Tenha compostura, Haddad. Só quem usa a bolsa de colostomia sabe a vida que leva

                                                                                Haddad perdeu a linha e disse que Bolsonaro fede…

Jorge Béja

Já escrevi sobre o respeito que todos, inclusive a Folha de São Paulo, precisam ter com a bolsa de colostomia de Jair Bolsonaro e de quem a usa. O desrespeitoso Haddad disse que “Bolsonaro fede”. Alusão à bolsa, é claro. E sendo a bolsa consequência do crime em Juiz de Fora, trata-se de alusão perversa e regozijadora à facada, é claro também. Cuidado, Haddad, a Lei do Karma é implacável. Aqui se faz, aqui se paga. Respeite-a. Ela cobra de todos nós os males que praticamos, há um segundo ou nas vidas e vidas passadas. É inexorável. 

Mas não é Bolsonaro que fede, “professor” Haddad. É o mau cheiro que da bolsa exala. De todas as bolsas de colostomia, como explica e demonstra um anônimo brasileiro, de fala simples, sem ostentação, de “figurino” comum de todas as pessoas de bem, como se pode constatar no vídeo a seguir, que o próprio anônimo gravou para explicar e mostrar as agruras de quem utiliza bolsa de colostomia.

FEDOR DA CORRUPÇÃO – Mas o mau cheiro da bolsa de colostomia de Bolsonaro não é o fedor da corrupção, da desonestidade, das justas condenações que a Justiça impôs aos asseclas de Haddad que saquearam os cofres do governo, que punguearam o dinheiro do povo brasileiro e ficaram ricos.

Alguns já estão cumprindo pena no xadrez, nas penitenciárias… Muitos outros estão a caminho. São pessoas fedorentas de podridão e que não foram vítimas de facada, mas que deram muitas facadas em todo o povo brasileiro, por muitos anos. São assassinos em potencial. Ao invés de faca, usaram o poder e a caneta para destruir a Nação e seus nacionais, desastre de tamanha grandeza e amplitude que levará anos para ser remediado. Reparo, talvez jamais, tão grande é o rombo.

SEM DEBATE – Jair Bolsonaro decidiu que não vai a debate algum. E nem foi após a facada que recebeu na maldita Juiz de Fora, por um facínora que ostenta o nome-título de “bispo”. Decisão acertada. Nem precisa ir.

Primeiro, porque debater com néscio é perda de tempo. Segundo, porque, no principal deles, o debate final na TV Globo, o clima será desfavorável e hostil a Bolsonaro que já prometeu distribuir, igualitariamente por toda a imprensa, a verba pública da publicidade governamental que, há anos, só a Globo abocanha 40% dela, conforme o próprio Bolsonaro avisou e antecipou. E o que sobra é para dividir entre centenas e centenas de outras emissoras e empresas jornalísticas estabelecidas neste país continental. Com Bolsonaro na presidência, a organização Globo vai ser igual a todas as outras.

E terceiro, porque as condições físicas de Bolsonaro não permitem, como explica este grande brasileiro que se expôs a todos nós, com coragem, firmeza, sem vaidade e tomado da sensibilidade das pessoas de bem.

 

Operação Topic: – Procuradora Raquel Dodge determinou a criação da força-tarefa no Piauí

Quatros procuradores da República , três do Piauí e um do Maranhão, atuarão nos processos que apuram práticas de irregularidades no setor de transporte escolar da Secretaria de Educação do Estado e prefeituras do Piauí e Maranhão. O volume desses inquéritos é tão grande que a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, criou a força-tarefa para atuar na chamada operação Topic. 

Segundo a portaria PGR/MPU nº 940, de 16 de outubro de 2018, publicada no DOU de ontem,23, os três procuradores do Piauí são: Marco Aurélio Adão, Tranvanvan da Silva Feitosa e Israel Gonçalves Santos Silva que atuarão em conjunto com a Procuradora da República Cynthia Arcoverde Ribeiro Pessoa, do Maranhão. 

A operação Topic foi deflagrada no último dia 02 de agosto prendendo 22 pessoas entre as quais funcionários de escalões intermediários da Secretaria de Educação e os chamados empresários do setor de transporte escolar. O rombo acusado pelas investigações chega a R$ 120 milhões.

Essa organização criminosa é acusada de fraudar licitações e desvio de recursos públicos destinados à prestação de serviços de transporte escolar ao Governo do Estado e Prefeituras Municipais nos Estados do Piauí e Maranhão, custeados pelos recursos do Programa de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).

Foram presos: Lívia de Oliveira Saraiva, Charliene Silva Medeiros; Ester Marina Dantas Magalhães; Elisandra Pereira Lima; Lana Mara Costa de Sousa; Lisiane Lustosa Almendra; Miguel Alves Lima; Suyana Soares Cardoso, Sicilia Amazona Soares Borges, Antônio Lima de Matos da Costa, Odair Gomes Leal, Raimundo Félix Saraiva Filho, Rodrigo José da Silva Junior, Antônio Ribeiro da Silva; Francisca Camila de Sousa Pereira; Luiz Gabriel Silva Carvalho; Luis Carlos Magno da Silva, Carlos Augusto Ribeiro de Alexandrino, Paula Rodrigues de Sousa dos Santos; Magna Ribeiro da Silva Flizikowski, Maria Anniele de Fátima Almeida e Samuel Rodrigues Feitosa.

Saiba mais: Polícia Federal cumpre mandados judiciais na Secretaria de Educação

(Informações do Portalaz)

Conselho de Odontologia realiza Semana do Dentista em Parnaíba

                                                                         Delegada do CRO/PI em Parnaíba, Allane Samara.

Nos dias 24 e 25 de outubro, o Conselho Regional de Odontologia do Piauí (CRO/PI), por meio da Delegacia de Parnaíba, realiza diversas ações no município, em comemoração ao Dia do Cirurgião-Dentista e da Saúde Bucal, celebrado nesta quinta-feira (25).

Nesta quarta-feira, 24, a programação inicia com a Campanha de Doação de Sangue “Odontologia por Amor”. Profissionais de saúde bucal serão liberados pela Prefeitura para participar do ato solidário, que acontecerá no Hemocentro de Parnaíba, das 8h às 18h. “É um ato de solidariedade que todos os profissionais vão abraçar. Da mesma forma que nos doamos para a Odontologia, também cumprimos o nosso papel de doar sangue para alguém que precisa”, explica a delegada do CRO/PI em Parnaíba, Allane Samara.

Já na quinta-feira, 25, estudantes e profissionais da Odontologia estarão reunidos na Praça da Graça para a realização de mais uma edição do Projeto Sorriso vai à Praça. Durante a ação, realizada em parceria com a Universidade Estadual do Piauí, SESC e Faculdade Uninassau, haverá a distribuição de escovas de dentes e orientações de higiene bucal para a população.

“Também aproveitaremos a oportunidade para expor a nossa realidade, a busca pela valorização da Odontologia e a necessidade de um novo olhar por parte dos gestores públicos. Precisamos desta compreensão de que a nossa profissão precisa de uma infraestrutura adequada. E o CRO/PI vem lutando diariamente para que os cirurgiões-dentistas tenham condições de trabalho ideais”, pontua a cirurgiã-dentista Allane Samara.

Supremo faz campanha para Bolsonaro

Por: Zózimo Tavares

A campanha presidencial prometia chegar à sua reta final, no segundo turno, sem novidades. Mas eis que o Supremo Tribunal Federal, pelas vozes de seus ministros mais loquazes, decide entrar no jogo e fazer-se protagonista da cena politica.

O Supremo entrou no jogo quando viu seus ministros mais verborrágicos reagirem com furor e autoridade às abobalhadas declarações de um filho do líder nas pesquisas de intenção de voto, deputado federal Jair Bolsonaro (PSL).

Eduardo Bolsonaro, aquinhoado com o mandato de deputado federal por São Paulo com a maior votação do país, se meteu a fazer gracinhas com o Supremo e desagradou em cheio os melindrosos ministros da Suprema Corte, que o levaram a sério.

O deputado disse que, para fechar o Supremo, não é necessário nem um jipe, mas apenas um cabo e um soldado. Foi há quatro meses, em resposta a uma pergunta igualmente sem pé nem cabeça.

A resposta do deputado, gravada em vídeo, corre agora pelas redes sociais com a aura de um perigoso sinal de golpe à vista. Mas, como se diz no popular, não passa de um café requentado. E fraco!

Diante, porém, do mal-estar criado no STF, o candidato a presidente pelo PSL se viu forçado a desautorizar a fala de seu pimpolho. Bolsonaro  afirmou que repreendeu o filho pelo “absurdo” da declaração. O candidato disse também que o seu garoto até já se desculpou.

O coro dos descontentes

Muito bem! O barulho que o Supremo faz em cima da declaração do deputado Bobonaro, o filho, é algo inacreditável.

O decano Celso de Mello, inquietou-se dentro da toga e classificou a afirmação como “inconsequente e golpista”.

O ministro Gilmar Mendes puxou o facão e disse que nem a ditadura conseguiu fechar o Supremo.

Já o novel ministro Alexandre de Moraes propôs a abertura de um processo contra o afoito parlamentar, para ele aprender a respeitar as caras.

Calou por quê?

Não faz muito tempo, o ex-presidente Lula afirmou que a Suprema Corte estava acovardada. O Supremo calou.

Não faz muito tempo também que o  deputado petista Wadih Damous, ex-presidente da OAB-RJ, disse que o STF deve ser fechado. O Supremo calou.

Agora há pouco, também, o ex-ministro José Dirceu, condenado a mais de 30 anos de cadeia, afirmou que o PT deve voltar ao poder para retirar os poderes do Supremo. O STF também calou.

Mas seus ministros vêm dar uma de valentes agora, com a declaração estapafúrdia e infantil de um filho de Bolsonaro, que já recebeu puxão de orelha do pai pelas besteiras que disse.

Com essa reação descabida, o Supremo acaba  fazendo campanha para Jair Bolsonaro, pois se há uma instituição hoje no país que não desfruta de largo prestígio popular, essa instituição é o Supremo.

Oposição parlamentar a Wellington Dias pode se limitar a dois deputados

A oposição parlamentar a Wellington Dias pode se limitar a Marden Meneses (foto) e Gustavo Neiva (Foto: Lucas Sousa/Portal AZ)

Parece que a união das oposições a Wellington Dias (PT) pode cair na caricatura de que os contrários ao governador cabem numa Kombi ou em carro ainda menor. No mandato atual, oposição ferrenha é feita por Marden Meneses (PSDB), Robert Rios (DEM), Rubens Martins  e Gustavo Neiva, do PSB. No mandato que começa em janeiro, bem menos.

Pequeno quórum

A partir de janeiro, com a saída de Robert Rios (derrotado para o Senado) e Rubem Martins, que não conseguiu a reeleição, periga a oposição limitar-se a Marden e Gustavo, já que os outros eleitos em oposição a Wellington podem ir ao balcão do governo.

Quem?

Evaldo Gomes (PTC) e Gessivaldo Isaías (PRB), deputados estaduais reeleitos na oposição a Wellington Dias, eram governo até à véspera das convenções partidárias. Foram para o lado oposto para salvar seus pescoços. Tereza Brito (PV) não é nem carne nem peixe e o estreante Oliveira Neto (PPS) foi eleito com subsídios chapa-branca.

Wellington já o tem como aliado. (Portalaz)

Dr. Hélio e Zé Hamilton: Já de olho em 2020

Já se tem como certa a candidatura do deputado estadual Dr. Hélio a prefeito de Parnaíba. O próprio presidente regional do partido dele (PR), Fábio Xavier, já teria dito na imprensa que no momento certo o partido estará no município dando toda a estrutura para tal candidatura. O outro candidato de oposição seria o Zé Hamilton. Mas, eleito suplente de senador, talvez não queira mais a experiência que já viveu por 12 longos anos, em 3 mandatos. Mas não faltarão outros como: Tererê, Fernando Gomes, ou até mesmo Juliana Moraes Sousa. Já tem gente alertando o Mão Santa para que ele se cuide.

Vai se arrepender????

De acordo com observadores do cenário político, passada a eleição em 2º turno, com a proximidade do final do ano, o governador Wellington Dias vai cair na real e avaliar se foi de falto bom para seu futuro político haver conquistado o 4º mandato. Sim, porque são tantos os problemas à sua frente, que ele vai chegar à conclusão que teria sido melhor entregar o abacaxi para outro. Mas, por um dever de justiça, se foi Wellington Dias e seus amiguinhos que acabaram com o Estado, a eles cabe limpar o que sujaram. Ou então, entornar o caldo de vez.

VERGONHA NO JN: Viaturas do Piauí sem combustível e vítima investiga assalto

DESTAQUE NO JORNAL NACIONAL – O JORNAL NACIONAL mostrou para todo o Brasil a situação preocupante da segurança pública em Teresina.  Na noite de terça-feira(23), o JN mostrou o caso de uma vítima de assalto que ofereceu o próprio carro para investigação, já que a viatura da Polícia Civil do Piauí estava sem combustível.

Através de nota, a gestão de Wellington Dias, através das Secretarias de Segurança e Administração, pôs a culpa na burocracia.  Mas, por coincidência, justamente no mesmo dia da matéria no Portal G1 Piauí e no Jornal Nacional, o governo informou que a burocracia foi superada e que o sistema de abastecimento foi regularizado.

CONFIRA A MATÉRIA DO JORNAL NACIONAL:

LEIA TAMBÉM NO PORTAL G1: Vítima investiga o próprio assalto por conta de falta de combustível em viatura no Piauí

 

Marina Silva precisa dar ‘voto crítico’ a si mesma

Por:Josias de Sousa

A seis dias do término do segundo turno, Marina Silva emergiu para declarar o seu “voto crítico” em Fernando Haddad. Moveu-se por rejeição a Jair Bolsonaro. Ao justificar sua opção, explicou que “pelo menos” o candidato petista ”não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres”.

Cumprido o protocolo, Marina precisa agora conceder um “voto crítico” a si mesma. Costuma dizer que não deseja “ganhar perdendo”. Prefere “perder ganhando” —como em 2014, quando a pancadaria de Dilma Rousseff deixou-a fora do segundo turno, mas com um patrimônio de 22 milhões de votos. E com uma biografia sem pesticidas e alianças esdrúxulas.

Em 2018, Marina perdeu perdendo. Entrou na disputa como uma candidata altamente competitiva, a bordo de um partido sem menções na Lava Jato. Terminou numa constrangedora oitava colocação, com pouco mais de 1 milhão de votos. A Rede, sua legenda, terá de fundir-se a outro partido para não desaparecer.

No texto que redigiu para justificar seu gesto, Marina reconheceu: “Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la.”

Apoiando criticamente a si mesma, Marina talvez perceba que não terá futuro político sem ajustar o seu português ao linguajar da rua. De resto, deve se abster de tomar chá de sumiço pelos próximos quatro anos. Sob pena de suas manifestações perderem até mesmo o valor “puramente simbólico.”

“Vou pegar um país destroçado por causa das gestões do PT”, diz Bolsonaro

                                                                       Bolsonaro conversa com assessores de sua campanha

Agência Estado

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou na manhã desta terça-feira (23/10), em entrevista à Rádio Guaiba de Porto Alegre, que se as urnas confirmarem seu favoritismo, neste domingo (28/10), e ele vencer as eleições, vai pegar um “país destroçado, principalmente do ponto de vista econômico”. E culpou as gestões do PT por este cenário.

Na sua avaliação, não é apenas o Executivo Federal quem sofre os reflexos da má gestão petista, mas também os Estados, que no seu entender receberão igualmente “a herança maldita do PT”. Bolsonaro alegou que a estratégia de sua campanha é não empenhar apoio neste segundo turno a candidaturas aos governos estaduais. “Manterei a neutralidade”, disse, sob alegação de que se for eleito no dia 28, vai governar para todos.

ERROS DO PT – Na entrevista, o candidato do PSL rebateu as críticas que estão sendo feitas à sua campanha, destacando que o PT não pode lhe chamar de corrupto. “Tudo que tinha de ruim e de terrorismo, na década de 80, quando eu já atuava no Exército, se juntou ao PT, quando esse partido foi criado.”

O candidato disse que o adversário “prega a distribuição da miséria, quer controlar a mídia” e, por essas e outras razões é oposição a esse tipo de pensamento. “Não às pessoas, porque elas mudam.”

Além do PT, criticou também o PSDB, lembrando que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que não votaria em sua candidatura. “O PSDB e o PT são semelhantes, e eu sou a oposição a tudo isso”, emendou, dizendo que é esse o motivo de estar na liderança da preferência do eleitorado do País e esperar que as urnas referendem isso neste domingo.

SUPREMO – Bolsonaro falou também do episódio envolvendo seu filho, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro, que disse que para fechar o STF bastava um soldado e um cabo, dizendo que já o repreendeu, e depois voltou às críticas ao PT: “Foi o PT quem falou em fechar os tribunais, com o controle da Justiça que está previsto em seu plano de governo. Não somos ameaça à democracia, ao contrário, somos a garantia da democracia”, destacou.

Na entrevista, o candidato do PSL desmentiu que sua campanha esteja fazendo uso de pacotes de mensagens do WhatsApp contra o adversário do PT, disse que é fake news a informação de que pretende cobrar mensalidade de universidades públicas e voltou a justificar a não ida aos debates, em razão de seu estado de saúde.

“Existe risco à minha saúde se eu ficar estressado, além disso não vou debater com o pau mandado do Lula”, emendou. Bolsonaro reiterou que se eleito irá extraditar, dentro da lei, Cesare Battisti. “Vou mandar esse terrorista de volta pra Itália”, garantiu.

Bolsonaro diz que combaterá a política do “coitadismo” e nega que prejudicará o Piauí

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, garantiu em entrevista exclusiva à TV Cidade Verde que combaterá a política do “coitadismo”, falou sobre a polêmica do WhatsApp e destacou projetos para o Piauí, caso seja eleito no próximo domingo, dia 28.

A entrevista foi concedida do seu apartamento no Rio de Janeiro ao jornalista Joelson Giordani. Desde o atentado, o candidato do PSL suspendeu agenda de rua e de forma limitada recebe imprensa e autoridades políticas. 

Preconceito

Para Jair Bolsonaro, as políticas afirmativas que batizou de “coitadismo” reafirmam o preconceito.

“…estão se moldando o caráter. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do Nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”, disse Bolsonaro em entrevista veiculada nesta terça-feira (23), no Jornal do Piauí. 

O candidato condenou também as políticas de cotas e disse que é uma maneira de dividir a sociedade.

“Não devemos ter classe social por questões de cor de pele, por opção sexual. Somos todos iguais perante a lei”, disse.

O atentado

Bolsonaro contou na entrevista com o Joelson Giordani que o atentado mudou sua rotina de vida e comparou com a do juiz Sérgio Moro por não pode sair de casa livremente, mas considerou a missão uma “causa justa”. 

Ele disse ainda que durante a campanha temia um ato de violência. “…Essa possibilidade já estava no nosso radar, um ato de violência, uma pedrada, mas não uma facada”.

Polêmica WhatsApp

Bolsonaro atacou o jornal Folha de São Paulo e disse que é uma matéria “plantada” e negou as acusações de que sua campanha fez disparo em massa no WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad. 

“Não tenho qualquer contato com empresário e nunca pedi para ninguém fazer isso”, disse. Ele garantiu que nunca fez um impulsionamento anti-PT na sua rede social. 

“Para derrotar o PT não precisa de fake news. Você derrota o PT com verdades”.

Relação com o governador Wellington Dias

O candidato negou que fará perseguição ao governador Wellington Dias (PT). 

“Não podemos prejudicar o povo do Piauí, qualquer estado que seja, porque tem um governador que não se alinhe ideologicamente  conosco. Vamos tratar todos os estados de forma republicana”. 

Projetos para o Piauí

Na entrevista, o candidato garantiu que vai trabalhar para alavancar o Agronegócio no Piauí e levar segurança jurídica ao campo. Bolsonaro também se comprometeu em ajudar o turismo do estado e a construção do Porto.

Sobre o MST, o candidato deixou claro que vai trata-lo como ação de terrorismo.

“Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo e ficar imune em nome do movimento social”.

Por Yala Sena

Piada do Ano! Haddad defende punição de petistas que enriquecem na política

                                                                                           “Houve crime? Parece que sim”, admitiu Haddad 

Catia Seabra
Folha

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, voltou a admitir na noite desta segunda-feira (22) a hipótese de petistas e aliados terem cometido crimes. Em entrevista ao programa Roda Viva, o petista dizia que não iria negar sua relação partidária quando foi questionado na possibilidade de ocorrência de crime. “Houve crime? Na minha opinião, provavelmente, sim”.

Definindo-se como constitucionalista, o candidato voltou a defender a conclusão dos processos. Ele disse acreditar que teve gente que usou de caixa 2 para enriquecer.

DOIS CRIMES – “Certamente, teve pessoas que usaram o financiamento de caixa dois, financiamento ilegal de campanha, para enriquecer. São dois crimes: financiamento de caixa dois e o enriquecimento, que ainda é mais grave. Por isso, tem uma pena maior. Acredito que teve gente que se valeu disso para enriquecer. Só a favor de punição exemplar dessas pessoas”

O petista admitiu erros na condução da política econômica do governo Dilma. Ele lembrou, porém, que o Congresso Nacional impediu a reorganização da economia às custas da chamada pauta bomba.

Haddad relatou ter conversado, nesta segunda-feira (22), com o senador tucano Tasso Jereissati (CE). Segundo ele, Tasso repetiu que, mesmo apontando falhas de Dilma, considera um erro o PSDB ter apoiado a pauta bomba liderada pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

ELOGIO A JK – Questionado, ao final do programa, se tem um ídolo na História do Brasil, Fernando Haddad hesitou e disse que seria difícil citar apenas um nome.                                            

Encorajado a falar mais de um, Haddad limitou-se, porém, a citar o ex-presidente Juscelino Kubitscheck. Ele não falou de Lula, embora tenha dito anteriormente que o petista foi o melhor presidente que o país já teve.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É mais uma Piada do Ano. Ao defender a prisão dos petistas corruptos, Haddad esqueceu de citá-los, como Lula, Dirceu, Bernardo, Gleisi e tutti quanti, como dizem os italianos. Inclusive Sérgio Gabrielli, que é coordenador de sua campanha presidencial(C.N.)

Midia luta desesperadamente para eleger Haddad e se livrar de Bolsonaro

                                                                                                    Charge reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

Na democracia, é preciso saber ganhar e saber perder, porque a principal regra é a alternância do poder. Mas na cleptocracia à brasileira, tenta-se ganhar a todo custo, seja nas urnas eletrônicas de baixa confiabilidade, seja no tapetão do Tribunal Superior Eleitoral. Agora, antes mesmo de se realizar o segundo turno, o PT e o PDT já se apressaram em recorrer ao TSE para pedir a cassação da chapa do PSL. 

Não há nenhuma prova material, consistente. Sabe-se, com certeza absoluta, que Jair Bolsonaro ou qualquer outro candidato não tem a menor condição de exercer controle sobre as redes sociais de seus admiradores. Mesmo assim, a direção do PDT encaminhou ao TSE, na sexta-feira, um pedido para anular as eleições. Além de não apresentar nenhuma prova material, nada nada, o partido pediu que a Justiça encontre as provas a respeito, vejam que maluquice – as provas para sustentar o processo eleitoral ficarão para depois.

FAKE ESCÂNDALO – O mais incrível é que toda a imprensa entrou na onda do “fake escândalo” criado pela Folha de S.Paulo, possibilitando a ruidosa repercussão de uma denúncia que não tem a menor confirmação e a mídia irresponsavelmente age como se o PT e os demais partidos também não tivessem usado as mesmas armas do PSL.

A imprensa está toda do lado do petista Fernando Haddad, que representa o criador do maior esquema de corrupção político-administrativa da História Universal. E isso acontece  porque todos sabem que vão perder faturamento com Jair Bolsonaro na Presidência w  estão produzindo “fakes escândalos”, uns atrás dos outros. O Estadão é o único que ainda tenta disfarçar, com seguidos editoriais atacando Lula da Silva e o PT. Mas o noticiário do jornal e as matérias distribuídas pela Agência Estado e pelo Estadão Conteúdo batem o tempo todo em Bolsonaro e poupam Haddad, que é sinônimo de faturamento garantido.

BRASIL DITADURA – A campanha difamatória contra Bolsonaro é implacável. No Jornal Nacional da TV Globo, há alguns dias foi divulgada com estardalhaço uma pesquisa indagando se o povo acha possível o Brasil voltar a ter outra ditadura. Diz o Datafolha que  50% dos entrevistados acharam ser possível. Só que, estrategicamente, não foi perguntado se a ditadura seria de direita ou esquerda, para associar diretamente a possibilidade de golpe apenas a um possível governo Bolsonaro…

A imprensa joga duro quando se trata de preservar seu faturamento com recursos púbicos. A crise é devastadora e já levou a Editora Abril à recuperação judicial, que é um codinome da antiga concordata. Outras grandes empresas estão balançando. E nesse clima la nave va, sempre fellinianamente. 

Reações a ataques contra o Poder Judiciário dependem do autor

                                            PSL e PT falam em fechar o STF, mas só um gera indignação e repúdio

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, divulgou hoje (22) uma nota oficial em que afirma ser fundamental para a democracia garantir a independência da Corte.

“O Supremo Tribunal Federal é uma instituição centenária e essencial ao Estado Democrático de Direito. Não há democracia sem um Poder Judiciário independente e autônomo. O País conta com instituições sólidas e todas as autoridades devem respeitar a Constituição. Atacar o Poder Judiciário é atacar a democracia”, diz a nota.

O texto não cita nomes, mas foi divulgado pelo STF após a repercussão de uma fala do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), em que o parlamentar diz que para fechar o Supremo “não manda nem um jipe, manda um soldado, um cabo”. Também o deputado Wadih Damous (PT-RJ) e o ex-ministro José Dirceu deram declarações recentes atacando o STF e propondo acabar com a Corte ou restringir suas prerrogativas, mas a mídia preferiu “empolgar” a declaração do deputado eleito pelo PSL-SP.

Também nesta segunda, o ministro Celso de Mello, o mais antigo do Supremo, classificou de golpista a fala do deputado. “Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!!”, disse ele, tambem sem se referir a Danmous e nem a Dirceu.

Ontem (21), a ministra do STF Rosa Weber, presidente ainda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também rebateu as declarações de Eduardo Bolsonaro. “No Brasil, as instituições estão funcionando normalmente e juiz algum que honra a toga se deixa abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como inadequada”, disse ela.

O ministro Alexandre de Moraes também manifestou repúdio contra a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), mas a mesma indignação não foi direcionada ao também ao ex-ministro José Dirceu e ao deputado Wadih Damous (PT-RJ), que, além de divulgar vídeo conclamando militantes. “Temos que fechar o STF”. Ele disse ser necessário criar uma “corte constitucional” e proferiu ofensas contra o ministro Luís Roberto Barroso. Tudo na semana após a prisão do ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e 1 mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Moraes pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue a frase do deputado como crime previsto na Lei de Segurança Nacional. “As declarações demonstram a atualidade da famosa frase de Thomas Jefferson: ‘O preço da liberdade é a eterna vigilância’. Nada justifica a defesa do fechamento do STF”, disse.

Segundo o ministro as afirmações do deputado do PSL, mas não as do petista são “crime da Lei de Segurança Nacional, artigo 23 inciso III, incitar a animosidade entre as Forças Armadas e instituições civis. Isso é crime previsto na Lei de Segurança Nacional”.

Advogados

Outra instituição que não se manifestou contra os petistas, mas surfa na onda de repúdio a Eduardo Bolsonaro é o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB).

Em nota, o IAB classifica as declarações do deputado do PSL como “estapafúrdias” e que o instituto não compactua com o “autoritarismo político” e “estará ao lado de todos os democratas na defesa dos valores constitucionais”.

Confira os vídeos de Eduardo Bolsonaro e Wadih Damous falando sobre o fechamento do STF.

17 é um número proibido no Palácio de Karnak

                                                          Convite distribuído pelo governo fala em 16 (Foto: Divulgação/Governo do Piauí)

O governador Wellington Dias (PT) não quer saber do número 17 lhe rodeando. O receio é tão grande que fez o governo estadual divulgar “para menos” o número de veículos entregues numa solenidade no Palácio de Karnak. Eram 17 carros para 17 municípios, mas a comunicação do governo divulgou que eram 16. Inclusive nos convites para a solenidade

Os 17 carros para a Atenção Básica de Saúde nos municípios foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado federal Júlio César (PSD) e entregues na quinta-feira (18) numa solenidade no Palácio de Karnak. Eles fazem parte da primeira etapa que contempla 17 municípios. Até o fim do ano, a outra quantidade deve ser entregue.

Júlio César, que destinou a emenda, diz que são 17 (Foto: Reprodução/Facebook)

Júlio César, que destinou a emenda, diz que são 17 (Foto: Reprodução/Facebook)

Só que a administração estadual não queria dar tanta divulgação a entrega de, justamente, 17 veículos. Então botaram que seriam 16 cidades contempladas. A matéria divulgada no site do governo diz que foram 16 cidades, mas quando relaciona cada uma delas, a conta dá 17. Na página do deputado federal Júlio César no Facebook, ele diz que são 17 municípios.

Matéria oficial diz que são 16 cidades, mas lista contém 17 (Foto: Reprodução/Governo)

Matéria oficial diz que são 16 cidades, mas lista contém 17 (Foto: Reprodução/Governo)

Segundo informação obtida pelo Política Dinâmica, o governo optou por diminuir uma cidade na divulgação para não dar margem à nenhuma alusão ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), cujo número é 17. No entanto, teve um 17 que o governo ainda acabou divulgando. A matéria da comunicação oficial informa que cada veículo tem capacidade para até 17 passageiros.

(Gustavo Almeida-Política Dinâmica)

De ética, Arrogância e Felonia

Por: José Olimpio Leite de Castro (*)

Ao fazer um alerta sobre a intenção criminosa do PT de simular um atentado contra Hdaddad, às vésperas da eleição para criar um clima de comoção e tentar virar o jogo, fui atacado ferozmente pela matilha de cães amestrados da esquerda e do petismo.

Fui rotulado de aético, fascista, jumento e outros adjetivos simpáticos.

Não repliquei na oportunidade, dei o calado por resposta, pois não costumo perder meu tempo e meu latim com gente desqualificada.

Mas, a intervenção do atual presidente do Sindjor-PI, Luiz Carlos Oliveira, endossando o discurso de meus agressores, me fez romper o silêncio e esclarecer o que se segue:

Fiz o alerta no intuito de contribuir para que fosse abortada a possível trama criminosa que teria por objetivo fraudar a vontade popular. Uma possibilidade que não se pode descartar.

O PT e seus áulicos são capazes das coisas mais sórdidas para atingir seus objetivos. Não sinto, portanto, o menor remorso por ter alertado os simpatizantes de Bolsonaro.

Em meio aos meus agressores, um grupelho de jornalistas que diz primar pelos preceitos básicos da ética e do bom jornalismo, mas que repercute como um mantra o discurso do “golpe e do prisioneiro político”, sem o menor pudor.

Quase todos, com raríssimas exceções, vivem pendurados em sinecuras na Assembleia ou no Governo do Estado.

São as mesmas figurinhas carimbadas que faziam oposição à minha gestão no Sindjor-PI.

Omissos e irresponsáveis nas críticas, nunca deram a menor contribuição à luta dos jornalistas piauienses. A maior parte sequer é filiada ao Sindicato.

Ocupando cargos de confiança nas empresas de comunicação ou em assessorias de imprensa no setor público, esses “zelosos profissionais” confundem a prática do bom jornalismo com puxa-saquismo.

Um deles frequenta os melhores salões, sempre explorando a futilidade dos novos ricos e das dondocas, que financiam a sua vida fácil, mas insignificante. Só abre a boca para falar mal do Sindicato e de seus dirigentes.

A figura que iniciou a polêmica, coitada, é a personificação do fracasso. A postura arrogante e petulante são apenas formas de esconder a sua frustração.

Sem brilho, vive agarrada a um contracheque na Assessoria de Imprensa da Alepi, por generosidade de algum político, mas se julga a rainha da cocada preta.

O ódio dessa gente contra minha pessoa teve início quando eu presidi o Sindjor-PI e não permiti que a entidade se tornasse um apêndice do PT.

Piorou quando denunciei o aparelhamento da Fenaj, hoje transformada num antro petista.

Agora, na reta final da campanha presidencial, a petralhada e seus assemelhados se tornaram mais agressivos diante da iminente derrota nas urnas.

Mas, para encerrar, vamos à intervenção do presidente do Sindjor-PI.

O jornalista Luiz Carlos Oliveira, que foi vice-presidente do Sindicato nas minhas duas gestões e foi eleito presidente com o meu apoio, disse que eu não falava pelo Sindicato. O que é verdade.

Mais adiante, ressaltou que “A entidade, como representante da categoria, é plural, sempre saiu em defesa da democracia, da liberdade de expressão e condenou, sempre, atitudes fascistas, de censura e contra qualquer tipo de preconceito.”

O senhor Luiz Carlos , que hoje me rotula de fascista, testemunhou a minha luta em defesa da liberdade de imprensa e de expressão, sabe que combati sem tréguas a censura e as perseguições e violência contra o jornalista.

Sabe que nunca tergiversei na luta para que a classe patronal assegurasse salários dignos e boas condições de trabalho à nossa categoria.

Mesmo sabendo de tudo isso, estando ao meu lado nessas lutas todas, o presidente do meu Sindicato me rotula de fascista por não votar no candidato do PT.

Ninguém escapa da felonia, é certo, mas confesso que nunca esperei que o jornalista Luiz Carlos Oliveira tivesse a cultura do escorpião. Foi uma surpresa desagradável.

No entanto, não rasgarei minha filiação. Pelo contrário. Continuarei contribuindo e estarei dentro do Sindjor-PI para assegurar que ele não se transforme numa entidade de pelegos.

Bolsonaro 17!

(*) José Olimpio Leite de Castro é jornalista, escrito, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Piauí

A ascensão do empreendedorismo online

Por: Janguiê Diniz(*)

Não restam dúvidas que o aumento no número de acessos à internet tem contribuído para uma série de fatores, como à informação de maneira rápida e eficiente, à conexão com as pessoas de outras cidades e até países, ao entretenimento, além de vários outros fatores que são benéficos para uma sociedade globalizada.

Atrelado a tudo isso, existe um segmento em especial que tem ganhado destaque e chamado a atenção de muitas pessoas: o mercado digital ou empreendedorismo online.  Para reforçar o que eu digo, certamente, você conhece alguém que tem algum tipo de negócio online, ou até mesmo você deve fazer isso.

Para se ter uma ideia da dimensão e do quanto o segmento está ganhando força, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o E-commerce brasileiro, que é umas das fatias do mercado digital, deve crescer 15% em 2018 e chegar a R$ 69 bi de faturamento. Além disso, a soma de pedidos nas lojas virtuais pode chegar a R$ 220 milhões.

Mas, além de produtos físicos, os negócios online também podem se classificar como negócios digitais e aí entram os cursos online, blogs, canais do YouTube e soluções tecnológicas em geral. Todas essas maneiras também movimentam a economia e estão fazendo com que muitas pessoas levantem montantes financeiros exorbitantes.

Sem necessariamente focar nos tipos de produtos, meu interesse neste artigo é retratar todas as variáveis positivas que podem servir de estímulo para quem se identifica com o segmento. Os pontos fortes são o baixo investimento da infraestrutura inicial, os horários de venda e atendimento flexíveis, a facilidade de atingir muitas pessoas com impacto direto e o retorno imediato, tanto de feedbacks quanto monetário.

Trazendo essa realidade à tona, se você se identifica com o formato e pretende atuar no segmento, meu conselho é: estude o mercado, identifique o nicho de atuação, se especialize e esteja ciente de que o mercado está em constante adaptação e por isso, requer de você olhos atentos e em constante aperfeiçoamento.

(*)Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional –

Deputado rejeita convite para voltar a fazer parte da base de Wellington

O deputado estadual Evaldo Gomes (PTC) parece mesmo decidido a não voltar para a base de Wellington Dias (PT). O MDB, partido aliado ao petista, até tentou convencer o parlamentar, mas em vão.

Evaldo foi procurado por emedebistas nesta semana; a intenção foi fazer com que o deputado integrasse os quadros do partido, tendo em vista que o PTC, por não ter atingido a cláusula de barreira, será extinto.

“Convidamos o Evaldo. Ele ainda vai ver o que é melhor, mas o convidamos. O convite foi agora, depois da notícia de que o partido dele seria extinto. Se ele quiser vir, não tem problema; o MDB aceita com maior prazer”, disse o deputado estadual reeleito João Madison (MDB).

Em entrevista ao Portal AZ, Gomes confirmou o convite, mas frisou que não pensa na possibilidade de mudar de legenda. A única alternativa em mente, segundo o parlamentar, é articular a fusão do PTC com Patriota e formar um só partido para se manter na oposição. O desfecho acontecerá no próximo mês, anunciou ele.

“Nós recebemos convite do MDB e de outros partidos, mas o nosso caminho já está traçado, decidido, que é uma fusão com o Patriota nacional. Estamos dialogando a nível nacional e estamos esperando apenas uma reunião para decidir sobre os detalhes da fusão entre esses dois partidos. Planejamos uma convenção para novembro. A gente, com certeza, ficará nesse novo partido, que terá o nome de Patriota”, declarou Evaldo.

Apesar de ter saído de forma abrupta da base governista, depois de mal-estar com o governador, Evaldo garantiu que não fará enfrentamento ao executivo estadual na Assembleia Legislativa.

“Não estou em busca de fazer enfrentamento com o governo. Seria o parlamentar que sempre fui: vigilante, fiscal da população, e estou aberto ao diálogo com quem quer que seja. Temos que respeitar o resultado das urnas; as urnas deram 54% de voto para o governador”, disse Gomes.

O racha entre PTC e Wellington Dias aconteceu há pouco mais de 2 meses das eleições. O partido buscava apoio do petista para conseguir lançar uma chapinha visando disputar a eleição proporcional, no entanto, não teve o pleito atendido. Depois da dissidência, Evaldo resolveu apoiar o senador Elmano Férrer (Podemos) na disputa pelo governo do Estado.

Presidente do TCE recorda visita da base aliada e fala em tentativa de intimidação

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI), conselheiro Olavo Rebelo, afirmou na sessão plenária desta segunda-feira (22) que a Corte de Contas segue à risca o que dizem a Constituição e as normas que definem suas atribuições e responsabilidades. “O TCE-PI possui regras internas e tem suas atribuições definidas em lei, e mantém total obediência a elas”, afirmou ele.

O pronunciamento foi feito no início da sessão, quando o conselheiro-presidente fez referência à visita do governador do Estado, Wellington Dias (PT), ao TCE-PI, em setembro, acompanhado de secretários e deputados da base aliada. Na ocasião, o governador criticou operações de busca e apreensão em secretarias e órgãos do Estado, realizadas pela Rede de Controle, da qual o TCE-PI faz parte, e pediu cautela da Corte de Contas na participação nessas operações.

“Nós nos sentimos honrados com a visita do governador, mas em nenhum momento deixaremos de seguir o que diz a lei e nem arredaremos um milímetro do dever de cumprir as nossas atribuições”, afirmou Olavo Rebelo. Ele lembrou que não foi detectado nenhum envolvimento de membro ou técnico do TCE-PI em ato político-partidário, e disse que ação do Tribunal se dá no estrito cumprimento da lei, e em função do comportamento de gestores, e não contra o governador.

O conselheiro Luciano Nunes também se manifestou. Disse que foi denunciado à Procuradoria Regional Eleitoral por supostamente fazer campanha eleitoral na Corte e lembrou que no período da denúncia estava de férias. “Eu quero que a denúncia seja apurada para que a verdade seja restabelecida”, cobrou. Para ele, a visita do governador foi uma forma de intimidar o TCE-PI e uma atitude de desrespeito à Corte de Contas.

Na sequência, os conselheiros aprovaram para sexta-feira (26) uma reunião para discutir a participação da Corte de Contas em operações de busca e apreensão, realizadas em conjunto com as instituições que compõem a Rede de Controle da Gestão Pública. (180graus)

Nem Municipalização e nem privatização da Agespisa- esclarece presidente da Aserpa

O presidente da Aserpa – Agência Parnaibana de Regulação dos Serviços Públicos, advogado Lisandro Ayres, afirmou na Rádio Cidade, quarta-feira última (17) que a Prefeitura de Parnaíba não pretende municipaliza a Agespisa, tão pouco vendê-la, como foi dito na mesma emissora, pelo Coordenador de Controle de Qualidade da Empresa em Parnaíba, Marco Aurélio dos Santos. Dentre as várias inverdades ditas, ele afirmou que a secretária de infraestrutura do município, Gracinha Moraes Sousa, “vai vender, que não quer saber de Agespisa. Vai vender para a iniciativa privada, pegar o dinheiro e ela disse lá o que vai fazer”.

“Não se pode municipalizar o que já é do município, pois é a Prefeitura quem dá a concessão. E não tem essa história de privatizar(…). O que se pode fazer é que, constatado que a Agespisa não pode prestar um serviço de qualidade para a população, reincide-se a concessão e se contrata uma empresa que tenha essas condições”, afirmou o presidente.

                                         Diretor da Agespisa Marco Aurélio em entrevista  na Rádio Cidade

Segundo ele, a Aserpa, que é um órgão ligado à prefeitura, “desde o ano passado está com um processo que apura as omissões da Agespisa e já constatou que a empresa não tem nenhuma autonomia financeira no município. A partir daí, o Ministério Público abriu um inquérito civil e realizou uma audiência pública, inclusive com representante da Secretaria Estadual de Saúde, que na ocasião disse ser inadmissível que a Agespisa forneça à população, há 4 anos, uma água com alto grau de turbidez e excesso de cloro, o que é prejudicial à saúde”, salientou.

Lisandro disse também que o mesmo representante da SESAPI, Antônio Vieira de Sá Jr., do LACEN (Laboratório Central), disse que,, além da água de má qualidade, há 4 anos não são enviados de Parnaíba para Teresina,  os relatórios que deveriam ser mensais.

“Foi aberto um processo, que está avançado, para apurar a qualidade da água e outras omissões da Agespisa. No momento estamos na etapa final e, caso o contrato de concessão seja reincidido, a prefeitura vai buscar uma saída dentro dos trâmites legais, de acordo com a lei.

Quanto à matéria enviada para a Câmara, que foi citada na entrevista de Marco Aurélio, trata-se, segundo Lisandro, do Plano Municipal de Saneamento Básico, que nunca existiu e sem o qual, a partir de agora, o município não poderá receber recursos federais para aplicar na área de saneamento    

Autor: Bernardo Silva(blogdobsilva)

Publicado no jornal “Tribuna do Litoral”

Roqueiro recebeu jabá milionário para falar mal de Bolsonaro nos shows, diz ministro

                                             Roger Waters fez vários shows no Brasil e, segundo o ministro, “engajamento” custa caro

Em sua conta no Twitter, neste domingo (21), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, acusou o cantor britânico Roger Waters de haver recebido cerca de R$90 milhões para fazer campanha eleitoral disfarçada, em seus shows pelo Brasil. “Isso sim é caixa 2 e campanha ilegal!”, declarou ou ministro.

Sá Leitão acusou frontalmente o ex-vocalista do Pink Floyd: “Roger Waters recebeu cerca de R$ 90 milhões para fazer campanha eleitoral disfarçada de show ao longo do 2º turno.” Waters disse aos fãs que não voltará ao Brasil caso Jair Bolsonaro (PSL) ganhe a eleição para presidente, domingo (28).

Em outro post, o ministro rebateu críticas e disse que está sendo atacado por ter mostrado a hipocrisia do ex-vocalista do Pink Floyd:

“Compartilhei fatos sobre Roger Waters e mostrei a hipocrisia dos que, com base em matéria sem provas da Folha, acusam um candidato de caixa 2 e campanha ilegal. Estou sendo atacado de modo grosseiro e vil por quem vive na distopia do Fla x Flu eleitoral. A verdade dói. Em frente!”