O isolamento do poder chegou cedo para o presidente Jair Bolsonaro. Dois meses após a posse, ele já se sente um prisioneiro na residência oficial do Palácio Alvorada. “Vivo em prisão domiciliar sem tornozeleira eletrônica”, brincou, durante uma conversa franca, nesta quinta (28), com jornalistas no Planalto, incluindo o titular da coluna, que quis saber se ele se sente bem no exercício do poder. O presidente não se queixa: “Estou feliz com a missão que recebi de servir ao meu País”, disse. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O presidente não reclama, mas reconhece que “viver no Alvorada é chato”, em razão do isolamento imposto por razões de segurança.
Ele acha o Alvorada grande demais: “São uns 30 metros até chegar ao banheiro”, diz, sorrindo, “às vezes tem que apressar o passo”.
Bolsonaro sente muita falta da praia perto de casa, no Rio, onde fazia “uma corridinha” ou bebia água de coco com a filha Laura, de 8 anos.
Ela lamenta não poder sair, fazer compras, ir à praia. Afora assessores e ministros, só conversa com seguranças e servidores da presidência.
Foram cinco projetos de lei que entraram na pauta de votação da Câmara Municipal de Parnaíba, na sessão extraordinária desta quinta-feira (28), oriundas do Poder Executivo, entre elas, o reajuste dos professores da rede municipal, reajuste salarial dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às endemia.
O vereador André Neves (PDT) foi um que votou a favor dos reajustes salariais. Ele falou que saia da sessão com um sentimento de gratidão e mais respeito ao Prefeito Mão Santa. “Saio daqui com sentimento de gratidão ao nosso Prefeito, porque nesta sessão extraordinária nos foi possível aprovar o reajuste dos salários dos professores da rede municipal, reajuste salarial dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às endemias. O Prefeito mostrou que tem respeito por essas classes”.
André Neves parabenizou a iniciativa do chefe do Poder Executivo que encaminhou os referidos projetos de Lei. “Eu, como vereador e fazendo parte da base do prefeito, saio com um sentimento de dever comprido, vendo esses trabalhadores municipais saindo satisfeitos. Lembro que o último reajuste aos agentes de saúde, por exemplo, aconteceu 2009. Vendo eles satisfeitos, ao restante da população também fica satisfeita e nós como vereadores ficamos mais ainda”.
Depois da reunião no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro manifestou publicamente seu apoio ao presidente autodeclarado interino da Venezuela, Juan Guaidó. Em declaração à imprensa, na tarde de hoje (28), Bolsonaro afirmou que o Brasil vai atuar, dentro da legalidade, para restabelecer a democracia no país vizinho.
O presidente brasileiro pediu permissão para chamar Guaidó de “irmão” e afirmou que continuará apoiando as decisões do Grupo de Lima em favor da mudança de política no país vizinho, “por liberdade e democracia”. Ao final de seu pronunciamento, apertou a mão do colega.
Em seu pronunciamento, o presidente autoproclamado da Venezuela, que é o presidente da Assembleia Nacional, equivalente ao Congresso Nacional brasileiro, agradeceu o apoio do governo de Bolsonaro na ajuda humanitária ao país vizinho e classificou o encontro com Bolsonaro como um marco no resgate das relações entre os dois países.
“É um marco para resgatar um relacionamento positivo que beneficie nossa gente. Na Venezuela, estamos lutando por eleições livres, no marco da Constituição, democráticas”, afirmou o líder opositor, reconhecido por mais de 50 países, incluindo o Brasil, como presidente legítimo do país.
Guaidó citou também o número de 300 mil venezuelanos em situação de “emergência de morte” e outros 3 milhões em risco humanitário em decorrência da crise política e econômica que afeta o país. Para o presidente interino, a Venezuela não vive um dilema entre dois grupos ou duas ideologias, mas sim entre ditadura e democracia, entre miséria e prosperidade.
Guaidó chegou ao Brasil na madrugada de hoje (28). Ele disse que veio ao Brasil em busca de apoio para a transição de governo na Venezuela. Antes do encontro com Bolsonaro, ele esteve com representantes diplomáticos de outros países no escritório da delegação da União Europeia, em Brasília. Fonte: Agência Brasil. Foto: Agência Brasil. Edição: APM Notícias.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa do Estado, deputado Gustavo Neiva (PSB), parabenizou o governador pela retirada da mensagem de número 6, que congelava salários e promoções de servidores por um ano. O parlamentar afirma que agora a oposição trabalha para evitar que a base aliada “deforme” a proposta de reforma administrativa.
“O governador tomou uma decisão certada. Essa proposta traria um prejuízo muito grande aos servidores. Esperamos que agora o governo abra um canal de negociação com as categorias. Mas uma vez o governador acerta ao ouvir a oposição”, declarou
Gustavo afirma que a proposta de reforma encaminhada à Assembleia é tímida ao determinar a extinção de 19 pastas. Segundo ele era possível cortar e economizar mais.
“Temos que trabalhar para evitar que a base deforme a proposta da reforma. Eles querem evitar a extinção de algumas pastas. A oposição não vai aceitar isso. A reforma já é tímida e se a base ainda for fazer alterações, vaio ficar menor ainda”, afirmou.
Os deputados do MDB, por exemplo, se articulam para evitar a extinção da Fundação Hospitalar. O governador quer extinguir a pasta alegando que os custos são altos.
A primeira-dama do País, Michelle Bolsonaro, “causou furor”, na definição de um deputado, ao chegar no plenário da Câmara, na manhã desta quarta-feira (27), para participar da sessão solene em homenagem ao Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado no dia 28, que marca também o lançamento de frente parlamentar sobre o tema. A iniciativa foi do deputado Diego Garcia (Pode-PR).
Michelle Bolsonaro é uma ativista em defesa de ações de apoio a portadores de necessidades especiais e fez questão de comparecer à sessão no plenário da Câmara dos Deputados, que também conta com a presença do ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, uma doença é definida como rara quando atinge até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Estima-se que existem quase oito mil doenças raras no mundo. No Brasil, segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), essas doenças afetam em torno de 13 milhões de pessoas. Cerca de 80% é de origem genética, enquanto as demais têm causas infecciosas, virais ou degenerativas.
O deputado federal Júlio César (PSD), coordenador da bancada do nordeste, esteve reunido nessa segunda-feira (25) com o Presidente da República, Jair Bolsonaro. Durante o encontro, o parlamentar piauiense esteve acompanhado pelo deputado estadual Georgiano (PSD) e cobrou a revitalização de órgãos regionais, como o Dnocs e a Sudene, que, segundo ele, estão sucateados.
“O Dnocs administra cerca de 400 açudes, e ações de combate à seca, e está se acabando. Nesse sentido ainda tratamos da transposição das águas do Rio São Francisco, que seria para abastecer cerca de 20 milhões de nordestino, mas foi feita apenas uma pequena parte e ainda precisa concluir”, destacou.
Ainda durante a audiência, Júlio César conversou com o Presidente da República a respeito de mudanças no pacto federativo. “Conversamos sobre um novo pacto federativo, para aumentar a participação dos estados e dos municípios no bolo tributário nacional, principalmente dos municípios. Apresentamos números sobre os desequilíbrios regionais existentes em nosso país, sobre os investimentos, incentivos, sobre a renda per capta do nordeste”, afirmou.
Júlio César também cobrou a conclusão da ferrovia Transnordestina, que está parada. Ele disse que é uma obra necessária para aproveitar os minérios e o escoamento de grãos que tem no Piauí.
A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) disse que será a nova líder do governo no Congresso. Segundo a deputada, o anúncio foi feito pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na abertura da reunião do presidente Jair Bolsonaro com os líderes partidários, na noite de hoje (26), no Palácio da Alvorada.
Bolsonaro convocou os aliados para debater a proposta de reforma da Previdência, apresentada pelo governo ao Congresso na semana passada. Antes de abrir a discussão do atual sistema previdenciário e do texto proposto pelo governo, o ministro informou aos líderes que Joice assumirá a liderança do governo no Congresso. O presidente indicou anteriormente os líderes na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), e no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE).
“Já estava pré combinado que seria feito [o anúncio] hoje. O ministro Onyx abriu os trabalhos da reunião e anunciou que por indicação conjunta dos presidentes da Câmara e do Senado o meu nome era unanimidade e que o presidente havia acatado. Então, já participei dessa reunião como líder do governo no Congresso Nacional’, afirmou a deputada, ao deixar o Alvorada.
A indicação tem de ser publicada no Diário Oficial da União. A principal missão do líder do governo no Congresso é articular a aprovação do Orçamento Geral da União (OGU) e das demais leis orçamentárias, como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), além de encaminhar a votação dos vetos presidenciais, em sessão de conjunta dos deputados e senadores.
No seu primeiro mandato na Câmara, Joice Hasselmann foi a segunda deputada mais votada de São Paulo, atrás de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). A deputada foi uma das líderes das manifestações a favor da Operação Lava Jato, que desvendou o esquema de corrupção da Petrobras, envolvendo o PT e aliados. Também apoiou o impeachment da petista Dilma Rousseff. A deputada é paranaense de Ponta Grossa e formada em jornalismo.
O vereador João do Trânsito, que no desempenho do seu mandato tem acompanhado o dia a adia da cidade, procurando solução dos problemas da população, foi um dos que estiveram presentes hoje, na solenidade de posse do novo secretário de educação Eliaquim Nunes, que aconteceu na manhã desta terça-feira(35) no auditório da Fiepi.
O vereador destacou que esta é a pasta mais importante do município e de qualquer administração pública. Ele disse que torce para que a educação do município atinge os índices de excelência, desejados pelo prefeito Mão Santa. Joãozinho desejo ao novo secretário sucesso em sua gestão.
A demissão de servidores do Detran está provocando uma clima tenso entre políticos do PT e o diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito do Piauí (Detran-PI), Arão Lobão.
Cumprindo a determinação do governador Wellington Dias, Arão Lobão está reduzindo o número de servidores da folha do Detran. Porém, parlamentares petistas reclamam que a lista dos demitidos do Departamento Estadual de Trânsito do Piauí tem apenas os indicados pelos políticos do PT. A discussão já chegou aos ouvidos do presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, e do governador Wellington Dias.
Deputados, secretários e vereadores do partido da estrela, acham que Arão Lobão estaria cumprindo orientações de líderes do PP. Já tem petistas até considerando que os progressistas estão querendo ter um motivo para romper com o governador Wellington Dias. Quem viver, verá.(Por:Marcelo Rocha)
O MDB (Movimento Democrático Brasileiro) realiza no próximo sábado (02), a convenção municipal de seus filiados em Parnaíba. A convenção municipal do MDB está marcada para se realizar no plenário da Câmara Municipal de Parnaíba a partir das 9 horas da manhã.
Na programação da convenção do partido constam várias atividades de interesse de seus membros.
a) Eleição por voto direto e secreto dos membros titulares e suplentes do Diretório Municipal;
b) Eleição por voto direto e secreto do Delegado à Convenção Regional e Suplente;
c) Eleição por voto direto e secreto do Conselho de Ética e Disciplina e seus Suplentes;
d) Eleição por voto direto e secreto dos membros efetivos e respectivos Suplentes do Conselho Fiscal;
e) Eleição por voto direto e secreto dos membros efetivos da Comissão Executiva Municipal e Suplentes;
f) Outros assuntos pertinentes ao interesse do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – MDB nesta cidade.
A solenidade política será comandada pelo presidente da Comissão Provisória do MDB em Parnaíba, o médico Léo Lages( à esquerda, na foto) e contará com a presença de políticos e simpatizantes da região. Fonte: BTM. Fotos: FParnaíba/JParnaíba. Edição: APM Notícias.
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, reconheceu nesta terça-feira (26) ter cometido um erro ao pedir que escolas filmassem crianças cantando o hino nacional, sem autorização dos pais, em uma mensagem que termina com o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro, “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”.
“Percebi o erro. Tirei esta frase, tirei a parte correspondente a filmar crianças sem autorização dos pais. Se alguma coisa for publicada, será dentro da lei, com autorização dos pais”, disse Vélez após sair de uma visita de cortesia ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Indagado sobre quando comunicou o recuo às escolas, disse apenas que “saiu de circulação” e, cercado por seguranças e assessores, não respondeu a nenhuma das perguntas feitas por jornalistas que o acompanharam durante o trajeto de alguns metros entre a presidência do Senado e o plenário da comissão de Educação, onde ele prestará esclarecimentos a senadores ainda nesta terça. Nesta segunda-feira (25), o Ministério da Educação enviou a escolas do país uma carta em que pede para que alunos, professores e funcionários sejam colocados em fila para cantar o hino nacional em frente à bandeira do Brasil.
O documento também pede que o momento seja filmado e enviado ao novo governo. A mensagem é assinada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, para quem a medida visa saudar “o Brasil dos novos tempos”.
“Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos novos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”, afirma a mensagem.
No email, Vélez Rodríguez pede que a mensagem seja lida antes da execução do hino –o que faria com que diretores citassem também o slogan de campanha de Bolsonaro.
Proposta de Emenda à Constituição de autoria do senador Alvaro Dias (Pode-PR) que permite que estrangeiros que vivem no Brasil possam ser candidatos a vereador e os autoriza a votar em eleições municipais, espera relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
A PEC altera o art. 14 da Constituição federal para determinar que o alistamento eleitoral, o voto e a candidatura em eleições municipais serão facultativos aos estrangeiros domiciliados no Brasil.
“O nosso Estado de Direito Democrático não pode permanecer indiferente à necessidade de dar voz e voto às grandes correntes migratórias que vêm viver sob sua jurisdição e se tornam pessoas de segunda classe por não poderem influenciar as decisões de políticas públicas que lhes dizem respeito e não terem nenhum tipo de poder para assegurar a atenção do governo relativamente às suas reivindicações. Também eles têm necessidades de habitação, saúde, educação e tudo isso se decide, em grande parte, nos pleitos municipais”, argumenta Álvaro Dias. Fonte: Agência Senado. Fotos: Sputinik/ Senado/Opinião&Notícias. Edição: APM Notícias.
Projetos recém-apresentados no Senado buscam acabar com oFundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral. O fundo, criado em 2017, tem recursos do Tesouro Nacional e é usado para financiar as campanhas políticas, que não podem mais receber doações de empresas. Nas eleições de 2018, o valor do FEFC foi de mais de R$ 1, 7 bilhão.
Os projetos foram apresentados pelos senadores Major Olimpio (PSL-SP) e Marcio Bittar (MDB-AC), respectivamente. Os dois alteram a Lei Eleitoral para extinguir o fundo.
Para o Major Olímpio, o Congresso precisa questionar se a prioridade é o custeio de campanhas eleitorais ou o bem-estar da população. “Em um momento de crise como o que passamos, em que se discute diversas reformas, nós Legisladores não podemos passar o péssimo exemplo de continuarmos utilizando tal fundo para financiamento de campanhas eleitorais”, disse.
Na mesma linha, Marcio Bittar diz considerar o fundo “um acinte sem precedentes”. Para ele, além de gastar o dinheiro que poderia ir para áreas importantes para a população, o fundo cria uma concentração de poder exacerbada nas direções dos partidos, que distribuem os recursos como querem, sem regras definidas. Com isso, disse o senador, os partidos passam a ter donos em vez de dirigentes.
Os dois textos serão analisados pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em decisão final e só terão que passar pelo Plenário se houver recursos para isso. Caso contrário, seguem diretamente para a Câmara dos Deputados depois da aprovação. Fonte: Agência Senado. Fotos: CidadeNaNet/CBN. Edição: APM Notícias.
EM CASO DE PRISÃO, ELEIÇÃO DOS PREFEITOS FICA AMEAÇADA – Uma matéria do Jornal OPÇÃO, do Estado de Goiás, traz a informação de que dentro do Partido Progressista já discute uma mudança no Partido Progressista, principalmente após a última fase da operação Lava Jato que levou mais uma vez a Polícia Federal para residências do atual presidente do partido, o senador piauiense Ciro Nogueira (PP). Atualmente, Ciro Nogueira é alvo de cinco inquéritos no STF e todos avançam a cada semana.
A matéria do dia 24/02 do jornal OPÇÃO informa que o cotado para substituir Ciro seria o goiano Alexandre Baldy, ex-ministro das Cidades, agora secretário de Transportes do governo Dória (SP).
O texto da matéria não descarta que, internamente o PP discute a possibilidade de Ciro Nogueira ser preso e, nesse caso, há um ano e sete meses das eleições municipais o fato seria bastante prejudicial ao partido na disputa das próximas eleições.
Se antecipar na mudança seria a estratégia a se pensar no momento, a depender dos próximos passos da Lava Jato no STF.
A escolha de Baldy seria pelo fato dele não estar “contaminado” pelas denúncias da Lava Jato, por ser um potencial nome livre de acusações. Porém, não custa lembrar que o mesmo foi apadrinhado por Ciro Nogueira no governo Temer. Mesmo assim, chegou a ser cotado para continuar no governo Bolsonaro, mas sua relação com Ciro e com o PP acabaram prejudicando.
O PP faz parte daqueles grupos do centrão que não conseguem viver muito tempo sendo oposição. Passam um tempo se fazendo de difícil, mas o que querem mesmo é manter o velho “toma lá, dá cá”. Sem Ciro Nogueira pelo caminho, seria uma forma de Bolsonaro aceitar alguns apoios sem dizer que estaria se misturando com a turma da Lava Jato.
Porém, os bolsonaristas preferem que o PP caia nas mãos de Ana Amélia (PP-RS), senadora que manteve apoio a Bolsonaro durante todo o segundo turno e sempre foi adversária de Ciro Nogueira dentro do partido.
MATÉRIA DO JORNAL OPÇÃO (ÍNTEGRA):
Ciro Nogueira pode deixar o comando do PP nacional. Baldy é cotado para assumir a direção
O problema é que o partido está no olho do furacão, denunciado na Lava Jato, e o ex-ministro, cristão-novo, não tem nada a ver com seus esquemas
Por uma questão e lealdade, o ex-deputado federal e ex-ministro Alexandre Baldy, de 38 anos, diz, com todas as letras, que o senador Ciro Nogueira deve continuar no comando do PP nacional. Os integrantes do partido dizem que Ciro Nogueira é leal e merece o apoio de todos. Isto é o dito publicamente.
Mas, temendo uma possível prisão do senador do Piauí e sabendo que, daqui a um ano e sete meses, o partido terá de disputar prefeituras em todo o país, há quem aposte que chegou a hora de retirá-lo do comando. Há aliados que que dizem que o próprio Ciro Nogueira estaria disposto a deixar o comando do PP.
Como Alexandre Baldy conseguiu eleger um senador, Vanderlan Cardoso, e um deputado federal, Adriano do Baldy, foi um ministro eficiente no governo de Michel Temer e está indo bem como secretário do governo de João Doria, em São Paulo, há quem aposte que é o sucessor natural. O problema é que, do ponto de vista da Lava Jato, o partido está altamente contaminado, e Baldy, que entrou no partido há pouco tempo, nada ter a ver com a história de malfeitos de seus líderes. Entretanto, se assumir, terá, ao longo do tempo, de se explicar ao Ministério Público e à Justiça.
O Ministério Público Federal instaurou inquérito para investigar oito candidatas à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Elas são suspeitas de fraude com recursos do fundo partidário. Os valores sob suspeita de desvio somam cerca de R$ 1,3 milhão.
Existe um procedimento específico para investigar a candidatura de Tamires Vasconcelos, do PR, que teve 41 votos, mas recebeu 370 mil do Fundo Partidário. Ela gastou R$ 40 mil em aluguel de veículos, 50 mil com a aquisição de combustíveis e 50 mil em bottons e adesivos.
Tamires não é a única candidata que recebeu muito dinheiro e teve pouco voto. Izete Rodrigues, do PSC, teve 616 votos, mas o partido destinou a ela 280 mil reais.
Soraya Coelho, do PRB, teve 319 votos, porém recebeu uma pequena fortuna, de R$ 446,9 mil do seu partido.
No MDB há três candidatas sob investigação no Ministério Público Federal por suspeita de fraude: Luíza Holanda, que teve 128 votos, mas recebeu R$ 80 mil do partido; Mariana Bernadete, com 396 votos e R$ 63,8 mil do fundo partidário e Maria de Fátima, com 86 votos e R$ 60 mil em recursos transferidos pelo partido.
Fernanda Lobo, candidata a deputada estadual pelo PSD, recebeu R$ 450 mil do seu partido, mas obteve somente 751 votos.
Poliana Barros, do PSC, teve 623 votos e recebeu R$ 280 mil de seu partido, enquanto Nayara Costa, do PT, teve 1.556 votos, mas recebeu R$ 47 mil – menos que Maria do Povo, do mesmo partido, que obteve 2.825 votos, mas teve menos recursos do fundo partidário: R$ 35 mil. Fonte: PortalAZ. Foto: PortalAZ. Edição: APM Notícias.
Deputada federal Iracema Portella e a fantasia usada no Corso carnavalesco que provocou reações nas redes sociais
Fantasia polêmica
Nos gabinetes do casal Ciro e Iracema, respectivamente, no Senado e na Câmara, estão listados, com salários acima de R$ 10 mil , marqueteiros, jornalistas e até um que acompanha Iracema em tudo que é badalação, dizendo-se “digital influencer”.
Omissão da assessoria
Nenhum desses profissionais alertou quão ridícula e desnecessária a fantasia de ladrão da seria espanhola “La Casa de Papel” usada pela deputada Iracema no Corso de Teresina. E, porque a casa dela foi invadida pela PF, 24 horas antes, as reações contra o casal nas mídias sociais são flagrantemente agressivas.
Uniforme
Enquanto a própria deputada dizia “claro que eu vim pro Corso, meu coração adora carnaval”, como que desfazendo expectativas contrárias, um internauta postou que o que ela usou não era fantasia, mas um “uniforme de trabalho”. Sem falar que outros entenderam que a deputada estava debochando dos próprios piauienses.
Ela não é alvo
Claro que até agora a deputada não tem sido alvo das operações policiais que a fazem acordar às seis da manha. Eles andam atrás de possíveis malfeitos do marido. Mas há de se convir, se houvesse bom senso ela e a família poderiam ter sido poupadas desse mico carnavalesco. (Portalaz)
SÃO 713 ASSESSORES NOS 31 GABINETES– Mesmo podendo nomear 23 assessores em cada um dos 31 gabinetes, os vereadores de Teresina preferem usar a verba de gabinete para fazer despesas em empresas de consultorias nas áreas de assessoria jurídica, comunicação social e assessoria contábil. Na atual legislatura (2017-2010), os vereadores já foram reembolsados em R$ 7,3 milhões por esses serviços, tudo feito sem licitação.
Os números constam na Plataforma Custo Piauí, que monitora os gastos da Câmara de Vereadores de Teresina. O responsável pelo site é André Portela. Ele fundou a página na internet com o objetivo oferecer às pessoas dados referentes da administração pública objetivando uma maior transparência do governo com o contribuinte.
DINHEIRO É TORRADO SEM LICITAÇÃO – Além do subsídio de R$ 18,8 mil, os vereadores de Teresina ainda podem usar R$ 37 mil de verba de gabinete e R$ 18,8 mil de verba indenizatória.
Com a verba de gabinete, o vereadores escolhe a empresa que fará o serviço, faz um contrato e todo mês pede o reembolso das despesas. Quase sempre são empresas amigas. Dependendo do partido, os vereadores acabam escolhendo os mesmos escritórios de contabilidade, de advocacia, locação de veículos etc.
Chamam a atenção os altos gastos com consultoria, pois estes já deveriam ser prestados, pelo menos em parte, pelos apadrinhados nomeados para os cargos comissionados nos gabinetes.
LISTA DOS VEREADORES MAIS CAROS PARA OS ELEITORES – Através da Plataforma Custo Piauí, o cidadão pode acompanhar a lista dos vereadores que mais caros para os cofres públicos, ou seja, os que mais gastam. CONFIRA AQUI
Em breve vamos dar nomes, empresas, monitorar como escritórios de políticos e amigos são os preferidos para emitirem as notas fiscais dos reembolsos. (Código do Poder)
A entrada em operação dos novos navios-plataforma da Petrobras P-67 e P-76, que aumentarão a produção brasileira em 300 mil barris/dia, criou um problema para o cartel denominado Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que por muito tempo ditou as regras do mercado. É que o Brasil se tornou um dos maiores produtores do mundo, maior que Kuwait, por exemplo, mas não se submete a Opep. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Além de ultrapassar o Kuwait, com 3,4 milhões de barris/dia em 2018, o Brasil se aproxima do Irã, um dos maiores produtores do planeta.
A operação da P-67 atrasou meses, em 2018, e a Opep contava com isso. Mas, desde a eleição, o cronograma é seguido à risca.
Com o início da operação das novas instalações até 2023, o Brasil será o 4º maior produtor, atrás apenas de EUA, Arábia Saudita e Rússia.
O Podemos, presidido pelo senador Elmano Férrer, realizará uma plenária em Parnaíba nesta sexta-feira, dia 22, às 19h. Durante o evento serão apresentadas as Diretrizes Estatutárias e Plataforma Estadual do PODEMOS/PI e instalação da Comissão Executiva Provisória e filiações. “Durante este ano estaremos expandido o partido no interior, com a difusão do ideário do partido e reforçando a democracia participativa, uma das vertentes do Podemos”, afirmou Elmano Férrer, que comandará o ato no litoral piauiense.
Os deputados do MDB se reuniram na noite desta quarta-feira (21). O deputado João Madison defendeu que o governador Wellington Dias (PT) inicie a divisão dos cargos. “O governador já poderia começar a indicar. Ele já sabe o que vai ficar. Ele já pode indicar os espaços dos partidos. Os espaços do interior devem ser imediatamente discutidos com a base aliada. Isso é importante para tranquilizar quem votou no governador. Já conversei com líderes do governo para levar isso para o governador”, disse.
Para o MDB, Wellington Dias precisa reavaliar questões como o fim da Fundação Hospitalar. Na gestão passada, a pasta era do partido e tinha como diretor o deputado Pablo Santos (MDB).
“Temos alguns problemas que precisam ser discutidos. Cito a questão do aumento dos servidores, se isso é constitucional ou não, vamos votar e depois ter problema. Discutimos ainda a questão da Fundação Hospitalar. Precisamos saber se a extinção é prejudicial ou não. Isso precisa ser visto. Não deveria ser extinta. O governador mandou a proposta e precisamos analisar com calma”.
O partido espera uma conversa com o governador. “Não podemos impor nada ao governador. Vamos esperar o que será dado ao partido e dentro dessa conversa vamos reunir a sigla e dialogar para saber qual é a identidade de cada um e dentro desse leque de espaço que o governador deve mandar, vamos sentar e discutir. Só deverá ser discutido depois da reforma”, avaliou.