Deputado Dr. Hélio reivindica aumento de postos de vigilância nas praias do litoral piauiense

O deputado estadual Dr. Hélio (PR) apresentou requerimento, nesta terça-feira (6), na Assembleia Legislativa, solicitando ao Corpo de Bombeiros do Piauí o aumento dos postos de vigilância nas praias piauienses, especialmente a Atalaia, Barra Grande, Arrombado e Pedra do Sal, devido à grande incidência de afogamentos registrados nas últimas semanas. 

“O nosso litoral recebe, a cada ano, uma quantidade ainda maior de visitantes, quantidade esta que incide diretamente no aumento de casos de afogamento. Por isso a nossa preocupação em relação ao reforço da segurança nas praias”, afirma Dr. Hélio. 

O requerimento foi aprovado e deverá ser encaminhado para o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Frederico Macêdo, para as devidas providências. 

Gustavo Neiva denuncia paralisação de obras no interior

O deputado Gustavo Neiva, líder do PSB, disse, nesta terça-feira (06/11), durante sessão plenária na Assembleia Legislativa do Piauí, que o Governo do Estado paralisou a realização de obras no interior após o fim do período eleitoral. Ele afirmou que essas obras foram usadas para a conquista de votos em benefício de candidatos governistas.

Gustavo Neiva assinalou que ele denuncia que, após a conclusão das eleições, o Governo resolveu retirar as máquinas usadas na construção de uma estrada em Dom Inocêncio, na região Sul do Estado. Segundo ele, o governador Wellington Dias, que foi candidato à reeleição, obteve 72% dos votos naquele município.

De acordo com ele, as obras serão reiniciadas somente em 2022 quando a população voltará às urnas para escolher os novos prefeitos e vereadores.

Fonte: Com informações da Alep

Luciano Nunes defende aproximação do PSDB com as bases

Depois de perder a disputa pelo governo do Estado, o deputado Luciano Nunes (PSDB) se prepara para reassumir a presidência do ninho tucano no Piauí. De volta ao comando da sigla, ele defende uma reaproximação do partido com as bases.

De volta ao caminho da sigla, Luciano fala sobre fortalecer a sigla. Ele não descarta o retorno de lideranças como o ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB).

“O ex-prefeito Silvio Mendes é um grande quadro que qualquer partido gostaria de ter. Vamos buscar todos. O Silvio já foi do PSDB e sem dúvida nenhuma fortaleceria o partido”, declarou.

Sílvio deixou o PSDB para se filiar ao Progressistas. Com pouco tempo no partido liderado nacionalmente pelo senador Ciro Nogueira, Sílvio pediu desfiliação.

 

MDB concorda com reduções na máquina, e mantém apoio a reeleição na Alepi

A executiva estadual do MDB se reuniu nesta segunda-feira (5). Na reunião, entre as pautas discutidas estavam a redução da máquina administrativa com a extinção de órgãos. A proposta lançada na semana passada pelo presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira, recebeu apoio dos emedebistas.

Outra questão que ficou decidida no encontro foi a de que partido mantém o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho, para a reeleição. “Nós vamos trabalhar pelo consenso, mas se isso não for possível vamos para a disputa e que vença quem tiver mais votos assim como determina a democracia”, afirmou o presidente do MDB, senador eleito Marcelo Castro.

De ‘vice dos sonhos’, Magno Malta passou a ‘elefante na sala’ e será ministro

                                                                      Magno Malta será ministro na cota pessoal de Bolsonaro

Patrik Camporez e Natália Portinari
O Globo

O Brasil aguardava a primeira declaração oficial do presidente eleito, Jair Bolsonaro , no último dia 28, quando este pediu que Magno Malta (PR) fizesse uma oração. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem a mão de Deus”, disse Malta na oração improvisada. Depois, segurou a mão do futuro chefe de Estado e rezou um Pai-Nosso.

O pastor-senador seria “o vice dos sonhos”, segundo Bolsonaro. Mas, enquanto o candidato esperava uma definição, Malta já fazia campanha por sua reeleição ao Senado nas igrejas capixabas.

PREFERIU O SENADO – Quando O Globo revelou que o pastor não seria vice, em 11 de julho, Bolsonaro foi ao gabinete dele tirar satisfação. Malta contemporizou para não tornar a recusa pública enquanto Bolsonaro buscava outro nome. Depois, lançou sua candidatura ao Senado em evento com 250 pastores.

A campanha de Malta, com gastos declarados de R$ 2,7 milhões, porém, naufragou. Sem mandato, foi chamado de “elefante na sala” pelo general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito. De olho em um cargo, já declarou ter preferência pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. A previsão é que seja anunciado titular do Ministério da Família, o que pode ser a fusão das pastas de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

— Ele foi um guerreiro pesado na campanha de Bolsonaro. Um dos motivos que o levaram a perder a eleição foi ter viajado para cima e para baixo atrás do Bolsonaro. Foi um cara fundamental, aguerrido — diz Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

EXTROVERTIDO – Malta nasceu em Macarani (BA) e se formou pastor em um seminário batista em Recife (PE), em 1981. Era cantor da banda de pagode gospel Tempero do Mundo, com composições como “Aquele que cheirava já não corre atrás/Jesus Cristo venceu Satanás”. Seu primeiro cargo foi de vereador de Cachoeiro do Itapemirim (ES), em 1993.

Pulou para deputado estadual do Espírito Santo, deputado federal e, por fim, senador. Ganhou notoriedade polemizando. Em 2008, levou um homem mascarado ao Senado. A jornalistas, disse que ele seria testemunha de que o traficante Fernandinho Beira-Mar planejava sequestrar sua filha. Afirmou estar ameaçado por ter ido “muito fundo” nas investigações da CPI do Narcotráfico, que presidia.

Na CPI da Pedofilia, em 2009, acusou o cobrador de ônibus capixaba Luiz Alves de Lima de estuprar a própria filha, de 2 anos. Após nove meses preso, o réu foi inocentado e processa o senador.

LULA E DILMA – Malta apoiou Lula e Dilma Rousseff. E se aproximou de Aécio Neves, mas se afastou quando a imagem do tucano foi associada à corrupção.

— Será que leva tanto tempo para uma pessoa como Magno Malta saber que o PT é o demônio? Claro que não. Era oportunista — critica o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (Pode-SP).

Procurado, Malta disse que acreditou no sonho de acabar com a miséria vendido pelo PT e “se encantou” com Lula, para logo se desiludir:

— Quando colocaram milhões de pessoas no Bolsa Família, o diabo soprou no ouvido e falou: “Agora ninguém tira mais vocês, não”. Eles começaram um striptease moral. Começaram a atacar os valores da família e da fé. Quiseram legalizar o aborto, a droga, e aí veio a onda da ideologia de gênero, o ataque às famílias.

SERÁ MINISTRO – O deputado Carlos Manato (PSL-ES) disse, semana passada, que Malta será ministro:

— Ele é merecedor, por tudo o que fez pelo Bolsonaro. Segunda ou terça, deve ser confirmado. O presidente deixou claro: Magno estava cotado para ser ministro mesmo antes de senador.

Aliados dizem que Malta julgava estar eleito, e foi rodar o país com Bolsonaro. Visitou o aliado várias vezes no Hospital Albert Einstein e gravava vídeos conduzindo orações. Na reta final, ao perceber o risco de perder, despejou dinheiro na campanha, mas era tarde.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A matéria tem clara intenção de desconstruir Malta, para atacar Bolsonaro de forma indireta. Realmente, não gosto desse tipo de jornalismo praticado nesta eleição pelo Globo, que protegeu e tentou eleger um criminoso de verdade, como Eduardo Paes, que destruiu as finanças do Rio de Janeiro, e agora ataca um político que é ficha-limpa e nada consta. Realmente é desanimador. (C.N.)

Obras do Governo do Estado em Parnaíba vão continuar paralisadas?

Para observadores, os que defendem o governo do Estado em Parnaíba pecam por acreditar que o governador Wellington Dias vá mudar neste 4º mandato e que vai concluir todas as obras iniciadas e as prometidas.

Ora, se for verdade o que se comenta, que se comprou votos no município como se compra banana na feira, Wellington Dias e sua trupe não tem compromisso algum com a cidade e nem com ninguém. Se comprou e pagou, “estamos quites”. É aguardar o andar da carruagem porque, pelo que se prenuncia, com Jair Bolsonaro no comando do governo federal, as coisas de Brasília para o governador Wellington Dias, não serão nada fáceis. Dias turbulentos nos aguardam.

Oposição

E a oposição ao prefeito Mão Santa já faz os cálculos e diz que está preparada para tomar o poder municipal em 2020, embalada pela votação que o PT teve em Parnaíba. Até o nome do ex-prefeito Florentino Neto é citado como um dos prováveis candidatos a prefeito. Como também tem o sempre candidato Deusimar Tererê, o ex-vereador Fernando Gomes, o deputado Dr. Hélio, dentre outros, fica a certeza de que, com a oposição dividida, Mão Santa se reelege certamente.

Presidente eleito disse que irá governar para todos do país

O presidente eleito Jair Bolsonaro participou na manhã deste domingo (4) de um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio, zona oeste do Rio. Bolsonaro estava acompanhado da mulher Michele.

Ao sair do condomínio onde mora, na Avenida Lúcio Costa, Bolsonaro foi aplaudido e ovacionado com gritos de pessoas que o chamavam de mito.

Durante o culto, com a presença de cerca de 4 mil pessoas, o presidente eleito escolheu os provérbios 4 de 25 a 26 para definir a escolha da sua equipe de governo.” Ninguém faz nada sozinho como tenho dito. Olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Olhe o que Brasil tem e veja o que nós não somos. O problema foi identificado, lá atrás, há 4 anos, quando decidi disputar a Presidência, sem recursos, sem partidos, sem tempo de televisão, com parte da mídia contrária às nossas propostas, mas< se isso aconteceu no último domingo 28), só tem uma explicação: foi Deus que decidiu.”

Presidente de todos

Jair Bolsonaro acrescentou que a possibilidade de sua vitória não foi identificada na campanha. “Nenhum cientista político conseguiu fazer explicar que aquele velho garoto que tinha o apelido de palmito teria chegado onde chegou.”

O presidente eleito agradeceu a maioria dos presentes pelo apoio, a consideração, as orações e a confiança que recebeu. Concordando com o pastor Josué Valandro Jr, afirmou que, a partir de janeiro, será o presidente de todos no Brasil.

“Queremos sim, e, usando agora meu lado militar, seguir os passos de Caxias, o Pacificador. Mas, com a alma livre, tendo Deus acima tudo, buscarmos atender a todos que necessitam. Tenho certeza que, dessa forma, atingiremos o objetivo que não é meu, mas de todos nós.”

Bolsonaro voltou a citar o salmo “ E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e foi aplaudido. “Muito obrigado a todos e que as orações continuem. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, concluiu.

Depois da mensagem no palco do salão de orações, o presidente eleito e a mulher Michele voltaram para uma cadeira na plateia, de onde acompanharam a mensagem do pastor que está à frente da Igreja há 15 anos.

Fonte: Agência Brasil 

Montando o governo

Ascânio Seleme – Folha de S.Paulo

redução do número de ministérios no governo de Jair Bolsonaro não vai resultar necessariamente em queda importante das despesas orçamentárias. Se a Esplanada ficar com 17 pastas, o novo governo terá extinto 12 dos 29 ministérios hoje existentes. Será um bom símbolo de austeridade e de empenho no enxugamento da máquina e na diminuição do Estado, mas é preciso muito mais do que isso para que as contas públicas sofram impacto.

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Com 12 ministros a menos, o Estado poderá cortar em cargos de assessoramento e secretariado no máximo uns 300 postos, nada mais do que uma vírgula no oceano de 630 mil servidores civis ou mais de 320 mil militares na ativa no Brasil.

O que Bolsonaro vai fazer, a grosso modo, é reagrupar setores do governo que foram divididos ao longo dos anos para abrigar aliados dos que detinham o poder. Por isso, as funções distribuídas nos ministérios criados sem necessidade não deixam de existir em razão da sua reunião sob comando único, apenas perdem status. No governo Lula, o Estado chegou a ter 37 ministérios, com Dilma foram 39, todos entregues a partidos da base.

Era uma forma de comprar o apoio e o voto desses partidos no Congresso Nacional. Não que essa tenha sido uma invenção petista, mas nos seus governos chegou no ápice. Nos ministérios, além dos cargos remunerados que ocupavam, os partidos podiam fazer negócios. E faziam. Muitos quadros das legendas que apoiavam o governo acabaram na cadeia em Curitiba.

Mas este é outro caso, o que importa agora é a montagem do novo governo e como a redução de ministérios chinfrins e a construção de superministérios pode ajudar o novo presidente. Primeiro, é importante levar em conta que alguns desses agrupamentos à primeira vista parecem exagerados.

Os poderes que serão conferidos ao superministro da Economia, por exemplo, vão requerer de Paulo Guedes superpoderes intelectuais e uma capacidade fora do comum de administrar seu tempo. E o ganho que se pode obter desse arranjo é discutível. Para alguns especialistas, até temerário. Já se tentou antes e não deu certo.

Outros superministérios, como o da Justiça, que será tocado por Sergio Moro, fazem mais sentido e representam um ganho político e institucional importante. Sem qualquer dúvida o combate à corrupção e ao crime organizado terá um símbolo, que será uma das caras mais conhecidas dos brasileiros, a de Sergio Moro. E contra bandido, símbolo que tem muito mais significado, como a estrela do xerife.

Para enxugar a máquina, reduzir o tamanho do Estado e gastar menos, Bolsonaro terá de diminuir as atribuições do governo, estatizar empresas públicas e em seguida demitir servidores. Mas isso não se faz assim, com uma canetada, ou com um plano de demissão voluntária. Estudos terão de ser feitos e tomarão tempo. Reduzir ministérios apenas não adianta. Fernando Collor teve 12 ministérios, mas o Estado ficou do mesmo tamanho.

O simbolismo ajuda, cria empatia, mostra determinação. Mais importante, contudo, é a decisão de Bolsonaro de não nomear pessoas indicadas por partidos políticos e sim quadros técnicos. Se ele conseguir resistir daqui até janeiro à pressão que já está sofrendo, poderá dizer que cumpriu sua primeira promessa de campanha. Mas ainda falta muito tempo.

“Vou ser ministro”, diz Magno Malta

                            Cotado para ‘Ministério da Família’, senador afirma que apenas Bolsonaro anunciará qual pasta comandará

Jussara Soares

O senador Magno Malta(PR) confirmou nesta sexta-feira que tem espaço garantido no Palácio do Planalto, ao lado do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Ele, no entanto, não revelou se de fato comandará uma nova pasta que vem sendo chamada de “Ministério da Família”, que acomodaria Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

— Vou ser ministro, sim — afirmou ao GLOBO o senador, dizendo que caberá a Bolsonaro anunciar se realmente assumirá a área social do governo ou se ocupará um posto mais próximo ao presidente, no caso a Secretaria Geral da Presidência. — Onde eu estiver, eu estarei perto dele. Ele vai anunciar — disse Malta.

Na quinta-feira, ele teve uma reunião na casa do Bolsonaro para discutir seu futuro político. Em conversa com interlocutores, Bolsonaro tem demonstrado intenção de entregar a Malta as atribuições dos ministérios do Desenvolvimento Social e árioDireitos Humanos. A avaliação é que a atuação de Malta à frente da CPI da Pedofilia o credencia para a função.

Até agora, há quatro ministros confirmados: o juiz Sergio Moro (Justiça), o economista Paulo Guedes (Economia), o general Augusto Heleno (Defesa) e o astronauto Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)

O futuro de Magno Malta – aliado de Bolsonaro de longa data que saiu derrotado nas urnas em busca da reeleição – virou motivo de debate entre integrantes do grupo que sustentou a campanha. Para alguns, o senador  não tem espaço no futuro governo.

Primeiro encontro entre Temer e Bolsonaro será na próxima quarta.

 

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, vem a Brasília na semana que vem. Ele terá o primeiro encontro com o presidente Michel Temer na próxima quarta-feira (7), no Palácio do Planalto.

Este encontro faz parte do processo de transição entre os dois governos que começou na última segunda-feira (29), quando o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu os primeiros 22 nomes da equipe de transição da parte de Bolsonaro. Ao todo, a equipe será formada por 50 pessoas.

Segundo o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o encontro iniciará formalmente, entre os dois presidentes, este processo de transição. Temer e Bolsonaro chegaram a conversar rapidamente, por telefone, no domingo (28) à noite, depois do resultado da eleição.

O presidente parabenizou Bolsonaro pela vitória nas urnas e fez votos para que o governo de seu sucessor seja “de muita paz e harmonia”. Desde a eleição, no domingo, Bolsonaro tem ficado em casa, no Rio de Janeiro, recebendo aliados e integrantes da equipe que vai compor o governo. Fonte: Agência Brasil. Foto: CorreiodaBahia. Edição: APM Notícias.

 

“Se eu errar, o PT vai voltar ao poder”, diz Bolsonaro, que critica também FHC

Bolsonaro disse que vai cobrar resultados aos ministros

Denise Rothenburg
Correio Braziliense

Em entrevista exclusiva, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, avisa que seus ministros terão carta branca para nomear seus secretários, diretores das delegacias regionais e por aí vai. “O que estou cobrando dos ministros é produtividade”, diz ele, sentado na pequena varanda improvisada na entrada de sua casa, com uma mesa redonda de madeira transformada em cenário para a entrevista à Rede Vida de Televisão, com tempo cronometrado: 15 minutos. “Precisa de terno? Não, né?”, pergunta ele, à vontade com a camisa de manga curta amarela, uma das cores da sua campanha, e calça jeans

As críticas, agora, não se restringem ao PT. Ao falar da importância que dará ao Ministério da Defesa, Bolsonaro emenda com uma crítica direta ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O simples fato de colocar um general de quatro estrelas (Augusto Heleno) para ocupar o posto, diz, dará aos militares garantia de um assento em reunião ministerial: “A criação do Ministério da Defesa foi para tirar os militares da mesa ministerial”, acusa. O presidente eleito garante que as Forças Armadas, “o último obstáculo para o socialismo”, serão chamadas a participar da concepção de políticas públicas e propostas em várias áreas do governo.

Durante a campanha, o foco na segurança púbica foi muito grande. O governador do Rio de Janeiro fala em atiradores de elite. É por aí que temos de encarar o crime no Brasil?
A forma de engajamento do Exército Brasileiro no Haiti era exatamente essa. Elemento armado com um fuzil passa a ser um alvo. Temos vivenciado aqui no Rio momentos parecidos, verdadeiro bonde de pessoas armadas com fuzil. Como enfrentar esse tipo de gente? Não vai ser com flores nem com “entregue suas armas”. Agora, estamos numa área urbana. Numa troca de tiro aqui, o efeito colateral seria desastroso. O que eu defendo é uma retaguarda jurídica para o policial ou para o homem das Forças Armadas, uma vez em operação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). Que não se preocupe com uma possível condenação na frente por estar cumprindo a missão. E, para o cidadão comum, tenhamos também garantia da posse de arma de fogo, levando-se em conta o referendo de 2005. Dois terços da população decidiu pelo direito de comprar armas e munições. Então, o presidente ou quem quer que seja não tem o direito de frustrar essa vontade popular. Obviamente, a posse de armas de fogo com alguns critérios. Ficha criminal, estar em dia com a Justiça, exame psicológico, exame prático e o registro da arma passa a ser definitivo e não temporário, como é no momento.

O senhor disse que o ministro Sérgio Moro terá liberdade para nomear secretários e cargos dentro do Ministerio da Justiça e da Segurança Pública. A mesma carta branca será dada a outros ministros?
O que estou cobrando dos ministros é produtividade. Igual ao Paulo Guedes: sentei à mesa com ele. Quando eu falei que não entendia de economia, pensei que a imprensa fosse levar para o lado da minha humildade, e é verdade. Ou será que eu tenho que entender de medicina para nomear o ministro da Saúde? Então, é inflação baixa, dólar compatível para exportação-importação, a taxa de juros, é não aumentar a dívida interna, que está chegando próxima a R$ 4 trilhões, não aumentar a carga tributária. Perguntei: é possível? Ele falou: é. Bem, ele é uma pessoa renomada dentro e fora do Brasil. Nunca integrou governo nenhum. Nós temos que acreditar nele. Não temos alternativa, porque, como está o Brasil, a tendência é quebrar, é se transformar numa Grécia. Então, essa carta branca ele tem.

O ministro Marcos Pontes cuidará também do ensino superior, deixando o Ministério da Educação só com o ensino médio e fundamental?
Essa é a ideia: as universidades têm que produzir. Você pega as 200 melhores universidades do mundo, o Brasil não está nesse bolo. As nossas universidades têm que produzir mais. O que falta aí? O que acontece em grande parte com a total independência dos reitores? É um inchaço de funcionários. É uma missão difícil para ele. Mas nós temos que começar a mudar essas coisas e ele tem competência, no meu entender, e retaguarda e liderança para isso. Quero ver qual a produtividade deles. A mesma coisa quando se fala em educação no Brasil. Vamos abolir a filosofia do Paulo Freire. Não deu certo. Em 13 anos de PT, dobrou-se o gasto com educação e a qualidade diminuiu. Então, é sinal de que está dando errado.Se estivesse dando certo, seguiríamos nessa linha.

Como o senhor tratará os partidos de oposição?
Tenho falado o seguinte: se alguém tiver alguém melhor que o Paulo Guedes, que o Heleno, que o Moro, apresente. Nós vamos discutir. Quero o melhor para o Brasil. Tenho conversado muito com os parlamentares, antes inclusive de entrar em campanha. Ultrapassamos em 120 o número de parlamentares na reta final, tivemos o apoio das bancadas da agricultura, evangélica. Então, temos tudo para ter um pacotão de medidas no início do mandato, que o Congresso venha a aprovar sem maiores percalços. A não ser os partidos tradicionais de esquerda que, ao que parece, vão fazer oposição pela oposição, como sempre fizeram ao longo dos 28 anos que em estou dentro da Câmara.

O senhor já disse que quer votar alguma coisa da reforma da Previdência neste ano, mas ouvimos de muitos parlamentares que esse Congresso perdeu a legitimidade para aprovar emenda constitucional, porque a renovação foi de 47%. O que dá para aprovar, se é que dá para aprovar alguma coisa?
Vou ver o último relatório, analisar o que dá para brigar para que seja votado, ou que podemos tirar. O que eu tenho dito para todo mundo é que alguma coisa tem que ser aprovada. Tem que dar um passo, por menor que seja. Já facilita a vida de quem vai assumir no início do ano que vem.

A estrutura do seu governo está sendo montada para pelo menos três ministérios fortes. Queria saber sobre a Defesa. O que será agregado de funções novas?
A intenção da criação do Ministerio da Defesa, no fim do milênio passado, era tirar os militares da mesa ministerial, no governo Fernando Henrique Cardoso. Tirar da mesa porque os militares presentes ali incomodavam os ministros, alguns ministros, de Fernando Henrique Cardoso, que nunca demonstrou qualquer respeito para conosco. Tanto é que nosso sucateamento se agravou muito no governo FHC e continuou em parte no governo Lula. É uma questão de revanchismo, aquilo, até mesmo a criação da comissão de desaparecidos, a Comissão da Verdade. O objetivo de bater nos militares é que, na verdade, nós somos o último obstáculo para o socialismo. Então, é na intenção ideológica o que vinha sendo feito. A mudança agora começa com um general de quatro estrelas à frente dele.

O senhor já fechou o número de ministérios? Fica em 15 mesmo?
No máximo 17, porque talvez Agricultura e Meio Ambiente não se fundam. A gente quer o melhor. Sempre houve uma briga entre esses dois ministérios, com o Meio Ambiente sofrendo pressões de ONGs internacionais, gente de fora. A questão de licenças ambientais. Vai você querer fazer uma pequena central hidrelétrica na sua fazenda, vai levar 10 anos para ter a licença. Isso tem que acabar. Essa briga, essa forma xiita de procedimento por parte do Ministério do Meio Ambiente, tem que deixar de existir. Hoje em dia, parte dos fiscais, não são todos, chega numa propriedade e arranja uma multa para cima do produtor rural. Isso tem que deixar de existir. Uma das ideias seria a fusão, mas como estou vendo que está dando uma certa reação, até mesmo por parte do homem do campo, a tendência é manter os dois ministérios. Mas quem vai indicar o ministro do Meio Ambiente será o senhor Jair Bolsonaro.

O senhor já disse que haverá mudança na politica externa, para colocar o Itamaraty sem amarras ideológicas. O senhor vai fechar embaixada em Cuba, na Venezuela?
Olha, respeitosamente, qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Pega uma senhora que está aí de branco, que veio no programa Mais Médicos. Falei “senhora” porque não sei se ela é médica, não fez programa de revalidação. Pergunta se ela tem filhos. Já perguntei. Tem dois, três, estão em Cuba. Não vêm para cá. Isso para uma mãe, não é mais que uma tortura? Ficar um ano longe dos filhos menores? Quem vem para cá de outros países ganha salário integral. Os cubanos ganham aproximadamente 25% do salário. O resto vai para alimentar a ditadura cubana? Foi acertado há quatro anos, quando Dilma era presidente, que se alguém pedisse exílio seria extraditado. Dá para manter relações diplomáticas com um país que trata os seus dessa maneira? Queremos o Mais Médicos? Podem continuar. Revalida, salário integral e traz a família para cá. Eles topam? Queremos reciprocidade. Embaixada da Venezuela: o embaixador já veio para cá, a embaixada já foi desativada, não temos mais contato. Agora, veio no governo do Michel Temer, porque no governo do PT… Essa decisão teria que ter sido tomada há mais tempo: chamar o embaixador, conversar.

O senhor anuncia mais algum ministro nesta semana?
Não tenho pressa. Você não pode anunciar o Zé hoje e amanhã dizer “não é mais você”. Tem que ter plena certeza, porque o que está em jogo é a minha credibilidade e a vida dele. Ele vai falar o que para os amigos, para a família? “Olha, ele me convidou e deu agora um cartão vermelho pra mim”? Talvez essa semana a gente anuncie mais um.

O senhor vai desfilar em carro aberto na posse?
Vou seguir religiosamente a orientação das inteligências, Polícia Federal, Abin, Exército. Vou seguir essas orientações aí, porque estou sendo um governo completamente diferente dos outros e desagradando muita gente. Conseguimos entrar na máquina para quebrá-la. E só quebraremos comigo vivo. A intenção da criação do Ministério da Defesa, no fim do milênio passado, era tirar os militares da mesa ministerial, no governo Fernando Henrique Cardoso. (…) O objetivo de bater nos militares é que, na verdade, nós somos o último obstáculo para o socialismo”

PT preocupado com Moro

PT está preocupado com a possibilidade de o juiz Sergio Moro direcionar órgãos como a CGU (Controladoria Geral da União) para fazer devassas nas administrações anteriores do partido, criando fatos negativos para a legenda nos próximos anos.

“Eu fui muito criticado por não utilizar o ministério nem para proteger amigos nem para perseguir inimigos. Mas hoje, sinceramente, temo que isso possa ocorrer”, diz o ex-ministro José Eduardo Cardozo, verbalizando o receio de outros dirigentes da legenda.(FSP)

Prefeita publica decreto exonerando todos os cargos em comissão e prestadores de serviços

A prefeita de Esperantina, Vilma Carvalho Amorim (PT), publicou decreto exonerando todos os ocupantes de cargos em comissão e prestadores de serviço do município.

A gestora alegou que o município está ultrapassando o limite prudencial de gasto com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como, as constantes quedas de receitas do município.

Só não foram exonerados os secretários municipais, servidores da Procuradoria Geral do Município e os que exercem cargos em comissão vinculados a programas federais, com recursos assegurados pelo Governo Federal.

A gestora também reincidiu todos os contratos temporários de contratação de pessoal, além de reduzir em 10% o valor do subsidio pago a todos os agentes políticos ligados diretamente ao Poder Executivo.

Em reunião com o ministro do Supremo, Wellington discute sobre royalties do petróleo

Em reunião com governadores nordestinos, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acertou a realização, para o início de 2019, de um Fórum para discutir a pauta federativa que irá colocar em julgamento a constitucionalidade de divisão dos royalties e participação especial de gás e petróleo. O encontro aconteceu nesta quarta-feira (31).

Toffoli tratou da pauta com o governador do Estado do Piauí, Wellington Dias (PT), e o governador da Bahia, Rui Costa (PT). Outros ministros do Supremo também marcaram presença.

“O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, se comprometeu a partir de nota técnica que lhe foi apresentada a buscar as condições de uma solução, por outro lado, a pautar os julgamentos.”, disse Wellington.

“Foi assumido o compromisso de incluir na pauta de julgamento para o primeiro semestre de 2019 a Lei da Regulamentação de Royalties e Participação Especial de gás e petróleo do Brasil, ou seja, colocar em julgamento para definir se a lei é inconstitucional ou não”, acrescentou o governador piauiense.

Temas como as receitas devidas pela União em recursos do Fundef; retenção de recursos do Fundo de Participação dos Estados e a retirada de recursos que seriam para os estados a partir da aplicação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) também foram discutidos.

Dias e Rui Costa representaram os demais gestores nordestinos no encontro.

Com informações do Política Real 

Partidos de oposição articulam bloco e dizem não serem ‘puxadinhos do PT’

             Ex-ministro de Dilma, o deputado André Figueiredo , líder do PDT, recusa a condição de “puxadinho”. (Foto: AgCâmara)

Parte da oposição do futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL), os líderes de PSB, PDT e PC do B se reuniram nesta terça-feira (30) para discutir a atuação na Câmara sem o PT. “Não seremos um puxadinho do PT”, afirmou o líder do PDT, André Figueiredo (CE).

“O PT tem um modus operandi próprio dele, que nós respeitamos”, disse. “Em momentos de embates aqui nós provavelmente estaremos juntos, mas o que nós não podemos aceitar de forma alguma é o hegemonismo que o partido quer impor.”

Com a maior bancada da Casa, o PT tem pretensões de liderar a oposição ao governo Bolsonaro, mas a posição causa desconforto em outros partidos da oposição.

]Nova reunião está marcada para a quarta-feira (31), também no Congresso. Na primeira, participaram, além de Figueiredo, Orlando Silva (PC do B-SP), e Tadeu Alencar (PSB-PE).

“O PT é um partido muito grande, está resolvendo os problemas internos deles para que eles possam segundo eles comandar a oposição”, disse, quando questionado se o PT e o PSOL não haviam sido convidados para a reunião. “Nós temos um outro modelo de oposição que seja construtivo para o Brasil”.

“Estamos discutindo um procedimento de ações dentro do Congresso tanto na atual legislatura tanto com as futuras bancadas para termos um modelo de oposição que seja propositiva dentro do cenário que nós vamos encontrar”, afirmou.
Juntos, os três partidos têm 69 deputados.

De acordo com o líder do PDT, o bloco não deve “obstruir por obstruir”. “Podemos até obstruir alguns projetos que não tenham nenhuma condição de serem discutidos, mas onde pudermos discutir vamos discutir”, disse.

Críticas de Bolsonaro à imprensa desagradaram aliados

As críticas à imprensa e as ameaças de Jair Bolsonaro (PSL) à Folha desagradaram integrantes de sua equipe. Na segunda (29), ele disse ao Jornal Nacional que vai cortar publicidade de jornaisque “espalharem mentiras”. Pegou mal principalmente entre generais.

A análise desse grupo é a de que, agora, o presidente eleito precisa entender que é “uma instituição”, não mais um candidato.

Nesta quarta (31), integrantes da oposição a Bolsonaro testarão sua força na comissão especial que analisa o projeto “Escola Sem Partido”. Nesta terça (30), deputados se articularam para comparecer em massa ao colegiado e impedir que a proposta avance.  (FSP)

Sergio Moro não vai aceitar ser ministro da Justiça no governo Bolsonaro

                                                                           Moro deve preferir a futura indicação para o Supremo

Cleide Carvalho
O Globo

O juiz Sergio Moro terá que se exonerar do cargo, caso decida aceitar o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça. De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, o pedido deve ser encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), a quem caberá exonerar, respeitando a decisão de foro íntimo do magistrado. Por lei, é permitido aos juízes federais apenas lecionar em universidades, públicas ou particulares, sobre temas de sua área.

O último juiz federal de carreira que se tornou ministro do STF foi Carlos Velloso. Ele demorou 13 anos para chegar à Suprema Corte depois de receber a primeira promoção – foi para o Tribunal Federal de Recursos. Em seguida ele foi Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) até ser indicado para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 1990.

EXIGÊNCIA – A exoneração é exigida também dos membros do Ministério Público. Alexandre de Moraes, atual ministro do Supremo Tribunal Federal, era promotor do Ministério Público de São Paulo até 2002, quando pediu exoneração para assumir a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, nomeado pelo então governador Geraldo Alckmin.

Ele ocupou cargos da administração paulista e abriu um escritório de advocacia. Em 2016, com foi convidado a ser Ministro da Justiça do presidente Michel Temer e, em 2017, nomeado ministro do STF na vaga deixada pelo ministro Teori Zavascki, que morreu em acidente aéreo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, é óbvio que Sérgio Moro não aceitará o convite de Bolsonaro para ser ministro da Justiça. Quando o convite for para assumir no Supremo, aí é outra conversa. (C.N.)

Oposição no Piauí ruim de votos

                                       Haddad ganhou nos 224 municípios do Piauí, onde a oposição não garantiu tanto voto a Bolsonaro

A oposição no Piauí é muito ruim de voto. Juntaram-se para apoiar Bolsonaro os candidatos derrotados Dr. Pessoa, Luciano Nunes, Robert Rios e Vein Trabalhador. Bolsonaro saiu de 18,76% (346,9 mil) para 22,95% (422 mil votos). Ou seja, um pouco mais que margem de erro de pesquisa.

Bom de voto

Haddad teve 63,40% (1,172 milhão de votos) no primeiro turno e chegou a 77,06% (1,417 millhão de votos). Acresceu 245 mil votos à sua campanha – algo como mais que a votação de duas Parnaíba.

Mapa vermelho

Bolsonaro não ganhou de Fernando Haddad em nenhum dos 224 municípios do Piauí. A maior proporção deu-se em Guaribas. A menor votação do petista deu-se em Teresina, com 62,53% dos votos. Em Parnaíba foi perto disso, com 62,51%. Quanto menores as cidades, maior a votação de Haddad.

Cidade vermelha

Em Guaribas, a cidade que o PT fez símbolo do malfadado Fome Zero e não tirou o povo da miséria, Fernando Haddad teve 97,99% dos votos, 2.879 no total. Bolsonaro contentou-se com 2,01% ou 59 votos, um voto a mais que o obtido no 1º turno, quando 58 cidadãos guaribenses votaram no presidente eleito. (Portalaz)

“Meu apoio é indireto”, diz Firmino sobre eleição na Assembleia

O prefeito Firmino Filho (PSDB) afirma que participa das discussões sobre a eleição, que irá escolher o futuro presidente da Assembleia Legislativa do Estado, de forma indireta. Firmino foi apontado pelo presidente do PT, deputado Assis Carvalho, como um dos articuladores do grupo de oposição ao atual presidente, deputado Themístocles Filho (MDB).

“Eu já passei da minha fase de deputado. Essa é uma questão que deve ser encaminhada pelos deputados. A deputada Lucy Soares é quem participa dessas conversas. É uma questão interna. Meu apoio é indireto. É através da Lucy. Sou assessor da Lucy nesta questão”, declarou.

Na eleição de 2015, Firmino manifestou publicamente apoio ao candidato a presidente do PT, deputado Fábio Novo. Ele fez duras críticas ao deputado Themístocles Filho, que foi reeleito para o cargo. Em seguida, os dois romperam politicamente.

O Progressistas e o PT junto somam 10 votos. O grupo diz contar ainda com o apoio de parlamentares de siglas como o PDT, PSD, PTB e PR. A eleição na Assembleia irá ocorrer em fevereiro de 2019.

Lídia Brito-cidadeverde

Prazo para justificar ausência no 2º turno segue até dezembro

Os eleitores que não compareceram ao local de votação neste domingo (28) e não justificaram a ausência no segundo turno ainda podem regularizar a situação eleitoral até dezembro. Os ausentes do primeiro turno, realizado em 7 de outubro, tem até de de dezembro para justificar por que não compareceram à votação. Para os que se ausentaram no segundo turno, o prazo vai até 27 de dezembro.

A justificativa pode ser feita mediante o preenchimento de um requerimento disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou enviado por via postal ao juiz da zona eleitoral na qual é inscrito. Além do formulário, o eleitor deve entregar documentação que comprove a impossibilidade de comparecimento na votação.