Transporte Público: Motoristas e cobradores vão ter curso para melhorar relacionamento com

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Tem que ser do jeito que Wellington Dias quer. E viva a democracia!!!
Wellington Dias vai exonerar os secretários Fabio Abreu (Segurança) e Rejane Dias (Educação) para que os dois retomem suas cadeiras na Câmara dos Deputados nos próximos 30 dias. O governador quer que eles votem contra as reformas trabalhista e da Previdência.
Sem cargo
Os suplentes Silas Freire (PR) e Maia Filho (SDD) votaram a favor da reforma trabalhista. Isso não agradou o Palácio de Karnak, que vai deixa-los no limbo até que sejam feitas as duas votações.
Traição
Essa não é a primeira vez que os dois suplentes de deputado federal votam contra a orientação de quem lhes deu o emprego.
E parece que Wellington ou está amarrado a eles ou adora ser recorrentemente traído.
Contramão
Na contramão desse movimento estão os deputados “socialistas” Heráclito Fortes, Átila Lira e Rodrigo Martins. O PSB fechou questão contra as reformas, mas os três deputados piauienses votaram a favor. E devem seguir votando do mesmo jeito. Mais fácil eles deixarem o PSB que seguir a orientação ideológica da legenda.
Quem fica
Com a exoneração de Rejane Dias e de Fabio Abreu, na Educação deverá responder pelo expediente da pasta o senhor Helder Jacobina e na Segurança, o coronel de reserva da PM, Rubens Pereira.(Portalaz)
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A greve de araque instituiu o Dia Nacional da Vadiagem
Enxergar uma greve geral no que se viu nesta sexta é promover enxurrada a tsunami. Toda greve é uma interrupção voluntária e continuada do trabalho ─ e interrupção voluntária não rima com barricadas com pneus em chamas, piquetes truculentos e arruaceiros hipnotizados pelo berreiro sindiota. A greve geral, como ensina o adjetivo, tem necessariamente abrangência nacional. E se ampara em reivindicações, palavras-de-ordem e bandeiras encampadas por todas as categorias profissionais relevantes.
Enfim, grevistas querem algo, berram propostas, fazem exigências. Os greveiros de hoje são contra tudo que venha do governo ─ da mesóclise a reformas que remoçam velharias quase centenárias. Mas não conseguem ser a favor de nada, nem têm coragem suficiente para defender publicamente a preservação dos privilégios da pelegagem. Por essas e outras, os que se nomearam líderes dos trabalhadores acabaram instituindo, neste 28 de abril, o Dia Nacional da Vadiagem.É o velho Brasil agonizando.
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Inscrições para o curso de humanização no atendimento ao cidadão ocorrerão até hoje

– O que causa insatisfação e conflito? O que pode melhorar?
– Entendendo as expectativas do cidadão;
– Simular, refletir e construir propostas e estratégias de ação que reflitam a eficiência, a eficácia e a humanização do atendimento ao cidadão.
Greve: governo vê risco de black blocs em 5 capitais
ESSE É O “NOSSO” GOVERNADOR!!!
Wellington Dias (PT) ouviu a voz da razão e não caiu na esparrela de dar ponto facultativo aos servidores estaduais. A despeito de considerar justas as reivindicações, o governador informou que se o ponto do servidor grevista não for cortado, a greve não existe.
Mas…
O que deve acontecer é uma daquelas soluções muito próprias do corporativismo: a falta de quem não conseguiu ir trabalhar, pela ausência de transporte público, terminará por ser abonada.
Gratidão
Mesmo assim, sindicatos de todas as categorias do serviço público estadual devem estar agradecidos a Wellington Dias pelo apoio que o chefe do governo está dando à greve marcada para hoje. Talvez, quando for à vez de protestar contra o Governo do Piauí, eles não tenham o mesmo apoio. Pelo menos não enquanto o petista estiver no Karnak.(Portalaz)
Efeito bumerangue
Por:Arimateia Azevedo
A lenda urbana nas cercanias do campus da Ininga dizia que, para acompanhar os movimentos grevistas de outras universidades no final dos anos 70 e entrada dos 80, o então reitor Camillo Filho incentivava um grupo de estudantes para ensaiarem ações contra a ditadura que iam além da sua ordem, pois, entre as badernas, acontecia até quebra-quebra dos equipamentos da universidade. Camillo era notável, pela habilidade principalmente em lidar com esse tipo de movimento. Porque, a bem verdade, aqui, comparado ao que ocorria nas outras universidades públicas, principalmente no eixo Rio e São Paulo, não tinha a menor repercussão. E o reitor da época, raposa velha, sabia o que estava fazendo com os líderes estudantis: incentivava o movimento e até vandalismo, para receber dinheiro do MEC. Por motivos semelhantes e causas diferentes a experiência petista na gestão da prefeita Maria Luiza Fontenele, de Fortaleza (1985/1988), mostrou que a nefasta convivência ideológica servidor público X gestor necrosou a máquina da prefeitura da capital cearense. O servidor não trabalhava e os secretários não tinham moral para cobrar produtividade. Instalou-se o caos e a administração Maria Luiza foi para o buraco, um suicídio para a carreira política dela. Mais de 30 anos depois se vê um gestor, no caso o governador do Piauí, Wellington Dias, fazendo apologia indireta da desordem e assumindo publicamente o apoio à greve geral anunciada para hoje, sob o falso pretexto de se estar combatendo as reformas trabalhista e previdenciária encetadas pelo governo ao qual o petista faz oposição. Wellington, assim como os outros governadores, vão se obrigar fazer nos seus Estados mudanças nos sistemas previdenciários estaduais. Logo, seria muito prudente que o governador começasse a se preocupar com o fogo que está dizimando a roça do vizinho para evitar que chegue à sua plantação. Seguramente, os servidores estaduais estarão em pé de guerra da mesma forma que os federais se encontram agora.




































