Sem dinheiro não tem apoio a Haddad – dizem deputados a W. Dias

Wellington Dias deve ter saído da festiva reunião com os aliados, anteontem, certo de que estará só nessa empreitada de caçar votos para Fernando Haddad, no segundo turno. 
Porque, enquanto a vice-governadora e deputada federal eleita Margarete Coelho já avisou que ficará neutra, a maioria dos presentes saiu decidida a não mover uma pedra  atrás de voto.

Lisos 

Porque os deputados se queixam de absoluta liseira após campanha do primeiro turno. 
E, francamente, a grande maioria dos aliados está apostando mesmo é em Bolsonaro.

Do Portalaz

Edição/publicação:blogdobsilva

Mara Gabrilli diz que PT extorquiu seu pai com arma na cabeça para beneficiar Lula

Senadora eleita diz que extorsão a mão armada financiaria campanha de Lula

A senadora eleita pelo estado de São Paulo, Mara Gabrilli (PSDB), revelou que a sede de integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) por dinheiro e poder teria levado seu pai a ser extorquido sob a mira de uma arma, quando atuava como empresário do ramo do transporte público, em Santo André (SP), onde mantinha concessão pública. As declarações foram feitas em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan News, na última quinta-feira (11).

Mara Gabrilli disse que seu pai, já falecido, era ameaçado por capangas da gestão do prefeito Celso Daniel, com arma na cabeça, todos os meses. E disse que a extorsão serviria para financiar a campanha do ex-presidente Lula e foi laboratório para esquemas como o mensalão e o petrolão.

“Meu pai era extorquido todo mês com uma arma na cabeça. E isso, assim, até o secretário municipal, que era o Clinger, chegava armado, secretário do Celso Daniel. E não adianta dizer que o Celso Daniel não sabia, porque sabia. Minha família avisava. Ele acreditava que os fins justificavam os meios. E como era dinheiro para a campanha do Lula, não tinha problema nenhum extorquir empresário com uma arma na cabeça. E se a gente tivesse dado mais atenção ao assassinato do Celso Daniel na época, talvez a gente não tivesse chegado nessa corrupção endêmica e sistêmica. Aquilo foi o laboratório que desembarcou no mensalão e no petrolão. A população tem que saber”, declarou Gabrilli.

Na mesma entrevista, Mara Gabrilli negou apoiar Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), na disputa presidencial. Mas lamentou ver o PT no 2º turno da eleição, com um presidiário coordenando a campanha de dentro da prisão. “Que tipo de exemplo é esse, para nossas crianças, para os nossos adolescentes, que vão começar a achar que ser presidiário é super bacana? PT no 2º turno é de arrepiar”, lamentou.

Ela ainda disse acreditar que a delação de Marcos Valério, homologada pelo ministro Celso de Mello, deve revelar os horrores praticados pelo PT chefiado por Lula.

E lembrou que negou convite de Bolsonaro para ser vice de sua chapa, ao justificar que não vota no candidato do PSL por ter como princípio defender os direitos humanos e vê riscos para os direitos de todos os cidadãos.

Presidente se diverte com ‘memes’ que pedem nas redes sociais: ‘Fica, Temer’

                                                             Michel Temer dá risadas com montagens da nova onda

O presidente Michel Temer está se divertindo com os memes que circulam sob a hashtag “Fica, Temer” nas redes sociais. Ele ri muito com as mensagens, algumas bastante criativas. Temer soltou uma gargalhada ao ler, por exemplo, um comentário que se seguiu a postagem de Iago Santos sobre uma foto dele: “Oi, sumido.” A brincadeira viralizou: “Lindo, eu não quero te perder. Ficaaaa!”, pede Lopes, prometendo textos diários em agradecimento ao governo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O internauta Veberson Domingues disse que “hoje percebo que você fez tudo por amor. Pai é pai. #FicaTemer”.

Bem-humorada, Mirelly Silva disse no Facebook que “quando digo que não quero mais você é porque eu te quero #FicaTemer”.

Sarah Beatriz até se ofereceu para ajuda pessoal. “Fica, Temer. Eu prometo ajudar a cuidar do Michelzinho aos finais de semana”.

Os memes da série ‘Fica, Temer’ são tão divertidos quanto criativos.

PTC deve se fundir com Patriota e indica nome pra direção nacional

O PTC está na lista de 14 partidos que devem desaparecer por não se enquadrarem na cláusula de barreira. As legendas perderão tempo de TV e o fundo partidário. A estratégia para permanecerem vivas é a fusão. O caminho do PTC, por exemplo, é a  fusão com o Patriota, outro partido atingido pela lei.

Segundo ele, o PTC vai reivindicar participação na direção nacional do novo partido, já que elegeu um deputado federal nas eleições. O nome definido pelo partido é o do ex-candidato ao Senado, Marcus Vinicius.

“No Nordeste só foram dois deputados federais eleitos: Rio Grande do Norte e a Marina no Piauí. Fizemos uma reunião e propusemos o nome do Dr Marcus Vinicius para  compor a direção estadual, seja a 1ª,2ª ou 3ª vice-presidente”, declarou.

Evaldo disse ainda que o PTC recebeu convites do PR, PROS e MDB. “Tomamos a decisão depois de ouvir as bases de continuar com o partido que está dando certo”, afirmou, ressaltando que deve continuar na presidência da legenda após a fusão.

Oposição

O presidente disse que o resultado das urnas no Piauí deve ser respeitado e garantiu que o PTC  fará uma oposição responsável. “Temos que respeitar o resultado das urnas. Não vamos fazer política de revanchismo, de fazer oposição por oposição. Não vamos contra o povo do Piauí”, destacou, descartando disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

Hérlon Moraes-cidadeverde

Regina Sousa admite que Ciro Gomes poderia ter sido escolhido o candidato do Lula

           Regina Sousa em entrevista

A senadora e vice-governadora eleita Regina Sousa (PT), em entrevista à TV Antena 10, nesta segunda-feira (15/10), admitiu que o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) poderia ter sido escolhido como o candidato a presidente da República apoiado pelo ex-presidente Lula (PT).

Questionado pelos jornalistas Tony Trindade, Douglas Cordeiro e Pedro Alcântara se essa possibilidade chegou a ser cogitada dentro do PT, Regina disse que isso geraria uma discussão que causaria horas e horas de reunião por parte do PT, mas disse que esta seria sim uma possibilidade real.

Regina culpa, entretanto, o próprio Ciro Gomes por não ter sido escolhido ou até mesmo indicado como vice-presidente, por exemplo, para posteriormente ser o indicado a ser candidato presidente, visto que a Justiça Eleitoral impediria -como impediu- Lula de ser candidato.

Ela lembrou um episódio em quem Ciro Gomes poderia ter ido visitar o ex-presidente na prisão. “Lembram quem ele fez deboche? Fez críticas? Se ele (Ciro Gomes) tivesse ido (visitar o Lula na prisão), poderia até ter entrado como candidato a vice do Lula. Mas acho que faltou um pouco de paciência política a ele. Houve erros da parte dele também. Ele disse muita coisa que não precisava ter dito. E fica sempre uma certa mágoa”, explicou Regina Sousa.

Nos bastidores, comenta-se que Fernand Haddad (PT) não tem tanta força para enfrentar Jair Bolsonaro (PSL) neste 2º turno da eleição presidencial e que se fosse Ciro Gomes, com apoio do ex-presidente Lula, teria grande possibilidade de sair vencedor. Ciro Gomes terminou a eleição para presidente da República com 13,3 milhões de votos, em terceiro lugar. Bolsonaro e Haddad se enfrentam no 2º turno, tendo terminado, respectivamente, com 49,2 milhões de votos e 31,3milhões de votos. (Publicado por: Redação OitoMeia)

Átila usa viagem como desculpa para não revelar candidato do 2º turno

Ao ser questionado na TV Cidade Verde sobre quem vai apoiar no segundo turno das eleições presidenciais, o deputado federal reeleito Átila Lira (PSB) subiu em cima do muro.

Deu como desculpa para sua indecisão o fato de que estava viajando para “agradecer as pessoas que votaram em mim”.(Apoliana Oliveira)

Bolsonaro diz que capitães vão mandar no Brasil, durante visita a quartel no Rio

 

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, visitou nesta segunda-feira (15) pela manhã a sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Bolsonaro chegou ao quartel, em Laranjeiras, na zona sul da capital fluminense, ao lado de assessores. A visita não foi acompanhada pela imprensa.

Por volta do meio-dia, um vídeo foi divulgado pela assessoria do candidato. Nas imagens, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, aparece dentro do quartel, no centro, cercado por policiais. Os homens do Bope são chamados de “caveira”. Ele posou para fotos ao lado dos policiais e fez um breve discurso para a tropa.

“Nós temos a segunda maior bancada em Brasília e isso vem de gente como vocês. Temos que acreditar e tentar mudar, buscar fazer a coisa certa. Isso é possível, afinal de contas não temos outro caminho.”

Ao final, Bolsonaro encerrou o discurso gritando “caveira”. Ao prestar continência ao comandante do Bope, tenente-coronel Alex Benevenuto Santos, o candidato brincou: “Estou dando continência para o coronel, mas quem vai mandar no Brasil serão os capitães”. Fonte: JBrasil. Fotos: IstoE´/Metropolis. Edição: APM Notícias.

Haddad sugere Sérgio Cortella para Ministério da Educação

 

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, postou uma mensagem em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira, 15, sugerindo o nome do filósofo e articulista Mario Sérgio Cortella para o Ministério da Educação.

“Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, escreveu o ex-prefeito da capital paulista.

Cortella não é o primeiro nome aventado pelo presidenciável do PT para compor um eventual ministério. Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo sugeriu que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, “tem todas as condições, perfil e sensibilidade social” para chefiar a Fazenda caso ele seja eleito. Fonte: Jornal do Brasil. Foto: Diario Catarinense. Edição: APM Noticias.

Fake News: TSE lança página para esclarecer eleitores

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta quinta-feira (11) uma página na internet para ajudar a esclarecer o eleitorado brasileiro acerca das informações falsas e falaciosas que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais. No entendimento da Justiça Eleitoral, a divulgação de informações corretas, apuradas com rigor e seriedade, é a melhor maneira de enfrentar e combater a desinformação.

Vale referir que o Tribunal Superior Eleitoral tem encaminhado todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte dos órgãos de investigação, especialmente Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal. A finalidade é garantir a verificação de eventuais ilícitos e a responsabilização de quem difunde conteúdo inverídico.

Até o presente momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições 2018 foi confirmada ou comprovada. 

A Justiça Eleitoral desempenha relevante papel na consolidação da Democracia em nosso país e trabalha incansavelmente para oferecer à sociedade um processo de votação seguro, transparente e ágil, garantindo efetividade à manifestação popular exercida por meio do voto.

 

Fonte: TSE

Campeões de voto mostram a inutilidade do bilionário ‘fundão’ eleitoral

Além  de desmoralizarem as pesquisas de intenção de votos, grandes derrotadas do dia 7, as campanhas vitoriosas no primeiro turno, como a de Jair Bolsonaro (PSL) ou de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais e ainda de Wilson Witzel (PSC), no Rio de Janeiro, têm em comum o reduzidíssimo tempo de propaganda no horário gratuito no rádio e na TV. Eles tampouco usaram dinheiro do indecoroso Fundo Eleitoral. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os campeões de votos não se valeram de produções milionárias para rádio e na TV. Preferiram produções até primárias, nas redes sociais.

Eleito senador com 9,3 milhões de votos, Major Olímpio (PSL-SP) vai propor a extinção Fundo Eleitoral, que chama de “fundo da vergonha”.

Para obter mais de 2 milhões de votos, a deputada Janaína Paschoal (PSL) gastou menos de R$60 mil e se valeu das redes sociais.

Os maiores e menores gastos oficiais da campanha eleitoral

                                                                                       Elmano Ferrer – o candidato que mais gastou para o governo

Elmano Férrer (Podemos) teve 22.176 votos em sua campanha para governador do Piauí. Na sexta-feira, 12 de outubro, anunciou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL). 
Na visão do capitão isso não é nada, não é nada, não é nada mesmo! 
Mas ele tem um voto no Senado. E isso vale muito.

Voto caro

Aliás, Elmano Férrer teve o maior gasto “per capita” na eleição passada. Ele declarou gastos de R$ 836.1 mil e como obteve seus parcos 22.176 votos, o custo médio unitário para atingir esse bocado de eleitores foi de R$ 37,70. É o maior entre todos os candidatos a governador.

Voto barato

Na outra ponta, com menor custo por voto está Fábio Servo. O candidato do PSL a governador teve 63.431 votos, com gastos de R$ 21,mil, o que o leva a ter o voto mais barato: 33 centavos.

Dr. Pessoa

Segundo colocado na corrida pelo Palácio de Karnak, com gastos que somam pouco mais da metade das despesas declaradas por Wellington Dias, Dr. Pessoa (Solidariedade) teve custo unitário de voto em R$ 2,13. Ele gastou R$ 760,2 mil.

Maior gasto

Com maior valor declarado de despesas (2,564 milhões), o tucano Luciano Nunes obteve 300.549 votos, o que faz seu custo unitário por eleitor chegar a R$ 8,53 – segundo maior entre os candidatos melhor colocados na eleição.

O eleito

Wellington Dias (PT), que declarou ter gasto menos que Luciano Nunes (R$ 2,230 milhões), teve custo unitário por voto na casa de R$ 2,30, considerando que teve 966.469 votos.

Senadores

Entre os senadores, Ciro Nogueira (Progressistas) declarou gastos de R$ 2,252 milhões, indicando que, com 897.959 votos, seu custo unitário para obter cada voto chegou a 2,52. Marcelo Castro (MDB), outro senador eleito, declarou despesas de R$ 1,564 milhão. Com 812.213 votos, o custo unitário foi de R$ 1,92.

Os não-eleitos

Wilson Martins (PSB), o terceiro colocado, declarou ter gasto R$ 1,678 milhão, teve 570.065 votos, o que faz seu custo por voto ser de R$ 2,92. Robert Rios (DEM) quarto colocado na disputa pelas cadeiras de senador, teve 248.233 votos, com despesa de R$ 684 mil, o que dá média de gasto de R$ 2,75.

Gastos oficiais

Não custa informar que os gastos dos candidatos acima são os que estão registrados no TRE. 
Sabe Deus lá quanto custou mesmo o voto com o uso do outro dinheiro. (Portalaz)

Piauí é o primeiro no Nordeste em baixa votação para o Senado.

 

Levantamento da Agência Brasil mostra que o Piauí foi o campeão no Nordeste em candidatos ao Senado com baixa votação, ou seja, não atingiram 0,1% dos votos. Foram 9 candidatos nesta situação. Já  para a Câmara Federal, 16 não superaram 0,1%.

A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal. Fonte: Agência Brasil. Foto: PoralemFoco. Edição: APM Notícias.

É a lei: Candidatos com menos votos que Zé Filho assumirão e ele não

Zé Filho na 1ª suplência

Sete deputados estaduais eleitos no domingo passado tiveram mais votos que o ex-governador Zé Filho, que com 29.100 votos ficou somente na primeira suplência. Isso por força do sistema proporcional, em que, mesmo nominais, os votos contam para o partido, não para o candidato diretamente.

Os sete

Foram eleitos deputados estaduais com menos votos que o ex-governador: Flora Isabel, do PT (29.061 votos), Pastor Gessivaldo, do PRB, (28.259 votos), Nerinho, do PTB, (27.684 votos), Evaldo Gomes, do PTC (26.851 votos), Firmino Paulo, do Progressistas, (26.692 votos), Teresa Britto , do PV (19.532 votos) e Oliveira Neto, do PPS (17.633 votos).

Onze

Foram 11 candidatos não eleitos e que tiveram mais que os 17.633 votos obtidos pelo estreante Oliveira Neto: Zé Filho, B. Sá, Warton Lacerda, Ziza Carvalho, Cícero Magalhães, Belê Medeiros, Rubem Martins, Elisângela Moura, João de Deus, Paulo Martins e Liziê Coelho.

Aliás

Tem dez suplentes da aliança governista mordidos de porca na eleição. Será que Wellington Dias vai manter sua política de acomodar suplentes na Assembleia, fazendo a cada ter 45 em vez de 30 integrantes?

(Informações do Portalaz)

Edição/publicação: blogdobsilva

Em campanha para Bolsonaro no Piauí, Magno Malta chama Haddad de “mãe do kit gay“

                                    O senador percorre o país fazendo campanha para o presidenciável que ainda se recupera de atentado

O senador Magno Malta (PR-ES), cumpriu agenda no Piauí neste sábado (13). O parlamentar percorre o país fazendo campanha para Jair Bolsonaro (PSL), que ainda se recupera de um atentado sofrido durante um ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG).

Após passar amanhã na cidade de Parnaíba, litoral do Estado onde participou de carreata pelas ruas da cidade ao lado do prefeito Mão Santa, ele desembarcou no aeroporto Petrônio Portela por volta das 16h onde foi recepcionado pela militância “bolsonariana”.

Do aeroporto, o senador saiu em carreata até o complexo turístico da Ponte Estaiada onde falou a uma plateia sob gritos de “mito”. 

Foto: Lucas Sousa / Portal AZ

Ele veio acompanhado do também senador José Medeiros (PODE-MT), que foi eleito deputado federal nas últimas eleições.

Fernando Haddad 

Durante o discurso, o parlamentar fez críticas ao adversário de Bolsonaro, Fernando Haddad (PT), e o chamou de “mãe do kit gay”, como os apoiadores do candidato pelo PSL denomina um programa de orientação sexual supostamente criado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura).

Para uma plateia alvoroçada, o pastor evangélico também saiu em defesa da “familia tradicional brasileira”.

“Haddad é a mãe do kit gay, não que tenhamos nada contra os gays, eles podem ser felizes e viver a vida do jeito que quiserem, mas tem que respeitar, a família tradicional é a família que Deus criou, isso não é religião é ciência, não há cromossomo homossexual, homossexualismo [sic] é opção”, disse Magno Malta.

Bolsa família 

O parlamentar também reforçou a proposta do presidenciável de criar um 13º salário para quem recebe o Bolsa Família.

“Quem já tinha bolsa escola, vale-gás, eles juntaram tudo e criaram o bolsa família e o Brasil novo que vai parar de roubar vai ampliar e melhorar o Bolsa Família, além de criar o 13º para quem já recebe”, disse.

Após o discurso, o senador participou de uma reunião a portas fechadas com membros do PSL.

Assista ao vídeo abaixo:

Moradores do Loteamento Portal Residence cobram mais ação da PM na região

O vereador André Neves esteve reunido com o comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Antônio Pacífico Neto, bem como o subcomandante major Gerson Reis, para buscar providências no que diz respeito à segurança na região do Loteamento Portal Residence, localizado no bairro São Pedro, cerca de 1 km do anel viário de Parnaíba.

Moradores da própria comunidade chegaram a realizar um abaixo assinado para solicitar uma maior efetividade nas rondas da Polícia Militar no referido loteamento, onde tem havido uma constante ação de vândalos que estão desligando a iluminação das casas, quebrando monumentos, invadindo residências, causando insegurança e desordem em geral.

Para reforçar o pedido dos populares, o vereador André Neves também protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Parnaíba com foco na temática segurança pública no Loteamento Portal Residence. Ainda durante a reunião no 2º Batalhão, o comandante da PM, por sua vez, se comprometeu a intensificar o policiamento ostensivo na localidade em questão.

Assessoria de comunicação do vereador André Neves

Henrique Pires quer caça a infiéis e limpeza moral no MDB do Piauí

Eleito com mais de 38 mil votos para a Assembleia Legislativa, Henrique Pires promete uma caça a bruxas para fortalecer o MDB no Estado. A meta é fazer uma varredura nos municípios em busca dos infiéis ao partido.

“São filiados, mas não são peemedebistas. Em outros partidos isso não ocorre. Se tivessem votado teríamos feito oito deputados estaduais e dois federais. A renovação passa por uma limpeza moral. Estão apenas se usufruindo do tempo de rádio e TV com o número 15”, reclamou.

Henrique Pires foi além. Afirmou que quer suspender diretórios considerados irregulares. Ele ainda não sabe quantos infiéis ou municípios possuem algum tipo de irregularidade partidária, mas promete para a próxima semana entrar com representação neste sentido.]

“Mais tardar na próxima segunda-feira vamos entrar com representação para suspender o diretório de Curimatá. Houve fraude por lá. Esse é um caso que tenho testemunhas e outros estão assim. Pedi ao partido que suspendesse essas homologações porque senti o cheiro. Infelizmente fui voto vencido. Ou o MDB se renova ou se acaba. As únicas novidades no partido sou eu e o Marcos Aurélio (deputado Federal). Se já tivesse valendo a proibição de coligações o MDB teria feio dois deputados estaduais e nenhum federal. Ou a gente para e renova o partido ou é melhor ir embora e eu não serei aquele a fechar a porta”, concluiu.

Somente MDB, PT e PSB torraram R$831 milhões do Fundo Eleitoral na campanha

                                                    Partidos como PSL gastaram muito menos e elegeram mais

O PSL, de Jair Bolsonaro, cresceu mais de 1.300% em votos, elegendo 52 deputados este ano, muitos deles sem recursos do Fundo Eleitoral, por opção ou por falta de dinheiro mesmo. Antes, em eleições, mais dinheiro significava mais eleitos, mas essa lógica perdeu sentido em 2018: o MDB distribuiu R$232,4 milhões a seus candidatos e elegeu 34 deputados, a quinta maior bancada. Os 56 do PT custaram R$212,2 milhões. Já o PSDB gastou R$185,8 milhões e foi um fiasco: elegeu 29. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Somados os fundos Partidário e Eleitoral, só este ano o MDB nos tirou R$296 milhões, o PT R$290 milhões e o PSDB R$245 milhões.

É só fazer as contas: PT, MDB e PSDB, só estes três, torraram R$831 milhões de dinheiro público para elegerem 119 parlamentares.

O Novo, que não existia em 2014 e recusa Fundo Partidário e Fundo Eleitoral, conseguiu emplacar oito deputados federais na Câmara.

A Rede de Marina, que abiscoitou mais de R$10,7 milhões de Fundo Eleitoral, elegeu apenas um deputado e cinco senadores.

PSDB fará oposição a Bolsonaro ou ao PT

PSDB não tem a linha do Bolsonaro e fará oposição a ele ou ao PT, diz Tasso.
Tucano diz que ventania no Congresso derrubou bons e ruins’ e articula ‘grupo do bom senso

Folha de S. Paulo Por Thais Bilenky
O Senador com mais quatro anos de mandato e ex-presidente nacional do PSDB, o cearense Tasso Jereissati afirmou que Jair Bolsonaro (PSL) “não tem a linha” de seu partido, que será oposição no próximo governo, seja o militar o presidente, seja Fernando Haddad (PT).

Para Tasso, “o grupo de Bolsonaro é muito perigoso”, e senadores já se articulam em um “grupo do bom senso” para resistir a empreitadas polarizantes. A “ventania no Congresso derrubou bons e ruins”, lamentou.

O candidato tucano a governador de São Paulo João Doria “não representa a cara” do PSDB, afirmou Tasso.

Como está o clima no Senado? Está pesado. Com a quantidade de gente que não se elegeu, está todo mundo para baixo, deprimido. Acho que nunca vi isso. A renovação, nas outras eleições, não era tão grande, e tem gente muito boa [que não se reelegeu]. Cristovam [Buarque (PPS-DF)], Armando Monteiro [(PTB-PE), que tentou o governo de Pernambuco], Ricardo Ferraço (PSDB-ES). É uma pena.

Os eleitos não têm o mesmo preparo? A minha primeira impressão é que caiu [a qualidade] pelos que saíram. Não estou vendo gente com esse nível, não. Vai ter muita gente nova, pode ter surpresas, mas a primeira impressão é caiu. A ventania derrubou tudo, bons e ruins. Mas foram os bons, que eram poucos.

Essa onda conservadora reconfigurou o Congresso. Não foi só conservadora, não, porque os líderes conservadores também foram [embora]. Armando, que era candidato ao governo, Ferraço… Quer um senador que tenha tido desempenho melhor que o Ferraço nesses anos na linha de economia liberal? Eu vejo alguns de extrema direita, que não são liberais na economia,
são estatizantes até.

Têm às vezes viés autoritário. O sr. se preocupa? Existe a preocupação aqui de fazer um bloquinho, bloquinho, não, um grupo do bom senso, seja de esquerda ou de direita, que vá se aglutinando para evitar essa polarização, e que o bom senso prevaleça.

Mas vai ser uma minoria, não? Não sei, não sei quem vem.

Se Bolsonaro ganha, o sr. tem preocupação com a democracia? O grupo dele é muito perigoso nesse sentido, mas acho que as instituições, pelo quadro que estou vendo aqui no Senado, serão uma coisa bem resistente, um ponto de equilíbrio bem forte. A confirmar, em função dos que estão chegando aí.

No segundo turno, o PSDB deveria tomar que postura? Isso que foi decidido, nem um nem outro. [Nos estados], cada um nas suas eleições que tome a versão que quiser. Mas o PSDB não vai apoiar nem um nem outro, e a expectativa é que qualquer um que ganhe nós sejamos oposição. É a minha visão.

Como viu a postura do Doria na campanha? Ele andou anunciando a posição bolsonariana antecipadamente. Não se empenhou [na campanha do Alckmin] e aparentemente participou de grupos com outra linha para a Presidência, mas eu não estava perto. A sensação que nós temos é que isso aconteceu e com intuito claro de se eleger, porque a corrente bolsonariana em São Paulo ficou muito forte, uma onda muito grande. No intuito de não perder voto e ganhar voto, ele foi para essa linha e abandonou o Geraldo.

Isso, politicamente, tem que efeito? ‚É ruim, claro. Tem consequências.

É uma traição? Claro, principalmente em São Paulo, em se tratando do Geraldo. Afinal de contas, Geraldo foi quem fez ele de cabo a rabo. E é ali do lado, não é uma coisa de um sujeito lá no Piauí que não conhece o Geraldo e votou no Bolsonaro. É dentro da casa dele mesmo.

Doria tenta ter controle sobre o partido. Como vê esse movimento? Ele pode ser uma saída para o PSDB neste momento de dificuldades?”‚Não acho que ele seja a saída, não. Claro, se ele se eleger governador de São Paulo, terá peso muito grande. Mas não sei se ele representa a cara do PSDB nacional nem a cara do PSDB paulista.

Qual é a diferença dele para o PSDB? O que não se enquadra no perfil? Pode ser até que o antipetismo seja mais forte do que tudo isso, mas a linha do Jair Bolsonaro não é a nossa linha.

O PSDB sofreu a pior derrota na eleição presidencial, encolheu a bancada. É um momento bem difícil.

Vazou a Propaganda Eleitoral de Bolsonaro

O Antagonista obteve em primeira mão a propaganda eleitoral de Jair Bolsonaro que vai ao ar nesta sexta-feira (12) na TV.

Datafolha desmente simulações que o próprio instituto e o Ibope fizeram para 2º turno

Pelas pesquisas, todos ganhariam de Bolsonaro no 2º turno, só que não

Pesquisas divulgadas durante todo o primeiro turno previam, em simulações de segundo turno, que qualquer adversário derrotaria Jair Bolsonaro (PSL). A única exceção era a fraquíssima Marina Silva. Ibope e Datafolha de 4 de outubro apostavam que Haddad (PT) empataria com Bolsonaro (“42% cada”). Mas já na primeiro pesquisa após o primeiro turno, o próprio Datafolha se desmentiu: 58% a 42%. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os institutos de pesquisa foram os grandes derrotados no primeiro turno das eleições. Erraram feio, passaram vexame, e silenciaram.

A disputa pelos governos estaduais do Rio de Janeiro e Minas Gerais expôs os erros ou a incapacidade dos institutos de acertar resultados.

No 1º turno, o candidato “que qualquer um derrotaria”, Jair Bolsonaro, somou mais de 46%, equivalentes a quase 50 milhões de votos.

Os pesquiseiros previam que Ciro Gomes venceria Bolsonaro por 45% a 39%, em eventual 2º turno. Ele teve raquíticos 12,47% dos votos.