas também abre caminho para o monitoramento efetivo das chaves de pix.

Haja criatividade

Na Receita, esgotam-se as opções para reduzir o rombo causado pelos gastos sem controle, com Lula descartando cortar despesas e privilégios.

Recuo aparente

Em tentativa desastrada recente, o governo quis impor “monitoramento” de pix de valor superior R$5 mil. A grita geral impôs um recuo aparente.

Maldade na moita

Após a repercussão da denúncia de deputados como Nikolas Ferreira (PL-MG), a orientação do Planalto é adotar maldades “discretamente”.

Pix cancela Bolsa

A bisbilhotice em vigor, em pix a partir de R$2 mil, atinge brasileiros ainda mais pobres, e tem provocado cancelamentos do Bolsa Família.(Cláudio Humberto)

​​O ano começa agora e as eleições de 2026 também

Se você é daqueles políticos que acreditam que o marketing só deve começar no ano da eleição, parabéns, você está na contramão do mercado. Em 2026, o que estará em jogo não é apenas um mandato, mas a construção de uma identidade política forte o suficiente para convencer um eleitor cada vez mais desconfiado, digital e impaciente.

A esta altura do campeonato, não basta apenas “estar nas redes sociais”. É preciso saber “comunicar nelas”. O eleitor não quer mais ver postagens burocráticas, fotos posadas em eventos ou aquele velho texto genérico agradecendo “o apoio de sempre”. Ele quer se enxergar no político. Quer conteúdo que dialogue com sua realidade. Quer saber quem realmente tem soluções e novas ideias para os problemas do Brasil, do Piauí e, mais do que isso, quer sentir que sua voz está sendo ouvida.

Para os que já ocupam mandatos, a missão é clara: fortalecer a visibilidade. O eleitor precisa ver e sentir os efeitos das ações políticas, não apenas ouvir falar delas. Estratégias de marketing político bem estruturadas devem transformar cada conquista, cada projeto e cada iniciativa em conteúdo que engaje, emocione e gere reconhecimento. Informação e entretenimento andam juntos. Sem isso, seu mandato pode até existir no papel, mas não na cabeça das pessoas.

O Governo Federal já entendeu isso e começou a movimentar sua comunicação institucional para novos formatos. O último pronunciamento oficial do presidente Lula sobre os programas Pé-de-Meia e Farmácia Popular adotou uma linguagem mais lúdica, emotiva e ilustrativa, aproximando-se da estética de campanhas eleitorais. O resultado? O material antes “duro” e “frio” ganhou apelo popular e virou até tema de debate no meio político e de comunicação. Agora, publicidade governamental e ações administrativas parecem andar de mãos dadas – e isso funciona.

Aqui no Piauí, a principal mudança até agora foi no staff governamental. O atual secretário de Estado de Governo, Marcelo Nolleto, assumirá a Secretaria de Comunicação do Estado. Com esse gesto, o governador Rafael Fonteles deixou um recado claro: é preciso mudar a comunicação institucional do governo. E ele tem um desafio grande pela frente. Eleito, recentemente, presidente do Consórcio Nordeste, o governador precisa projetar e fortalecer sua imagem e suas ações não apenas dentro do estado, mas também no cenário regional e nacional.

Agora, o ponto crucial: o governador busca a reeleição em 2026. Mas, antes de qualquer movimento político, ele precisa responder à pergunta que realmente importa: quais transformações sua gestão trouxe para a vida do piauiense? E mais, até aqui, a comunicação do governo construiu um muro ou uma ponte entre a gestão e o cidadão? O novo secretário de comunicação já tem por onde começar.

Já para os aspirantes a cargos eletivos, a tarefa é ainda mais árdua. Antes de querer votos, é preciso construir viabilidade. Ninguém vota em quem não conhece. E é aí que entra o marketing político: criar uma narrativa, consolidar uma persona política e tornar-se referência em nichos específicos. Não basta surgir só na época da eleição com um jingle chiclete e um sorriso forçado no mercado municipal. O eleitor percebe a diferença entre quem está presente e quem só aparece quando precisa.

Posicionamento de mercado, segmentação de público, análise de dados, storytelling político – tudo isso já deixou de ser diferencial e virou pré-requisito. O político que compreende e aplica essas ferramentas se torna relevante, acessível e, acima de tudo, real. Já aquele que ignora esses princípios continuará refém da sorte e do improviso – e sabemos que, na política, gambiarra tem prazo de validade.

Então, caro político (ou futuro político), pare de adiar o inevitável. O bloco já está na rua, e 2026 já começou. A pergunta é: você está pronto para ser protagonista ou vai se contentar com um papel figurativo? (Por: Isma Pereira/Lupa1))

Deputados iniciam discussão do PL que destina ZPE para Porto inexistente

Projeto de Lei que amplia os serviços da Porto Piauí chega na Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) recebeu Projeto de Lei do Governo do Estado para ampliar o escopo de atuação da Companhia de Terminais, Portos e Hidrovias do Piauí (Porto Piauí). O Executivo argumenta que a expansão dos serviços prestados vai contribuir para o desenvolvimento econômico do Piauí.

A redação atual afirma que a Porto Piauí administra “Zonas de Processamento de Importação e Exportações no Piauí”. A nova proposta determina que a Companhia passe a ter o objetivo de “implantar, administrar e gerir portos, terminais, inclusive destinados à pesca, alfandegados ou não, estações fluviais destinadas à carga ou passageiros e recintos aduaneiros, em qualquer das modalidades pela Receita Federal do Brasil”.

As fontes de recurso da Companhia são provenientes de, por exemplo, tarifas portuárias, preços públicos, contratos de arrendamento de áreas e instalações portuárias operacionais, aluguéis, recursos destinados pela União, pelo Estado e pelos municípios e recursos de operações de crédito com entidades nacionais ou estrangeiras.

“A inclusão destas atividades permitirá a expansão dos serviços prestados, contribuindo para o desenvolvimento econômico do Estado. Assim, a vinculação da companhia a órgãos e entidades estaduais será revista para otimizar a governança e a eficiência operacional, alinhando-a com as melhores práticas administrativas”, explica, em sua proposta, Rafael Fonteles. (politicapiaui)

Bandeira tarifária de março será verde, sem cobrança extra nas contas de energia

Conta de energia
Conta de energia

Em março de 2025, a bandeira tarifária será verde. Isso significa que os consumidores não pagarão custo adicional nas contas de energia elétrica. A medida foi anunciada no fim de fevereiro pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que explica que os níveis dos reservatórios melhoraram com o período chuvoso, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas.

Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no País. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário.

Implementado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta essencial de transparência, permitindo que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no País.

A ANEEL reforça que, mesmo com condições favoráveis de geração, é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

Fonte: Com informações da ANEEL

Nova Ponte sobre o Rio Igaraçu: Mais atrapalha que ajuda

Está provado que, após passarem 8 anos no poder e com a eleição, em outubro passado, de um preposto que apenas obedece o que lhe é imposto pelos mesmo que deveriam estar cuidando de suas vidas, familiares do ex-prefeito Mão Santa parecem achar que são os donos da Prefeitura, da cidade, e já não querem saber o que é lícito ou ilícito; positivo ou negativo, feio ou bonito.
Vejam a rua ao lado da “Nova Ponte”
Um exemplo claro disso é a nova ponte que foi construída para encurtar a distância à Pedra do Sal mas que possui uma estrada que só leva até a entrada do bairro Labino. Muitos disseram que o local era inadequado, porque traria transtornos aos comerciantes da beira-rio. Não deram ouvidos ao reclamo da população e agora já se sente quão prejudicado está o tráfego de veículos no local.
A Rua é esburacada e estreita, embora tenham avançado 80cm na calçada da Capitania.    Do jeito que está, só passa carro pequeno, com cuidado. Não passa uma ambulância, carro do corpo de bombeiros, viaturas da Marinha, caminhão do lixo, imagine um Trio Elétrico. Afora a descaracterização da paisagem, a visão do rio Igaraçu, enfim, enfeiou um dos locais mais bonitos da cidade.
Mas, a quem apelar? As autoridades, inclusive ambientais, a quem caberia intervir quando da definição do local para construção da ponte,  silenciaram profundamente diante do que foi feito. Agora só resta aos comerciantes da área lastimarem o fato e arcarem com os seus prejuízos.

Mão Santa de volta ao cenário político? Movimento MPL tenta guinada

O ex-governador e ex-prefeito Mão Santa participou de um encontro realizado com o Coordenador do Movimento Piauí Livre – MPL, Jorge Lopes. Mão Santa sinalizou positivamente para a construção do grupo político. No entanto, a tendência é que o líder incentive outros nomes, sobretudo do litoral, a ingressarem no movimento.

Após a reunião, ficou acertado que o MPL será lançado agora em março na Capital e, em seguida, na cidade de Parnaíba, com a presença do Ex-governador Mão Santa, da Ex-primeira Dama Adalgisa de Moraes Sousa e do Ex-secretário da Casa Civil Júnior Mão Santa, que estiveram presentes na conversa e vários líderes políticos da Região Norte. 

Na oportunidade, Jorge Lopes informou que o MPL quer contar com a participação da Deputada Gracinha Mão Santa. (Por: Alécio Rodrigues)

Governador Rafael Fonteles faz mudanças no secretariado mesmo com boa aprovação

O governador Rafael Fonteles tem chamado a atenção dos analistas políticos pelos recentes ajustes no secretariado, mesmo sem pressões de aliados. As mudanças surpreendem porque não parecem atender a interesses políticos tradicionais, mas sim à estratégia do próprio governo.Uma das trocas mais comentadas foi a de Daniel Oliveira, que deixou a Secretaria do Meio Ambiente, onde sua gestão foi considerada discreta, para assumir o Turismo – outra área que, nos últimos dois anos, não teve grande destaque.

Outra movimentação que gerou repercussão foi na comunicação do governo. Fonteles substituiu o jornalista Mussoline, que mantinha forte controle sobre a imprensa, por um amigo de longa data, realocado da Secretaria de Governo. A decisão levanta questionamentos entre analistas, já que parece mais uma troca de posições do que uma mudança estratégica efetiva, como se fosse uma substituição no futebol: volante por volante, centroavante por centroavante. (Silas Freire)

Deu no Portalaz: Policiais passaram fome durane o carnaval no Piauí?

Passou fome

Houve muitas queixas e criticas de parentes dos policiais militares designados para o litoral do Piaui de que a maioria passou fome nesse período de carnaval.
Quando o almoço chegava já era na hora da janta. (Portalaz)

PP pode puxar a fila do Centrão para saída do governo Lula

Debandada 

Informa a colunista Vera Magalhães, de O Globo, que o PP “pode puxar uma ‘debandada’ de partidos do Centrão do governo Lula”.

Senador Ciro Nogueira

Já deu. Ciro Nogueira quer o PP fora do governo Lula

Um ministério

Segundo a jornalista, a sigla dirigida pelo senador Ciro Nogueira (PI) planeja reunir a Executiva para votar a decisão de deixar a base. Isso levaria à entregar da única pasta que o PP tem na Esplanada, o Ministério dos Esportes, comandado por André Fufuca (MA).

Ministro do Esporte, André Fufuca.

Ministro Fufuca já não tem tanta influência para ficar no governo

Leva o União Brasil

De acordo com a jornalista, caso o PP decida entregar o ministério, o senador Ciro Nogueira poderia
pressionar o União Brasil a fazer o mesmo, acenando com a retirada das resistências para a formação de uma federação entre os dois partidos. Com

isso, integrantes dos partidos acreditam que ficaria difícil para Marcos Palmeira e Gilberto Kassab manterem o Republicanos e o PSD na base de Lula, principalmente sendo peças-chaves do governo Tarcísio de Freitas em São Paulo.

Guinada à esquerda

Para a jornalista, a pressão para que os partidos do Centrão deixem a base de Lula vem com a justificativa de que o presidente teria resolvido dar uma “guinada à esquerda” com a reforma ministerial, sobretudo com a nomeação de Gleisi Hoffmann para a articulação política e a ideia de levar o deputado Guilherme Boulos (PSOL) para o Palácio do Planalto –  não confirmada por ninguém próximo ao presidente. (Portalaz)

Polícia finaliza inquérito sobre envenenamento em Parnaíba e casal é indiciado

A Polícia Civil do Piauí finalizou as investigações relacionadas ao caso de envenenamento que afetou oito pessoas em Parnaíba, incluindo sete membros de uma mesma família e uma vizinha. O casal Francisco de Assis e Maria dos Aflitos foi identificado como os responsáveis pelos crimes, sendo indiciados por um total de 23 delitos, o que inclui homicídios triplamente qualificados e tentativas de homicídio.

Foto: ReproduçãoFrancisco possuía fixação por métodos de envenenamento e obsessão por ideais nazistas.

Francisco possuía fixação por métodos de envenenamento e obsessão por ideais nazistas.

As investigações revelaram que o envenenamento teve início no ano passado, com duas crianças entre as primeiras vítimas. De acordo com o inquérito, em janeiro deste ano, mais seis pessoas da família foram intoxicadas, resultando em mortes. O veneno utilizado foi identificado como terbufós, uma substância altamente tóxica encontrada em defensivos agrícolas e também no veneno clandestino conhecido como “chumbinho”, cuja comercialização é proibida no Brasil.

Caso sejam condenados, Francisco de Assis e Maria dos Aflitos podem enfrentar penas que ultrapassam 240 anos de prisão. Entre os crimes que pesam sobre Francisco estão homicídios triplamente qualificados e feminicídios, enquanto Maria também é acusada de homicídios e tentativas de feminicídio.

O inquérito já foi encaminhado à Justiça, e agora cabe ao Ministério Público do Piauí decidir se apresentará uma denúncia formal contra o casal, com base nas evidências coletadas. Francisco de Assis e Maria dos Aflitos permanecem presos preventivamente em Teresina desde fevereiro deste ano, aguardando o andamento do processo judicial, enquanto as autoridades continuam a monitorar a repercussão deste caso que abalou a comunidade de Parnaíba.

Fonte: Polícia Civil

Margarete Coelho entra no jogo para evitar W.O na oposição

A ex-deputada Margarete Coelho confirmou à mídia que, caso seu partido deseje, está disposta a disputar o governo do estado. Escalada por Ciro Nogueira para fazer oposição a Rafael Fonteles, Margarete assume o papel de crítica ao governo, já que Ciro mantém um acordo com diversos prefeitos para não atrapalhar a reeleição do petista.

Margarete, por sua vez, já entrou em campo e deixou claro que sua antiga relação com o PT ficou no passado. Agora, se posiciona como nome da oposição para o embate político de 2026. (Silas Freire)

Floriano e Parnaíba se destacam com os melhores carnavais do estado

Os carnavais de Parnaíba e Floriano foram, de longe, os mais organizados e animados do estado, oferecendo uma festa segura e democrática para todos. Em Floriano, o prefeito Antônio Reis conquistou o público ao trazer grandes atrações nacionais em trios elétricos sem cordas, permitindo que foliões de todas as classes aproveitassem a festa.

Além disso, o carnaval da família garantiu diversão para as crianças, e a tradição cultural foi mantida viva com blocos e escolas de samba. Já em Parnaíba, a deputada Gracinha Mão Santa foi peça-chave na realização de um carnaval que não deixou a desejar em relação a festas badaladas do país. Com atrações nacionais que também brilharam em grandes eventos…(Encarando)

Dias Tofolli é denunciado na OEA por desmonte no combate à corrupção

Ministro do STF, Dias Toffoli Foto: Nelson Jr.

Durante sessão na comissão de direitos humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), a Transparência Internacional (TI) denunciou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Tofolli por “desmonte” no combate à corrupção no Brasil e em outros países da América Latina. Algumas das colocações da denuncia está a decisão monocrática do ministro, que anulou as provas do acordo de leniência da Odebrecht (atual Novonor) na Lava Jato. A sessão foi realizada na última segunda-feira (3).

Segundo o gerente de pesquisa e advocacy da Transparência Internacional – Brasil, Guilherme France, a determinação feita pelo ministro em setembro de 2023, está tendo “reflexos sistêmicos” em toda a região, servindo como base para derrubar mais de 100 processos de corrupção, levando a soltura de réus não apenas no Brasil, mas também no Uruguai, Equador, México, Peru, Panamá, nos Estados Unidos e na Argentina.

“Se o Brasil primeiro exportou corrupção, agora exporta impunidade”, disse France.

Há também recursos contra contra a decisão de Toffoli que se encontram à 18 meses sem julgamento no STF. France sustenta que o Judiciário brasileiro está se negando a cooperar com investigações de corrupção ao impedir o envio de dados para o exterior e vetar depoimentos.

“Daí a nossa decisão de protestar em conjunto com outros países na OEA”, explicou.

A Transparência Internacional se tornou alvo de Toffoli em fevereiro do ano passado. O ministro determinou que a organização fosse investigada por suspeita de cumplicidade com o procurador responsável por investigar os irmãos Joesley e Wesley Batista, e de apropriação de verbas de combate à corrupção no acordo de leniência da J&F.

A Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento do caso em outubro, afirmando não ver elementos mínimos que justifiquem a continuidade da investigação.

Em nota, o ministro Dias Tofolli alega que as decisões foram colegiadas em turma no STF.

“As decisões do ministro Dias Toffoli são extensões de decisão colegiada da Segunda Turma, tomada em fevereiro de 2022 quando ele ainda não a integrava, sob relatoria do então ministro Ricardo Lewandowski, a quem ele sucedeu na relatoria”, diz a nota. (Diário do Poder)